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Portugal vai receber 30 mil turistas russos

Adolfo Mesquita Nunes confirma duas novas operações da Rússia para o Algarve.

Marta Barradas
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Adolfo Mesquita Nunes, secretário de Estado do Turismo, afirmou que “tivemos a confirmação de duas novas operações das duas maiores operadoras russas para o Algarve no próximo ano, o que significa um reforço de cerca de 30 mil turistas que vão entrar em Portugal vindos da Rússia”.

No âmbito da deslocação de alguns membros do Governo português a Moscovo, o responsável disse que foram precisas reuniões com a homóloga russa, com o objectivo de obter “um acordo aéreo entre Portugal e Rússia que facilite os voos entre os dois países”, avança a agência Lusa.

Ainda no âmbito da visita, o SET referiu ainda que alguns “investidores” russos estão interessados em ‘vistos gold’, sobretudo em turismo residencial, estando por isso prevista uma reunião para 10 de Dezembro, naquele local.

“Do ponto de vista institucional, tivemos a presença de vários investidores interessados nos vistos ‘gold’ para efeitos de turismo residencial e, por isso mesmo, teremos aqui, no dia 10 de Dezembro, uma reunião com os principais investidores para esse efeito”, conclui o responsável.

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Estação de comboios de Viana do Castelo vai ser transformada em hotel mas mantém serviços

Fonte da IP adiantou à Lusa que “o projeto propõe a criação de 41 quartos no edifício de passageiros e de 15 quartos no antigo armazém de materiais, resultando num total de 56 quartos com capacidade total de 112 utentes”.

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O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo disse esta terça-feira, 9 de agosto, que a estação de comboios da cidade, construída no século XIX, vai ser transformada em hotel por um investidor local e que o projeto está em fase de licenciamento, de acordo com informação adiantada pela agência Lusa.

Em declarações aos jornalistas, no final da reunião camarária de terça-feira, durante a qual foi questionado sobre o projeto, pela bancada do PSD e da CDU, Luís Nobre adiantou que “a Infraestruturas de Portugal (IP), proprietária do imóvel, entendeu dar uso a um espaço que está devoluto há mais de uma década”.

O autarca socialista garantiu que as funções e serviços atualmente a funcionar na estação de caminhos-de-ferro “não vão desaparecer, mas serão transferidos para outro local”.

“A bilheteira, o bar e outros serviços, vão manter-se. Não podia ser de outra forma. Ninguém ia fazer um investimento de 90 milhões de euros na modernização da Linha do Minho para depois prejudicar esse investimento”, sustentou.

Segundo Luís Nobre, o empresário, que já tem uma unidade hoteleira na cidade, “propôs à IP a refuncionalização do edifício em unidade hoteleira, tendo concretizado essa intenção, sendo que, “posteriormente, o município foi informado do projeto”.

“O município concorda. Faz sentido refuncionalizar aquele imóvel histórico, desde que se garanta e, foi dada essa segurança, que as atuais funções da estação não são prejudicadas. No fundo, trata-se de uma valorização de um edifício que passará a ter uma função dinamizadora, não só da atividade hoteleira, mas também das sinergias que vai criar e na revitalização de toda a envolvente”, especificou.

Contrato de subconcessão da IP celebrado com a Turilima

A agência Lusa contactou a IP relativamente ao contrato de cedência do imóvel e das características do investimento em causa, sendo que esta sublinhou que “o serviço de transporte ferroviário não vai sofrer alterações e a área destinada aos passageiros vai ser beneficiada”.

“Os serviços ferroviários serão mantidos, embora relocalizados em diversas zonas do piso 0 do edifício de passageiros e antigas instalações sanitárias, nomeadamente as bilheteiras e salas de apoio, a sala de estar e sala de refeições para o pessoal da CP, a sala de telecomunicações, a sala de comando, a sala do inspetor e, o espaço para a vigilância humana”, especificou a fonte da IP.

A mesma fonte adiantou que a IP “celebrou um contrato de subconcessão com a Turilima – Empreendimentos Turísticos do Vale do Lima SA, que prevê a construção de um hotel ocupando parcialmente três edifícios da estação de Viana do Castelo”.

“O projeto propõe a criação de 41 quartos no edifício de passageiros e de 15 quartos no antigo armazém de materiais, resultando num total de 56 quartos com capacidade total de 112 utentes”.

A Lusa tentou, sem sucesso, falar com a administração da Turilima, a empresa que detém os hotéis Axis de Viana do Castelo, de Ofir, em Esposende, no distrito de Braga, entre outros empreendimentos.

Antigo edifício dos CTT na mira para unidades de habitação

Após a reunião camarária, o autarca adiantou que “o município tem estado a acompanhar o processo de licenciamento [da estação de comboios de Viana do Castelo], juntamente com a Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN)”.

“O projeto inicial está a ser alterado porque inicialmente previa algumas alterações ao nível da cobertura. A DRCN e a Câmara entenderam que não podiam ser efetuadas. O objetivo é manter a fachada e as características históricas do imóvel”, referiu.

Luís Nobre adiantou que “as unidades hoteleiras criadas em contexto histórico são temáticas e apelam à memória, às experiências da cidade onde se instalam”.

“Neste caso há um elemento muito forte que é toda a mística da atividade ferroviária no concelho e, naquele local em concreto, que se vai perpetuar”.

Questionado sobre o montante do investimento, Luís Nobre disse desconhecer o mesmo, adiantando apenas que a nova unidade hoteleira “terá sempre que ter mais de 40 quartos, caso contrário não será sustentável”.

“A cidade precisa daquele espaço revitalizado, com dinâmicas que atraiam novos visitantes”, frisou.

O autarca adiantou existir uma “manifestação de interesse de um empresário de Viana do Castelo para a aquisição do edifício dos CTT, na principal avenida da cidade.

O investidor, que já contribuiu em regeneração urbana na mesma avenida, pretende transformar o imóvel dos CTT para unidades de habitação.

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Sindicatos desconvocam greve depois de acordo com a ANA

Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

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Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

“Após várias horas de negociações, numa reunião que teve ontem [terça-feira] início nas instalações da DGERT e culminou hoje, 10 de agosto, o SINTAC [Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil] e SQAC [Sindicato dos Quadros da Aviação Comercial] chegaram a acordo com a ANA/VINCI”, lê-se num comunicado do SINTAC, que é citado pela Lusa.

De acordo com o sindicato, o acordo permitiu desconvocar a greve, depois de ter sido “possível encontrar uma posição de consenso entre as partes”, que concordaram quanto à necessidade de haver um reforço dos recursos humanos nas áreas operacionais das infraestruturas  aeroportuárias.

“Do acordo resultou uma clara abertura para fazer face à escassez de RH nas áreas operacionais, um aumento salarial intercalar e a negociação de um AE (acordo de empresa), os dois últimos a concretizar através de mediação da DGERT”, explica o sindicato, que revela que, nesse sentido, vão decorrer, a 14 de setembro, reuniões para fazer um levantamento dos trabalhadores necessários e iniciar o processo de recrutamento.

Apesar do entendimento, os sindicatos dizem que este foi o “acordo possível”, até porque, acrescenta o comunicado enviado à Lusa, vêm aí “tempos difíceis”, pelo que a “empresa – ANA/VINCI – terá de que fazer repercutir nos salários dos trabalhadores a inflação galopante e os seus próprios resultados, que se adivinham muito bons”.

Entretanto, o SINTAC lançou um novo pré-aviso de greve, desta vez abrangendo os trabalhadores da Portway (detida pela ANA) dos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, para 26, 27 e 28 de agosto.

“Em causa está a política de RH [recursos humanos] assumida ao longo dos últimos anos pela Portway, empresa detida pelo Grupo VINCI, de confronto e desvalorização dos trabalhadores por via de consecutivos incumprimentos do Acordo de Empresa, confrontação disciplinar, ausência de atualizações salariais, deturpação das avaliações de desempenho que evitam as progressões salariais e má-fé nas negociações”, indicou o sindicato, em comunicado.

 

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Azores Airlines lança campanha de descontos para assinalar Dia do Emigrante

Campanha da Azores Airlines é válida para voos à partida de Boston e Toronto, para os Açores, e oferece uma redução de 30% sob a tarifa aplicável.

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A Azores Airlines lançou uma campanha de descontos para voos à partida de Boston e Toronto, para os Açores, que oferece uma redução de 30% sob a tarifa aplicável e que, segundo a companhia aérea do Grupo SATA, se destina a assinalar o Dia do Emigrante, que se celebra esta quarta-feira, 10 de agosto.

“A campanha especial inicia-se, precisamente, no Dia do Emigrante, a pensar nos que ainda não tiveram disponibilidade para viajar durante a época mais alta de verão, mas permanecem com saudades de casa ou com o desejo de visitar ou de regressar ao arquipélago dos Açores”, justifica a companhia aérea, na informação enviada à imprensa.

Apesar de arrancar esta quarta-feira, a campanha de descontos da Azores Airlines vai estar em vigor até 24 de agosto, através do site azoresairlines.pt, destinando-se a viagens que decorram entre 1 de outubro e 14 de dezembro.

Todas as condições da campanha podem ser consultadas online, através do website da  companhia aérea.

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Sindicato dos Pilotos denuncia “milhões de erros” na TAP

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) diz que os erros na gestão da TAP “desperdiçam as receitas geradas este verão, fruto de uma elevada atividade operacional” e “comprometem a recuperação e o futuro da empresa”.

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O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), que representa os pilotos da TAP, veio esta quarta-feira, 10 de agosto, chamar a atenção para os erros na gestão da companhia aérea de bandeira nacional que, segundo o sindicato, “desperdiçam as receitas geradas este verão, fruto de uma elevada atividade operacional” e “comprometem a recuperação e o futuro da empresa”.

De acordo com o SPAC, este ano, a TAP praticamente “triplicou a contratação externa com contratos de ACMI a várias companhias aéreas”, à semelhança do que já tinha acontecido em 2018, quando a TAP se deparava com o problema da falta de aviões.

“As contas deste ano vão refletir a profundidade desta ação com bastante mais que os 200 milhões de euros pagos em 2018”, denuncia o SPAC, que fala também num aumento do valor a pagar em indemnizações aos passageiros.

O sindicato lembra que, em 2018, “a TAP pagou cerca de 55 milhões de euros em indemnizações a passageiros” e alerta que, este ano, devido ao caos nos aeroportos nacionais, a TAP já cancelou quase 500 voos, pelo que “o valor de 55 milhões de 2018 irá seguramente ser superado em 2022”.

Além disso, acrescenta o SPAC, continuam parados os dois aviões A330 que tinham sido convertidos em ‘cargueiros’, o que, segundo o sindicato, só serve para “acumular prejuízo a um ritmo alucinante de um milhão de euros por mês”.

“Um prejuízo acumulado a ultrapassar os 21 milhões de euros. Assumido o falhanço da conversão, serão agora reconvertidos para aviões de passageiros, com o inerente custo adicional de material, mão de obra especializada e homologações, com custos que representam mais alguns milhões de euros perdidos, neste processo inútil de converte/desconverte”, explica o SPAC.

Aos custos já referidos, o sindicato junta ainda os “gastos com os trabalhos de Manutenção, pagos agora a empresas que contrataram os Técnicos despedidos pela TAP em 2020”, assim como “os gastos desnecessários com a mudança da sede da Empresa do Aeroporto de Lisboa para o Parque das Nações”.

“Tudo isto são valores que a gestão não divulga, a tutela não vigia e os contribuintes portugueses pagam.  Valores que podem somar centenas de milhões de euros, apenas em 2022, enquanto a TAP afunda”, conclui o SPAC.

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Play transportou em julho mais passageiros que no conjunto dos seis meses anteriores

A Play transportou, em julho, um total de 109.956 passageiros, número que representa um aumento de 25% face aos 87.932 passageiros e que corresponde a um número superior aos passageiros transportados no conjunto dos seis meses anteriores.

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A Play transportou, em julho, um total de 109.956 passageiros, número que representa um aumento de 25% face aos 87.932 passageiros transportados no mês anterior e que, segundo comunicado da companhia aérea islandesa, foi mesmo superior ao total de passageiros  transportados no conjunto dos seis meses anteriores.

Em julho, a Play registou também uma ocupação positiva, que chegou aos 87,9%, valor que fica acima dos 79,2% de ocupação registada em junho e dos 69,6% apurados em maio, num aumento que, revela a companhia aérea, de deve à utilização de um avião transatlântico nos voos entre a Europa e os EUA.

“Na primavera e verão, a Play lançou com sucesso muitos novos destinos e viu um desenvolvimento muito positivo dos destinos existentes no lado europeu da rede”, congratula-se a companhia aérea, na informação enviada à imprensa.

Em julho, a Play voltou a voar para a totalidade da sua rede, disponibilizando voos para 25 destinos nos dois lados do Atlântico e com a operação de seis aviões.

Positivo foi também o desempenho operacional da companhia aérea, que, no sétimo mês do ano, apresentou uma pontualidade de 76%, o que, considera a Play, é “muito satisfatório”, tendo em conta o número de novos destinos servidos pela companhia aérea e a situação difícil em muitos aeroportos, que “ainda se debatem com a escassez de pessoal, causando atrasos a muitas companhias aéreas”.

No comunicado divulgado, a Play revela ainda que, em junho, recebeu o seu sexto avião A320neo, que começou a voar já este mês, fazendo com que a companhia aérea islandesa esteja atualmente a operar três aeronaves Airbus A321neo e três Airbus A320neo.

No próximo inverno, a companhia aérea conta ainda receber quatro novos aviões A320/321neo, de forma a que, na primavera de 2023, possa operar com uma frota de 10 aparelhos Airbus.

 

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CTP receia que burocracia atrapalhe vinda de trabalhadores estrangeiros para o Turismo

Apesar de aplaudir a alteração da lei, a CTP manifesta “algumas reservas sobre a capacidade que as autoridades públicas terão, ao abrigo desta legislação, para agirem de forma desburocratizada e célere” na atração de trabalhadores estrangeiros.

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A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) acredita que a legislação que veio alterar o regime jurídico de entrada e permanência de estrangeiros em território nacional pode contribuir para atrair a necessária mão-de-obra para o setor do turismo, mas mostra-se preocupada com a excessiva burocracia, que pode impedir as autoridades de atuarem de forma célere e atrasar o recrutamento.

Num comunicado enviado à imprensa esta quarta-feira, 10 de agosto, a CTP manifesta “algumas reservas sobre a capacidade que as autoridades públicas terão, ao abrigo desta legislação, para agirem de forma desburocratizada e célere com vista a que mais estrangeiros reforcem o mercado de trabalho e assumam a plena integração na nossa sociedade”.

Apesar disso, a CTP considera que a nova lei, que já foi promulgada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vem criar “as condições procedimentais e legais para que o Estado português possa agir de forma célere e eficaz com vista a serem implementados acordos de mobilidade migratória para o mercado de trabalho em especial, e com maior relevância para o Turismo, com os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.

“Para a CTP é importante que este processo venha a ser efetivo já que pode vir a permitir atrair mais mão de obra para o Turismo, num momento em que há escassez de pessoas para trabalhar na atividade turística, mesmo numa situação favorável como aquela em que nos encontramos onde as condições salariais e de trabalho são atrativas e em linha com uma contratação coletiva que tem dado boas respostas aos problemas existentes”, acrescenta a informação divulgada.

No comunicado enviado à imprensa, Francisco Calheiros, presidente da CTP, lembra que a contratação de estrangeiros, nomeadamente provenientes da CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa, era uma das propostas que já vinham a ser apresentadas para colmatar a falta de mão-de-obra no turismo.

“A contratação de estrangeiros, nomeadamente provenientes dos países da CPLP, é uma das propostas que a Confederação do Turismo tem apontado como fazendo parte da solução para a falta de mão de obra no Turismo. Os empresários do Turismo estão desde já disponíveis para acolher os estrangeiros que desejem vir trabalhar no Turismo em Portugal, oferecendo-lhes todas as condições de trabalho, de formação profissional específica, assim como apoio na sua inserção profissional e pessoal”, afirma o responsável.

A CTP recorda ainda que, apesar do turismo estar a ser fortemente afetado pela falta de trabalhadores, não é o único setor a enfrentar esta escassez, uma vez que este é “um problema transversal à generalidade das atividades económicas”.

Na opinião da CTP, o Turismo é, contudo, um setor que, atualmente, oferece “condições de trabalho atraentes” e paga “salários acima da contratação coletiva”, em resultado de um processo negocial que não é unilateral, ou seja, é negociado “entre sindicatos e entidades empregadoras”.

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Modern luxury hotel reception counter desk with bell

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Trabalhadores da hotelaria algarvia protestam contra “baixos salários e péssimas condições”

Ação de protesto, que é promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve, decorre esta quinta-feira, 11 de agosto, na Marina de Vilamoura .

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O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve vai promover, esta quinta-feira, 11 de agosto, uma “ação de denúncia pública e de protesto” contra os “baixos salários pagos no setor e péssimas condições” oferecidas aos trabalhadores.

De acordo com um comunicado do sindicato, esta ação vai servir também para denunciar as condições que esperam “os trabalhadores imigrantes” que estão a ser recrutados noutros países, nomeadamente Brasil, Cabo Verde, Marrocos, Índia, Bangladesh, entre outros.

No comunicado divulgado, o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve diz que, “ao contrário do que afirmam os patrões, a maioria dos salários pagos no sector ronda o Salário Mínimo Nacional”, enquanto as condições oferecidas são “bastante penosas e os horários longos e desregulados não permitem a conciliação da atividade profissional com a vida pessoal e familiar”.

“A falta de respeito, a pressão, a perseguição, a ameaça, a chantagem, a tortura psicológica, são uma constante nos locais de trabalho e fazem-se sentir cada vez mais, devido ao clima de impunidade de que goza o patronato em geral”, denuncia o sindicato.

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve diz ainda que, ao longo dos anos, foram “apresentadas propostas às associações patronais, nomeadamente à AHETA e à AIHSA, com tabelas salariais que respondem às necessidades dos trabalhadores” e com propostas que “pretendem melhorar os direitos e as condições de trabalho”, mas que têm sido sucessivamente recusadas.

“A recusa dos patrões em garantir essas condições fundamentais para atrair e fixar os trabalhadores mantém-se, ao mesmo tempo que insultam os trabalhadores acusando-os de serem uns malandros, por um lado, e por outro lado, fazem todo o tipo de pressões para que os trabalhadores efetivos se despeçam ou aceitem acordos ilegais para saírem por extinção do posto de trabalho”, lê-se na informação divulgada.

O sindicato considera, no entanto, que “é possível romper com atual estratégia do patronato do sector do Turismo para aumentar a exploração e os lucros”, motivo pelo qual apela aos “trabalhadores do sector para se sindicalizarem, para darem mais força à luta e às reivindicações por uma vida digna, para garantir um futuro melhor às atuais e futuras gerações de trabalhadores”.

Além da ação de protesto, o sindicato vai também promover uma conferência de imprensa, a decorrer igualmente esta quinta-feira, 11 de agosto, pelas 19h00.

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Azul lança primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico

A tecnologia de biometria já está a ser instalada nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e deverá começar a ser usada ainda este mês de agosto.

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A Azul vai passar a disponibilizar, ao longo deste mês, a primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico no embarque, uma novidade que surge depois dos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, terem implementado “de forma definitiva o embarque facial biométrico 100% digital para passageiros e tripulantes”.

“Combinando análise de dados e validação por biometria, a tecnologia dispensa a apresentação de cartões de embarque e documentos de identificação dos viajantes de voos domésticos partindo desses terminais. Serão beneficiados especialmente os usuários da ponte aérea São Paulo/Rio de Janeiro. Com o procedimento instalado nos aeroportos que formam a rota de maior movimento do país, o Brasil tem agora a primeira ponte área biométrica de ponta a ponta do mundo”, sublinha a companhia aérea, num comunicado enviado à imprensa.  

De acordo com a Azul, a tecnologia de biometria está já a ser instalada nos dois aeroportos brasileiros e, quando estiver totalmente disponível, vai permitir que os passageiros dos voos entre São Paulo-Congonha e Rio de Janeiro-Santos Dumont, façam o check-in e embarque sem necessidade de apresentação de qualquer documento, uma vez que a identificação é realizada por reconhecimento facial.

Além dos passageiros, esta tecnologia vai estar também disponível para tripulantes, permitindo “o acesso às áreas restritas dos dois terminais aéreos”, acrescenta a Azul, na informação divulgada.

A tecnologia de biometria vai ser instalada de forma gradual e, segundo a companhia aérea, tem o objetivo de “tornar mais eficiente, ágil e seguro o processamento de passageiros e tripulantes, tendo por premissa a segurança no tratamento e a proteção dos dados pessoais dos usuários contra uso indevido ou não autorizado”.  

A companhia aérea explica ainda que o sistema de biometria já foi testado com sucesso durante o projeto piloto do programa federal Embarque+Seguro, que chegou a sete aeroportos brasileiros e processou mais de 6,2 mil passageiros.

“A participação da Azul neste projeto reforça o investimento constante da companhia em inovação, segurança e comodidade no setor aéreo brasileiro, que incrementam a experiência dos clientes da empresa durante toda a jornada de viagem. Não medimos esforços para apresentar novas soluções que possibilitem uma experiência de voo segura e eficiente aos nossos clientes”, refere Jason Ward, ice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

Segundo a companhia aérea, para terem acesso ao check-in biométrico, os passageiros devem dispor de um documento biométrico válido, assim como de uma passagem aérea e acesso ao canal de registo e validação biométrica da companhia aérea. Depois, é necessário aceitar os termos da Lei Geral de Proteção de Dados de forma digital para obter a validação do registo e poder usar a tecnologia instalada nos aeroportos.

No aeroporto, a biometria facial é usada em duas etapas, primeiro no acesso à sala de embarque e, depois, no embarque para o avião, devendo os passageiros usar as máquinas de reconhecimento facial que vão estar disponíveis.

Para passar a ser usada nos dois aeroportos brasileiros, esta tecnologia tem vindo a ser instalada de forma gradual em todas as áreas de check-in e portões de embarque dos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont, existindo já 12 portas de embarque com esta tecnologia e 10 máquinas de reconhecimento facial no aeroporto de Congonhas, bem como oito portas e cinco máquinas na infraestrutura aeroportuária do Rio de Janeiro.

“Após realizados os devidos testes, cada equipamento torna-se imediatamente operacional, disponibilizando a solução tecnológica para uso de todas as companhias aéreas que operam nos dois terminais e que tenham formalizado a sua adesão à iniciativa”, acrescenta a Azul.

 

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Ruben Vieira é o novo diretor do Regency Salgados Hotel & SPA

Ruben Vieira ocupa o cargo de diretor do Regency Salgados Hotel & SPA desde o início de agosto e, desde então, tem-se dedicado ao acompanhamento das equipas e planeamento operacional do hotel.

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O Regency Salgados Hotel & SPA, em Albufeira, Algarve, tem, desde o início de agosto, um novo diretor, cargo que passou a ser desempenhado por Ruben Vieira, que conta já com experiência em unidades de quatro e cinco estrelas.

“O novo diretor do hotel Regency Salgados, conta com experiência em unidades de quatro e cinco estrelas, com passagens pelos grupos Vila Galé e NAU Hotels & Resorts. Juntou-se à nossa equipa no início deste mês, para olhar a fundo pela operação do Hotel e serviços prestados, com foco na aproximação e conquista do nosso cliente”, avança o Regency Salgados Hotel & SPA, numa nota enviada à imprensa.

No novo cargo, Ruben Vieira tem-se dedicado ao acompanhamento das equipas e planeamento operacional, uma vez que, acrescenta a unidade hoteleira,  “a preocupação pela boa liderança e motivação das equipas, são um cuidado constante que se reflete na satisfação das equipas”.

“O “alvo” é a otimização da operação, envolvendo todas as equipas, com um único objetivo em mente, a satisfação dos nossos hóspedes”, refere ainda a informação divulgada.

Recorde-se que o Regency Salgados Hotel & SPA é uma unidade de quatro estrelas, localizada nos Salgados, na zona de Albufeira e junto à linha de praia, que conta com 88 quartos, além de restaurante, bar e bar exterior junto à piscina.

 

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Mercure Benidorm
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Mercure Benidorm é a nova aposta da Accor em Espanha

Este é o 11.º hotel da marca Mercure em Espanha e o 19.º na Península Ibérica.

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A marca Mercure, do grupo Accor, inaugurou o Mercure Benidorm, tornando-se assim a primeira marca hoteleira internacional a marcar presença na localidade espanhola da Costa Branca.

Inspirado pela atmosfera mediterrânica, o Mercure Benidorm é o novo flagship da marca em Espanha, localizado a 400 metros da praia de Poniente. A unidade conta com 186 quartos “de design minimalista, espaçosos e luminosos”, como indicado em comunicado, sendo que o cliente pode escolher entre as tipologias Standard, Privilege, Deluxe e Suites.

Além de disponibilizar salas de reuniões e eventos, o hotel conta com um jardim com piscina aquecida, camas de rede balinesas, uma horta biológica, ginásio e um serviço de massagens.

Seguindo a mesma linha das restantes unidades da marca Mercure, que convidam os hóspedes a conhecer as “Local Discoveries”, o Mercure Benidorm pretende levar os clientes numa viagem pelo Mediterrâneo.

Para isso, o hotel apostou no artista Jorge Parra, cujo “traço nas paredes e os vasos na decoração, dão vida ao projeto e evocam as artes, a cultura, a tradição e o clima da costa mediterrânica”.

À decoração junta-se a proposta gastronómica do restaurante Malaspina, com uma cozinha de base mediterrânica onde se aposta na “utilização de alimentos frescos, caseiros e orgânicos”, em colaboração com fornecedores locais.

Aqui, os produtos de Benidorm são combinados com “sabores característicos de outras geografias mediterrânicas”, resultando em pratos como camarões com especiarias de Istambul, peixe fresco e pratos locais de arroz e paellas”. O restaurante disponibiliza ainda um catering completo, que inclui grelhados, cocktails criativos, bar cru e comida saudável em múltiplos espaços.

“Queremos ser embaixadores de uma Benidorm alternativa. O hotel e a sua equipa ajudam os clientes a descobrir o lado mais desconhecido da cidade, afastando-se do turismo de massas e do imaginário que a reduz a um destino de sol e praia. Benidorm oferece uma multiplicidade de propostas para os amantes do turismo gastronómico, cultural e de natureza, tanto aqui como nos arredores e no resto da província de Alicante”, afirma Patricia Uceda, Midscale Brands Marketing Manager da Accor em Portugal e Espanha.

O Mercure Benidorm é o 11.º hotel da marca Mercure em Espanha e o 19.º na Península Ibérica.

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