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Reação do ministro Pedro Nuno Santos: “obviamente, um pedido de desculpas pelas falsidades que disse”

Critico do ministro Pedro Nuno Santos, Michael O’Leary, CEO da Ryanair, esteve em Portugal para demonstrar que o dinheiro gasto na TAP não tem retorno.

Victor Jorge
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Reação do ministro Pedro Nuno Santos: “obviamente, um pedido de desculpas pelas falsidades que disse”

Critico do ministro Pedro Nuno Santos, Michael O’Leary, CEO da Ryanair, esteve em Portugal para demonstrar que o dinheiro gasto na TAP não tem retorno.

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Menos de um menos depois da última reunião com o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, veio a Portugal para reforçar as críticas já feitas ao responsável pela pasta que gere assuntos tão sensíveis como a TAP e o  novo aeroporto.

Face às “falsidades enumeradas e espalhadas pelo ministro Pedro Nuno Santos, obviamente o que posso esperar é um pedido de desculpas”, salientou O’Leary quando confrontado com a expectável resposta que o ministro português poderá dar.

E as “falsidades” enumeradas por O’Leary foram várias, desde a acusação que a Ryanair “promove guerra comercial”, ao que o responsável da companhia respondeu que “não, apenas crescemos sem ajudas do Governo de 3 mil milhões de euros”. Ou que a companhia está “envolvida em dumping social”, a resposta foi que “a tripulação de cabina ganha o dobro  dos enfermeiros e professores em Portugal”. Ou que a Ryanair é “subsidiada pelo Estado” [português]. Mais uma vez a resposta foi negativa e reforçada com o facto da TAP receber “3,5 mil milhões de euros e a Ryanair, zero”.  Por fim, a constatação de que “o Governo português tem o direito de investir 3 mil milhões de euros na TAP”, O’Leary considera que “não é um investimento, são impostos deitados na sanita da TAP”.

 

“O ministro Pedro Nuno Santos fixou-se na ideia de salvar a TAP. Isso é um sinal de arrogância”.

 

“A TAP já faliu três ou quatro vezes”, afirmou Michael O’Leary. “Porque é que desta vez se deve acreditar que a TAP irá devolver qualquer euros?”, perguntou.

O CEO da Ryanair admite que o Governo “ajudasse a TAP a sobreviver, mas com mil milhões de euros, não com três mil milhões. O que o ministro Pedro Nuno Santos está a fazer é retirar dinheiro da construções de hospitais, escolas, está a colocar os impostos dos portugueses ao serviço da TAP”.

Questionado se desenvolve o mesmo tipo de campanha noutros países que está a ajudar as suas companhias aéreas, O’Leary foi perentório:  “não, porque nesses países não nos acusam e criticam com estas falsidades com o ministro Pedro Nuno Santos em Portugal”.

“O ministro Pedro Nuno Santos fixou-se na ideia de salvar a TAP. Isso é um sinal de arrogância”.

Quanto à nova CEO da TAP , a francesa Christine Ourmières-Widener, O’Leary diz que a conhece, “mas não será a nova CEO a gerir a TAP,  serão os sindicatos”. E avança que, “em companhias aéreas nacionalizadas, são sempre os sindicatos a gerir as companhias”, avançando com a máxima: “strong unions get weak leaders”.

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Air Cairo abre voos para Lisboa e passa a ser representada pela ATR em Portugal

A companhia aérea egípcia de baixo custo Air Cairo passou a ser representada em Portugal pela ATR e prepara-se para abrir, a 30 de dezembro, voos entre Lisboa, Assuão e o Cairo, passando a ligar, no verão, Lisboa a Hurghada.

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A companhia aérea egípcia de baixo custo Air Cairo vai abrir, a 30 de dezembro, voos entre Lisboa, Assuão e o Cairo, capital do Egito, informação que é avançada em comunicado pela ATR, que passou a representar a transportadora no mercado português.

“Atualmente, a Air Cairo é uma companhia aérea nacional egípcia de baixo custo com uma frota de 10 aviões, operando mais de 200 voos semanais para 25 destinos internacionais e domésticos”, indica a ATR, recordando que a companhia aérea nasceu em 2003.

A 30 de dezembro, a Air Cairo inicia uma operação de inverno que vai ligar Lisboa, o Cairo e Assuão, que conta com um voo por semana, às sextas-feiras, e que vai operar até 24 de março de 2023.

A partir de 28 de março, os voos da Air Cairo passam a ligar a capital portuguesa a Hurghada, estância balnear egípcia localizada no Mar Vermelho, que vai contar com voos às terças-feiras, até 24 de outubro de 2023.

“Em breve teremos mais novidades em relação ao verão IATA”, acrescenta a ATR, revelando que os voos e as tarifas já se encontram carregados no GDS da Amadeus, enquanto as agências que utilizam o Galileo, da Travelport, devem contactar a ATR através do e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 217618987.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Shannon no verão de 2023

A nova rota da Ryanair entre o Porto e Shannon, na Irlanda, vai contar com duas frequências semanais e, para assinalar o lançamento, a companhia aérea lançou uma promoção, com preços desde 29,99 euros.

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A Ryanair vai abrir uma nova rota no Porto no próximo verão, passando a ligar a cidade Invicta a Shannon, na Irlanda, a partir de 23 de abril, anunciou a companhia aérea de baixo custo em comunicado.

A nova rota da Ryanair entre o Porto e Shannon vai contar com duas frequências semanais e, para assinalar o lançamento, a companhia aérea lançou uma promoção, com preços desde 29,99 euros, disponível para reservas através do site da Ryanair.

“Com a Páscoa e o Verão de 23 a aproximarem-se rapidamente, estamos muito satisfeitos por trazer ainda mais opções e valor aos nossos clientes no Norte de Portugal, com a adição desta nova rota de Shannon à nossa programação de Verão de 23”, afirma Dara Brady, da Ryanair.

Segundo o responsável da companhia aérea, a nova rota oferece aos passageiros da Ryanair a oportunidade de visitarem “a Ilha Esmeralda e explorar as muitas maravilhas do centro-oeste” da Irlanda, como castelos cheios de história ou cruzeiros panorâmicos nas falésias e grutas da região.

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TAP cancela 360 voos devido à greve e estima perda de 8M€ em receitas

Apesar da greve ainda não estar totalmente garantida, a TAP não acredita que a mesma seja desconvocada e decidiu já cancelar perto de metade dos voos previstos para 8 e 9 de dezembro.

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A TAP vai cancelar um total de 360 voos nos dias 8 e 9 de dezembro, devido à greve dos tripulantes de cabine, decisão que afeta cerca de 50 mil passageiros e que, estima a companhia aérea de bandeira nacional, deverá levar a uma perda de receita de oito milhões de euros.

Numa conferência de imprensa que decorreu na tarde desta quarta-feira, 23 de novembro, Christine Ourmières-Widener, CEO da TAP, revelou que o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), responsável pelo agendamento da greve, “decidiu manter a assembleia no dia 06 de dezembro, dois dias antes da greve”, considerando, no entanto, que independentemente do resultado e devido à dimensão da TAP, “será tarde para fazer algo devidamente organizado”.

Por isso, e apesar de não ter sido fácil, acrescentou a responsável da TAP, a companhia aérea tomou já “a decisão de cancelar 360 voos, nos dias 8 e 9 de dezembro”, o que corresponde a menos de metade dos cerca de 500 voos previstos para esse período.

Segundo Christine Ourmières-Widener, o cancelamento antecipado de grande parte dos voos programados para 8 e 9 de dezembro permite que a TAP possa  trabalhar com parceiros para encontrar alternativas para os clientes que tinham voos marcados para os dias de greve.

A CEO da TAP adiantou ainda que não acredita que o SNPVAC venha a desconvocar a greve agendada na assembleia de 6 de dezembro e revelou que a paralisação vai ter um “grande custo” para a empresa, prevendo-se que a companhia aérea perca cerca de oito milhões de euros em receitas.

Christine Ourmières-Widener revelou também que cerca de 25% dos passageiros com voos agendados para os dias da greve já procederam à alteração das suas viagens  “sem qualquer penalização e sem alteração de tarifa, para datas entre 28 de novembro e 19 de dezembro”.

Recorde-se que a greve agendada para 8 e 9 de dezembro deverá contar com uma oferta de serviços mínimos limitada, que não deverá abranger, nomeadamente, as ligações aéreas para as ilhas da Madeira e Açores, uma vez que o sindicato defende que existem alternativas asseguradas por outras companhias aéreas.

O SNPVAC considera que os voos de regresso diretamente para o território nacional para Lisboa e Porto, voos de emergência, voos militares e voos de Estado, nacional ou estrangeiro são considerados “como serviços mínimos a assegurar a satisfação das necessidades sociais impreteríveis, no período decretado de greve”.

 

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Royal Air Maroc volta a voar para o Porto a 9 de dezembro

A companhia aérea de bandeira marroquina retoma a operação para o Porto a 9 de dezembro, com dois voos por semana, depois de um interregno de mais de dois anos devido à pandemia da COVID-19.

Inês de Matos

A Royal Air Maroc vai voltar a voar para o Porto a partir de 9 de dezembro, retomando a rota que liga a cidade Invicta a Casablanca, em Marrocos, que tinha sido abandonada na sequência da pandemia da COVID-19.

A informação foi avançada pelo CEO da companhia aérea, Abdelhamid Addou, numa conferência de imprensa em Madrid, na passada quinta-feira, durante a qual a Royal Air Maroc anunciou também o lançamento de uma nova rota entre Sevilha-Tânger-Casablanca, assim como o regresso das ligações entre Tenerife e Casablanca, que também tinha sido suspensa com a pandemia.

No caso do Porto, os voos da Royal Air Maroc regressam a 9 de dezembro, contando com duas ligações aéreas por semana, realizadas às segundas e sextas-feiras, com destino a Casablanca, onde se localiza o hub da companhia aérea marroquina.

Já a nova rota Sevilha-Tânger-Casablanca, que a companhia aérea marroquina vai abrir a 4 de dezembro, também vai disponibilizar duas frequências semanais, às sextas-feiras e domingos.

No caso da rota Tenerife-Casablanca, que tal como a operação do Porto também é retomada a 9 de dezembro, vão estar disponíveis igualmente dois voos por semana, às quintas-feiras e sábados.

“Com a retoma do tráfego aéreo, a Royal Air Maroc está a apostar no reforço da sua oferta para se afirmar como um player de referência no turismo marroquino e como uma das principais companhias do nosso continente”, afirmou Abdelhamid Addou, CEO da Royal Air Maroc, durante a conferência de imprensa em Madrid.

De acordo com o responsável, além do continente africano, a companhia aérea pretende também reforçar a sua posição nos principais mercados emissores de turismo, a exemplo de Espanha e França.

 

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Emirates começa a introduzir nova classe Premium Economy na frota A380

A nova cabina Premium Economy da Emirates vai oferecer “lugares luxuosos, mais espaço para as pernas, e um serviço que rivaliza com a oferta de muitas companhias aéreas de Classe Executiva”, segundo a companhia aérea.

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A Emirates deu início ao programa que prevê a renovação e introdução da nova classe de bordo Premium Economy na sua frota de aviões A380, alterações que vão chegar a 67 aviões A380 e a 53 B777 da Emirates e que deverão estar concluídas no prazo de dois anos.

De acordo com um comunicado da companhia aérea do Dubai, “este projeto ambicioso representa um investimento multibilionário para assegurar que os passageiros voem melhor nos próximos anos”.

Até 23 de maio de 2024, a Emirates conta ter todos os 67 aviões A380 destinados ao programa de reequipamento de volta ao serviço, seguindo-se, posteriormente, intervenções em 53 aparelhos Boeing 777, num trabalho que deverá estar concluído até março de 2025 e que vai levar a nova classe de bordo a um total de 120 aviões da Emirates.

O primeiro avião A380 da Emirates a ser sujeito à renovação e reequipamento já se encontra no Centro de Engenharia da Emirates, onde, “durante os próximos dias e 24 horas por dia, equipas de engenheiros e técnicos desmontarão todo o interior da cabina”, que será posteriormente montado “numa sequência cuidadosamente planeada e testada”.

Depois da renovação, que vai até implicar mudanças nas Shower Spa da Emirates, o avião vai passar a contar com 56 lugares em Premium Economy, o que obriga a retirar 88 assentos Economy da parte da frente do avião.

Mas a renovação chega também às cabines de executiva e primeira classe, localizadas no primeiro andar do aparelho, cujos assentos vão ser igualmente substituídos por outros mais recentes, sendo que também as alcatifas e pavimentos das cabines dos aviões serão substituídos antes da reinstalação dos novos assentos.

Depois deste primeiro avião, a Emirates tem já prevista a renovação do próximo aparelho para 1 de dezembro, uma vez que, à medida que o programa vai avançando, os engenheiros da companhia aérea vão poder trabalhar em dois aviões em simultâneo.

“Isto significa que, a cada oito dias, um avião será imobilizado e transportado para a Emirates Engineering para reequipamento”, indica a Emirates, num comunicado divulgado esta terça-feira, 22 de novembro.

A nova cabina Premium Economy da Emirates vai oferecer “lugares luxuosos, mais espaço para as pernas, e um serviço que rivaliza com a oferta de muitas companhias aéreas de Classe Executiva” e que, atualmente, está apenas disponível nos aparelhos A380 que realizam as rotas de Londres, Paris e Sydney.

Até final de março de 2023, a Emirates conta ter também a Premium Economy nas rotas para Nova Iorque JFK, São Francisco, Melbourne, Auckland e Singapura.

 

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TAP não consegue evitar greve e recomenda alteração de voos

A TAP indica que não foi possível desmarcar a greve dos tripulantes de cabina, que está agendada para 8 e 9 de dezembro, e está a recomendar aos seus passageiros que alterem os voos, sem qualquer penalização.

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A TAP está a recomendar aos seus passageiros com voos marcados para 8 e 9 de dezembro que procedam à sua alteração sem qualquer penalização, devido à greve agendada pelos tripulantes de cabina da companhia aérea de bandeira nacional que, segundo a companhia aérea, não foi possível desmarcar.

“Como é do conhecimento público, a TAP enfrenta um anúncio de greve do Pessoal de Cabina para os dias 8 e 9 de dezembro. Apesar de todos os esforços da Companhia para evitar esta greve, não foi possível chegar a um acordo com o sindicato que representa estes profissionais, ainda que se tenha conseguido alcançar entendimentos sobre várias matérias”, lê-se num comunicado divulgado esta segunda-feira, pela companhia aérea de bandeira nacional.

Na informação divulgada, a TAP diz que não sabe qual será o “nível de disrupção que a operação” vai sofrer nos dias de greve, pelo que “recomenda aos seus clientes que tentem remarcar os seus voos”.

“Deverão fazê-lo através do call center ou das suas agências de viagens. A alteração das datas dos voos previstos para este período poderá ser feita sem qualquer penalização e sem alteração de tarifa, para datas entre 28 de novembro e 19 de dezembro, e sem penalização, embora com alteração de tarifa, para qualquer outro período”, recomenda a transportadora nacional.

A TAP mostra-se ainda disponível para continuar as negociações com o sindicato que representa a tripulação de cabina e reitera que “fez todos os possíveis para que isso acontecesse em tempo útil, tendo agora de concentrar os seus esforços na organização da operação e na salvaguarda dos seus clientes”.

A companhia aérea pede desculpa aos passageiros pelos “efeitos nefastos desta greve anunciada”  e pela “perturbação que a mesma lhes poderá causar”, assegurando ainda que “está a fazer todos os esforços para os minimizar”.

Recorde-se que os tripulantes da TAP anunciaram uma greve nos dias 08 e 09 de dezembro, convocada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), apontando como motivos o “descontentamento, revolta e mal-estar” entre os trabalhadores.

A TAP e os sindicatos estiveram até esta segunda-feira, 21 de novembro, em negociações para a revisão do Acordo de Empresa (AE), no âmbito do plano de reestruturação, mas não foi possível chegar a acordo, uma vez que a companhia aérea propunha cortes nos salários e flexibilização de horários, enquanto os tripulantes queriam que o atual acordo de empresa fosse o ponto de partida e base para qualquer negociação futura.

 

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Programa SAF Corporativo arrecada prémio de sustentabilidade para a Air France-KLM

A Air France-KLM foi distinguida pelo seu programa SAF Corporativo na categoria ‘Grande Empresa’ durante a gala dos XIII prémios Corresponsables, em Espanha.

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A Air France-KLM foi distinguida pelo seu programa SAF Corporativo na categoria ‘Grande Empresa’ durante a gala dos XIII prémios Corresponsables, que foi atribuído na semana passada, numa cerimónia em Barcelona, Espanha.

De acordo com a Air Fran-KLM, os prémios Corresponsáveis “distinguem anualmente as melhores práticas de Responsabilidade Social, Sustentabilidade e ODS, além das melhores ações de comunicação corresponsável”.

Em destaque esteve o programa SAF Corporativo da Air France-KLM, que, segundo o grupo de aviação, “propõe às empresas desempenharem um papel ativo no futuro das viagens mais respeitosas com o ambiente”, uma vez que permite que os clientes corporativos possam estimar as emissões de CO2 das suas viagens e “determinar a contribuição anual que desejam dedicar ao referido programa”.

“Muito obrigado aos prémios Corresponsables e felicidades a todos os galardoados. É uma honra para a Air France-KLM receber este prémio, que nos incentiva a continuar a trabalhar em prol da sustentabilidade. O combustível de aviação sustentável é, hoje, uma das medidas mais eficazes para reduzir as emissões de CO2 das viagens aéreas. O nosso objetivo é aumentar cada vez mais a proporção de SAF que utilizamos”, afirma Laurent Perrier, diretor geral da Air France-KLM para Portugal e Espanha.

O responsável  espera também que este prémio funcione como “um incentivo” para que todos os clientes da Air France-KLM se juntem à iniciativa do programa SAF Corporativo.

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TAP mantém liderança nos passageiros transportados entre o Brasil e a Europa

Desde o início do ano, a TAP já transportou 1.140.800 passageiros nas rotas entre a Europa e o Brasil, “duas vezes mais que a segunda colocada no ranking”.

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A TAP manteve-se como a companhia aérea líder no transporte de passageiros entre o Brasil e a Europa e, desde o início do ano, já transportou 1.140.800 passageiros, “duas vezes mais que a segunda colocada no ranking”.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea de bandeira nacional destaca o período de julho a setembro, em que a foram transportados mais de 500 mil passageiros, o que corresponde a “um aumento de 223% em relação ao ano anterior”.

A TAP destaca ainda a performance do mês de setembro, ao longo do qual realizou 1.318 voos de e para o Brasil, o que representa “92% em relação ao mesmo mês de 2019, ou seja, período pré-pandemia”.

“Com menos oferta de lugares que em 2019, em setembro, a TAP transportou 97% dos passageiros do período homólogo de 2019”, sublinha a companhia aérea na informação divulgada, revelando que, no Brasil, a TAP já está com cerca de 85% da capacidade em relação ao período anterior à pandemia e pretende chegar aos 90% até ao final do ano.

A companhia aérea de bandeira nacional reafirma o seu compromisso com o Brasil e diz que este continua a ser “um dos mercados prioritários para a TAP”, motivo pelo qual vai continuar a investir, até ao final do ano, no atendimento a passageiros brasileiros, uma vez que, defende a transportadora, este é um “diferencial” que  mantém a TAP como a principal companhia aérea internacional nas ligações entre Brasil e Europa.

Recorde-se que a TAP conta atualmente com voos diretos entre Lisboa e São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife e Salvador, aos quais se juntam ainda os voos entre o Porto e São Paulo e o Rio de Janeiro, num total de 13 rotas diretas entre Portugal e Brasil.

 

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ANA espera que diretiva de slots da União Europeia seja revista para 90%

No 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo o CCO da ANA Aeroportos apontou que regras que estipulam a ocupação de slots pelas companhias aéreas têm “cerca de 30 anos”, pelo que a revisão da diretiva pela União Europeia constitui “uma oportunidade para o setor”.

Carla Nunes

O CCO da ANA Aeroportos, Francisco Pita, espera que a diretiva que está a ser preparada pela União Europeia imponha a utilização de 90% dos slots por parte das companhias aéreas, em detrimentos dos 80% vigentes.

Como explica, “atualmente uma companhia aérea, ao pedir slots, pode usar apenas 80% desses slots, mantendo o direito cativo sobre os 100%. Achamos que é uma área que devia ser revista para 90%, por aí, para otimizar a utilização da capacidade dos aeroportos”.

As declarações foram feitas no 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP, mais concretamente no painel “Wings of Change”, onde também participaram Ana Vieira da Mata, vogal CA da ANAC e António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA.

Francisco Pita aponta que estas regras dos 80/20% têm “cerca de 30 anos”, ao longo dos quais “o mercado da aviação mudou de forma absolutamente radical”. Por essa razão, considera que “esta revisão da diretiva é uma oportunidade para o setor, para garantir melhorias nas coletividades das regiões”.

No entanto, mais que a revisão de slots, o profissional entende que a diretiva também deve rever “a possibilidade que dá na entrada a novas companhias aéreas”.

“Entendemos que as regras estabelecidas na atual diretiva dão sempre prioridade às companhias que já operam e dificultam muito a entrada de novos operadores no mercado. [Somos da opinião de] que mais companhias aéreas vão proporcionar melhores preços aos consumidores finais”, defende Francisco Pita.

Por seu lado, António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA, defende que a revisão deve avançar “mas de forma ponderada”, sem colocar “exigências demasiado fortes às companhias em termos de utilizar ou perder e que leve, por exemplo, a comportamentos menos racionais do ponto de vista de sustentabilidade ou de custos”.

“Acho que também temos de ter essa preocupação nos dias que correm: não é só maximizar eficiência, que depois pode levar a situações indesejáveis”, afirma o diretor-executivo da RENA.

Sobre a questão da regra de dos 80/20%, e apesar de “não se opor à regra”, Francisco Pita aponta que esta é “meramente comercial”, considerando que “apertando um bocadinho aquilo que pode ser o não uso de slots vamos conseguir otimizar a utilização da nossa capacidade aeroportuária”.

Frisa ainda que chegando ao uso dos 90% não há problemas relativamente à segurança, até porque “a capacidade está lá, ela não é utilizada”.

Também o diretor-executivo da RENA considera que “a utilização pela no slot” não influencia a segurança.

“O tema aqui da utilização plena do slot não é de segurança, é de eficiência, boa gestão. O tema aqui pode ser outras companhias que querem entrar no mercado e sentem que a companhia que está sentada nesse slot não está a fazer uma utilização plena. Um dos temas é esta indefinição jurídica. Aqui o regulamento poderá e deveria regulamentar”, termina.

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Azul encomenda três aviões A330neo

Atualmente, a companhia aérea brasileira opera 12 aparelhos da família A330, incluindo cinco A330neo, que vão passar a oito quando os aparelhos agora encomendados forem entregues à transportadora brasileira.

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A Azul realizou uma encomenda de três aparelhos A330neo, aviões que, segundo comunicado da companhia aérea brasileira, vão permitir “expandir ainda mais” a rede internacional da transportadora aérea e “complementar as suas operações”.

“Estamos muito satisfeitos por ter garantido mais três aeronaves de fuselagem larga da próxima geração da Airbus, o que garante a transformação completa da nossa frota da velha geração para a nova geração. Estamos focados em manter a nossa frota de fuselagem larga estável enquanto, ao mesmo tempo, usufruímos da economia de combustível dessas aeronaves”, afirma John Rodgerson, CEO da Azul.

Recorde-se que os novos aviões A330neo oferecem custos operacionais mais baixos e um menor impacto ambiental, uma vez que combinam a tecnologia aprimorada do A350 com motores Rolls-Royce Trent 7000 altamente eficientes.

O A330neo distingue-se também pela cabine, que conta com uma área de boas-vindas redesenhada, iluminação ambiente aprimorada, compartimentos suspensos maiores e modernos e novos projetos de janelas e lavatórios. 

A Azul voa atualmente para mais de 150 destinos no Brasil, assim como para os EUA, Europa (incluindo voos desde São Paulo para Lisboa) e América do Sul, tendo recebido o seu primeiro avião A330neo em 2019.

Atualmente, a companhia aérea brasileira opera 12 aparelhos da família A330, incluindo cinco A330neo, que vão passar a oito quando os aparelhos agora encomendados forem entregues à transportadora brasileira.

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