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Assinado protocolo para ligação aérea à Costa do Marfim

Primeiros-ministros de Portugal e da Costa do Marfim querem aprofundar relações comerciais.

Patricia Afonso
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Primeiros-ministros de Portugal e da Costa do Marfim querem aprofundar relações comerciais.

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António Costa, Primeiro-ministro português, e Daniel Duncan, homólogo da Costa do Marfim, assinaram esta quarta-feira cinco protocolos com vista ao aprofundamento das relações internacionais. Um dos protocolos diz respeito à ligação aérea entre Lisboa e Abidjan.

De acordo com a Agência Lusa, António Costa considerou que o “acordo para as ligações áreas ente Lisboa e Abidjan estreitará as distâncias entre os nossos povos, entre as nossas empresas e será um instrumento muito importante para aproximar as relações entre os nossos países.

Por sua vez, Daniel Duncan, referiu que o voos entre as duas cidades terá uma duração de cerca de cinco horas e afirmou: "A Costa do Marfim é um país que avança muito rapidamente. Temos um crescimento de 9% ao ano desde 2012. A ambição do Presidente da República é de fazer da Costa do Marfim um país emergente em 2020.”

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Qatar Airways abre segunda rota para a Ucrânia a 9 de dezembro

Companhia aérea do Qatar vai realizar três voos por semana para Odessa, a segunda cidade na Ucrânia a contar com voos da Qatar Airways, depois de Kiev.

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A Qatar Airways vai abrir, a 9 de dezembro, voos para Odessa, na Ucrânia, naquela que é a segunda rota da companhia aérea de bandeira do Qatar para o país, depois de Kiev, segundo informação divulgada pela transportadora esta segunda-feira, 25 de outubro.

Os voos da Qatar Airways para Odessa vão decorrer três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, em aviões A320, com 12 lugares em classe business e 120 assentos em classe económica.

Os voos para Odessa partem da capital do Qatar pelas 08h30 e chegam à cidade ucraniana pelas 12h45, enquanto em sentido contrário a partida de Odessa decorre pelas 16h45, chegando a Doha às 22h50.

"Operamos para a Ucrânia desde agosto de 2017 e o lançamento dos voos para Odessa é um marco na nossa história no país. Odessa é a pérola do Mar Negro e estamos ansiosos por trazer visitantes de todo o mundo para explorar a sua rica história cultural", afirma Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

Além dos voos para a Ucrânia, a Qatar Airways tem vindo também a retomar várias das rotas que tinha abandonado devido à pandemia da COVID-19 e, atualmente, já voa para 140 destinos em todo o mundo.

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LATAM lança promoção com voos desde 465 euros para o Brasil

Promoção é válida para reservas até esta terça-feira, 26 de outubro, e abrange também voos em classe executiva.

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A LATAM Airlines lançou uma nova promoção para voos entre a Europa e a América do Sul, cujos preços começam nos 465 euros por pessoa para viagens de ida e volta para o Brasil, numa oferta que é válida para reservas até esta terça-feira, 26 de outubro.

O preço apresentado é válido para viagens em classe económica, mas a LATAM Airlines disponibiliza também preços para voos em executiva, cujos valores começam nos 999 euros por pessoa, também para voos de ida e volta.

A promoção da LATAM Airlines já inclui taxas aeroportuárias e impostos, e aplica-se apenas a voos operados pela própria companhia aérea, estando sujeita à disponibilidade de lugares existente.

Além do Brasil, a promoção da LATAM Airlines está também disponível para outros destinos da América do Sul, cujas condições já se encontram disponíveis através dos GDS.

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“Ainda levará um tempo para colocarmos o Brasil no mapa dos destinos turísticos dos europeus”, admite a TAP

Num webinar que debateu os “Desafios do pós-COVID”, no painel da aviação ficou patente a recuperação que o setor está a registar. A tecnologia ou digitalização foi outro dos aspetos destacados como essenciais para o futuro do setor.

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*texto de Beatriz Teizen

A pandemia da COVID-19 ainda não acabou, mas, depois de quase dois anos, o setor de turismo vê uma melhoria, com a retoma das viagens e a reabertura das fronteiras. “Quais são os desafios pós-covid?”. “Quais as mudanças que se esperam na indústria, com foco na aviação e distribuição Estes foram os temas principais abordados no seminário luso-brasileiro, promovido pela Airmet Brasil e Portugal, que teve no Panrotas Brasil e Publituris os media partners e moderadores.

“Os últimos meses foram um calvário, mas agora estamos na tal retoma. Fomos semanalmente monitorizando o ‘mindset’ dos viajantes, país a país, à medida que os destinos reabriam, para irmos repondo as nossas operações. A TAP vai operar 80% neste inverno, em relação a 2019, estando previstas, para as rotas no Brasil, 51 frequências desde Portugal”, revelou Paula Canada, diretora de marketing e vendas da TAP Air Portugal.

A responsável da companhia aérea nacional referiu ainda que “o tráfego está a responder muito bem, temos muita procura reprimida e houve uma procura enorme de viagens. Em setembro, tivemos um aumento de 70% nas vendas a partir do Brasil. Mas, na Europa, ainda levará um tempo para colocarmos o Brasil no mapa dos destinos turísticos dos europeus”. “Neste momento, não é o destino mais procurado para férias”, salientou Paula Canada.

A executiva também tocou no ponto em relação ao planeamento das viagens que, devido ao ambiente de muitas incertezas, “os passageiros compram os bilhetes com um ou dois meses de antecedência”, admitindo que “esta foi uma das maiores alterações no hábito do consumidor de viagens aéreas”.

Recuperação brasileira
Ao nível das companhias aéreas brasileiras, estas estão a superar, aos poucos, a maior crise da história da aviação mundial. A Azul, por exemplo, voltou recentemente a um equilíbrio nas suas operações domésticas, mas ainda enfrenta um grande desafio no internacional, enquanto as viagens nacionais regressaram, depois de muito tempo e algumas idas e vindas, adiantando Marcelo Bento, diretor de Relações Institucionais da área, que, depois da temporada de janeiro de 2021 ter sido “foi bastante boa, tivemos a segunda vaga em março, que nos pegou em cheio”. Certo é que de agosto em diante, “estamos a recuperar muito forte e rapidamente”, pelo que, em outubro, “estamos a voar a 106% da nossa capacidade em lugares domésticos relativamente ao período pré-pandemia”. Marcelo Bento admite, mesmo que, na época alta, “teremos 120% dos lugares”, o que será “a maior temporada de verão da história da Azul”.

Segundo Bento, o tráfego é predominantemente de lazer, ou para pequenos negócios, além da indústria pesada”, destacando ainda que “os centros financeiros, consultorias, bancos e grandes empresas, que são os que mais remuneram, ainda não voltaram a viajar”.

Quanto ao internacional, o executivo diz que a companhia ainda está muito “cautelosa”. Nunca parámos de operar em Portugal e EUA”, embora reconheça que a operação era “bem reduzida”. Antes da pandemia, eram três voos diários entre Brasil e Portugal, agora estão com cinco por semana, passando a sete em breve”. Ou seja, “ainda há um déficit muito grande”.

Além disso, há também a questão do modelo híbrido e do crescimento significativo do bleisure, que veio para ficar. Sem contar a explosão de interesse dos próprios brasileiros de conhecer o Brasil, de buscar produtos diferentes, exclusivos, culturais e muita experiência. “Tendência que veio para ficar e que levará os agentes de viagens a terem de se especializar ainda mais”.

Tecnologia e customização
Essencial mais do que nunca, as empresas precisaram de adaptar-se e adotar todas as tecnologias necessárias para sobreviver à crise. Transformação digital foi a chave e o setor do turismo foi, inclusivamente, o que mais se adaptou no período da pandemia.

“Foram várias as tendências que sugiram e as companhias aéreas e outros players do setor precisaram de se transformar para atender às novas necessidades do cliente. Focar em digitalização, modernização, trazer sistemas para a nuvem, além de outros investimentos, foi essencial”, destacou o presidente de Travel Channels da Amadeus, Decius Valmorbida.

O responsável da Amadeus focou ainda a importância da “personalização das viagens”, de se conseguir “vender mais em cada viagem, diferenciar o produto e trazer o consumidor para pagar um pouco mais”. De acordo com Valmorbida, estes fatores tornam-se “uma urgência na retoma e isso envolve empresas de tecnologia, de distribuição e aéreas” No fundo, “é focar menos em volume e mais em como vender melhor”.

Valorização do agente de viagens
“Durante este período de pandemia, os vendedores on-line, os OTA e as próprias companhias aéreas tiveram grandes problemas de atendimento aos clientes. Por isso, no nosso segmento, teremos de repensar muito essa questão, já que diversos consumidores tiveram experiências negativas com as plataformas e não tiveram suporte, começou por referir o diretor da Flytour Gapnet, Rui Alves, no início da sua intervenção.

Como consequência, isto levou o viajante a ter “uma postura refratária em relação às vendas on-line, passando a procurar muito mais informação e controlo da sua viagem”, admitiu Rui Alves.

Isto leva o responsável da Flytour a destacar o “papel consultivo” do agente de viagens, considerando-o “imprescindível para que os passageiros voltem a viajar com segurança. Diante disso, as consolidadoras atuaram muito como “um verdadeiro para-raios no atendimento”, passando a ser vistas como “um suporte para as companhias aéreas, aumentando o seu papel de promotor”. Por isso, “a importância do agente de viagens remete ao fortalecimento do consolidador”, afirmou.

Para Alves, o agente tem de procurar “aumentar o acesso à tecnologia” e os consolidadores têm um “papel importante nesse apoio aos profissionais que não conseguem ter acesso a recursos tecnológicos próprios”.

Além disso, considera, “o on-line continua a ser importante como elemento de informações”, embora reconheça que “os agentes precisarão ter presença tanto no on-line, quanto no off-line”.

Por isso, e finalizando, Rui Alves acredita que o agente que “não tiver uma presença omnichannel terá mais dificuldade para atuar do que aqueles que estão preparados”, sendo certo que “as complementaridades se valorizam agora nesse momento”.

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KLM lança mapa interativo para ajudar passageiros a conhecerem requisitos de viagem

Novo mapa interativo da KLM “mostra os requisitos de viagem com base no país de partida e no status de vacinação dos clientes”.

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A KLM lançou um mapa interativo, denominado "Para onde posso voar?", que pretende ajudar os passageiros da companhia aérea a conhecerem os requisitos de viagem exigidos nos destinos para onde vão viajar.

"As regras e as restrições de viagem mudam constantemente e variam de país para país, sendo assim essencial que os viajantes tenham as informações das suas viagens atualizadas.
A KLM acaba, por isso, de lançar um mapa "Para onde posso voar?", que mostra os requisitos de viagem atuais em cada país na rede da KLM", explica a companhia aérea dos Países Baixos, em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela KLM, o novo mapa interativo, disponível através do link https://www.klm.pt/travel-guide/where-can-i-fly-to, "mostra os requisitos de viagem com base no país de partida e no status de vacinação dos clientes, para que estes possam escolher o próximo destino rapidamente".

Para consultar os requisitos de viagem, os passageiros da KLM devem aceder ao link do mapa interativo e escolher um aeroporto de partida, podendo depois consultar os requisitos dos vários destinos servidos pela companhia aérea.

"Os clientes vacinados podem, de seguida, clicar no botão “Tenho a vacinação completa”, para ver os requisitos de viagem adequados ao seu estado. Depois de selecionarem um destino, são direcionados para o nosso site TravelDoc, onde podem aceder aos requisitos de viagem detalhados para aquele local", explica a KLM.

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Delta Air Lines nomeia novo vice-presidente para a Europa, Médio Oriente, África e Índia

Nicolas Ferri assume funções a 1 de novembro, com responsabilidade na supervisão das “iniciativas estratégicas-chave comerciais e de experiência do cliente” da Delta Air Lines na região.

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A Delta Air Lines nomeou Nicolas Ferri como vice-presidente para a Europa, Médio Oriente, África e Índia (EMEAI), com efeitos a partir de 1 de novembro, com responsabilidade na supervisão das "iniciativas estratégicas-chave comerciais e de experiência do cliente", incluindo a joint-venture entre a Delta, Air France, KLM e Virgin Atlantic.

De acordo com a Delta Air Lines, Nicolas Ferri está na Delta Air Lines há 10 anos e já desempenhou "cargos de liderança em todas as alianças da companhia aérea e divisões internacionais e comerciais".

Entre os cargos que Nicolas Ferri ocupou na Delta, destacam-se as funções de vice-presidente para a América Latina e vice-presidente de Alianças das Américas, onde foi responsável pelo P&L (Profit & Loss Statement; rentabilidade) da região e pela integração da Delta com os seus parceiros da aliança nas Américas.

Durante este período, o responsável foi também destacado para a Aeromexico, que é parceira da Delta, onde ocupou o cargo de diretor comercial (CCO) e exerceu funções de supervisão nas áreas de Gestão de Receitas, Planeamento de Rede, Estratégia Corporativa, Distribuição, Vendas Globais, Alianças, e-commerce, Atendimento ao Cliente e Fidelização.

"É um momento crucial em que me junto à equipa EMEAI, para liderar os nossos esforços regionais à medida que os EUA retomam as viagens internacionais”, destaca o responsável, que se afirma "desejoso" por iniciar funções e "desenvolver a joint-venture transatlântica líder Delta/Air France/KLM/Virgin Atlantic".

O novo vice-presidente EMEAI da Delta Air Lines vai ficar sediado em Paris e, segundo a companhia aérea, "traz consigo uma ampla experiência no setor, tendo vivido e trabalhado em 10 países da Europa, América Latina, América do Norte e Ásia", sendo por isso fluente em inglês, francês, espanhol, alemão e português.

 

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Operação da Wamos Air Madrid/Punta Cana já está disponível no Galileo

Voos da Wamos Air para Punta Cana já podem ser reservados em sistema, com preços desde 705 euros.

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A Wamos Air anunciou que a operação entre Madrid e Punta Cana, na República Dominicana, já se encontra disponível no GDS Galileo para consulta de voos e 'Fare Quote' automático e conta apresentar novidades também em relação às rotas para Cancun e Varadero, em breve.

"Os voos de Madrid para Punta Cana para dezembro poderão já ser reservados em sistema, a partir de 705 euros", indica a companhia aérea do grupo Wamos, que opera à partida de território espanhol, numa nota divulgada esta sexta-feira, 22 de outubro.

O preço já inclui taxas de aeroporto e, segundo a companhia aérea, "futuramente" haverá também novidades em relação a outras rotas operadas pela Wamos Air, nomeadamente para Cancun e Varadero, no México e em Cuba, respetivamente.

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CEO da United Airlines antevê subida do preço dos bilhetes devido ao custo do combustível

O CEO da United Airlines, Scott Kirby, alerta que “os preços mais altos do combustível da aviação levam a preços mais altos nos bilhetes”.

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O CEO da United Airlines, Scott Kirby, considera que a subida do preço dos combustíveis deverá levar a um aumento do preço dos bilhetes na aviação e admite que também a companhia aérea norte-americana deverá "passar por isso".

"Os preços mais altos do combustível da aviação levam a preços mais altos nos bilhetes”, afirmou o responsável esta quarta-feira, 20 de outubro, em entrevista à televisão norte-americana CNBC.

De acordo com o responsável, o preço do combustível está a bater todos os recordes e, no caso da aviação, ultrapassou mesmo, esta terça-feira, os 2,32 dólares por galão, bastante acima dos 2,02 dólares que eram pagos no quatro trimestre de 2019, antes da COVID-19, ou dos 2,14 dólares por galão no terceiro trimestre deste ano.

Apesar da subida, Scott Kirby diz que é "normal" que os preços subam com o aumento da procura, embora se mostre preocupado com o impacto deste aumento de preços nos resultados da aviação.

Ainda assim, o CEO da United Airlines acredita na recuperação do setor, até porque se espera um aumento das reservas para o fim-do-ano e em resultado do alivio das restrições às viagens nos EUA.

Scott Kirby mostra-se também confiante nos resultados da United Airlines, uma vez que a companhia aérea norte-americana conta reduzir, em 2022, os custos face a 2019, com exceção dos custos com o combustível.

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Ana Francisca da Silva Major é a nova presidente do conselho de administração da TAAG

Eleição do novo conselho de administração da TAAG ocorreu depois do Presidente da República de Angola, João Lourenço, ter exonerado a anterior administração da companhia aérea.

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Os acionistas da TAAG - Linhas Aéreas de Angola elegeram esta quarta-feira, 20 de outubro, um novo conselho de administração para a companhia aérea, que vai ser presidido por Ana Francisca da Silva Major, avança a Lusa.

A eleição do novo conselho de administração da TAAG surge depois de João Lourenço, Presidente da República de Angola, ter exonerado a antiga administração da companhia aérea, alegando a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

Além do novo conselho de administração, os acionistas da TAAG elegeram também um novo presidente para a comissão executiva da companhia aérea, bem como quatro administradores executivos e um não executivo.

Ana Francisca da Silva Major foi eleita presidente do conselho de administração, não executiva, enquanto Eduardo Farein Soria é o novo presidente da comissão executiva e Rui Paulo Pinto de Andrade Teles Carreira assume o cargo de administrador não executivo. Já Custódia Gabriela Pereira Bastos, Lisa Mota Pinto, Steve Taverney Azevedo e Isabel de Sousa Godinho foram eleitos administradores executivos.

Segundo a Lusa, o Ministério dos Transportes angolano refere, em comunicado, que a nova direção da TAAG foi eleita esta quarta-feira, 20 de outubro, em assembleia-geral de acionistas, em virtude da transformação de empresa pública para sociedade anónima.

A nota diz ainda que a transformação da TAAG surge como “um imprescindível esforço, por parte do seu ainda acionista maioritário, o Estado, para permitir o reposicionamento da companhia, enquanto empresa estratégica de referência nacional e continental”.

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Angola exonera Conselho de Administração da TAAG

Decisão do Presidente de Angola, João Lourenço, é justificada com a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

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O presidente de Angola, João Lourenço, exonerou todo o Conselho de Administração da TAAG - Linhas Aéreas de Angola e justificou a decisão com a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

Segundo uma nota da Casa Civil do Presidente da Republica de Angola, citada pela Lusa, cessam funções o Presidente do Conselho de Administração, Helder Preza, o presidente da Comissão Executiva, Rui Carreira, cinco administradores executivos e seus não executivos.

A nota, acrescenta a Lusa, remete a decisão para o Decreto Presidencial nº 186/20, de 17 de julho, que veio adequar o valor nominal do capital social da TAAG  e redefinir a estrutura acionista da empresa.

Com o referido decreto, a TAAG deixou de ser detida totalmente pelo Estado, uma vez que há "necessidade de se concretizar o Plano de Reestruturação” e “incentivar a política empresarial com o propósito de se efetivar os seus objetivos estratégicos”.

A Lusa diz ainda que a companhia aérea angolana foi fortemente atingida pelos efeitos da COVID-19, tendo registado uma quebra de 75% no número de passageiros transportados e acumulado prejuízos na ordem dos 372 milhões de dólares em 2020 (320 milhões de euros).

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easyJet abre primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick

Primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Londres-Gatwick abre esta quinta-feira, 21 de outubro, e fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária.

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A easyJet inaugura esta quinta-feira, 21 de outubro, o seu primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick, espaço que fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária e que se afirma como "um espaço ideal para o trabalhar, relaxar ou entreter".

"Os passageiros terão acesso a espaços confortáveis para comer, beber, trabalhar ou até mesmo brincar antes do seu voo", refere a easyJet em comunicado, explicando que o novo lounge tem disponíveis pacotes de acesso de uma, duas e três horas, cujos preços começam nos 18,50 euros.

Neste lounge, que a easyJet abre em colaboração com o No1 Lounges, os passageiros têm acesso a uma "grande oferta de menus complementares quentes e frios com uma seleção de pratos atraentes, preparados na hora e servidos às suas mesas", além de uma gama de pratos self-service,  bebidas quentes e frias.

O lounge da easyJet em Gatwick, aeroporto onde a easyJet é a maior companhia aérea a operar, conta também com pratos inspirados no destino, que mudam a cada trimestre, assim como com uma carta de cocktails servidos na própria sala de espera.

O primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Gatwick disponibiliza também Wi-Fi gratuito e áreas para trabalhar com pontos de recarga convenientes, assim como "uma escolha de lugares para jantar e um local para relaxar com bebidas refrescantes" e "áreas onde as famílias podem desfrutar e divertir-se, nomeadamente na sala de televisão e na sala de jogos".

"Este lançamento é oportuno, uma vez que estamos a verificar uma recuperação no Reino Unido, não só para viagens de lazer onde os destinos solares de Inverno se estão a revelar cada vez mais populares, como também para os viagens de negócios, que estão a regressar em maior número comparando com o período antes da pandemia", justifica Rachael Smith, Diretor de Propostas Comerciais e Inovação para a easyJet.

A easyJet refere ainda que "todos os passageiros que viajam através do Terminal Norte do Aeroporto de Londres Gatwick podem utilizar o lounge, reservando-o, independentemente da companhia aérea ou da classe do bilhete em que viajam", sendo também possível aceder ao espaço mesmo sem possuir reserva, bastando apresentar o cartão de embarque easyJet à entrada da sala de espera.

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