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Aeroportos de Cabo Verde continuam recuperação e crescem 300% em passageiros em junho

Os aeroportos cabo-verdianos receberam, em junho, mais de 168 mil passageiros, valor que fica 300% acima do registado em mês homólogo do ano passado.

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Os aeroportos cabo-verdianos receberam, em junho, mais de 168 mil passageiros, valor que fica 300% acima do registado em mês homólogo do ano passado, avança a Lusa, que cita os dados divulgados pela Agência de Aviação Civil de Cabo Verde (AAC).

A subida face a junho de 2021 mostra que as infraestruturas aeroportuárias de Cabo Verde estão a conseguir recuperar da quebra provocada pela COVID-19, uma vez que, além dos mais de 168 mil passageiros, em junho, foram também contabilizados 2.180 embarques e desembarques em território cabo-verdiano, num aumento de 134,7% face ao mesmo mês de 2021, incluindo voos internacionais e domésticos.

Já o número de passageiros em embarques, desembarques e trânsito em todo o mês de junho foi de 41.653 em voos domésticos e 126.432 em voos internacionais, o que corresponde a uma subida de 383,7% face a 2021 e que se traduz num movimento global de 168.085 passageiros, contra apenas 42.600 no mesmo mês de 2021.

A Lusa lembra que o movimento total de passageiros nos aeroportos e aeródromos de Cabo Verde tem vindo a crescer fortemente desde o início do ano, acima de 300% por mês, até aos mais de 170 mil em abril passado, o valor mensal mais elevado desde a pandemia de COVID-19.

Apesar da recuperação, os números mostram que o movimento nos aeroportos de Cabo Verde continua ainda longe dos resultados pré-pandemia, uma vez  que, em fevereiro de 2020, o último mês antes da chegada da pandemia, estas infraestruturas tinham movimentado 232.131 passageiros em 2.748 movimentos de aeronaves, segundo o histórico da AAC.

No ano passado, o movimento de passageiros nos aeroportos de Cabo Verde cresceu 7% face a 2020, para mais de 830 mil, um resultado que, segundo a Lusa, foi melhor do que o esperado face às consequências da pandemia.

Em 2019, contudo, o resultado do acumulado de janeiro a dezembro chegou aos 2.771.931 passageiros, em 35.002 movimentos de aeronaves em voos domésticos e internacionais, o que permite perceber que o caminho até à recuperação será ainda longo.

De assinalar ainda que, o Governo cabo-verdiano assinou na segunda-feira, 18 de julho, um contrato de concessão do serviço público aeroportuário ao grupo Vinci, que envolve a gestão por 40 anos dos quatro aeroportos internacionais e três aeródromos de Cabo Verde, recebendo 80 milhões de euros de renda.

A empresa que vai gerir os aeroportos de Cabo Verde é participada em 70% pela Vinci Airports e em 30% pela portuguesa ANA ( que é, por sua vez, detida totalmente pela Vinci desde 2013).

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Movimento de passageiros domésticos no Brasil ultrapassa outubro de 2019

Em outubro, o Brasil contabilizou 7,19 milhões de passageiros em voos domésticos, número que, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil (Anac), já ultrapassou o total registado em igual mês de 2019.

Em outubro, o Brasil contabilizou o movimento de 7,19 milhões de passageiros em voos domésticos, número que, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil (Anac), já ultrapassou o total registado em igual mês de 2019, antes da pandemia, quando 5,94 milhões de passageiros tinham viajado em voos domésticos no Brasil.

Segundo os dados divulgados pela Anac, em outubro, os voos domésticos no Brasil contaram com um aumento de 21% ao nível de passageiros, enquanto a procura apresentou uma subida de 18,3% e a oferta cresceu 14,9%.

No acumulado desde o início do ano, o Brasil contabiliza já 65,7 milhões de passageiros em voos domésticos, número que ultrapassa o total registado ao longo de todo o ano passado, quando este indicador se ficava pelos 59,5 milhões de passageiros.

Já os voos internacionais levaram até ao Brasil 1,42 milhões de passageiros em outubro, número que compara com os 518,5 mil passageiros movimentados em outubro de 2021 e que traduz uma recuperação de 75% face a mês homólogo de 2021.

 

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Azores Airlines chega pela primeira vez a um milhão de passageiros num ano

A Azores Airlines alcançou esta terça-feira, 29 de novembro, a marca de um milhão de passageiros, naquela que foi a primeira vez que a transportadora açoriana chegou a este resultado num único ano.

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A Azores Airlines, companhia aérea do Grupo SATA que realiza os voos internacionais, alcançou esta terça-feira, 29 de novembro, a marca de um milhão de passageiros, naquela que foi a primeira vez que a companhia aérea açoriana chegou a este resultado num único ano.

“Trata-se de um dia simbólico para todos os que trabalham para tornar possível o crescimento da operação aérea da Azores Airlines. E nada pareceu fazer mais sentido do que partilhar o nosso entusiasmo e o sucesso alcançado com os
passageiros que escolhem viajar connosco. Afinal, sem a confiança que os nossos passageiros depositam em nós, não teríamos alcançado esta marca histórica na companhia aérea, de mais de 1 milhão de passageiros transportados num só ano”, congratula-se Luís Rodrigues, presidente do Grupo SATA.

Para assinalar a marca, a Azores Airlines promoveu uma cerimónia em que o presidente do Grupo SATA entregou ao passageiro um milhão um “boarding pass” redimensionado em honra da ocasião e um certificado de presença neste voo especial.

Recorde-se que, a 3 de agosto de 2022, o grupo SATA atingiu a marca de 1 milhão de passageiros transportados no cômputo da atividade das duas companhias aéreas, SATA Air Açores e Azores Airlines, num registo que foi alcançado antes
do que se previa, já que as companhias aéreas do Grupo SATA superaram as expectativas no que respeita à recuperação do tráfego no período pós-pandémico.

No verão de 2022, as duas companhias aéreas transportaram mais passageiros do que no ano pré-pandémico de 2019, motivo pelo qual o resultado agora alcançado pela Azores Airlines vem “reforçar a tendência crescente da procura pelos serviços proporcionados pela companhia aérea”.

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easyJet reduz perdas anuais em 80%

A easyJet registou um resultado liquido negativo de 194,3 milhões de euros no último ano fiscal, que terminou a 30 de setembro, valor que traduz uma redução de 80% das perdas registadas em igual período do ano passado.

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A easyJet registou um resultado liquido negativo de 194,3 milhões de euros no último ano fiscal, que terminou a 30 de setembro, valor que traduz uma redução de 80% das perdas registadas em igual período do ano passado.

Antes de impostos, o prejuízo da easyJet chegou aos 239 milhões de euros, valor que compara com as perdas de 1191 milhões de euros que a companhia aérea low cost britânica tinha apresentado em no final do anterior ano fiscal.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado da companhia aérea enviado à Bolsa de Valores de Londres, a redução das perdas ficou a dever-se ao bom desempenho da easyJet no último verão, que permitiu aumentar os lucros totais da companhia aérea para 6.634 milhões de euros, num crescimento de 295% face ao ano anterior.

“A EasyJet tem um bom desempenho em tempos difíceis”, afirma Johan Lundgren, CEO da easyJet, sublinhando que a forte receita registada no quarto trimestre do ano foi determinante para a melhoria dos resultados anuais.

Já os prejuízos operacionais foram de 31 milhões de euros, o que traduz uma forte recuperação face 1.046 milhões de euros contabilizados no mesmo período do ano passado.

A 30 de setembro, o ativo líquido da easyJet ascendia aos 2.912 milhões de euros, enquanto a dívida liquida da companhia aérea low cost chegava aos 770 milhões de euros.

O CEO da easyJet considera que, com estes resultados, a transportadora está bem posicionada para regressar aos lucros, apesar do ambiente de “alto custo” que a aviação está a viver.

No último ano fiscal, a easyJet transportou também 69,7 milhões de passageiros, o que corresponde a um aumento de 242% em relação ao ano anterior, enquanto a taxa de ocupação foi de 85,5%, face a 72,5% no ano anterior.

A companhia aérea revelou ainda que, neste ano fiscal, ofereceu uma capacidade de 81,5 milhões de lugares, num total de 320 aeronaves operadas até 30 de setembro.

Passageiros crescem também nas rotas de Portugal

Os resultados da easyJet foram também positivos ao nível dos passageiros transportados nas rotas portuguesas da companhia aérea, uma vez que, nas 71 rotas operadas no ano fiscal de 2022, a easyJet alcançou “um novo recorde de 7.431 928 passageiros”, o que traduz um crescimento de 174%.

“Foi registado um crescimento de 174% no número de passageiro em Portugal, valor que ultrapassa os níveis registados em 2019, tornando-se no melhor ano fiscal de sempre da easyJet em Portugal (+ 3% do que o recorde anterior – FY19 ano pré-pandemia)”, acrescenta uma nota da companhia aérea.

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LATAM Boeing 787-9 Dreamliner photographed on May 13, 2016 from Wolfe Air Aviation Learjet 25B.

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LATAM Airlines lança NDC a partir de 1 de maio de 2023

Novo sistema de distribuição da LATAM Airlines para as agências de viagens entra em vigor a 1 de maio de 2023 e, até lá, decorre um período de transição.

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A LATAM Airlines anunciou que, a partir de 1 de maio de 2023, o seu atual modelo de distribuição vai mudar, passando o conteúdo a companhia aérea a ser disponibilizado através do NDC by LATAM, uma nova ferramenta que recorre à tecnologia New Distribution Capability (NDC) para disponibilizar o portefólio da transportadora às agências de viagens.

De acordo com um comunicado da companhia aérea sul-americana, um dos grandes desafios tecnológicos atuais passa por conseguir “entregar conteúdo e serviços de venda e pós-vendas de alta qualidade” através dos canais da LATAM Airlines, pelo que a companhia aérea optou por desenvolver uma solução com base na mesma arquitetura dos seus canais diretos, o NDC by LATAM.

“Apresentamos o NDC by LATAM, uma nova ferramenta que utiliza a tecnologia New Distribution Capability (NDC) que permite acessar o nosso portefólio de produtos ampliados e o melhor conteúdo para agências, sem cobrança adicional na tarifa, com uma experiência única, dinâmica, num só lugar e em tempo real”, explica a LATAM Airlines.

Até 1 de maio de 2023, a LATAM Airlines vai passar por uma fase de transição do modelo de distribuição, período ao longo do qual espera que existam dúvidas por parte das agências de viagens, convidando, por isso, os agentes a contactarem a companhia aérea para esclarecer todos os detalhes.

“Estamos seguros que esta nova ferramenta nos levará a uma nova forma de acesso ao nosso conteúdo mediante a qual poderemos alcançar os nossos objetivos”, reafirma a LATAM Airlines, que remete mais detalhes sobre a mudança para uma data posterior e mais próxima do dia 1 de maio de 2023.

Até lá, os agentes de viagens podem ficar a conhecer melhor o novo NDC by LATAM através do site da companhia aérea para o trade, disponível aqui, ou através de contacto direto com o seu responsável de vendas.

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easyJet e Rolls-Royce testam motores a hidrogénio para a aviação

A easyJet e a Rolls-Royce realizaram com sucesso os primeiros testes de motores a hidrogénio verde para a aviação, numa iniciativa que visa a descarbonização do transporte aéreo.

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A easyJet e a Rolls-Royce realizaram com sucesso os primeiros testes de motores a hidrogénio verde para a aviação, numa iniciativa que visa a descarbonização do transporte aéreo e que vai dar origem a uma série de outros testes com vista a levar esta tecnologia para o ar.

“O teste no solo foi realizado num primeiro protótipo de conceito, utilizando hidrogénio verde criado pelo vento e pela energia das marés. Este teste marca um passo importante no sentido de provar que o hidrogénio poderia ser um combustível de aviação sem carbono do futuro e que este é fundamental nas estratégias de descarbonização tanto da Rolls-Royce, como da easyJet”, indica a easyJet, num comunicado enviado à imprensa.

As duas empresas estão a colaborar com vista a encontrar alternativas ao atual combustível aéreo e, neste sentido, têm já previstos vários outros testes, com a  “ambição a longo prazo de realizar testes de voo”.

Este teste decorreu numa instalação de testes ao ar livre no Ministério da Defesa britânico, em Boscombe Down, no Reino Unido, e utilizou um motor de aeronave regional Rolls-Royce AE 2100-A convertido, enquanto o hidrogénio verde usado nos testes foi fornecido pelo EMEC (European Marine Energy Centre) e gerado através de energia renovável.

“Este é um verdadeiro sucesso para a nossa equipa de parceria. Estamos empenhados em continuar a apoiar esta investigação inovadora porque o hidrogénio oferece grandes possibilidades para uma gama de aeronaves, incluindo aeronaves do tamanho da easyJet. Isso será um enorme passo em frente para enfrentar o desafio do net zero até 2050”, afirma Johan Lundegren, CEO da easyJet.

Numa próxima fase, a easyJet e a Rolls-Royce vão realizar outros testes de plataforma e um teste de solo à escala real de um motor a jato Rolls-Royce Pearl 15.

Esta parceria é inspirada pela campanha global Race to Zero, apoiada pela ONU, que ambas as empresas subscreveram, comprometendo-se a atingir as zero emissões líquidas de carbono zero até 2050.

 

 

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Air Cairo abre voos para Lisboa e passa a ser representada pela ATR em Portugal

A companhia aérea egípcia de baixo custo Air Cairo passou a ser representada em Portugal pela ATR e prepara-se para abrir, a 30 de dezembro, voos entre Lisboa, Assuão e o Cairo, passando a ligar, no verão, Lisboa a Hurghada.

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A companhia aérea egípcia de baixo custo Air Cairo vai abrir, a 30 de dezembro, voos entre Lisboa, Assuão e o Cairo, capital do Egito, informação que é avançada em comunicado pela ATR, que passou a representar a transportadora no mercado português.

“Atualmente, a Air Cairo é uma companhia aérea nacional egípcia de baixo custo com uma frota de 10 aviões, operando mais de 200 voos semanais para 25 destinos internacionais e domésticos”, indica a ATR, recordando que a companhia aérea nasceu em 2003.

A 30 de dezembro, a Air Cairo inicia uma operação de inverno que vai ligar Lisboa, o Cairo e Assuão, que conta com um voo por semana, às sextas-feiras, e que vai operar até 24 de março de 2023.

A partir de 28 de março, os voos da Air Cairo passam a ligar a capital portuguesa a Hurghada, estância balnear egípcia localizada no Mar Vermelho, que vai contar com voos às terças-feiras, até 24 de outubro de 2023.

“Em breve teremos mais novidades em relação ao verão IATA”, acrescenta a ATR, revelando que os voos e as tarifas já se encontram carregados no GDS da Amadeus, enquanto as agências que utilizam o Galileo, da Travelport, devem contactar a ATR através do e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 217618987.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Shannon no verão de 2023

A nova rota da Ryanair entre o Porto e Shannon, na Irlanda, vai contar com duas frequências semanais e, para assinalar o lançamento, a companhia aérea lançou uma promoção, com preços desde 29,99 euros.

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A Ryanair vai abrir uma nova rota no Porto no próximo verão, passando a ligar a cidade Invicta a Shannon, na Irlanda, a partir de 23 de abril, anunciou a companhia aérea de baixo custo em comunicado.

A nova rota da Ryanair entre o Porto e Shannon vai contar com duas frequências semanais e, para assinalar o lançamento, a companhia aérea lançou uma promoção, com preços desde 29,99 euros, disponível para reservas através do site da Ryanair.

“Com a Páscoa e o Verão de 23 a aproximarem-se rapidamente, estamos muito satisfeitos por trazer ainda mais opções e valor aos nossos clientes no Norte de Portugal, com a adição desta nova rota de Shannon à nossa programação de Verão de 23”, afirma Dara Brady, da Ryanair.

Segundo o responsável da companhia aérea, a nova rota oferece aos passageiros da Ryanair a oportunidade de visitarem “a Ilha Esmeralda e explorar as muitas maravilhas do centro-oeste” da Irlanda, como castelos cheios de história ou cruzeiros panorâmicos nas falésias e grutas da região.

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TAP cancela 360 voos devido à greve e estima perda de 8M€ em receitas

Apesar da greve ainda não estar totalmente garantida, a TAP não acredita que a mesma seja desconvocada e decidiu já cancelar perto de metade dos voos previstos para 8 e 9 de dezembro.

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A TAP vai cancelar um total de 360 voos nos dias 8 e 9 de dezembro, devido à greve dos tripulantes de cabine, decisão que afeta cerca de 50 mil passageiros e que, estima a companhia aérea de bandeira nacional, deverá levar a uma perda de receita de oito milhões de euros.

Numa conferência de imprensa que decorreu na tarde desta quarta-feira, 23 de novembro, Christine Ourmières-Widener, CEO da TAP, revelou que o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), responsável pelo agendamento da greve, “decidiu manter a assembleia no dia 06 de dezembro, dois dias antes da greve”, considerando, no entanto, que independentemente do resultado e devido à dimensão da TAP, “será tarde para fazer algo devidamente organizado”.

Por isso, e apesar de não ter sido fácil, acrescentou a responsável da TAP, a companhia aérea tomou já “a decisão de cancelar 360 voos, nos dias 8 e 9 de dezembro”, o que corresponde a menos de metade dos cerca de 500 voos previstos para esse período.

Segundo Christine Ourmières-Widener, o cancelamento antecipado de grande parte dos voos programados para 8 e 9 de dezembro permite que a TAP possa  trabalhar com parceiros para encontrar alternativas para os clientes que tinham voos marcados para os dias de greve.

A CEO da TAP adiantou ainda que não acredita que o SNPVAC venha a desconvocar a greve agendada na assembleia de 6 de dezembro e revelou que a paralisação vai ter um “grande custo” para a empresa, prevendo-se que a companhia aérea perca cerca de oito milhões de euros em receitas.

Christine Ourmières-Widener revelou também que cerca de 25% dos passageiros com voos agendados para os dias da greve já procederam à alteração das suas viagens  “sem qualquer penalização e sem alteração de tarifa, para datas entre 28 de novembro e 19 de dezembro”.

Recorde-se que a greve agendada para 8 e 9 de dezembro deverá contar com uma oferta de serviços mínimos limitada, que não deverá abranger, nomeadamente, as ligações aéreas para as ilhas da Madeira e Açores, uma vez que o sindicato defende que existem alternativas asseguradas por outras companhias aéreas.

O SNPVAC considera que os voos de regresso diretamente para o território nacional para Lisboa e Porto, voos de emergência, voos militares e voos de Estado, nacional ou estrangeiro são considerados “como serviços mínimos a assegurar a satisfação das necessidades sociais impreteríveis, no período decretado de greve”.

 

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Royal Air Maroc volta a voar para o Porto a 9 de dezembro

A companhia aérea de bandeira marroquina retoma a operação para o Porto a 9 de dezembro, com dois voos por semana, depois de um interregno de mais de dois anos devido à pandemia da COVID-19.

Inês de Matos

A Royal Air Maroc vai voltar a voar para o Porto a partir de 9 de dezembro, retomando a rota que liga a cidade Invicta a Casablanca, em Marrocos, que tinha sido abandonada na sequência da pandemia da COVID-19.

A informação foi avançada pelo CEO da companhia aérea, Abdelhamid Addou, numa conferência de imprensa em Madrid, na passada quinta-feira, durante a qual a Royal Air Maroc anunciou também o lançamento de uma nova rota entre Sevilha-Tânger-Casablanca, assim como o regresso das ligações entre Tenerife e Casablanca, que também tinha sido suspensa com a pandemia.

No caso do Porto, os voos da Royal Air Maroc regressam a 9 de dezembro, contando com duas ligações aéreas por semana, realizadas às segundas e sextas-feiras, com destino a Casablanca, onde se localiza o hub da companhia aérea marroquina.

Já a nova rota Sevilha-Tânger-Casablanca, que a companhia aérea marroquina vai abrir a 4 de dezembro, também vai disponibilizar duas frequências semanais, às sextas-feiras e domingos.

No caso da rota Tenerife-Casablanca, que tal como a operação do Porto também é retomada a 9 de dezembro, vão estar disponíveis igualmente dois voos por semana, às quintas-feiras e sábados.

“Com a retoma do tráfego aéreo, a Royal Air Maroc está a apostar no reforço da sua oferta para se afirmar como um player de referência no turismo marroquino e como uma das principais companhias do nosso continente”, afirmou Abdelhamid Addou, CEO da Royal Air Maroc, durante a conferência de imprensa em Madrid.

De acordo com o responsável, além do continente africano, a companhia aérea pretende também reforçar a sua posição nos principais mercados emissores de turismo, a exemplo de Espanha e França.

 

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Emirates começa a introduzir nova classe Premium Economy na frota A380

A nova cabina Premium Economy da Emirates vai oferecer “lugares luxuosos, mais espaço para as pernas, e um serviço que rivaliza com a oferta de muitas companhias aéreas de Classe Executiva”, segundo a companhia aérea.

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A Emirates deu início ao programa que prevê a renovação e introdução da nova classe de bordo Premium Economy na sua frota de aviões A380, alterações que vão chegar a 67 aviões A380 e a 53 B777 da Emirates e que deverão estar concluídas no prazo de dois anos.

De acordo com um comunicado da companhia aérea do Dubai, “este projeto ambicioso representa um investimento multibilionário para assegurar que os passageiros voem melhor nos próximos anos”.

Até 23 de maio de 2024, a Emirates conta ter todos os 67 aviões A380 destinados ao programa de reequipamento de volta ao serviço, seguindo-se, posteriormente, intervenções em 53 aparelhos Boeing 777, num trabalho que deverá estar concluído até março de 2025 e que vai levar a nova classe de bordo a um total de 120 aviões da Emirates.

O primeiro avião A380 da Emirates a ser sujeito à renovação e reequipamento já se encontra no Centro de Engenharia da Emirates, onde, “durante os próximos dias e 24 horas por dia, equipas de engenheiros e técnicos desmontarão todo o interior da cabina”, que será posteriormente montado “numa sequência cuidadosamente planeada e testada”.

Depois da renovação, que vai até implicar mudanças nas Shower Spa da Emirates, o avião vai passar a contar com 56 lugares em Premium Economy, o que obriga a retirar 88 assentos Economy da parte da frente do avião.

Mas a renovação chega também às cabines de executiva e primeira classe, localizadas no primeiro andar do aparelho, cujos assentos vão ser igualmente substituídos por outros mais recentes, sendo que também as alcatifas e pavimentos das cabines dos aviões serão substituídos antes da reinstalação dos novos assentos.

Depois deste primeiro avião, a Emirates tem já prevista a renovação do próximo aparelho para 1 de dezembro, uma vez que, à medida que o programa vai avançando, os engenheiros da companhia aérea vão poder trabalhar em dois aviões em simultâneo.

“Isto significa que, a cada oito dias, um avião será imobilizado e transportado para a Emirates Engineering para reequipamento”, indica a Emirates, num comunicado divulgado esta terça-feira, 22 de novembro.

A nova cabina Premium Economy da Emirates vai oferecer “lugares luxuosos, mais espaço para as pernas, e um serviço que rivaliza com a oferta de muitas companhias aéreas de Classe Executiva” e que, atualmente, está apenas disponível nos aparelhos A380 que realizam as rotas de Londres, Paris e Sydney.

Até final de março de 2023, a Emirates conta ter também a Premium Economy nas rotas para Nova Iorque JFK, São Francisco, Melbourne, Auckland e Singapura.

 

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