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United inaugura voos entre Lisboa e Washington

Operação sazonal termina a 7 de Setembro.

Patricia Afonso
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United inaugura voos entre Lisboa e Washington

Operação sazonal termina a 7 de Setembro.

Patricia Afonso
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A United Airlines inaugurou, no passado dia 26 de Maio, a sua nova rota desde Lisboa com destino a Washington, D.C.. Os voos vão ser realizados até ao dia 7 de Setembro de 2016.

A operação, sazonal, conta com um voo diário operado um Boeing 757 com um total de 169 lugares: 16 assentos-cama em United BusinessFirst e 153 lugares em United Economy, incluindo 45 assentos em Economy Plus.

Com o número UA167, o avião descola de Lisboa às 12h15 e aterra em Washington/Dulles às 15h35 do mesmo dia (horas locais). No sentido inverso, o voo UA168 parte de Washington/Dulles às 22h15 e chega a Lisboa às 10h35 do dia seguinte (horas locais).

Na inauguração, Guido Dias Araújo, director regional para a Península Ibérica e Europa Central a United Airlines, afirmou que a companhia está “entusiasmada” com esta nova operação: “Este novo serviço disponibiliza aos passageiros à partida de Portugal, não apenas o acesso à capital dos Estados Unidos, mas também ligações a destinos nas Américas através do nosso hub no Aeroporto Dulles International”.

Por sua vez, João Nunes, director do Aeroporto de Lisboa, afirmou que “a tradição histórica e cultural de Washington encontrou o par perfeito: Lisboa”. “A nossa essência comum, entre avanços e retrocessos, é feita de multiplicidade, sentido de responsabilidade e multiculturalismos, evidenciando que é na casa da liberdade, do conhecimento e do desenvolvimento onde todos se encontram. Aqui, no Aeroporto de Lisboa, tal como no Aeroporto de Dulles, com a United Airlines, estamos sempre em casa.”

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TAP reconhece perda de liderança mas lembra que é a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”

Companhia aérea de bandeira nacional reage às notícias que dão conta que transporta apenas um em cada 10 passageiros no Porto.

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A TAP veio esta quinta-feira, 2 de dezembro, reagir às notícias que dão conta que a companhia aérea de bandeira nacional só transporta um em cada 10 passageiros no Porto e, num esclarecimento enviado à imprensa, reconhece que há alguns anos que já não tem a liderança no que diz respeito ao número de passageiros transportados, mas lembra que continua a ser a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”.

“A TAP já não tem a liderança no transporte de passageiros no aeroporto do Porto há alguns anos. No entanto, continua a ser a companhia que oferece mais voos intercontinentais diretos do Porto, para destinos no Brasil e Estados Unidos. Através da Ponte Aérea, a TAP oferece também ligações otimizadas a toda a sua rede de destinos desde o seu hub em Lisboa”, lembra a companhia de bandeira nacional.

A TAP fala também na quota de mercado que detém atualmente no aeroporto do Porto para explicar que esta não apresenta nenhuma tendência negativa, uma vez que, “de acordo com os relatórios da ANAC, a TAP duplicou a sua quota de mercado no aeroporto Francisco Sá Carneiro em número de passageiros transportados”.

“Essa quota foi de 10% no terceiro trimestre, conforme referido pela ANAC, quando no trimestre anterior era de 5%. Não há, portanto, qualquer tendência de decréscimo, bem pelo contrário, esta duplicação mostra um crescimento que se espera que continue”, explica a transportadora aérea.

Na informação divulgada, a TAP reconhece também que “é uma companhia com um modelo de negócios de “hub and spoke”” e que, por isso, “60% dos seus passageiros” fazem em Lisboa a ligação entre voos que não têm como destino ou origem final Portugal, explicando ainda que, “em circunstância normais”, o mercado nacional representa 20% do total de passageiros transportados pela TAP.

“Acresce que os mercados do Brasil e Estados Unidos representam um grande volume dos passageiros transportados pela TAP e, devido à pandemia, no trimestre em causa existiam ainda fortes restrições às viagens de e para esses países”, aponta ainda a nota divulgada pela TAP, que considera, por isso, que “qualquer análise que se procure fazer ao tráfego de passageiros em período de pandemia e de fortes limitações à mobilidade e livre circulação de pessoas assenta em bases que nada têm a ver com o regular funcionamento do mercado”.

 

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IATA alerta que medidas contra Omicron põem em causa recuperação de outubro

A IATA está preocupada que as medidas adotadas contra a nova variante Omicron venham colocar em causa a recuperação da procura por viagens aéreas, que voltou a melhorar em outubro.

Inês de Matos

A proibição ou limitação de viagens decretada em vários países na sequência da identificação da variante Omicron pode colocar em causa a recuperação que o tráfego aéreo apresentou em outubro, alerta a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que divulgou esta quinta-feira, 2 de dezembro, os dados referentes ao tráfego aéreo global de outubro.

“O desempenho do tráfego de outubro reforça que a ideia de que as pessoas vão viajar quando puderem. Infelizmente, a resposta dos governos ao surgimento da variante Omicron estão a colocar em risco a conectividade global que levou tanto tempo a reconstruir ”, avisa Willie Walsh, diretor geral da IATA, citado num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com os dados da IATA, em outubro, o tráfego aéreo manteve a tendência de recuperação que já se vinha a verificar desde o verão e que permitiu que a procura global por viagens aéreas tenha apresentado uma descida de 49,4% face a igual mês de 2019, ainda antes da pandemia.

Apesar do resultado continuar a ser negativo em comparação com os dados de 2019, o certo é que este indicador tem vindo a subir e o resultado de outubro mostra mesmo uma recuperação face a setembro, quando a procura global por viagens aéreas tinha ficado 53,3% abaixo de igual mês de 2019.

Tal como também já vinha a acontecer, o tráfego doméstico voltou a registar um melhor desempenho, com a procura do mercado interno a apresentar uma descida de 21,6% face a outubro de 2019, igualmente com uma melhoria face à descida de 24,2% identificada em setembro.

Já a quebra na procura internacional voltou a ser mais preocupante, chegando aos 65,5% em comparação com outubro de 2019, ainda assim também com um melhor desempenho face a setembro, quando a descida de procura internacional por viagens aéreas tinha sido de 69,0% e com as melhorias a chegarem a todas as regiões do mundo.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego aéreo internacional mais desceu em outubro, com uma quebra de 92,8% face a igual mês de 2019, praticamente inalterada face ao resultado de setembro, quando o decréscimo chegava aos 93,1%. Nesta região, a capacidade desceu 83,8%, enquanto o load factor caiu 44 pontos percentuais, para 35,7%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

No Médio Oriente, a descida do tráfego aéreo internacional chegou aos 60,3%, o que, segundo a IATA, é um resultado animador pois representa “um enorme salto” face à quebra de 67,1% registada no mês de setembro, enquanto a capacidade teve um quebra de 49,1% e o load factor caiu 16,1 pontos percentuais, para 57,5%.

Em África, a descida do tráfego aéreo internacional foi 60,2% em outubro, o que também indica uma melhoria face ao decréscimo de 62,1% observado em setembro, enquanto a capacidade caiu 49,0% e o load factor encolheu 15,2 pontos percentuais, para 54,1%.

Na América do Norte, a quebra do tráfego internacional foi de 57,0%, igualmente com uma melhoria em comparação com o mês anterior, quando a descida tinha sido de 61,4%, enquanto a capacidade desceu 43,2% e o load factor caiu 20 pontos percentuais, para 62,4%.

Na América Latina, a descida do tráfego internacional em outubro foi de 55,1%, o que representa uma forte melhoria face à descida de 61,4% identificada em setembro, com a capacidade a apresentar uma quebra de 52,5% e o load factor a descer 4,3 pontos percentuais, para 76,9%, naquele que volta a ser o load factor mais elevado entre todas as regiões pelo 13.º mês consecutivo.

Já a Europa foi a região onde o tráfego aéreo internacional menos desceu, apresentando uma quebra de 50,6% face a igual mês de 2019, o que também traduz uma melhoria substancial face ao desempenho de setembro, quando a quebra foi de 56,5%. Já a capacidade desceu 41,3% na Europa, enquanto o load factor encolheu 13,7 pontos percentuais, para 72,5%.

 

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Qatar Airways abre nova rota para a capital do Uzbequistão a 17 de janeiro

Operação para Tashkent vai contar com dois voos por semana, operados em aviões A320, com 12 lugares em executiva e 120 em económica.

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A Qatar Airways vai começar a voar para Tashkent a partir de 17 de janeiro de 2022, disponibilizando dois voos por semana entre Doha e a capital do Uzbequistão, informou a companhia aérea do Qatar em comunicado.

De acordo com a Qatar Airways, os voos para Tashkent vão ser operados em aviões A320, com capacidade para 12 passageiros em business e 120 em classe económica.

“Vemos um tremendo potencial de crescimento na Ásia central e este novo serviço para Tashkent vai servir para impulsionar as oportunidades comerciais e atrair turistas que querem descobrir este belo destino”, afirma Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea.

A capital do Uzbequistão está no centro da Rota da Seda, é a maior cidade da Ásia central e, segundo a Qatar Airways, além de “paisagens únicas”, oferece uma “gastronomia variada e diversos locais para ver e descobrir”.

Os voos à partida de Doha para Tashkent decorrem às segundas e sextas-feiras, com saída pelas 18h55, enquanto a chegada está prevista para as 00h30+1. Em sentido contrário, as partidas da capital do Uzbequistão decorrem às terças e sábados, pelas 01h50, chegando a Doha às 04h00, sempre em horários locais.

 

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Ryanair transporta 10,2 milhões de passageiros em novembro

Em novembro, a companhia aérea low cost realizou 62.300 voos e alcançou uma ocupação de 86%.

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A Ryanair transportou um total de 10,2 milhões de passageiros no passado mês de novembro, mês em que a companhia aérea operou 62.300 voos e registou uma ocupação de 86%, revelou a companhia aérea low cost em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela Ryanair, os 10,2 milhões de passageiros que a companhia aérea transportou no passado mês de novembro comparam com os dois milhões de passageiros que a companhia tinha transportado em igual mês de 2020, quando o tráfego aéreo estava a ser fortemente afetado pela COVID-10 e pelas restrições às viagens adotadas para conter a pandemia.

Os dados de novembro indicam que os resultados da Ryanair têm vindo a melhorar desde julho, quando a Ryanair contabilizava 9,3 milhões de passageiros e uma ocupação de 80%, enquanto em agosto já tinham sido contabilizados 11,1 milhões de passageiros e 82% de ocupação.

Em setembro, a Ryanair transportou 10,6 milhões de passageiros e registou uma ocupação de 81%, resultados que voltaram a melhorar em outubro, quando o total de passageiros da companhia aérea chegou aos 11,3 milhões e a ocupação bateu nos 84%.

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Azul retoma operação para Orlando e Fort Lauderdale

Companhia aérea brasileira retomou esta quarta-feira, 1 de dezembro, as rotas para Orlando e Fort Lauderdale, ambas com um voo diário.

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A Azul retomou esta quarta-feira, 1 de dezembro, a operação entre o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, Brasil, e as cidades norte-americanas de Orlando e Fort Lauderdale, depois das rotas terem estado suspensas mais de um ano devido à COVID-19.

“Com a flexibilização da entrada de brasileiros em solo americano, a companhia volta a operar sua malha pré-pandemia nos Estados Unidos, com dois voos diários para Orlando e Fort Lauderdale”, anuncia a Azul, em comunicado.

Os voos da Azul para Orlando têm partida pela 09h50, chegando a Orlando pelas 17h00, enquanto em sentido contrário os voos partem da cidade norte-americana às 19h15, chegando a Campinas às 06h00.

Além dos voos para Orlando, a Azul retomou também os voos para Fort Lauderdale, cuja partida do Brasil está marcada para as 23h50, chegando aos EUA pelas 06h10, enquanto em sentido contrário a partida de Fort Lauderdale está marcada para as 19h25, chegando a Campinas às 05h30.

“Os nossos clientes estavam muito ansiosos pelo retorno dos voos para Orlando. Por onde eu passava, as pessoas perguntavam-me quando isso aconteceria. Existe uma demanda reprimida para esse destino e, agora, com a nossa retomada, acompanharemos a procura e aumentaremos as frequências se ela continuar crescendo”, afirma John Rodgerson, presidente da Azul, citado num comunicado enviado à imprensa.

Os voos da Azul para Orlando decorrem em aviões A330neo, com capacidade para até 298 passageiros.

 

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RENA considera “inaceitável” apelidar companhias aéreas de irresponsáveis

Presidente da RENA, Paulo Geisler, critica as palavras do primeiro-ministro aquando do anúncio do agravamento das multas para as companhias que transportem passageiros sem teste negativo e considera a medida “desproporcionada”.

Inês de Matos

O presidente da RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal, Paulo Geisler, considera “inaceitável” que o primeiro-ministro, António Costa, tenha apelidado as companhias aéreas de irresponsáveis, quando anunciou um agravamento das multas até 20 mil euros para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à COVID-19.

Numa publicação no Linkedin, Paulo Geisler começa por dizer que a “generalização, desresponsabilização governativa e intimidação nunca foram boas práticas”, para depois considerar que as palavras de António Costa não são aceitáveis, tendo em conta o papel fundamental das companhias aéreas.

“É, no mínimo, inaceitável apelidar as companhias aéreas  de irresponsáveis, tratando-se de um dos setores mais afetados pela atual conjuntura mas que, mesmo assim, mais tem ajudado no combate à pandemia, quer através do transporte de vacinas, testes, material de proteção e mercadorias, quer através do transporte de passageiros para a retoma da Economia”, considera o responsável, numa publicação datada desta sexta-feira, 26 de novembro.

Além das palavras de António Costa, Paulo Geisler é também crítico da própria medida anunciada pelo líder do executivo, que diz que “não faz qualquer sentido no contexto atual”, é desproporcional e vai “prejudicar ainda mais” a aviação, que já foi “um dos setores mais afetados pela pandemia”.

“O aumento da moldura contra-ordenacional é totalmente desproporcionado e excessivo, sobretudo tendo em conta que se trata de uma obrigação ou dever acessório da companhia, que age em substituição do Estado”, defende o responsável, considerando que as “políticas de saúde pública são uma incumbência do Estado que deve ser financiada por recursos próprios do Estado, não por esbulho ou confisco de operadores económicos”.

Recorde-se que esta quinta-feira, 25 de novembro, no final do Conselho de Ministros, António Costa anunciou o regresso do estado de calamidade e várias medidas para impedir a subida dos casos de COVID-19, incluindo o agravamento das multas para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo.

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Vinci Airports admite ampliação do aeroporto de Beja

Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja, revelou que a abertura da Vinci Airports para ampliar o aeroporto foi demonstrada no último Conselho Consultivo do Aeroporto de Beja, na semana passada.

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O presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio, revelou esta semana que, pela primeira vez, a Vinci Airports, que detém a concessão dos aeroportos nacionais, “mostrou-se aberta para poder ampliar” o Aeroporto de Beja e melhorar o taxiway, caso exista o interesse de mais operadores na infraestrutura.

De acordo com o autarca, que prestou declarações à Radio Pax no final do último Conselho Consultivo do Aeroporto de Beja, que decorreu na passada sexta-feira, 19 de novembro, a possibilidade foi admitida “no caso de haver mais operadores interessados” e de os dois lotes que restam do lado ar “serem definitivamente ocupados e afetos à construção de mais hangares”.

“A Vinci, no caso de haver mais operadores interessados e dos dois lotes que restam serem definitivamente ocupados e afetos à construção de mais hangares, pela primeira vez, mostrou-se aberta para poder ampliar o aeroporto e criar, com isso, mais sete lotes do lado ar, proporcionando a mais sete empresas a instalação efetiva no aeroporto de Beja. Isso nunca tinha acontecido nos Conselhos Consultivos anteriores e, agora, a Vinci demonstrou esta disponibilidade”, revelou o responsável.

Segundo o autarca, a Vinci Airports admite ainda a melhoria do taxiway, que é “uma das principais condicionantes que as empresas têm colocado”.

Paulo Arsénio revelou ainda à rádio local que estão também “muito avançadas as possibilidades de instalação de mais uma empresa nova na zona do aeroporto e que possa trabalhar com o aeroporto”, adiantando que se trata de uma empresa “da área da carga e da logística”.

De acordo com o autarca, no ano passado, o aeroporto de Beja terá recebido cerca de 2.500 passageiros, a grande maioria em voos premium com destino à costa alentejana e a unidades de luxo do concelho de Beja, num total de 160 movimentos.

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TAP assinala ‘Cyber Weekend’ com descontos

Para viagens a realizar entre 16 de janeiro e 31 de maio de 2022, a TAP está a promover descontos de 20% nas reservas feitas para os destinos de toda a sua rede.

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Para viagens a realizar entre 16 de janeiro e 31 de maio de 2022, a TAP está a promover descontos de 20% nas reservas feitas para os destinos de toda a sua rede, assinalando, assim, a ´Ciber Weekend’. 

Para usufruir destes descontos, a reservas terão de ser efetuadas até a próxima terça.feira, dia 30 de novembro. 

Esta promoção não contempla viagens entre 20 de fevereiro e 12 de março de 2022 e entre 1 e 25 de abril do próximo ano, e não aplicável nas tarifas Discount e Executive

A campanha inclui ofertas exclusivas aos clientes TAP Miles&Go e subscritores da newsletter FlyTAP, que tiveram acesso antecipado aos descontos. Estas reservas beneficiam ainda da flexibilidade de uma alteração gratuita (exceto tarifa Discount). 

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97 companhias aéreas continuam sem poder voar na UE

Depois de atualizada, a “Lista de Segurança Aérea da UE” mantém 97 companhias aéreas com proibições ou restrições de voo em espaço comunitário.

Victor Jorge

A Comissão Europeia (CE) atualizou a “Lista de Segurança Aérea da UE” – “EU Air Safety List”, que enumera as companhias aéreas que estão sujeitas a uma proibição de operação ou restrições operacionais na União Europeia por não cumprirem as normas internacionais de segurança, mantendo 97 companhias na “lista negra”.

“Garantir o mais elevado nível de segurança aérea para os europeus e todos os outros passageiros que viajam para e dentro da União Europeia está no cerne da política de segurança da aviação da Comissão”, refere a CE na nota de imprensa divulgada no site.

Com esta atualização, todas as companhias aéreas certificadas da Moldávia foram removidas da “Lista de Segurança Aérea da UE”, após melhorias na segurança da aviação no país. No entanto, uma transportadora aérea russa foi adicionada à lista, devido a preocupações sobre a sua capacidade de cumprir os padrões internacionais.

Adina Vălean, comissária europeia para os Transportes, refere que, “manter o mais alto nível de segurança para todos os passageiros aéreos e pessoal é a principal prioridade. A Lista de Segurança Aérea da UE continua a ser uma das nossas ferramentas mais eficazes para o conseguir”.

A “Lista de Segurança Aérea da UE” não só ajuda a manter altos níveis de segurança na UE, mas também ajuda as companhias aéreas e os países afetados a melhorar seus respetivos graus de segurança. Além disso, a “Lista de Segurança Aérea da UE” tornou-se uma importante ferramenta preventiva, motivando os países a tomarem medidas precoces antes que uma proibição se torne necessária.

Após a atualização, 90 companhias aéreas certificadas em 15 Estados-Membros continuam proibidas de voar em espaço europeu, devido à supervisão de segurança inadequada por parte das autoridades de aviação desses países. Além disso, mais sete companhias individuais estão impedidas de voar na UE com base em graves deficiências de segurança identificadas: Avior Airlines (Venezuela), Blue Wing Airlines (Suriname), Iran Aseman Airlines (Irão), Iraqi Airways (Iraque), Med-View Airlines (Nigéria), Skol Airline LLC (Rússia) e Air Zimbabwe (Zimbabué).

Duas companhias aéreas adicionais estão sujeitas a restrições operacionais e só podem voar para a UE com tipos específicos de aeronaves: Iran Air (Irão) e Air Koryo (Coreia do Norte).

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Qatar Airways recebe primeiro avião B777-9

A Qatar Airways vai ser a primeira companhia aérea a operar o novo avião B777-9, aparelho de nova geração, que proporciona maior conforto e um menor consumo de combustível.

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A Qatar Airways já apresentou o seu primeiro avião B777-9, aparelho de nova geração e com maior eficiência no consumo de combustível, do que a companhia aérea do Qatar é o cliente de lançamento mundial, e que foi recebido no Aeroporto Internacional de Doha, numa cerimónia que contou com a presença de Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea, e de vários convidados VIP.

De acordo com um comunicado da Qatar Airways, apesar de já ter sido apresentado no aeroporto da capital do Qatar, o novo avião vai ainda regressar ao Boeing Field, em Seattle, EUA, “onde continuará o seu rigoroso programa de testes”, prevendo-se que venha a integrar a frota da transportadora “num futuro próximo”.

“O avião, que se prevê vir a integrar a frota da companhia aérea premiada num futuro próximo, será o maior e mais eficiente jato bimotor do mundo, proporcionando um consumo de combustível e emissões 20% mais baixos do que o da geração anterior de aeronaves. As tecnologias chave que permitem esta eficiência são a sua nova asa composta de fibra de carbono, os novos motores e as nacelas de fluxo laminar natural”, lê-se no comunicado da Qatar Airways.

O avião, que pertence à família de aparelhos 777 e 787 da linha Dreamliner, da Boeing, oferece um maior conforto a bordo, com melhor humidade, contribuindo para proporcionar “uma viagem mais suave”, numa cabine mais larga e com janelas maiores, além de uma arquitetura mais espaçosa.

“Estamos extremamente orgulhosos por sermos um cliente de lançamento mundial deste produto líder na indústria, e por podermos demonstrar o nosso empenho em continuar a apoiar a nossa próspera rede global com uma frota que inclui os aviões bimotores mais jovens, tecnologicamente mais avançados e eficientes do mundo”, considera Akbar Al Baker, recordando que a Qatar Airways avançou para a compra destes aparelhos em 2013.

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