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França testa “passaporte sanitário” com Air France

A ideia do Governo francês e da Air France é verificar se esta solução funciona adequadamente em tempo real e se ajudará a reduzir os controlos, acelerando, assim, os procedimentos de embarque e desembarque.

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França está a realizar teste para a implementação de um passaporte sanitário, através de passageiros que cheguem através de voos da Air France, segundo avançou, recentemente, o ministro dos Transportes gaulês, Jean-Baptiste Djebbari, à imprensa do país.

Segundo o responsável do Governo de Emmanuel Macron, o objetivo destes testes, que beneficiará os viajantes sem COVID-19, serve para verificar se funciona adequadamente em tempo real e se ajudará a reduzir os controlos, acelerando, assim, os procedimentos de embarque e desembarque.

Djebbari referiu, no entanto, que estes testes não afetarão os viajantes da União Europeia nem alterará qualquer política em vigor quanto à entrada no país, mantendo-se a obrigatoriedade dos passageiros chegadas a território francês procedentes de países comunitários e da zona Schengen, de teste negativo à COVID-19.

Segundo ainda o ministro francês, este teste terá um alcance limitado e será realizado pela companhia aérea francesa em voos entre a França e os territórios ultramarinos de Guadalupe e Martinica, segundo o portal SchengenVisaInfo.com. Trata-se de uma aplicação móvel, na qual os passageiros terão de carregar um certificado de vacinação ou um teste COVID-19 recente.

Recorde-se que a Air France já tinha anunciado que iria iniciar um teste de quatro semanas, especificamente a partir da passada quinta-feira, 11 de março, em todos os seus voos com base principal no aeroporto Charles de Gaulle de Paris para Pointe-à-Pitre, em Guadalupe, e Fort de França, na Martinica. A companhia aérea francesa informou que compartilhará essas informações com os seus parceiros da aliança SkyTeam, que atualmente estão a realizar teste de várias soluções.

Refira-se que estes testes realizados pelo Governo francês e companhia aérea são independentes dos testes que a Comissão Europeia está a conduzir dentro dos planos para criar um ‘passe verde’ digital numa tentativa de restaurar as viagens para fins comerciais e turísticos.

 

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Swiss aumenta frequências de voos no Porto para o verão

O aumento de frequências de Swiss no Porto vai ser apresentado na próxima segunda-feira, 4 de julho, numa conferência de imprensa com a participação de Julia Hillenbrand, diretora-geral do Lufthansa Group para a Europa Ocidental.

A Swiss International Airlines vai aumentar o número de voos diretos operados à partida do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, novidade que vai ser apresentada na próxima segunda-feira, 4 de julho, numa conferência de imprensa a decorrer na cidade Invicta.

“A Swiss International Air Lines (SWISS), que pertence ao Lufthansa Group, vai expandir os seus serviços na cidade do Porto este verão, aumentando a frequência de voos diretos a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro”, lê-se numa nota a autarquia, que não especifica, no entanto, o número de voos que a companhia aérea helvética vai passar a operar.

A conferência de imprensa para apresentar o aumento do número de frequências vai decorrer no Jardim Botânico do Porto, pelas 11h00, com a participação da vereadora com o Pelouro do Turismo e da Internacionalização da Câmara Municipal do Porto, Catarina Santos Cunha, e da diretora-geral do Lufthansa Group para a Europa Ocidental, Julia Hillenbrand.

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Primeiro-ministro revoga despacho sobre aeroporto e o que era já não é

Afinal, a decisão sobre as novas infraestruturas aeroportuárias para Lisboa, anunciadas por Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, voltou à estaca zero. O primeiro-ministro, António Costa, decidiu revogar o despacho publicado.

O primeiro-ministro, António Costa, determinou esta quinta-feira, 30 de junho, a revogação do despacho publicado na quarta-feira, 29 de junho, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa e reafirmou que quer uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

“O primeiro-ministro determinou ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação a revogação do despacho ontem [quarta-feira] publicado sobre o novo aeroporto da região de Lisboa”, lê-se num comunicado divulgado pelo gabinete de António Costa.

No comunicado, o primeiro-ministro “reafirma que a solução tem de ser negociada e consensualizada com a oposição, em particular com o principal partido da oposição e, em circunstância alguma, sem a devida informação previa ao Presidente da República”.

“Compete ao primeiro-ministro garantir a unidade, credibilidade e colegialidade da ação governativa. O primeiro-ministro procederá, assim que seja possível, à audição do líder do PSD que iniciará funções este fim de semana para definir o procedimento adequado a uma decisão nacional, política, técnica, ambiental e economicamente sustentada”, acrescenta-se no comunicado.

Recorde-se que na quarta-feira foi publicado em Diário da República um despacho assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, sobre a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

No despacho lê-se que “o Governo pretende avançar com a construção do aeroporto complementar do Montijo e planear imediatamente a construção de um novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete

“Os riscos de uma infraestrutura aeroportuária com duas pistas de grande extensão na península do Montijo não obter autorização ambiental para avançar são hoje avaliados como muito elevados. Por este motivo, o Governo deixou, pois, de equacionar a opção Montijo ‘stand alone’ como viável e, nesse sentido, merecedora de estudo aprofundado”, lê-se na exposição de motivos.

O secretário de Estado das Infraestruturas considera que, “excluída esta última opção, a única solução aeroportuária que responde à exigência de dotar o país e a região de Lisboa de uma infraestrutura aeroportuária moderna com capacidade de crescimento a longo prazo é a construção de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete”.

Na quarta-feira, Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, desdobrou-se em entrevistas, defendendo a solução apresentada para Montijo e Alcochete, não referindo, contudo, os moldes em que essas obras iriam decorrer e quem assumiria os custos das mesmas.

Certo é que Pedo Nuno Santos avançou que a nova solução aeroportuária para Lisboa passava pela construção de um novo aeroporto no Montijo até 2026 e por encerrar o aeroporto Humberto Delgado, quando estivesse concluído o de Alcochete, em 2035.

O primeiro-ministro, António Costa, tinha afirmado no parlamento, na semana passada, que aguardava a decisão do presidente eleito do PSD, Luís Montenegro, sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa para que houvesse “consenso nacional suficiente” tendo em vista uma decisão “final e irreversível” sobre esta matéria.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou desconhecer os “contornos concretos” da nova solução aeroportuária do Governo para a região de Lisboa, observando que “foi ajustada agora”, e recusou comentá-la sem ter mais informação.

Do lado da oposição e dos respetivos partidos com representação parlamentar foram várias as críticas à decisão anunciada, com Luís Montenegro, presidente eleito do PSD, a salientar não ter sido “informado de nada” sobre os planos do Governo para o novo aeroporto.

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CTP diz que solução para o novo aeroporto “é boa”, mas só acredita “quando vir as máquinas no terreno”

Depois das notícias que dão conta não de um, mas dois aeroportos para a região de Lisboa, a CTP frisa que a decisão “só peca por tardia”.

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Depois de conhecida a informação relativamente à construção das novas infraestruturas aeroportuário para Lisboa, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) vê “como muito positiva a solução do Governo sobre o novo aeroporto na região de Lisboa”.

Em comunicado, Francisco Calheiros, presidente da CTP, salienta que “a nossa persistência finalmente vingou”. No mesmo documento frisa que “esta é uma decisão que responde às exigências feitas pela CTP ao longo dos últimos anos e que só peca por tardia. É uma excelente notícia para o país e para os portugueses”.

A CTP pede agora que o processo seja “célere” e que se passe “das palavras aos atos”, pedindo que Portugal “não esteja mais meio século a falar sobre uma solução de um novo aeroporto”.

De acordo com Francisco Calheiros, “a solução anunciada é boa, mas agora esperamos para ver, porque só acredito quando vir as máquinas no terreno. Já andamos nisto há 50 anos e continuamos com o mesmo aeroporto, que como já se viu, e basta olhar para o que se passou em recentes fins de semana, está sem capacidade para fazer face à crescente procura de turistas”.

Recorde-se que a CTP irá revelar, brevemente, os resultados de um estudo que aponta para que o país esteja a perder milhares de milhões de euros pela não construção de um novo aeroporto em Lisboa. “São perdas de milhões de euros por cada dia em que o aeroporto não avança, atingindo toda a economia portuguesa”, conclui a CTP.

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ANA saúda solução “pragmática” para Portela e Montijo e refere Alcochete como “nova etapa”

Para a ANA – Aeroportos de Portugal fala numa “solução pragmática de investimento” para os aeroportos Humberto Delgado e Montijo e diz que irá definir com o “concedente” as condições de “desencadeamento e realização” da nova etapa sem referir Alcochete.

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Em comunicado, e depois das várias informações que vieram a público relativamente à decisão tomada pelo Governo para o “novo parque aeroportuário” para Lisboa, a ANA – Aeroportos de Portugal “saúda a decisão do Governo português que permitirá dar, a curto prazo, uma resposta viável e otimizada às necessidades de desenvolvimento aeroportuário da região de Lisboa, através de uma solução pragmática de investimento nos aeroportos Humberto Delgado e do Montijo”.

Segundo o grupo responsável pela gestão dos 10 aeroportos em Portugal, esta solução “permitirá obter a capacidade aeroportuária que o país necessita, da forma mais rápida e economicamente viável, com benefícios para a economia, o turismo, e a continuidade territorial portuguesa”.

Contudo, no comunicado enviado às redações, a ANA não refere uma única vez a localização Alcochete, referindo somente que toma “em consideração a vontade do concedente [Governo] enquadrar uma nova fase de desenvolvimento a longo prazo, e assumindo a saturação do sistema Lisboa-Montijo”.

Por isso, a ANA diz que irá, “no âmbito do seu contrato de concessão”, definir com o concedente as condições de “desencadeamento e realização dessa nova etapa”.

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Governo avança já com aeroporto complementar no Montijo e quer construir substituto da Portela em Alcochete

O Governo pretende avançar, já no início de 2023, com um aeroporto complementar à Portela no Montijo e construir um novo aeroporto de raiz, em Alcochete, que venha a substituir a atual infraestrutura em 2035.

Inês de Matos

O Governo vai avançar já com um aeroporto complementar à Portela no Montijo, que deverá contar apenas com uma pista de aviação, e pretende iniciar também para a construção de uma nova infraestrutura em Alcochete, que deverá entrar em funcionamento em 2035, substituindo o atual Aeroporto Humberto Delgado.

De acordo com a imprensa nacional, a decisão já estará tomada e, tal como avança o Observador, terá sido articulada com a ANA – Aeroportos de Portugal, ainda que seja necessário negociar o contrato de concessão com a empresa que gere os aeroportos nacionais para incluir a construção de um novo aeroporto, o que deverá acontecer no início de 2023.

O ECO diz mesmo que Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, que tem a tutela do aeroporto, já terá deixado cair o concurso de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) ganho por um consórcio que tem uma empresa participada pelo Estado espanhol e vai lançar um novo para a construção imediata de uma infraestrutura complementar no Montijo e início dos trabalhos de um novo aeroporto de raiz em Alcochete para substituir a Portela no prazo de 10 a 15 anos.

O Observador diz também que a solução ainda vai ser objeto de avaliação ambiental estratégica por parte do LNEC, que deverá ser emitida até ao final do ano, mas estima que o aeroporto do Montijo só venha a estar pronto dentro de quatro anos, mas ainda dentro da atual legislatura.

O aeroporto do Montijo só deverá, no entanto, funcionar como aeroporto complementar à Portela enquanto Alcochete estiver a ser construído e de forma a resolver os problemas de capacidade da atual infraestrutura que, segundo o Expresso, deverá ser desmantelada quando o novo aeroporto de Alcochete entrar em funcionamento.

Até lá, acrescenta ainda o Observador, o objetivo é investir na Portela de forma a garantir uma maior fluidez na circulação dos aviões e reduzir os atrasos nos voos, não estando previstos investimentos no aumento da capacidade para passageiros.

 

 

 

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Portugal e Quénia assinam acordo para abrir ligações aéreas diretas “em breve”

O primeiro-ministro português e o Presidente queniano assinaram esta terça-feira, 28 de junho, três acordos de cooperação bilateral, um dos quais prevê a abertura “em breve” de ligações aéreas diretas entre os dois países.

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O primeiro-ministro, António Costa, e o Presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, assinaram esta terça-feira, 28 de junho, três acordos de cooperação bilateral, um dos quais prevê a abertura “em breve” de ligações aéreas diretas entre os dois países.

Os acordos foram assinadas depois de uma reunião entre o líder do executivo português e o chefe de Estado queniano, que decorreu em São Bento, e, no caso do acordo para a abertura de voos, representa “um passo importante ao nível das relações comerciais, sobretudo no domínio do turismo”, disse à Lusa fonte diplomática.

“Estamos certos de que contribuirá para a crescente internacionalização das empresas portuguesas num mercado importante como o do Quénia”, acrescentou a fonte citada pela Lusa, que esclarece que, para entrar em vigor, este acordo deve ser ainda ratificado pelos parlamentos dos dois países.

Além da abertura de ligações aéreas, Portugal e o Quénia acordaram também a formalização de consultas regulares políticas entre os dois países para o tratamento de questões bilaterais e internacionais, tendo ainda sido assinado um memorando que prevê que o Instituto Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros desenvolva programas de formação de quadros quenianos.

A reunião desta terça-feira decorreu à margem da 2.ª Conferência dos Oceanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que é coorganizada por Portugal e pelo Quénia, e que decorre até sexta-feira, 1 de julho, na Altice Arena, em Lisboa.

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easyJet apresentou medidas de sustentabilidade no Connecting Europe Days

Companhia aérea participou no evento para “demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”.

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A easyJet participou esta terça-feira, 28 de junho, no Connecting Europe Days, evento especial destinado a reunir políticos, representantes da indústria e a Comissão Europeia para discutir o transporte, a mobilidade e o seu papel na sustentabilidade, e no qual foram apresentados “os esforços que a indústria da aviação está a empreender para se tornar mais sustentável”.

“A easyJet tem o prazer de participar neste evento especial e nele demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”, indica a companhia aérea.

Para este evento, que decorreu no Terminal 2 do Aeroporto Lyon-Saint Exupéry, em França, a easyJet promoveu, em colaboração com o projeto ALBATROSS do Single European Sky’s ATM Research (SESAR), um voo entre Lisboa e Lyon que contou com um “plano de voo otimizado e especificamente projetado para mostrar o potencial de economia significativa de CO2, se o Céu Único Europeu for implementado”.

Além disso, acrescenta a easyJet, três dos voos da companhia aérea que partem do aeroporto de Lyon vão passar a ter “uma mistura de 30% de combustível de aviação sustentável (SAF), produzido e fornecido pela TotalEnergies, reduzindo as emissões de cada um desses voos em 27% em comparação com o uso de combustível de aviação convencional”.

Na informação divulgada, a easyJet explica que cada um dos seus voos “já é 100% compensado, sem custos adicionais para os clientes” e que a companhia aérea “só investe em projetos certificados pelo Gold Standard ou pelo Verified Carbon Standard, programas de certificação reconhecidos internacionalmente”.

“A companhia aérea opera a sua moderna frota de aviões de forma eficiente e visa preencher a maioria dos seus lugares para assim reduzir as emissões de CO2 por passageiro”, acrescenta a easyJet.

A transportadora aérea low cost explica que a preocupação com a sustentabilidade dos seus voos a levou, no ano passado, a juntar-se à Race to Zero, a campanha global apoiada pela ONU para atingir emissões líquidas de carbono zero até 2050, tendo também publicado recentemente a sua meta de melhoria da intensidade das emissões de carbono de 35% até 2035.

“Em última análise, é a ambição da easyJet voar em aviões de emissão zero de carbono e a companhia aérea está a trabalhar com vários parceiros em todo o setor, incluindo Airbus, Rolls-Royce, GKN Aerospace, Cranfield Aerospace Solutions e Wright Electric, para acelerar o desenvolvimento de tecnologia de aviões com emissão zero de carbono e a infraestrutura necessária”, lê-se no comunicado divulgado.

Além destas ações, a easyJet também eliminou mais de 36 milhões de itens de plástico descartáveis​​usados​​nos seus voos e também adotou os novos uniformes da tripulação feitos de garrafas plásticas recicladas.

“Como companhia aérea líder na Europa, a easyJet está empenhada em trabalhar com a indústria e os governos para apoiar e acelerar esta mudança necessária. No entanto, a descarbonização total não pode acontecer sem o apoio do governo para implementar o Céu Único Europeu e incentivar novas tecnologias. Cabe a todos nós proteger os benefícios da aviação para as próximas gerações e, ao mesmo tempo, garantir que fazemos todo o possível para proteger o nosso planeta”, afirma Thomas Haagensen, diretor de Mercados e Marketing do Grupo easyJet e responsável pela sustentabilidade no Conselho Executivo da companhia aérea.

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Governo neerlandês quer cortar 20% das operações no aeroporto de Schiphol

Os planos do Governo neerlandês em cortar 20% dos voos no aeroporto de Amsterdão (Schiphol) não caíram bem na indústria da aviação.

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O Governo neerlandês está a planear cortar em cerca de 20% as operações no aeroporto Schiphol (Amsterdão) com o intuito de reduzir a poluição sonora.

Pelo que é relatado na imprensa do país, este corte limitará a 440 mil os voos no aeroporto da cidade neerlandesa em novembro de 2023, pelo que, se a medida for aprovada, as autoridades neerlandesas não prolongarão mais os esforços com medidas relacionadas com questões sonoras.

A indústria da aviação já veio comentar esta possível aprovação por parte do Governo de Mark Rutte, admitindo tratar-se de um “golpe tremendo” para a aviação, emprego e economia, com os responsáveis da Air France-KLM a frisar que esta decisão poderá “cortar a capacidade de Schiphol funcionar com um ‘hub’”.

A KLM comentou, inclusivamente, que esta decisão fará com que terá de se “livrar” de aviões mais pequenos e concentrar-se em unidade de maior porte. “A rede intrincadamente conectada da KLM – que atualmente serve 170 destinos – não será mais sustentável”, referiu a companhia aérea.

Já Olivier Jankovec, diretor-geral da ACI EUROPE, salienta que “a decisão do Governo reduzirá a capacidade do aeroporto e tornará os Países baixos mais pequenos”.

Do lado da International Air Transport Association (IATA), Willie Walsh, diretor-geral da associação, “o plano do Governo neerlandês limitará drasticamente a conectividade aérea que apoiou grande parte da economia do país”.

De referir ainda o Executivo neerlandês já declarou que não tomará qualquer decisão relativamente á abertura do aeroporto de Lelystad, antes do verão de 2024. Esta segunda infraestrutura aeroportuária na cidade de Amsterdão seria construída para dar à KLM uma oportunidade para se expandir, frisando o Governo que “precisa de resolver questões de rotas e uma licença referente a questões ambientais” antes de abrir o novo aeroporto.

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Transavia voa entre o Porto e Lyon com 30% de combustível SAF

Companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM revela que esta iniciativa é uma das ações identificadas pelo grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

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A Transavia realizou esta terça-feira, 28 de junho, um voo entre o Porto e Lyon, em França, que utilizou, pela primeira vez, 30% de combustível SAF (combustível de aviação sustentável), numa iniciativa que, segundo a companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM, faz parte das ações do grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

“O Grupo Air France KLM está comprometido, há vários anos, com a redução da sua pegada de carbono. A sua vontade passa, hoje, por acelerar a sua transição ambiental, ativando todas as alavancas à sua disposição e favorecendo o surgimento de soluções inovadoras. O Grupo definiu uma trajetória para atingir zero emissões líquidas até 2050”, indica a Transavia, explicando que, a curto prazo, o grupo pretende reduzir as emissões de CO2 por passageiro-quilómetro em 30% até 2030 face a 2019.

Para reduzir as emissões poluentes, acrescenta a companhia aérea, um dos trunfos que estão atualmente ao dispor da aviação é o SAF, que corresponde a um tipo de combustível de “origem não fóssil”, produzido a partir de “resíduos industriais ou domésticos e que não competem com a alimentação humana”.

Segundo a Transavia, estes tipos de combustíveis “podem reduzir as emissões de CO2 numa média de 80% ao longo de todo o ciclo de vida e desempenhar um papel essencial na descarbonização do transporte aéreo”, motivo pelo qual, este ano, França passou a exigir que os fornecedores de combustíveis incluam 1% de SAF nas suas vendas de carburantes.

“Estamos entusiasmados por operar este voo que incorpora 30% de combustível de aviação sustentável. É uma importante iniciativa que desejávamos para estes dias de reflexão sobre a mobilidade, os Connecting Europe Days, que se realizam em Lyon. Estamos a mobilizar todas as alavancas para reduzir as nossas emissões de CO2: os SAF, a ecopilotagem que permite reduzir as nossas emissões em 3 a 5% por voo, e vamos chegar a -15% de emissões graças à próxima renovação de nossa frota”, sublinha Sébastien Mir, diretor de Qualidade, Segurança e Ambiente da Transavia France.

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Indústria da aviação alemã quer contratar na Turquia

A escassez de mão-de-obra na Alemanha, leva a indústria da aviação alemã a procurar solução no mercado turco.

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Depois de noticiadas as dificuldades vividas nos mais diversos aeroportos europeus, devido à falta de pessoal, o crescimento da procura por viagens já levou diversas companhias a cancelar voos ao longo das últimas semanas.

Na Alemanha, cujos principais aeroportos – Munique, Frankfurt ou Hamburgo, entre outros – foram impactados pela escassez de recursos humanos, a indústria da aviação já está a trabalhar numa solução ao decidir avançar para contratações “expresso” de trabalhadores turcos.

Segundo avança a imprensa germânica, a esperança é que as autoridades do país decidam com urgência quanto às autorizações especiais para que se possa avançar com a contratação de 2.000 trabalhadores turcos para os aeroportos da Alemanha.

A Associação Federal da Indústria da Aviação Alemã (Bundesverband der Deutschen Luftverkehrswirtschaft, BDL, sigla em alemão) estima que decorrerão mais seis semanas até que se possam incorporar esses recursos humanos, o que quer dizer que só na segunda metade do verão se poderia registar algum avanço, salientando que “tratam-se de pessoas que, para trabalhar nas instalações aeroportuárias, terão de passar por provas de segurança”.

Enquanto se espera por uma decisão das autoridades alemãs para facilitar esta incorporação de trabalhadores, a Associação Alemã de Turismo (Deutscher Reiseverband, DRV) divulgaram uma mensagem aos viajantes alemães, descartando “cancelamentos em grande escala” para os principais destinos de férias, como o Sul da Europa, admitindo que “é pouco provável que os voos contratados pelos operadores turísticos, que foram agendados com bastante antecedência, sejam suprimidos”.

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