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Ryanair cresce em passageiros e load factor em Maio

Companhia transportou 11,8 milhões de passageiros em Maio, subida de 11%, e registou um load factor de 95%, 1% acima de igual mês do ano passado.

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A companhia aérea de baixo custo Ryanair transportou 11,8 milhões de passageiros no passado mês de Maio, número que representa uma subida de 11% face ao ano passado, numa tendência que foi acompanhada pelo load factor, que cresceu 1%, fixando-se nos 95%.

De acordo com a companhia aérea, o número de passageiros transportados subiu de 10,6 milhões em Maio de 2016, para 11,8 milhões em igual mês deste ano, enquanto o load factor passou de 94% para 95%, resultados que, segundo a Ryanair, foram impulsionados pela política de preços baixos da companhia.

“O tráfego de Maio da Ryanair cresceu 11%, para 11,8 milhões de passageiros, enquanto o nosso load factor avançou 1%, para 95%, suportado pelas tarifas baixas e pelo sucesso continuado do “Always Getting Better”, o programa de passageiros da companhia.

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Azul lança nova campanha institucional no Brasil e muda assinatura

“O Céu é Azul” é a nova assinatura da Azul, que foi lançada com a nova campanha institucional que destaca a companhia aérea como a que maior número de voos oferece no Brasil.

A Azul lançou uma nova campanha institucional no Brasil, com a assinatura “O Céu é Azul” e que destaca o facto da companhia aérea ser a que maior número de voos oferece em território brasileiro, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

A nova campanha da Azul vai estar em vigor ao longo do verão e conta com vídeos para televisão, assim como materiais para rádio, revista, jornal, digital, OOH, estando ainda em destaque na revista de bordo da companhia aérea até julho.

“A Azul já é a companhia que atende a mais destinos no Brasil e oferece uma experiência de voo única, reconhecida pelos nossos clientes. Porquê, então, não apropriamos de algo que é muito nosso? Aqui, o nosso céu é sempre Azul”, explica Daniel Bicudo, diretor de Marketing e Negócios da Azul.

No âmbito desta campanha, a Azul vai também lançar um novo tom de azul, em parceria com o estúdio Joules & Joules, que se vai chamar “Azul Brasil” e vai figurar nos aviões da companhia aérea, de forma a “pintar o céu de azul”.

A nova assinatura “O Céu é Azul” substitui a que era usada anteriormente pela companhia aérea “Onde os sonhos voam” e vai ser também alvo de ações de comunicação interna direcionadas aos tripulantes, “para comunicar o reposicionamento da marca”, explica a Azul.

O vídeo principal da nova campanha da Azul está disponível para visualização através do Youtube.

Recorde-se que, atualmente, a Azul voa para 150 destinos no Brasil e no mundo.

 

 

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Qatar Airways e Malaysia Airlines reforçam parceria estratégica

Com esta parceria, as duas companhias aéreas acrescentam 34 aos 62 destinos de ‘codeshare’ existentes e algumas experiências melhoradas para os viajantes.

A Qatar Airways e a Malaysia Airlines vão avançar com a próxima fase da parceria estratégica, na sequência do anúncio, pela Malaysia Airlines, de um serviço sem escalas de Kuala Lumpur para Doha a partir de 25 de maio.

Assim, os dois parceiros vão ampliar significativamente a cooperação em matéria de codeshares, permitindo aos passageiros viajar pelo mundo e desfrutar de melhores ligações através dos seus principais hubs em Kuala Lumpur e em Doha.

Segundo é avançado em comunicado, “a expansão do codeshare, que acrescenta 34 aos 62 destinos de codeshare existentes, assinala um novo marco na relação de longa data entre as transportadoras nacionais dos dois países e parceiras na oneworld.

Os viajantes do mundo inteiro passam a ter acesso a uma rede combinada muito maior e poderão desfrutar de uma experiência de viagem melhorada nas duas companhias aéreas com um único bilhete, incluindo os processos de check-in, embarque e baggage-check, benefícios para passageiros frequentes e acesso a salas de espera durante toda a viagem.

A partir de 25 de maio de 2022, os clientes que voarem no novo serviço da Malaysia Airlines de Kuala Lumpur para Doha terão acesso a 62 destinos de codeshare dentro da vasta rede da Qatar Airways para o Médio Oriente, África, Europa e América do Norte. Da mesma forma, os clientes da Qatar Airways que viajarem de Doha para Kuala Lumpur podem tirar partido de 34 destinos da Malaysia Airlines, incluindo toda a sua rede doméstica e mercados-chave na Ásia, tais como Singapura, Seul, Hong Kong e a Cidade de Ho Chi Minh, sujeitos a aprovação governamental.

Ao ligar ambas as redes, os parceiros procuram desenvolver Kuala Lumpur como um hub de aviação líder na região do Sudeste Asiático, ligando a Malásia, o Sudeste Asiático, a Austrália e a Nova Zelândia ao Médio Oriente, Europa, Américas e África. Além disso, a Qatar Airways e a Malaysia Airlines aproveitarão sinergias em múltiplas áreas de negócios e desenvolverão produtos inovadores para beneficiar os seus clientes distribuídos por todo o mundo.

A cooperação reforçada incluirá também benefícios de fidelidade recíproca, permitindo que os membros do Qatar Airways Privilege Club ganhem e resgatem pontos “Avios” quando voam na Malaysia Airlines, com benefícios semelhantes para os membros da “Malaysia Airlines Enrich” quando viajam nos serviços da Qatar Airways. Os membros do Privilege Club e do Enrich usufruirão também de uma vasta gama de outras vantagens únicas, em função do estatuto de escalão, tais como acesso gratuito a salas VIP, franquia de bagagem extra, check-in prioritário, embarque prioritário e entrega de bagagem prioritária na Malaysia Airlines e na Qatar Airways.

A parceria estratégica da Malaysia Airlines e da Qatar Airways evoluiu progressivamente a partir de 2001 e foi significativamente ampliada com a assinatura de um Memorando de Entendimento, em fevereiro de 2022, a fim de potenciar os pontos fortes de ambas as redes, proporcionar aos passageiros um acesso robusto a viagens para novos destinos além da rede individual de cada companhia, e, finalmente, liderar as viagens na região da Ásia-Pacífico.

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LATAM Airlines promove formação sobre pedidos online de grupo

A formação da LATAM Airlines decorre em formato de webinar, no dia 24 de maio, a partir das 15h00.

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A LATAM Airlines vai promover, a 24 de maio, uma formação para agentes de viagens sobre como realizar pedidos online de grupos, iniciativa que decorre a partir das 15h00, informou a companhia aérea em comunicado.

“Vamos mostrar como pedir acesso à ferramenta de grupos, simular casos práticos de como solicitar grupos com a LATAM e esclarecer todas as suas duvidas”, indica a companhia aérea na nota divulgada.

A formação decorre a partir das 15h00 (hora de Portugal), em formato de webinar, e vai ter uma duração aproximada de uma hora. Os interessados em assistir, devem realizar a inscrição aqui.

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Azul retoma serviço de bordo em voos domésticos a 22 de maio

A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19.

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A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

“A Azul, seguindo liberação da Anvisa, retomará no próximo dia 22 uma das estrelas de sua experiência, o serviço de bordo com snacks e bebidas à vontade e sem custo adicional”, indica a companhia aérea.

De acordo com a companhia aérea, o serviço de bordo vai ser ajustado ao horário dos voos, uma vez que vão estar disponíveis diferentes ementas, consoante o voo decorra de manhã, à tarde ou no período noturno.

Além do serviço de bordo, a Azul também retomou recentemente a oferta de atividades para os mais pequenos no Espaço Kids, assim como a disponibilização de duches no Lounge Azul, ambos localizados na área internacional do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

“A flexibilização das restrições sanitárias determinadas pela Anvisa passa a permitir esses serviços, porém, a obrigatoriedade do uso de máscaras nos voos se mantem”, indica a companhia aérea brasileira.

Para a Azul, este regresso à normalidade no serviço de bordo, assim como nas atividades infantis e duches, é possível graças “à ampla cobertura vacinal e à diminuição dos casos de COVID-19 no Brasil e no mundo”.

“Estávamos ansiosos para poder retomar o nosso tradicional e tão querido serviço de bordo, uma marca inigualável da Experiência Azul, e de que os nossos clientes tanto sentiam falta. Implementaremos as medidas já a partir do dia 22, tornando a jornada de cada cliente única e especial”, destaca Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

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TACV vai reforçar operação de Portugal a partir de 04 de julho

A companhia aérea cabo-verdiana TACV anunciou que vai passar para um total de sete o número de voos semanais que opera do arquipélago para Portugal, a partir de 04 de julho: três da Praia, dois do Sal e dois de S. Vicente.

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Em comunicado, citado pela Lusa, a Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) anuncia que vai aumentar a partir daquela data para três ligações semanais (atualmente são duas) as ligações entre Praia e Lisboa, realizando-se às quartas, sextas e domingos, com regresso à capital cabo-verdiana às segundas, quintas e sábados.

Com este reforço a TACV passa também a voar da ilha do Sal para Lisboa às quartas e sábados (atualmente há uma ligação por semana) e regresso às segundas e sextas, e de São Vicente para a capital portuguesa às segundas e quintas (um voo atualmente por semana) e regresso à ilha cabo-verdiana às quartas e domingos, já com recurso ao Boeing 737-700 fornecido pela angolana TAAG em regime de ‘leasing’.

“A TACV – Cabo Verde Airlines vem, gradualmente, ajustando a operação com base na evolução da pandemia da covid-19 e a recuperação dos mercados emissores”, lê-se no comunicado da companhia, referindo ainda que “já está a operar com tripulação mista, tripulação angolana e cabo-verdiana”, mas o objetivo é “operar com tripulação 100% cabo-verdiana no início do mês de junho”.

Conforme refere notícia da Agência Lusa, a presidente do conselho de administração da TACV, Sara Pires, disse esta segunda-feira, no parlamento, que a companhia está em processo para contratar um avião para retomar as operações ainda este ano para Boston, Brasil e Paris.

Num balanço aos quase cinco meses da retoma das operações, a executiva disse que têm estado a decorrer num bom ritmo, com uma “excelente taxa de ocupação” na rota de e para a Praia, com média de 80%.

Em relação aos voos de e para São Vicente, avançou que têm tido uma taxa de ocupação média à volta de 75%, considerada boa, mas o mesmo já não se pode dizer para o Sal, entre 45% e 50%.

Sara Pires justificou essa baixa taxa com o facto de Sal, que começou em fevereiro, ser um mercado turístico e não da “saudade”, mas garantiu que já há um operador turístico que comprou os voos de verão, como forma de rentabilizar a rota aérea.

Refira-se que Portugal é, atualmente, o único país de destino da TACV desde que retomou a operação, já de novo nas mãos do Estado cabo-verdiano, em dezembro de 2021, apenas com um avião e duas ligações semanais entre a Praia e Lisboa.

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IATA reforça apelo para fim das restrições na Ásia-Pacífico

A IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19, “há uma reação positiva imediata dos viajantes”.

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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) voltou esta terça-feira, 17 de maio, a insistir no apelo para o fim das restrições às viagens na Ásia-Pacífico, de forma a acelerar a recuperação turística na região.

Num comunicado enviado à imprensa, a IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19 “há uma reação positiva imediata dos viajantes”, pelo que, alerta a associação, o levantamento das medidas ainda em vigor deve ser rápido, até porque há “empregos em jogo e as pessoas querem viajar”.

Segundo a IATA, em março, a procura internacional de passageiros na região Ásia-Pacífico atingiu 17% dos níveis pré-COVID, depois de ter ficado abaixo de 10% na maior parte dos últimos dois anos, o que, mesmo assim, continua muito abaixo da média do resto do mundo.

“Isso está muito abaixo da tendência global, onde os mercados recuperaram para 60% dos níveis pré-crise. O atraso é por causa das restrições do governo. Quanto mais cedo elas forem levantadas, mais cedo assistiremos a uma recuperação no setor de viagens e turismo na região, com todos os benefícios económicos que isso trará”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Desta forma, a IATA insiste para que os Governos dos países da Ásia-Pacífico levantem todas as restrições que ainda estão em vigor, a exemplo das limitações para viajantes vacinados, da remoção da obrigação de teste ou quarentena para viajantes não vacinados e que sejam provenientes de zonas onde existem altos níveis de imunidade e da suspensão do uso obrigatório de máscara facial nas viagens aéreas em países onde o seu uso já não seja obrigatório em locais fechados e transportes públicos.

“Apoiar e, mais importante, acelerar a recuperação exigirá toda uma abordagem da indústria e do governo. As companhias aéreas estão a trazer de volta os voos. Os aeroportos precisam de ser capazes de lidar com a procura. E os governos precisam ser capazes de processar as autorizações de segurança e outra documentação com eficiência”, considera Willie Walsh.

Como exemplo de países asiáticos que vivem realidades distintas, Willie Walsh aponta a China e o Japão, o primeiro dos quais continua totalmente fechado ao turismo, enquanto o segundo já voltou a permitir viagens aéreas internacionais, ainda que, segundo a IATA, não tenha um plano claro para a reabertura do país, numa lacuna que deve ser colmatada.

“É preciso fazer mais para facilitar ainda mais as restrições de viagem, começando com o levantamento da quarentena para todos os viajantes vacinados e removendo o teste de chegada no aeroporto e o limite diário de chegada. Exorto o governo do Japão a dar passos mais ousados ​​para a recuperação e abertura das fronteiras do país”, acrescentou Walsh.

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Emirates retoma segundo voo diário para Lisboa em julho

Informação foi divulgada pelo Turismo do Dubai esta terça-feira, 17 de maio, durante uma apresentação em Lisboa, que deu a conhecer as novidades do destino.

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A Emirates vai retomar em julho o segundo voo diário entre a capital portuguesa e o Dubai, revelou esta terça-feira, 17 de maio, Cibele Moulin, gerente sénior de Operações Internacionais do Turismo do Dubai.

“Estamos com um voo diário da Emirates, é um voo direto de Lisboa para o Dubai, e agora, a partir de julho, a Emirates retoma o segundo voo diário”, revelou a responsável, que esteve em Lisboa para apresentar o destino Dubai aos jornalistas portugueses.

De acordo com Cibele Moulin, com a retoma da segunda frequência diária entre Lisboa e o Dubai, que tinha sido suspensa com a chegada da pandemia, o número de ligações aéreas entre Portugal e o Dubai já está “quase no nível que existia antes da pandemia”, faltando apenas a retoma do voo do Porto.

“Antes, a Emirates voava do Porto também e, talvez, no futuro possamos retomar esse voo. De momento, Lisboa é o principal mercado e temos dois voos a partir de julho”, acrescentou a responsável, mostrando-se convicta que a retoma dos voos é fundamental para que também o número de turistas portugueses que visita o Dubai regresse aos níveis do passado.

O mercado português, revelou também Cibele Moulin, recuperou no primeiro trimestre de 2022 e já superou em 33% os números até março do período pré-pandemia, o que levou a que, neste período, o mercado nacional até tenha reagido “um pouco acima da média global do destino”.

“O mercado português, em especial, recuperou 60% do volume que tínhamos pré-pandemia. Ou seja, o mercado português até reagiu um pouco acima da média global do destino. Isso é muito bom para nós”, considerou a responsável.

Globalmente, o Dubai recebeu, nos primeiros três meses do ano, cerca de quatro milhões de turistas estrangeiros, o que indica uma recuperação de 44% face aos perto de 7,3 milhões de turistas que o destino tinha recebido nos primeiros três meses de 2021.

“Ou seja, recuperámos já do ano passado quase metade do que tínhamos antes da pandemia. É uma recuperação bastante rápida”, congratula-se Cibele Moulin, revelando que a Expo Dubai, que decorreu entre outubro do ano passado e março deste ano, motivou 24 milhões de visitas ao destino.

Além da Expo Dubai, a responsável do Turismo do Dubai considera que importante para a retoma do turismo internacional foi também a reabertura antecipada do destino, que foi um “dos primeiros destinos a abrir na pandemia”, além do facto do Dubai ter mantido sempre uma “constância em relação aos requisitos”, que conferiu maior confiança aos turistas.

Nesta apresentação em Lisboa, Cibele Moulin deu também a conhecer as novas atrações do destino que, mesmo na pandemia, não parou os investimentos que estavam planeados em novas atrações, a exemplo do Museu do Futuro, que nos transporta para o ano de 2071 e que já foi distinguido pela arquitetura; do Deep Dive Dubai; do Sky Views Observatory; da Aura Sky Pool ou do Ain Dubai, que consiste na maior roda gigante do mundo.

Atualmente, o Turismo do Dubai tem em vigor uma campanha especial no mercado português, que foi lançada em abril e que oferece sete noites de alojamento pelo preço de cinco, com Cibele Moulin a revelar que, devido a este tipo de campanhas, a estada média dos turistas portugueses no Dubai está a subir e já 5,4 noites, quando ainda em 2019 estava nas duas ou três noites.

“O Dubai vê Portugal como um mercado com muito potencial e é por isso que estamos a investir tanto na promoção”, concluiu a responsável, indicando que o Turismo do Dubai tem vindo também a investir na proximidade aos operadores turísticos e na formação para agentes de viagens portugueses, ao mesmo tempo que tem vindo a promover famtrips ao destino.

 

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euroAtlantic airways realiza 11.º voo entre Lisboa e Díli no 20.º aniversário da independência de Timor

No voo da EAA para Díli viajaram “várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP”, que se deslocaram até à capital timorense para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste.

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A euroAtlantic airways (EAA) realizou na noite desta terça-feira, 17 de maio, o 11.º voo entre a capital portuguesa e Díli, numa operação que assinala os 20 anos da restauração da independência de Timor-Leste, informou a companhia aérea portuguesa em comunicado.

No voo da EAA para Díli viajaram “várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP”, que se deslocaram até à capital timorense para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste.

“Este décimo primeiro voo da euroAtlantic airways entre Lisboa e Díli é mais um marco na história da empresa, que se afirma como a única companhia portuguesa a realizar a ligação entre a capital portuguesa e a capital timorense, algo que a companhia quer continuar a garantir e até mesmo reforçar, já que esta ligação é vista como de extrema importância para os dois países”, refere a companhia aérea em comunicado, revelando que o voo de regresso a Lisboa decorre a 20 de maio.

Para Eugénio Fernandes, CEO da EAA, esta operação representa “um orgulho” para a companhia aérea, que assim permite que “tantos portugueses e timorenses possam deslocar-se durante o ano entre os dois países, de forma rápida, segura e com grande flexibilidade em termos de reserva de datas dos seus voos”.

“Somos, pois, a garantia de que os dois países irmãos continuam a ter uma ligação aérea através de uma companhia portuguesa. Fazemo-lo com muita honra, sem qualquer tipo de ajudas, sabendo que prestamos um serviço importante aos dois países”, destaca o responsável.

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Israel vai subsidiar companhias aéreas que voem da Europa para Eilat

As companhias aéreas que queiram operar voos da Europa para o Aeroporto Ramon, na estância turística israelita de Eilat, no próximo inverno, vão receber um subsídio do governo de Israel.

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De acordo com a diretriz emitida pelo Ministério do Turismo de Israel, cada companhia aérea que opera um serviço direto para Eilat receberá um subsídio de 60 euros por passageiro.

A companhia aérea terá direito ao subsídio para um máximo de 75 voos semanais a partir do mesmo aeroporto, voando de 1 de setembro de 2022 até ao final de maio de 2023, exceto nos períodos de férias de 9 a 16 de outubro de 2022 e de 5 a abril 13 de setembro de 2023. O prazo para solicitar o auxílio é até 1 setembro deste ano.

Com este convite, Israel pretende promover Eilat como centro turístico, que, como o resto do país, foi afetado pela pandemia.

Refira-se que Eilat e o sul do país são um destino quente, com muitas horas de sol por ano, com atividades culturais para desfrutar na cidade, com o deserto de Negev e todo um conjunto de desportos.

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Emirates reduz perdas em 80% no último ano fiscal

No último ano fiscal, que terminou a 31 de março, a Emirates apresentou um prejuízo de 1.100 milhões de dólares, valor que traduz uma descida de 80% face às perdas de 5.500 milhões de euros do anterior ano fiscal.

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A Emirates apresentou, no último ano fiscal, que terminou a 31 de março, um prejuízo de 1.100 milhões de dólares, valor que traduz uma descida de 80% face às perdas de 5.500 milhões de euros que a companhia aérea do Dubai tinha apresentado no anterior ano fiscal, que tinha ficado marcado pela impacto da COVID-19.

De acordo com um comunicado da companhia aérea divulgado esta segunda-feira, 16 de maio, no último ano fiscal, a Emirates alcançou receitas no total de 16,1 mil milhões de dólares, o que corresponde a um aumento de 91% face ao ano anterior, com a Emirates a indicar que se nota uma “forte procura dos clientes à medida que as restrições de viagens diminuem em todo o mundo”.

Na informação divulgada, a Emirates refere que também aumentou a capacidade e retomou várias ligações aéreas, considerando, por isso, que os resultados do último ano fiscal “mostram uma forte recuperação em todos os negócios”.

“A forte procura dos clientes levou a uma grande melhoria no desempenho financeiro em comparação com as perdas sem precedentes do ano passado”, congratula-se Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e CEO do Grupo Emirates.

Este ano, acrescenta o responsável, a Emirates está focada na recuperação das suas “operações com rapidez e segurança, onde quer que as restrições relacionadas com a pandemia tenham diminuído”.

Recorde-se que, no último ano, a Emirates recebeu um apoio de 956 milhões de euros do Estado do Dubai, que é o seu principal acionista, isto depois de, no ano anterior, ter registado cerca de 6.000 milhões de euros de perdas, naquela que foi a primeira vez em quase 30 anos de história que a Emirates apresentou prejuízo.

 

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