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Delegação portuguesa marca presença na Expo Internacional de Turismo de Macau

Quinze elementos portugueses participam na iniciativa conjunta da APAVT e do Turismo de Macau em Portugal.

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Delegação portuguesa marca presença na Expo Internacional de Turismo de Macau

Quinze elementos portugueses participam na iniciativa conjunta da APAVT e do Turismo de Macau em Portugal.

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Numa organização conjunta da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo - APAVT – e da representação do Turismo de Macau em Portugal, uma delegação de 15 elementos composta pela direcção da APAVT, coordenador do Turismo de Macau em Portugal, representante do Turismo de Portugal na China, Direcção Regional do Turismo dos Açores, Agência de Promoção do Alentejo, Associação de Promoção da Madeira, operadores turísticos e jornalistas do trade marcará presença na 5ª edição da Expo Internacional de Turismo (Indústria) de Macau.
A V Expo Internacional de Turismo de Macau, ou MITE, em inglês, realiza-se entre 7 e 9 de Julho no Venetian Macau e pretende potenciar a criação de negócios entre empresas do sector do turismo, assim como aproximar a indústria turística chinesa e portuguesa, reforçando o papel de Macau como plataforma de serviços entre a China e os países de língua portuguesa.

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Navios cruzeiros voltam a Cabo Verde

19 meses depois, o porto do Mindelo, em Cabo Verde, voltou a receber um navio cruzeiro. Até ao final do ano estão previstas cerca de 68 escalas, diz a Enapor.

Os navios cruzeiros voltaram a Cabo Verde, com a chegada do "MS Europa 2", de 225 metros de comprimento, ao Porto Grande, o primeiro do género nos últimos 19 meses.

Trata-se de uma reabertura, desta feita para os navios de cruzeiro, além dos restantes segmentos turísticos, após a pandemia, mas também para os turistas que por mais de um ano adiaram a viagem.

Pela primeira vez no arquipélago e na estreia numa viagem de navio cruzeiro, os turistas dizem-se seguros face à situação da COVID-19, tendo em conta as precauções que têm tomado e à situação no país.

Para a Enapor, empresa estatal cabo-verdiana que gere os portos do país, a passada terça-feira, dia 19 de outubro, marca “um novo capítulo” no setor do turismo de cruzeiros em Cabo Verde, após cerca de 19 meses de paralisação total”, cita a agência Lusa.

De acordo com a empresa, com o levantamento das restrições anteriores, impostas para conter a transmissão da pandemia da COVID-19, os portos de Cabo Verde voltam a receber navios de cruzeiro com passageiros, “estando previstas cerca de 68 escalas até ao final do ano”.

Cerca de 48.500 turistas em viagens em 149 navios de cruzeiro visitaram Cabo Verde em 2019, o melhor registo de sempre e um aumento de 3% face ao ano de 2018, segundo dados avançados pela Enapor.

Devido à COVID-19, o turismo de navios de cruzeiro ficou paralisado desde o início da pandemia no arquipélago, em março de 2020, mas alguns países já retomaram, de forma gradual, a atividade.

“Pretende-se uma retoma progressiva e sustentada dos cruzeiros e neste sentido os Portos de Cabo Verde, em concertação com as entidades de saúde e demais parceiros, encontram-se preparados para a receção desses navios, estando definido os protocolos necessários ao cumprimento de todas as normas de higiene e segurança impostas pela situação epidemiológica atual”, destaca a Enapor, sobre a chegada do primeiro destes navios ao Mindelo.

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Retoma do turismo para níveis pré-pandemia, só em 2023, diz SET

Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, admitiu que 2023 será um ano “muito importante”, acreditando que seja o ano em que se dará a recuperação do setor para níveis pré-pandemia.

A secretária de Estado do Turismo de Portugal, Rita Marques, afirmou, em Madrid, que o Governo espera que o setor aos valores que faturou em 2019, antes da pandemia da COVID-19, somente no ano 2023.

“Em minha opinião, 2023 será um ano muito importante, pois acredito que seja o ano em que recuperaremos integralmente da quebra de procura causada por esta pandemia”, disse Rita Marques numa mesa redonda em que participou com o seu homólogo espanhol, Fernando Valdés, para debater a colaboração transfronteiriça em termos de políticas de turismo.

Os dois governantes defenderam que os países ibéricos devem trabalhar em conjunto na atração dos turistas estrangeiros.

“Estamos numa posição privilegiada para mostrar que o mercado turístico ibérico pode ser trabalhado em conjunto”, afirmou Rita Marques, acrescentando que esse trabalho coordenado entre os dois países já era feito antes da pandemia.

A secretária de Estado portuguesa recordou que em 2017 foi definida "uma nova agenda” para o turismo nacional e que depois da pandemia essa estratégia “continua atual”.

O Governo português definiu há quatro anos que era necessário lutar contra a sazonalidade do setor, apostar no turismo em todo o território e diversificar o produto turístico, acrescentando-lhe valor.

Rita Marques considerou que a gastronomia ou os vinhos são ofertas “importantes que distinguem” o país, mas que também é necessário apostar em "novos eventos”, tendo dado exemplos os subsetores de eventos corporativos, desportivos e termais, cuja procura aumentou depois da pandemia.

“Temos vantagem em fazer propostas em conjunto com Espanha. Por exemplo, eventos que se realizam um ano num país e em seguida no outro”, afirmou a governante portuguesa.

Rita Marques afirmou que Portugal e Espanha têm “muitas coisas em comum e também complementares”, tendo acrescentado que um turista pode chegar por Lisboa e sair por Madrid, depois de visitar os dois países.

“Temos que saber aproveitar as sinergias que se podem gerar entre os nossos países para o fluxo de turistas na Península Ibérica”, disse.

A secretária de Estado incentivou a presidência espanhola do Conselho da União Europeia em 2023 a continuar o trabalho da presidência portuguesa do primeiro semestre do corrente ano.

Na presidência portuguesa foram dados passos para preparar uma “Agenda Europeia para o Turismo 2030/2050”, recordou Rita Marques, que agora espera que a estratégia esteja pronta a tempo de a Espanha, em 2023, a possa executar “com o apoio das instituições europeias e dos Estados-membros”.

 

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Groundforce assina contrato com seis novas companhias aéreas e renova com mais uma dezena

Lot Polish (Polónia), JetPak BVBA (Bélgica), Tarom (Roménia), Air Seven (Dinamarca), Swiss (Suíça), e Ukraine International passam a fazer parte da carteira de clientes da Groundforce Portugal.

Victor Jorge

A Groundforce Portugal assinou novos contratos de assistência em escala (serviços prestados em terra a aeronaves, passageiros e carga) com seis novas companhias aéreas, tendo renovado contrato com mais 10 operadores.

A carteira de clientes da Groundforce aumenta, assim, com a chegada da Lot Polish (Polónia), JetPak BVBA (Bélgica), Tarom (Roménia), Air Seven (Dinamarca), Swiss (Suíça), e Ukraine International, tendo as últimas duas passado a voar também para o Funchal.

Para além destes novos contratos, o companhia de handling nacional renovou ainda os contratos que já detinha com as companhias SATA (nas vertentes International, International Carga e Ticketing), Azul Airlines, Binter Canarias, Privilege Style, Enter Air, Air Moldova, Grupo TUI, Delta Airlines, Air Moldova e Ural Airlines, continuando como parceiro destes clientes nos aeroportos nacionais.

Arafat Tayob, diretor Comercial da Groundforce Portugal, destaca o grau de exigência de todas estas companhias no que diz respeito a vários parâmetros, destacando a “segurança, qualidade do serviço e valor”, esperando estar, “em breve”, em níveis anteriores à pandemia.

De referir que as perspetivas de retoma do mercado denotam, segundo avança a Groundforce, em comunicado, “uma recuperação a ritmo acelerado em todos os aeroportos nacionais onde a companhia está presente”, adiantando mesmo que nos meses do verão de 2021, “o tráfego assistido atingiu 56,1% do número de movimentos de 2019, representando um crescimento de 200% face a 2020”.

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Daniel Marchante (Lusanova Brasil): “O turismo massificado vai ter dificuldade em recompor-se”

Com a necessidade de “reposicionar os nossos produtos”, Daniel Marchante, diretor da Lusanova Brasil, acredita que “2022 possa ser o ano da normalização operativa”.

Victor Jorge

Com a proximidade e atenção ao passageiro a serem “ainda mais prementes para o futuro”, o diretor da Lusanova Brasil, Daniel Marchante, admite que, no futuro, “não é mais suportável que o operador procure um fornecedor no exterior por preço e não pela qualidade dos serviços”.

Com operação em Portugal e Brasil, que preferências e experiências possuem os “novos consumidores”? A que necessidades passaram a ter de responder e com esta maior vertente tecnológica, passaram a ter de fazê-lo com mais rapidez e em diversas plataformas?
No atual momento de retoma das vendas com as condicionantes por força das precauções sanitárias ainda em vigor, tivemos de reposicionar os nossos produtos de forma a atender à procura dos passageiros que, nesta fase, procuram pacotes privados em Portugal, estadias mais longas nas cidades europeia já abertas ao mercado brasileiro, circuitos em mini-van e estadias em resorts de baixa intensidade e mais exclusivos.

A nossa plataforma informática está preparada para a venda online dos principais produtos, a informação ao passageiro obriga a detalhes, como: seguros de viagem mais abrangentes, regras existentes em cada país e normas de segurança sanitária. A proximidade e atenção ao passageiro são ainda mais prementes para o futuro.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
Os passageiros estão ávidos de poder percorrer o mundo nos patamares de 2019. À medida que as fronteiras e condições de operação se vão abrindo, iremos lançar a nossa operação, prevendo que 2022 possa ser o ano da normalização operativa. Esta crise a nível mundial, como sempre acontece em momentos de dificuldade a nível global, obriga os operadores turísticos a entender o mercado e, neste caso, podemos ver que o turismo massificado vai ter dificuldade em recompor-se, que o passageiro vai preferir qualidade e segurança pagando o valor justo, que vai entregar a sua viagem de sonho ao operador que lhe oferece credibilidade e idoneidade, que os agentes de viagem vão selecionar o operador credível que lhe entrega o serviço nos termos contratados.

Não é mais suportável que o operador procure um fornecedor no exterior por preço e não pela qualidade dos serviços. Aprendemos que devemos centrar o passageiro na nossa preocupação ética e operacional, de forma que possamos cumprir com sucesso a nossa função empresarial.

 

*Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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Fabiana Lima (Club Turis): “O futuro dos agentes passa por uma união cada vez maior para sobreviverem”

Fabiana Lima, CEO e fundadora da Club Turis, destaca que, o turismo não é estático e quem trabalhar nele, “tem a certeza que será preciso recomeçar muitas vezes”.

Victor Jorge

Com os quadros a saírem do universo do turismo, devido ao trabalho remoto, a CEO e fundadora da Club Turis, Fabiana Lima, admite que “o risco é alto se não fomentar um alinhamento adequado”. Em vésperas do webinar “Desafios pós-COVID”, da Airmet a responsável salienta que, quem está no turismo, “tem a certeza que será preciso recomeçar muitas vezes”.

Além das alterações nos hábitos e modelos de trabalho, a qualificação, atração e retenção de talento também se tornou tema. Que dificuldades encontram, agora que houve uma habituação ao trabalho remoto/digital em captar ou manter quadros qualificados?
Acredito que essas dificuldades vão muito mais além do que a habituação atual ao trabalho remoto/digital.

Há muito tempo já era um desafio encontrar profissionais qualificados, mesmo estando todos eles, vivenciando uma era plena de muito acesso à informação, assim como também, captá-los e mantê-los no quadro de trabalho.

Já havia no mercado muitos profissionais com muita informação, mas poucas habilidades. Pouca experiência e muitas vezes, pouca capacidade de adaptações e também de empatia com o alinhamento e a essência da empresa ou do negócio proposto. Assim como também, já havia empresas com pouca gestão. Prontas para gerir negócios, mas não pessoas.

Com o trabalho remoto, veio a facilitação para as empresas da empregabilidade, pois com a barreira da distância quebrada, e mais opções de currículos, melhor opção e poder de negociação para adquirir pessoas com o perfil de expectativa aproximado da mesma, contudo, com o risco já eminente ainda maior de: pouca proximidade com a cultura organizacional da empresa e identificação do perfil de forma mais assertiva.

Ou seja, se o distanciamento não for bem conduzido, ainda que haja conhecimentos específicos e capacidade técnica de atuação, poderá trazer uma lacuna, entre o que se quer da equipe e o que o seu principal público deseja receber sobre o seu melhor atendimento. O risco é alto se não fomentar um alinhamento adequado, entre o que se quer produzir e o que se deve fazer bem para executar isso.

Além é claro do desafio da falta de proatividade que se não for bem direcionada, poderá gerar sérios desafios à empresa já que tempo realmente é dinheiro. Para isso, a solução seria uso de ferramentas específicas para gerir as metas e a produtividade de cada um de sua equipe. Contribuindo inclusive para o próprio alinhamento de desempenho e organização do/a contratado/a.

Existem outras ações para se evitar pouca atração e retenção de talentos, mantendo um bom nível de capacitação: (i) Manter a motivação com bons incentivos e benefícios, mas isso não é tudo; (ii) Construção de um bom ambiente de trabalho; (iii) Melhoria no processo interno de comunicação; (iv) Estabelecimento de um senso de meritocracia; (v) Incentivo da liderança pelo exemplo; (vi) Construção de uma cultura de feedback; (vii) Reuniões periódicas e encontros de trocas de conhecimento.

Os resultados desses esforços consequentemente serão: (i) Ajudar a construir um clima de trabalho agradável; (ii) Garantir mais engajamento e produtividade; (iii) Dar mais fluidez ao processo de tomada de decisão; (iv) Aplicar em economia para a empresa; (v) Garantir que a empresa não perca capital intelectual.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
Eu espero que o turismo, especialmente no Brasil, se profissionalize mais e se torne mais organizado. Penso que o futuro dos agentes passa por uma união cada vez maior para sobreviverem. Sejam debaixo de grandes guarda-chuvas primeiro de associações, depois de empresas como a Clubturis que, efetivamente, conseguem com conhecimento e estratégias de desempenho antecipado, evitar muitas situações indesejadas para o trade, mantendo uma qualidade operacional diferenciada, fazendo-os lucrarem ainda estabilizarem-se anda mais no mercado mais rapidamente e com mais eficácia.

Quanto à principal aprendizagem desta crise, é que a frase de Charles Darwin nunca fez tanto sentido: “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

O turismo não é estático e trabalhar nele, é ter a certeza que será preciso recomeçar muitas vezes. Vencerá quem mais resiliência tiver de não desistir jamais, agindo sempre de forma criativa.

*Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

 

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‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’ quer 145M€ para projetos que visam a retoma do setor

Propostas já foram entregues ao Governo por um consórcio empresarial e da academia, que reúne várias empresas e entidades ligadas ao setor do turismo.

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A ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, que visa concretizar os objetivos do Plano Reativar o Turismo e que já foi entregue ao Governo por um consórcio empresarial e da academia, que reúne empresas e entidades da área do Turismo, apresenta um conjunto de projetos que estão avaliados em 145 milhões de euros e que, segundo o consórcio, visam a retoma do setor, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PSS).

"Trata-se de uma agenda mobilizadora que visa obter apoio financeiro a projetos que no global estão avaliados em 145 milhões de euros. Projetos de investigação e desenvolvimento, inovação, transformação digital e transição climática, na área do Turismo, que pretendem cumprir os eixos definidos no PRR. Por outro lado, a Agenda Acelerar e Transformar o Turismo visa concretizar os objetivos do Plano Reativar o Turismo, já aprovado em Resolução do Conselho de Ministros, para incentivar a retoma do setor do turismo nacional", lê-se num comunicado enviado à imprensa.

Este consórcio, que reúne empresas e entidades da área do Turismo, universidades, assim como entidades ligadas à inovação e tecnológicas, em sintonia com a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e com o Turismo de Portugal, pretende, com as propostas apresentadas, contribuir para "a alteração do perfil de especialização na área do Turismo e na economia portuguesa em geral", assim como "dotar as empresas de maior capacidade tecnológica e de inovação, permitindo também uma requalificação e especialização dos recursos humanos e a redução das emissões de CO2", no âmbito da transição climática.

“É extremamente importante que seja aprovada a ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, que vai permitir investimentos imprescindíveis em projetos que visam não só acelerar a retoma da atividade turística, como também irão tornar o turismo em Portugal ainda mais qualificado e preparado para a transição climática, fatores a que os turistas e visitantes dão cada vez mais importância quando escolhem um destino”, considera Francisco Calheiros, presidente da CTP, citado no comunicado divulgado.

Para este consórcio, a concretização destas propostas é "um veículo imprescindível para que o Ecossistema do Turismo possa fazer face a um mercado mais competitivo no pós-pandemia e acelerar a retoma do crescimento e assim continuar a dar o seu contributo importantíssimo para a economia nacional".

"Para tal, é necessário fortalecer o Ecossistema do Turismo para que este possa dar resposta à altura às solicitações da retoma. Daí a importância de serem aprovados pelas instâncias próprias os projetos e o valor de investimento contidos na ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, tendo em conta os objetivos do Plano Reativar o Turismo oportunamente apresentado pelo Governo", acrescenta a informação divulgada.

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Universidade Nova de Lisboa lança “NOVA TOHO”

Criar e difundir conhecimento, bem como promover a inovação no turismo e hospitalidade é o da plataforma NOVA TOHO.

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A Universidade Nova de Lisboa (UNL) apresenta, na próxima quinta-feira, dia 21 de outubro, a Plataforma sobre Turismo e Hospitalidade – NOVA TOHO.

Com a pandemia a trazer novos desafios ao Turismo, designadamente ao nível da saúde e da segurança, e a acelerar transformações que conduzem a uma maior digitalização e sustentabilidade, a NOVA TOHO surge como uma plataforma que visa “criar e difundir conhecimento, bem como promover a inovação nesta área”, refere a UNL em comunicado.

Da gestão aos dados e à informática, da saúde ao património e à sustentabilidade, a NOVA TOHO congrega diferentes áreas do saber, tendo como objetivos “constituir-se como espaço de formação e criatividade ao serviço da comunidade; estabelecer parcerias com a indústria, instituições governamentais e instituições académicas nacionais e internacionais; e contribuir, enquanto centro de excelência, para o desenvolvimento do tecido económico local, regional e global”.

De salientar que, antes da pandemia, o turismo representava 12,5% do PIB nacional, sendo Portugal considerado um dos destinos mundiais mais competitivos e sustentáveis.

Além da apresentação da NOVA TOHO, a sessão contará, também, com um debate sobre o futuro do turismo, numa mesa-redonda que contará com a presença de Magda Antonioli, vice-presidente da European Travel Commission e professora na SDA Bocconi School of Management; Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal; e Marc Stierand, professor e Diretor do Institute of Business Creativity da Escola de Hotelaria de Lausanne.

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Aroldo Schultz (Schultz): “A tecnologia aproxima-nos dos nossos clientes e agora mais ainda”

Aroldo Schultz, diretor do operador turístico brasileiro Schultz, destaca que “o uso da tecnologia não tem mais volta” e “quem ainda não usa, sairá a perder”.

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O responsável pelo operador turístico brasileiro Schultz, Aroldo Schultz, é um dos convidados do webinar “Desafios pós-COVID”, da Airmet. Por e-mail respondeu a duas breves questões colocadas pelo Publituris.

A digitalização tem sido um tema indiscutível nesta pandemia. Que alterações trouxe, efetivamente, este ciclo e como é que esta vertente mais tecnológica abre novas estratégias de negócio ao nível da operação? A digitalização afastou ou aproximou-vos dos vossos clientes?
A digitalização atual trouxe um aprimoramento tecnológico e temos de evoluir para acompanhar o ritmo forte das novidades. A tecnologia aproxima-nos dos nossos clientes e agora mais ainda, com as reuniões em vídeo.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
O uso da tecnologia não tem mais volta. Quem ainda não usa, sairá a perder. O turismo ficará mais forte do que nunca nos próximos anos e as empresas sólidas, que souberam respeitar seus clientes, vão crescer muito. Com a pandemia descobrimos que a nossa capacidade de superação e criatividade é imensa. A nossa equipa e clientes foram amparados desde o início, e sentimos que o reconhecimento deles está a chegar com o volume de vendas crescente. Somos um grupo formado por uma equipe vitoriosa que soube respeitar todos os envolvidos.

Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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Marcelo Bento (Azul): “A sofisticação do consumidor exigirá maior conhecimento do cliente”

Marcelo Bento, diretor de Planeamento e Alianças da Azul, um dos speaker do webinar da Airmet, acredita que a companhia terá uma capacidade aérea cerca de 120% maior em lugares que no verão de 2020.

Victor Jorge

Do outro lado do Atlântico, Marcelo Bento, diretor de Planeamento e Alianças da Azul, explicou, em breves palavras e como antevisão ao seminário da Airmet, a importância da partilha de informação.

Em muitos dos fóruns que têm sido realizados ao longo deste último ano e meio, “colaboração”, “cooperação”, “partilha” têm sido definições que têm ganho relevância e que, para muitos, serão imprescindíveis para o sucesso futuro? Como é que estas “novas exigências” poderão ser colocadas em prática pelas companhias aéreas?
A sofisticação do consumidor, com diferentes necessidades em momentos distintos de consumo, exigirá maior conhecimento do cliente, o que pode ser obtido com partilha de bases de dados, informações e oportunidades. Também, de forma a ser mais assertivo, as ofertas precisam ser ampliadas, exigindo a coordenação de diferentes produtos, de diferentes fornecedores, online e em tempo real, preferencialmente customizadas para o cliente. É impossível fazer isso sem uma estreita cooperação com diferentes atores da cadeia.

As empresas aéreas costumam ser alvo das primeiras pesquisas dos consumidores e podem, assim, intercetá-lo no início do processo decisório. Mas precisam preparar-se para interpretar, coordenar e oferecer uma proposta adequada aos anseios desse consumidor.

Como é que a empresa está neste momento de retoma das viagens em termos de posicionamento de mercado, produtos e operações?
A rede doméstica da Azul já está em franca recuperação e, no momento, opera acima da capacidade observada antes da pandemia da COVID-19. Neste verão, a Azul terá uma capacidade aérea cerca de 120% maior em lugares que no verão de 2020.

A aguda crise sofrida por todos desde março de 2020 e, em especial, pela indústria de transporte aéreo, deu-nos a oportunidade de rever toda a nossa estrutura de custos, organizacional e estratégias de receita. Saímos mais equilibrados, mais ágeis, com uma frota mais moderna, e com uma participação de mercado ampliada.

As nossas áreas de viagens e cargas tiveram franco crescimento durante a crise e têm apresentado uma crescente contribuição ao grupo Azul como um todo, mostrando a evolução das viagens em lazer, mais frequentes e mais sofisticadas, especialmente no âmbito doméstico. Também há que realçar a incrível evolução do e-commerce no país. Ainda temos grandes desafios na recuperação da malha e receitas da operação internacional, ainda bastante desafiadora.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
A evolução do ‘bleisure’ é uma nova realidade, permitindo a desconcentração das temporadas altas, viagens mais frequentes, e permanência mais longas nos destinos, procurando, também, adaptações dos equipamentos turísticos.

Também a valorização de experiências diferenciadas, que exigem produtos mais sofisticados, maior segmentação e conhecimento técnico da cadeia de distribuição será crescente. Com isso, a informação e tomada de decisão por referência tornam-se ainda mais relevantes e presentes, assim como o marketing direto e digital.

Numa era de bombardeio de informações, ofertas integradas, mais “ricas” e oportunas oferecem maior conversão, mas exigem conhecimento do cliente, do momento de compra, e grande coordenação entre diferentes fornecedores da cadeia turística.

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TAP confirma Frederic Gossot como novo diretor de vendas e distribuição

Novo diretor de vendas e distribuição da TAP conta com mais de 25 anos de experiência em gestão da aviação e deixa a Qatar Airways para integrar a direção da companhia aérea de bandeira nacional.

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A TAP confirmou esta segunda-feira, 18 de outubro, em comunicado, a contratação de Frederic Gossot como novo diretor de vendas e distribuição da companhia aérea, profissional de conta com mais de 25 anos de experiência em gestão da aviação e que deixa a Qatar Airways para integrar a direção da companhia aérea de bandeira nacional.

"Frederic Gossot é o novo diretor sénior de vendas e distribuição da TAP. De nacionalidade francesa, o novo responsável da transportadora aérea tem mais de 25 anos de experiência nas áreas de gestão no setor da aviação, destacando-se no seu percurso os cargos desempenhados na Air France, Air France/KLM e Qatar Airways, companhia onde desempenhava atualmente funções como Diretor Regional para a Europa ocidental", indica a TAP, na informação divulgada.

O novo diretor de vendas e distribuição da TAP é mestre em Gestão pela ESSEC Business School, concluiu um programa avançado de Gestão da HEC e é certificado pela London School of Economics em Finanças para Gestão.

Ao longo da sua carreira profissional, Frederic Gossot especializou-se em áreas como "gestão de grandes equipas, liderança e resolução de problemas em ambientes multiculturais, Gestão de Crise, participação e desenvolvimento de alianças e parcerias estratégicas, elaboração de planos de negócio e orientação para os resultados".

Frederic Gossot tem ainda uma vasta experiência internacional e multicultural, "tendo vivido e trabalhado em países como França, Nigéria, Indonésia, China, Líbano, Dubai e Alemanha, sempre em funções de liderança de equipas".

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