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Ryanair estende voos de conexão ao Porto em Janeiro de 2018

Serviço de voos de conexão no Porto arranca a 3 de Janeiro de 2018.

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A Ryanair anunciou esta terça-feira, 7 de Novembro, que vai estender o serviço de voos de conexão também ao aeroporto do Porto, que passa a ser o terceiro aeroporto a contar com este serviço, a partir de 3 de Janeiro de 2018.

Em nota à imprensa, a companhia explica que este novo serviço no Porto vai permitir “aos seus clientes opções adicionais de rotas e a oportunidade de reservar e fazer a passagem directa entre voos conectantes”.

No total, a companhia passa a disponibilizar ligações para 20 destinos em conexão no Porto, nomeadamente Barcelona, Dortmund, Dusseldorf Weeze, Madrid, Memmingen, Milão Malpensa, Palma de Maiorca e Valência, à partida de Lisboa.

Além de Lisboa, a Ryanair vai disponibilizar conexão no Porto para Barcelona, Bologna, Bruxelas, Milão Bergamo e Nuremberga à partida de Faro, bem como para Barcelona, Bruxelas, Dusseldorf Weeze e Milão Bergamo desde Ponta Delgada, e ainda para Barcelona, Karlsruhe/Baden-Baden e Milão Bergamo à partida da Terceira.

“É com todo o gosto que a Ryanair estende o seu serviço de voos com conexão ao Aeroporto do Porto já a partir de 3 de Janeiro de 2018, permitindo aos seus clientes a reserva de voos com conexão aos preços mais baixos numa das nossas 4 populares bases Portuguesas. Começando, numa fase inicial, com 20 rotas, os nossos passageiros poderão efectuar a passagem entre voos sem necessidade de sair do airside, tendo as suas malas com check-in efectuado na origem e recolha apenas no aeroporto de destino final”, refere Kenny Jacobs, Chief Marketing Officer da Ryanair.

Recorde-se que a companhia aérea low cost já lançou este serviço de voos de conexão em Roma Fiumicino e Milão Bergamo, estendendo agora esta modalidade de voos também ao Porto, que se torna no terceiro aeroporto a oferecer este serviço da Ryanair.

 

 

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CTP diz que solução para o novo aeroporto “é boa”, mas só acredita “quando vir as máquinas no terreno”

Depois das notícias que dão conta não de um, mas dois aeroportos para a região de Lisboa, a CTP frisa que a decisão “só peca por tardia”.

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Depois de conhecida a informação relativamente à construção das novas infraestruturas aeroportuário para Lisboa, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) vê “como muito positiva a solução do Governo sobre o novo aeroporto na região de Lisboa”.

Em comunicado, Francisco Calheiros, presidente da CTP, salienta que “a nossa persistência finalmente vingou”. No mesmo documento frisa que “esta é uma decisão que responde às exigências feitas pela CTP ao longo dos últimos anos e que só peca por tardia. É uma excelente notícia para o país e para os portugueses”.

A CTP pede agora que o processo seja “célere” e que se passe “das palavras aos atos”, pedindo que Portugal “não esteja mais meio século a falar sobre uma solução de um novo aeroporto”.

De acordo com Francisco Calheiros, “a solução anunciada é boa, mas agora esperamos para ver, porque só acredito quando vir as máquinas no terreno. Já andamos nisto há 50 anos e continuamos com o mesmo aeroporto, que como já se viu, e basta olhar para o que se passou em recentes fins de semana, está sem capacidade para fazer face à crescente procura de turistas”.

Recorde-se que a CTP irá revelar, brevemente, os resultados de um estudo que aponta para que o país esteja a perder milhares de milhões de euros pela não construção de um novo aeroporto em Lisboa. “São perdas de milhões de euros por cada dia em que o aeroporto não avança, atingindo toda a economia portuguesa”, conclui a CTP.

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ANA saúda solução “pragmática” para Portela e Montijo e refere Alcochete como “nova etapa”

Para a ANA – Aeroportos de Portugal fala numa “solução pragmática de investimento” para os aeroportos Humberto Delgado e Montijo e diz que irá definir com o “concedente” as condições de “desencadeamento e realização” da nova etapa sem referir Alcochete.

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Em comunicado, e depois das várias informações que vieram a público relativamente à decisão tomada pelo Governo para o “novo parque aeroportuário” para Lisboa, a ANA – Aeroportos de Portugal “saúda a decisão do Governo português que permitirá dar, a curto prazo, uma resposta viável e otimizada às necessidades de desenvolvimento aeroportuário da região de Lisboa, através de uma solução pragmática de investimento nos aeroportos Humberto Delgado e do Montijo”.

Segundo o grupo responsável pela gestão dos 10 aeroportos em Portugal, esta solução “permitirá obter a capacidade aeroportuária que o país necessita, da forma mais rápida e economicamente viável, com benefícios para a economia, o turismo, e a continuidade territorial portuguesa”.

Contudo, no comunicado enviado às redações, a ANA não refere uma única vez a localização Alcochete, referindo somente que toma “em consideração a vontade do concedente [Governo] enquadrar uma nova fase de desenvolvimento a longo prazo, e assumindo a saturação do sistema Lisboa-Montijo”.

Por isso, a ANA diz que irá, “no âmbito do seu contrato de concessão”, definir com o concedente as condições de “desencadeamento e realização dessa nova etapa”.

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Governo avança já com aeroporto complementar no Montijo e quer construir substituto da Portela em Alcochete

O Governo pretende avançar, já no início de 2023, com um aeroporto complementar à Portela no Montijo e construir um novo aeroporto de raiz, em Alcochete, que venha a substituir a atual infraestrutura em 2035.

Inês de Matos

O Governo vai avançar já com um aeroporto complementar à Portela no Montijo, que deverá contar apenas com uma pista de aviação, e pretende iniciar também para a construção de uma nova infraestrutura em Alcochete, que deverá entrar em funcionamento em 2035, substituindo o atual Aeroporto Humberto Delgado.

De acordo com a imprensa nacional, a decisão já estará tomada e, tal como avança o Observador, terá sido articulada com a ANA – Aeroportos de Portugal, ainda que seja necessário negociar o contrato de concessão com a empresa que gere os aeroportos nacionais para incluir a construção de um novo aeroporto, o que deverá acontecer no início de 2023.

O ECO diz mesmo que Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, que tem a tutela do aeroporto, já terá deixado cair o concurso de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) ganho por um consórcio que tem uma empresa participada pelo Estado espanhol e vai lançar um novo para a construção imediata de uma infraestrutura complementar no Montijo e início dos trabalhos de um novo aeroporto de raiz em Alcochete para substituir a Portela no prazo de 10 a 15 anos.

O Observador diz também que a solução ainda vai ser objeto de avaliação ambiental estratégica por parte do LNEC, que deverá ser emitida até ao final do ano, mas estima que o aeroporto do Montijo só venha a estar pronto dentro de quatro anos, mas ainda dentro da atual legislatura.

O aeroporto do Montijo só deverá, no entanto, funcionar como aeroporto complementar à Portela enquanto Alcochete estiver a ser construído e de forma a resolver os problemas de capacidade da atual infraestrutura que, segundo o Expresso, deverá ser desmantelada quando o novo aeroporto de Alcochete entrar em funcionamento.

Até lá, acrescenta ainda o Observador, o objetivo é investir na Portela de forma a garantir uma maior fluidez na circulação dos aviões e reduzir os atrasos nos voos, não estando previstos investimentos no aumento da capacidade para passageiros.

 

 

 

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Portugal e Quénia assinam acordo para abrir ligações aéreas diretas “em breve”

O primeiro-ministro português e o Presidente queniano assinaram esta terça-feira, 28 de junho, três acordos de cooperação bilateral, um dos quais prevê a abertura “em breve” de ligações aéreas diretas entre os dois países.

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O primeiro-ministro, António Costa, e o Presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, assinaram esta terça-feira, 28 de junho, três acordos de cooperação bilateral, um dos quais prevê a abertura “em breve” de ligações aéreas diretas entre os dois países.

Os acordos foram assinadas depois de uma reunião entre o líder do executivo português e o chefe de Estado queniano, que decorreu em São Bento, e, no caso do acordo para a abertura de voos, representa “um passo importante ao nível das relações comerciais, sobretudo no domínio do turismo”, disse à Lusa fonte diplomática.

“Estamos certos de que contribuirá para a crescente internacionalização das empresas portuguesas num mercado importante como o do Quénia”, acrescentou a fonte citada pela Lusa, que esclarece que, para entrar em vigor, este acordo deve ser ainda ratificado pelos parlamentos dos dois países.

Além da abertura de ligações aéreas, Portugal e o Quénia acordaram também a formalização de consultas regulares políticas entre os dois países para o tratamento de questões bilaterais e internacionais, tendo ainda sido assinado um memorando que prevê que o Instituto Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros desenvolva programas de formação de quadros quenianos.

A reunião desta terça-feira decorreu à margem da 2.ª Conferência dos Oceanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que é coorganizada por Portugal e pelo Quénia, e que decorre até sexta-feira, 1 de julho, na Altice Arena, em Lisboa.

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easyJet apresentou medidas de sustentabilidade no Connecting Europe Days

Companhia aérea participou no evento para “demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”.

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A easyJet participou esta terça-feira, 28 de junho, no Connecting Europe Days, evento especial destinado a reunir políticos, representantes da indústria e a Comissão Europeia para discutir o transporte, a mobilidade e o seu papel na sustentabilidade, e no qual foram apresentados “os esforços que a indústria da aviação está a empreender para se tornar mais sustentável”.

“A easyJet tem o prazer de participar neste evento especial e nele demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”, indica a companhia aérea.

Para este evento, que decorreu no Terminal 2 do Aeroporto Lyon-Saint Exupéry, em França, a easyJet promoveu, em colaboração com o projeto ALBATROSS do Single European Sky’s ATM Research (SESAR), um voo entre Lisboa e Lyon que contou com um “plano de voo otimizado e especificamente projetado para mostrar o potencial de economia significativa de CO2, se o Céu Único Europeu for implementado”.

Além disso, acrescenta a easyJet, três dos voos da companhia aérea que partem do aeroporto de Lyon vão passar a ter “uma mistura de 30% de combustível de aviação sustentável (SAF), produzido e fornecido pela TotalEnergies, reduzindo as emissões de cada um desses voos em 27% em comparação com o uso de combustível de aviação convencional”.

Na informação divulgada, a easyJet explica que cada um dos seus voos “já é 100% compensado, sem custos adicionais para os clientes” e que a companhia aérea “só investe em projetos certificados pelo Gold Standard ou pelo Verified Carbon Standard, programas de certificação reconhecidos internacionalmente”.

“A companhia aérea opera a sua moderna frota de aviões de forma eficiente e visa preencher a maioria dos seus lugares para assim reduzir as emissões de CO2 por passageiro”, acrescenta a easyJet.

A transportadora aérea low cost explica que a preocupação com a sustentabilidade dos seus voos a levou, no ano passado, a juntar-se à Race to Zero, a campanha global apoiada pela ONU para atingir emissões líquidas de carbono zero até 2050, tendo também publicado recentemente a sua meta de melhoria da intensidade das emissões de carbono de 35% até 2035.

“Em última análise, é a ambição da easyJet voar em aviões de emissão zero de carbono e a companhia aérea está a trabalhar com vários parceiros em todo o setor, incluindo Airbus, Rolls-Royce, GKN Aerospace, Cranfield Aerospace Solutions e Wright Electric, para acelerar o desenvolvimento de tecnologia de aviões com emissão zero de carbono e a infraestrutura necessária”, lê-se no comunicado divulgado.

Além destas ações, a easyJet também eliminou mais de 36 milhões de itens de plástico descartáveis​​usados​​nos seus voos e também adotou os novos uniformes da tripulação feitos de garrafas plásticas recicladas.

“Como companhia aérea líder na Europa, a easyJet está empenhada em trabalhar com a indústria e os governos para apoiar e acelerar esta mudança necessária. No entanto, a descarbonização total não pode acontecer sem o apoio do governo para implementar o Céu Único Europeu e incentivar novas tecnologias. Cabe a todos nós proteger os benefícios da aviação para as próximas gerações e, ao mesmo tempo, garantir que fazemos todo o possível para proteger o nosso planeta”, afirma Thomas Haagensen, diretor de Mercados e Marketing do Grupo easyJet e responsável pela sustentabilidade no Conselho Executivo da companhia aérea.

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Governo neerlandês quer cortar 20% das operações no aeroporto de Schiphol

Os planos do Governo neerlandês em cortar 20% dos voos no aeroporto de Amsterdão (Schiphol) não caíram bem na indústria da aviação.

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O Governo neerlandês está a planear cortar em cerca de 20% as operações no aeroporto Schiphol (Amsterdão) com o intuito de reduzir a poluição sonora.

Pelo que é relatado na imprensa do país, este corte limitará a 440 mil os voos no aeroporto da cidade neerlandesa em novembro de 2023, pelo que, se a medida for aprovada, as autoridades neerlandesas não prolongarão mais os esforços com medidas relacionadas com questões sonoras.

A indústria da aviação já veio comentar esta possível aprovação por parte do Governo de Mark Rutte, admitindo tratar-se de um “golpe tremendo” para a aviação, emprego e economia, com os responsáveis da Air France-KLM a frisar que esta decisão poderá “cortar a capacidade de Schiphol funcionar com um ‘hub’”.

A KLM comentou, inclusivamente, que esta decisão fará com que terá de se “livrar” de aviões mais pequenos e concentrar-se em unidade de maior porte. “A rede intrincadamente conectada da KLM – que atualmente serve 170 destinos – não será mais sustentável”, referiu a companhia aérea.

Já Olivier Jankovec, diretor-geral da ACI EUROPE, salienta que “a decisão do Governo reduzirá a capacidade do aeroporto e tornará os Países baixos mais pequenos”.

Do lado da International Air Transport Association (IATA), Willie Walsh, diretor-geral da associação, “o plano do Governo neerlandês limitará drasticamente a conectividade aérea que apoiou grande parte da economia do país”.

De referir ainda o Executivo neerlandês já declarou que não tomará qualquer decisão relativamente á abertura do aeroporto de Lelystad, antes do verão de 2024. Esta segunda infraestrutura aeroportuária na cidade de Amsterdão seria construída para dar à KLM uma oportunidade para se expandir, frisando o Governo que “precisa de resolver questões de rotas e uma licença referente a questões ambientais” antes de abrir o novo aeroporto.

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Transavia voa entre o Porto e Lyon com 30% de combustível SAF

Companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM revela que esta iniciativa é uma das ações identificadas pelo grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

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A Transavia realizou esta terça-feira, 28 de junho, um voo entre o Porto e Lyon, em França, que utilizou, pela primeira vez, 30% de combustível SAF (combustível de aviação sustentável), numa iniciativa que, segundo a companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM, faz parte das ações do grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

“O Grupo Air France KLM está comprometido, há vários anos, com a redução da sua pegada de carbono. A sua vontade passa, hoje, por acelerar a sua transição ambiental, ativando todas as alavancas à sua disposição e favorecendo o surgimento de soluções inovadoras. O Grupo definiu uma trajetória para atingir zero emissões líquidas até 2050”, indica a Transavia, explicando que, a curto prazo, o grupo pretende reduzir as emissões de CO2 por passageiro-quilómetro em 30% até 2030 face a 2019.

Para reduzir as emissões poluentes, acrescenta a companhia aérea, um dos trunfos que estão atualmente ao dispor da aviação é o SAF, que corresponde a um tipo de combustível de “origem não fóssil”, produzido a partir de “resíduos industriais ou domésticos e que não competem com a alimentação humana”.

Segundo a Transavia, estes tipos de combustíveis “podem reduzir as emissões de CO2 numa média de 80% ao longo de todo o ciclo de vida e desempenhar um papel essencial na descarbonização do transporte aéreo”, motivo pelo qual, este ano, França passou a exigir que os fornecedores de combustíveis incluam 1% de SAF nas suas vendas de carburantes.

“Estamos entusiasmados por operar este voo que incorpora 30% de combustível de aviação sustentável. É uma importante iniciativa que desejávamos para estes dias de reflexão sobre a mobilidade, os Connecting Europe Days, que se realizam em Lyon. Estamos a mobilizar todas as alavancas para reduzir as nossas emissões de CO2: os SAF, a ecopilotagem que permite reduzir as nossas emissões em 3 a 5% por voo, e vamos chegar a -15% de emissões graças à próxima renovação de nossa frota”, sublinha Sébastien Mir, diretor de Qualidade, Segurança e Ambiente da Transavia France.

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Indústria da aviação alemã quer contratar na Turquia

A escassez de mão-de-obra na Alemanha, leva a indústria da aviação alemã a procurar solução no mercado turco.

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Depois de noticiadas as dificuldades vividas nos mais diversos aeroportos europeus, devido à falta de pessoal, o crescimento da procura por viagens já levou diversas companhias a cancelar voos ao longo das últimas semanas.

Na Alemanha, cujos principais aeroportos – Munique, Frankfurt ou Hamburgo, entre outros – foram impactados pela escassez de recursos humanos, a indústria da aviação já está a trabalhar numa solução ao decidir avançar para contratações “expresso” de trabalhadores turcos.

Segundo avança a imprensa germânica, a esperança é que as autoridades do país decidam com urgência quanto às autorizações especiais para que se possa avançar com a contratação de 2.000 trabalhadores turcos para os aeroportos da Alemanha.

A Associação Federal da Indústria da Aviação Alemã (Bundesverband der Deutschen Luftverkehrswirtschaft, BDL, sigla em alemão) estima que decorrerão mais seis semanas até que se possam incorporar esses recursos humanos, o que quer dizer que só na segunda metade do verão se poderia registar algum avanço, salientando que “tratam-se de pessoas que, para trabalhar nas instalações aeroportuárias, terão de passar por provas de segurança”.

Enquanto se espera por uma decisão das autoridades alemãs para facilitar esta incorporação de trabalhadores, a Associação Alemã de Turismo (Deutscher Reiseverband, DRV) divulgaram uma mensagem aos viajantes alemães, descartando “cancelamentos em grande escala” para os principais destinos de férias, como o Sul da Europa, admitindo que “é pouco provável que os voos contratados pelos operadores turísticos, que foram agendados com bastante antecedência, sejam suprimidos”.

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Ryanair diz que greve afetou menos de 2% dos voos e não teve impacto em Portugal

Companhia aérea diz que “não houve interrupções de voo em Itália, Espanha, Portugal, Reino Unido, França ou Irlanda”, uma vez que a greve dos tripulantes de cabine da Ryanair é “muito pequena e regista pouca adesão”.

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A Ryanair diz que menos de 2% dos 3.000 voos realizados esta sexta-feira, 24 de junho, foram afetados pela greve dos tripulantes de cabine da companhia aérea e garante que, no caso de Portugal, não houve sequer perturbações a registar, de acordo com um comunicado da companhia aérea.

“Não houve interrupções de voo em Itália, Espanha, Portugal, Reino Unido, França ou Irlanda, pois a grande maioria das tripulações da Ryanair está a trabalhar normalmente”, indica a transportadora, revelando que a maior parte das perturbações aconteceu na Bélgica, apesar de também neste país “mais de 60% dos voos regulares da Ryanair de/para Charleroi e Zaventem” terem operado esta sexta-feira.

A Ryanair diz esperar “interrupções mínimas (se houver)”  durante o fim-de-semana, uma vez que a greve é “muito pequena e regista pouca adesão”, ainda que admita algumas perturbações em França, Itália e Espanha, mas devido a uma “greve de dois dias” dos controladores de tráfego aéreo em Marselha, que deverá atrasar os voos que passam pelo espaço aéreo francês.

“A Ryanair espera que mais de 98% de seus 3.000 voos diários operem normalmente no sábado e domingo, neste fim de semana”, acrescenta a companhia aérea, que diz que vai informar, por e-mail ou SMS, os passageiros afetados por estas paralisações.

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Aeroporto do Porto é o melhor da Europa para o ACI Europe

Distinção foi entregue na categoria 10-25 milhões de passageiros, pela recuperação da atividade após crise pandémica, qualidade de serviço e pelas ações implementadas no âmbito da sustentabilidade, segundo a ANA – Aeroportos de Portugal.

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O ACI Europe distinguiu, pela primeira vez, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, com o prémio Best European Airport 2022, na categoria 10-25 milhões de passageiros, destacando a “recuperação da atividade após crise pandémica, a qualidade de serviço e as ações implementadas no âmbito da sustentabilidade”, informou a ANA – Aeroportos de Portugal, em comunicado.

“Os critérios de avaliação para os prémios desde ano estiveram sobretudo relacionados com a qualidade de serviço e a implementação de medidas durante a crise pandémica nas áreas operacionais, saúde e segurança, gestão comercial, no contexto da estratégia de sustentabilidade do aeroporto e da sua recuperação financeira. E foi com evidências fortes da concretização destas medidas e da sua qualidade, que o Aeroporto Francisco Sá Carneiro vê agora atribuído o prémio de melhor Aeroporto Europeu nos aeroportos entre 10-25 milhões de passageiros”, indica a empresa gestora dos aeroportos nacionais.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal destaca as ações de sustentabilidade desenvolvidas e que passam pela “criação do Fórum dos Stakeholders para a Gestão Global de Carbono, os projetos de reutilização da água (dos veículos dos socorros e das garrafas dos passageiros, para rega e lavagens nos aeroportos), a redução da pegada hídrica e o sistema inovador de triagem de resíduos com uma central dedicada no Aeroporto”.

De destacar é também a recuperação da infraestrutura, com a ANA – Aeroportos de Portugal a indicar que o Aeroporto do Porto tem vindo a obter “resultados muito positivos de recuperação de tráfego e de conectividade”, tendo já sido superado “o nível de conetividade verificado no verão de 2019, sendo agora disponibilizadas 100 rotas regulares (em 2019, eram 99)”.

Ao nível do serviço, a empresa que gere os aeroportos nacionais lembra que mesmo durante a pandemia, “um período tão desafiante para todo o setor da aviação, a infraestrutura foi melhorada com a ampliação do taxiway, foram desenvolvidas e implementadas novas soluções inovadoras”, ao mesmo tempo que foram “reforçados compromissos no âmbito da sustentabilidade”.

“É com muita satisfação que recebemos tão elevada distinção por parte do ACI-Europe, a mais respeitada e reconhecida avaliação no setor, que resulta do empenho e profissionalismo das equipas da ANA|VINCI Airports na gestão da operação qualidade de serviço e retoma de atividade”, considera Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroportos de Portugal, garantindo que a empresa vai continuar comprometida “com o desenvolvimento da conetividade da região Norte, promovendo o Aeroporto do Porto como uma porta de entrada eficiente, sustentável e inovadora, que irá contribuir para a recuperação económica e do setor do turismo em Portugal”.

“Este é o reconhecimento do trabalho diário realizado pelas equipas do Aeroporto do Porto, e de toda a comunidade aeroportuária a quem dirijo o nosso agradecimento”, acrescenta.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal lembra ainda que esta não é a primeira vez que o Aeroporto do Porto é reconhecido pelo ACI Europe, uma vez que, ainda no ano passado e no mesmo fórum, a infraestrutura recebeu a menção Highly Commended, a par com o Aeroporto de Lisboa, vindo também a ser recorrentemente premiado pela ASQ ACI (Airport Service Quality), recebendo diferentes distinções em posições cimeiras nos últimos 15 anos.

 

 

 

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