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ACI Europe e ETC destacam entrada da Bulgária e Roménia no espaço Schengen

De acordo com as duas entidades, trata-se de um “marco histórico para os transportes aéreos e marítimos no Sudeste da Europa, que irá reforçar a coesão social e facilitar as viagens entre a Roménia, a Bulgária e outros países do espaço Schengen”.

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ACI Europe e ETC destacam entrada da Bulgária e Roménia no espaço Schengen

De acordo com as duas entidades, trata-se de um “marco histórico para os transportes aéreos e marítimos no Sudeste da Europa, que irá reforçar a coesão social e facilitar as viagens entre a Roménia, a Bulgária e outros países do espaço Schengen”.

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A ACI Europe e a European Travel Commission (ETC) destacam a primeira fase da adesão da Roménia e da Bulgária ao espaço Schengen, com o levantamento dos controlos nas fronteiras aéreas e marítimas, salientando que este primeiro passo destina-se a “reforçar a coesão social e a aprofundar a integração europeia”.

Para Olivier Jankovec, diretor-geral da ACI Europe, “Schengen faz parte do tecido fundamental das viagens aéreas europeias, permitindo uma experiência mais agradável para os passageiros e operações mais eficientes, com tempos de ligação mais rápidos e controlos simplificados. A facilitação das viagens para os cidadãos da UE na Roménia e na Bulgária constitui um importante passo em frente para a Europa. Trata-se de reforçar a integração e promover a igualdade através do direito fundamental à livre circulação. Este desenvolvimento terá repercussões económicas e sociais positivas para as comunidades locais e para a economia em geral.”

Do lado da ETC, Eduardo Santander, diretor-executivo da entidade já presidida pelo português Luís Araújo, “acolher a Roménia e a Bulgária no espaço Schengen por via aérea e marítima é fundamental para facilitar as viagens sem problemas, tanto para os habitantes locais como para os turistas. Trata-se de uma excelente oportunidade para desenvolver o turismo nestes dois destinos menos conhecidos, o que beneficiará as comunidades e empresas locais, bem como o ecossistema turístico europeu em geral. Esperamos que isto marque o início de uma viagem rápida em direção à plena adesão e que as fronteiras terrestres sejam levantadas em breve.”

Benefícios para os cidadãos
O espaço de viagem sem passaporte da UE é uma das realizações mais tangíveis da integração europeia para os seus cidadãos. O espaço Schengen facilita a livre circulação entre 27 países, incluindo 23 Estados-Membros da UE. A eliminação dos obstáculos às viagens entre os países da zona criou uma experiência de viagem mais fluida, com filas de espera mais curtas e menos encargos administrativos. Este facto é particularmente importante dada a importância das viagens intra-europeias para os aeroportos e destinos europeus.

A integração da Bulgária e da Roménia no espaço Schengen por via aérea e marítima é um passo fundamental para melhorar a conetividade com os dois países. Isto irá nivelar as condições de viagem e turismo, permitindo que os viajantes se desloquem entre a Bulgária, a Roménia e outros países do espaço Schengen sem terem de se submeter a controlos de passaportes ou aduaneiros.

 

Mercados locais dinâmicos

Os aeroportos e as viagens aéreas serão os principais motores de uma maior integração entre os novos países do espaço Schengen e a comunidade em geral. A Bulgária e a Roménia têm ainda uma propensão para voar consideravelmente inferior à média da UE (UE 1,69, Bulgária 0,87, Roménia 0,60), o que aponta para um grande potencial inexplorado de crescimento do tráfego aéreo.

Ambos os países têm estado também na vanguarda da recuperação do setor após a crise da COVID-19, registando um crescimento dinâmico muito acima dos volumes anteriores à pandemia (janeiro de 2024 vs janeiro de 2019: UE -3%, Bulgária +7%, Roménia +4,3%). A adesão a Schengen dar-lhes-á um novo impulso, ao mesmo tempo que impulsionará a recuperação das viagens aéreas em toda a UE.

David Ciceo, presidente da Associação de Aeroportos da Roménia e membro do Conselho de Administração da ACI Europe, admite que, “já nos últimos meses de 2024, os aeroportos romenos esperam que mais de 14 milhões de passageiros viajem dentro do espaço Schengen, o que representa cerca de 70% de todo o tráfego de passageiros. O crescimento dinâmico do transporte aéreo na nossa região significa que esse número atingirá quase 21 milhões de passageiros em 2025.”

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Indústria europeia de viagens e turismo une-se para combater as mudanças climáticas

Representantes de várias associações europeias do setor das viagens e turismo, reunidos em Rodes, na Grécia, assinaram uma declaração destinada a combater as alterações climáticas na indústria.

Apoiada por destacadas organizações europeias ​​como A4E, ACI Europe, CLIA, ECTAA, EEIA, ERA, HOTREC, IAAPA, IRU e Ruraltour, a declaração conjunta realça o compromisso de tomar medidas decisivas para práticas sustentáveis ​​em viagens e turismo.

“A crise climática está aqui e põe-nos à prova a todos. O turismo não é exceção. Com a declaração conjunta de hoje, a indústria europeia de viagens e turismo está a embarcar num caminho sustentável para as alterações climáticas, ao mesmo tempo que apela aos decisores da UE para que ajam para ajudar o crescimento sustentável do setor, em benefício da economia e da sociedade”, considerou Alexandros Vassilikos, presidente da HOTREC, citado pela imprensa internacional.

“As alterações climáticas são uma ameaça real para o setor da hotelaria e restauração. Devemos fazer a nossa parte e trabalhar em conjunto para mitigar o impacto. A declaração de hoje mostra que a indústria europeia de viagens e turismo está empenhada e unida para agir para prevenir as alterações climáticas”, disse, por sua vez, Marie Audren, CEO da HOTREC.

A declaração serve como um guia abrangente para a colaboração, destacando a necessidade urgente de descarbonização, cooperação reforçada e envolvimento significativo com os decisores políticos. À medida que se aproximam as eleições europeias, os líderes da indústria apelam aos decisores para que deem prioridade às iniciativas de turismo sustentável e atribuam rubricas orçamentais específicas para apoiar estes esforços.

Ao nível da descarbonização, pretende-se implementar planos robustos de ação climática a nível organizacional e industrial para reduzir o impacto ambiental, enquanto firmam os compromissos para atingir as metas de descarbonização até 2050, em linha com as declarações de Glasgow e Toulouse.

Promover a consciencialização e a responsabilidade através da partilha de melhores práticas e do fornecimento de conhecimentos especializados para acelerar os esforços de descarbonização em todo o setor, bem como ajudar as pequenas e médias empresas a adaptarem-se aos desafios climáticos e a acederem a oportunidades de financiamento para iniciativas de descarbonização, e ainda apoiar iniciativas para melhorar as competências da força de trabalho e colmatar lacunas de competências sustentáveis ​​através de programas de educação e formação, são outras questões destacadas no documento final saído da reunião de Rodes.

Há igualmente o compromisso de realizar reuniões regulares para avaliar o progresso e fortalecer a colaboração entre as partes interessadas, com o objetivo de moldar um cenário regulatório favorável com os decisores políticos europeus e nacionais.

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Fado in Chiado completa 15 anos de braço dado com o Turismo

Ao longo destes 15 anos de existência, o projeto Fado in Chiado já recebeu 225 mil espectadores, oriundos de mais de 23 países, num sucesso que é explicado pelo “contacto permanente” com o setor do turismo.

O Fado in Chiado está a assinalar o 15.º aniversário, período ao longo do qual este projeto que promove o Fado junto dos turistas que visitam Lisboa recebeu já 225.000 espectadores, oriundos de mais de 23 países.

“O orgulho deste projeto pode ser traduzido em números: mais de 225 mil espectadores, oriundos de mais de 23 geografias, com destaque para países como Inglaterra, França, Espanha, Alemanha, Brasil, Holanda, Estados Unidos, Canadá, China, Coreia, entre muitos outros”, congratula-se o Fado in Chiado, numa nota enviada à imprensa.

O sucesso do Fado in Chiado, destaca o projeto na informação divulgada, explica-se pelo “contacto permanente” que existe entre o projeto e as delegações turísticas de diferentes países, assim como pela “presença nas principais feiras mundiais e o apoio das diferentes instituições nacionais”, a exemplo do Turismo de Lisboa e do Turismo de Portugal.

“A ligação permanente com as unidades hoteleiras na grande Lisboa é outra das pontes de contacto que destacamos e em que investimos”, acrescenta o Fado in Chiado, que considera que “o turismo exige cada vez mais conteúdos de entretenimento diferenciadores, confiáveis e caracterizados pelas matrizes culturalmente enraizadas”, a exemplo do espetáculo que o Fado in Chiado promove.

A “constante modernização comercial e a consistência do espetáculo”, assim como as melhorias que têm vindo a ser introduzidas, nomeadamente ao nível da sala e do palco, que foram alvo de “uma intervenção técnica, modernizando equipamentos, melhorando cenicamente o espetáculo e aperfeiçoando, em termos globais, a experiência” dos visitantes, também ajudam a explicar o sucesso deste projeto.

O Fado in Chiado é um projeto promovido e produzido pela Genius y Meios, empresa do Grupo Renascença Multimédia.

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Transportes

Passageiros de cruzeiros chegam aos 31,7 milhões em 2023 e ultrapassam valores pré-pandemia

Um recente relatório da CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros prevê que os números continuem a aumentar nos próximos anos e que, até 2027, o volume global de passageiros de cruzeiros chegue aos 39,4 milhões.

No ano passado, o volume global de passageiros de cruzeiros chegou aos 31,7 milhões, ultrapassando em 7% os números pré-pandemia, avança a CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros.

“Os cruzeiros continuam a ser um dos setores de turismo mais resilientes e de crescimento mais rápido, recuperando mais rapidamente do que as chegadas de turistas internacionais e dando um forte contribuinte para as economias locais e nacionais”, sublinha Kelly Craighead, presidente e executivo-chefe da CLIA.

De acordo com o relatório da CLIA sobre o estado da indústria de cruzeiros em 2024, os EUA foram, no ano passado, o maior mercado emissor de cruzeiristas, com 18,1 milhões de passageiros, seguindo-se a Europa com 8,2 milhões de passageiros.

Já o Reino Unido somou 2,2 milhões de cruzeiristas, o que representa um aumento de 15% face aos 1,9 milhões de passageiros de cruzeiros que tinham sido identificados em 2019.

Em relação ao tipo de cruzeiros, o relatório da CLIA indica que foram os cruzeiros de expedição que mais cresceram entre 2019 e 2023, período durante o qual o número de passageiros que navegam nestes itinerários aumentou 71%.

Os números são positivos e assim devem continuar nos próximos anos, uma vez que a CLIA estima novos aumentos dos passageiros de cruzeiros ao longo dos próximos quatro anos, chegando aos 39,4 milhões de passageiros em 2027.

O relatório da CLIA revela também que o desejo de realizar um cruzeiro está a aumentar, uma vez que, segundo uma pesquisa de março, 82% dos inquiridos que já tinham realizado um cruzeiros disseram que gostariam de voltar a realizar uma viagem deste tipo, enquanto 71% dos viajantes internacionais disseram que estavam a pensar fazer o seu primeiro cruzeiro.

O estudo mostrou ainda que as agências de viagens continuam a ser fundamentais para a venda de cruzeiros, uma vez que 73% dos inquiridos que já realizaram cruzeiros disseram que os agentes de viagens têm um “impacto significativo” na sua decisão de fazer um cruzeiro, principalmente pelo “conhecimento e experiência” que detém neste tema.

A possibilidade de visitar vários destinos numa única viagem e a boa relação custo-benefício são, segundo este estudo, as principais vantagens dos cruzeiros apontadas pelos passageiros.

“O cruzeiro oferece o melhor valor de férias que existe, com experiências incríveis proporcionadas aos hóspedes por uma força de trabalho multinacional talentosa e dedicada de quase 300.000 profissionais marítimos”, destaca Kelly Craighead.

Tal como a procura, também a oferta vai aumentar, com a CLIA a estimar que a capacidade global de cruzeiros cresça pelo menos 10% nos próximos quatro anos, passando de um total de 677 mil camas para 745 mil em 2028, uma vez que existem planos para a chegada de, pelo menos, mais 56 navios, num investimento da indústria que chega aos 38 mil milhões de dólares.

“Com pelo menos 56 novos navios a entrar em operação entre 2024 e 2028, há vastas oportunidades para carreiras em cruzeiros, que apresentam uma impressionante taxa de retenção de funcionários de mais de 80%”, conclui o responsável da CLIA.

 

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Delta Air Lines regressa aos lucros e apresenta resultado positivo de 34,4 M€

Entre janeiro e março, as receitas operacionais da Delta Air Lines cresceram 8% e somaram um total de 12.786 milhões de euros, enquanto as despesas operacionais subiram perto de 1%, totalizando 12.217 milhões de euros.

A Delta Air Lines regressou aos lucros e, no primeiro trimestre de 2024, apresentou um resultado positivo de 34,4 milhões de euros, valor que compara com o prejuízo de 337,6 milhões de euros apurado em igual período do ano passado.

De acordo com um comunicado da companhia aérea dos EUA, as receitas operacionais cresceram, entre janeiro e março de 2024, 8% e somaram um total de 12.786 milhões de euros, enquanto as despesas operacionais subiram perto de 1%, totalizando 12.217 milhões de euros.

“No trimestre de março obtivemos receitas recorde graças a um desempenho operacional excecional, que permitiu um forte crescimento dos lucros”, congratula-se Ed Bastian, presidente executivo da Delta Air Lines, citado no comunicado divulgado pela companhia aérea.

O responsável espera que seja possível manter os bons resultados também no segundo trimestre do ano, estimando que, entre abril e junho, a Delta Air Lines atinja “resultados recorde”.

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Transportes

Carnival Corporation atinge atingiu “vários objetivos ambientais para 2030” antes do previsto

A Carnival Corporation divulgou recentemente o seu 14.º Relatório Anual de Sustentabilidade, denominado “Sustainable from Ship to Shore”, que detalha o “progresso significativo” da empresa em seis áreas de sustentabilidade.

A Carnival Corporation, uma das maiores empresas de cruzeiros do mundo, que detém marcas como a Costa Cruzeiros, Princess Cruises ou Aida Cruises, divulgou recentemente o seu 14.º Relatório Anual de Sustentabilidade, que vem confirmar que a empresa de cruzeiros já atingiu “vários objetivos ambientais” que estavam previstos para 2030.

“A empresa atingiu vários objetivos ambientais para 2030 muito antes do previsto e está adiantada em relação a outros objetivos-chave, como a redução da intensidade de gases com efeito de estufa”, lê-se num comunicado enviado à imprensa.

Denominado “Sustainable from Ship to Shore”, o relatório da Carnival Corporation detalha o “progresso significativo” da empresa em seis áreas de sustentabilidade, incluindo os seus objetivos prioritários de apoio à ação climática para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e de promoção de um modelo de economia circular para reduzir os resíduos.

“Graças aos nossos 160.000 colegas extraordinários, que trabalham todos os dias com paixão e dedicação, 2023 foi um ano de conquistas significativas em toda a linha”, congratula-se Josh Weinstein, CEO e Chief Climate Officer da Carnival Corporation, sublinhando que a empresa obteve “um desempenho financeiro recorde” e recebeu três novos navios, além de ter expandido a sua presença para mais de 800 destinos e transportado 12,5 milhões de hóspedes.

Mas o responsável destaca essencialmente o “compromisso contínuo” estabelecido pela Carnival Corporation de “liderar o caminho para tornar os cruzeiros mais sustentáveis”, de forma a atingir os objetivos para 2030 e chegar às zero emissões poluentes em 2050.

“Uma vez que estamos a avançar tão ativamente em todos os nossos objetivos de sustentabilidade para 2030, estamos a avaliar novos objetivos intermédios na procura de zero emissões de gases com efeito de estufa até 2050”, acrescentou.

É que a Carnival Corporation tem vindo a alcançar “várias metas importantes de desempenho ambiental para 2030 antes do previsto, nas suas áreas de ação climática e economia circular”, que são as principais prioridades do trajeto de sustentabilidade da empresa.

“Por exemplo, através de uma ação climática decisiva e prolongada, a empresa produz mais de 10% menos emissões absolutas de GEE hoje do que em 2011, o seu ano mais alto já registado, apesar de ter aumentado a capacidade em aproximadamente 30% desde então. Além disso, o reforço de um modelo de economia circular levou a reduções significativas no volume e no impacto dos resíduos produzidos em geral”, lê-se também no comunicado divulgado.

A redução em 20% até 2026 da intensidade de GEE – Gases com efeito estufa, a existência de ligação a terra em 64% da sua frota, a redução de 68% nas emissões absolutas de partículas, a redução de 38% no desperdício alimentar por pessoa, a eliminação de cerca de 500 milhões de produtos descartáveis de plástico a bordo e a conclusão da instalação de sistemas de tratamento de águas residuais que abrangem 70% da capacidade da sua frota, são alguns dos destaques do relatório da Carnival Corporation.

“Para além destes pontos, a Carnival Corporation está a progredir constantemente no sentido de cumprir, ou exceder, os seus objetivos de ação climática e economia circular para 2030”, refere ainda a empresa de cruzeiros, explicando que este relatório também inclui “atualizações importantes sobre o programa de gás natural liquefeito (GNL)”, bem como sobre os sistemas avançados de qualidade do ar, sistemas de lubrificação por ar e iniciativas de biocombustíveis.

“Além disso, a empresa está também empenhada em questões de diversidade e inclusão na sua equipa global de 160.000 pessoas e na promoção de um ambiente de trabalho positivo para todos os funcionários. Como parte da sua estratégia de sustentabilidade, a empresa também se foca na promoção do turismo sustentável e na criação de valor partilhado, crescimento mútuo e boa vontade com os seus parceiros de destino e as comunidades locais que visita, tal como referido no relatório”, indica ainda a Carnival Corporation.

O Relatório de Sustentabilidade 2023 da Carnival Corporation foi preparado de acordo com a Universal Standard 2021, da Global Reporting Initiative (GRI), e incorpora a terceira divulgação anual da empresa em linha com o Sustainability Accounting Standards Board (SASB) e a Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD).

O relatório completo pode ser consultado aqui.

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Unlock Boutique Hotels comemora 8 anos com nova Central de Reservas

A Unlock Boutique Hotels (UHB) aproveitou a comemoração do seu 8.º aniversário para abrir a Central de Reservas.

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Com 22 hotéis sob gestão em 15 destinos, a Unlock Boutique Hotels (UBH) comemora o seu 8.º aniversário com a abertura de uma Central de Reservas, a única em Portugal para hotéis boutique independentes, considerando Miguel Velez, CEO da UHB, tratar-se de “mais uma etapa para o crescimento” da empresa.

Depois de no início do ano ter lançado para o mercado um novo website, que representou o maior investimento em websites do setor hoteleiro em Portugal, realizado pela Deloitte, a UBH admite que “desde a sua fundação, o compromisso com os clientes, hóspedes e colaboradores tem marcado este trajeto, diferenciando-se pela excelência dos serviços prestados, maximização de receitas e crescimento sustentável, rumo à liderança no setor”, o que trouxe a combinação entre “a expertise da equipa de gestão, criatividade e inovação e as características únicas das unidades hoteleiras membros do grupo”, tendo sido distinguida como PME Excelência 22, depois de três anos consecutivos como PME Líder.

Além de agradecer a todos os clientes, parceiros e colaboradores que acompanharam a UBH ao longo destes anos, Miguel Velez considera que “o apoio contínuo tem sido fundamental para o nosso sucesso e inspira-nos para novos desafios”.

Novos desafios que levaram a UBH a apesentar as novidades “dentro de portas”, refletindo as “especificidades únicas de cada hotel membro e para termos um serviço totalmente personalizado a cada cliente desde o primeiro contacto com a Unlock”, concluindo Miguel Velez que a Central de Reservas é composta por “uma equipa interna, focada no serviço ao cliente e com total conhecimento dos detalhes de todos os hotéis”.

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Aviação

SPAC fica sem direção e vai para novas eleições

Tiago Faria Lopes, atual presidente da direção do SPAC, deverá candidatar-se novamente à liderança da estrutura sindical, cujo atual mandato terminava em novembro.

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A direção do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) caiu na sequência da demissão de dois membros, o que vai levar a novas eleições na estrutura sindical, avança o Expresso.

Tiago Faria Lopes, atual presidente da direção do SPAC, deverá candidatar-se novamente à liderança da estrutura sindical, apurou o Expresso, que lembra que o mandato desta direção terminava em novembro.

João Lira Abreu e Nuno Vaz foram os elementos da direção do SPAC que se demitiram.

O Expresso diz que, nos últimos dias, houve a informação de que existia desconforto na direção no SPAC devido à recente Assembleia Geral, onde foi aprovada por uma escassa maioria a suspensão dos aumentos salariais em 2024, uma vez que os custos com trabalhadores quase duplicaram de 2022 para 2023.

 

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Destinos

Albufeira tem nova estratégia de desenvolvimento, promoção e captação de novos turistas

“Albufeira faz parte da sua vida – Albufeira is part of your life” é o mote subjacente à apresentação da estratégia de desenvolvimento, promoção e captação de novos turistas, que contou com a presença de representantes da autarquia, das freguesias, várias entidades do concelho e os principais players ligados ao setor turístico.

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“Esta é a resposta do município aos atuais desafios com vista a consolidar o melhor destino turístico de Sol e Mar de Portugal, reconhecido a nível internacional. Uma oferta diversificada, que tem no mar e nas praias o seu principal produto turístico”, destaca o documento, opinião corroborada pelo presidente da Câmara Municipal que sublinha que “o sol e a praia devem continuar a ser o principal foco da atividade turística, mas é fundamental diversificar no tempo, bem como ao nível do produto, com vista a combater a sazonalidade e rentabilizar a base da economia do concelho”. De acordo com o presidente da autarquia, Albufeira “tem todas as condições para crescer e melhorar a sua oferta turística ao longo de todo o ano, daí a necessidade de um diagnóstico e de uma estratégia concertada para o efeito”, destacou.

Os grandes desafios que Albufeira enfrenta passam pela Notoriedade (elevada perceção de destino massificado associado à animação noturna e falta de associação da marca “Albufeira” à oferta turística global); Sazonalidade (elevada taxa com encerramento de negócios e marcado de trabalho volátil); Mercado (forte dependência do Reino Unido baixas taxas de penetração em mercados de elevado potencial); Concentração Turística (maior concentração na Freguesia de Albufeira e Olhos de Água e pressão em zonas com capacidade de carga comprometidas) e Comunidade Local (algum descontentamento e não reconhecimento dos benefícios do turismo).

A nova estratégia, que acaba de ser apresentada pelo município de Albufeira tem por base uma visão que assenta nas seguintes ambições: ser o melhor destino turístico em Portugal, com uma oferta de qualidade superior em toda a cadeia de valor da atividade turística; destino de eleição dos Europeus para short ou long breaks; ser reconhecido internacionalmente pelas suas praias e oferta de atividades turísticas diferenciadas; destino de referência na animação noturna em Portugal; destino nacional com maior capacidade para formar e reter os melhores profissionais do setor; destino mobilizador na implementação de medidas de combate às alterações climáticas e a manutenção do fluxo bidirecional de comunicação/informação/sensibilização entre município, residentes, empresários e operadores turísticos.

A resposta do concelho para que se consolide como o melhor destino de Sol e Mar de Portugal, reconhecido a nível internacional, com um horizonte temporal até 2030, assenta em seis objetivos estratégicos: Reverter/desmistificar a imagem generalizada de Albufeira enquanto destino turístico massificado; organizar a oferta em clusters turísticos para ir ao encontro do perfil dos visitantes que se pretende atrair; criar as condições para que cada cluster possa manter-se dinâmico durante todo o ano; reduzir a dependência do mercado britânico, aumentando a taxa de captação de mercados com potencial de crescimento; gerar valor económico e social através do turismo pela fixação de residentes e desenvolvimento e retenção de recursos humanos qualificados e por último, elevar Albufeira a referência internacional enquanto destino turístico sustentável.

Para o efeito, foi definido um modelo turístico com duas dimensões, devidamente articuladas entre os setores público e privado, nomeadamente no que respeita à qualificação de infraestruturas do destino e qualificação da oferta turística. Por outro lado, defende-se a necessidade de trabalhar os chamados “ativos diferenciadores”, nomeadamente Albufeira ser destino turístico experiente; apresentar uma oferta premium a nível do alojamento e restauração; ter as melhores praias do mundo; um património cultural e natural com particularidades únicas; animação noturna vibrante, ampla oferta de atividades náuticas, desportivas e culturais, com a vantagem de ser um destino hospitaleiro e “family friendly”.

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Distribuição

A partir de 29 de junho: Vai ser possível viajar em Classe Business nos programas da Jolidey

A partir do próximo dia 29 de junho, vai ser possível viajar em Business Class nos programas do operador turístico Jolidey entre Lisboa e Punta Cana, La Romana na República Dominicana, Cancun (México), Santa Clara (Cayo Santa Maria) e Varadero em Cuba.

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Estas operações serão realizadas num dos A330-900Neo da Iberojet, companhia aérea charter do mesmo grupo, a Ávoris, que conta com cabine em classe Business com 18 lugares, permitindo uma experiência de viagem única, desenhada para oferecer comodidade aos passageiros mais exigentes.

Com uma ampla gama de serviços e comodidades exclusivas, esta classe eleva o padrão da viagem, garantindo que a mesma seja agradável desde o momento em que entra a bordo do avião até à chegada do destino final, indica o operador turístico em comunicado.

A Jolidey avança ainda que, a principal vantagem de viajar em classe business radica no espaço e na privacidade oferecida aos passageiros. Os assentos espaçosos e reclináveis permitem esticar-se e relaxar durante o voo, proporcionando um ambiente tranquilo e confortável para descansar ou trabalhar.

Os passageiros que optarem pela classe business vão contar com um conjunto de serviços personalizados, tais como check-in e embarque prioritários, lugar premium, snack frio premium (pequeno almoço quente em voos noturnos), reserva de lugar, necessaire de viagem e auriculares, duas bebidas alcoólicas a cada refeição, refrescos, água e sumos durante todo o voo, fast track (apenas disponível aeroporto de Lisboa), bem como set de manta e almofada premium, bebida de boas-vindas (sumo natural ou vinho) em voos com partida de Lisboa e sanduíche entre serviços.

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Bestfly diz estar a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”

A Bestfly, que controla o capital social da TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde, garante que a venda de bilhetes foi “suspensa temporariamente” como medida preventiva face à indisponibilidade de dois aviões ATR 72-600 e garante estar a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”.

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A Bestfly veio esta terça-feira, 9 de abril, esclarecer que a venda de bilhetes da TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde foi “suspensa temporariamente no dia 4 de março de 2024 como medida preventiva face à indisponibilidade dos dois aviões ATR 72-600” e garante que está a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”.

Num nota enviada à imprensa, a empresa de aviação nega a notícia avançada pela Lusa e que dava conta que a transportadora aérea tinha suspendido as ligações entre as ilhas cabo-verdianas e sem previsões de regresso, tendo a venda de bilhetes sido igualmente suspensa.

Agora, a Bestfly, que controla o capital social da TICV, que é a companhia aérea que está a operar voos entre as várias ilhas do arquipélago, veio esclarecer que a “venda de bilhetes foi suspensa temporariamente no dia 4 de março de 2024 como medida preventiva face à indisponibilidade dos dois aviões ATR 72-600, que executavam a ligação inter-ilhas e que foram submetidos aos normais procedimentos de manutenção a que estão obrigados”.

“É, por isso, falso que esta suspensão tenha sido realizada “sem previsões de regresso”, lê-se na nota informativa divulgada, na qual a Bestfly explica ainda que esta suspensão foi uma “ação responsável da TICV e de caráter temporário, com efeito até entrar em vigor a solução para regularizar a ligação inter-ilhas”.

A empresa acrescenta que esta suspensão “constituiu uma medida tomada proativamente pela TICV, de acordo com o seu dever de não comercialização de bilhetes neste cenário transitório e de proteção dos passageiros com bilhetes adquiridos previamente”.

A Bestfly diz, por isso, que “continua comprometida com a prestação de um bom serviço inter-ilhas em Cabo Verde, tendo com esta decisão assumido a responsabilidade de preservar, acima de tudo, o interesse dos seus passageiros”.

A Bestfly aproveita também para revelar que, a 8 de abril de 2024, foram iniciados “os procedimentos de envio para Cabo Verde de uma aeronave contratualizada pela TICV para assegurar a manutenção da ligação inter-ilhas no arquipélago, cuja entrada foi autorizada pela Agência de Aviação Civil”.

Este aparelho, acrescenta a informação divulgada, é um “Bombardier Dash 8 Q300, com capacidade para transportar 50 passageiros”, que estava na África do Sul e que deverá ter chegado esta quarta-feira, 10 de abril, a Cabo Verde.

“Estando concluída a mobilização da aeronave para Cabo Verde, a operação da TICV será regularizada com brevidade. Esta aeronave ficará ao serviço da TICV até à entrada em linha dos ATR 72-600 que se encontram em manutenção”, lê-se ainda no comunicado enviado à imprensa.

Nuno Pereira, CEO da BestFly World Wide, garante que a empresa vai continuar a “trabalhar no sentido de assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”, até porque está ciente da importância deste serviço para a coesão territorial e social do arquipélago.

“Desempenhamos esta missão com um grande sentido de responsabilidade. Procurámos agir de forma responsável e proativa para evitar a aquisição de bilhetes neste momento de transição, antes da chegada de uma nova aeronave que irá repor o funcionamento da conectividade inter-ilhas”, garante o responsável.

 

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