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Turismo

Setor do Turismo e Viagens une-se globalmente no apoio à Ucrânia

O WTTC salienta que o universo do turismo e viagens disponibilizou, globalmente, o seu apoio às vítimas do conflito na Ucrânia. Entre hotéis abertos, cruzeiros, companhias aéreas, operadores turísticos, a ajuda tem permitido aliviar (dentro do possível) o sofrimento de quem se encontra na Ucrânia.

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O WTTC salienta que o universo do turismo e viagens disponibilizou, globalmente, o seu apoio às vítimas do conflito na Ucrânia. Entre hotéis abertos, cruzeiros, companhias aéreas, operadores turísticos, a ajuda tem permitido aliviar (dentro do possível) o sofrimento de quem se encontra na Ucrânia.

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O setor do turismo e Viagens uniu-se no apoio à Ucrânia com a disponibilização de milhões de quartos de hotel para os refugiados que fogem do conflito a Leste, segundo avança o World Travel & Tourism Council (WTTC).

Membros como a Accor, Airbnb, Carnival Corporation, a European Travel Commission, Expedia, Hilton, InterContinental Hotels Group, Internova Travel Group, Marriott International, MSC Cruises, Radisson, e Uber, entre outros, abriram, segundo o WTTC as portas aos refugiados, acolhendo-os nos países vizinhos, doando, além dos quartos, transporte, roupa, alimentos, abrigos, bem como produtos de assistência e contribuições financeiras.

Na Ucrânia, os hotéis continuaram aberto, oferecendo base para instituições de apoio, jornalistas e cidadãos afetados pelo conflito, indicando o WTTC que “por todo o universo global do Turismo e Viagens, aeroporto, companhias aéreas, cruzeiros e operadores turísticos irão continuar a ajudar, de modo a aliviar o sofrimento das pessoas afetadas”, salientando que este conflito “causou a maior deslocação de pessoas na Europa, desde a II Guerra Mundial”.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, refere que “houve um grande apoio de empresas de viagens e turismo em todo o mundo. Os hotéis abriram as portas para receber refugiados e, na Ucrânia, existem equipas em campo para manter os hotéis abertos para instituições humanitárias, jornalistas e pessoas retidas e em sofrimento”.

“As linhas de cruzeiros e as companhias aéreas transportaram suprimentos e, em geral, a resposta foi incrível, e saúdo a coragem das equipes em terra” lê-se no site do WTTC, salientando a entidade que “os nossos membros defendem a paz e respeitam a soberania nacional de todas as nações e nossos corações estão com todos aqueles que estão sofrendo com essa invasão brutal.”

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Emprego e Formação

Lisbon Marriott Hotel tem nova diretora de Operações

Com mais de 12 anos de experiência, Paula Morgado Lino assume a liderança das operações do Lisbon Marriott Hotel.

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Paula Morgado Lino é a nova responsável pela operação do Lisbon Marriott Hotel, que pertence ao grupo Sotéis, localizado na Av. dos Combatentes, em Lisboa.

Licenciada em Gestão Hoteleira e Turismo pela Universidade de Gestão Hoteleira do Estoril (2010-2013) e Pós-Graduação em Gestão Hoteleira e Turismo pela Universidade Cornell, Paula Morgado Lino possui mais de 12 anos de experiência em gestão hoteleira, tendo desenvolvido soluções criativas e eficazes de gestão no negócio através da implementação e desenvolvimento de processos inovadores por várias unidades hoteleiras de renome em diferentes países.

Antes de integrar a equipa do Lisbon Marriott, foi diretora de F&B no PGA Catalunya Golf & Wellness Resort (entre 2017 e 2019), esteve no Sandals Royal Bahamian, na capital das ilhas das Bahamas, onde desempenhou funções de & B Manager( 2016).

Anos antes, passou pelo novo Sandals Resorts International Barbados e no Crowne Plaza Shanghai na China.

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Emprego e Formação

44% do emprego criado em Espanha, em maio, foi no setor do turismo

Só no mês de maio de 2022, o setor do turismo, em Espanha, criou mais 409.615 empregos face a igual período do ano 2021 e mais 32.962 que em igual mês de 2019.

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Segundo as contas efetuadas pela Turespaña, o mês de maio terminou, em Espanha, com 2.608.600 pessoas inscritas na Segurança Social do país vinculadas a atividades turísticas, o que corresponde a mais 409.615 trabalhadores face a igual período do ano 2021 e a mais 32.962 que em igual mês de 2019.

Estes dados revelam que a atividade turística, em Espanha, foi responsável por 44% da criação de emprego no quinto mês de 2022, representando 12,9% do total da força de trabalho inscrita na Segurança Social.

“A recuperação do setor está a gerar um forte aumento na criação de trabalho, que ultrapassou 2,6 milhões de inscritos, em maio, na Segurança Social, o maior número registado em maio”, destacou a ministra da Indústria, Comércio e Turismo espanhola, Maria Reyes Maroto, à imprensa do país vizinho.

A responsável pela pasta do turismo explicou que esta realidade tem sido possível “graças ao “escudo social eficaz implementado pelo Governo durante a pandemia para manter de pé os nossos trabalhadores e empresas do setor do turismo e os elevados níveis de vacinação da população espanhola”, destacando, ainda, que a reforma levada a cabo pelo Governo de Pedro Sanchez permite a criação de emprego de “maior qualidade”.

Reyes Maroto admitiu, também, que Espanha iniciou a temporada de verão com “boas perspectivas”, apesar do contexto complexo derivado da guerra na Ucrânia, concluindo que “o turismo será um dos setores que mais contribuirá para o recuperação económica e criação de empregos neste ano”.

Por atividade, os dados da Turespaña mostram que foi na hotelaria e agências de viagens/operadores turísticos que, de forma conjunta, mais emprego se criou, registando uma subida de 20,7%, comparado com maio de 2021, significando mais de 306 mil empregos na hotelaria (183 mil nos serviços de F&B e 122 mil nos serviços de alojamento), enquanto as agências de viagens conseguiram mais 5.662 novos trabalhadores (+2,3%) e os operadores turísticos aumentaram em mais de 97 mil os empregos.

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Hotelaria

RIU inaugura segundo hotel em Zanzibar

O hotel RIU Jambo tem 461 quartos e encontra-se no terreno adjacente ao hotel RIU Palace Zanzibar.

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A cadeia RIU apostou numa segunda unidade hoteleira em Zanzibar, com a inauguração do hotel RIU Jambo.

O novo hotel de quatro estrelas tem um edifício principal de seis andares e um total de 461 quartos, onde disponibiliza o serviço “Tudo Incluído 24h”, característico do grupo.

Localizada na zona norte de Unguja, a ilha principal de Zanzibar, e junto à praia de Nungwi, a unidade encontra-se no terreno adjacente do hotel RIU Palace Zanzibar, remodelado em 2019.

O novo estabelecimento encontra-se nas antigas instalações do hotel La Gema dell’Est, adquirido pela RIU em 2019. Alguns dos elementos originais foram mantidos, como foi o caso da palafita em frente à unidade.

O edifício principal do RIU Jambo alberga a receção e a maior parte dos quartos, cuja fachada bebe inspiração “na cultura africana”, através de “máscaras que adornam as torres” da unidade.

Do total de quartos, 93 encontram-se no rés-do-chão de forma escalonada, de frente para o mar, para não ocultar a vista para a paisagem.

Para a decoração dos quartos apostou-se nos tons de terra, dando protagonismo às aplicações em madeira.

De acordo com informação enviada em comunicado, “os fatores de sustentabilidade e eficiência energética também estão presentes neste edifício”, dada a utilização de “materiais naturais” no mobiliário, decoração, pavimentos e revestimentos.

A unidade refere ainda que “o hall de entrada é um espaço completamente aberto, com ventilação natural cruzada e profusão de luz natural através dos vários vãos presentes”.

No que diz respeito à restauração, a unidade oferece dois restaurantes temáticos na zona de palafita: o Italiano “il Panzotto” e o “Kulinarium”, bem como o bar “Bahari”.

Para além destes, os clientes podem ainda desfrutar no edifício principal do restaurante asiático “Yunnan” e do “Maisha”, com esplanada e cozinha internacional.

A oferta de F&B estende-se ao bar com esplanada “Bongo Flava”, ao bar-piscina “Hakuna Matata” e ao snack-bar na praia “Rafiki”.

Na zona exterior, os clientes do hotel têm à disposição cinco piscinas, uma das quais para crianças.

Já na parte do entretenimento, a unidade disponibiliza o clube infantil RiuLand, com uma zona de RiuArt e com uma área de RiuFit. Além disso, os hóspedes podem descontrair na zona de spa junto ao ginásio, bem como praticar desportos aquáticos com a Scuba Caribe.

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Aviação

IATA estima regresso à rentabilidade das companhias aéreas em 2023

A IATA estima que a indústria da aviação possa regressar à rentabilidade em 2023. Contudo, se as receitas aumentam, também os custos registam uma curva ascendente. Assim, as receitas da indústria deverão atingir 782 mil milhões de dólares (cerca de 745 mil milhões de euros), em 2022, representando um crescimento de 54,5% face a 2021, mas ficando a 93,3% dos níveis de 2019.

Victor Jorge

A International Air Transport Association (IATA) procedeu a uma revisão das previsões para a indústria da aviação, estimando, agora, perdas na ordem dos 9,7 mil milhões de dólares (cerca de 9,2 mil milhões de euros), representando uma melhoria face aos 11,6 mil milhões de dólares avançados em outubro de 2021, correspondendo uma margem nas perdas líquidas de 1,2%.

Estes números representam, no entanto, uma melhoria assinalável às perdas de 137,7 mil milhões de dólares (-36% na margem líquida) de 2022, e de 42,1 mil milhões (-8,3% margem líquida) de 2021.

Desta forma, a IATA avança com a previsão de que a “rentabilidade global da indústria parece ser uma realidade em 2023”, esperando que a América do Norte possa “atingir lucros de 8,8 mil milhões de dólares” já em 2022.

“Os ganhos de eficiência e melhoria nos rendimentos estão a ajudar a reduzir as perdas, mesmo com um aumento dos custos relacionados com os colaboradores e combustível”, refere a IATA, em comunicado no final da assembleia geral anual realizada em Doha.

A entidade reconhece que “a forte procura reprimida, o levantamento das restrições de viagens na maioria dos mercados, o baixo desemprego na maioria dos países e o aumento das economias pessoais estão a alimentar um ressurgimento da procura”, avançando a IATA que” o número de passageiros atinja 83% dos níveis pré-pandemia em 2022”.

“As companhias aéreas são resilientes. As pessoas estão a voar em números cada vez maiores e os lucros estão no horizonte para 2023”, admite Willie Walsh, diretor-geral da IATA, salientando que este “é um momento de otimismo, mesmo que ainda existam desafios relacionados com custos, principalmente combustível, e algumas restrições persistentes em alguns mercados-chave”.

De acordo com as estimativas da IATA, as receitas da indústria deverão atingir 782 mil milhões de dólares (cerca de 745 mil milhões de euros), em 2022, representando um crescimento de 54,5% face a 2021, ficando a 93,3% dos níveis de 2019.

Já no que diz respeito aos voos a operar ao longo deste ano, as expectativas é de que cheguem aos 33,8 milhões, correspondendo a 86,9% dos níveis de 2019 quando se realizaram 38,9 milhões de voos.

No que toca às receitas provenientes dos passageiros, estas devem ser responsáveis por 498 mil milhões de dólares (cerca de 475 mil milhões de euros) das receitas globais da indústria, o que significa mais do dobro dos 239 mil milhões de dólares gerados em 2021.

A análise prevê ainda que o número de reservas de passageiros deve alcançar a 3,8 mil milhões, com a receita de passageiro por quilómetros (RPK) a crescer 97,6% em relação a 2021, atingindo 82,4% do tráfego de 2019. À medida que a procura aumenta com a flexibilização das restrições de viagens, a IATA espera que as receitas aumentem 5,6%.

Receitas aumentam, mas os custos também
Mas se as receitas aumentam, também os custos irão registar uma curva ascendente, estimando a IATA que possam atingir os 796 mil milhões de dólares (cerca de 758 mil milhões de euros), representando um aumento de 44% face a 2021.

Para tal, é imputado aos combustíveis um valor na ordem dos 192 mil milhões de dólares (cerca de 183 mil milhões de euros), em 2022, correspondendo a 24% dos custos totais (+19% face a 2021). Estas contas têm por base um preço médio do barril de Brent de 101 dólares (cerca de 97 euros) e de 125 dólares (cerca de 120 euros) para o jet fuel.

Globalmente, a IATA prevê que as companhias aéreas consumam 321 mil milhões de litros de combustível, em 2022, o que compara com os 359 mil milhões de litros de 2019.

De acordo com a IATA, “a guerra na Ucrânia mantém os preços do Brent em alta”, com o combustível a representar cerca de um quarto dos custos em 2022. “Uma característica particular do mercado de combustíveis deste ano é o alto spread entre os preços do petróleo bruto e do combustível de aviação”, destaca a IATA, salientando que esta diferença permanece “bem acima das normas históricas, principalmente devido a restrições de capacidade nas refinarias”.

Já quanto aos custos com pessoal, aparecendo em segundo lugar nos custos operacionais, o emprego direto deverá atingir os 2,7 milhões, correspondendo a uma subida de 4,3% face a 2021, “à medida que a indústria recupera do declínio significativo de 2022”.

A IATA considera que o tempo para recrutar, formar, proceder às verificações completas de segurança e realizar os processos necessários antes que o pessoal se encontre em condições de exercer quaisquer funções “representa um desafio para a indústria em 2022”, antevendo que, nalguns casos, ”estes atrasos no recrutamento poderão atuar como uma restrição à capacidade de uma companhia aérea atender às exigências e necessidades dos passageiros”.

Américas lideram recuperação
A IATA espera que a América do Norte continue a ser a região com “melhor desempenho” e a “única região a regressar aos resultados positivos em 2022”. Apoiado pelo grande mercado doméstico dos EUA e pela reabertura de mercados internacionais, incluindo o Atlântico Norte, o lucro líquido deverá atingir os 8,8 mil milhões de dólares, em 2022, estiando que a procura atinja 95% dos níveis pré-crise (2019) e a capacidade 99,5%.

Na Europa, a guerra na Ucrânia continuará a perturbar os padrões de viagens no continente e entre a Europa e a Ásia-Pacífico. No entanto, não se espera que a guerra faça descarrilar a recuperação das viagens, com a região a aproximar-se dos lucros em 2022, com uma perda líquida prevista de 3,9 mil milhões de dólares. Já quando à procura, as previsões apontam para que atinja 82,7% dos níveis pré-crise (2019) e a capacidade 90%.

Para as companhias aéreas da região Ásia-Pacífico, as restrições de viagem duradouras (principalmente na China), juntamente com uma distribuição desigual de vacinas, viram a região atrasar-se na recuperação. À medida que as restrições diminuem, espera-se que a procura por viagens “aumente rapidamente”. Prevê-se que as perdas líquidas, em 2022, caiam para os 8,9 mil milhões de dólares, enquanto a procura atinja 73,7% dos níveis pré-crise (2019) e a capacidade 81,5%.

Os volumes de tráfego na América Latina registaram uma recuperação robusta em 2021, apoiados pelos mercados domésticos e relativamente menos restrições de viagem em muitos países. As perspectivas financeiras para algumas companhias aéreas, no entanto, permanecem frágeis e a região deve registar um prejuízo líquido de 3,2 mil milhões de dólares este ano. Espera-se que a procura atinja 94,2% dos níveis pré-crise (2019) e a capacidade 93,2%.

No Oriente Médio, a reabertura deste ano a rotas internacionais e voos de longa distância em particular será um impulso bem-vindo para muitos. Em toda a região, as perdas líquidas devem diminuir para 1,9 mil milhões de dólares em 2022, contra uma perda de 4,7 mil milhões no ano passado. Quanto à procura, espera-se que atinja 79,1% dos níveis pré-crise (2019) e a capacidade 80,5%.

Finalmente, no continente africano, as taxas de vacinação mais baixas prejudicaram a recuperação das viagens aéreas da região até o momento. No entanto, é provável que alguma recuperação ocorra este ano, o que contribuirá para um melhor desempenho financeiro. Prevê-se que as perdas líquidas sejam de 700 milhões de dólares, em 2022, e que a procura atinja 72% dos níveis pré-crise (2019) e a capacidade 75,2%.

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Mercan Properties investe 16,8 milhões de euros em Évora com abertura de hotel em 2023

Em 2023, Évora passa a contar com um hotel Holiday Inn Express, resultado de um projeto de investimento de 16,8 milhões de euros da Mercan Properties, em parceria com a IHG Hotels & Resorts (IHG). O novo hotel tem abertura prevista para o verão de 2023, localizando-se na zona de Portas de Avis, em vários… Continue reading Mercan Properties investe 16,8 milhões de euros em Évora com abertura de hotel em 2023

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Em 2023, Évora passa a contar com um hotel Holiday Inn Express, resultado de um projeto de investimento de 16,8 milhões de euros da Mercan Properties, em parceria com a IHG Hotels & Resorts (IHG).

O novo hotel tem abertura prevista para o verão de 2023, localizando-se na zona de Portas de Avis, em vários edifícios renovados perto da praça central da cidade.

Este irá oferecer 76 quartos, piscina, restaurante, lounge bar e salas de reuniões, num edifício de “fachada clássica, em linha com o património envolvente”, tal como indicado em comunicado.

O grupo adianta que o empreendimento criará cerca de 100 postos de trabalho – 70 durante a fase de construção, e 30 postos permanentes aquando da abertura do hotel.

Explicam ainda que “a propriedade destina-se a viajantes de lazer e negócios, que queiram desfrutar da história e cultura de Évora”.

“O Holiday Inn Express Évora tem uma localização privilegiada dentro de uma área de grande riqueza histórica e cultural. O projeto de renovação, e subsequente investimento, demonstra a crescente procura turística em Évora e a confiança da Mercan em Portugal. Estamos encantados por acrescentar esta marca hoteleira de renome mundial ao nosso portfólio”, declara Jordi Vilanova, presidente da Mercan Properties.

Este é o segundo projeto da Mercan Properties em Évora, após o Hilton Garden Inn Évora, cuja primeira pedra foi colocada em 2021.

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Transportes

“Next Chapter” da Iberia traça regresso à rentabilidade já em 2022

Apresentando em plena pandemia (2021), o “Next Chapter” da Iberia traça um plano para a recuperação da companhia espanhola já para este ano de 2022. Para tal, a ofensiva norte-americana parece ser essencial.

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Com um peso de 9,3 mil milhões de euros no Produto Interno Bruto espanhol (cerca de 0,6% do total), transportando mais de sete milhões de turistas anualmente para Espanha, além de gerar mais de 160 mil postos de trabalho direta ou indiretamente, a Iberia traçou, em 2021, a o seu plano “Next Chapter” com horizonte a 2024 que agora pretende reforçar já para 2022.

A estratégia da companhia aérea visa, fundamentalmente, posicionar-se como a opção preferencial para voar de/para Espanha, posicionar o seu negócio de manutenção como um centro de referência na Europa e obter o maior número possível de licenças nos próximos concursos de handling.

Para alicerçar esta estratégia, a Iberia traça cinco verticais: companhia aérea de confiança, solidez financeira, reforço do hub, foco nas pessoas e sustentabilidade como elemento transversal em tudo o que plano de transformação.

Depois de no final de fevereiro de 2022 ter concluído o “Expediente de Regulación Temporal de Empleo” (ERTE), a Iberia já realizou 800 transformações de contratos em aeroportos e contratou 1.700 pessoas para a campanha de verão, dos quais 1.200 são reingressos e outros 500 novas contratações.

No que diz respeito a tripulantes de cabine, a companhia informa que incorporou 340 profissionais no decorrer do mês de junho, estando planeado mais 400 novos profissionais antes de 15 de julho.

Previsto está, também, que no último trimestre do ano sejam incorporados os primeiros pilotos do programa “Iberia Cadet”, pouco mais de 40, que cobrirão tanto as passagens à reforma que ocorreram como o aumento de capacidade que a empresa planeia para 2023.

Na vertical das pessoas, destaca-se ainda um ambicioso plano de formação que sob o nome “Tudo começa comigo”, a empresa já disponibilizou a mais de 4.000 colaboradores, tripulantes, agentes aeroportuários e de “call center”, todos eles em contato direto com o cliente.

Ofensiva americana
Em termos operacionais, outra vertical do plano “Next Chapter” incide sobre o fortalecimento do hub da Iberia no aeroporto de Madrid, com o objetivo de posicionar-se como companhia aérea de confiança e também como melhor opção para voar de e para Espanha.

Nesse sentido, o grupo Iberia já recuperou todos os seus destinos na Europa, aumentou a sua capacidade face a 2019 em alguns mercados em Espanha, como as Ilhas Baleares e Canárias, continuando a apostar fortemente na América Latina com voos diários duplos para as principais capitais como como Bogotá, Buenos Aires ou México.

Além disso, lançou neste verão uma forte ofensiva nos Estados Unidos da América, com nove destinos (Nova Iorque, Miami, Boston, Los Angeles e Chicago, além de São Francisco, Dallas e Washington) com 120 voos semanais entre Espanha e os EUA.

Este reforço de capacidade permitirá, segundo a Iberia, “atingir valores de capacidade muito semelhantes aos de 2019”, referindo até um crescimento de 4% em termos de partidas.

Isso coloca a Iberia em destaque como companhia aérea com voos entre Espanha e Estados Unidos, com mais 6 pontos percentuais (p.p.) de quota de mercado (em termos de capacidade) do que em 2019, salientando ainda que, nestes dois anos de pandemia, “ganhou quota de mercado por passageiro, especificamente, 8 p.p. face a 2019”.

Durante a temporada de verão, a Iberia oferecerá dois voos diários para Nova Iorque e Miami, um voo diário para Chicago e Boston, cinco frequências semanais com Los Angeles e outras cinco com San Juan de Puerto Rico, três voos semanais para São Francisco e quatro por semana para Dallas e Washington. No total, a compannhia informa que “ultrapassará 1,5 milhões de lugares entre Espanha e Estados Unidos.

Todo este reforço de capacidade com os Estados Unidos é complementado pelo acordo comercial conjunto para a operação das rotas entre a Europa e o Atlântico Norte que começou em 2010 e permite oferecer aos clientes uma oferta de voos mais competitiva.

Experiências a bordo melhoradas
Para se posicionar como uma companhia aérea de confiança para os atuais e futuros clientes, a Iberia está a renovar completamente a experiência de viagem, assumindo que “cada cliente é diferente e cada viagem é única”.

“A Iberia está a trabalhar para oferecer um serviço mais personalizado, apoiado na digitalização de processos, com uma aposta firme na sustentabilidade e com destaque para o seu serviço gastronómico, totalmente renovado com base em matérias-primas de alta qualidade, produtos locais sazonais e riqueza da gastronomia espanhola”, frisa a companhia em comunicado.

Além disso, introduziu um novo serviço de “concierge digital” através de iberia.com com informação sobre os menus que serão oferecidos em cada voo e que, numa fase futura, o cliente poderá selecionar antes de voar.

O sistema de entretenimento a bordo também foi enriquecido com mais de 160 filmes, outras 480 séries, documentários e master classes e mais de 230 opções de música. E introduziu um serviço de mensagens gratuito durante todo o voo para clientes Iberia Plus e Business, que permite compartilhar mensagens através do WhatsApp, Telegram, Messenger ou Facebook Messenger.

Solidez financeira e futuro sustentável
O “No Next Chapter” estabelece ainda objetivos exigentes para devolver a Iberia à solidez financeira, fazer face à dívida adquirida durante a pandemia e reforçar a situação de caixa.

Medidas relacionadas, sobretudo, com o controlo de custos, renegociação de contratos com fornecedores e otimização dos investimentos estão entre as linhas condutoras.

A sustentabilidade é também um elemento transversal no plano de transformação da Ibéria, que está a ser implementado em quatro linhas de trabalho: a transição ecológica do setor aéreo, que inclui todas as iniciativas de renovação da frota, operações mais eficientes e a utilização de combustíveis sustentáveis da aviação, entre outras iniciativas; uma experiência de viagem mais sustentável para os seus clientes, através da digitalização dos serviços, da eliminação progressiva de plásticos a bordo, do desenvolvimento do seu sistema de gestão de resíduos e da compensação da pegada de carbono; apoio à Investigação+Desenvolvimento+Inovação; e a formação e sensibilização dos seus colaboradores.

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Transportes

euroAtlantic airways reforça frota com dois Boeing 777-200ER

Com esta integração, a euroAtlantic airways passará a operar com seis aviões todos com capacidade para longo curso e passa a oferecer uma capacidade de transporte de 1.470 passageiros.

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A companhia aérea portuguesa euroAtlantic airways (EAA) está a reestruturar a sua frota com a integração de mais dois aviões Boeing 777-200ER, que faziam parte da frota da extinta companhia aérea italiana Alitalia.

O primeiro aparelho chega ao mercado com marca EAA em agosto deste ano e o segundo no mês a seguir, em setembro. Assim sendo, a partir deste verão, a euroAtlantic airways irá operar com seis aviões todos com capacidade para longo curso: três Boeing 767-300ER e com três Boeing 777-200ER, onde se inserem os dois novos aviões cujas matrículas são CS-TSW e CS-TSX, que têm uma configuração de três classes (30 lugares Executiva; 24 lugares classe Conforto e 239 lugares para classe Económica) e com autonomia para voar até 14.260 quilómetros.

No total, com os dois novos aviões integrados na sua frota, a EAA passa a oferecer uma capacidade de transporte de 1.470 passageiros e reforça os seus voos de longo curso.

Recorde-se que a EAA realiza regularmente voos com os seus aviões para a STP Airways, companhia aérea de São Tomé e Príncipe de que a EAA é sócia. Além disso, realiza, também, voos regulares entre Lisboa e Bissau, tendo sido a única companhia aérea portuguesa a ligar Lisboa a Díli, capital da República Democrática de Timor-Leste.

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Chegadas internacionais à Cidade do Cabo aumentam 74%

O turismo na Cidade do Cabo tem vindo a registar uma tendência de crescimento. Prova disso, é a taxa de recuperação nas chegadas internacionais, no mês de abril, que ronda os 75% face a igual período de 2019. O preço médio por quarto, por sua vez, duplicou comparado com 2021.

Victor Jorge

O Turismo da Cidade do Cabo (Cape Town Tourism) anunciou uma taxa de recuperação de 74% nas chegadas internacionais e de 76% nas chegadas domésticas, no mês de abril 2022, comparado com abril 2019, afirmando que este movimento está “alinhado com a tendência crescente, a nível internacional, no movimento de passageiros, registado desde janeiro”.

O levantamento das restrições relacionadas com a COVID-19 e o apelo do verão sul-africano fizeram com que muitas pessoas reservassem a sua viagem à chamada “Cidade Mãe”, com o Turismo de Cidade do Cabo, por sua vez, a lançar uma iniciativa inédita para garantir que os turistas continuam a chegar.

Enver Duminy, CEO do Turismo da Cidade do Cabo, salienta que “as viagens de vingança são uma resposta por parte das pessoas ao confinamento dos últimos anos e à escolha consciente por viajar mais”. Assim, o responsável pelo turismo da Cidade do Cabo admite esperar “uma vaga de turistas a chegar à cidade este ano, à medida que a indústria reabre e as pessoas se sentem seguras para viajar com um propósito”.

O Vereador James Vos, responsável pelo Crescimento Económico na Câmara Municipal da Cidade do Cabo, acrescenta, por sua vez, que “a recuperação do número de visitantes na Cidade do Cabo é um ganho importante para a economia da cidade embora ainda não se tenha recuperado os níveis pré-pandemia”.

Com o setor do turismo a contribuir entre 2% e 3,5% anualmente (pré-Covid) para a economia local, sustentando até 5% dos empregos na cidade – para não mencionar os que trabalham nas indústrias afiliadas – Vos admite que “temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para apoiar o turismo local”.

“Os números positivos são o resultado de campanhas e estratégias dirigidas e implementadas pela Câmara e pelo Turismo da Cidade do Cabo, que espelham a diversidade do nosso destino, e vamos continuar a trabalhar arduamente para assegurar que alcançamos melhores resultados ainda”, frisa o mesmo responsável.

Para além destes dados, o Turismo da Cidade do Cabo revela que as taxas de ocupação hoteleira na cidade atingiram 66,6%, em março, uma subida relativamente aos 39,8% registados em março de 2021.

Por outro lado, o preço médio por quarto subiu para 1.972 rands (pouco mais de 118 euros), comparado com 991 rands (cerca de 59 euros), em 2021. No ano passado, apesar da pandemia e dos confinamentos, o turismo injetou 5,8 mil milhões rands (perto de 350 milhões euros) na economia da cidade.

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Transportes

Groundforce Portugal recebe Prémio de Excelência em Segurança

O programa que premiou a Groundforce visa reduzir significativamente os danos às aeronaves e as lesões em pessoas na operação em terra.

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A Groundforce Portugal recebeu o “Safety Excellence Program – Gold Award” pelo seu compromisso com o Programa de Excelência em Segurança da United Airlines.

O Programa visa reduzir significativamente os danos às aeronaves e as lesões em pessoas na operação em terra. Este prémio agora atribuído distingue os destinos da United que preenchem os vários requisitos no âmbito da segurança operacional.

Trata-se da terceira vez que o prémio é atribuído à Escala de Lisboa – uma vez na categoria Silver e duas na categoria Gold, onde a operação em terra está a cargo da Groundforce Portugal, líder nacional de assistência aeroportuária.

A distinção, entregue à equipa da Groundforce Portugal no Aeroporto Humberto Delgado, foi aceite por Paulo Colla Carvalheiro, diretor de Planeamento, Processos e Inovação que salientou que este prémio reflete “a relação de confiança que a Groundforce Portugal mantém com a United Airlines e reconhece a excelência dos nossos serviços, com foco total na segurança e no serviço ao cliente”.

Representada por David Kinzelman, Vice President, Global Airport Operations de toda a rede mundial da United Airlines, a companhia dirigiu um agradecimento público a todos os colaboradores da Groundforce Portugal que contribuem, direta e diariamente, para que a companhia atinja os seus objetivos de segurança de forma exemplar.

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Turismo

Portugueses gastarão mais nas férias de verão com procura por destinos para fora de Portugal a crescer

Ao que tudo indica, os portugueses irão gastar mais nas férias deste verão. Embora a maioria continue a preferir o “vá para fora cá dentro”, também aumenta o interesse em viajar para fora de Portugal. Os portugueses estão, também, entre os mais otimistas quanto a um regresso à normalidade.

Victor Jorge

Os portugueses irão gastar mais 15% nas férias deste ano, quando comparado a 2021, ascendendo o valor a 1.543 euros, revelam os dados do 21.º Barómetro Anual de Férias de Verão da Europ Assistance, realizado em parceria com a IPSOS.

Portugal é, aliás, um dos países onde se verifica uma maior evolução na intenção de gastos para as próximas férias, embora, em valor, não se coloque no topo do ranking. Só mesmo Espanha (+20% para 1.503 euros) e Reino Unido (19% para 2.165 euros) suplantam o crescimento registado pelos portugueses, enquanto Bélgica e Alemanha acompanham a subida de 15% de Portugal, embora com valores finais distintos e mais elevados: 2.289 euros e 2.128 euros, respetivamente.

O barómetro revela que o orçamento médio europeu para estas férias de 2022 ronda os 1.805 euros (+14% face a 2021), ficando Suíça, Bélgica, Áustria, França, Alemanha e Reino Unido acima desse valor.

Já fora da Europa, destaque para a subida do orçamento para viagens, neste verão, dos norte-americanos (+19%) para 2.620 euros, embora o orçamento mais alta venha da Austrália com 2.808 euros.

A análise revela, também, que 79% dos portugueses têm planos para viajar durante os meses de verão, correspondendo a uma subida de 17 pontos percentuais (p.p.) face ao ano anterior.

Seguindo uma tendência registada ao longo destes dois anos de pandemia, os destinos nacionais continuam a ser os preferidos dos portugueses, com um de 8 p.p. para os 54% face a 2021, mas os dados indicam, igualmente, uma crescente procura por destinos fora do país.

“O estrangeiro é agora a preferência de 52% dos portugueses, uma subida de 13 p.p., com Espanha (24%), França (13%) e Itália (9%) a serem os destinos preferidos”, revela o 21.º Barómetro Anual de Férias de Verão da Europ Assistance. Já Portugal é o destino de preferência dos espanhóis e dos franceses.

De carro e para hotel
O hotel (41%) ou uma casa para arrendar (30%) continua a ser os tipos de acomodação mais procurados pelos portugueses para este verão de 2022. Já o carro (51%) permanece como meio de transporte de eleição para viajar, embora a opção pelo avião (41%) como meio de transporte registe um aumento de 7 p.p. em relação a 2021. Outra tendência que se mantém bastante positiva este ano é a preferência por locais perto do mar, sendo estes os preferidos de 58% dos portugueses inquiridos.

Segundo o Barómetro, apenas 34% dos portugueses já reservou as suas férias ou parte delas, destacando-se ainda como dos mais exigentes em relação às condições de segurança necessárias para viajar este verão. A higienização dos meios de transporte (45%) e o acesso a informação detalhada sobre a situação epidemiológica e as medidas de saúde pública aplicadas no destino de férias escolhido (33%) são algumas das condições mais valorizadas pelos portugueses para decidirem o local de férias deste verão.

Os cidadãos europeus (54%) continuam a manifestar preocupação em relação à saúde dos seus familiares e amigos no momento de viajar, destacando-se os viajantes espanhóis (75%) e portugueses (73%). Além disso, o barómetro mostra também que os portugueses (71%) são dos mais preocupados com a situação económica.

Os impactos da guerra e preços
O Barómetro revela que, em termos globais, as pessoas estão “entusiasmadas” pela possibilidade de voltarem a viajar, apesar da inflação e da guerra na Ucrânia, com a primeira a ser destacada pelos inquiridos como a questão que tem “mais impacto naquele entusiasmo”.

Por outro lado, se o nível global de preocupação com temas relacionados com a COVID-19 diminuiu em relação a 2021, a preocupação com a situação económica permanece quase inalterada, destacando-se as restrições orçamentais como uma das principais razões para os cidadãos não viajarem em 2022. “Na Europa, por exemplo, 41% dos inquiridos apontam essa causa para não viajarem (um aumento de 14 p.p.), indica o barómetro.

Na Europa, o impacto da inflação e o aumento generalizado dos preços destacam-se como o principal motivo para os cidadãos se sentirem “mais retraídos” quando pensam em viajar, principalmente os que habitam em Portugal (85%), na Polónia (79%), em Espanha (77%) e na Itália (74%).

Relativamente á possibilidade de optarem por um seguro de viagem, cerca de 43% dos portugueses afirma analisar, em primeiro lugar, “o preço dos seguros de viagem quando pondera contratar um serviço deste âmbito, sendo o indicador com mais peso na tomada de decisão”.

Viagens seguras
Entre os europeus, os britânicos, os espanhóis e os portugueses são os mais dispostos a pagar por novos benefícios de assistência no seguro de viagem, nomeadamente: alertas de segurança em tempo real (69%), coberturas para riscos relacionados com a COVID-19 (65%), acesso a informação sobre possíveis atrasos nos voos (64%), aplicação móvel que disponibilize informação sobre as políticas do seguro (59%) e serviços de telemedicina (58%).

A par dos checos e dos espanhóis, os portugueses são também dos cidadãos europeus que mais estão dispostos a pagar por novos benefícios de assistência automóvel: assistência em viagem com cobertura no estrangeiro (66%), proteção de pneus (53%) e acesso a um serviço de check-up antes da viagem (49%), foram os principais benefícios assinalados no estudo.

Os viajantes europeus, a par dos tailandeses, são dos “mais empenhados” em continuar a contribuir para a diminuição dos impactos ambientais, económicos e sociais das suas viagens. “Algumas destas ações já fazem parte dos hábitos de viagem dos cidadãos”, revela o barómetro, indicando como exemplos, “a adoção de comportamentos sustentáveis, não desperdiçando recursos locais (87%); utilização de uma garrafa de água reutilizável (86%); apoio à economia local ao fazer refeições e comprar produtos em estabelecimentos regionais (86%); evitar participar em atividades que não são socialmente responsáveis ou que não respeitam o meio ambiente (81%)”.

A concluir, o 21.º Barómetro Anual de Férias de Verão da EuropAssistance prevê ainda “um retorno à normalidade”, onde as máscaras e os testes não serão mais necessários, entre este e o próximo ano. “Os cidadãos acreditam também que a COVID-19 terá impacto nos hábitos de viagem, nomeadamente na contratação de seguros de viagem”, afirmando que “mesmo quando a pandemia terminar vão continuar a utilizar estes serviços”.

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