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Grupo Air France/KLM tranportou mais de 9M de passageiros em Junho

Número de passageiros transportados em Junho subiu 8,2%, com as receitas e o load factor a acompanharem a tendência de crescimento.

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As companhias aéreas do Grupo Air France/KLM transportaram mais de nove milhões de passageiros no passado mês de Junho, número que representa uma subida de 8,2% face a igual mês do ano passado, informou o grupo de aviação em comunicado.

Além do acréscimo no número de passageiros transportados, os resultados do Grupo Air France/KLM em Junho revelam também subidas ao nível das receitas, que cresceram 8,3%, ultrapassando os 24 milhões de euros, enquanto o load factor aumentou 2,2 pontos percentuais, para 87,7%.

De acordo com informação enviada à imprensa, os resultados do acumulado do ano, até Junho, mostram igualmente uma evolução positiva, uma vez que as companhias do grupo – Air France, KLM, HOP! e Transavia – transportaram 47,1 milhões de passageiros, o que se traduz numa subida de 6,5% face a Junho de 2016.

Já as receitas das companhias do grupo ficaram muito perto dos 130 milhões de euros, o que indica uma subida de 5,9% entre Janeiro a Junho face a igual período do ano passado, enquanto o load factor foi de 86,3%, acréscimo de 1,4 pontos percentuais em relação aos primeiros seis meses de 2016.

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Qatar Airways põe autocarro alusivo ao Mundial de Futebol a circular pela Europa

A ‘The Journey Tour’ consiste num autocarro interativo que vai chamar a atenção para o Mundial de Futebol de 2022 e que arranca em Londres, a 13 de agosto, passando por mais 12 cidades europeias.

A Qatar Airways anunciou esta quinta-feira, 11 de agosto, que nos próximos meses vai levar a ação ‘The Journey Tour’ a várias capitais europeias para assinalar a chegada do Mundial de Futebol de 2022, que decorre no Qatar e para o início do qual faltam apenas 100 dias.

Esta iniciativa, que pretende chamar a atenção para o arranque da competição desportiva e dar a conhecer o destino do Qatar aos europeus, começa este sábado, 13 de agosto, em Londres e vai passar também por Manchester, Bruxelas, Amesterdão, Berlim, Munique, Frankfurt, Düsseldorf, Copenhaga, Zurique, Paris, Madrid e Barcelona.

De acordo com a companhia, a iniciativa consiste num autocarro interativo que vai disponibilizar várias experiências, incluindo a possibilidade de testar as habilidades futebolísticas contra o conhecido jogador brasileiro Neymar Jr., sendo também possível aprender mais sobre a história do Qatar e desta competição de futebol, além de ser possível conhecer a Sarma, a primeira tripulante de cabine Meta-humana.

Além do autocarro interativo, a ação ‘The Journey Tour’ estende-se também às redes sociais, uma vez que a companhia aérea está a promover um passatempo através da utilização da hashtag #FlytoQatar2022 que vai sortear bilhetes para os jogos do Mundial de Futebol de 2022 e pacotes de viagens com tudo incluído para assistir à prova desportiva.

“Na Qatar Airways, estamos orgulhosos por apoiar este torneio incrível como Companhia Aérea Parceira Oficial da FIFA. Com apenas 100 dias para o final, temos o prazer de ajudar a aumentar a emoção e a paixão por este evento através do ‘The Journey Tour’ – e estamos ansiosos para receber os fãs no Qatar para o pontapé inicial em novembro”, afirma Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea.

 

 

 

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Voos a 10€? “Não vamos ver esses preços nos próximos anos”, diz Michael O’Leary

O presidente executivo da Ryanair culpa a invasão da Rússia à Ucrânia pela subida do preço do combustível, que está a levar a um aumento dos preços dos bilhetes aéreos, inclusive nas companhias aéreas de baixo custo.

O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, afirmou esta quinta-feira, 11 de agosto, que o tempo dos preços baixos na aviação está a terminar devido ao aumento do combustível, considerando mesmo que a época dos voos a 10 euros acabou e não deverá regressar tão cedo.

“Acho que não haverá voos a 10 euros, porque os preços do petróleo estão muito mais altos, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia. Acho que não vamos ver esses preços nos próximos anos”, afirmou o responsável, em entrevista à BBC Radio 4.

Michael O’Leary acrescentou que as tarifas médias dos bilhetes na Ryanair deverão aumentar cerca de 10 euros, para 50 euros por trajeto, ao longo dos próximos cinco anos, num aumento que não deverá, no entanto, ser um problema para as companhias aéreas de baixo custo.

Para Michael O’Leary, mesmo com as atuais restrições orçamentais, muito por culpa da inflação, a procura por viagens aéreas deverá continuar, o que o leva a acredita que, mesmo com um aumento de preços, as companhias aéreas low cost vão “sair-se bem”.

Na mesma entrevista, o presidente executivo da Ryanair criticou ainda os efeitos do ‘Brexit’, que levou a uma redução do número de trabalhadores europeus no Reino Unido, correspondendo a centenas de milhares de empregos.

 

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AirHelp lança ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos”

Novo guia contém toda a informação necessária para a obtenção de reembolsos ou compensações, bem como outros cuidados a que os passageiros têm direito em caso de atraso ou cancelamento do voo.

A AirHelp, empresa de defesa dos passageiros do transporte aéreo, lançou o ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos”, ferramenta que contém toda a informação necessária para a obtenção de reembolsos ou compensações, bem como outros cuidados a que os passageiros têm direito em caso de atraso ou cancelamento do voo.

“Criámos o ‘Guia dos Direitos dos Passageiros Aéreos’ porque a maioria dos viajantes não está consciente e não conhece os seus direitos. O nosso objetivo é informar as pessoas dos seus direitos e ajudar a reivindicá-los”, afirma Pedro Miguel Madaleno, Advogado da AirHelp, citado num comunicado enviado à imprensa.

O guia lançado pela AirHelp explica como o Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho Europeu se aplica na defesa dos direitos dos passageiros, já se trata de uma das legislações mais completas a nível mundial.

O guia aborda também os direitos dos passageiros em caso de bagagem danificada, atrasada ou perdida; explica as diferenças entre reembolso e compensação, “ajudando a perceber qual se aplica e em que condições”; e apresenta ainda um separador sobre os direitos dos passageiros aéreos em caso de Covid-19.

O ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos’ já está disponível para consulta online ou para download e pode ser acedido aqui.

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Iberia aumenta oferta para Lisboa e mantém aposta no Funchal no próximo inverno

A Iberia revela que, na Europa, “vai expandir os seus serviços em várias cidades como Milão, Roma, Lisboa, Bruxelas, Bordéus e Genebra, e vai continuar a aposta no Funchal e na Madeira”. Apesar disso, é no México que reside a grande aposta da companhia.

A Iberia já divulgou o seu plano de voos para o inverno, que prevê igualar a capacidade oferecida pré-pandemia, ainda que na Europa esteja previsto um reforço para várias cidades, a exemplo de Lisboa e do Funchal, na Madeira, onde a companhia aérea garante que vai manter a sua aposta. Apesar disso, é no México que reside o grande destaque da transportadora para a próxima temporada.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 10 de agosto, a Iberia revela que, na Europa, “vai expandir os seus serviços em várias cidades como Milão, Roma, Lisboa, Bruxelas, Bordéus e Genebra, e vai continuar a aposta no Funchal e na Madeira, destinos perfeitos durante todo o ano”.

A companhia aérea espanhola, que integra o IAG Group, grupo de aviação que inclui também a British Airways, revela que vai aumentar as “rotas em Espanha e na Europa, o que permitirá também aos passageiros a ligação a mais de uma centena de cidades europeias”.

Em Espanha, a companhia aérea tem previsto “um programa de voos focado no tráfego de negócios e nas Ilhas Baleares e Canárias”, através da Iberia, Iberia Express e Iberia Regional/Air Nostrum, estando também previsto o regresso dos voos Madrid-Barcelona Air Shuttle, com 87 frequências semanais e até 15 voos diários em cada sentido.

No entanto, a grande novidade da Iberia para o próximo inverno é a aposta no México, para onde a companhia aérea vai passar a disponibilizar cerca de 300 mil lugares e mais quatro frequências semanais, num total de 21 voos por semana.

A Cidade do México, capital mexicana, será mesmo a metrópole na rede da Iberia com maior número de ligações aéreas, já que vai contar com três voos diários desde Madrid, uma vez que, explica a transportadora, o México é um “mercado estratégico” para a companhia aérea, pelo que o aumento de oferta para a capital mexicana pretende reforçar a sua “liderança na América Latina”.

A Iberia lembra ainda o acordo de codeshare que estabeleceu recentemente com a Viva Aerobus no México e que oferece voos para 19 outras cidades no México, permitindo um aumento de operação que, segundo a transportadora espanhola, “favorecerá o fluxo de viajantes e melhorará a conectividade entre os dois lados do Atlântico”.

Guadalajara, Cancún, Monterrey, Veracruz, Mérida, Tampico, Puerto Vallarta, Los Cabos, Tuxtla Gutiérrez , Tijuana, Hermosillo, Oaxaca, Huatulco, Torreón, Puerto Escondido, Ciudad Juárez, La Paz, Chetumal e Mazatlán são algumas das cidades mexicanas que passaram a estar disponíveis para os passageiros da Iberia através deste acordo de codeshare.

Para a Cidade do México, os voos são operados em aviões Airbus A-350/900, que são 35% mais eficientes no consumo de combustível e têm capacidade para 348 passageiros, partindo de Madrid pelas 13h05 para chegar à capital mexicana às 18h30. O segundo voo diário parte da capital espanhola às 16h40 e chega à Cidade do México às 22h15, enquanto o terceiro e último voos diário parte de Madrid pelas 23h55 e chega à capital do México às 05h15.

Em sentido contrário, os voos partem da capital mexicana pelas 00h05 e chegam a Madrid às 17h45, enquanto o segundo voo tem partida às 13h00 e chega a Madrid às 06h20, e o terceiro voo diário parte da Cidade do México às 20h15 e chega à capital espanhola pelas 13h55, sempre em horários locais.

A nível internacional, a Iberia diz que também está a planear disponibilizar a mesma capacidade que oferecia antes da pandemia da COVID-19, até porque já retomou as duas últimas rotas que ainda estavam paradas na América Latina, concretamente para o Rio de Janeiro, no Brasil, e Caracas, na Venezuela.

 

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Sindicatos desconvocam greve depois de acordo com a ANA

Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

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Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

“Após várias horas de negociações, numa reunião que teve ontem [terça-feira] início nas instalações da DGERT e culminou hoje, 10 de agosto, o SINTAC [Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil] e SQAC [Sindicato dos Quadros da Aviação Comercial] chegaram a acordo com a ANA/VINCI”, lê-se num comunicado do SINTAC, que é citado pela Lusa.

De acordo com o sindicato, o acordo permitiu desconvocar a greve, depois de ter sido “possível encontrar uma posição de consenso entre as partes”, que concordaram quanto à necessidade de haver um reforço dos recursos humanos nas áreas operacionais das infraestruturas  aeroportuárias.

“Do acordo resultou uma clara abertura para fazer face à escassez de RH nas áreas operacionais, um aumento salarial intercalar e a negociação de um AE (acordo de empresa), os dois últimos a concretizar através de mediação da DGERT”, explica o sindicato, que revela que, nesse sentido, vão decorrer, a 14 de setembro, reuniões para fazer um levantamento dos trabalhadores necessários e iniciar o processo de recrutamento.

Apesar do entendimento, os sindicatos dizem que este foi o “acordo possível”, até porque, acrescenta o comunicado enviado à Lusa, vêm aí “tempos difíceis”, pelo que a “empresa – ANA/VINCI – terá de que fazer repercutir nos salários dos trabalhadores a inflação galopante e os seus próprios resultados, que se adivinham muito bons”.

Entretanto, o SINTAC lançou um novo pré-aviso de greve, desta vez abrangendo os trabalhadores da Portway (detida pela ANA) dos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, para 26, 27 e 28 de agosto.

“Em causa está a política de RH [recursos humanos] assumida ao longo dos últimos anos pela Portway, empresa detida pelo Grupo VINCI, de confronto e desvalorização dos trabalhadores por via de consecutivos incumprimentos do Acordo de Empresa, confrontação disciplinar, ausência de atualizações salariais, deturpação das avaliações de desempenho que evitam as progressões salariais e má-fé nas negociações”, indicou o sindicato, em comunicado.

 

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Azores Airlines lança campanha de descontos para assinalar Dia do Emigrante

Campanha da Azores Airlines é válida para voos à partida de Boston e Toronto, para os Açores, e oferece uma redução de 30% sob a tarifa aplicável.

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A Azores Airlines lançou uma campanha de descontos para voos à partida de Boston e Toronto, para os Açores, que oferece uma redução de 30% sob a tarifa aplicável e que, segundo a companhia aérea do Grupo SATA, se destina a assinalar o Dia do Emigrante, que se celebra esta quarta-feira, 10 de agosto.

“A campanha especial inicia-se, precisamente, no Dia do Emigrante, a pensar nos que ainda não tiveram disponibilidade para viajar durante a época mais alta de verão, mas permanecem com saudades de casa ou com o desejo de visitar ou de regressar ao arquipélago dos Açores”, justifica a companhia aérea, na informação enviada à imprensa.

Apesar de arrancar esta quarta-feira, a campanha de descontos da Azores Airlines vai estar em vigor até 24 de agosto, através do site azoresairlines.pt, destinando-se a viagens que decorram entre 1 de outubro e 14 de dezembro.

Todas as condições da campanha podem ser consultadas online, através do website da  companhia aérea.

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Sindicato dos Pilotos denuncia “milhões de erros” na TAP

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) diz que os erros na gestão da TAP “desperdiçam as receitas geradas este verão, fruto de uma elevada atividade operacional” e “comprometem a recuperação e o futuro da empresa”.

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O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), que representa os pilotos da TAP, veio esta quarta-feira, 10 de agosto, chamar a atenção para os erros na gestão da companhia aérea de bandeira nacional que, segundo o sindicato, “desperdiçam as receitas geradas este verão, fruto de uma elevada atividade operacional” e “comprometem a recuperação e o futuro da empresa”.

De acordo com o SPAC, este ano, a TAP praticamente “triplicou a contratação externa com contratos de ACMI a várias companhias aéreas”, à semelhança do que já tinha acontecido em 2018, quando a TAP se deparava com o problema da falta de aviões.

“As contas deste ano vão refletir a profundidade desta ação com bastante mais que os 200 milhões de euros pagos em 2018”, denuncia o SPAC, que fala também num aumento do valor a pagar em indemnizações aos passageiros.

O sindicato lembra que, em 2018, “a TAP pagou cerca de 55 milhões de euros em indemnizações a passageiros” e alerta que, este ano, devido ao caos nos aeroportos nacionais, a TAP já cancelou quase 500 voos, pelo que “o valor de 55 milhões de 2018 irá seguramente ser superado em 2022”.

Além disso, acrescenta o SPAC, continuam parados os dois aviões A330 que tinham sido convertidos em ‘cargueiros’, o que, segundo o sindicato, só serve para “acumular prejuízo a um ritmo alucinante de um milhão de euros por mês”.

“Um prejuízo acumulado a ultrapassar os 21 milhões de euros. Assumido o falhanço da conversão, serão agora reconvertidos para aviões de passageiros, com o inerente custo adicional de material, mão de obra especializada e homologações, com custos que representam mais alguns milhões de euros perdidos, neste processo inútil de converte/desconverte”, explica o SPAC.

Aos custos já referidos, o sindicato junta ainda os “gastos com os trabalhos de Manutenção, pagos agora a empresas que contrataram os Técnicos despedidos pela TAP em 2020”, assim como “os gastos desnecessários com a mudança da sede da Empresa do Aeroporto de Lisboa para o Parque das Nações”.

“Tudo isto são valores que a gestão não divulga, a tutela não vigia e os contribuintes portugueses pagam.  Valores que podem somar centenas de milhões de euros, apenas em 2022, enquanto a TAP afunda”, conclui o SPAC.

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Play transportou em julho mais passageiros que no conjunto dos seis meses anteriores

A Play transportou, em julho, um total de 109.956 passageiros, número que representa um aumento de 25% face aos 87.932 passageiros e que corresponde a um número superior aos passageiros transportados no conjunto dos seis meses anteriores.

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A Play transportou, em julho, um total de 109.956 passageiros, número que representa um aumento de 25% face aos 87.932 passageiros transportados no mês anterior e que, segundo comunicado da companhia aérea islandesa, foi mesmo superior ao total de passageiros  transportados no conjunto dos seis meses anteriores.

Em julho, a Play registou também uma ocupação positiva, que chegou aos 87,9%, valor que fica acima dos 79,2% de ocupação registada em junho e dos 69,6% apurados em maio, num aumento que, revela a companhia aérea, de deve à utilização de um avião transatlântico nos voos entre a Europa e os EUA.

“Na primavera e verão, a Play lançou com sucesso muitos novos destinos e viu um desenvolvimento muito positivo dos destinos existentes no lado europeu da rede”, congratula-se a companhia aérea, na informação enviada à imprensa.

Em julho, a Play voltou a voar para a totalidade da sua rede, disponibilizando voos para 25 destinos nos dois lados do Atlântico e com a operação de seis aviões.

Positivo foi também o desempenho operacional da companhia aérea, que, no sétimo mês do ano, apresentou uma pontualidade de 76%, o que, considera a Play, é “muito satisfatório”, tendo em conta o número de novos destinos servidos pela companhia aérea e a situação difícil em muitos aeroportos, que “ainda se debatem com a escassez de pessoal, causando atrasos a muitas companhias aéreas”.

No comunicado divulgado, a Play revela ainda que, em junho, recebeu o seu sexto avião A320neo, que começou a voar já este mês, fazendo com que a companhia aérea islandesa esteja atualmente a operar três aeronaves Airbus A321neo e três Airbus A320neo.

No próximo inverno, a companhia aérea conta ainda receber quatro novos aviões A320/321neo, de forma a que, na primavera de 2023, possa operar com uma frota de 10 aparelhos Airbus.

 

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Azul lança primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico

A tecnologia de biometria já está a ser instalada nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e deverá começar a ser usada ainda este mês de agosto.

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A Azul vai passar a disponibilizar, ao longo deste mês, a primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico no embarque, uma novidade que surge depois dos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, terem implementado “de forma definitiva o embarque facial biométrico 100% digital para passageiros e tripulantes”.

“Combinando análise de dados e validação por biometria, a tecnologia dispensa a apresentação de cartões de embarque e documentos de identificação dos viajantes de voos domésticos partindo desses terminais. Serão beneficiados especialmente os usuários da ponte aérea São Paulo/Rio de Janeiro. Com o procedimento instalado nos aeroportos que formam a rota de maior movimento do país, o Brasil tem agora a primeira ponte área biométrica de ponta a ponta do mundo”, sublinha a companhia aérea, num comunicado enviado à imprensa.  

De acordo com a Azul, a tecnologia de biometria está já a ser instalada nos dois aeroportos brasileiros e, quando estiver totalmente disponível, vai permitir que os passageiros dos voos entre São Paulo-Congonha e Rio de Janeiro-Santos Dumont, façam o check-in e embarque sem necessidade de apresentação de qualquer documento, uma vez que a identificação é realizada por reconhecimento facial.

Além dos passageiros, esta tecnologia vai estar também disponível para tripulantes, permitindo “o acesso às áreas restritas dos dois terminais aéreos”, acrescenta a Azul, na informação divulgada.

A tecnologia de biometria vai ser instalada de forma gradual e, segundo a companhia aérea, tem o objetivo de “tornar mais eficiente, ágil e seguro o processamento de passageiros e tripulantes, tendo por premissa a segurança no tratamento e a proteção dos dados pessoais dos usuários contra uso indevido ou não autorizado”.  

A companhia aérea explica ainda que o sistema de biometria já foi testado com sucesso durante o projeto piloto do programa federal Embarque+Seguro, que chegou a sete aeroportos brasileiros e processou mais de 6,2 mil passageiros.

“A participação da Azul neste projeto reforça o investimento constante da companhia em inovação, segurança e comodidade no setor aéreo brasileiro, que incrementam a experiência dos clientes da empresa durante toda a jornada de viagem. Não medimos esforços para apresentar novas soluções que possibilitem uma experiência de voo segura e eficiente aos nossos clientes”, refere Jason Ward, ice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

Segundo a companhia aérea, para terem acesso ao check-in biométrico, os passageiros devem dispor de um documento biométrico válido, assim como de uma passagem aérea e acesso ao canal de registo e validação biométrica da companhia aérea. Depois, é necessário aceitar os termos da Lei Geral de Proteção de Dados de forma digital para obter a validação do registo e poder usar a tecnologia instalada nos aeroportos.

No aeroporto, a biometria facial é usada em duas etapas, primeiro no acesso à sala de embarque e, depois, no embarque para o avião, devendo os passageiros usar as máquinas de reconhecimento facial que vão estar disponíveis.

Para passar a ser usada nos dois aeroportos brasileiros, esta tecnologia tem vindo a ser instalada de forma gradual em todas as áreas de check-in e portões de embarque dos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont, existindo já 12 portas de embarque com esta tecnologia e 10 máquinas de reconhecimento facial no aeroporto de Congonhas, bem como oito portas e cinco máquinas na infraestrutura aeroportuária do Rio de Janeiro.

“Após realizados os devidos testes, cada equipamento torna-se imediatamente operacional, disponibilizando a solução tecnológica para uso de todas as companhias aéreas que operam nos dois terminais e que tenham formalizado a sua adesão à iniciativa”, acrescenta a Azul.

 

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Ryanair desvaloriza greve em Espanha e diz que não espera interrupções de voos

Os tripulantes de cabine da Ryanair em Espanha estão a cumprir, desde esta segunda-feira, 8 de agosto, uma greve que vai durar até janeiro de 2023.

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A Ryanair mostrou-se esta terça-feira, 9 de agosto, pouco preocupada com a greve que os seus tripulantes de cabine espanhóis começaram esta segunda-feira, 8 de agosto, e que deverá durar até janeiro do próximo ano, afirmando que não espera interrupções nos mais de 3.000 voos previstos para agosto ou setembro.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea de baixo custo explica que a paralisação tem colhido pouco apoio, uma vez que foi organizada por “dois sindicatos minoritários de tripulantes de cabine”, não sendo, por isso, esperadas interrupções nos voos da Ryanair, à semelhança do que a companhia aérea diz que aconteceu na greve que decorreu em junho e julho.

“Esses dois pequenos sindicatos, que representam apenas um punhado da nossa tripulação de cabine espanhola, realizaram uma série de “greves” com pouco apoio em junho e julho, que tiveram pouco ou nenhum impacto nos voos da Ryanair”, congratula-se a transportadora, lembrando que, em julho, realizou mais de3.000 voos diários e transportou um recorde de 16,8 milhões de passageiros, incluindo muitos com destino a Espanha.

Por isso, a companhia aérea conta que a atual greve tenha um impacto igualmente diminuto, até porque os poucos voos da Ryanair que foram cancelados em julho, por ocasião da anterior greve, foram mais afetados pela paralisação dos controladores aéreos, do que pela greve dos tripulantes de cabine.

Além disso, acrescenta a Ryanair, a companhia aérea está confiante de que o facto de ter chegado a acordo com o sindicato CCOO, que representa a maioria dos tripulantes da transportadora, fará a diferença quanto ao número de voos que venha a ser afetado.

“A grande maioria da tripulação de cabina espanhola da Ryanair é representada pelo sindicato CCOO que já chegou a um acordo laboral com a Ryanair que cobre a maior parte da nossa tripulação de cabina espanhola”, lembra a companhia.

 

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