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Publituris nº 1270

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Nova Edição: Vencedores Travel Awards 2019, Cascais e João Cotrim de Figueiredo
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Nova edição: Entrevista CTP, Helsínquia e Expo Dubai
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A edição do Publituris faz capa com o balanço da aplicação do DL 33/2013, que deu origem às cinco novas regiões de Turismo. Saiba o que dizem os presidentes do Porto e Norte de Portugal, Centro, Alentejo e Algarve.

Em Destinos, leia, também, uma reportagem sobre Cuba, que o Publituris visitou e dá a conhecer no jornal distribuído esta semana.

O Publituris conta também com um dossier sobre Turismo Rural, onde apresenta algumas das novas unidades; e um Especial sobre Turismo de Aventura e os pontos positivos e negativos do País para este segmento.

Em Transportes, fique a par da recuperação do sector de rent-a-car e as perspectivas para o negócio este ano.

Nesta edição, o convidado do Conversas à Mesa é João Cotrim de Figueiredo, presidente do Turismo de Portugal.

Boas leituras!

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Emprego e Formação

EHT de Coimbra abre candidaturas para curso de Gestão Hoteleira e Alojamento

A Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra abriu candidaturas, em formato online e até ao dia 22 de fevereiro, para o curso de Gestão Hoteleira e Alojamento.

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Estão abertas, até 22 de fevereiro, as candidaturas ao curso de Gestão Hoteleira e Alojamento na Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra (EHTC).

Este curso de especialização tecnológica, com duração de 18 meses, contando com três meses de estágio curricular em entidades turísticas de renome nacional e internacional, pretende dar resposta às necessidades do mercado turístico, com a crescente solicitação de profissionais habilitados.

Refira-se que, face aos desafios prementes as 12 escolas da rede do Turismo de Portugal têm vindo a introduzir mudanças significativas na sua organização e metodologia de formação. Forçadas a uma mudança repentina e confrontadas com a necessidade de criar soluções, as escolas reforçaram os seus projetos de transformação digital, criando soluções de ensino à distância que serão uma componente para as mudanças introduzidas no presente ano letivo.

Através da disponibilização de percursos mais flexíveis, que conjugam formação online e formação presencial, pretende-se reduzir os períodos de permanência física na escola, garantindo igualmente a qualidade do processo formativo, sempre em caso de necessidade e por indicação das autoridades de saúde.

As candidaturas às Escolas do Turismo de Portugal, através de um processo exclusivamente online e gratuito, deverão ser efetuadas em: https://escolas.turismodeportugal.pt/ .

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Alojamento

Hotelaria algarvia cresce em ocupação e volume de vendas em dezembro mas ainda abaixo de 2019

Dados provisórios da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), relativos a dezembro de 2021, foram divulgados sexta-feira, 7 de janeiro.

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A hotelaria algarvia registou, em dezembro, uma taxa de ocupação global média/quarto de de 24,8%, subida de 123,4% face a igual período do ano passado mas, ainda assim, abaixo dos valores de 2019 (-32,6%), segundo os dados provisórios avançados esta sexta-feira, 7 de janeiro, pela Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Em comparação com dezembro de 2020, também o volume de vendas das unidades de alojamento turísticos do Algarve subiu, numa percentagem que chegou aos 136%, ainda que, em comparação com igual mês de 2019, antes da pandemia da COVID-19, este indicador continue a apresentar uma quebra de 28,0%.

As quebras verificam-se também ao nível dos mercados, sendo que, segundo a AHETA, foi entre os turistas nacionais que a descida foi menor e atingiu os 30,9%, enquanto no mercado externo se registou um decréscimo de 38,8% face a dezembro de 2019.

“Em termos acumulados, desde o início do ano, a ocupação quarto regista uma descida média de 47,3% e o volume de vendas uma descida de -37,0% face ao mesmo período de 2019″, acrescenta a AHETA no comunicado enviado à imprensa.

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Transportes

“A manter-se esta trajetória, diria que estamos numa grande recuperação”

Depois do pior ano de sempre em 2020, o rent-a-car já conseguiu “respirar” este verão e espera que, em 2022, a trajetória de crescimento se mantenha, até porque, devido à escassez de automóveis, os preços estão a subir e assim devem continuar no próximo ano, segundo a ARAC – Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor.

Inês de Matos

Depois do pior ano de sempre em 2020, o rent-a-car já conseguiu “respirar” este verão e espera que, em 2022, a trajetória de crescimento se mantenha, até porque, devido à escassez de automóveis, os preços estão a subir e assim devem continuar no próximo ano, segundo a ARAC – Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor.

Para o rent-a-car, o verão começou tarde, por meados de junho, mas trouxe notícias positivas. Em declarações ao Publituris, Joaquim Robalo de Almeida, secretário-geral da ARAC – Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor, explica que, depois do pior ano de sempre que o rent-a-car viveu em 2020, em que, devido ao impacto da pandemia, os “alugueres caíram a pique porque não havia turismo”, o setor iniciou a recuperação “a partir de junho, quando a situação começou a melhorar com a abertura dos vários países e os voos também começaram a melhorar”.
Os turistas europeus, sobretudo provenientes do Reino Unido, que segundo o responsável continua a ser “um mercado muito fiel a Portugal”, mas também da França e Alemanha – neste caso em muito “menor quantidade” que noutros anos, devido às restrições que também a Alemanha adotou -, assim como dos países nórdicos, irlandeses, espanhóis e italianos, foram os que mais animaram o rent-a-car nacional neste verão.
Joaquim Robalo de Almeida não tem dúvidas que a tendência de crescimento que se iniciou no verão vai fazer toda a diferença quando nas contas do final do ano, uma vez que, segundo as previsões da associação, o setor do rent-a-car deverá ter encerrado 2021 com uma faturação na casa dos 529 milhões de euros, o que traduz uma descida de 22% face a 2019, mas que poderia ser muito superior se o verão não tivesse decorrido de forma positiva. “Nos primeiros seis meses deste ano, temos uma quebra de 60% face a 2019, ou seja, o verão é que veio ajudar. Se se mantivesse esta trajetória, chegaríamos ao fim do ano com uma quebra de 60% ou mais, como aconteceu em 2020”, explica o responsável, revelando que, no ano passado, o setor apresentou uma quebra de 56% na faturação, que só não foi maior porque “janeiro e fevereiro tinham sido os melhores de sempre” para o rent-a-car nacional.

Aumento de preços

O secretário-geral da ARAC está, portanto, confiante quanto aos resultados de 2021, ainda que aos números do verão falte ainda juntar os dos fim-do-ano, época festiva que, por norma, também costuma agitar o rent-a-car e que não deverá ter sido muito diferente este ano. “De acordo com as projeções que temos, a procura é bastante razoável, até acima dos 80%. A manter-se esta trajetória, diria que estamos numa grande recuperação”, revela Joaquim Robalo de Almeida, que se mostra confiante na concretização das projeções da associação, até porque a crise dos semicondutores levou a uma escassez de automóveis no mercado que se refletiu num aumento de preços no rent-a-car. “Apesar de tudo, este problema também nos trouxe alguma vantagem porque os preços subiram e as empresas tiveram uma rentabilidade melhor, mesmo com menos carros”, indica, explicando que, em 2019, a frota média do rent-a-car rondava as 88 mil viaturas, enquanto em 2021 o número de veículos não foi além dos 50 mil. “Já a frota de pico, em 2019, foi de 115 mil carros e, em 2021, foi de 63 e pouco, sensivelmente metade”, acrescenta, explicando que, “como a procura ficou muito ajustada ou foi até superior à oferta, obviamente houve uma subida de preços, o que foi benéfico para as empresas conseguirem respirar com as faturações que tiveram, depois de meses e meses de faturações mínimas”.
O secretário-geral da ARAC revela que, devido a esta crise dos semicondutores, que são integrados na construção dos automóveis, as empresas de rent-a-car têm atualmente “uma frota bastante reduzida”, já que, “neste momento, não há viaturas para comprar devido à falta dos semicondutores”. “Temos comprado tudo o que existe, mas mesmo assim não chega”, lamenta Joaquim Robalo de Almeida.
E este é, segundo o secretário-geral da ARAC, “um grande desafio” que se vai manter também em 2022 e que, mais uma vez, deverá resultar num aumento de preços também no próximo ano. “Também esperamos um aumento de preços”, perspetiva o responsável, revelando que, este ano, já houve “uma boa subida”, que contribuiu para animar o rent-a-car. “Em março, o preço médio por dia de uma viatura estava nos 18 euros e, em agosto, estava nos 39 euros. Houve uma boa subida, é isso que nos anima”, indica, revelando que “o preço médio subiu em todas as categorias de carros”, até porque, comparativamente a outras áreas, o rent-a-car mantinha preços que estavam desajustados. “Se compararmos com outros produtos turísticos, todos eles subiram o preço, a hotelaria subiu, a aviação também e é preciso lembrar que o rent-a-car, por vezes, tinha preços demasiado baixos. Teve que ajustar o preço, é a lei da oferta e da procura e, visto que houve um aumento da procura, o preço teve de subir”, resume Joaquim Robalo de Almeida.
Questionado sobre quanto podem os preços do rent-a-car subir no próximo ano, o secretário-geral da ARAC prefere não avançar números concretos, até porque “é difícil adiantar valores sem saber se vai haver carros”, mas lembra os aumentos estimados pela Europcar, cujo diretor geral em Portugal, Paulo Moura, que é também o presidente da ARAC, aponta subidas que podem chegar aos dois dígitos. “Há empresas que estimam 8% ou 10%, mas não sei, até poderá ser mais nos meses de pico”, considera o responsável, realçando, no entanto, que a questão do preço “não é elástica”, ou seja, existe uma margem até à qual o cliente está disposto a pagar, ainda que considere que, no caso do rent-a-car, esse limite está ainda “longe” de ser atingido. “Pelo que vejo, estamos longe desses valores, até comparando com outros países europeus, os nossos preços continuam baixos”, defende.

2022

A crise dos semicondutores e a escassez de veículos que ela provocou é, na opinião de Joaquim Robalo de Almeida, o principal desafio que se deverá colocar ao rent-a-car neste novo ano, até porque o responsável se mostra confiante de que o aumento da procura veio para ficar e que “as pessoas vão ser autorizadas a viajar mais”, apesar das novas variantes da COVID-19. “Mas esta crise dos semicondutores pode ser um grande problema porque, se não tivermos carros, vamos ter uma procura muito intensa com uma oferta reduzida”, considera, acrescentando que, “face aos indicadores que existem atualmente, 2022 e ainda alguns meses de 2023, vão ser muitos difíceis em termos de aquisição de automóveis”. “Vai ser uma situação muito complexa, porque não podemos ter os veículos em frota demasiado tempo, aliás este é um setor em que está regulamentada a idade dos veículos e, por isso, antevemos um ano um bocadinho complicado em termos de oferta”, teme Joaquim Robalo de Almeida.
Mas 2022 não deverá trazer apenas desafios ao rent-a-car, uma vez que, como refere o responsável, as empresas do setor têm vindo a aderir aos veículos elétricos e, este ano, já disponibilizaram 700 destas viaturas para aluguer. E a tendência deverá ser de crescimento, com o secretário-geral da ARAC a prever mesmo que o “rent-a-car vai ser novamente o porta-estandarte da modernização do parque automóvel”, como já foi no século passado, uma vez que o rent-a-car representa 28% ou 29% do total de carros vendidos no país e, se juntarmos a isto o renting, que “representa mais 23% ou 24%”, percebe-se que as formas de locação absorvem cerca de 53% das vendas de automóveis no país. “Mais uma vez, será este setor, como no princípio do século XX e nos anos 90, o responsável pela modernização do parque automóvel, o que não deixa de ser gratificante”, congratula-se o responsável.
Os veículos elétricos que, segundo Joaquim Robalo de Almeida, são o futuro, também têm, no entanto, alguns problemas, desde logo o da escassez de postos de carregamento (ver caixa), o que torna “difícil alugar estes carros se os turistas souberem que, por exemplo, de Faro a Lisboa, torna-se complicado fazer a viagem num elétrico”, mas também o do preço dos próprios carregamentos, que começaram por ser gratuitos, mas têm vindo a subir, de tal forma que atualmente chegam a ser “superiores aos de um carro a combustão, quer a diesel quer a gasolina”. “Os valores são, de facto, surpreendentes”, lamenta o responsável.
Nos planos do rent-a-car, está ainda o aumento dos veículos híbridos disponibilizados para aluguer, uma vez que estes automóveis oferecem o melhor de dois mundos, a versão elétrica que é “ideal para a cidade” e a versão a combustão, aconselhada para viagens maiores e sempre que os postos de carregamento escassearem. “Pensamos que, em 2022, vamos ter mais carros híbridos e muitos mais elétricos. Todas as energias limpas são bem-vindas”, conclui o secretário-geral da ARAC

Setor pede “apoios da bazuca” para a descarbonização
Na opinião de Joaquim Robalo de Almeida, o setor do rent-a-car não pode ser esquecido na hora de distribuir os apoios da ‘bazuca europeia’, até porque está à beira da transição, com a crescente incorporação de veículos elétricos, e precisa de apoios para dar o passo seguinte e apostar na descarbonização. “Este setor deve ter apoios da bazuca e que cheguem depressa, porque a carbonização continua”, alerta Joaquim Robalo de Almeida, revelando que, além de vantagens na aquisição destes veículos, o rent-a-car quer também ser apoiado na criação de postos de carregamento. “No âmbito do plano ‘Reativar o Turismo, Construir o Futuro’, já pedimos às nossas autoridades apoios para a instalação de postos de carregamento, quer nas estações das empresas, unidades turísticas ou até para a construção de hubs com vários postos de carregamento porque, efetivamente, quando entregamos um carro, temos de o entregar carregado”, explica.
Além da questão dos postos de carregamento, a ARAC quer também que os fundos europeus sejam usados em prol da descarbonização da frota e da digitalização do setor, de forma a que seja possível desenvolver “o contactless e o paperless. “Acreditamos que todas as grandes empresas vão implementar sistemas contactless”, indica o secretário-geral da ARAC, revelando que muitas estão já a trabalhar para lançar sistemas semelhantes ao carsharing também no rent-a-car, sem qualquer contacto humano na hora de levantar os veículos.

Convenção da ARAC ainda sem data
Mais indefinida parece estar, por enquanto, a data da IV Convenção Nacional da ARAC, que devia ter decorrido em 2020 mas que foi adiada devido à pandemia da COVID-19, continuando ainda sem data definida. Ao Publituris, Joaquim Robalo de Almeida adianta apenas que a convenção vai decorrer “ao longo de 2022” e terá lugar “assim que existam condições epidemiológicas” que permitam a sua realização.
Apesar da data ainda não estar definida, já existem temas alinhavados, com o responsável a revelar que o evento vai voltar a contar com cinco painéis e a abordar a questão do low cost no rent-a-car, com o objetivo de apurar se “o low cost ainda faz sentido”, estando também previstos debates em torno do papel do rent-a-car no ecossistema da mobilidade e dos novos meios de mobilidade urbana; do turismo de que Portugal precisa; assim como do digital e do futuro.
Já o tema da IV Convenção Nacional da ARAC mantém-se e vai abordar os “Desafios da nova mobilidade”, assim como o local, com a Culturgest, em Lisboa, a acolher novamente a iniciativa.
Apesar da convenção ainda não ter data, a ARAC avança ao Publituris que vai, no entanto, realizar “vários eventos técnicos ao longo do próximo ano”, com o objetivo de dar resposta às dúvidas e necessidades dos seus associados

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Mainova lança experiências de enoturismo no Alentejo

A herdade da Fonte Santa, no Alentejo, abre agora as portas do projeto Wine Art Gallery Mainova, espaço dedicado a experiências de enoturismo com visitas à adega, às vinhas e olival, além de provas e eventos tailor-made.

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Depois de mais de um ano a ganhar terreno, a herdade da Fonte Santa, no Alentejo, abre agora as portas do projeto Wine Art Gallery, espaço dedicado a experiências de enoturismo com visitas à adega, às vinhas e olival, além de provas e eventos tailor-made.

Foi pelas mãos de Bárbara Monteiro, a filha mais nova de três irmãs, que nasceu a Mainova, após uma década de trabalho nas plantações de olival (90 hectares) e vinha (20 hectares) da herdade, adquirida pela família ainda em 2010.

A adega divide-se em dois pisos – o inferior tem uma sala de estágio que guarda as barricas de madeira – e é ocupada pela maquinaria especializada e as grandes cubas metálicas, de onde saem as várias referências vínicas com as assinaturas Mainova, Moinante e Milmat. Tal como os azeites – Clássico e Early Harvest—, também os vinhos são produzidos através de um regime de produção integrada e biológica, resultando em vinhos com pouca intervenção, baixos sulfurosos e com certificação vegan, pela mão dos enólogos António Maçanita e Sandra Sarria.

O novo espaço conta ainda com uma pequena cozinha de apoio para os eventos personalizados e uma sala de provas preparada para receber grupos onde estão expostas todas as referências Mainova, também disponíveis para venda direta ao público.

Os novos programas de enoturismo foram pensados para todo o tipo de entusiastas de vinhos, mas sem nunca esquecer o outro lado da Herdade — o dos azeites. As experiências arrancam com o Mainova Iniciante, que inclui uma visita pela adega, uma prova de três vinhos e uma tábua de queijos e enchidos regionais (20€ por pessoa em 30 a 45 minutos). O programa Mainova Intermédio contempla o mesmo que o anterior, mas em vez de três a prova é feita com cinco vinhos distintos da marca, por 40€ por pessoa, numa visita de 60 a 90 minutos.

Nesta nova fase, a Mainova oferece também experiência tailor-made para quem deseja ter um momento personalizado. É possível organizar eventos privados – de aniversários a team buildings -, participar num programa de vindima, assistir a um showcooking, organizar uma refeição com foodpairing ou fazer um piquenique à sombra de uma oliveira milenar. Os preços destas experiências por medida dependem do tipo de evento e do número de pessoas que nele participam.

 

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Candidaturas ao programa ‘Transformar o Turismo’ arrancam segunda-feira

Programa prevê o desenvolvimento de produtos, serviços e negócios inovadores com benefícios sociais tangíveis e impacto positivo no meio ambiente.

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As candidaturas ao programa ‘Transformar o Turismo’, anunciado em finais do ano passado, com uma dotação de 20 milhões de euros para ajudar o setor a tornar-se mais sustentável, arrancam esta segunda-feira, 10 de janeiro, prevê o despacho da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que foi esta sexta-feira, dia 7, publicado em Diário da República.

De acordo com a Lusa, o despacho que aprova o programa ‘Transformar o Turismo’, cuja publicação foi acompanhada pelos que aprovam também as linhas de apoio Territórios Inteligentes, com quatro milhões de euros, e Regenerar Territórios, com 16 milhões de euros, prevê o desenvolvimento de produtos, serviços e negócios inovadores com benefícios sociais tangíveis e impacto positivo no meio ambiente.

O programa Transformar Turismo, que sucede ao Programa Valorizar criado em 2016, destina-se a entidades públicas e privadas do setor, consistindo, numa primeira fase, em linhas específicas de financiamento destinadas à valorização turística dos territórios através de projetos que transformem o turismo dando resposta às novas necessidades e interesses do consumidor e cumprindo metas de sustentabilidade económica, ambiental e social definidas na Estratégia Turismo 2027.

Já a Linha Territórios Inteligentes conta com uma dotação para financiamento de projetos de quatro milhões de euros, repartidos pelo ano de 2022, em fases trimestrais de candidaturas, que terminam em março, junho, setembro e dezembro, com uma dotação por fase de um milhão de euros.

A Linha Regenerar Territórios tem uma dotação de 16 milhões de euros, repartidos por 2022 e 2023, em fases trimestrais de candidaturas, que terminam em março, junho, setembro e dezembro de cada ano, com uma dotação por fase de dois milhões de euros.

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Publicada portaria que define procedimentos em casos de covid-19 em voos e cruzeiros

Portaria define “os procedimentos a adotar pelos diferentes intervenientes para efeitos de colaboração com as autoridades de saúde”, em caso de confirmação de casos de COVID-19 em voos e navios de cruzeiro,

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A portaria que define os procedimentos a adotar quando são detetados casos de covid-19 em viagens por via área e marítima, como navio de cruzeiros, foi esta sexta-feira, 7 de janeiro, publicada em Diário da República, entrando em vigor no sábado, 8 de janeiro.

De acordo com a Lusa, a portaria estabelece “os procedimentos a adotar pelos diferentes intervenientes para efeitos de colaboração com as autoridades de saúde aquando da realização da investigação epidemiológica de casos confirmados de covid-19 e rastreio de contactos com história de viagem por via aérea ou marítima durante o período de infecciosidade”.

O documento prevê que a autoridade de saúde que verifique a existência de infeções deve contactar a autoridade de saúde local do aeródromo ou do porto onde o passageiro infetado com o vírus SARS-CoV-2 desembarcou, dando conhecimento à autoridade de saúde regional, para efeitos de aplicação dos procedimentos necessários à identificação dos contactos do caso de covid-19 que viajaram no mesmo voo ou navio de cruzeiro.

“Se o aeródromo ou o porto pertencer a uma região de saúde diferente, a autoridade de saúde local responsável pela investigação epidemiológica deve comunicar à autoridade de saúde regional a necessidade de articulação com a autoridade de saúde da região de saúde do aeródromo ou do porto em causa”, refere.

A portaria refere também que a autoridade de saúde do local onde se situa o aeródromo ou o porto deve aceder à base de dados do formulário de localização de passageiros, através da plataforma criada e suportada para o efeito pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, e selecionar a informação a exportar relativa aos contactos do caso de COVID-19.

Previsto está ainda que, caso o destino do passageiro identificado como contacto de caso de COVID-19 estiver numa região de saúde diferente do local de chegada, ou se o passageiro estiver em trânsito ou transferência, a autoridade de saúde regional se deve articular com a autoridade de saúde regional do destino, para que esta dê cumprimento ao disposto no número anterior.

“A informação relativa aos passageiros que já não se encontrem em território nacional é enviada pela autoridade de saúde regional ao centro de emergências em saúde pública da Direção-Geral da Saúde, para que seja efetuada, pelo ponto focal nacional da Sanidade Internacional, a comunicação com as autoridades de saúde dos outros países”, refere ainda a portaria.

O documento, assinado pelos secretários de Estado adjuntos e da Administração Interna, da Saúde e das Comunicações, refere ainda que as entidades responsáveis pela gestão das infraestruturas aeroportuárias ou portuárias e as companhias aéreas ou os armadores de navios de cruzeiro ou respetivos representantes legais devem prestar toda a colaboração solicitada pelas autoridades de saúde no âmbito da investigação epidemiológica de casos de COVID-19.

 

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Lisboa recebe 57M€ do PRR para requalificar 15 museus e monumentos

Protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML), Associação Turismo de Lisboa (ATL) e Direção Geral do Património Cultural (DGPC) prevê que o investimento na requalificação de museus e monumentos decorra até final de 2025.

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Quinze museus e monumentos da cidade de Lisboa vão ser requalificados e valorizados ao abrigo de um protocolo de cooperação, financiado pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, que prevê o investimento de 56.879.350,00 euros, até final de 2025.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, este protocolo, que junta a Câmara Municipal de Lisboa (CML), a Associação Turismo de Lisboa (ATL) e a Direção Geral do Património Cultural (DGPC), prevê intervenções na Casa Museu Anastácio Gonçalves, Mosteiro dos Jerónimos, Museu de Arte Popular, Museus Nacionais de Arqueologia, Arte Antiga, Arte Contemporânea do Chiado, Etnologia, Azulejo, Teatro e Dança, Traje, Coches (Picadeiro Real e Novo), Palácio Nacional da Ajuda, Panteão Nacional e Torre de Belém.

“As ações foram definidas pela DGPC em articulação com os diretores destes equipamentos culturais e incluem intervenções de recuperação e reabilitação do edificado a melhoria dos conteúdos expositivos, sinalética e outras ações de valorização, bem como ações que contribuam para a sustentabilidade ambiental”, explica o comunicado divulgado esta sexta-feira, 7 de janeiro, pelo Turismo de Lisboa.

Entre os projetos previstos, encontra-se a “remodelação profunda” do Museu Nacional de Arqueologia, a “valorização” do núcleo composto pelo Museu Nacional do Teatro e Dança, pelo Museu Nacional do Traje e pelo Parque do Monteiro Mor, a “requalificação” do Museu Nacional do Azulejo, a “remodelação do núcleo de ourivesaria e das reservas” do Museu Nacional de Arte Antiga, a “criação de estruturas de apoio ao visitante, bilheteiras e lojas” na Torre de Belém e no Panteão Nacional, assim como “ações de conservação e restauro” no Mosteiro dos Jerónimos e no Palácio da Ajuda e zona envolvente.

“O desenvolvimento deste ambicioso projeto de valorização da oferta cultural de Lisboa e de melhoria da experiência do visitante será acompanhado por um plano de comunicação interna e externa, visando a captação de novos públicos para os equipamentos culturais de Lisboa, contribuindo para a sua sustentabilidade futura e para o reforço da atratividade turística”, acrescenta o Turismo de Lisboa.

O protocolo foi assinado pelo diretor geral da DGPC, João Carlos dos Santos; pelo vice-presidente da CML, Filipe Anacoreta Correia; e pelos presidente adjunto e diretor geral da ATL, José Luís Arnaut e Vítor Costa, prevendo ainda a criação de uma comissão de acompanhamento, composta por um representante de cada entidade, cabendo à DGPC e à CML a aprovação dos projetos e o acompanhamento técnico e à ATL a sua execução e a promoção interna e externa.

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Ómicron ameaça Carnaval no Brasil e cancela festejos de rua

Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Olinda são algumas das cidades brasileiras que cancelaram os festejos de Carnaval de rua, apesar de manterem os desfiles no sambódromo e outros eventos.

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Ainda não será em 2022 que os festejos de Carnaval no Brasil voltam aos moldes tradicionais, uma vez que a variante Ómicron, mais contagiosa que as anteriores, já levou ao cancelamento dos festejos de rua no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Olinda, sendo que apenas os desfiles no sambódromo e algumas festas e bailes vão decorrer e com controlo.

“O Carnaval de rua, nos moldes até 2020, que já não havia acontecido em 2021, não poderá acontecer este ano. Tendo em vista os dados epidemiológicos que temos e que poderemos ter, vimos que seria muito difícil fazer o Carnaval de rua”, anunciou Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, citado pela imprensa brasileira.

Explicando que é “praticamente inviável” que se consiga “estabelecer um controlo” nos chamados blocos de rua, Eduardo Paes garantiu, no entanto, que o Carnaval no Rio de Janeiro vai contar com desfile no sambódromo, assim como com bailes, onde seja possível realizar algum controlo à COVID-19.

Apesar de ser a cidade com os festejos mais conhecidos, o Rio de Janeiro não é, no entanto, caso único, uma vez que também a cidade de Olinda, no nordeste brasileiro, cancelou na passada quarta-feira, 5 de janeiro, o Carnaval de rua, com as autoridades locais a explicarem que a sua prioridade é “a saúde da população por conta do atual período pandémico da COVID-19 e aumento do número de casos de influenza [gripe]”.

Caminho idêntico seguiu ainda Salvador da Bahia, capital do estado homónimo, que já tinha confirmado que não realizaria festejos de Carnaval, nem de qualquer outra ordem, a exemplo da Lavagem do Bonfim, que deveria ter lugar este mês.

Esta quinta-feira, 6 de janeiro, foi ainda a vez de São Paulo, a maior cidade do Brasil, cancelar o Carnaval de rua, com Ricardo Nunes, prefeito da cidade, a revelar que as autoridades vão agora preparar um “protocolo”, que permita a “realização de desfiles no sambódromo”.

De acordo com a imprensa brasileira, apesar dos cancelamentos já conhecidos, muitos outros se podem vir a suceder, uma vez que também cidades como Recife, Maceió, Manaus, João Pessoa, Porto Alegre ou Natal não decidiram ainda se mantém ou cancelam as celebrações.

 

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InovaRia lança três cursos para ativos da área o turismo

As candidaturas estão abertas para três cursos especialmente pensados para os ativos do setor do turismo da região de Aveiro. Quem os promove é a InovaRia- Rede de Inovação em Aveiro, em parceria com a UNAVE.

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A InovaRia- Rede de Inovação em Aveiro, promove, a partir do dia 17, três cursos-piloto pensados especialmente para os setores dos serviços de turismo da região. As candidaturas já estão a decorrer.

Estas formações são financiadas pelo programa comunitário UIA – Urban Innovation Actions, ao abrigo do projeto Aveiro Steam City / Observatório do Emprego.

O curso “Fundamentos da digitalização de serviços e processos na área do Turismo”, começa no dia 17 janeiro, enquanto “Marketing de conteúdo para as empresas da área do Turismo”, tem início a 31 janeiro. A formação que permite “Noções Gerais de Redes Sociais e Gestão de Presença na área do Turismo”, tem início marcado para 14 de fevereiro.

Os cursos não têm qualquer custo para os formandos, por contarem com financiamento comunitário, mas estão sujeitos a candidatura, que os interessados (trabalhadores no ativo), devem fazer, o mais rápido possível, em https://www.unave.pt/?formacao=info-uia-inovaria, pois o número de vagas é limitado.

A UNAVE- Associação para a Investigação e Formação Profissional da Universidade de Aveiro é a entidade formadora contratada para a realização destes cursos.

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Nova edição: Balanços e perspetivas, entrevista João Duque, Alojamento Local, AHETA e easyJet

A primeira edição de 2022 do Publituris faz capa com a auscultação a mais de três dezenas de profissionais do setor do turismo e a publicação dos balanços de 2021 e perspetivas para 2022.

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A primeira edição de 2022 faz capa com a auscultação ao setor do turismo e a publicação dos balanços de 2021 e perspetivas para 2022.

Foram ouvidos mais de três dezenas de profissionais, das mais diversas áreas da indústria e uma coisa parece certa. Apesar das incertezas, as estimativas, esperanças e desejos vão no sentido de um 2022 melhor, bem melhor do que 2021.

O economista e professor do ISEG, João Duque, é o entrevistado desta primeira edição de janeiro. Crítico da decisão proposta por parte do Governo e aprovada por Bruxelas relativamente à TAP, João Duque abordou ainda outras questões relacionadas com o turismo. O tal turismo que “cresce, porque o Estado não se mete”.

As eleições na AHETA foram adiadas para 21 de janeiro e o Publituris falou com um dos candidatos: Hélder Martins. “Quero que a AHETA volte a ter a sua voz no Algarve”, diz o empresário, antigo presidente da RTA e agora candidato à presidência da AHETA.

O “Dossier” desta edição do Publituris analisa o mercado do Alojamento Local. Hoje já não há dúvidas e será até consensual: o Alojamento Local (AL) veio diversificar a oferta turística em Portugal, criou novos segmentos e novos públicos não só nas grandes cidades, mas também no interior do país, como ajudou ao surgimento de muitas outras empresas que servem de suporte para as mais diversas atividades que este segmento exige. A criação de empregos diretos em Portugal tem sido igualmente um fator decisivo, bem como a sua contribuição para a economia nacional.

Além da auscultação de vários players do mercado do AL, conversámos, igualmente, com o presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP). Segundo Eduardo Miranda, “a diversidade [do AL] trouxe uma riqueza ao turismo e tem sido uma parte importante da estratégia de crescimento e de posicionamento do turismo em Portugal”.

Nos “Transportes”, tivemos à conversa com José Lopes, diretor-geral da easyJet. A companhia está confiante de que 2022 vai ser um ano positivo e conta aumentar a capacidade em Portugal em 8% face à oferta que a companhia aérea disponibilizava em 2019. E os planos de crescimento podem até vir a ser ultrapassados, caso consiga alguns dos ‘slots’ que a TAP vai ter de abandonar no aeroporto de Lisboa.

As opiniões desta edição pertencem a Amaro F. Correia (Atlântico Business School), Pedro Castro (SkyExpert Consulting), Susana Rachão (ISAG) e António Paquete (economista).

Boas leituras e votos de um excelente 2022.

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