Assine já
Aviação

Grupo Air France/KLM tranportou mais de 9M de passageiros em Junho

Número de passageiros transportados em Junho subiu 8,2%, com as receitas e o load factor a acompanharem a tendência de crescimento.

Publituris
Aviação

Grupo Air France/KLM tranportou mais de 9M de passageiros em Junho

Número de passageiros transportados em Junho subiu 8,2%, com as receitas e o load factor a acompanharem a tendência de crescimento.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
Grupo Air France/KLM cresce em passageiros, receita e load factor em Maio
Aviação
Tráfego do Grupo Air France/KLM atinge 75 milhões de passageiros até Setembro
Aviação
Grupo Air France/KLM transportou mais de 9,3 milhões de passageiros em setembro
Homepage
Transavia
Transavia voltou a penalizar resultados do Grupo Air France/KLM em novembro
Homepage
Transavia

As companhias aéreas do Grupo Air France/KLM transportaram mais de nove milhões de passageiros no passado mês de Junho, número que representa uma subida de 8,2% face a igual mês do ano passado, informou o grupo de aviação em comunicado.

Além do acréscimo no número de passageiros transportados, os resultados do Grupo Air France/KLM em Junho revelam também subidas ao nível das receitas, que cresceram 8,3%, ultrapassando os 24 milhões de euros, enquanto o load factor aumentou 2,2 pontos percentuais, para 87,7%.

De acordo com informação enviada à imprensa, os resultados do acumulado do ano, até Junho, mostram igualmente uma evolução positiva, uma vez que as companhias do grupo – Air France, KLM, HOP! e Transavia – transportaram 47,1 milhões de passageiros, o que se traduz numa subida de 6,5% face a Junho de 2016.

Já as receitas das companhias do grupo ficaram muito perto dos 130 milhões de euros, o que indica uma subida de 5,9% entre Janeiro a Junho face a igual período do ano passado, enquanto o load factor foi de 86,3%, acréscimo de 1,4 pontos percentuais em relação aos primeiros seis meses de 2016.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Aviação

Cadeia de abastecimento impacta entrega dos novos Airbus

Os constrangimentos da cadeia de abastecimento têm vindo a criar diversas dificuldades nas mais variadas indústrias. Na aviação, a Airbus já admite que as entregas de vários modelos de aviões só acontecerá em 2024 ou mesmo 2025.

Victor Jorge

Segundo a imprensa internacional, existem companhias aéreas que poderão ter de esperar até 2025 para receber as suas encomendas devido a constrangimentos na cadeia de abastecimento.

“Gostava de ter mais aviões para vender. Há constrangimentos na cadeia de abastecimento dos componentes que são mais desejados. Nos aviões de fuselagem estreita isso afeta os A320, A321 e também o A220”, explicou revelou Christian Scherer, diretor comercial da Airbus ao Financial Times.

Apesar das preocupações com a disseminação da nova variante Ómicron, a procura estava a ser impulsionada, fundamentalmente, pela necessidade de aeronaves mais eficientes em termos de combustível, salientou o executivo da companhia franco-germânica.

De referir que, ainda recentemente, a Airbus garantiu dois pedidos significativos, incluindo um acordo com a Air France-KLM para 100 unidades dos A320neo e A321neos, com as primeiras entregas a estarem previstas para o segundo semestre de 2023.

“Geralmente, tem havido uma perceção pela comunidade da aviação, em geral, de que quando as pessoas podem viajar, viajarão e o farão quase como vingança”, descreveu o executivo alemão da Airbus.

De resto, Scherer destaca que “a crise da COVID acelerou a compreensão de que a transição para uma tecnologia de combustível mais eficiente é inevitável”, disse, concluindo que “apenas 13% por cento da frota comercial global de hoje é de última geração”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Transportes

easyJet já voa entre o Porto e Milão

Voos da easyJet entre o Porto e Milão decorrem quatro vezes por semana, aos domingos, segundas, quartas e sextas-feiras, passando a voos diários em finais de fevereiro.

Publituris

A easyJet inaugurou esta sexta-feira, 17 de dezembro, uma nova rota entre o Porto e Milão, em Itália, operação que conta com quatro voos por semana e que passa a ligações diárias a partir de final de fevereiro, e que vem reforçar a posição da easyJet no aeroporto portuense.

“Com esta nova rota, a easyJet reforça a sua posição como companhia #2 no aeroporto Francisco Sá Carneiro”, destaca a transportadora, que disponibiliza preços a partir de 15 euros nestas ligações, que decorrem aos domingos, segundas, quartas e sextas-feiras.

Os voos são operados em aviões A320, gozam de flexibilidade com alteração gratuita até duas horas antes da partida e estão disponíveis para reserva através do site da companhia aérea, em www.easyjet.com.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Transavia abre rota entre o Porto e Ponta Delgada na primavera de 2022

Companhia aérea low cost do Grupo Air France-KLM vai realizar até dois voos por semana entre o Porto e Ponta Delgada, Açores, a partir de 27 de março de 2022.

Publituris

A Transavia vai abrir uma nova rota entre o Porto e Ponta Delgada a 27 de março de 2022, numa operação sazonal que apresenta preços a partir de 30 euros para voos de ida e que vai contar com até dois voos por semana, segundo comunicado da companhia aérea low cost do grupo Air France-KLM.

No comunicado divulgado, a Transavia realça que esta rota entre o Ponto e Ponta Delgada é a terceira que as companhias aéreas do Grupo Air France -KLM anunciam para a capital açoriana, todas com abertura prevista para o próximo ano.

“Depois de Ponta Delgada – Paris-Orly e Ponta Delgada – Amesterdão-Schiphol, é para nós um grande prazer anunciar a abertura de uma nova rota doméstica no mercado português, desta vez a ligação Porto – Ponta Delgada. Após um período bastante disruptivo, a Transavia tem envidado todos os esforços na reorganização da sua operação, no reforço da sua frota e na retoma da sua atividade de forma gradual – para oferecer cada vez mais opções de viagens a pequenos preços”, explica Nicolas Hénin, Chief Commercial Officer da Transavia France.

De acordo com o responsável, Portugal é um “mercado histórico e estratégico” para a operação global do Grupo Air France-KLM e “um dos melhores exemplos” da recuperação turística, nomeadamente no que diz respeito aos turistas de lazer, que se espera que continue até aos verão de 2022.

A rota entre o Porto e Ponta Delgada vai contar com até dois voos por semana, às quartas-feiras e domingos, e os bilhetes já podem ser reservados através do site da companhia aérea, em www.transavia.com.

Além da nova rota, a Transavia anuncia ainda um reforço da capacidade para o verão nas rotas Porto-Paris Orly e Lisboa-Paris, que passam a contar com até 53 voos/semana (ou até 8 voos diários), no caso do Porto, e até 5 voos diários, em Lisboa.

A Transavia refere, no entanto, que “o programa de voos mantém-se em constante evolução e continua sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

EasyJet volta a criticar multas por ausência de teste negativo e alerta que já há companhias a ameaçar cancelar operação

Diretor geral da easyJet em Portugal, José Lopes, considera que as palavras do primeiro-ministro sobre as multas às companhias aéreas que transportem passageiros para Portugal sem teste negativo à COVID-19 “foram injustas e não estão corretas”.

Inês de Matos

O diretor geral da easyJet em Portugal, José Lopes, considerou esta quarta-feira, numa conferência de imprensa no Funchal, Madeira, que as palavras do primeiro-ministro, António Costa, sobre o aumento das multas previstas para as companhias aéreas que transportem passageiros para Portugal sem um teste negativo à COVID-19, “foram injustas e não estão corretas” e revelou que já há companhias aéreas a ameaçar retirar a operação do país.

“Algumas companhias estrangeiras escreveram ao Governo a dizer que estão a pensar cancelar, por exemplo, a operação em Faro. O Governo está a pedir às companhias que o substituam, deviam tratar as pessoas de forma positiva e com consciência. É isso que vamos continuar a fazer para que a normalidade possa retomar dentro do parâmetro da responsabilidade”, afirmou o responsável.

Para José Lopes, o primeiro-ministro estava “nitidamente mal informado” quando fez “declarações muito duras” sobre as companhias aéreas, que apelidou de irresponsáveis quando, a 25 de novembro, anunciou o regresso do estado de calamidade, assim como o aumento das multas para as companhias que transportem passageiros para Portugal sem um teste negativo à COVID-19.

“Julgo que, nitidamente mal informado, o primeiro-ministro fez declarações muito duras sobre a indústria da aviação que foram injustas e não estão corretas”, considerou José Lopes, que estranha mesmo o facto de ter sido o único player da aviação a falar publicamente sobre o tema, enquanto outros responsáveis de companhias aéreas se mantiveram em silêncio.

Segundo o responsável, as companhias aéreas têm “vindo a fazer um trabalho enorme”, em substituição do Estado, e defende que o problema não passa por qualquer irresponsabilidade das transportadoras, mas sim pelo facto de haver “certificados falsos a circular”.

“A easyJet contacta os seus passageiros para saber se têm o Passenger Location, se as pessoas têm testes, se estão vacinadas. Uma das coisas que alertámos é que há bastantes casos em que há certificados falsos a circular. As pessoas, depois, dizem que não foram controladas porque não podemos ficar com a cópia do documento que o passageiros apresentou”, resumiu.

Por enquanto, a easyJet ainda não teve de pagar qualquer multa, uma vez que, explicou José Lopes, sempre que é detetado um passageiro sem teste negativo à COVID-19, é levantado um processo de auto que segue para a autoridade nacional e ao qual a companhia pode, depois, apresentar a sua versão.

Apesar de ainda não ter sido obrigada a pagar qualquer coima por transportar passageiros sem teste negativo, José Lopes criticou também o valor das multas, considerando que as que existiam antes desta subida “já eram elevadas” mas “agora foram multiplicadas por 10”, o que “inviabiliza e tem um impacto brutal” nas companhias aéreas.

Recorde-se que, a 25 de novembro, na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros que decidiu o regresso do estado de calamidade e de novas restrições, o primeiro-ministro anunciou também um agravamento das multas para as companhias aéreas que transportem para Portugal passageiros sem teste negativo à COVID-19, que vão agora dos 20 aos 40 mil euros, sendo que, no limite, as transportadoras aéreas podem mesmo perder a licença de voo para Portugal.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Transportes

easyJet anuncia aumento de 8% face à capacidade pré-pandemia para 2022

Companhia aérea low cost apresentou esta quarta-feira, 15 de dezembro, na Madeira, os seus planos para 2022, considerando que este já deverá ser “um ano positivo e de retoma”.

Inês de Matos

A easyJet conta operar, no próximo ano, mais 8% da capacidade que disponibilizava antes da chegada da COVID-19, o que representa um aumento de 117% face à capacidade que a companhia aérea disponibilizou este ano, revelou esta quarta-feira, 15 de dezembro, José Lopes, diretor geral da easyJet em Portugal.

“Em 2022, no que diz respeito a Portugal, esperamos operar mais 8% da capacidade que tínhamos antes da pandemia, em 2019, e isso é algo que nos orgulha bastante. Pode parecer pouco apresentar números de crescimento de 8% relativamente ao período pré-pandemia mas, se olharmos para aquilo que operamos no ano passado [o ano fiscal da easyJet terminou em setembro], estamos a falar num aumento de 117% da capacidade comparativamente com aquilo que operámos em 2021”, revelou o responsável, durante uma conferência de imprensa na Madeira.

De acordo com José Lopes, este crescimento de 8% representa “mais do dobro” face à capacidade disponibilizada este ano e significa “um esforço enorme” para a easyJet, mas que deverá ajudar a companhia aérea a consolidar a sua posição no mercado nacional e a crescer em contraciclo com a realidade atual da indústria da aviação.

José Lopes explicou que a companhia aérea estima, a nível global, “voar cerca de 74%” da capacidade pré-pandemia no terceiro trimestre e mostra-se confiante que “a capacidade do quarto trimestre se aproxime dos níveis de 2019”, até porque o período entre o Natal e o Fim de Ano costuma ser forte em procura, como se tem registado este ano, com o responsável a indicar que esse aumento de procura abrange também as viagens de negócios.

“Temos dados interessantes dos últimos seis meses e creio que ajudam a comprovar isso”, acrescentou o responsável, revelando que, nesse período, a easyJet cresceu 46% na Madeira face a igual período de 2019, ainda que o aeroporto do Funchal tenha perdido 16% de tráfego nesses seis meses, enquanto no Porto a companhia aérea low cost registou uma subida de 9%, num período em que o Aeroporto Francisco Sá Carneiro assistiu a uma descida de 40% no tráfego.

Já no aeroporto de Lisboa, onde a questão da falta de liberalização dos slots continua a ser um problema para a easyJet, José Lopes revela que a companhia aérea também regista “uma performance superior à média do mercado”.

“É este o nosso compromisso para 2022, vamos ter mais de oito milhões de lugares à venda e esperamos que, em breve, possamos ter novas surpresas, caso se venha a concretizar a liberalização de slots em Lisboa e, se isso, acontecer, vamos adicionar ainda mais capacidade do que estamos agora a anunciar”, rematou.

O diretor geral da easyJet em Portugal espera que, ao nível de restrições adotadas para conter a pandemia, 2022 também seja um ano melhor do que foi 2021 e revela que os dados que a companhia aérea possui assim o indicam.

“Com os dados que temos, pensamos e perspetivamos que o próximo ano será mais positivo do que aquele que passou. É verdade que há novas variantes que parecem ser mais perigosas em termos de contágios mas com um impacto hospitalar não tão massivo, o que nos permite ter confiança que o transporte aéreo é seguro e que o ambiente dentro do avião é o mais seguro possível”, explicou, acrescentando que, apesar das novas variantes, a easyJet acredita que “2022 vai ser um ano positivo e de retoma”.

Ano histórico na Madeira

A conferência de imprensa em que a easyJet deu a conhecer as suas expetativas para 2022 aconteceu no Mercado dos Lavradores, no Funchal, Madeira, e contou com a presença de Pedro Calado, presidente da Câmara Municipal do Funchal, bem como de Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo e Cultura da Madeira.

Durante o evento, José Lopes explicou que a companhia aérea decidiu fazer este evento na região autónoma porque este foi um “ano histórico” para a easyJet na Madeira, que se tornou na primeira companhia aérea na região, ultrapassando a TAP, tendo mesmo registado um crescimento de 46% nos últimos seis meses, face a 2019.

“Voar 46% mais que em 2019 é um grande feito e uma prova de que a easyJet acredita no mercado da Madeira e que mostra que a pandemia acabou por se transformar numa oportunidade”, considerou, revelando que a easyJet passou a liderar na rota Porto-Funchal, onde era terceira antes da pandemia, contando agora com uma quota de mercado de 42%, enquanto nas ligações entre Lisboa e o Funchal é segunda e assim deverá continuar mesmo com a abertura de uma nova base da Ryanair na Madeira.

A Madeira, acrescentou ainda o diretor geral da easyJet em Portugal, é também um dos destinos mais procurados na easyJet Holiday, que disponibiliza mais de 300 hotéis, “muitos também na Região Autónoma da Madeira.

“Portugal é um dos destino mais procurados na easyJet Holidays, essencialmente por britânicos. Faro é o destino número um, mas a madeira tem evidenciado um grande crescimento”, revelou o responsável, que passou ainda em revista as conquistas da easyJet em Portugal durante 2021, com destaque para a abertura de uma nova base em Faro e para a abertura de novas rotas.

 

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Aviação

Pilotos avaliam SATA/Azores Airlines como a melhor companhia aérea portuguesa para trabalhar

Companhia aérea açoriana obteve 93 pontos em 100 possíveis no inquérito da European Cockpit Association (ECA), que pretendeu apurar qual é, para os pilotos, a melhor companhia aérea da Europa para trabalhar.

Publituris

A SATA/Azores Airlines é a melhor companhia aérea portuguesa no que toca às condições laborais oferecidas aos pilotos, profissionais que atribuíram à transportadora açoriana uma classificação de 93 pontos em 100 possíveis, no mais recente inquérito da European Cockpit Association (ECA).

O inquérito, que contou com a participação de 5751 pilotos de 136 companhias aéreas europeias, procurou apurar qual é, para os pilotos, a melhor companhia aérea da Europa para trabalhar, desafiando estes profissionais a classificarem as transportadoras segundo uma série de critérios e até uma pontuação máxima de 100 pontos.

De acordo com a SkyExpert, empresa portuguesa de consultoria especializada em transporte aéreo e aeroportos, que analisou os resultados deste inquérito, os resultados desta pesquisa assumem “particular relevância após quase dois anos duros para o setor e para estes profissionais”, que ficaram marcados por “despedimentos, redução do período de trabalho e de salários, incerteza quanto ao futuro e à formação de novos profissionais”.

“Passámos rapidamente de um período em que havia falta destes profissionais antes da
pandemia para um momento de enorme incerteza e em que há um claro excesso de pilotos no mercado, sem esquecer que vários cursos de formação foram interrompidos ou cancelados”, refere Pedro Castro, fundador e diretor da SkyExpert, considerando que as companhias que lideram este ranking “souberam, apesar de tudo, manter o diálogo e a preocupação com os seus pilotos”.

A SATA/Azores Airlines foi a companhia aérea portuguesa que reuniu melhor avaliação, ainda que na lista também apareça a TAP, que se encontra no meio da tabela, assim como a White Airways, a EuroAtlantic e a HiFly, ainda que cada uma destas três transportadoras nacionais reúna menos de 50 pontos.

Já a Air France lidera o ranking, com um total de 98 pontos, seguindo-se a companhia aérea de carga Martinair e a companhia aérea alemã Condor, que ficou na terceira posição. No extremo oposto, encontra-se a Olympus Airways, companhia aérea charter da Grécia, que ocupa a última posição.

O inquérito da ECA visou apurar a opinião dos pilotos sobre as condições laborais oferecidas pelas companhias aéreas europeias, incluindo aspetos como a relação com os sindicatos, acordos de empresa, contratos de trabalho, condições de recrutamento, cultura de empresa e o chamado “work-life-balance” promovido.

O ranking completo resultante do inquérito da ECA pode ser consultado online aqui.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

United Airlines anuncia nova parceria com a Virgin Australia

Parceria, que ainda está sujeita a aprovação governamental, deverá entrar em vigor no início de 2022 e vai oferecer mais opções de viagem entre o continente americano e a Austrália.

Publituris

A United Airlines e o Grupo Virgin Australia estabeleceram uma nova parceria para melhorar a experiência de viagem entre os EUA e a Austrália, e que vai também oferecer mais benefícios aos membros dos programas de passageiro frequente de ambas das companhias aéreas.

A parceria, que ainda está sujeita a aprovação governamental, deverá entrar em vigor no início de 2022 e vai oferecer aos passageiros da United Airlines, assim como da Virgin Australia, mais opções de viagem entre o continente americano e a Austrália, incluindo ligações para o México, EUA, Caraíbas e América do Sul.

Num comunicado publicado no seu website, a United Airlines explica que a Austrália “sempre foi uma parte importante” da sua rede, motivo pelo qual a companhia aérea norte-americana manteve os voos de passageiros para território australiano durante a pandemia, sendo também a companhia dos EUA com maior número de voos para a Austrália, o que explica agora esta parceria, que vai aumentar o número de destinos através da “rede abrangente” da Virgin Australia.

“Olhando para o futuro, a Virgin Australia é a parceira perfeita para a United. A nossa parceria oferece um valor comercial considerável para ambas as companhias aéreas e um compromisso partilhado de oferecer a melhor experiência de viagem aos nossos clientes”, congratula-se Scott Kirby, CEO da United Airlines.

A United Airlines disponibiliza atualmente voos diretos de São Francisco e Los Angeles para Sidney, capital australiana, e conta retomar, no final do próximo ano, as ligações de Houston e Melbourne.

Com a parceria, os clientes da United Airlines passam a poder voar também para Brisbane, Perth e Adelaide, três das maiores cidades australianas, e ganham acesso a novos benefícios através dos programas de passageiro frequente MileagePlus e Velocity Frequent Flyer, nos quais passa a ser possível resgatar e ganhar milhas nos voos incluídos na parceria.

Paralelamente, os membros premium dos programas de passageiro frequente da United Airlines e da Virgin Atlantico têm também check-in e embarque prioritário, entrega de bagagem prioritária e franquia adicional de despacho de bagagem, autorização de segurança prioritária e acesso ao lounge.

Além de aumentar o número de destinos da United Airlines na Austrália, esta parceria vai também triplicar a oferta da Virgin Australia nos EUA, através da rede doméstica e internacional da companhia aérea norte-americana.

Com este acordo, a Virgin Australia volta também a vender bilhetes em code-share através do seu website, o que deverá arrancar no início de 2022 com a United Airlines, seguindo-se depois outros parceiros internacionais da transportadora australiana.

 

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

35 companhias aéreas e 987 passageiros multados em 12 dias por não falta de teste à COVID-19

Medida que obriga à apresentação de um teste negativo ou de um certificado de recuperação entrou em vigor a 1 de dezembro para prevenir o aumento do número de casos de COVID-19, especialmente da variante Ómicron.

Publituris

Desde que a exigência de apresentação de teste negativo para a COVID-19 ou certificado de recuperação está em vigor, há 12 dias, foram já multadas 35 companhias aéreas e 987 passageiros por terem desembarcado em Portugal sem o referido documento, avança a Lusa, que cita dados revelados esta segunda-feira, 13 de dezembro, pelo Ministério da Administração Interna (MAI).

Num balanço desta medida para conter o aumento do número de casos de COVID-19, que entrou em vigor a 1 de dezembro, o Ministério da Administração Interna (MAI) avança que, entre 01 e 12 de dezembro, a PSP e o SEF fiscalizaram 377.751 passageiros e 3.843 voos, que resultaram em 987 contraordenações.

Dos 987 autos de contraordenação, 604 foram levantados pela PSP, que controla os passageiros provenientes de voos com origem no espaço Schengen, e 383 pelo SEF, que fiscaliza os viajantes oriundos de países fora do espaço Schengen (fora da Europa).

A Lusa lembra que estão isentos da obrigatoriedade de testes, PCR ou rápido, os passageiros de voos domésticos, os menores de 12 anos e as tripulações.

O MAI indica também que nas 987 contraordenações estão incluídos sete estrangeiros a quem foi recusada a entrada no país por não terem apresentado teste no desembarque, uma vez que apenas é permitida a realização do teste no aeroporto aos cidadãos de nacionalidade portuguesa, estrangeiros com residência em Portugal e pessoal diplomático.

Além dos passageiros, foram também multadas 35 companhias aéreas por terem transportado para Portugal passageiros que não tinham nem um teste negativo à COVID-19, nem o certificado de recuperação.

As companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à covid-19 incorrem numa multa entre 20.000 e 40.000 euros por passageiro e os viajantes são também alvo de uma contraordenação por não apresentarem teste à chegada, que pode ter multa entre os 300 e os 800 euros.

Os dados do MAI mostram ainda que foram realizados nos aeroportos 991 teste de diagnóstico à covid-19 a passageiros que entraram no país sem este documento.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

LATAM Airlines alarga horário do check-in

Devido às restrições de viagens e à necessária verificação de documentos motivada pela COVID-19, os balcões de check-in da LATAM Airlines passam a abrir cinco horas antes do voo.

Publituris

Os balcões de atendimento de check-in da LATAM Airlines vão passar a abrir cinco horas antes dos voos, informou a companhia aérea, que justifica a decisão com o “nível de restrições da COVID-19 em viagens e verificações de documentação que devem ser feitas no momento do check-in”.

“Estamos agindo para evitar interrupções e precisamos da sua ajuda para garantir que os clientes tenham as informações corretas e a melhor experiência possível, chegando ao aeroporto com tempo suficiente para fazer o check-in e poder voar connosco durantes essas festividades”, explica a companhia aérea.

A LATAM Airlines pede a todos os agentes de viagens que informem os seus clientes sobre o alargamento do horário do check-in, de forma a que possam chegar “ao aeroporto com antecedência”, o que é “fundamental para minimizar o impacto” da verificação de documentos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Qatar Airways inaugura rota para Odesa

Nova rota da companhia aérea do Qatar, a segunda para a Ucrânia, conta com três voos por semana.

Publituris

A Qatar Airways inaugurou na passada quinta-feira, 9 de dezembro, uma nova rota entre Doha, capital do Qatar, e Odesa, na Ucrânia, disponibilizando três por semana entre as duas cidades.

Com a rota para Odesa, a Qatar Airways passa a contar com duas rotas para a Ucrânia, sendo os voos para Odesa operados em aviões A320, com 12 lugares em classe executiva e 120 em económica.

“O arranque do serviço para Odesa assinala a crescente ligação entre o estado do Qatar e a Ucrânia. Odesa é popular tanto para negócios como para lazer”, afirma Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways, citado num comunicado enviado à imprensa.

A chegada do primeiro voo da Qatar Airways foi assinalada com uma cerimónia no Aeroporto Internacional de Odesa, que contou com a participação de vários representantes da companhia aérea e das autoridades locais, que destacaram a importância dos voos da Qatar Airways.

“Estamos muito contentes por receber a Qatar Airways em Odesa e estamos confiantes que esta será uma cooperação de longo termo e com benefícios mútuos”, considerou Volodymyr Semenchenko, diretor geral do Aeroporto Internacional de Odesa.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.