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Delta Air Lines espera trazer 40 mil americanos nos voos para Lisboa

Delta Air Lines inicia voos diários entre Lisboa e Nova Iorque na próxima sexta-feira.

Inês de Matos
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Delta Air Lines inicia voos diários entre Lisboa e Nova Iorque na próxima sexta-feira.

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A Delta Air Lines começa sexta-feira, 26 de Maio, a voar entre Nova Iorque e Lisboa, operando voos diários entre as duas cidades, nos quais espera trazer até à capital portuguesa cerca de 40 mil turistas americanos, segundo Rafael Ruiz, director de vendas da companhia aérea norte-americana para a Europa do Sul.

“Esperamos transportar perto de 80 mil pessoas nos voos entre Nova Iorque e Lisboa, cerca de 40 mil desde Nova Iorque”, avançou o responsável durante a apresentação dos voos, que marcam o regresso da Delta Air Lines à capital portuguesa, 22 anos depois de ter abandonado a rota que operava para Lisboa.

Segundo afirmou o responsável durante uma conferência de imprensa que decorreu esta quarta-feira, 24 de Maio, em Lisboa, as reservas para estas ligações apresentam já uma “procura muito forte”, o que permite expectativas positivas.

“A previsão de load factor tem por base a procura e esta está muito bem, está a surpreender as nossas expectativas”, revelou o responsável, explicando que, na última vez que olhou para as reservas, o load factor estava nos 87% para os poucos dias de Maio em que os voos já estarão a decorrer, enquanto as reservas de Junho apontavam para um load factor na ordem dos 83%.

Os voos da Delta Air Lines entre Nova Iorque e Lisboa são sazonais e vão decorrer até 28 de Outubro, ainda que a companhia admita a hipótese de estender a operação ao longo de todo o ano, o que não deverá acontecer já esta temporada, com Rafael Ruiz a explicar que será preciso analisar o comportamento da sazonalidade do destino e fazer um balanço desta operação.

Em cima da mesa está também a possibilidade de reforçar a capacidade oferecida na temporada de Verão de 2018, usando um avião 767-400, naquilo que o responsável considera “um upgrade natural”, mas que está também dependente da evolução da procura.

De acordo com o director de vendas da companhia para a Europa do Sul, importante para estas decisões será também a adesão dos portugueses aos novos voos, com Rafael Ruiz a mostrar-se confiante na procura dos passageiros nacionais, ainda que a TAP concorra directamente com a Delta Air Lines nesta rota.

“A TAP também voa para Nova Iorque. Sei que é difícil concorrer com a TAP, porque tem ofertas muito boas, mas vamos deixar que os clientes decidam qual é a melhor”, afirmou Rafael Ruiz.

Quanto a planos para voar para outras cidades em Portugal, o responsável garante que, por agora, não existem, ainda que afirme que a Delta Air Lines está sempre “à procura de novas oportunidades”.

“Se me perguntassem, há dois anos, se a Delta iria voar para Lisboa, provavelmente diria que não. E agora estamos aqui”, afirmou, explicando que, também neste caso, a companhia terá que analisar essa possibilidade.

Os voos da Delta Air Lines entre Nova Iorque e Lisboa vão ser realizados num avião 757-200, com 163 lugares, saindo de Nova Iorque pelas 22h15, para chegar a Lisboa às 10h25, enquanto em sentido contrário partem da capital portuguesa às 11h55, chegando a Nova Iorque pelas 14h30. Os preços começam nos 459 euros em classe económica e nos 2.650 euros para business class.

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Ryanair abre base na Madeira com dois aviões e 10 novas rotas no próximo verão

Companhia aérea low cost abre, no próximo verão, a sua quarta base em Portugal, num investimento de 200 milhões de euros, que vai criar 60 postos de trabalho diretos e 40 indiretos no arquipélago.

Inês de Matos

A Ryanair vai abrir uma base na Madeira, a quarta da companhia em Portugal, depois de Lisboa, Porto e Faro, num investimento de 200 milhões de euros, que prevê a colocação de dois aviões no arquipélago e a abertura de 40 novas frequências semanais e 10 rotas, cinco das quais diretas, informaram a Ryanair e a ANA Aeroportos de Portugal| VINCI Airports.

“Esta nova conectividade irá contribuir para a diversificação de mercados emissores e aumentará a resiliência das variações de mercado, fatores críticos para o turismo na Madeira”, destaca a ANA Aeroportos de Portugal| VINCI Airports, em comunicado divulgado esta terça-feira, 23 de novembro.

Com a nova base, a Madeira vai passar a contar com dois aviões da Ryanair em permanência, que vão ligar o arquipélago a Bruxelas Charleroi, Dublin, Lisboa, Londres Stansted, Manchester, Marselha, Milão Bergamo, Nuremberga, Paris Beauvais e Porto.

O anúncio da abertura da nova base foi feito em conferência de imprensa, que decorreu no aeroporto da Madeira e que contou com a presença de Pedro Siza Vieira, ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital; Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira; Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroportos de Portugal| VINCI Airports; e Eddie Wilson, CEO da Ryanair.

“O anúncio da base da Ryanair na Madeira para o verão de 2022 é uma excelente notícia para a Região Autónoma da Madeira. Esta base é o resultado de um trabalho de parceria com a Ryanair, com a Associação de Promoção Turística da Madeira e com o Turismo de Portugal. Para além de reforçar a parceria global existente entre a VINCI Airports e a Ryanair, esta base permitirá, pela abertura de 5 novos destinos rotas em 2022, um significativo aumento da conectividade aérea da Madeira, potenciando a diversificação de mercados turísticos”, refere Thierry Ligonnière, CEO da ANA|VINCI Airports.

Já Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo e Cultura da Madeira, bem como presidente da Associação de Promoção da Madeira, considera que o reforço de acessibilidade é sempre uma “boa notícia” para a Madeira, que passa, assim, a contar com “mais oferta de lugares para novas ligações internacionais e para reforço de outras existentes”, num “incremento que responde às necessidades da população residente e aos propósitos do próprio destino turístico”.

A nova base vai também criar 60 postos de trabalho diretos e 40 indiretos no arquipélago e, segundo a Ryanair, representa o “compromisso da companhia aérea com Portugal e demonstra o seu impacto no desenvolvimento do turismo português”.

“Temos o prazer de anunciar a abertura da nossa nova base na Madeira, que irá proporcionar a conexão com 10 novos destinos, através de 2 aeronaves e 40 voos semanais, ligando a Madeira a cidades como Londres, Paris, Dublin, Milão e Manchester, durante todo o ano. Este investimento de 200$m não só impulsionará a economia de Portugal, ao contribuir para o crescimento do turismo regional, como também criará mais de 60 postos de trabalho diretos na região e mais de 400 postos de trabalhos indiretos no local na Madeira”, destaca  Eddie Wilson, CEO da Ryanair. 

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal – VINCI Airports lembra que a Ryanair é a segunda maior companhia aérea a operar na rede de aeroportos ANA e a primeira nos aeroportos do Porto e de Faro.

A empresa que gere os aeroportos nacionais considera que a base da Ryanair vai impulsionar ainda mais o tráfego nos aeroportos da Madeira, que têm “apresentado nos últimos meses uma recuperação acima dos valores da rede aeroportos ANA”, de tal forma que, no verão, o número de passageiros no aeroporto da Madeira já alcançou 67% do tráfego no período homólogo de 2019.

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Transavia também vai voar entre Amesterdão e Ponta Delgada a partir de abril de 2022

Voos entre Amesterdão e Ponta Delgada arrancam em abril de 2022, com uma ligação por semana, aos domingos.

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Depois de anunciar o lançamento de uma rota entre Paris e Ponta Delgada, nos Açores, no verão do próximo ano, a Transavia revelou agora que também vai voar entre a capital micaelense e Amesterdão, numa operação que arranca em abril do próximo ano e que vai contar com um voo por semana, aos domingos.

“A Transavia vai abrir uma nova rota entre Ponta Delgada e Amesterdão-Schiphol na próxima Primavera – a ser inaugurada em abril de 2022. Após anunciar, recentemente, uma nova rota de verão a ligar Paris e a ilha de São Miguel, nos Açores, a subsidiária low-cost do grupo Air France-KLM propõe agora uma ligação totalmente nova entre os Países Baixos e o arquipélago dos Açores”, lê-se num comunicado enviado pela companhia aérea à imprensa esta segunda-feira, 22 de novembro.

Na informação divulgada, a Transavia avança preços desde 72 euros para voos de ida e explica que a abertura da nova rota é possível devido à expansão da sua frota, principalmente em França, uma vez que vai passar de 40 aviões 737-800s no início de 2021 para 61 aviões a partir de abril de 2022.

“Globalmente, a filial low-cost do grupo Air France-KLM terá uma frota total de 89 aviões a voar para mais de 100 destinos na Europa”, acrescenta a Transavia, que alerta, no entanto, que o “programa de voos mantém-se em constante evolução e continua sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa”.

Os bilhetes já se encontram à venda e podem ser adquiridos através do site da companhia aérea, em www.transavia.com.

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easyJet aumenta capacidade em Portugal em 31 mil lugares na época festiva

No final de 2021 e primeiros meses do próximo ano, a easyJet vai reforçar a operação de e para Portugal com mais 31 mil lugares nas rotas da Alemanha, França, Suíça, Reino Unido e Luxemburgo.

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A easyJet anunciou um reforço da capacidade nas rotas de e para Portugal, que chega aos 31 mil lugares, durante a época festiva e os primeiros meses de 2022, que abrange as ligações a várias cidades europeias, muitas das quais contam com vastas comunidades portuguesas residentes.

“Sabemos que grande parte dos emigrantes do nosso país apresenta o desejo de regressar às suas origens durante todo o ano, mas que nem sempre possuem disponibilidade. Por isso, tendo como objetivo proporcionar aos nossos clientes os reencontros com familiares e amigos, reforçamos a capacidade de voos de aeroportos portugueses para várias cidades europeias”, refere José Lopes, diretor geral da easyjet para Portugal, citado num comunicado enviado à imprensa.

A easyJet vai reforçar as rotas entre Portugal e a Alemanha, França, Suíça, Reino Unido e Luxemburgo, com a companhia aérea a destacar as ligações a Basileia, na Suíça, nas quais vai disponibilizar mais quatro mil lugares nas ligações entre esta cidade suíça e o Porto, entre 14 de dezembro e 9 de janeiro.

Já entre Lisboa e Basileia, a easyJet vai colocar à disposição dos passageiros mais mil lugares entre 18 de dezembro e 8 janeiro, o mesmo número de lugares em que será também aumentada a rota entre Faro e Basileia, entre 17 de dezembro e 7 de janeiro.

Além deste aumento de capacidade para Basileia, a easyJet vai também reforçar o número de lugares disponibilizados entre janeiro e março para vários outros destinos europeus, num acréscimo que abrange as rotas entre o Funchal e Berlim, o Funchal e Londres-Gatwick, além de várias outras rotas do Porto, nomeadamente para Nantes, Luxemburgo e Zurique.

“Desta forma, durante os primeiros meses do ano disponibilizamos cerca de 31 mil lugares para ligações a países como Alemanha, França, Suíça, Reino Unido e Luxemburgo, onde sabemos que vive grande parte dos portugueses emigrados”, acrescenta José Lopes.

 

 

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Transavia volta a vencer prémio em França pelo serviço ao cliente

Este foi o segundo ano consecutivo em que a Transavia France recebeu o galardão de ‘Serviço ao Cliente do Ano 2022’, na categoria ‘Transporte coletivo de passageiros’.

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A Transavia France voltou a ser distinguida pela qualidade do seu serviço ao cliente e arrecadou, pelo segundo ano consecutivo, o galardão de ‘Serviço ao Cliente do Ano 2022’ na categoria ‘Transporte coletivo de passageiros’, nos prémios Service Client de l’Année 2022, que são entregues em França e avaliam o atendimentos das empresas em vários setores.

De acordo com a companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM, a Transavia France obteve a melhor pontuação na sua categoria, com um classificação de 16,44 pontos em 20 possíveis.

As empresas que participaram nestes prémios foram alvo de 160 testes cliente-mistério realizados pelos consumidores franceses ao longo de seis semanas, entre 31 de maio e 10 de julho, e através de cinco canais, concretamente telefone, email, website, redes sociais e chat.

“Estamos muito felizes por termos sido eleitos ‘Serviço ao Cliente do Ano’ pelo segundo ano consecutivo. Este é um grande reconhecimento e um grande orgulho para as nossas equipas. Agradeço calorosamente o seu trabalho, o empenho diário e a sua mobilização para apoiar os nossos clientes. Este novo prémio, que reflete a nossa promessa “We make low-cost feel good”, prova, uma vez mais, que o serviço ao cliente está no centro da estratégia comercial da Transavia.”, afirmou Nicolas Hénin, Diretor-Geral Adjunto Comercial (CCO) da Transavia France.

A distinção vem juntar-se à atribuída a 28 de outubro passado pela revista Capital, no âmbito do rótulo “Melhor Marca 2022”, na qual a Transavia terminou em primeiro lugar na categoria de companhias aéreas low-cost.

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Azul lança check-in por whatsApp

Novo serviço da Azul permite receber o cartão de embarque pelo WhatsApp e seguir diretamente para a porta de embarque no aeroporto.

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A Azul lançou um novo serviço de check-in automático por WhatsApp que, segundo a companhia aérea brasileira, vai “tornar a experiência digital ainda mais completa” e que se destina aos passageiros que não tenham feito o check-in online até três horas antes do voo.

“No novo serviço, a própria Azul identifica os Clientes que ainda não fizeram check-in e estão com os dados completos e, em seguida, faz a marcação do assento, enviando, por fim, o cartão de embarque pronto por WhatsApp”, explica a companhia aérea em comunicado, sublinhando que este é um serviço inovador, pratico e ágil.

Se os passageiros não tiverem bagagem para despachar, podem seguir diretamente para a porta de embarque, sendo que quem tiver bagagem para despachar deve passar na “bancada digital” para despachar as suas malas, seguindo depois para a porta de embarque.

“A Azul é uma empresa que não para de estudar formas de tornar a experiência dos seus clientes cada vez mais especial. Percebemos que as pessoas estão desejando mais o autosserviço e é por isso que estamos expandindo e aprimorando as nossas tecnologias e serviços digitais, tornado assim a experiência Azul muito mais completa”, afirma Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes da companhia aérea.

Por enquanto, o novo serviço está disponível nos aeroportos brasileiros de Congonhas (em São Paulo), Manaus, Recife, Ribeirão Preto, Campinas, Cascavel, Vitória, Goiânia, Florianópolis, Fernando de Noronha, Campo Grande, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Belém, Cuiabá, Porto Seguro e Maceió, mas a Azul conta alargá-lo a mais de 100 aeroportos onde opera.

Além desta nova opção de check-in, a Azul disponibiliza também check-in através de outros canais, nomeadamente pela app da companhia aérea, onde é possível fazer a marcação de assentos, compra de bagagem e obter informações sobre o voo, assim como sobre o programa de fidelidade da companhia e outros serviços.

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Aviação europeia reclama mais ambição nos objetivos da descarbonização

CEO da easyJet e presidente da associação de companhias aéreas europeias Airlines For Europe, pede a adoção de medidas globais para a descarbonização, que na aviação tem já um caminho definido.

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A aviação europeia quer um maior compromisso e ambição na definição dos objetivos para a descarbonização, que vão ser acordados na próxima assembleia geral da ICAO – Organização Internacional da Aviação Civil, que vai ter lugar em 2022.

“O setor de transporte aéreo da Europa apoia e incentiva uma adoção mais ampla de objetivos ambiciosos para a descarbonização e de ações a longo prazo por todos os países e regiões, incluindo aqueles vão ser acordados a nível global, na próxima assembleia da ICAO em 2022”, afirma Johan Lundgren, CEO da easyJet e presidente da associação de companhias aéreas Airlines For Europe.

Johan Lundgren, que recorda que o setor da aviação já definiu o seu caminho rumo à descarbonização e que passa por reduções significativas de emissões de CO2 até 2030 e 2050, desafiou os outros setores a fazerem o mesmo, ainda que deixe o alerta de que é necessário estabelecer medidas globais para se alcançar o objetivo da descarbonização.

“O nosso setor é, por natureza, global, por isso, encorajamos os outros a fazerem o mesmo. A par de medidas regionais, deve ser estabelecido e colocado em ação um quadro global forte que permitia que, na aviação, a descarbonização aconteça numa escala global e corresponda à nossa ambição na Europa”, desafiou o responsável.

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KLM opera 64 voos por semana para 11 destinos nos EUA

Companhia aérea dos Países Baixos já retomou o serviço para todos os destinos que servia nos EUA durante o inverno, antes do início da pandemia do coronavírus.

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A KLM revelou que, como o anúncio da reabertura dos EUA a turistas internacionais vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro, decidiu reabrir a sua rede de destinos no país e retomar o os voos para os destinos que servia no país, durante o inverno, antes da pandemia, contando realizar 64 voos por semana, para 11 destinos nos EUA.

“Isto significa que a KLM retomou o serviço para todos os destinos que servia diretamente no inverno antes do início da pandemia do coronavírus, incluindo Los Angeles, São Francisco, Chicago, Boston, Atlanta, Miami, Las Vegas, Nova York, Washington, Mineápolis e Houston”, refere a companhia aérea dos Países Baixos, em comunicado.

Para Los Angeles, a KLM conta com voos diários, enquanto a operação para São Francisco, que conta atualmente com cinco voos por semana, passa a voos diários a 6 de dezembro. Já para Chicago existem cinco voos por semana e Boston conta com três, enquanto para Atlanta há voos diários da parte da manhã e mais cinco voos por semana na parte da tarde, tal como acontece com Nova Iorque, para onde existem, no entanto, quatro voos da parte da tarde.

A companhia aérea dos Países Baixos conta ainda com cinco voos semanais para Washington, três para Mineapolis e voos diários para Houston. Já a operação para Las Vegas e Miami arranca a 7 de dezembro, em ambos os casos com três voos por semana.

“Este é um ponto de viragem para nós; um passo importante para sair da crise. Agora que podemos operar estes voos com mais lugares cheios, em total conformidade com todos os requisitos do coronavírus, a KLM pode dar o próximo passo em direção à recuperação financeira”, considera Pieter Elbers, presidente e CEO da KLM.

 

 

 

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Air Malta e ITA Airways estabelecem code-share

Companhias aéreas esperam que este acordo ajude a “impulsionar as viagens de negócios e turismo entre a Itália e Malta”.

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A Air Malta e a ITA Airways estabeleceram acordo de code-share que liga as redes das duas companhias aéreas, numa parceria que entrou em vigor a 31 de outubro e que, segundo comunicado enviado à imprensa, “deverá impulsionar as viagens de negócios e turismo entre a Itália e Malta”.

“Após este acordo, os clientes da ITA Airways e da Air Malta podem viajar para o destino desejado com um único bilhete, fazendo check-in no aeroporto de partida e recolhendo a sua bagagem no final da viagem, no aeroporto de chegada”, lê-se no comunicado divulgado.

Com esta parceria, a ITA Airways aplicará o código ‘AZ’ em todos os serviços operados pela Air Malta entre Itália e Malta, enquanto a Air Malta vai realizar voos code-share ‘AZ’ entre Malta e Itália, bem como serviços internacionais.

“Os novos voos code-share já estão disponíveis para venda nos respetivos sites das companhias aéreas (itaspa.com e airmalta.com), sistemas de reserva e agências de viagens”, acrescenta a informação divulgada.

“Estamos muito entusiasmados com este novo acordo de code-share que nos liga a uma ampla seleção de aeroportos na Itália e não só. A Itália é um dos mercados mais importantes da Air Malta e este acordo aumentará o nosso alcance no mercado italiano”, considera Roy Kinnear, diretor Comercial da Air Malta.

Já Andrea Benassi, chefe de Rede, Frota e Alianças da ITA Airways, destaca a importância desta parceria para a companhia aérea italiana, sublinhando que “a ITA Airways procura parcerias valiosas para apoiar este importante período de início de operação e este acordo vai ao encontro disso mesmo”.

“A ITA Airways pretende tornar-se numa transportadora aérea eficiente e inovadora, que será uma referência na oferta de ligações de qualidade entre destinos internacionais para a Itália, impulsionando assim o turismo e comércio exterior. Este acordo de cooperação proporciona aos nossos passageiros a melhor experiência de viagem para um número cada vez maior de destinos e aumenta significativamente a nossa presença em Malta”, acrescentou.

Recorde-se que a ITA Airways é uma nova companhia aérea italiana, que surgiu com a falência da Alitalia e por determinação europeia, depois da Comissão Europeia de chumbado as ajudas que o estado italiano deu à Alitalia.

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LAM retoma voos para o Zimbabué a 19 de novembro

Voos para a capital do Zimbabué decorrem às quartas, sextas e domingos, num avião Embraer 145, com 50 lugares.

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A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique vai retomar, a 19 de novembro, os voos diretos entre Maputo, capital moçambicana, e Harare, capital do Zimbabué, avança a Lusa, que cita o diretor-geral da companhia aérea moçambicana, João Carlos Pó Jorge.

“O horário dos voos nesta operação vão dar a possibilidade de conexão para destinos além de Harare”, avançou o responsável ao jornal Notícias, um dos principais diários do país.

Os voos vão decorrer às quartas, sextas e domingos, saindo da capital moçambicana pelas 12h00, para chegar a Harare às 13h50, enquanto em sentido contrário as partidas da capital do Zimbabué são pelas 14h40, chegando a Maputo às 16h00.

Os voos vão ser assegurados por  um avião Embraer 145, com 50 lugares, numa operação que João Carlos Pó Jorge espera que contribua também para reforçar as relações entre Moçambique e o Zimbabué, impulsionando o turismo e o investimento entre os países vizinhos.

Recorde-se que a LAM já tinha voado para o Zimbabué no passado, numa operação que foi abandonada em março de 2018.

 

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Emirates aumenta receitas, reduz perdas e transporta 6,1 milhões de passageiros no último semestre

Companhia aérea do Dubai conseguiu aumentar a receita em 86% no semestre entre abril e setembro, enquanto as perdas caíram 51,7% e o número de passageiros transportados aumentou 319%.

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A Emirates terminou o último trimestre, entre abril e setembro, com resultados mais animadores face ao ano passado, fruto da recuperação de todos os segmentos empresariais e do levantamento das restrições às viagens em vários destinos, o que permitiu aumentar a receita em 86%, enquanto as perdas caíram 51,7%.

De acordo com um comunicado da companhia aérea do Dubai, no último semestre a Emirates alcançou um receita de 5,1 mil milhões de euros (5,9 milhões de dólares), ainda que as perdas se tenham situado nos 1,4 mil milhões de euros (1,6 mil milhões de dólares), que compara com a perda de 2,9 mil milhões de euros registada em igual período do ano passado.

“A recuperação das receitas foi fortemente apoiada pelo aumento da procura por parte dos passageiros e pela continuidade da forte atividade de transporte de carga”, justifica a Emirates.

Além dos resultados financeiros, a Emirates anunciou também os resultados operacionais deste semestre, durante o qual transportou 6,1 milhões de passageiros, o que representa uma subida de 319% e aumentou a capacidade disponibilizada em 250%, mais do triplo do que há um ano, o que a companhia aérea explica pelo facto de ter vindo a aumentar gradualmente o número de voos, à medida que as restrições às viagens foram sendo levantadas. Já o load factor subiu para 47.9%, quanto em igual período de 2020 estava nos 38,6%.

“As nossas áreas de transporte e handling de carga continuaram a ter um forte desempenho, fornecendo as bases sobre as quais conseguimos restabelecer rapidamente os serviços de passageiros. Embora ainda tenhamos algum caminho a percorrer antes de restaurarmos as nossas operações a níveis pré-pandémicos e regressarmos à rentabilidade, estamos no bom caminho de recuperação com receitas saudáveis e um sólido saldo de caixa no final do primeiro semestre de 2021/22”, congratula-se Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e CEO da Emirates.

No conjunto do Grupo Emirates, as receitas aumentam 81%, equivalendo a 5,8 mil milhões de euros (6,7 mil milhões de dólares), enquanto a perda se manteve 1,4 mil milhões de euros (1,6 mil milhões de dólares), valor que compara com a perda de 3,3 mil milhões de euros registada em igual período do ano passado (3,8 mil milhões de dólares).

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