Assine já
Transportes

Norwegian finaliza acordo para compra de 50 Boeing 737 MAX 8

Além da compra de 50 aviões Boeing 737 MAX 8, com entrega prevista entre 2025 e 2028, o acordo com a fabricante norte-americano inclui ainda uma opção de compra de mais 30 aeronaves da mesma tipologia.

Publituris
Transportes

Norwegian finaliza acordo para compra de 50 Boeing 737 MAX 8

Além da compra de 50 aviões Boeing 737 MAX 8, com entrega prevista entre 2025 e 2028, o acordo com a fabricante norte-americano inclui ainda uma opção de compra de mais 30 aeronaves da mesma tipologia.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
Alaska Airlines compra mais 12 aeronaves à Boeing
Homepage
Negociações entre Ryanair e Boeing sem acordo
Sem categoria
Norwegian quer comprar 50 Boeing 737 MAX 8
Transportes
Ryanair ganha vantagem competitiva com os Boeing 737 Max
Homepage

O acordo tinha sido anunciado em maio deste ano, mas tinha ficado condicionado a condições a alcançar entre a Norwegian e a Boeing. A companhia norueguesa confirma agora a compra de 50 aviões Boeing 737 MAX 8, com opção de compra de mais 30 aeronaves da mesma tipologia.

A entrega dos aviões está prevista acontecer entre 2025 e 2028, coincidindo com o vencimento dos contratos de aluguer existentes, significando um aumento líquido da frota de aviões da companhia.

Em comunicado, a Norwegian estima registar um lucro líquido de 2.000 milhões de coroas norueguesas (cerca de 191 milhões de euros) no segundo trimestre de 2022 como resultado deste acordo.

Além disso, a Norwegian e a Boeing anunciaram um acordo relativamente a todas as disputas legais pendentes.

“O acordo para a compra de 50 aviões novos e de baixo consumo constitui um grande avanço na estratégia para consolidar a nossa posição de mercado nos países nórdicos”, declarou Geir Karlsen, CEO da Norwegian.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Transportes

Aeroportos europeus receberam perto de 2 mil milhões de passageiros em 2022

O tráfego de passageiros nos aeroportos europeus manteve-se 21% abaixo de 2019, registando uma subida de 98% face a 2021. Portugal aparece entre os países menos impactados (-5,3%), embora Lisboa tenha caído 9,3%, enquanto o Funchal cresceu 20,8% face a 2019. A liderança continua a pertencer ao aeroporto de Istambul.

Victor Jorge

Os aeroportos europeus receberem, em 2022, 1,94 mil milhões de passageiros, avançam os números divulgados pela Airports Council International (ACI) Europe, correspondendo a uma subida de 98% face ao ano anterior de 2021. Contudo, avança a entidade, este número fica ainda 21% abaixo do período pré-pandemia, indicando que somente 27% dos aeroportos europeus recuperaram totalmente o volume de passageiros de 2019.

Na região da União Europeia (UE), Espaço Económico Europeu (EEE), Reino Unido (RU) e Suíça, a ACI Europe revela que o volume de passageiros, em 2022, aumentou 122% face ao ano anterior, salientando que esta evolução “confirma o facto de as pessoas conseguirem viajar na Europa e pelo mundo”. A recuperação foi mais significativa em aeroportos cujos países registaram restrições mais apertadas em 2021, tendo o Reino Unido crescido 249%, a Irlanda +235% e a Finlândia (+187%).

Já em geografias como Albânia, Arménia, Bielorrússia, Israel, Cazaquistão, Moldávia, Montenegro, Sérvia, Turquia, entre outros, o crescimento foi relativamente moderado, tendo-se cifrado nos +26% face ao ano de 2021. Esta realidade deveu-se, fundamentalmente, ao “menor impacto da pandemia no tráfego aéreo em 2021, já que os governos desses países geralmente se abstiveram de impor o tipo de restrição de viagem que afetou o mercado da UE”, além da impacto da guerra na Ucrânia, com os aeroportos ucranianos a caírem 88,3%, perdendo todo o tráfego aéreo comercial em fevereiro de 2022, bem como os aeroportos russos que perderam o tráfego aéreo de/para o mercado da UE em particular.

Bloco europeu cai, com Portugal entre os menos impactados
No bloco UE, EEE, Reino Unido e Suíça, o aeroporto de Lisboa foi um dos que mais se aproximou dos números pré-pandémicos, ou seja, perto de uma recuperação total. Segundo os dados avançados pela ACI Europe, Portugal ficou a 5,8% do tráfego de 2019, enquanto a Grécia foi o país que mais próximo ficou (-1,9%) e o Luxemburgo a menos 6,9%.

Entre os principais países, a ACI Europe destaca o resultado dos aeroportos espanhóis (-11,4%), seguida de Itália (-17,9%) e França (-18,8%), enquanto os aeroportos do Reino Unido ficaram a 24,8% dos números de 2019 e a Alemanha a 34,9%. Os piores resultados foram registados na Eslovénia (-43,6%), Finlândia (-40,6%) e Eslováquia (-38,6%).

Na restante Europa, a expansão das companhias lowcost influenciaram os resultados em aeroportos da Albania (+55,7%), Kosovo (+26,1%), Bósnia (+20,4%) ou Arménia (+13,2%).

Entre outros grandes aeroportos e hubs secundários, o melhor desempenho de tráfego de passageiros, em 2022, em comparação com os níveis pré-pandêmicos 2019, veio de aeroportos que dependem predominantemente da procura por viagens de lazer com uma atividade significativa das companhias lowcost e exposição limitada ou inexistente à Ásia. Entre eles a ACI Europe aponta Lisboa (-9,3%), Palma de Mallorca (-3,9%), Paris-Orly (-8,4%), Atenas (-11,2%), Antália e Istambul Sabiha Gokcen (-13,2%), e Dublin (-14,7%).

Já entre os regionais, a ACI Europe destaca a performance do aeroporto do Funchal, registando uma subida de 20,8% face a 2019.

Istambul mantém liderança
Entre os maiores hubs, o aeroporto de Istambul foi o mais ativo, tendo recebido, em 2022, mais de 64,3 milhões de passageiros, correspondendo, contudo, a uma quebra de 6,2% face a 2019.

O aeroporto London Heathrow caiu 23,8% quando comparado com 2019, tendo recebido, em 2022, mais de 61,5 milhões de passageiros, embora tenha recuperado a posição de hub mais ativo a partir de novembro do ano passado.

O Aeroporto Paris Charles de Gaulle manteve o terceiro lugar, com 57,5 milhões de passageiros, correspondendo a uma quebra de 24,5% face a 2019, enquanto Amsterdão_Schiphol registou 52,5 milhões de passageiros, menos 26,8% em comparação com 2019.

Finalmente, o aeroporto de Madrid ultrapassou o de Frankfurt, com o aeroporto da capital espanhola a registar 50,6 milhões de passageiros (-18%) e o alemão 48,9 milhões de passageiros (-30,7%).

Globalmente, o tráfego de passageiros nestes cinco aeroportos de maior dimensão cresceu 114% face a 2021, mas manteve-se 22,6% abaixo dos valores de 2019, indicando a ACI Europe como razão principal “a manutenção das restrições às viagens nalguns países asiáticos, além da capacidade das próprias companhias aéreas”.

Para Olivier Jankovec, diretor-geral da ACI Europe, “o aumento no tráfego de passageiros no ano passado foi fenomenal. Começando no início da primavera, quando a maioria das restrições de viagem foram finalmente levantadas, cresceu durante o verão e permaneceu resiliente depois disso. Tudo isso apesar dos choques geopolíticos, da deterioração da macroeconomia, das tarifas aéreas em rápido aumento e da COVID ainda estar entre nós”. De qualquer forma Jankovec destaca que “2022 foi o ano em que finalmente aprendemos a viver e viajar com a COVID-19.”

Jankovec admite, no entanto, que “esta ainda não é uma recuperação completa. Os aeroportos da Europa ainda tinham menos 500 milhões de passageiros em 2022 em comparação com os números antes da pandemia”, apontando “lacunas significativas no desempenho do tráfego entre hubs e aeroportos regionais menores, bem como entre mercados nacionais”.

Olhando para o futuro, o diretor-geral da ACI Europe mantém-se “cautelosamente otimista”, indicando que “ainda há muita incerteza sobre 2023, até por causa das tensões geopolíticas e do facto de não haver fim à vista para a guerra na Ucrânia”.

No entanto, Jankovec frisa que “as perspectivas de tráfego estão a melhorar graças ao aumento da procura, reabertura da China, diminuição dos receios quanto a uma recessão na Europa e a inflação em decrescendo. Isso deve ajudar a reduzir as lacunas de tráfego atuais e aproximar mais aeroportos dos seus volumes pré-pandémicos”.

Contudo, Jankovec conclui que “é provável que as pressões da oferta permaneçam significativas, dadas as reduções estruturais de capacidade feitas pela maioria das companhias aéreas durante a pandemia, seu forte foco em aumentar os rendimentos por meio de tarifas aéreas mais altas, em vez de participação de mercado, atrasos na entrega de aeronaves e escassez de mão de obra a constituir ainda um problema nalguns mercados”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Turismo

Protocolo entre NOVA IMS e HURB pretende aproximar meio académico e realidade empresarial do turismo

O acordo agora formalizado pretende desenvolver mecanismos de cooperação técnico-científica em atividades de investigação em áreas analíticas aplicadas ao sector da hospitalidade e turismo, aproximando o meio académico do mundo empresarial.

Publituris

A Associação para o Desenvolvimento da NOVA Information Management School (AD NOVA IMS), da Universidade NOVA de Lisboa, e o Hurb, empresa tecnológica que detém a maior plataforma de viagens online na América Latina, assinaram um protocolo de parceria estratégica que pretende aproximar o meio académico e a realidade empresarial, assim como fortalecer o setor do turismo e hoteleiro.

O acordo agora formalizado pretende desenvolver mecanismos de cooperação técnico-científica em atividades de investigação em áreas analíticas aplicadas ao sector da hospitalidade e turismo, aproximando o meio académico do mundo empresarial, promovendo assim uma maior capacidade de desenvolver investigação aplicada aos desafios desta indústria e formar talento capaz de a colocar no terreno.

Esta nova parceria prevê um forte envolvimento do Hurb na atividade da NOVA IMS na área de Hospitalidade e Turismo, incluindo a participação ativa no desenho da oferta formativa e na sua entrega, nomeadamente na realização de seminários, apresentação de casos de estudo reais e lançamento de desafios reais.

“Esta parceria com o Hurb, uma empresa que se tem vindo a destacar na utilização de ciência dos dados e inteligência artificial no sector da hospitalidade e turismo, é estratégica para o projeto de afirmação da NOVA IMS como escola de referência na área de Business Intelligence & Analytics na área do turismo e hospitalidade, onde a ciência de dados e a inteligência artificial têm vindo a ganhar uma relevância inquestionável. O Hurb e a NOVA IMS trabalham em parceria para criar uma nova geração de profissionais preparados para enfrentar os desafios da transformação digital e da economia baseada em dados do sector, e estamos ansiosos para ver os resultados desta parceria a longo prazo.”, explica Miguel de Castro Neto, diretor da NOVA IMS.

Já Ana Feliciano, head de Creative Strategy & Education do Hurb, refere que “este protocolo de cooperação é um passo importante para ambas as partes, pois permite ao Hurb se beneficiar da excelência académica e investigação da NOVA IMS, enquanto a escola pode aproveitar a experiência e conhecimento do Hurb no setor do turismo e hotelaria. Tudo isso contribui para a formação de futuros profissionais preparados para enfrentar os desafios desse setor, e criar soluções inovadoras. Estamos animados para ver os resultados dessa parceria e o impacto positivo que ela terá para as partes envolvidas e para o setor.”

Através desta parceria, o Hurb compromete-se a divulgar oportunidades de carreira atrativas e adequadas aos alunos e ex-alunos da NOVA IMS, assim como a participar em seminários, workshops, feiras, eventos e iniciativas públicas organizadas pela escola. Além disso, o Hurb irá apoiar a realização de estágios, projetos e dissertações baseadas nas necessidades da empresa, permitindo aos alunos da NOVA IMS a oportunidade de trabalhar em projetos reais e competitivos.

Para aproximar o meio académico da realidade empresarial, a empresa de tecnologia fornecerá estudos de caso e dados para serem discutidos e analisados nas aulas, e ainda colaborará em cursos de especialização e pós-graduação, ministrando palestras e workshops. Para incentivar e motivar os alunos a trabalhar com o Hurb também serão patrocinadas bolsas de estudo para alunos com carências financeiras nas áreas de Business Analytics for Hospitality and Tourism e Data-Driven Marketing, e premiado o mérito do melhor aluno de cada curso.

A parceria também prevê a colaboração na criação de unidades curriculares personalizadas, especialmente na área de Ciência de Dados e Marketing Digital para o Turismo e Hotelaria.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Norwegian transporta mais de 1,1 milhões de passageiros em janeiro

A companhia aérea norueguesa continua em crescendo e está otimista para o verão de 2023 em que apresenta 300 rotas para mais de 114 destinos.

Publituris

A Norwegian transportou, em janeiro de 2023, 1,1 milhões de passageiros, tendo alcançado uma ocupação média de 78%, correspondendo a um aumento de 78% face a igual mês de 2022 em que transportou 635 mil passageiros.

Numa análise anual, os números mostram que a Norwegian transportou 18,3 milhões de passageiros de janeiro de 2022 a janeiro de 2023, correspondendo a uma subida de 172% face aos passageiros transportados no período anual anterior (6,7 milhões de passageiros.

A campanha de vendas de Ano Novo resultou em mais de um milhão de lugares vendidos, admitindo Geir Karlsen, CEO da Norwegian, tratar-se de um “início satisfatório para a venda de bilhetes”. Além disso, o executivo destaca a “tendência positiva de reservas que continua depois da promoção”, salientando o facto de muitos passageiros estarem a planear as viagens para as férias escolares e fins de semana alargados de maio.

No primeiro mês de 2023, a Norwegian operou 62 aeronaves e completou 99,5% dos voos programados, com a pontualidade, medida pelo número de voos que saem dentro dos 15 minutos da hora programada, a alcançar os 85%.

Já o programa de verão da Norwegian abrange 300 rotas e 114 destinos, incluindo vários novos destinos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Transavia France ultrapassa a marca dos 100 cursos de integração de pilotos

A Transavia formou mais de 1.500 comandantes de bordo e co-pilotos nos últimos 15 anos. Os compromissos ambientais e a ecopilotagem digital fazem parte do percurso dos futuros pilotos.

Publituris

À medida que a sua frota em França vai passar de 61 para 71 aviões no verão de 2023, correspondendo a um total de 115 aviões da companhia em França e nos Países Baixos), a Transavia formou o seu 100.º piloto OCC (Operator Conversion Course), curso de qualificação obrigatório para ingressar numa companhia aérea.

Estas formações inserem-se na trajetória de crescimento da filial de low-cost do grupo Air France-KLM, que vai acolher o seu primeiro Airbus A320NEO este ano. Além da segurança de voo, os futuros pilotos da Transavia são sensibilizados para as questões ambientais, nomeadamente através da ecopilotagem e da pegada do combustível.

A companhia pôde contar com a sua parceira Air France para atingir, desde 2015, mais de 1.200 qualificações em Boeing 737-800. Em 2022, perto de 300 pilotos (comandantes de bordo e co-pilotos) integraram a Transavia France, com a companhia a ter a necessidade de formar instrutores (possui atualmente mais de 100) e dotar-se de novos simuladores de voo.

“Prestamos particular atenção à qualidade da nossa formação, garantia da nossa segurança de voo e essencial ao desenvolvimento da Transavia France, salientou Franck Roch, diretor da Formação de Pilotos da Transavia France, destacando ainda o “compromisso que temos com os nossos estagiários, aliado ao trabalho das equipas de formação, planificação e dos nossos instrutores.”

As formações abertas a todos

Estes estágios de formação têm a duração de dois a quatro meses e estão dimensionados para acolher todo o tipo de candidatos, desde os perfis sem experiência aos pilotos mais experientes. São compostos por uma parte teórica, destinada à aprendizagem do ambiente da companhia, e uma parte prática, supervisionada em simulador e em voo. A segurança de voo está no centro destes cursos de formação. O pessoal altamente qualificado supervisiona os voos dos pilotos, a fim de verificar a boa execução dos cursos de formação ministrados.

A partir daí, é obrigatório um ciclo de manutenção de competências. Os pilotos devem, por isso, passar por formações e avaliações a um ritmo de três vezes por ano.

Sensibilização ambiental
Durante o seu percurso, os futuros pilotos da Transavia são informados sobre os compromissos ambientais da companhia, sendo alertados, em particular, para a otimização do combustível, a fim de reduzir o consumo de querosene, sempre respeitando a segurança dos voos.

Os pilotos da Transavia também utilizam programas de ecopilotagem digital que reduzem as emissões de CO2 de 3 a 5% em cada voo. Estas soluções fornecem recomendações aos pilotos em tempo real para reduzir o consumo de combustível, principalmente por via de novas técnicas de voo.

No âmbito dos compromissos do Grupo Air France KLM, a Transavia France vai proceder à renovação gradual da sua frota, que será composta por Airbus A320NEO, avião de nova geração que emite 15% menos CO2 face aos seus aparelhos atuais.

Para preparar a chegada do primeiro Airbus no final de 2023, a Transavia investiu na compra de um primeiro simulador de voo A-320. Os primeiros estágios dos pilotos dedicados começarão em setembro. As equipas já estão a trabalhar com as equipas da Air France para partilhar as suas experiências e acomodar melhor esta nova aeronave.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Tecnologia

NEST integra Programa de Aceleração Digital TOURBIT europeu para PME no turismo

Os candidatos ao programa deverão pertencer a uma das seguintes categorias da indústria do turismo: hotéis e alojamentos similares, parques de campismo, parques de veículos recreativos e parques de caravanas, agências de viagens e operadores turísticos

Victor Jorge

O NEST – Centro de Inovação do Turismo faz parte das oito organizações que vão cooperar no Programa de Aceleração Digital TOURBIT, que visa apoiar durante 10 meses mais de 60 Pequenas e Médias Empresa (PME) de turismo no seu processo de transformação digital e construir a sua capacidade de adoção de soluções digitais e inovadoras num total de 520 mil euros de financiamento.

O convite à apresentação de propostas para selecionar as PME foi lançado a nível transnacional em Espanha (Catalunha), França, Eslovénia, Bélgica, Finlândia, Islândia e Portugal.

Como vantagens os beneficiários do Programa de Aceleração Digital terão mentoria e apoio técnico para a implementação do seu projeto; formação em digitalização por peritos; acesso à rede internacional da comunidade de inovação turística online TourBIZZ; visibilidade através das comunicações do TOURBIT.

Ao nível dos apoios financeiros, as PME localizadas na Catalunha, Portugal e Eslovénia terão disponíveis oito mil euros, enquanto as suas congéneres de França, Bélgica, Islândia e Lapónia terão acesso a nove mil euros.

Ao apresentarem o seu projeto de transformação digital, as empresas terão a oportunidade de obter financiamento e implementá-lo com o apoio de um mentor/expert de serviços e ter acesso a uma rede internacional.

O TOURBIT irá selecionar e admitir prestadores de serviços numa pool a partir do qual as PME poderão escolher o prestador mais apropriado para apoiar a implementação do seu projeto.

Os candidatos ao convite à apresentação de propostas devem estar registados num dos territórios da parceria – Catalunha, Portugal, Lapónia, Eslovénia, Islândia, Bélgica – e pertencer a uma das seguintes categorias da indústria do turismo: hotéis e alojamentos similares, parques de campismo, parques de veículos recreativos e parques de caravanas, agências de viagens e operadores turísticos.

Para além desta chamada a PME do setor, o programa convida ainda os profissionais e empresas interessadas a candidatarem-se à admissão na pool de prestadores de serviços e, por consequência, a terem a possibilidade de serem contratados por PME de turismo para apoiar a implementação do seu projeto.

“Acreditamos que a inovação pode ser impulsionada pela digitalização ao mesmo tempo que gera mais eficiência económica e ambiental e traz oportunidades sem precedentes para as PME do turismo, tais como o desenvolvimento de novos produtos e serviços, processos, acesso a novos mercados e uma melhor experiência do cliente. A digitalização abre oportunidades, mas, tal como outras forças globais da indústria, coloca muitos desafios às empresas do setor.”, explica Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST.

O projeto TOURBIT teve início em janeiro de 2022 e irá trabalhar nas atividades e objetivos do projeto até junho de 2024. O programa tem um orçamento global de 1.331.570 euros, dos quais 520 mil euros serão encaminhados para PME de turismo, e será financiado até um máximo de 75% através do programa COSME- Europe’s para PME.

As atividades financiadas passam pela digitalização, automatização ou melhoria de processos internos, gestão de dados, melhorias de cibersegurança, melhoria da relação com o cliente e presença online, melhoria de produtos ou serviços usando tecnologias digitais, como, por exemplo, inteligência artificial, realidade aumentada, cloud computing, entre outras.

As PMEs de turismo interessadas em promover a sua digitalização e que cumpram os critérios podem candidatar-se antes do prazo para apresentação de candidaturas (23 de março de 2023).

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Transportes

CTP coloca contador na 2.ª Circular para portugueses saberem quanto perdem com não decisão sobre o novo aeroporto

No dia em que o contador é colocado na 2.ª Circular, em Lisboa, a CTP contabiliza já perto de 650 milhões de euros de perdas pela não decisão de um novo aeroporto.

Victor Jorge

A Confederação do Turismo de Portugal colocou esta terça-feira, 7 de fevereiro, um contador eletrónico na 2.ª Circular, em Lisboa, que informa quanto o país e os portugueses estão a perder em cada segundo pela não decisão sobre a implementação de um novo aeroporto.

Esta será uma réplica do contador que a CTP tem disponível no seu site desde o dia 14 de julho de 2022 e que agora estará visível a milhares de condutores que entram e saem de Lisboa todos os dias. O contador está colocado à entrada da 2.ª Circular, no sentido Norte-Sul, mas com visibilidade também no sentido contrário.

Os valores em euros apresentados pelo contador da CTP estão a crescer desde julho do ano passado ao ritmo de 35,93 euros por segundo, 2.155 euros por minuto, 129.348 euros por hora ou 3,1 milhões de euros por dia.

Recorde-se que um estudo sobre o impacto económico da não decisão sobre a implementação do Novo Aeroporto de Lisboa, realizado pela consultora Ernst & Young (EY) para a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e apresentado em julho do ano passado, aponta para elevados impactos económicos e sociais. O cenário mais otimista revela que a não decisão sobre o novo aeroporto, terá no mínimo um custo de quase 7 mil milhões de euros; menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões de euros.

Por isso, o presidente da CTP, Francisco Calheiros, afirma que, “aquilo que os empresários do Turismo esperam é que a Comissão Independente que vai estudar as localizações possíveis do novo aeroporto cumpra os prazos que já definiu, que agilize processos e que até ao final do ano esteja finalmente escolhida a localização do novo aeroporto”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos

Crédito: Rita Ansone

Meeting Industry

“Onde estaríamos se houvesse uma estratégia para o mercado LGBTI+? Talvez a liderar este segmento na Europa”

A VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+ de Portugal vai marcar presença na BTL 2023. Diogo Vieira da Silva, diretor-executivo da organização, admite que o mercado LGBTI+ é dos segmentos que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos. Segundo o mesmo, “não existe nenhuma estratégia para este segmento”, que, de acordo com números de 2012, vale 8% dos gastos em atividades relacionadas com viagens e turismo na Europa, ou seja, 50 mil milhões de euros.

Victor Jorge

Depois de conquistar o ‘EuroPride’ 2025, que se realiza de 14 a 21 de junho de 2025, que trará a Lisboa um milhão de visitantes e ter um impacto económico entre 100 a 250 milhões de euros, a VARIAÇÕES vai à BTL 2023 com o objetivo fazer com que os players nacionais do setor do turismo “deixem de ter receio de comunicar e ter campanhas de marketing específicas para o segmento LGBTI+”. Até porque, “só em 2019, houve mais de dois milhões de turistas LGBTI a visitar o nosso país”.

Inclusão e diversidade têm sido temas destacados no setor do turismo. Em que âmbito se insere a participação da VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+ de Portugal, enquanto parceiro para a área LGBTI+ na BTL 2023?
A VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+ de Portugal é a primeira organização de âmbito empresarial a trabalhar o segmento LGBTI+ com a perspetiva económica e de criação de mais valias. Neste sentido, e atendendo ao enorme crescimento do turismo na última década em Portugal, o segmento LGBTI+ é sem dúvida alguma o que tem mais potencial de crescimento no futuro.

A nossa participação enquadra-se no âmbito de trazer os agentes de oferta Turista LGBTI+ nacionais, que trabalham muitos deles há décadas neste segmento. Se há uns anos o faziam sozinhos e isolados de outros negócios, no presente e futuro cada vez mais agentes económicos e turístico compreendem que o segmento LGBTI+ é dos mais exigentes e lucrativos. Por isso ter uma estratégia e comunicação específica para o mesmo é importante.

Que importância tem, efetivamente, esta comunidade para o setor do turismo em Portugal?
Em 2012, segundo um estudo da GETA (associação europeia de turismo gay), o mercado gay representava na Europa 8% dos gastos em atividades relacionadas com viagens e turismo (ou seja, 50 mil milhões de euros).

Infelizmente a falta de visibilidade sobre as questões LGBTI, em geral, também são existentes no que atende a estudos de mercado sobre este segmento, nomeadamente em Portugal. Existem muito poucos estudos e os que existem habitualmente provêm do mundo académico e de iniciativa individual de alunos de mestrado e de doutoramento. Mas apesar deste facto, podemos sempre usar os dados de estudos internacionais e fazer uma analogia para o mercado português, pelo que só em 2019, houve mais de dois milhões de Turistas LGBTI a visitar o nosso país.

O mercado LGBTI+ é dos segmentos que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos

Promoção “orgulhosa”
De que forma se pode promover Portugal como destino a nível internacional junto da comunidade LGBTI+?
Em 2019, nasceu a campanha ‘Proudly Portugal’, a primeira campanha de promoção de Portugal enquanto destino LGBTI, mas que também é um agregador da oferta nacional para quem nos visita. Esta plataforma interativa permite, através do seu diretório, dar acesso aos locais que os turistas mais apreciam, bem como aos lugares emblemáticos da comunidade.

A próxima etapa passa pela reestruturação da oferta e tal só é possível com investimento. Exatamente por isso existe a intenção de renovar a campanha ‘Proudly Portugal’ e fazer com que a mesma seja um motivador de investimento estrangeiro para aumentar a oferta LGBTI+ nacional. Abrir novos projetos e negócios para o mercado LGBTI é o primeiro passo para conseguir por Lisboa o mapa de destinos do segmento. Após este feito, a atração de eventos internacionais será um sedimentar desta estratégia.

Há mercados específicos de aposta para atrair esta comunidade ou a estratégia é global?
O mercado LGBTI+ é dos segmentos que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos, muito devido à grande procura do mercado francês, norte-americano, inglês e brasileiro que são os principais mercados emissores de Turistas LGBTI+ do mundo. E é aqui que Portugal tem uma vantagem competitiva. Pois tem relações históricas, sociais e culturais com todos eles. Apenas é preciso haver visão, vontade e fazer para que Portugal seja verdadeiramente um destino para todos/as!

Quais são os mercados emissores mais interessantes para Portugal explorar?
Tanto devido à estratégia de penetração que tem havido nos últimos anos, bem como à ligação histórica que existe, os EUA e o Brasil são os mercados mais interessantes para Portugal. Mas se no primeiro vivemos o efeito de invisibilidade, por exemplo, a nossa vizinha Espanha há mais de 20 anos que se promove enquanto destino LGBTI; no segundo temos a perceção de sermos um destino tradicional e conservador.

Se conseguirmos alterar a narrativa em ambos os mercados, teremos proveitos e mais valias que facilmente nos tornarão nos destinos LGBTI+ de referência no mundo.

Em termos de países/mercados, quais são os que mais visitam Portugal? E há alguma preferência em termos de destino/região?
É inegável que o destino LGBTI+ de referência nacional é Lisboa. Tal se sucede única e exclusivamente graças à sua grande oferta para o segmento e empresários/as LGBTI+ que desenvolvem os seus negócios na cidade e região. Infelizmente não existe nenhuma estratégia para este segmento, tanto a nível autárquico como a nível da Agência Regional de Turismo. O que nos faz questionar, onde estaríamos se houvesse? Talvez a liderar este segmento na Europa.

Da mesma forma que existem equipas e estratégias para os outros segmentos turísticos, Turismo Religioso, Turismo de Desporto, Turismo Rural, etc., tem de haver equipas e estratégias para o Turismo LGBTI+

Segurança, hospitalidade e autenticidade procuram-se
O que procura a comunidade LGBTI+ num destino turístico?
A comunidade LGBTI+ é diversa, mas há fatores que são universais. Segurança, hospitalidade e autenticidade. Portugal tem estes três fatores, apenas lhe falta saber comunicar para o segmento LGBTI+.

Que destinos estão mais avançados nesta integração da comunidade LGBTI+ em termos turísticos?
Espanha, Holanda, Malta, França, Reino Unido, Alemanha, EUA, Canadá, Argentina ou Brasil, são alguns exemplos dos destinos que mais trabalham a integração do segmento LGBTI+ nas suas estratégias de turismo. Depois temos exemplos como Itália, que apesar de ser um país muito conservador a nível legal (estando nos lugares mais abaixo a nível de igualdade LGBTI+ na Europa) é dos países que mais se posiciona para este segmento na Europa e no mundo.

Que exemplos (países, campanhas, promoção, etc.) pode destacar relativamente à comunidade LGBTI+ no universo dos destinos turísticos?
A nível nacional posso destacar a campanha ‘Proudly Portugal’, a primeira campanha de promoção de Portugal enquanto destino LGBTI, mas que também é um agregador da oferta nacional para quem nos visita.

Esta plataforma interativa permite, através do seu diretório, dar acesso aos locais que os turistas mais apreciam, bem como aos lugares emblemáticos da comunidade. A próxima etapa passa pela reestruturação da oferta e tal só é possível com investimento.

Exatamente por isso existe a intenção de renovar a campanha ‘Proudly Portugal’ e fazer com que a mesma seja um motivador de investimento estrangeiro para aumentar a oferta LGBTI+ nacional. Abrir novos projetos e negócios para o mercado LGBTI é o primeiro passo para conseguir por Lisboa o mapa de destinos do segmento. Após este feito, a atração de eventos internacionais será um sedimentar desta estratégia.

A nível internacional, posso destacar a campanha do Ministério do Turismo de Israel, que juntamente com o município de Tel Aviv, realizou uma campanha multicanal celebrando uma das maiores semanas do ano para a cidade, ‘Tel Aviv Pride’. Com a reputação de ser uma das capitais gays mais proeminentes do mundo, a cidade recebeu em Junho de 2022 mais de 250.000 visitantes para o ‘Tel Aviv Pride’ – tornando-se um dos maiores festivais do orgulho gay em todo o mundo.

Para apoiar o evento, o Ministério do Turismo de Israel, juntamente com a cidade de Tel Aviv, investiu mais de 1 milhão de dólares na campanha ‘Back To Tel Aviv Pride’. Criada para aumentar a conscientização sobre a experiência única do Orgulho de Tel Aviv e reconhecer Tel Aviv como uma das maiores cidades LGBTQ + amigáveis, a campanha também impulsionará os esforços de turismo após o anúncio de Israel de que o país está descartando todos os requisitos de entrada cobiçosos.

Pode dizer-se que Portugal é “LGBTI+ friendly”? Em que aspeto?
Sim, tanto no aspeto de segurança, como de hospitalidade e de autenticidade. Mas ainda é preciso comunicar isso lá fora, isto é. Portugal ainda não é percecionado enquanto destino LGBTI+ de referência (com exceção da cidade de Lisboa). Tal se deve à falta de vontade em se promover enquanto tal e ter equipas dedicadas ao segmento LGBTI+.

Há ainda discriminação no universo turístico face à comunidade LGBTI+ em Portugal?
A discriminação infelizmente existe sempre, mas se surgir queremos que os viajantes sintam que podem e devem denunciar essa discriminação, uma vez que na lei tal já não é possível.

Que ações irão promover durante a BTL 2023?
Estão previstas ações de networking, ativação de marca, apresentação de negócios, debates, tertúlias e muita animação. Queremos apresentar a diversidade do segmento, que tanto passa pela diversão noturna, como hospedagem, tours bem como oferta mais cultural para o segmento.

O impacto turístico do evento [‘Europride 2025’] está no nível das Jornadas Mundiais da Juventude, podendo facilmente atrair até um milhão de visitantes e ter um impacto económico entre 100 a 250 milhões de euros

2025 é ano ‘EuroPride’
Lisboa vai acolher, 14 a 21 de junho de 2025, o ‘EuroPride’, considerado o maior evento de celebração do orgulho das entidades LGBTI+ na Europa. O que poderá significar este evento para Lisboa e Portugal em termos turísticos?
A vitória na conquista do ‘EuroPride’ 2025, que se irá realizar este ano na capital portuguesa, não é meramente um rastilho, mas mais a detonação, o ponto alto de uma tendência que já vinha de trás.

Lisboa já apoia a população LGBTI e seus eventos há vários anos, e isso potencio ser a cidade mais ‘Gay-Friendly’ em Portugal. Por exemplo, a vinda do Eurovisão para Portugal fez com que tanto o poder político, como os agentes económicos convencionais se aperceberam do potencial do mercado LGBTI. E foi essa consciencialização que potenciou o aumento da oferta.

O impacto turístico do evento está no nível das Jornadas Mundiais da Juventude, podendo facilmente atrair até um milhão de visitantes e ter um impacto económico entre 100 a 250 milhões de euros. Para tal basta que as instituições públicas e privadas de coordenam para organizar um evento que torna Lisboa e região no epicentro dos direitos humanos LGBTI+ na Europa.

Que ações estão previstas e programadas para o ‘EuroPride’ 2025?
Estamos a falar de um evento que, entre outras coisas, terá uma Conferência Internacional de Direitos Humanos, um Encontro de Jovens, um Encontro de Pais, etc.. Juntando entidades públicas e privadas, sociais e corporativas numa visão de um mundo cada vez mais Diverso, Equitativo e Inclusivo. Onde várias atividades culturais, empresariais e desportivas marcarão os nove dias de agenda bem como os meses antes e após o evento.

Este poderá ser um momento para Portugal provar que está na dianteira dos direitos humanos e na promoção de contextos de segurança e diversidade?
Sim, pode. Mas para tal se suceder é preciso sair-se da visão de falar para todos, para começar a comunicar para os diversos segmentos sem medo. Da mesma forma que existem equipas e estratégias para os outros segmentos turísticos, Turismo Religioso, Turismo de Desporto, Turismo Rural, etc., tem de haver equipas e estratégias para o Turismo LGBTI+, o que, infelizmente, até ao momento ainda não se concretizou.

Que apoios sentiram e tiveram para trazer este evento para Lisboa/Portugal?
A candidatura foi totalmente assegurada pelos empresários LGBTI+, nomeadamente a nível de custos e despesas. Contou com o apoio da CML, Turismo de Portugal e Governo de Portugal.

No final da BTL 2023, o que seria uma boa participação enquanto parceiro LGBTI+ da feira?
O facto de conseguirmos fazer com que os restantes players nacionais na área de Turismo, deixem de ter receio de comunicar e ter campanhas de marketing específicas para este segmento. Isso é que será a definição de uma boa participação.

 

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Tecnologia

Jason Lalor é o novo diretor-executivo da Conferma Pay

Jason Lalor vai liderar a empresa no seu objetivo de criar novas e melhoradas capacidades digitais em cartões virtuais, transformando a experiência de pagamento para a indústria de viagens.

Publituris

Depois da aquisição por parte da Sabre, em agosto de 2022, e de uma nova parceria e investimento minoritário pela Mastercard, em novembro de 2022, concluída a 31 de janeiro de 2023, a Conferma Pay e Sabre Corporation nomearam Jason Lalor como diretor-executivo da Conferma Pay.

Com mais de 20 anos de experiência de liderança em operações comerciais, desenvolvimento de estratégias e envolvimento de parceiros em algumas das mais conhecidas e inovadoras empresas de tecnologia financeira do mundo, Jason Lalor foi, mais recentemente, diretor-executivo da Square em Dublin, bem como diretor-executivo em vários conselhos internacionais da Square.

Antes de se juntar à Square, Lalor passou seis anos na Mastercard numa variedade de funções, incluindo diretor-geral da Irlanda e vice-presidente das Parcerias Europeias Fintech e Digital. Anteriormente ocupou posições de topo no Barclaycard, American Express e Dell.

A nomeação da Lalor marca o próximo passo na Conferma Pay e na viagem do Sabre para pagamentos virtuais. Com base nas novas parcerias da Conferma Pay com a Sabre e Mastercard, Lalor vai liderar a empresa no seu objetivo de criar novas e melhoradas capacidades digitais em cartões virtuais, transformando a experiência de pagamento para a indústria de viagens.

A Conferma Pay liga os emissores a mais de 700 empresas de gestão de viagens, sistemas de distribuição global líderes e mais de 100 ferramentas de reserva online. Está totalmente integrado com as principais redes de cartões e serve mais de 50 parceiros bancários, que emitem cartões virtuais gerados pela Conferma Pay em quase 100 moedas.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Tecnologia

Parceria entre Host e MTI focada na eficiência energética hoteleira

A parceria entre as duas empresas portuguesas tem como foco a eficiência e sustentabilidade nos hotéis.

Publituris

A Host Hotel Systems e a MTI-Managing The Intelligence, duas empresas portuguesas focadas em soluções tecnológicas inovadoras para hotelaria, anunciaram uma parceria através da qual prometem “potenciar a eficiência e sustentabilidade dos hotéis”.

Com esta parceria, será possível integrar informações provenientes do Host PMS acerca dos hóspedes e da sua respetiva ocupação do quarto, de modo a ser possível controlar remotamente várias comodidades dos quartos, tais como os sistemas de ar condicionado, nível de luminosidade, entre outros, na plataforma da MTI.

Assim, os benefícios desta parceria para os hotéis “passam pelo acesso a soluções inovadoras que permitem aumentar a eficiência reduzindo custos operacionais e aumentando, assim, a sua rentabilidade, mas também o conforto do hóspede”, explicam as empresas em comunicado. O alinhamento desta estratégia comercial foi traçado tendo em conta a complementaridade da prioridade de ambas as empresas: a criação de valor para os seus clientes.

“As temáticas da sustentabilidade e da eficiência energética na hotelaria são uma preocupação da Host. É neste âmbito que surge a parceria com a MTI, para dar resposta a esta questão da atualidade, ao permitir aos hotéis uma gestão mais eficiente dos seus recursos, sem esquecer a importância do conforto na experiência do hóspede”, refere João Freitas, Director of Growth & Partnerships da Host Hotel Systems.

Miguel Silva, CEO da Managing The Intelligence, mantém-se com os olhos postos num “futuro promissor” e revela que “a MTI deposita grande confiança e ambição com a parceria iniciada com a Host”, acreditando que a mesma “possa aumentar a notoriedade de ambas as empresas e impulsionar a criação de valor comercial e técnico, beneficiando assim os nossos clientes”.

A integração da solução MTI Energy está disponível para integração no Sistema de Gestão de Propriedades (PMS) da Host Hotel Systems.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Baleares perto do limite de turistas definido

O Governo regional das ilhas Baleares definiu, no seu roteiro para a remodelação da indústria turística das ilhas, um limite de 16,5 milhões de turistas por ano.

Publituris

As ilhas Baleares receberam, em 2022, segundo dados oficiais, 16.475.579 turistas, número muito perto do limite do teto máximo que o Governo pretende impor para o turismo nas ilhas.

De acordo com o Executivo regional, 16,5 milhões é o máximo de turistas que o território poderá receber, limite esse definido no roteiro para a remodelação da indústria turística das ilhas.

O Governo tem vindo a referir que o objetivo é aumentar a qualidade dos visitantes nas ilhas Baleares em vez de uma evolução em quantidade, definindo que tal realidade terá de passar por uma melhoria na qualidade da oferta e dos serviços e até tentar reduzir o número de chegadas, sobretudo nos meses de verão, quando os locais e até os turistas se apercebem da saturação sofrida pelas Ilhas.

“Acreditamos que é viável ter mais ocupação com menos turistas. Apesar das teorias de quem aposta na quantidade em detrimento da qualidade, está demonstrado que vamos no bom caminho”, afirmou Iago Negueruela, ministro da Economia, Turismo e Trabalho, também em clara referência ao recorde alcançado pela Ilhas Baleares, em 2022, quando as ilhas alcançaram o maior gasto turístico da sua história.

Já Antoni Riera, diretor da Fundació Impulsa, discorda do ministro, tendo referido ao jornal “Periódico de Ibiza” que, “ninguém sabe a real capacidade de carga das Ilhas”, salientando que “não se pode falar num número, embora seja inegável o impacto social e ambiental que o turismo tem hoje”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.