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ANA saúda solução “pragmática” para Portela e Montijo e refere Alcochete como “nova etapa”

Para a ANA – Aeroportos de Portugal fala numa “solução pragmática de investimento” para os aeroportos Humberto Delgado e Montijo e diz que irá definir com o “concedente” as condições de “desencadeamento e realização” da nova etapa sem referir Alcochete.

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Para a ANA – Aeroportos de Portugal fala numa “solução pragmática de investimento” para os aeroportos Humberto Delgado e Montijo e diz que irá definir com o “concedente” as condições de “desencadeamento e realização” da nova etapa sem referir Alcochete.

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Em comunicado, e depois das várias informações que vieram a público relativamente à decisão tomada pelo Governo para o “novo parque aeroportuário” para Lisboa, a ANA – Aeroportos de Portugal “saúda a decisão do Governo português que permitirá dar, a curto prazo, uma resposta viável e otimizada às necessidades de desenvolvimento aeroportuário da região de Lisboa, através de uma solução pragmática de investimento nos aeroportos Humberto Delgado e do Montijo”.

Segundo o grupo responsável pela gestão dos 10 aeroportos em Portugal, esta solução “permitirá obter a capacidade aeroportuária que o país necessita, da forma mais rápida e economicamente viável, com benefícios para a economia, o turismo, e a continuidade territorial portuguesa”.

Contudo, no comunicado enviado às redações, a ANA não refere uma única vez a localização Alcochete, referindo somente que toma “em consideração a vontade do concedente [Governo] enquadrar uma nova fase de desenvolvimento a longo prazo, e assumindo a saturação do sistema Lisboa-Montijo”.

Por isso, a ANA diz que irá, “no âmbito do seu contrato de concessão”, definir com o concedente as condições de “desencadeamento e realização dessa nova etapa”.

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Acordo entre Portway e sindicatos

Depois de em julho do ano passado não terem chegado a acordo, Portway e sindicatos quebraram o impasse e estabelecem novo acordo.

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A Portway chegou a acordo com quatro estruturas sindicais representativas dos trabalhadores na empresa – SITAVA, SINDAV, SIMEMRVIP e STHA – para atualizações salariais e estabeleceu um novo Acordo de Empresa (AE2024) que revoga o AE2020.

Num breve comunicado, a Portway limita-se a sublinhar “a boa cooperação entre representantes dos trabalhadores e da empresa, que possibilitou a assinatura deste acordo”.

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Governo espanhol reduz voos de curta duração, inferiores a duas horas e meia

A medida será aplicada sempre que exista uma alternativa de comboio, exceto nos casos de ligação a aeroportos centrais que estabeleçam ligações com rotas internacionais.

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Na sequência do acordo entre o PSOE e o Sumar na Comissão de Transição Ecológica do Congresso, o Governo espanhol irá promover a redução dos voos que demorem menos de 2,5 horas e que tenham uma alternativa de comboio. Esta medida não será implementada nos casos de ligação com aeroportos centrais que fazem ligação com rotas internacionais.

Esta proposta levará o Executivo a analisar uma possível restrição dos voos em jatos privados, bem como um imposto sobre o combustível utilizada no setor da aviação. Com o objetivo de promover a sustentabilidade, o grupo político Sumar propôs também, recentemente, a criação de uma nova taxa turística que pretende aplicar às estadias dos turistas. Além disso, pretendem impor um limite turístico aos destinos espanhóis.

No que diz respeito a esta taxa, de acordo com o Boletim Oficial do Parlamento espanhol, o Sumar registou uma proposta não legislativa para a sua criação. Especificamente, seria “um imposto para compensar a sociedade pelo custo ambiental de certas atividades que distorcem ou deterioram o ambiente no território, o que contribui para melhorar as condições de vida dos territórios e, por conseguinte, da sociedade espanhola”.

“A liderança e as ferramentas podem ser promovidas a partir da administração central, embora as competências em matéria de turismo sejam descentralizadas, mas não as relacionadas com o emprego e a energia, entre outras. O objetivo do turismo deve ser a melhoria das condições de vida da sociedade e, neste sentido, a ecotaxa pode ajudar a atenuar um dos principais problemas gerados pelo turismo de massas, o impacto no território, que no final pode resultar na adaptação do modelo turístico para gerar diferentes condições de emprego e não introduzir incentivos para a persistência do aumento dos preços da habitação nas zonas turísticas”, acrescenta o Sumar.

Por todas estas razões, o grupo político Sumar propõe que o Ministério da Indústria e do Turismo crie um grupo de trabalho com as Comunidades Autónomas competentes para coordenar propostas destinadas a estabelecer taxas sobre as estadias turísticas e medidas de promoção do turismo sustentável.

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ANA tem 30 dias para começar a negociar qualidade do serviço nos aeroportos

A Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) determinou à ANA – Aeroportos de Portugal que inicie, no prazo de 30 dias, um processo negocial de modo a ajustar os níveis de qualidade de serviço nos aeroportos.

Victor Jorge

Depois de uma consulta anual por parte da ANA e, tendo em conta “o teor dos comentários produzidos pelos utilizadores [transportadoras aéreas e empresas de ‘handling’]”, e as respostas ou posição da concessionária, a ANAC concluiu que é necessário rever “o acordo assinado em 2014/2015 entre a ANA e os utilizadores”.

Segundo a entidade reguladora, “a ANA tem apresentado situações de incumprimento sistemático, em alguns dos indicadores sujeitos a RQSA [Regime de Qualidade de Serviço Aeroportuário], em particular no que diz respeito aos indicadores de entrega da primeira bagagem, à chegada nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, e na entrega da última bagagem no aeroporto de Lisboa”, lê-se no comunicado da ANAC.

Além disso, “no âmbito das auditorias realizadas ao sistema de gestão de bagagem nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, a ANAC tem vindo a identificar oportunidades de melhoria nas infraestruturas”.

Segundo a ANAC, “a avaliação da qualidade do serviço por parte dos passageiros, tem-se vindo consecutivamente a deteriorar (numa base homóloga)” e os “números de reclamações de passageiros têm vindo a ser mais expressivos”.

O regulador disse ainda que “os aumentos de taxas verificados não têm sido acompanhados de revisões em alta dos níveis de qualidade de serviço, demonstrando um desajuste entre os níveis das taxas aplicadas e a qualidade do serviço prestado”.

Por tudo isto, a “ANAC determinou à ANA que, no prazo de 30 dias, inicie um processo negocial com os utilizadores dos aeroportos nacionais de modo a ajustar os níveis de qualidade de serviço nos mesmos, à atual realidade”.

A ANA “remeteu à ANAC, em 27 de dezembro de 2023, a decisão final do processo de consulta sobre os níveis mínimos de serviço associados aos indicadores do Regime de Qualidade de Serviço Aeroportuário (RQSA), para vigorar a partir de 1 de abril de 2024”, explicou o regulador.

Este processo, anual, passa por uma consulta por parte da concessionária “aos utilizadores dos aeroportos abrangidos pelo RQSA no sentido de acordarem os níveis mínimos de serviço para cada um dos indicadores definidos” no contrato de concessão.

“A métrica final do RQSA foi aprovada pelas transportadoras aéreas representativas de 65% do tráfego de passageiros servidos nos aeroportos abrangidos pelo RQSA, em 2015, na sequência de negociações com a ANA”, lembrou.

De acordo com o regulador, a decisão da concessionária “respeitante ao RQSA, a vigorar a partir de 01 de abril de 2024, preconiza a manutenção da métrica, bem como dos níveis mínimos de serviço de 2023”, sendo que a ANA fundamenta a sua decisão final referindo que os atuais níveis de serviço e respetiva métrica “são adequados para assegurar uma correta representatividade e monitorização dos processos e garantem um bom nível de serviço às companhias aéreas e passageiros”, referiu a ANAC.

“O Decreto-Lei n.º 254/2012 estabelece claramente que os níveis de serviço aeroportuários devem estar relacionados com o nível das taxas praticado”, garantiu a ANAC, indicando que o “acordo alcançado entre a ANA e os utilizadores em 2014 e 2015 não tem caráter vitalício, devendo o mesmo ser alterado, de modo a refletir as alterações ocorridas, ao longo do tempo, nos aeroportos explorados pela ANA, especialmente no que tange às alterações inerentes à estrutura tarifária aplicável e vigente, e aos aumentos de tráfego e de passageiros”.

Por fim, o “regime legal vigente prevê que a ANA deve promover negociações com os utilizadores, devendo atender ao sistema e à estrutura tarifária aplicável, bem como ao nível de serviço a que os utilizadores têm direito como contrapartida das taxas”, disse o regulador, fundamentando a sua decisão.

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Angola assina acordo com Changi Airports International para rentabilizar aeroportos

A Sociedade Gestora de Aeroportos (SGA) angolana e a Changi Airports International (CAI) assinaram um acordo de parceria técnica de dois anos para maximizar e rentabilizar os 16 aeroportos geridos pela SGA.

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Em comunicado, a SGA referiu que o acordo assinado em 18 de fevereiro, à margem da Cimeira de Aviação da Changi e do Singapore Airshow 2024, deve melhorar o desempenho dos aeroportos em Angola e maximizar o seu potencial de tráfego.

Segundo a SGA, a CAI, na qualidade de consultor aeroportuário de referência, “emprestará a sua experiência em desenvolvimento de tráfego aéreo com vista a potencializar o tráfego aéreo dos aeroportos nacionais”.

Os planos incluem programas específicos de envolvimento das companhias aéreas para aumentar a conectividade aérea doméstica e regional, bem como campanhas de ‘marketing’ para atrair o tráfego de passageiros, refere-se no comunicado.

A Changi Airports International “melhorará as ofertas não aeronáuticas e o desempenho operacional dos aeroportos, incluindo o serviço ao cliente, a fim de melhorar a experiência aeroportuária”, realçou a SGA.

A revisão das instalações aeroportuárias existentes e do respetivo regime de manutenção, a elaboração de uma nova estratégia empresarial, que inclui o desenvolvimento do capital humano a longo prazo e a formação para a melhoria da produtividade, constam ainda das ações a serem desenvolvidas.

O presidente da comissão executiva da SGA, Manuel Gomes, citado no comunicado, referiu que a parceria com a CAI marca o início de uma “jornada emocionante e colaborativa” entre as partes, que unem forças para elevar os padrões de excelência em operações aeroportuárias.

Já o presidente da comissão executiva da CAI, Eugene Gan, disse estar expectante em trabalhar com a SGA para elevar os padrões dos aeroportos, de modo a facilitar uma maior e melhor circulação de bens e pessoas a nível interno e regional.

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Etihad Airways adiciona frequência à rota Abu Dhabi-Lisboa

A nova frequência começa a ser operada a 3 de abril e mantém-se até 23 de maio, aumentando o número de voos da Etihad Airways entre Lisboa e Abu Dhabi para cinco ligações aéreas por semana.

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A Etihad Airways vai adicionar uma frequência à rota entre Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e Lisboa, que passa a contar com um total de cinco voos por semana, informou a companhia aérea, em comunicado.

A nova frequência começa a ser operada a 3 de abril e mantém-se até 23 de maio, partindo de Lisboa às 09h05 para chegar a Abu Dhabi às 19h45, enquanto em sentido contrário a partida da capital dos Emirados Árabes Unidos decorre pelas 02h35, chegando a Lisboa às 07h40.

Com a introdução desta nova frequência, que vai ser operada às quartas-feiras, a Etihad Airways passa a contar com voos entre Lisboa e Abu Dhabi às terças, quartas, quintas, sábados e domingos.

 

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Comissão Europeia ordena a restituição de 33,84 M€ de auxílios estatais incompatíveis dados à Blue Air

A Comissão Europeia concluiu que o plano de reestruturação da Blue Air não era suscetível de restabelecer a viabilidade a longo prazo da companhia aérea, sendo, por conseguinte, incompatível com as regras da UE em matéria de auxílios estatais. A Roménia deve agora restituir o auxílio estatal ilegal dado à da Blue Air no valor de aproximadamente 33,84 milhões de euros.

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Em abril de 2023, a Comissão Europeia (CE) deu início a uma investigação aprofundada para avaliar se um plano de reestruturação da Blue Air e as medidas de auxílio aplicadas para apoiar este plano estavam em conformidade com as regras da União Europeia (UE) em matéria de auxílios estatais, em especial com as orientações relativas aos auxílios de emergência e à reestruturação concedidos a empresas não financeiras em dificuldade (as “Orientações R&R”).

A Blue Air tem registado dificuldades financeiras desde 2019. Em agosto de 2020, a Comissão aprovou duas medidas a favor da companhia aérea: i) uma garantia pública de cerca de 28 milhões de euros para cobrir os danos diretamente causados pelo surto de coronavírus; e ii) uma garantia pública de cerca de 33,84 milhões de euros sobre um empréstimo de emergência destinado a cobrir parcialmente as necessidades de liquidez da Blue Air durante os seis meses seguintes.

A Roménia concordou que, se a garantia pública sobre o empréstimo de emergência não fosse rescindida após seis meses a contar do pagamento do primeiro auxílio, que teve lugar em outubro de 2020, apresentaria à Comissão um plano de liquidação ou um plano de reestruturação global para a Blue Air.

Em abril de 2021, a Roménia apresentou um plano de reestruturação que foi posteriormente atualizado várias vezes. Em novembro de 2022, a Roménia reembolsou o empréstimo e adquiriu uma participação de 75% na Blue Air, depois de a companhia aérea ter suspendido as operações em setembro de 2022.

Na sequência da sua investigação aprofundada, iniciada em abril de 2023, a Comissão concluiu que o plano de reestruturação da Blue Air não era exequível, coerente e suficientemente abrangente para restabelecer a viabilidade a longo prazo da companhia aérea num prazo razoável e sem distorcer indevidamente a concorrência no mercado único. Esta situação foi corroborada pela incapacidade da Blue Air para manter as suas operações e pelo seu pedido de abertura de um processo de insolvência em março de 2023. O plano de reestruturação não foi atualizado na sequência da cessação das operações ou da abertura da investigação aprofundada.

“As medidas de apoio a um plano de reestruturação inadequado e irrealista que não seja apoiado por um financiamento de mercado suficiente por parte dos investidores para além do período de recuperação são ilegais ao abrigo das regras da UE em matéria de auxílios estatais”, refere a Comissão Europeia em nota.

A Roménia deve agora recuperar junto da Blue Air o auxílio estatal ilegal no montante de 33,84 milhões de euros acrescido de juros.

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“Estamos confiantes que conseguiremos tornar a aviação em Portugal mais sustentável”

A renovação do acordo com a Travelstore, que foi o primeiro player do setor das viagens em Portugal a aderir ao programa Air France-KLM SAF Corporate, serviu de mote para uma conversa com Miguel Mota, diretor comercial da Air France-KLM em Portugal, sobre a política de sustentabilidade do grupo de aviação, que tem vindo a dar vários passos para reduzir as suas emissões poluentes.

Inês de Matos

 

Com metas ambiciosas para a descarbonização, a Air France-KLM trouxe para Portugal o programa SAF Corporate, um dos trunfos do grupo para estimular a produção de SAF – Combustível Sustentável para a Aviação, que é menos poluente e mais amigo do ambiente, e que conta já com a participação da Travelstore, o primeiro e, por enquanto, único parceiro deste programa, que o grupo de aviação pretende continuar a desenvolver e aumentar. O acordo com a Travelstore, que foi renovado em dezembro, foi a desculpa perfeita para o Publituris conversar com Miguel Mota, diretor comercial da Air France-KLM em Portugal, sobre os passos que a Air FranceKLM tem vindo a dar, também em Portugal, com vista a uma aviação mais sustentável e que permita alcançar a meta de chegar a 2050 com zero emissões de CO2.

A Air France-KLM e a Travelstore renovaram o acordo que tornou a Travelstore no primeiro player do setor das viagens em Portugal a aderir ao programa de combustível sustentável do grupo de aviação. Qual é a importância da renovação deste acordo, que foi originalmente estabelecido em maio de 2023?

A renovação deste acordo – assinado a 3 de maio de 2023 e renovado a 14 de dezembro passado – reveste-se da maior importância, já que demonstra um forte compromisso da Travelstore com a sustentabilidade e representa a participação, pela primeira vez em Portugal, de um grande player da indústria de viagens no ambicioso programa SAF Corporativo – Combustível Sustentável para a Aviação da Air France-KLM. Como afirmámos em maio, não poderíamos estar mais orgulhosos por contar, como primeiro parceiro do nosso programa, com um ator tão importante na indústria de viagens e turismo em Portugal.

Em que consiste o programa de combustível sustentável da Air France-KLM e porque devem as empresas do setor das viagens em Portugal aderir?

O combustível sustentável para a aviação é, hoje, juntamente com a renovação da frota, uma das medidas mais eficazes para reduzir as emissões de CO2 das viagens aéreas e o nosso objetivo é aumentar a proporção de SAF que utilizamos. A Air France-KLM pretende liderar o caminho na incorporação de SAF e apoiar o desenvolvimento de capacidades de produção em todo o mundo com iniciativas tangíveis e vinculativas, tais como acordos de compra plurianuais, o investimento num produtor de SAF ou o apoio à I&D em projetos de descarbonização. Desde janeiro de 2022, foi integrada uma contribuição SAF em cada bilhete nas partidas de França e dos Países Baixos, em simultâneo com a incorporação de 1% de SAF nos voos com partida de ambos os países. O grupo estabeleceu ainda metas ambiciosas que excedem os requisitos regulamentares, nomeadamente a redução das emissões de CO2 por passageiro/ km em 30% e a incorporação de um mínimo de 10% de SAF até 2030 face a 2019. Mas isto não é suficiente, uma vez que o preço do SAF é atualmente 3 a 6 vezes mais elevado do que o jet fuel de combustíveis fósseis e precisamos urgentemente de uma maior produção de SAF. Neste contexto, o programa Air France-KLM SAF Corporate propõe às empresas um papel ativo no futuro das viagens, envolvendo uma contribuição anual das empresas participantes que é investida pelo grupo no fornecimento e na utilização de combustível sustentável para a aviação. Através do programa de SAF, os clientes empresariais da Air France e da KLM, após uma estimativa das emissões de CO2 associadas às suas viagens, podem determinar a contribuição anual que desejam fazer para o programa de SAF. Esperamos que outros players e parceiros do Grupo em Portugal se sintam impulsionados e encorajados por este incentivo e adiram a esta iniciativa, uma vez que, em termos de sustentabilidade, somos todos parte da solução.

Desde o estabelecimento do acordo com a Travelstore, a Air France-KLM já conseguiu atrair mais parceiros para este programa? Se sim, que parceiros são esses e que mais-valias vão aportar a este programa?

Até agora, apenas a Travelstore aderiu ao nosso programa de SAF em Portugal. Mas estamos em contacto com outros parceiros locais e partes interessadas da indústria e esperamos contar com novas adesões em 2024. Estas parcerias estratégicas representam um valor acrescentado relevante para o compromisso da Air France-KLM de apoio à criação de uma rede escalável de capacidades de produção de SAF na Europa e em todo o mundo.

Como espera a Air France-KLM que este programa evolua em Portugal? Há alguma meta para 2024?

Em Portugal, o principal objetivo é poder acompanhar cada vez mais os nossos parceiros e clientes locais na internalização e na aplicação dos critérios de sustentabilidade nas estratégias de negócio das suas empresas, bem como nos seus hábitos de viagem. Este ano, esperamos atrair mais empresas para o programa.

Papel dos passageiros e desafios do SAF

Além das empresas, também os clientes da Air France-KLM podem aderir a este programa. Como está a adesão dos passageiros, é mais fácil do que a das empresas?

Além do programa SAF Corporativo, a Air FranceKLM pretende oferecer a todos os seus clientes opções para contribuir para a descarbonização da aviação. O grupo desenvolveu vários programas e iniciativas líderes do setor, que se somam à contribuição de SAF já integrada em cada bilhete vendido desde janeiro de 2022. No caso dos clientes particulares, refira-se que estes podem facilmente optar pela “opção ambiental” no momento da reserva, o que permite adquirir quantidades de SAF com base no consumo de combustível durante a viagem. Além disso, desde 2022, todos os membros Flying Blue, programa de passageiro frequente da Air France-KLM, têm a opção de adquirir SAF usando milhas. Estas contribuições contam para conquistar ou manter o status Elite do Flying Blue, que foi o primeiro programa de passageiro frequente da indústria de a introduzir estruturalmente essa opção para ganhar status.

O programa prevê que os parceiros e clientes possam fazer uma contribuição anual para compensar as suas emissões. Quanto já foi arrecadado e em que são aplicadas essas verbas?

Devemos sublinhar, em primeiro lugar, que o nosso programa SAF Corporativo não trata da compensação, mas antes de evitar as emissões de carbono. Dito isto, estamos muito satisfeitos em constatar que as contribuições através do nosso programa têm aumentado de forma bastante expressiva. Em 2023, foram assinados 116 contratos de SAF Corporativo em todo o mundo, que resultaram na compra de 11 mil toneladas de SAF. 188 pequenas e médias empresas e indústrias membros do programa BlueBiz da Air France-KLM também aderiram à iniciativa. A Air France KLM Martinair Cargo, a divisão de carga do grupo, conduz um programa semelhante, ao qual já se juntaram 29 transitários e clientes em 2023.

O SAF continua, no entanto, a ser caro e escasso, mas a Air FranceKLM estabeleceu recentemente um acordo com a DG Fuels para fornecimento deste combustível. Que diferença vai fazer este acordo para que a Air FranceKLM atinja os seus objetivos?

Em outubro de 2022, anunciámos um acordo de compra de 600 mil toneladas de SAF à DG Fuels, a serem entregues entre 2027 e 2036. Em novembro passado, fomos um pouco mais longe nessa cooperação, investindo 4,7 milhões de dólares para a DG Fuels poder concluir a sua primeira fábrica sustentável de combustível de aviação, localizada no Louisiana (EUA). Além desse investimento, adquirimos uma nova opção de compra de até 75 mil toneladas de SAF por ano à DG Fuels. Acreditamos fortemente que este tipo de ações são exemplos do que pode ser feito para aumentar a produção de SAF e reduzir os preços. Em números, a produção mundial de SAF atingiu mais de 0,5 milhões de toneladas (Mt) em 2023, o dobro das 0,25 Mt produzidas em 2022 e um terço do que se espera (1,5 Mt) que seja produzido em 2024.

A operação das companhias aéreas do grupo em Portugal também já usa SAF? Como tem sido a evolução do uso deste combustível nas operações em Portugal?

Conforme mencionado, tanto a Air France como a KLM estão a incorporar, desde 2022, até 1% de SAF por ano nos voos com partida de França e dos Países Baixos, o que vai além dos requisitos obrigatórios da UE. A utilização de SAF requer uma infraestrutura local e uma disponibilidade deste combustível em cada país. O que posso dizer é que, para Portugal, importa sublinhar a escolha de Lisboa (Air France) e Porto (KLM) para a operação dos voos de médio curso mais sustentáveis de cada uma das companhias aéreas no âmbito do ‘Skyteam Sustainable Flight Challenge’ em maio de 2022. Esta iniciativa revela a atenção que o Grupo dedica a todos os mercados onde está presente a nível mundial e como desenvolve diferentes ações para continuar a explorar soluções que vão reduzir a pegada ambiental das suas operações.

Política de sustentabilidade

 A nível nacional, como avalia a Air France-KLM o caminho que a aviação e todo o setor do turismo está a fazer com vista à redução das emissões poluentes?

A nível europeu, penso que há uma grande sensibilização a este respeito e os diferentes stakeholders estão ativamente envolvidos na redução das emissões e da pegada de carbono das suas empresas. Porém, para que tenha um impacto real, especialmente em Portugal, é necessária uma determinação ainda mais forte de todas as partes interessadas.

Além deste programa, a Air France-KLM tem vindo a apostar na sustentabilidade. Como está a evoluir a política de sustentabilidade do grupo, nomeadamente em Portugal?

Ao longo de 2023, continuamos a trabalhar para descarbonizar todas as nossas atividades, visando atingir o Net Zero em 2050. Para cumprir essa trajetória, além das nossas iniciativas no âmbito do SAF, atuamos em diferentes frentes: acelerando a renovação da nossa frota com aviões de nova geração, facilitando e desenvolvendo a intermodalidade com a digitalização da jornada do cliente, etc. Estamos também comprometidos com as nossas responsabilidades sociais, o segundo pilar da nossa ambição. A diversidade e a igualdade de género são uma das principais prioridades do nosso grupo. A Air France-KLM está empenhada em ter 40% da Comissão Executiva e dos cargos de gestão do Grupo ocupados por mulheres até 2030. Naturalmente, estes objetivos aplicam-se tanto aos mercados nacionais como a todos os países onde operamos, incluindo Portugal.

A aposta na sustentabilidade é, contudo, cara. Quanto estima a Air France-KLM investir em sustentabilidade em Portugal, no próximo ano?

Não divulgamos esses números. Mas, certamente, este compromisso representa um forte investimento, indispensável para um desenvolvimento da nossa atividade coerente com os nossos objetivos e estratégia.

Outras estratégias e futuro

Outro dos pilares da política de sustentabilidade da Air FranceKLM é a renovação da frota, com aparelhos mais amigos do ambiente. Que aparelhos estão as companhias do grupo a utilizar nas suas operações em Portugal e qual é a previsão para o futuro?

A renovação da frota com aviões de nova geração, juntamente com a introdução de SAF e medidas operacionais (operações terrestres, ecopilotagem e outras iniciativas), é decisiva para conseguir voos mais sustentáveis. Por isso, pretendemos substituir os nossos Airbus A320, A330 e 777-200ER por modelos mais recentes e com baixo consumo de combustível, os nossos novos Airbus A220, A320/A321neo e A350 ou Boeing 787 são mais eficientes em termos de consumo de combustível, reduzindo até 25% as emissões de CO2 e o nível de ruído numa média de 33%. Até 2028, estes aviões representarão 64% da frota do Grupo Air France-KLM, graças a um investimento anual de dois mil milhões de euros. Portugal foi um dos países escolhidos para iniciar as operações do nosso novo A220 em dezembro de 2021 com a Air France. Para a KLM, utilizamos cada vez mais o Embraer 190, especialmente de/ para o Porto.

Que outras estratégias de redução das emissões está a Air France-KLM a usar em Portugal?

A estratégia global do Grupo é implementada em cada um dos mercados onde está implantado. Nesse aspeto, Portugal segue esta regra.

A nível governamental, uma das estratégias que têm vindo a ser usadas reside na colocação de taxas ambientais. Como olha a Air France-KLM para estas taxas, cumprem o objetivo para que foram criadas?

Embora os impostos não reduzam diretamente as emissões de CO2, a introdução de impostos, como o imposto sobre o combustível, só pode fazer sentido se forem implementados a nível global, para manter condições de concorrência equitativas a nível internacional. Os parâmetros principais devem ter em conta a quantidade de produção de SAF disponível globalmente e a acessibilidade a todos os intervenientes. Para disponibilizar os investimentos necessários para a descarbonização da aviação, é uma condição prévia que todas as receitas do imposto global sobre o combustível sejam utilizadas para tornar o setor mais sustentável – por exemplo, tornando os SAF mais acessíveis ou para promover as novas tecnologias.

Como vê a Air France-KLM o futuro da aviação em Portugal, vamos conseguir tornar a nossa aviação mais sustentável e chegar a 2050 com zero emissões de CO2?

Vemos vários stakeholders a tomar medidas em Portugal, isto é muito bem-vindo e vai ter um efeito positivo no futuro da aviação em Portugal. Estamos confiantes que, todos juntos, conseguiremos tornar a aviação em Portugal mais sustentável, contribuindo assim para atingir os nossos objetivos para 2050. Alcançar as metas será um trabalho coletivo. Temos um longo caminho pela frente, mas, na Air France-KLM, estamos a tomar medidas para que isso aconteça e também contamos com a ação de todas as partes interessadas relevantes.

*Entrevista publicada originalmente na edição 1502 do jornal Publituris.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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Estado moçambicano quer MP a investigar desvios na transportadora aérea LAM

O Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) de Moçambique quer ver os alegados desvios e atos de sabotagem interna na transportadora aérea estatal LAM apurados e pediu a investigação do Ministério Público.

Publituris

“O IGEPE reitera o seu compromisso com a lisura, transparência e legalidade na gestão de capitais públicos e manifesta a sua disponibilidade em colaborar com as investigações com vista ao apuramento da verdade”, lê-se num comunicado.

O diretor de restruturação das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) denunciou em 12 de fevereiro um esquema de desvio de dinheiro, com prejuízos de pelo menos quase três milhões de euros, em lojas de venda de bilhetes, através de máquinas dos terminais de pagamento automático (TPA/POS) que não são da companhia.

“Fizemos um trabalho relâmpago com a segurança interna da LAM de recolher todos os POS e, dos 20 pontos de venda de bilhetes da LAM, recolhemos, até domingo, 81 POS. Há algumas lojas onde os próprios chefes dos estabelecimentos não reconhecem as máquinas e dizem não saber sequer a quem pertencem”, declarou Sérgio Matos, numa conferência de imprensa em Maputo.

A LAM está num processo de revitalização, com a empresa sul-africana Fly Modern Ark (FMA) encarregue da gestão desde abril, com um plano de restruturação em curso.

“Tendo em conta a gravidade das informações vindas a público, o IGEPE, representante do acionista Estado na LAM e entidade que gere e coordena o setor empresarial do Estado, instruiu a FMA e a LAM a apurarem os factos e canalizarem imediatamente as suspeitas às autoridades competentes, tendo sido apresentada uma solicitação de investigação na Procuradoria da República da cidade de Maputo”, acrescentou o instituto.

O primeiro-ministro de Moçambique, Adriano Maleiane, afirmou no domingo que o Governo quer “ajudar” os gestores da LAM a encontrarem “o caminho correto”, depois de revelados alegados desvios e atos de sabotagem interna.

“Se a regra de gestão foi violada, isto tem de ser corrigido, e há instrumentos legais, financeiros, para a resolução do problema. Todos os problemas na gestão vão surgindo, infelizmente. O importante é termos solução, para não termos problemas que temos e, se de facto existir alguma má intenção nesse processo, então temos as instituições que tratam desse problema”, disse Maleiane, questionado pelos jornalistas.

“Temos de ajudar a empresa e os gestores a encontrarem o caminho correto”, acrescentou.

A estratégia de revitalização da LAM segue-se a anos de problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimento, com registo de alguns incidentes, não fatais, associados por especialistas à deficiente manutenção das aeronaves.

A fiscalização aos alegados desvios começou há mais de duas semanas, quando a LAM percebeu que, embora o número de bilhetes vendidos esteja a subir, as contas continuam longe do esperado.

“Está-se a vender, mas a empresa não está a ter todo o dinheiro e nos últimos três meses das avaliações fomos vendo que o diferencial que estávamos a ter estava na ordem entre dois milhões de dólares [1,8 milhões de euros] e três milhões de dólares [2,7 milhões de euros]. Só no mês de dezembro, estamos com um défice de 3,2 milhões de dólares [2,9 milhões de euros]”, observou, na altura, Sérgio Matos, avançando que a inspeção registou casos suspeitos mesmo na recolha de dinheiro vivo nas lojas.

A inspeção levada a cabo também identificou anomalias no que toca ao abastecimento de combustível às aeronaves.

“Se uma aeronave tem capacidade máxima de combustível na ordem de 80.000 litros, nós chamamos de 80 toneladas, [nos documentos] a mesma aeronave está a ser abastecida a 95 toneladas. Então a questão é onde as 15 toneladas restantes estão a entrar”, questionou.

A LAM opera 12 destinos no mercado doméstico, a nível regional voa regularmente para Joanesburgo, Dar-Es-Salaam, Harare, Lusaca, e Cidade do Cabo, e Lisboa é o único destino intercontinental.

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Kenya Airways abre voos diretos de Nairóbi para Maputo em junho

Os voos da Kenya Airways entre Nairóbi e Maputo arrancam a 14 de junho e vão decorrer às quartas, sextas e domingos.

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A partir de 14 de junho, a Kenya Airways vai começar a operar voos diretos entre Nairóbi, capital do Quénia, e Maputo, em Moçambique, numa operação que vai contar com três ligações aéreas por semana.

De acordo com a APG Portugal, que representa a companhia aérea queniana em Portugal, os voos entre Nairóbi e Maputo vão decorrer às quartas, sextas e domingos.

As partidas da capital queniana decorrem pelas 09h50 e os voos chegam a Maputo às 13h00, enquanto em sentido  contrário as partidas da capital moçambicana estão agendadas para as 13h50, chegando a Nairóbi às 18h45.

A APG Portugal lembra que a Kenya Airways é membro da aliança Sky Team e voa para 54 destinos, incluindo 41 no continente africano, e transporta anualmente cerca de quatro milhões de passageiros.

A companhia aérea queniana conta ainda com uma frota composta por 37 aviões, incluindo oito aparelhos Boeing 737-800 Dreamliner, oito Boeing 737-800, quatro Boeing 737-700, dois Boeing 737-300F e 15 Embraer E190.

 

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easyJet é a companhia aérea oficial da Eurovisão

No âmbito desta parceria, a easyJet vai ser a companhia aérea responsável por levar aos visitantes que pretendem assistir ao evento até à Suécia, onde o Festival Eurovisão da Canção acontece em maio.

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A easyJet tornou-se na companhia aérea parceira oficial do Festival Eurovisão da Canção, numa parceria plurianual que vai unir “o continente europeu para celebrar o maior evento musical do mundo”.

No âmbito desta parceria, a easyJet vai ser a companhia aérea responsável por levar aos visitantes que pretendem assistir ao evento até à Suécia, onde o Festival Eurovisão da Canção acontece em maio.

“A easyJet transportará milhares de visitantes que viajam para o concurso deste ano, para o aeroporto de Copenhaga, que proporciona acesso rápido e direto à cidade anfitriã de Malmö, na Suécia, onde as semifinais e finais acontecerão nos dias 7, 9 e 11 de maio. A companhia aérea irá operar mais de 10% de assentos de e para Copenhaga em comparação com o mesmo período do ano passado”, indica a easyJet, num comunicado enviado à imprensa.

Gabriella Neudecker, directora de Marketing da easyJet, mostra-se entusiasmada com a parceria e afirma que a companhia aérea está orgulhosa por servir de ligação “entre as pessoas em toda a Europa”, pelo que considera que esta parceria é uma “combinação perfeita”.

Já Martin Österdahl, supervisor executivo do Festival Eurovisão da Canção, considera que tanto a easyJet como o festival de música europeu partilham “a paixão de ligar pessoas e culturas”, mostrando-se ansioso por unir “a alegria da música e a liberdade de viajar”.

Recorde-se que a easyJet conta, atualmente, com mais de 1000 rotas para mais de 150 aeroportos em 35 países, incluindo 14 rotas desde Londres Gatwick, Bristol, Manchester, Edimburgo, Paris, Bordéus, Nice, Lyon, Basileia, Berlim, Genebra, Lisboa, Milão e Amesterdão para Copenhaga, cujas tarifas começam nos 40,99 euros.

 

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