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AirHelp diz que ranking de melhores e piores aeroportos está desatualizado e nova versão só sai no fim do ano

A AirHelp veio esclarecer que “a última edição do Ranking Global de Aeroportos foi publicada em 2019 e, portanto, não se trata de um ranking atualizado”.

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AirHelp diz que ranking de melhores e piores aeroportos está desatualizado e nova versão só sai no fim do ano

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A AirHelp veio esta quinta-feira, 7 de julho, esclarecer que o ranking dos melhores e piores aeroportos do mundo, que tem vindo a ser citado em várias notícias devido aos caos que o aeroporto de Lisboa viveu nos últimos dias, está desatualizado e data de 2019, sendo que a nova edição, relativa a 2022, só deverá ser divulgada no final do ano.

“O citado ranking da AirHelp tem vindo a circular a nível nacional e internacional apresentando os melhores e piores aeroportos do mundo. A principal organização mundial de defesa dos direitos dos passageiros de transporte aéreo informa que a última edição do Ranking Global de Aeroportos foi publicada em 2019 e, portanto, não se trata de um ranking atualizado”, indica a empresa de defesa dos direitos dos passageiros de transporte aéreo, em comunicado.

A AirHelp denuncia que este ranking tem vindo a ser citado por alguns órgãos de comunicação social como sendo relativo a 2022, mas alerta que “esta informação não está correta” e considera que pode mesmo “causar confusão entre leitores, gestão de aeroportos e outros intervenientes da indústria aeronáutica”.

“O novo ranking, com dados atualizados, deverá ser publicado no final do corrente ano”, acrescenta a empresa de defesa dos direitos dos passageiros aéreos, sublinhando que, tal como os últimos ranking, também o relativo a 2022 vai ser publicado no seu website.

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Ministro admite que integração num grande grupo pode ser única maneira de “assegurar a viabilidade” da TAP

Num debate na Assembleia da República, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

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O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, admitiu esta quinta-feira, 13 de outubro, que a integração da TAP num grande grupo de aviação  “pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”.

Durante um debate na Assembleia da República sobre a privatização da TAP, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado tão fortemente globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

“A integração da TAP num grupo criaria sinergias importantes e traria resiliência para enfrentar a volatilidade tão característica da aviação. Esta pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”, acrescentou o governante, citado pela Lusa.

No entanto, Pedro Nuno Santos defende que a abertura do capital da TAP “será decidida no tempo e no modo que melhor defenda o interesse nacional”.

Depois de criticas à anterior privatização da TAP, feita pelo Governo de Pedro Passos Coelho, o ministro das Infraestruturas e da Habitação garantiu que, com o atual Governo, a privatização da TAP terá de assegurar condições para que a empresa seja mais competitiva, sustentável e que permita a expansão do ‘hub’ de Lisboa, que classificou como “o maior ativo da aviação nacional”.

Pedro Nuno Santos criticou ainda o maior partido da oposição por continuar a ser “incapaz de assumir uma posição clara” em relação à intervenção na TAP, sem dizer qual seria a sua solução para resolver a emergência que a companhia aérea enfrentou durante a pandemia.

“A nacionalização da empresa em 2020 teria de ser feita mesmo que a TAP fosse, à altura, totalmente privada. A intervenção pública não foi feita para a empresa ficar do lado do Estado, ela foi feita para garantir que a empresa não fechava. O que estava em causa não era ter uma TAP pública ou uma TAP privada, o que estava em causa era a sobrevivência ou a falência da TAP”, reiterou.

 

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Emirates premiada pelo papel no crescimento do turismo das Maldivas

O prémio entregue à Emirates visou distinguir o “papel fundamental” da companhia aérea para o desenvolvimento socioeconómico e crescimento do turismo nas Maldivas.

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A Emirates foi distinguida nas Maldivas pelo seu papel no crescimento da indústria de turismo no país, que atribuiu à companhia aérea o “Prémio de Ouro do Presidente para o Turismo”.

“Emirates recebeu o prestigioso reconhecimento por “Contribuições Excecionais para o Desenvolvimento do Turismo nas Maldivas”, destacando os seus 35 anos de serviço ao país, com voos de e para Malé desde 1987″, indica a companhia aérea, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 13 de outubro.

O prémio entregue à Emirates visou distinguir o “papel fundamental” da Emirates para o desenvolvimento socioeconómico das Maldivas nos últimos 35 anos, ao longo dos quais a companhia aérea tem contribuído para o crescimento da indústria do turismo, que é um pilar da economia das Maldivas.

Na informação divulgada, a Emirates lembra que, desde 1984, operou já mais de 29.000 voos de ida e volta para as Maldivas, tendo efetuado cerca de 135 milhões de quilómetros nesta rota e transportado 8,5 milhões de passageiros de e para o destino.

Atualmente, a Emirates opera 28 voos por semana entre o Dubai e as Maldivas, sendo que, além destas ligações aéreas, a companhia aérea oferece ainda um serviço diário entre Malé e Colombo.

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FlixBus chega a Beja e vai também ligar Castelo Branco a Campanhã e ao aeroporto do Porto

A FlixBus voltou a expandir a sua rede doméstica em Portugal, com a abertura de novas ligações para Beja e, esta sexta-feira, 14 de outubro, abre novas linhas de Castelo Branco para o Porto.

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A FlixBus voltou a expandir a sua rede doméstica em Portugal, com a abertura de novas ligações para a capital do Baixo Alentejo, passando a ligar a cidade de Beja a Évora e Lisboa.

A FlixBus destaca que são “três as ligações diárias” existentes nesta linha para Beja, cujos bilhetes apresentam preços desde 2,99 euros para as ligações entre Beja e Évora, enquanto as ligações entre a capital do Baixo Alentejo e Lisboa apresentam preços desde 4,99 euros.

“Continuamos a expandir a nossa rede em Portugal, e a levar os nossos autocarros verdes a cada mais cidades e vilas portuguesas, indo ao encontro das necessidades daqueles que privilegiam este meio de transporte, e também para dar resposta ao aumento da procura que se tem sentido ao longo dos últimos meses”, afirma Pablo Pastega, diretor-geral da FlixBus para Portugal e Espanha.

Além da nova linha de Beja, a FlixBus prepara-se para passar a ligar também Castelo Branco à estação de Campanhã e ao aeroporto do Porto, a partir desta sexta-feira, 14 de outubro.

No caso das ligações de Castelo Branco para o Porto, os preços dos bilhetes começam nos 4,99 euros. Além do Porto, a FllixBus liga também Castelo Branco a Coimbra, cujos preços começam nos 2,99 euros.

A empresa de autocarros de passageiros alerta, no entanto, que “os preços dos bilhetes FlixBus variam de acordo com a antecipação da compra, um pouco à semelhança do que acontece com as companhias aéreas, pelo que, quanto mais cedo se comprarem os bilhetes, mais barata é a viagem”.

“Estamos a trabalhar na expansão da nossa rede e 2023 vai ser um ano desafiante para a FlixBus em Portugal, já que iremos aumentar significativamente a nossa rede, lançando novas linhas e ligações, e, consequentemente, aumentar o número de autocarros na estrada. São vários os problemas que este sector dos transportes enfrenta, atualmente, que vão desde a falta de motoristas à grave crise energética, pelo que temos um enorme desafio pela frente”, acrescenta Pablo Pastega.

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CEO da TAP preocupada com inflação, preço dos combustíveis e incertezas sobre procura

A “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener.

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A presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, alertou esta quarta-feira, 12 de outubro, que a “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a companhia.

“A inflação galopante, o disparar do preço do combustível, bem como as incertezas em relação à procura no próximo ano, são preocupações presentes e de futuro”, afirmou a presidente da comissão executiva da transportadora aérea nacional, em Ponte de Sor (Portalegre).

Na 6.ª edição da cimeira aeronáutica Portugal Air Summit, que se realiza no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, Christine Ourmières-Widener proferiu uma intervenção subordinada ao tema “TAP Air Portugal – O Caminho da Eficiência para o Futuro”.

Na sua intervenção, a responsável da TAP disse também já estar a preparar o verão de 2023 e lembrou que a companhia está limitada a uma frota de 99 aeronaves até 2025 e que teve de ceder alguns dos seus ‘slots’.

“Mas, mesmo assim, vamos conseguir aumentar a nossa capacidade no próximo verão, o que é muito positivo”, realçou.

Com as restrições de ‘slots’ no aeroporto de Lisboa, “o aumento da nossa frota para voar aviões maiores é a forma mais eficiente de lidar com a procura prevista”, defendeu Christine Ourmières-Widener.

“A TAP está concentrada em aumentar a fiabilidade da frota para que possamos evitar que as operações sejam penalizadas pela indisponibilidade de aeronaves e por questões técnicas desnecessárias”.

Segundo a presidente executiva da TAP, “a devolução da maioria dos ATR, aviões de menor capacidade”, vai permitir que a companhia passe “a operar com uma frota estável de 19 E-Jets e aumentar em quatro o número de Airbus” que opera atualmente.

No seu discurso, Christine Ourmières-Widener referiu ainda que “há muitos anos que a TAP não é uma empresa lucrativa” e que, “na verdade, nunca foi, apesar de ter tido resultados positivos em 2017 e de, em 2019, estar em expansão”.

“A pandemia parou o negócio quase totalmente e, com isso, agravou ainda mais as dificuldades da companhia, mas todos reconhecem que a TAP é uma empresa estratégica para Portugal e, por isso mesmo, o Estado português resolveu intervir para a salvar”, aludiu.

A presidente executiva reconheceu que esta intervenção foi “a um preço alto para os contribuintes, é verdade, mas com a certeza de que tudo será feito para tornar a companhia aérea nacional uma empresa sustentável a longo prazo”.

Desde que ‘aterrou’ na TAP, devido à situação “muito difícil” que encontrou, “não só económica e financeiramente, mas também no local humano”, tem sido “doloroso para todos [e] continua a ser”, mas existe hoje “uma oportunidade para criar uma TAP melhor, mais forte”.

“É, na realidade, a última oportunidade. Depois da injeção de capital do Estado este ano, a TAP não poderá receber mais apoios durante 10 anos. Como não recebia há mais de 20. Não podemos falhar”, assumiu.

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TAP acaba com tarifa Basic nos voos de Portugal, Europa e Norte de África

A nova estrutura tarifária da TAP entrou em vigor esta terça-feira, 11 de outubro, e abrange os bilhetes que não incluam percursos intercontinentais, nomeadamente em território nacional, Europa e Norte de África.

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TAP anunciou que, a partir desta terça-feira, 11 de outubro, procedeu a uma  simplificação tarifária, que prevê o fim da tarifa Basic nos bilhetes que não incluam percursos intercontinentais, nomeadamente em território nacional, Europa e Norte de África.

“Desta forma, nas vendas a partir de 11 de outubro e para voos em Portugal, restante Europa e norte de África, a iniciar a partir de 11 de novembro, os Clientes da TAP vão poder continuar a adquirir os produtos Discount, Classic e Plus em classe económica e Executive e TOP Executive em classe executiva”, indica a companhia aérea de bandeira nacional em comunicado.

Segunda a TAP, apesar da alteração, os tarifários mantêm “as características anteriores”, passando a existir apenas três tarifas de classe económica, “com vista a proporcionar uma oferta flexível e personalizável, com mais transparência, clareza e simplicidade”.

“Assim, nas viagens em Portugal, restante Europa e Norte de África, os passageiros passam a ter três opções para viajar em classe económica e duas em classe executiva, às quais correspondem cinco tarifas com serviços e ofertas diferentes e à medida das necessidades de cada passageiro”, acrescenta a companhia.

Para quem viaja apenas com bagagem de mão, a tarifa Discount é ideal, enquanto quem quiser transportar, pelo menos, uma peça de bagagem de porão e que deseje reservar o seu lugar a bordo pode fazê-lo com a tarifa Classic. Já a tarifa Plus permite mais conforto e flexibilidade, assim como a possibilidade de reservar lugar nas filas da frente, além de check-in prioritário e flexibilidade na alteração de bilhetes.

“Independentemente da tarifa escolhida, os Clientes podem também, a qualquer momento, adquirir serviços extra ou o upgrade para a tarifa seguinte”, refere ainda a TAP.

Todas as informações sobre a nova estrutura de tarifas da TAP estão disponíveis no site da companhia aérea.

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Iberia com voos diretos para Luanda em ‘codeshare’ com TAAG

As capitais de Espanha e Angola passam a estar ligadas diretamente com dois voos semanais da Iberia em ‘codeshare’ com a TAAG.

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A Iberia e a TAAG Linhas Aéreas de Angola estabeleceram um acordo de ‘codeshare’ que permite à companhia aérea espanhola oferecer voos diretos entre Madrid e Luanda ao mesmo tempo que reforça a conectividade entre a Europa e África.

Em comunicado, a Iberia informa que os voos serão efetuados duas vezes por semana, com partidas de Madrid às segundas e sextas-feiras, com o voo de regresso, a partir de Luanda, a realizarem-se às terças-feiras e domingos.

Além dos voos diretos entre Madrid e Luanda, os clientes da companhia aérea espanhola poderão fazer ligações da capital angolana com a Cidade do Cabo e Joanesburgo, na África do Sul, Windhoek na Namíbia e Maputo em Moçambique.

Entretanto, a TAAG irá oferecer aos seus clientes ligações para voos da Iberia de Madrid para Barcelona, Porto, Amsterdão, Bruxelas, Genebra, Zurique, Roma e Milão.

Esta parceria, refere a Iberia em comunicado, “insere-se no objetivo comum entre Espanha e Angola de criar novas oportunidades comerciais, económicas, culturais e turísticas internacionais”.

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PSD quer ouvir ex-ministro João Leão no parlamento por causa das obras na Portela

O PSD pretende esclarecer “de quem é a responsabilidade” pelos atrasos na realização de obras no aeroporto da Portela, depois de o ‘chairman’ da ANA ter acusado o ex-ministro das Finanças de ter sido uma “força de bloqueio nas obras do aeroporto”.

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O PSD pediu uma audição urgente do ex-ministro das Finanças João Leão na Assembleia da República para esclarecer “de quem é a responsabilidade” pelos atrasos na realização de obras no aeroporto da Portela.

No requerimento, dirigido ao presidente da comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, o social-democrata Afonso Oliveira, o PSD salienta que quando o setor do turismo “vem sistematicamente pedindo o aumento da capacidade aeroportuária da capital, é de supor que o governo faça tudo ao seu alcance para satisfazer essa pretensão”.

“É do conhecimento público que, a par com a escolha da localização do novo aeroporto de Lisboa, o governo socialista de António Costa assumiu responsabilidades conjuntamente com a ANA-Aeroportos de Portugal para o reforço da capacidade do aeroporto de Lisboa, como forma de ganhar tempo e não desperdiçar receitas dos turistas chegados por via aérea”, é referido no texto.

Os deputados do PSD fazem referência às declarações do Presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal “que acusa o ex-ministro das Finanças dr. João Leão de ter rejeitado seis pedidos para avançar com obras de melhoria no aeroporto de Lisboa apesar “do empenho do ministro Pedro Nuno Santos”.

O PSD salienta que “qualquer obra de infraestruturas precisa da aprovação da Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos (UTAP), que está sob a tutela do Ministério das Finanças, e que, durante o mandato de João Leão, este “disse que não” às “seis cartas de pedidos” para avançar com as obras de melhoria na Portela”.

“É inacreditável que um governo possa ter no seu seio governantes que não se entendam relativamente aos projetos mais estruturantes para o país, desperdiçando potenciais receitas naturais que depois procura compensar pela manutenção de uma carga fiscal inaudita, ambos sob a orientação de um primeiro-ministro que parece não ter o dom da decisão”, lamentam os deputados do PSD.

Neste contexto, o grupo parlamentar social-democrata quer ouvir João Leão “no sentido de esclarecer de quem é a responsabilidade de retardar a realização de obras no aeroporto da Portela e o pretendido aumento da sua capacidade de receber passageiros”.

Recorde-se que no passado dia 30 de setembro, em entrevista à agência Lusa, o ex-ministro das Finanças João Leão considerou as declarações do ‘chairman’ da ANA, que o acusou de ter sido força de bloqueio nas obras do aeroporto, “infelizes” e “desapropriadas”, revelando, diz, “desconhecimento” sobre o processo de decisões num governo.

“Acho estranho isso ser dito passado um ano. Acho que a ser dito deveria ter sido dito na altura. Parecem-me declarações que são infelizes e desapropriadas”, disse João Leão, quando questionado sobre as declarações do presidente do Conselho de Administração da ANA, José Luís Arnaut.

Três dias antes, na VI Cimeira do Turismo Português, o ‘chairman’ da ANA afirmou esperar que com o novo ministro das Finanças, Fernando Medina, sejam autorizadas as obras de melhoria do aeroporto de Lisboa, depois de João Leão ter sido uma “força de bloqueio”.

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Tráfego aéreo nacional recupera pelo 19.º mês consecutivo, diz NAV Portugal

Apesar de ainda ter quebras face a 2019, que foi um ano de referência para a aviação, o tráfego aéreo nacional continua a recuperar e, em setembro, voltou a aproximar-se dos níveis pré-pandemia, avança a NAV Portugal.

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Apesar de ainda apresentar quebras face a 2019, que tinha sido um ano de referência para a aviação, o tráfego aéreo nacional continua a recuperar e, em setembro, voltou a aproximar-se dos níveis pré-pandemia, de acordo com a NAV Portugal, que assinala a trajetória de crescimento que se mantém desde março de 2021.

“Se excetuarmos os meses de junho e julho deste ano, onde a quebra verificada foi
respetivamente de 5,4 e de 6,2% face aos mesmos meses de 2019, ano de referência para a aviação, a trajetória de crescimento ocorre desde março de 2021”, indica a NAV Portugal, num comunicado divulgado esta terça-feira, 11 de outubro.

Na região de informação de voo de Lisboa, a NAV Portugal diz que, em setembro, foram registados 54.554 movimentos, o que representa uma diminuição de 4,6% face aos 57.210 voos registados no mês de setembro de 2019.

“Em termos médios, neste mês foram controlados 1.818 voos IFR (Instruments Flight Rules) diários, registando-se uma perda de 88 voos diários face a setembro de 2019”, acrescenta a empresa que gere o tráfego aéreo nacional.

Já na zona de voo de Santa Maria, houve 13.918 movimentos em setembro, traduzindo-se num decréscimo de 6,6% face aos 14.894 voos controlados no mesmo mês de 2019.

“Em termos médios foram controlados este mês 464 voos IFR por dia, tendo-se registado uma perda de 33 voos diários face a setembro de 2019”, refere ainda a NAV na informação divulgada.

No acumulado desde janeiro até setembro, a NAV Portugal diz que foram registados 450.494 voos em Lisboa, o que corresponde a uma quebra de 42.605 voos face a igual período de 2019. Já na região de voo de Santa Maria, foram controlados 121.620 voos até setembro, menos 4.847 que em período homólogo de 2019.

 

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Tempo de espera no aeroporto de Lisboa baixou uma hora entre maio e setembro

O tempo de espera passou, segundo o SEF, de uma hora e 50 minutos para 50 minutos.

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O tempo máximo de espera no aeroporto de Lisboa baixou uma hora entre maio e setembro, passando de uma hora e 50 minutos para 50 minutos nos quatros meses de aplicação do plano de contingência, anunciou hoje o SEF.

O balanço do plano de contingência que esteve em vigor nos postos de fronteira aérea dos aeroportos nacionais entre junho e setembro para fazer face ao aumento de passageiros no período do verão foi hoje feito no Ministério da Administração Interna (MAI), em Lisboa.

O diretor nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Fernando Silva, esclareceu que os tempos de espera são registados pela ANA – Aeroportos de Portugal.

Fernando Silva disse também que o tempo de espera que serviu de modelo e é registado pela ANA “é o tempo máximo de espera que um passageiro em cada dia espera no controlo de fronteira”.

“Em maio deste ano, o tempo máximo que um passageiro esperava no aeroporto de Lisboa era de uma hora e 50 minutos e foi possível reduzir entre junho e setembro para 50 minutos”, precisou, sublinhando que o resultado está “em linha com os melhores resultados que se registam na Europa”.

Entre junho e setembro, o SEF controlou 7,2 milhões de passageiros nas chegadas e partidas, sendo a maioria do Reino Unido, Portugal, Brasil e Irlanda.

O plano de contingência do SEF para os aeroportos portugueses durante os meses de verão incluiu um conjunto de medidas que começaram a ser aplicadas em junho e entraram gradualmente em vigor até ao início de julho.

Entre as medidas constou um reforço de 200 inspetores e de 168 agentes da PSP e várias soluções tecnológicas e operacionais.

O diretor do SEF avançou também que, em quatro meses, 610 pessoas foram impedidas de entrada no país, 158 foram detidas nos postos de fronteira, sendo a maioria por utilização de documentação falsa ou sem visto de entrada, e feitos 211 pedidos de asilo, números que aumentaram face aos anos anteriores.

Também presente na cerimónia, o presidente do Conselho de Administração da ANA, José Luís Arnaut, fez um balanço positivo do plano, sublinhado que as dificuldades surgiram porque existiu um fluxo de turismo superior ao espetável, mas que foram ultrapassadas.

“O esforço do SEF e da PSP permitiram que, com o preenchimento desde cedo e até tarde das cabines e do sistema das boxes existentes, a infraestrutura corresponde aos fluxos”, disse, apelando para que se comece a pensar no verão de 2023.

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Aumento das taxas proposto pela ANA “prejudicará a recuperação do turismo em Portugal”, diz Ryanair

Tal como a TAP já o tinha feito, também a Ryanair vem agora criticar o aumento das taxas proposto pela ANA, considerando que irá “prejudicar irreparavelmente a competitividade de Portugal” e dá como exemplo o caso espanhol.

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A Ryanair condenou esta sexta-feira, 7 de outubro, a proposta da ANA de aumentar as taxas aeroportuárias em até 15%, a partir de 2023, admitindo que tal medida “prejudicará a recuperação do turismo em Portugal”.

“Não há justificação para um aumento de 15% nas já elevadas taxas aeroportuárias da ANA, especialmente quando o tráfego aéreo e turístico português ainda está a recuperar após a pandemia e deve ser apoiado com taxas aeroportuárias mais baixas”, considera a companhia aérea low-cost irlandesa, em comunicado.

Recorde-se que no dia 4 de outubro, a ANA, que pertence à francesa VINCI, confirmou que a apresentação de uma “proposta de atualização das taxas aeroportuárias reguladas com data de entrada em vigar a 1 de fevereiro de 2023, seguindo o novo modelo previsto no contrato de concessão para o período 2023 até ao final da concessão”.

De acordo com a Ryanair, este aumento proposto “irá prejudicar irreparavelmente a competitividade de Portugal, uma vez que os países vizinhos continuam a oferecer incentivos para estimular a recuperação do tráfego e do turismo” fazendo referência a Espanha onde a AENA “estende o seu esquema de recuperação do tráfego de Verão para o Inverno”.

Elena Cabrera, a Country Manager da Ryanair para Portugal, frisa que “não há justificação para o aumento excessivo das taxas aeroportuárias pela ANA, especialmente quando Portugal ainda está a recuperar da pandemia”.

A responsável pela operação d Ryanair no nosso país conclui ainda que “a ANA está a prejudicar irreparavelmente a competitividade de Portugal com este aumento excessivo e injustificado até 15% das taxas, o que não fará mais do que aumentar as tarifas aéreas e o tão necessário turismo em Portugal”.

Já anteriormente, a TAP tinha-se mostrado “bastante preocupada” com a intenção da empresa que gere os aeroportos nacionais de aumentar as taxas aeroportuárias, considerando que se trata de uma medida “desproporcionada” e que vai acabar por ter “impacto nos preços das viagens para os residentes em Portugal” e na competitividade do país enquanto destino turístico.

Na altura, a companhia aérea nacional considerara também que o impacto do aumento das taxas, somado à forte subida no preço dos combustíveis, vai levar a “um aumento dos custos das companhias aéreas”, que terá “impacto nos preços das viagens para os residentes em Portugal” e que pode também afetar “a competitividade de Portugal como destino turístico”.

 

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