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“Queremos o Montijo aberto”, pede CEO da Ryanair

Ao longo de toda a conferência de imprensa de Michael O’Leary, CEO da Ryanair, uma das questões principais foi o constante adiamento do aeroporto do Montijo. “A Portela está esgotada, já não chega”, reclama o CEO da Ryanair.

Victor Jorge
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“Queremos o Montijo aberto”, pede CEO da Ryanair

Ao longo de toda a conferência de imprensa de Michael O’Leary, CEO da Ryanair, uma das questões principais foi o constante adiamento do aeroporto do Montijo. “A Portela está esgotada, já não chega”, reclama o CEO da Ryanair.

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"É imperativo que o Governo português abra urgentemente o aeroporto do Montijo. Queremos o Montijo aberto". Esta foi uma das mensagens, pedidos deixados por Michael O'Leary, CEO do grupo, na conferência de imprensa de hoje (23 de junho), realizada em Lisboa.

Reiterando a importância que a Ryanair tem para Portugal, tendo transportado mais de 11 milhões de passageiros, em 2019, O'Leary deixou a certeza de que, com a construção do aeroporto do Montijo, a Ryanair "investirá muito mais em Portugal".

Destacando as quatro bases que a companhia possui no nosso país, "enquanto a TAP reduz as suas bases como foi o caso do Porto", O'Leary enumerou alguns dos investimentos que seriam canalizados para Portugal com a abertura do aeroporto do Montijo: "um aumento de mais cinco milhões de passageiros pagaremos mais impostos, mais rotas, dois mil milhões de euros em aviões nas quatro bases portuguesas, 5.000 postos de trabalho , aumento de 20 para 50 postos de trabalho no IT Labs de Lisboa, possível base de manutenção em Portugal , correspondendo à criação de 300 a 500 postos de trabalho".

 

"A Ryanair será líder no mercado português dentro de cinco anos"

 

Por tudo isto, O'Leary pergunta, "porque é que o o ministro das Infraestruturas não abre o Montijo?", adiantando que "a Portel está esgotada, já não chega".

Igualmente critico pelo destaque que Pedro Nuno Santos deu à easyJet na recente abertura da base algarvia, O'Leary admitiu que "o Governo português sempre recebeu bem a Ryanair". Por isso, "não não atacamos o ministro, simplesmente respondemos aos ataques que ele fez".

Na opinião de O'Leary, o Governo não abre Montijo, "porque está a proteger a TAP. O aeroporto já existe, está lá. Porquê este adiamento", questiona o CEO da companhia irlandesa.

"Além disso, se a frota da TAP está a ser reduzida, qual a razão para não se disponibilizarem as slots na Portela?", pergunta O'Leary.

Certo é que, segundo o CEO, "a Ryanair será líder no mercado português dentro de cinco anos. Já somos líderes em Espanha e noutros países e aqui seremos, também, em breve".

Com 122 rotas - 117 internacionais e 5 domésticas - a Ryanair anunciou uma nova rota para Colónia (Alemanha), com dois voos semanais, fazendo, assim, crescer para 600 voos semanais a operação no nosso país.

Ao mesmo tempo, O'Leary "celebrou" o início do verão e a "recuperação da nossa rede portuguesa" com uma oferta com 100.000 lugares a partir 19,99 euros para viagens até 31 de outubro.

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Operação da Wamos Air Madrid/Punta Cana já está disponível no Galileo

Voos da Wamos Air para Punta Cana já podem ser reservados em sistema, com preços desde 705 euros.

A Wamos Air anunciou que a operação entre Madrid e Punta Cana, na República Dominicana, já se encontra disponível no GDS Galileo para consulta de voos e 'Fare Quote' automático e conta apresentar novidades também em relação às rotas para Cancun e Varadero, em breve.

"Os voos de Madrid para Punta Cana para dezembro poderão já ser reservados em sistema, a partir de 705 euros", indica a companhia aérea do grupo Wamos, que opera à partida de território espanhol, numa nota divulgada esta sexta-feira, 22 de outubro.

O preço já inclui taxas de aeroporto e, segundo a companhia aérea, "futuramente" haverá também novidades em relação a outras rotas operadas pela Wamos Air, nomeadamente para Cancun e Varadero, no México e em Cuba, respetivamente.

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CEO da United Airlines antevê subida do preço dos bilhetes devido ao custo do combustível

O CEO da United Airlines, Scott Kirby, alerta que “os preços mais altos do combustível da aviação levam a preços mais altos nos bilhetes”.

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O CEO da United Airlines, Scott Kirby, considera que a subida do preço dos combustíveis deverá levar a um aumento do preço dos bilhetes na aviação e admite que também a companhia aérea norte-americana deverá "passar por isso".

"Os preços mais altos do combustível da aviação levam a preços mais altos nos bilhetes”, afirmou o responsável esta quarta-feira, 20 de outubro, em entrevista à televisão norte-americana CNBC.

De acordo com o responsável, o preço do combustível está a bater todos os recordes e, no caso da aviação, ultrapassou mesmo, esta terça-feira, os 2,32 dólares por galão, bastante acima dos 2,02 dólares que eram pagos no quatro trimestre de 2019, antes da COVID-19, ou dos 2,14 dólares por galão no terceiro trimestre deste ano.

Apesar da subida, Scott Kirby diz que é "normal" que os preços subam com o aumento da procura, embora se mostre preocupado com o impacto deste aumento de preços nos resultados da aviação.

Ainda assim, o CEO da United Airlines acredita na recuperação do setor, até porque se espera um aumento das reservas para o fim-do-ano e em resultado do alivio das restrições às viagens nos EUA.

Scott Kirby mostra-se também confiante nos resultados da United Airlines, uma vez que a companhia aérea norte-americana conta reduzir, em 2022, os custos face a 2019, com exceção dos custos com o combustível.

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Ana Francisca da Silva Major é a nova presidente do conselho de administração da TAAG

Eleição do novo conselho de administração da TAAG ocorreu depois do Presidente da República de Angola, João Lourenço, ter exonerado a anterior administração da companhia aérea.

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Os acionistas da TAAG - Linhas Aéreas de Angola elegeram esta quarta-feira, 20 de outubro, um novo conselho de administração para a companhia aérea, que vai ser presidido por Ana Francisca da Silva Major, avança a Lusa.

A eleição do novo conselho de administração da TAAG surge depois de João Lourenço, Presidente da República de Angola, ter exonerado a antiga administração da companhia aérea, alegando a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

Além do novo conselho de administração, os acionistas da TAAG elegeram também um novo presidente para a comissão executiva da companhia aérea, bem como quatro administradores executivos e um não executivo.

Ana Francisca da Silva Major foi eleita presidente do conselho de administração, não executiva, enquanto Eduardo Farein Soria é o novo presidente da comissão executiva e Rui Paulo Pinto de Andrade Teles Carreira assume o cargo de administrador não executivo. Já Custódia Gabriela Pereira Bastos, Lisa Mota Pinto, Steve Taverney Azevedo e Isabel de Sousa Godinho foram eleitos administradores executivos.

Segundo a Lusa, o Ministério dos Transportes angolano refere, em comunicado, que a nova direção da TAAG foi eleita esta quarta-feira, 20 de outubro, em assembleia-geral de acionistas, em virtude da transformação de empresa pública para sociedade anónima.

A nota diz ainda que a transformação da TAAG surge como “um imprescindível esforço, por parte do seu ainda acionista maioritário, o Estado, para permitir o reposicionamento da companhia, enquanto empresa estratégica de referência nacional e continental”.

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Angola exonera Conselho de Administração da TAAG

Decisão do Presidente de Angola, João Lourenço, é justificada com a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

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O presidente de Angola, João Lourenço, exonerou todo o Conselho de Administração da TAAG - Linhas Aéreas de Angola e justificou a decisão com a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

Segundo uma nota da Casa Civil do Presidente da Republica de Angola, citada pela Lusa, cessam funções o Presidente do Conselho de Administração, Helder Preza, o presidente da Comissão Executiva, Rui Carreira, cinco administradores executivos e seus não executivos.

A nota, acrescenta a Lusa, remete a decisão para o Decreto Presidencial nº 186/20, de 17 de julho, que veio adequar o valor nominal do capital social da TAAG  e redefinir a estrutura acionista da empresa.

Com o referido decreto, a TAAG deixou de ser detida totalmente pelo Estado, uma vez que há "necessidade de se concretizar o Plano de Reestruturação” e “incentivar a política empresarial com o propósito de se efetivar os seus objetivos estratégicos”.

A Lusa diz ainda que a companhia aérea angolana foi fortemente atingida pelos efeitos da COVID-19, tendo registado uma quebra de 75% no número de passageiros transportados e acumulado prejuízos na ordem dos 372 milhões de dólares em 2020 (320 milhões de euros).

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easyJet abre primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick

Primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Londres-Gatwick abre esta quinta-feira, 21 de outubro, e fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária.

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A easyJet inaugura esta quinta-feira, 21 de outubro, o seu primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick, espaço que fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária e que se afirma como "um espaço ideal para o trabalhar, relaxar ou entreter".

"Os passageiros terão acesso a espaços confortáveis para comer, beber, trabalhar ou até mesmo brincar antes do seu voo", refere a easyJet em comunicado, explicando que o novo lounge tem disponíveis pacotes de acesso de uma, duas e três horas, cujos preços começam nos 18,50 euros.

Neste lounge, que a easyJet abre em colaboração com o No1 Lounges, os passageiros têm acesso a uma "grande oferta de menus complementares quentes e frios com uma seleção de pratos atraentes, preparados na hora e servidos às suas mesas", além de uma gama de pratos self-service,  bebidas quentes e frias.

O lounge da easyJet em Gatwick, aeroporto onde a easyJet é a maior companhia aérea a operar, conta também com pratos inspirados no destino, que mudam a cada trimestre, assim como com uma carta de cocktails servidos na própria sala de espera.

O primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Gatwick disponibiliza também Wi-Fi gratuito e áreas para trabalhar com pontos de recarga convenientes, assim como "uma escolha de lugares para jantar e um local para relaxar com bebidas refrescantes" e "áreas onde as famílias podem desfrutar e divertir-se, nomeadamente na sala de televisão e na sala de jogos".

"Este lançamento é oportuno, uma vez que estamos a verificar uma recuperação no Reino Unido, não só para viagens de lazer onde os destinos solares de Inverno se estão a revelar cada vez mais populares, como também para os viagens de negócios, que estão a regressar em maior número comparando com o período antes da pandemia", justifica Rachael Smith, Diretor de Propostas Comerciais e Inovação para a easyJet.

A easyJet refere ainda que "todos os passageiros que viajam através do Terminal Norte do Aeroporto de Londres Gatwick podem utilizar o lounge, reservando-o, independentemente da companhia aérea ou da classe do bilhete em que viajam", sendo também possível aceder ao espaço mesmo sem possuir reserva, bastando apresentar o cartão de embarque easyJet à entrada da sala de espera.

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El Al mantém voos entre Lisboa e Telavive também no inverno

Companhia aérea israelita retomou a operação entre Lisboa e Telavive a 5 de julho, depois da paragem ditada pela COVID-19.

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A El Al vai manter no inverno a rota entre Lisboa e Telavive, em Israel, que tinha sido retomada a 5 de julho, depois da paragem motivada pela COVID-19, informou a ATR - Atividades Turísticas e Representações, que representa a companhia aérea israelita em Portugal.

De acordo com a informação divulgada, a rota conta com voos aos domingos e quartas-feiras até 27 de outubro e, a 1 de novembro, também está previsto um voo em cada sentido. A partir de 3 de novembro e até 23 de fevereiro de 2022, passa a existir apenas voos às quartas-feiras, enquanto no período entre 27 de fevereiro e 23 de março de 2022, há voos às quartas, quintas e domingos.

A partir de 27 de março e até 2 de junho, a El Al passa a contar com voos todos os dias, com exceção das sextas-feiras e sábados. Estes voos mantêm-se até 6 de junho, data em que passam a ser realizados às segundas, terças, quartas e quintas-feiras, até 1 de setembro de 2022.

Entre 4 e 22 de setembro, a companhia aérea israelita volta a contar com voos diários entre Lisboa e Telavive, com exceção das sextas-feiras e sábados, e realiza também voos nos dias 28 e 29 de setembro, enquanto de 2 a 6 de outubro as ligações são às segundas, quintas e domingos.

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Movimento de passageiros dispara nos aeroportos nacionais em agosto mas continua 40% abaixo dos níveis pré-pandemia

Aeroportos nacionais contabilizaram 3,9 milhões de passageiros em agosto, crescimento de 76,3% face a igual mês do ano passado, mas que, face aos níveis pré-pandemia, continua a traduzir uma quebra de 39,9%.

Inês de Matos

No passado mês de agosto, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais cresceu 76,3%, chegando aos 3,9 milhões de passageiros, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE), que realça, no entanto, que este indicador continua 39,9% abaixo dos níveis pré-pandemia.

Segundo o INE, agosto trouxe também um crescimento do número de aeronaves que aterraram nos aeroportos nacionais, num total de 17,4 mil aparelhos, o que indica uma subida de 39,9% face a agosto do ano passado.

"Neste mês atingiram-se os níveis mais elevados de aeronaves aterradas e passageiros movimentados desde o início da crise pandémica COVID-19", indica o INE, no comunicado divulgado esta terça-feira, 19 de outubro.

Ainda assim, face a igual mês de 2019, os números continuam a traduzir descidas, que chegaram aos 25,0% no número de aeronaves aterradas e aos 39,9% nos passageiros movimentados, embora menos expressivas do que tinham sido em julho, quando a quebra no número de aeronaves aterradas e no movimento de passageiros chegava aos 33,2% e 55,8%, respetivamente, face a julho de 2019.

Entre os passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em agosto, 74,4% corresponderam a tráfego internacional, quando em período homólogo essa percentagem era de 76,4%, tendo a maioria sido proveniente de aeroportos europeus (65,0%), enquanto entre os passageiros que embarcaram em território nacional, 75,6% corresponderam a tráfego internacional (77,2% no período homólogo), com os aeroportos europeus a serem também o destino da maioria destes passageiros (67,6%).

Já no acumulado do ano até agosto, os dados do INE indicam que houve uma diminuição de 9,2% no número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais face ao período homólogo do ano anterior, o que traduz uma recuperação significativa depois da quebra de 67,1% que tinha sido apurada no acumulado até agosto do ano passado.

No entanto, o INE indica que, "comparando com o mesmo período de 2019, a redução foi de 70,1%", até porque, no acumulado até agosto de 2019, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais tinha crescido 7,1%.

Até agosto, o aeroporto de Lisboa movimentou 44,9% do total de passageiros, o que corresponde a 5,5  milhões de passageiros, o que traduz um decréscimo de 22,3% face a igual período do ano passado. Já o aeroporto de Faro apresentou uma trajetória diferente e cresceu 3,8% no acumulado do ano, contabilizando 1,5 milhões de passageiros, com o INE a referir, contudo, que o valor está "ainda distante do registado no mesmo período em 2019 (6,3 milhões de passageiros, representando um decréscimo de 76,3%)".

Nos voos internacionais, França a foi o principal país de origem e de destino dos voos, registando, no entanto, decréscimos de -5,3% no número de passageiros desembarcados e de -8,2% no número de passageiros embarcados face ao mesmo período de 2020, seguindo-se o Reino Unido e a Alemanha, ainda que com "um volume significativamente mais reduzido de passageiros desembarcados e embarcados".

 

 

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Air France regressa ao Brasil e reforça oferta nos EUA no inverno

No total, a companhia aérea francesa vai disponibilizar voos para 182 destinos, incluindo 87 de longo-curso e 95 de curto e médio-curso, nesta temporada de inverno.

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A Air France está a está a reforçar a sua oferta para a época de inverno, temporada durante a qual estima disponibilizar voos para 182 destinos, incluindo 87 de longo-curso e 95 de curto e médio-curso, com destaque para o regresso da companhia aérea francesa ao Brasil, já esta sexta-feira, 22 de outubro, e para o reforço da oferta nos EUA, que se preparam para reabrir as fronteiras para turistas internacionais vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro.

No longo curso, e além das novas rotas para Zanzibar (Tanzânia), Colombo (Sri Lanka) e Muscat (Omã), a Air France revela que vai voar também para Banjul, na Gâmbia, com sete voos por semana, a partir de 1 de novembro.

Mas as maiores novidades são mesmo o regresso da companhia aérea francesa a destinos que foram encerrados devido à pandemia da COVID-19, como é o caso de Fortaleza, no Brasil, para onde a Air France volta a voar já esta sexta-feira, 22 de outubro, disponibilizando três voos por semana.

Além do Brasil, a Air France vai também retomar a operação para Mahé, nas Seychelles, com dois voos por semana a partir de 23 de outubro, assim como para a Cidade do Cabo, na África do Sul, com três ligações semanais a partir de 31 de outubro; Hong Kong, na China, com um voo por semana a partir de 5 de novembro; e ainda para Seattle, nos EUA, com três voos semanais a partir de 6 de dezembro.

Paralelamente, a transportadora aérea francesa vai também reforçar "gradualmente" a oferta disponibilizada nos EUA, onde as fronteiras voltam a abrir para turistas internacionais vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro, com a Air France a revelar que conta regressar a 90% da capacidade pré-pandemia e operar até 100 voos por semana para os 11 destinos que a companhia opera no país.

"A Air France vai fortalecer gradualmente a sua oferta de/para os Estados Unidos, onde serve 11 destinos (Nova Iorque-JFK, Boston, Washington-DC, Detroit, Atlanta, Chicago, Miami, Houston, Seattle, San Francisco, Los Angeles) com até 100 voos por semana. A partir de agora e até março de 2022, a Air France prevê regressar a uma oferta de cerca de 90% da capacidade proposta em 2019 (face aos 50% no verão de 2021), adicionando frequências para destinos importantes como Nova Iorque, Miami ou Los Angeles, e usando aviões de maior capacidade", explica a companhia em comunicado.

No longo curso, a Air France vai ainda ligar Paris-Orly a Saint-Martin a partir de 4 de dezembro, com três voos semanais, numa oferta que, segundo a companhia aérea, "complementa a que parte de Paris-CDG, elevando para 10 o número de voos semanais oferecidos para este destino".

A Air France conta também ampliar a oferta da Rede Regional das Caraíbas com a abertura de duas novas rotas a partir de Pointe-à-Pitre, concretamente Montreal, no Canadá, com dois voos por semana a partir de 23 de novembro, e Nova Iorque, nos EUA, também com dois voos semanais, mas com início no dia seguinte.

Este inverno, a Air France vai também colocar em serviço comercial o Airbus A220, novo aparelho da frota de curto e médio-curso da companhia aérea, que é mais amigo do ambiente e que vai começar a operar a 31 de outubro, 31 de outubro, para Berlim (Alemanha), Madrid e Barcelona (Espanha), Milão e Veneza (Itália) e, de seguida, ao longo o inverno, para Bolonha, Roma (Itália), Lisboa (Portugal) e Copenhaga (Dinamarca).

Já no curto e médio curso, a Air France vai oferecer dois novos destinos, já que, a partir de 1 de novembro, começa a voar com dois voos por semana para Tenerife, nas Canárias, enquanto a 4 de dezembro passa a disponibilizar dois voos semanais para Rovaniemi, na Lapónia, Finlândia, num operação que decorre até 5 de março.

Já os voos sazonais operados entre Paris-Charles de Gaulle e Sevilha (Espanha), Las Palmas (Ilhas Canárias, Espanha), Palma de Maiorca (Ilhas Baleares, Espanha), Tânger (Marrocos), Faro (Portugal), Djerba (Tunísia) e Cracóvia (Polónia) serão igualmente estendidas no inverno de 2021, enquanto a partir de Paris-Orly, vai ainda ser aberta uma rota para Berlim (Alemanha) a 31 de outubro, com um voo diário, em complemento à oferta a partir de Paris-Charles de Gaulle.

Para os passageiros portugueses, todos os destinos da Air France estão acessíveis através das rotas da companhia aérea entre Paris-CDG e Lisboa, Porto e Faro, sendo que, no caso da capital algarvia, os voos se mantém durante o inverno, numa oferta que, acrescenta a transportadora, é "complementada pela do seu parceiro dos Países Baixos, a KLM, com voos entre Lisboa ou Porto e Amesterdão-Schiphol".

 

 

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Iberia anuncia 70 voos por semana para os EUA com reabertura de fronteiras

Nova Iorque, Miami, Chicago, Boston e Los Angeles são os destinos norte-americanos que vão contar com um reforço da operação, a partir de 8 de novembro.

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A Iberia anunciou esta terça-feira, 19 de outubro, que vai operar 70 voos por semana entre Espanha e os EUA a partir de 8 de novembro, data em que os EUA voltam a permitir a entrada de turistas internacionais que já estejam vacinados contra a COVID-19.

"Nos EUA e noutros mercados onde as restrições da Covid estão a ser suspensas, a Iberia está a planear um regresso em grande, com 70 voos de ida e volta por semana de Espanha para os destinos dos EUA que têm sido servidos numa base reduzida durante a pandemia", indica a companhia aérea, em comunicado.

Segundo a informação divulgada, a companhia aérea vai reforçar os voos para Nova Iorque, Miami, Chicago, Boston e Los Angeles, rotas que já estavam a ser operadas antes da reabertura para turistas internacionais vacinados, mas que a companhia vai aumentar a partir de 8 de novembro.

Para Nova Iorque e Miami, a Iberia planeia operar 10 voos por semana, aos quais se juntam cinco para Chicago e outros três para Boston e para Los Angeles, sem esquecer também a operação da companhia aérea espanhola para Porto Rico, que conta com quatro voos por semana e na qual a Iberia conta com um acordo de joint-venture com a American Airlines, British Airways e Finnair.

Além destas rotas, a Iberia disponibiliza ainda 117 destinos nos EUA através de acordos de code-share com parceiros locais, a exemplo do acordo recentemente estabelecido com a Alaska Airlines e com a Level, na costa oeste dos EUA e que veio adicionar 37 destinos à oferta da Iberia nos EUA através deste tipo de acordos.

Para estimular as reservas, a companhia aérea está a disponibilizar uma tarifa promocional de 111 euros para voos de ida, valor que é válido para voos à partida de Madrid e destino a Miami, enquanto os voos de Madrid para Nova Iorque têm preços desde 123 euros e para Chicago começam nos 131 euros.

As tarifas promocionais são válidas para reservas apenas até esta quarta-feira, 20 de outubro, e destinam-se a viagens que decorram entre novembro e o final de março de 2022, através do site da companhia aérea, em iberia.com

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Delta Air Lines aplaude reabertura de fronteiras nos EUA para vacinados “a tempo das férias”

Em comunicado, a companhia aérea norte-americana congratula-se com a decisão que vai reabrir os EUA às viagens internacionais e ajudar à recuperação do setor das viagens e turismo no país.

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A Delta Air Lines veio esta segunda-feira, 18 de outubro, aplaudir a decisão norte-americana de reabrir as fronteiras para turistas internacionais vacinados contra a COVID-19 a partir de 8 de novembro, o que vai permitir o reencontro de "milhares de famílias e amigos de todo o mundo que estão separados há mais de 18 meses, a tempo das férias".

De acordo com um comunicado da companhia aérea norte-americana, "as viagens internacionais são vitais para ajudar a reverter o impacto económico devastador" da COVID-19 na indústria das viagens e turismo dos EUA que, segundo a Delta Air Lines, foi "duramente atingida pela pandemia".

Para a companhia aérea, as viagens internacionais são também uma "componente essencial" para a recuperação do comércio global, nomeadamente através do Atlântico, motivo pelo qual, explica a transportadora, a rota entre Nova Iorque-JFK e Londres Heathrow é a "mais importante do mundo para viagens de negócios".

"Aplaudo a decisão da administração de voltar a receber cidadãos internacionais nos EUA, com início a 8 de novembro. Graças aos esforços científicos da administração para proteger a saúde pública através de programas de vacinação e protocolos de segurança sanitária líderes mundiais, as fronteiras dos EUA podem agora ser reabertas com segurança", destaca Ed Bastian, CEO da Delta Air Lines.

Para entrarem nos EUA, os turistas internacionais devem apresentar prova de vacinação, assim como teste negativo para a COVID-19 realizado até três dias antes da viagem, sendo que também os cidadãos dos EUA que regressem do estrangeiro devem apresentar um teste negativo à chegada e realizado até 72 horas antes da partida, numa medida que, segundo a companhia, já se encontra em vigor.

Já os cidadãos norte-americanos que ainda não estejam vacinados contra a COVID-19 devem apresentar um teste com resultado negativo realizado um dia antes da viagem e fazer outro teste assim que cheguem aos EUA.

Para facilitar a viagem aos seus passageiros, a Delta Air Lines lançou a aplicação Delta FlyReady, que identifica os requisitos de viagem conforme o destino dos passageiros, permitindo que os passageiros façam o upload dos documentos de viagem exigidos, como o certificado de vacinação ou o resultado dos testes à COVID-19.

 

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