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Ryanair cresce em passageiros e load factor em Maio

Companhia transportou 11,8 milhões de passageiros em Maio, subida de 11%, e registou um load factor de 95%, 1% acima de igual mês do ano passado.

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A companhia aérea de baixo custo Ryanair transportou 11,8 milhões de passageiros no passado mês de Maio, número que representa uma subida de 11% face ao ano passado, numa tendência que foi acompanhada pelo load factor, que cresceu 1%, fixando-se nos 95%.

De acordo com a companhia aérea, o número de passageiros transportados subiu de 10,6 milhões em Maio de 2016, para 11,8 milhões em igual mês deste ano, enquanto o load factor passou de 94% para 95%, resultados que, segundo a Ryanair, foram impulsionados pela política de preços baixos da companhia.

“O tráfego de Maio da Ryanair cresceu 11%, para 11,8 milhões de passageiros, enquanto o nosso load factor avançou 1%, para 95%, suportado pelas tarifas baixas e pelo sucesso continuado do “Always Getting Better”, o programa de passageiros da companhia.

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Transavia abre nova rota entre Faro e Nice a 18 de julho

A partir de 18 de julho, a Transavia passa a voar entre Faro e Nice, numa operação sazonal, que decorre em julho e agosto, com dois voos por semana.

A Transavia vai abrir uma nova rota entre Faro e a cidade francesa de Nice a partir de 18 de julho de 2024, numa operação com dois voos por semana que decorre nos meses de julho e agosto.

“Com dois voos semanais às quintas e domingos, a nova ligação entre as duas cidades ensolaradas e do Sul de Portugal e de França vai operar durante a época alta de julho e agosto”, avança a Transavia, em comunicado.

A Transavia indica que os bilhetes para os novos voos entre Faro e Nice já se encontram disponíveis para venda e apresentam preços desde 26 euros para voos de ida.

“Estamos muito orgulhosos por abrir uma nova rota de/para Portugal, um dos nossos mais estimados e estratégicos mercados a nível global. A nova ligação entre duas cidades que vivem do sol e que se destacam pelas suas praias deslumbrantes é também uma celebração das diversas culturas e idiossincrasias que existem ao longo de todo o Mediterrâneo”, afirma Nicolas Hénin, Chief Commercial Officer da Transavia France.

De acordo com o responsável, “Nice está a tornar-se uma base cada vez mais importante” para a rede da Transavia, pelo que esta nova rota se enquadra “perfeitamente no foco de desenvolvimento” da companhia aérea na região.

Os bilhetes podem ser adquiridos através do website da Transavia.

 

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Finnair regressa aos lucros em 2023 depois de três anos de prejuízo devido à COVID-19

No ano passado, a Finnair registou lucros de 254,3 milhões de euros, valor que compara com o prejuízo de 476,2 milhões de euros que tinha sido contabilizado em 2022 e que já vinha desde 2020, devido à pandemia da COVID-19.

A Finnair contabilizou, no ano passado, lucros de 254,3 milhões de euros, num regresso a resultados positivos, depois de três anos de prejuízos causados pelo impacto da COVID-19.

De acordo com a Lusa, a companhia aérea de bandeira finlandesa, que tem o estado finlandês como acionista maioritário, registou um volume de negócio de 2.988 milhões de euros, 26,8% acima do ano passado, que se ficou a dever ao forte aumento no tráfego de passageiros.

No ano passado, a Finnair contabilizou um EBITDA de 516,5 milhões de euros, valor que compara com o prejuízo operacional bruto de 153,2 milhões de euros contabilizados em 2022.

Já o EBIT, ou seja, o lucro operacional da Finnair chegou aos 191,4 milhões de euros em 2023, indicador que, tal como o EBITDA, também compara com o prejuízo contabilizado no ano anterior e que tinha sido de 200 milhões de euros.

Recorde-se que, em 2022, a Finnair tinha registado um prejuízo de 476,2 milhões de euros.

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2023 bate recordes de passageiros e aviões nos aeroportos nacionais

Dados divulgados esta quarta-feira, 14 de fevereiro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), mostram que, no ano passado, os aeroportos nacionais movimentaram 67,5 milhões de passageiros e receberam 243,8 mil aviões em voos comerciais, crescendo acima do período pré-pandemia em ambos os indicadores.

Inês de Matos

No ano passado, os aeroportos nacionais movimentaram 67,5 milhões de passageiros e receberam 243,8 mil aviões em voos comerciais, números que mostram que, em Portugal, o transporte aéreo já recuperou do impacto da pandemia e cresce acima dos níveis de 2019, de acordo com os dados revelados esta quarta-feira, 14 de fevereiro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do INE mostram que, no ano passado, o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais ficou 18,9% acima do registado em 2022 e cresceu ainda 12,3% face 2019, o último ano antes da pandemia e que tinha trazido vários recordes ao turismo nacional, incluindo os aeroportos, que tinham movimentado, nesse ano, pouco mais de 60 milhões de passageiros.

Os aeroportos nacionais registaram ainda um recorde nos aviões aterrados no ano passado, que cresceram 12,0% face ao ano anterior e 7,0% em relação ao acumulado de 2019.

Por aeroportos, o destaque, no ano passado, foi para Lisboa, que movimentou 49,8% do total de passageiros, num número absoluto de 33,6 milhões de passageiros, que representa um aumento de 19,1% face a 2022 e de 7,9% em comparação com 2019.

No entanto, o INE diz que, “considerando os três aeroportos com maior tráfego anual de passageiros, o aeroporto do Porto registou o maior crescimento face a 2022 (+20,3%) e 2019 (+16,0%)”.

Quanto a países de origem e destino dos voos, o INE refere ainda que o ranking dos cinco principais países “não registou alterações face ao ano anterior”, com destaque para o Reino Unido, que se manteve como “o principal país de origem e de destino dos voos, registando crescimentos de 16,5% no número de passageiros desembarcados e 16,9% no número de passageiros embarcados”.

França e Espanha ocuparam, respetivamente, a segunda e terceira posições do ranking, seguindo-se a Alemanha que, apesar de ter registado os menores crescimentos, em ambos os sentidos, manteve a quarta posição, enquanto a Itália ocupa o quinto lugar e registou os maiores crescimentos (+31,2% e +31,0%
no número de passageiros desembarcados e embarcados, respetivamente).

Dezembro manteve tendência de 2023

A contribuir para que os números do ano passado fossem positivos esteve também o último mês de 2023, que contabilizou 4,5 milhões de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, o que representa um aumento de 9,3% face a dezembro de 2022 e de 13,7% comparativamente ao último mês de 2019.

Em dezembro de 2023, os aeroportos nacionais assistiram, em média, ao desembarque de 75,9 mil passageiros por dia, valor que, segundo o INE, foi “superior ao registado em dezembro de 2022 (69,4 mil; +9,3%) e 14,7% acima do verificado em dezembro de 2019 (66,2 mil)”.

No último mês do ano passado, os aeroportos nacionais receberam ainda 17,4 mil aeronaves em voos comerciais, crescimento de 5,5% face a mês homólogo do ano anterior e de 8,7% em comparação com dezembro de 2019.

Neste mês, acrescenta o INE, 82,2% dos passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais corresponderam a tráfego internacional, que atingiu os 1,9 milhões de passageiros, num crescimento de 10,2%. A maioria destes passageiros era proveniente do continente europeu e representou 68,3% do total, o que indica uma subida de  8,9% face a dezembro de 2022.

No entanto, o INE destaca que “o continente americano foi a segunda principal origem, concentrando 9,4% do total de passageiros desembarcados (+21,2%)” nos aeroportos nacionais, em dezembro.

No que diz respeito aos passageiros embarcados nos aeroportos nacionais, 80,5% corresponderam a tráfego internacional, o que representa 1,7 milhões de passageiros e um crescimento de 10,9%. Neste indicador, o principal destino foram os aeroportos no continente europeu, que representaram 65,1% do total, crescendo 9,7% face ao mesmo mês de 2022.

E também no que diz respeito aos passageiros embarcados o INE realça que “os aeroportos no continente americano foram o segundo principal destino dos passageiros embarcados (10,0% do total; +18,8%)”, em dezembro, em território nacional.

 

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NAV controlou mais de 852 mil voos em 2023

A NAV Portugal controlou 852,7 mil voos no espaço aéreo português em 2023, superando pela primeira vez os registos de 2019, ano de referência pré-pandemia. Em comparação com 2022, o total de movimentos controlados pela NAV cresceu 11,9%, ou mais 90 mil voos, estabelecendo um novo recorde de tráfego aéreo controlado pela empresa.

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A NAV Portugal controlou 852,7 mil voos, em 2023, tendo pela primeira vez superado o tráfego aéreo registado em 2019, ano de referência pré-pandemia, quando tinham sido controlados 816,3 mil voos.

O tráfego no ano passado marca assim a saída definitiva do período de quebras acentuadas no tráfego aéreo resultantes da pandemia, mas também um novo recorde de tráfego gerido pelos profissionais da NAV Portugal.

Para o presidente do Conselho de Administração da NAV Portugal, Pedro Ângelo, “a superação dos valores de 2019 confirma a retoma acentuada do tráfego após os difíceis anos da pandemia”.

O responsável assinala ainda que “a NAV Portugal estabeleceu um novo recorde de tráfego aéreo em 2023, antecipando em vários anos as projeções de tráfego da indústria, sem descurar os elevados níveis de segurança e eficiência, fundamentais para a indústria da aviação”.

Analisando a evolução anual do tráfego aéreo gerido pela NAV Portugal, o ano passado trouxe um crescimento de 11,9% em relação ao total de movimentos controlados em 2022, com mais 90,5 mil voos. A subida foi particularmente sentida na região de informação de voo (RIV) de Santa Maria, com uma subida de 14%. Já na RIV de Lisboa foram controlados 672 mil voos, em 2023, um crescimento de 11,4% em comparação com 2022. Olhando individualmente para cada uma das 10 Torres de Controlo da NAV Portugal, é de salientar que o tráfego (IFR – Instrument Flight Rules) superou ou igualou os níveis de 2019 em todas elas.

O destaque vai para as Torres situadas nas ilhas das Flores, Horta e Madeira, cujo tráfego situou-se 40,8%, 33,3%e 31,6% acima dos valores de 2019, respetivamente. Já em relação às duas Torres com maior tráfego, as equipas da NAV Portugal na Torre de Lisboa controlaram no ano passado 226,6 mil voos, um crescimento de 12,2% em comparação com 2022 e de 2,5% face a 2019. Já no Porto, a Torre de Controlo geriu perto de 108 mil movimentos, mais 10,9% em relação a 2022 e mais 5,6% que em 2019.

De referir que a NAV Portugal assinalou, recentemente, a passagem do marco de 14 milhões de voos controlados para assinalar o ano em que celebra o seu 25.º aniversário, data que agora fica igualmente associada a um novo recorde de tráfego aéreo gerido num só ano.

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Emirates torna-se na companhia aérea oficial da NBA

A Emirates diz que se associou à NBA porque “tem sido uma apoiante de longa data do basquetebol na região há quase 30 anos”.

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A Emirates e a National Basketball Association (NBA) estabeleceram uma parceria global através da qual a transportadora do Dubai se torna na companhia aérea oficial da NBA, segundo um comunicado enviado à imprensa.

Com esta parceria, a Emirates torna-se também no parceiro inaugural da NBA Cup, anteriormente designada NBA In-Season Tournament, bem como o primeiro parceiro de emblemas de camisolas de árbitros da NBA.

“Como primeiro parceiro do título da Emirates NBA Cup, a companhia aérea será apresentada através de um logótipo conjunto da Emirates NBA Cup, com promoção de marca conjunta através da comunidade global de redes sociais da NBA e sinalização na arena durante os jogos da Semifinal e do Campeonato da Emirates NBA Cup, a partir da próxima época”, indica a Emirates, no comunicado divulgado.

O logótipo de Emirates vai passar também a estar presente em todas as camisolas dos árbitros da NBA, a começar pelo All-Star Game da NBA de 2024, que terá lugar no domingo, 18 de fevereiro.

“Estamos muito orgulhosos por estabelecer uma parceria de marketing global com a National Basketball Association para nos tornarmos a sua Companhia Aérea Oficial Global”, afirma Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e diretor Executivo do Grupo Emirates, sublinhando que “esta colaboração também fará com que a Emirates se torne o primeiro parceiro de emblemas de camisolas de árbitros da liga e o parceiro inaugural da Taça NBA”.

De acordo com o responsável, a Emirates está entusiasmada por “trabalhar com uma das ligas profissionais mais reconhecidas e prestigiadas a nível mundial” e que é uma “adição valiosa” à carteira de patrocínios da companhia aérea, pois permite “estabelecer uma ligação com uma vasta base de fãs a nível mundial”, incluindo nos EUA, onde o basquetebol “é parte integrante da cultura desportiva do país”.

Já Mark Tatum, comissário adjunto e diretor de Operações da NBA, afirma que a Emirates é “uma companhia aérea de classe mundial”, que partilha com a NBA o “compromisso de envolver os adeptos de todo o mundo de forma inovadora e criativa”.

“Como o basquetebol continua a ser reconhecido como o desporto de mais rápido crescimento a nível global, esta colaboração irá mostrar o entusiasmo da NBA aos milhões de pessoas que voam com a Emirates todos os anos”, acrescenta o responsável da NBA.

O patrocínio vai permitir também que a Emirates esteja presente noutros eventos da liga, inclusive como parceira do NBA Crossover, um evento imersivo para fãs no NBA All-Star, e como parceira apresentadora do NBA Finals Legacy Project, que destaca a dedicação de novos Centros NBA Cares Live, Learn ou Play em cada mercado de equipas da NBA Finals.

A marca Emirates também estará presente através de sinalização virtual na arena e no topo da tabela durante os jogos da NBA transmitidos nacionalmente, começando com o NBA All-Star Game de 2024.

A companhia aérea vai ainda envolver os fãs da NBA em todo o mundo como parceira de alguns jogos globais da NBA da pré-temporada e da temporada regular e através de eventos interactivos para fãs da liga, incluindo o “NBA District” e a “NBA House”.

A bordo, acrescenta a Emirates, os “fãs terão a oportunidade de assistir a conteúdos da NBA em todos os voos da Emirates através do sistema de entretenimento a bordo da companhia aérea, incluindo documentários de longa duração, perfis de jogadores, entrevistas e muito mais”.

As lojas da Emirates vão ainda passar a vender “uma vasta gama de artigos oficiais da NBA, incluindo bolas de basquetebol, vestuário desportivo e artigos de coleção antigos”, seja na sede da Emirates no Dubai ou na loja online da companhia aérea, sendo que os membros do Emirates Skywards também podem trocar Milhas para comprar artigos desta gama.

O emblema da Emirates vai estar igualmente presente nas camisolas de todos os árbitros da Women’s National Basketball Association (WNBA), a partir da época de 2025, e da NBA G League, a liga secundária oficial da NBA, a partir da época de 2024-25.

A Emirates diz que se associou à NBA porque “tem sido uma apoiante de longa data do basquetebol na região há quase 30 anos, ajudando a estabelecer ligações com os fãs ávidos deste desporto popular nos EAU e no Líbano, e fornecendo uma plataforma para destacar as melhores e mais brilhantes estrelas”.

Por outro lado, o portfólio global de patrocínios da Emirates inclui parcerias com clubes desportivos de topo, torneios, eventos culturais de grande relevo, entre outros, pelo que a associação da Emirates com a NBA irá “apoiar os esforços da companhia aérea para alcançar uma enorme base de fãs nos EUA e em todo o mundo através de uma paixão partilhada pelo basquetebol”.

Recorde-se que Emirates oferece atualmente voos para 12 pontos de conexão nos EUA, incluindo o Aeroporto Internacional Logan de Boston (BOS), o John F. Kennedy de Nova Iorque (JFK), o de Los Angeles (LAX), o George Bush de Houston (IAH), o O’Hare de Chicago (ORD), o Dulles de Washington D. C. (IAD), Seattle Tacoma (SEA), Newark Liberty (EWR), Dallas-Fort Worth (DFW), São Francisco (SFO), Miami (MIA) e Orlando (MCO).

 

 

 

 

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Emirates regressa a Portugal para recrutar tripulantes de cabine

A Emirates vai voltar a realizar uma ação de recrutamento em território nacional para encontrar tripulantes de cabine, numa nova edição dos Open Days da companhia aérea do Dubai, que decorre entre 11 e 22 de fevereiro, em quatro cidades portuguesas.

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A Emirates vai voltar a realizar uma ação de recrutamento em território nacional para encontrar tripulantes de cabine, numa nova edição dos Open Days da companhia aérea do Dubai, que decorre entre 11 e 22 de fevereiro, em quatro cidades portuguesas.

Num comunicado enviado à imprensa, a Emirates indica que “está à procura de candidatos portugueses para se juntarem à sua equipa internacional de tripulação de cabina” e, por isso, vai estar em Coimbra, Braga, Lisboa e Porto para recrutar candidatos.

A  iniciativa arranca este domingo, 11 de fevereiro, em Coimbra, onde tem lugar no Tivoli Coimbra Hotel, enquanto no dia 13 segue para Braga, onde a sessão de recrutamento vai ter lugar no Hotel Vila Galé Collection. No dia 20 de fevereiro, é a vez de Lisboa receber o Open Day da Emirates, que vai decorrer DoubleTree by Hilton, enquanto no Porto a sessão está marcada para dia 22 de fevereiro, no Hilton Porto Gaia.

“Os candidatos que pretendam desenvolver a sua carreira com a Emirates podem submeter uma candidatura online, o curriculum vitae (CV) atualizado e em inglês, assim como uma fotografia recente”, explica a companhia aérea, indicando que, no âmbito dos Open Days, os candidatos podem também “apresentar-se nos dias e locais indicados sem terem submetido a candidatura previamente”.

Os candidatos interessados em participar nos Open Days da Emirates devem, segundo a companhia aérea, levar consigo “os documentos necessários e garantir que chegam ao local antes da hora de início”. Todos os requisitos e informação sobre o processo de seleção podem ser consultados aqui.

“A Emirates oferece aos seus candidatos excelentes oportunidades de carreira, com excelentes instalações de formação e uma vasta gama de programas de desenvolvimento para os seus funcionários. Todos os candidatos selecionados que iniciem a sua carreira de tripulante de cabine serão submetidos a uma intensa formação de oito semanas nos mais elevados padrões de hospitalidade, segurança e prestação de serviços, nas modernas instalações da Emirates no Dubai”, refere a Emirates.

Entre os benefícios oferecidos aos trabalhadores, a Emirates destaca o “pacote salarial distinto no mercado que inclui uma variedade de benefícios, tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito fornecido pela empresa, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai”.

Recorde-se que a Emirates voa para Portugal há 11 anos e oferece atualmente 14 voos semanais a partir de Lisboa para o Dubai, a partir de onde os passageiros podem voar ainda para os mais de 140 destinos que compõem a rede global da companhia aérea.

 

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Turkish Airlines lança nova forma de pagamentos e reembolsos digitais

O TK Wallet que permite fazer pagamentos e reembolsos digitais de “forma fácil e rápida” e está disponível através da app e website para os passageiros Miles&Smiles da companhia aérea turca.

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A Turkish Airlines lançou um novo serviço digital, o TK Wallet que permite pagamentos e reembolsos digitais de “forma fácil e rápida”, revela a companhia aérea de bandeira turca, em comunicado.

De acordo com a Turkish Airlines, a nova forma de pagamentos e reembolsos digitais está disponível para os passageiros Miles&Smiles, o programa de fidelização de passageiros da companhia aérea turca.

“Em linha com nossos objetivos de digitalização, continuamos a melhorar para implementar aplicações que facilitam as viagens dos nossos passageiros. Estamos a trabalhar para tornar os nossos serviços mais acessíveis e continuar a introduzir inovações que vão agregar conforto às experiências de viagem dos nossos hóspedes”, afirma Ahmet Olmuştur, diretor comercial da Turkish Airlines.

De acordo com o responsável, o novo serviço TK Wallet está acessível através da aplicação móvel da companhia aérea, assim como pelo website da transportadora, que pode ser consultado aqui.

A Turkish Airlines explica que os passageiros que utilizem o TK Wallet podem ainda ganhar TK Money além do valor do reembolso de passagens aéreas e compras de serviços adicionais feitas através da aplicação móvel e website da companhia aérea.

“O TK Money é ganho através de transações de reembolso via TK Wallet, é oferecido em quatro moedas diferentes (lira turca, euro, dólar americano e libra esterlina) através dos canais online da Turkish Airlines e pode ser usado de forma rápida e segura”, refere ainda a companhia aérea, em comunicado.

 

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Governo italiano prepara-se para procurar alternativa à Lufthansa para a ITA Airways

O Governo italiano está a preparar um plano alternativo para o caso de a aquisição da ITA Airways pela Lufthansa fracassar. Para o efeito, a primeira-ministra Meloni parece querer recorrer a um velho conhecido na corrida à companhia aérea.

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O Governo italiano, liderado pela primeira-ministra Geórgia Meloni, está a preparar um plano B caso a aquisição da ITA Airways pela Lufthansa não seja aprovada. De acordo com o jornal “La Repubblica”, Meloni reuniu-se na semana passada com a companhia de cruzeiros MSC.

Na reunião com Gianluigi Aponte, o armador e fundador da MSC garantiu que reconsideraria a aquisição da ITA Airways se os planos de aquisição por parte do grupo alemão falhassem.

A razão das preocupações de Meloni prendem-se com os organismos de controlo anti-trust da União Europeia (UE) iniciaram uma análise mais aprofundada da oferta da Lufthansa. As medidas de correção propostas pela Lufthansa não foram, por conseguinte, suficientes para dissipar as preocupações em matéria de concorrência. Os observadores da concorrência da UE consideraram que a aquisição poderia restringir a concorrência no mercado dos voos de passageiros em várias rotas de curto e longo curso.

A Itália receia agora que as concessões para a planeada aquisição da Lufthansa possam ser demasiado grandes e pouco atrativas.

A MSC não é alheia à corrida ao concurso para a ITA Airways. Inicialmente, a Lufthansa pretendia adquirir a companhia aérea italiana em dificuldades juntamente com a MSC. Contudo, a empresa de cruzeiros tinha anteriormente retirado a sua proposta de aquisição conjunta da ITA Airways e da Lufthansa.

De referir que a MSC tem vindo a tentar entrar no mercado da aviação comercial há já algum tempo.

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Ryanair anuncia maior programação de verão em Portugal, apesar do aumento de taxas e da falta do Montijo

Apesar de abrir 14 novas rotas e esperar crescer 7% em passageiros em Portugal no próximo verão, Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, diz que o crescimento seria muito mais elevado sem o aumento de taxas aeroportuárias e se o aeroporto do Montijo entrasse em funcionamento.

Inês de Matos

A Ryanair apresentou esta quarta-feira, 7 de fevereiro, a maior programação de sempre da companhia aérea para o verão em Portugal, que vai contar com 14 novas rotas e um crescimento de 7% em passageiros, apesar do aumento de taxas aeroportuárias e da falta que o Montijo continua a fazer, anunciou Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, numa conferência de imprensa em Lisboa.

“Temos boas notícias, este ano, em Portugal. Temos algum crescimento, não é aquele que queríamos mas, apesar disso, é algum crescimento, com 14 novas desde os maiores aeroportos, como Faro, Lisboa e Porto”, começou por revelar o responsável.

Apesar das boas notícias, Michael O’Leary admite que o crescimento seria muito mais elevado se a ANA – Aeroportos de Portugal não tivesse decidido aumentar as taxas aeroportuárias acima da inflação e se o aeroporto do Montijo, que para o responsável é a única solução possível para aumentar o tráfego na capital, já estivesse a funcionar.

“O tráfego vai crescer, este ano, 7% mas regressei esta manhã de Malta e vamos crescer 22% em Malta. O crescimento em Portugal seria muito mais forte se a ANA não estivesse a aumentar o seu já elevado monopólio aeroportuário de taxas e se este Governo inútil fizesse alguma coisa e abrisse o Montijo”, atirou, de seguida, o CEO da Ryanair, revelando que as taxas aeroportuárias subiram, este ano, 17% em Lisboa, 12% em Faro, 11% no Porto, 9% em Ponta Delgada e 6% no Funchal.

Michael O’Leary não tem dúvidas de que “Lisboa precisa de um segundo aeroporto” e também não tem dúvidas de que a única solução é o Montijo, não só porque está próximo da capital, mas também porque apenas necessita da construção de um terminal, pelo que espera que o próximo Governo tome a decisão de abrir a infraestrutura logo após as eleições.

“O Montijo é a solução e esperamos que o Governo saído das próximas eleições esteja comprometido em fazer crescer o turismo, criando também concorrência ao monopólio francês da ANA e que trabalhe com a Ryanair para um rápido crescimento”, afirmou.

O CEO da Ryanair teceu ainda críticas à atribuição dos antigos slots da TAP à easyJet, acusando a companhia aérea rival de ter ficado com os slots apenas por ter aviões maiores, mas que, no entanto, apenas são operados alguns meses por ano.

No total, a Ryanair vai operar, no próximo verão, 170 rotas à partida de quatro aeroportos nacionais – Lisboa, Porto, Faro e Funchal -, incluindo 14 novas rotas para Alicante, Estocolmo, Belfast, Budapeste, Cracóvia, Norwich, Marraquexe, Roma, Ibiza, Madrid, Pisa, Poznan e Tânger (2x).

No caso de Lisboa, as novas rotas são para Alicante, Roma, Madrid, Poznan e Tânger, enquanto Faro passa a ter voos para Estocolmo, Budapeste, Cracóvia, Marraquexe e Norwich. Já o Porto, vai passar a contar com ligações a Belfast, Ibiza, Pisa e Tânger.

A companhia aérea, que vai ter 28 aviões baseados em território nacional, conta transportar 13,5 milhões de passageiros em Portugal, em 2024, num aumento de 7% face ao ano passado.

Para assinalar o lançamento da operação de verão, a Ryanair lançou uma nova promoção com preços de 29,99 euros, válida para reservas realizadas até 10 de fevereiro e cujas viagens decorram entre abril e outubro.

 

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Ryanair não reabre base de Ponta Delgada no verão

Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, esteve esta quarta-feira, 7 de fevereiro, em Lisboa e revelou que, devido à subida de 9% nas taxas aeroportuárias, a companhia aérea não vai reabrir, este verão, a base de Ponta Delgada, Açores.

Inês de Matos

A Ryanair não vai reabrir a base de Ponta Delgada, nos Açores, no próximo verão devido ao aumento das taxas aeroportuárias no arquipélago, revelou esta quarta-feira, 7 de fevereiro, Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, numa conferência de imprensa em Lisboa.

“Os custos em Ponta Delgada cresceram 9% porque haveria de reabrir a base se tenho outros aeroportos na Europa com custos mais baixos?”, questionou o responsável, em resposta ao Publituris.

Michael O’Leary revelou também que, durante os quatro anos em que a Ryanair operou em Ponta Delgada, a companhia aérea perdeu dinheiro, uma vez que, durante o inverno, a procura pelos voos da companhia aérea para a capital micaelense descia drasticamente, o que se torna incomportável com o aumento de taxas aplicado pela ANA – Aeroportos de Portugal.

“Perco dinheiro em Ponta Delgada se abrir uma base por apenas sete meses por ano. Já perdi muito dinheiro, porque haveria de querer reabrir a base? Até parece que o aeroporto de Ponta Delgada está cheio, mas não está, está vazio”, acrescentou, considerando que não é viável manter a base aberta apenas no verão, uma vez que a Ryanair teria de contratar pessoal para o verão e despedir no inverno.

O CEO do Grupo Ryanair aproveitou também para aprofundar as criticas à ANA – Aeroportos de Portugal, reafirmando que a empresa que gere os aeroportos nacionais só aumenta as taxas porque não tem concorrência, uma vez que, por toda a Europa, são vários os aeroportos que têm descido as taxas por causa da inflação, mas em Portugal está a suceder o contrário.

“Este é o tipo de estragos que a ANA causa, o monopólio francês aeroportuário está a fazer o contrário do que outros fizeram que foi, em tempos de inflação, descer as taxas, mas a ANA aumenta porque pode, não tem concorrência”, afirmou, defendendo que a empresa gestora dos aeroportos nacionais “matou a base” da Ryanair em Ponta Delgada.

Michel O’Leary explicou que a companhia aérea ainda não tomou uma decisão em relação à base do Funchal, que no inverno já teve apenas um avião baseado, apesar de admitir que, tal como em Ponta Delgada, também na Madeira a Ryanair pode deixar de ter aviões baseados.

“No Funchal, mantemos um avião, mas também pode ir para zero no fim do verão. Ainda não temos a certeza”, acrescentou o responsável, considerando que “este é o tipo de estragos que a ANA causa”, uma vez que, no aeroporto madeirense, as taxas subiram, este ano, 6%.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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