Edição digital
Assine já
PUB
Aviação

Grupo SATA revela crescimento de 57% o ano passado

O grupo SATA registou, em 2021 uma receita consolidada de mais de 186 milhões de euros, o que se traduz num crescimento de 57,2% face ao ano anterior. Quando comparado o ano pré-pandémico de 2019, a quebra na receita registada situou-se em cerca de 47 milhões de euros.

Carolina Morgado
Aviação

Grupo SATA revela crescimento de 57% o ano passado

O grupo SATA registou, em 2021 uma receita consolidada de mais de 186 milhões de euros, o que se traduz num crescimento de 57,2% face ao ano anterior. Quando comparado o ano pré-pandémico de 2019, a quebra na receita registada situou-se em cerca de 47 milhões de euros.

Sobre o autor
Carolina Morgado
Artigos relacionados
Ano turístico vai ser melhor do que em 2023, mesmo com menor procura interna
Destinos
ANAV considera positivo o Programa ‘Acelerar a Economia’, mas diz que não agiliza apoios às PME
Turismo
Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra toma posse
Destinos
Turismo europeu com novos máximos, com Portugal em destaque
Destinos
Candidaturas aos “Best of Wine Tourism 2025” decorrem até 17 de julho
Enoturismo
Solférias reforça oferta para o Sal com dois voos charter de réveillon
Distribuição
“A BTL 2025 será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição”, revela organização da feira
Meeting Industry
GuestReady revela que preços do AL sobem e ocupação chega aos 90% no início do verão
AL
Delta Air Lines anuncia parceria com a Riyadh Air e quer abrir voos para a Arábia Saudita
Aviação
Travelport lança Content Curation Layer para agências de viagens com tecnologia de IA
Distribuição

Constituído pela SATA Air Açores, SATA Azores Airlines e SATA Gestão de Aeródromos, “as perspetivas para 2022 são de otimismo moderado. O número de passageiros e a receita continuam a registar um forte crescimento”.

O grupo aéreo refere que “este é um crescimento entusiasmante, quando comparado com o setor da aviação na globalidade e em face das circunstâncias, ainda bastante adversas, no ano”, uma vez que “continuou a ser marcado pela pandemia covid-19, com particular incidência no primeiro semestre, e as receitas no sector da aviação global continuaram sobre enorme pressão”. Em nota de imprensa, o grupo SATA anuncia que, em 2021, o crescimento dos custos operacionais consolidados foi limitado a +21,5%, “pressionados pelas medidas de combate à pandemia, por custos de restruturação e pela modernização de processos internos que gerarão poupanças futuras”.

Como consequência, “mesmo perante um clima de instabilidade permanente da procura e de um ambiente de mobilidade particularmente adverso”, o grupo fechou o ano com um EBITDA (Resultados Operacionais antes de Juros, Impostos, Depreciações e Amortizações) de 5,7 milhões de euros, positivo pela primeira vez nos últimos cinco anos.

O resultado líquido consolidado melhorou, no ano em análise, em mais de 30 milhões de euros para um valor de -57,4 milhões de euros. Apesar da melhoria substancial, os resultados líquidos continuam em terreno negativo.

No que diz respeito às companhias aéreas, a SATA Air Açores, apresentou um crescimento de lugares utilizados de 75% em relação ao ano anterior, tendo ficado apenas cerca de 17% abaixo de 2019. Este comportamento resultou num crescimento de Receitas correntes de 18,8%, beneficiando de uma maior resiliência do tráfego doméstico, potenciado pela introdução, em junho, da Tarifa Açores.

Por sua vez, a SATA Azores Airlines apresentou um forte crescimento de receitas correntes de 78,2%, resultado de um crescimento de tráfego de 113%, mais do dobro do ano anterior. O tráfego medido em receitas/passageiro/km ainda ficou 42,2% abaixo de 2019, mas “compara favoravelmente com a indústria global, que ficou 75,5% abaixo de 2019 (IATA)”, refere o grupo aéreo de origem açoriana.

“O crescimento significativo da receita na Azores Airlines muito acima da média da indústria, resulta de uma transformação comercial estruturante que inclui a contínua estabilização e promoção da rede, o trabalho próximo com parceiros, a alavancagem do destino Açores e melhores capacidades técnicas de gestão de receita”, destaca a nota de imprensa.

Luís Rodrigues, presidente do grupo SATA, citado no comunicado, caraterizou o ano de 2021 como “turbulento e animador, tendo em conta o elevado crescimento e início da recuperação pontuado pela instabilidade provocada pelas sucessivas vagas de covid-19 que o condicionaram, mas que não impediram a continuação do processo de transformação organizacional e empresarial que se encontra em curso”.

O gestor sublinha que o ano ficou igualmente marcado “pela interação com o acionista e a Comissão Europeia com vista à aprovação do Plano de Restruturação entregue em fevereiro, o que se veio a verificar no início de junho 2022”.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Artigos relacionados
Ano turístico vai ser melhor do que em 2023, mesmo com menor procura interna
Destinos
ANAV considera positivo o Programa ‘Acelerar a Economia’, mas diz que não agiliza apoios às PME
Turismo
Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra toma posse
Destinos
Turismo europeu com novos máximos, com Portugal em destaque
Destinos
Candidaturas aos “Best of Wine Tourism 2025” decorrem até 17 de julho
Enoturismo
Solférias reforça oferta para o Sal com dois voos charter de réveillon
Distribuição
“A BTL 2025 será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição”, revela organização da feira
Meeting Industry
GuestReady revela que preços do AL sobem e ocupação chega aos 90% no início do verão
AL
Delta Air Lines anuncia parceria com a Riyadh Air e quer abrir voos para a Arábia Saudita
Aviação
Travelport lança Content Curation Layer para agências de viagens com tecnologia de IA
Distribuição
PUB
Aviação

Delta Air Lines anuncia parceria com a Riyadh Air e quer abrir voos para a Arábia Saudita

O acordo prevê a abertura de uma rota da Delta Air Lines desde os EUA para a capital saudita, além de outras colaborações, nomeadamente ao nível de interline e codeshare, para aumentar a conectividade no Médio Oriente.

A Delta Air Lines estabeleceu uma parceria com Riyadh Air, uma nova companhia aérea com sede em Riade, capital da Arábia Saudita, e conta vir a abrir voos para o país, avança a companhia aérea norte-americana, num comunicado publicado no seu website.

De acordo com a informação divulgada, este acordo prevê a abertura de uma rota da Delta Air Lines desde os EUA para a capital saudita, além de outras colaborações, nomeadamente ao nível de interline e codeshare, para aumentar a conectividade no Médio Oriente.

“Esta parceria com a Riyadh Air irá promover a missão da Delta de conectar o mundo e abrir uma gama de novas opções, benefícios e destinos para os nossos clientes que viajam de e para o Reino da Arábia Saudita”, afirma Ed Bastian, presidente-executivo da Delta Air Lines.

O acordo entre as duas companhias aéreas está, contudo, ainda sujeito a aprovações regulatórias, mas poderá evoluir para uma joint venture, o que motivaria colaboração também ao nível do planeamento e crescimento da rede no Médio Oriente.

Recorde-se que a Riyadh Air é uma nova companhia aérea saudita, que deverá iniciar operações em 2025 e que vai contar com uma operação local.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Azul lança concurso fotográfico para assinalar 15.º aniversário

As inscrições para este concurso fotográfico, que inclui cinco diferentes categorias e pretende “celebrar a trajetória da Azul por meio de fotografias que capturem momentos especiais e marcantes”, já se encontram a decorrer.

A Azul lançou um concurso de fotografia para assinalar o 15.º aniversário da companhia aérea, iniciativa que tem como objetivo “celebrar a trajetória da Azul por meio de fotografias que capturem momentos especiais e marcantes”, informou a transportadora brasileira, em comunicado.

As inscrições para este concurso fotográfico, que inclui cinco diferentes categorias, já se encontram a decorrer e podem ser realizadas aqui, com a Azul a explicar que a iniciativa “oferece uma plataforma para que spotters, clientes, amantes da marca e tripulantes da Azul possam exibir o seu talento e criatividade”.

Aviação regional, fotografias de aeronaves da Azul, operação e tripulantes, experiência do cliente e 15 anos da Azul são as categorias do concurso fotográfico lançado pela companhia aérea brasileira.

As fotografias vencedoras vão ser publicadas num livro comemorativo dos 15 anos da Azul e os seus autores recebem outras recompensas exclusivas, como uma visita ao Hangar de Viracopos, um almoço com executivos da Azul, a participação das fotografias numa exposição e convites para o lançamento do livro.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

TAAG apresenta novo visual com chegada do novo A220

O novo visual da TAAG – Linhas Aéreas de Angola aparecerá, previsivelmente, no 3.º trimestre de 2024, aquando da entrega do Airbus A220-300.

No âmbito da estratégia de transformação e reafirmação da imagem de marca, a TAAG Linhas Aéreas de Angola vai aplicar os traços da sua identidade visual às aeronaves A220 e B787 Dreamliner que foram encomendadas aos fabricantes Airbus e Boeing, respetivamente.

Em comunicado, a companhia aérea de Angola refere que “as aeronaves conservam, na sua decoração, toda a ‘angolanidade’, com o reforço visual da palanca na cauda do avião e nas asas, e com a utilização do padrão de cores inspirado no pano tradicional angolano, denominado ‘samakaka’”.

A primeira aeronave da frota TAAG dentro deste conceito (new livery) será o Airbus A220-300, com capacidade para 137 passageiros (12 em classe executiva e 125 em classe económica), com data de entrega prevista para o 3.º trimestre do ano em curso.

Num contexto em que se aproximam desafios importantes, como a transferência da operação da TAAG para o Novo Aeroporto Internacional de Luanda, Dr. António Agostinho Neto, e a alteração do cenário competitivo, com a introdução do Mercado Único Africano de Transportes Aéreos (MUTAA/SAATM), a companhia está a materializar o seu plano estratégico com o crescimento da frota e destinos, de forma a captar um maior nível de tráfego e a reforçar a conectividade regional.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Foto: Aeroportos de Moçambique

Aviação

Américo Muchanga é o novo presidente da LAM

Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous, que liderava a companhia aérea moçambicana de forma interina desde fevereiro.

Publituris

A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique passou a ser liderada por Américo Muchanga, que foi escolhido pelo Conselho de Administração para novo presidente da companhia aérea moçambicana.

Segundo a Lusa, que cita um comunicado da transportadora aérea de Moçambique, Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique, cargo que ocupava desde fevereiro de 2022, e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous.

A Lusa recorda que Theunis Christian de Klerk Crous ocupava as funções de presidente da LAM de forma interina desde fevereiro passado, no seguimento do afastamento de João Carlos Pó Jorge e do processo de reestruturação da empresa, que está a cargo da Fly Modern Ark (FMA), empresa sul-africana contratada para recuperar a LAM.

Com a chegada da FMA à LAM, o que acontece desde abril do ano passado, a transportadora moçambicana tem vindo a passar por um processo de reestruturação, que se segue a vários anos de problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos.

Desde a entrada da FMA na companhia aérea, foram descobertos esquemas de desvio de dinheiro, que estão a ser investigados pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) de Moçambique.

A LAM opera 12 destinos no mercado doméstico, a nível regional voa regularmente para Joanesburgo, Dar-Es-Salaam, Harare, Lusaca, e Cidade do Cabo, sendo Lisboa o único destino intercontinental da companhia aérea moçambicana.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Consórcio estuda criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha

Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol uniram esforços para estudar a criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha.

Publituris

Seis empresas – Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol – uniram forças para enfrentar os principais desafios da implantação da aviação movida a hidrogénio em Espanha.

Esta é a primeira vez que uma colaboração reúne toda a cadeia de valor, desde a produção de energia primária até às operações em terra com hidrogénio, com duas companhias aéreas a bordo e numa rede completa de aeroportos ao mesmo tempo.

Esta colaboração proporcionará aos parceiros uma visão holística da aeronave movida a hidrogénio e da forma como esta pode ser integrada no ecossistema aeroportuário.

Em comunicado, o consórcio informa que “não se centrará apenas no abastecimento e nas infraestruturas de hidrogénio, mas também nos requisitos específicos das operações em terra nos aeroportos”. O objetivo final é promover e apoiar o crescimento do ecossistema da aviação a hidrogénio em Espanha.

“Na Airbus, a descarbonização da aviação é um dos nossos objetivos mais importantes e a implantação de aeronaves comerciais movidas a hidrogénio com o seu ecossistema é uma dessas alavancas fundamentais. Dado o grande potencial da Espanha em termos de energias renováveis e produção de hidrogénio com baixo teor de carbono, é essencial que a indústria da aviação como um todo colabore para garantir uma futura cadeia de abastecimento de hidrogénio de ponta a ponta até aos aeroportos”, afirma Karine Guenan, vice-presidente do Ecossistema ZEROe da Airbus.

Do lado da Aena, a diretora de Sustentabilidade, Ana Salazar, acrescenta que “a descarbonização do setor do transporte aéreo é uma prioridade para a Aena”, considerando ainda que esta colaboração “permitir-nos-á compreender melhor como se poderá materializar no futuro o processo de fornecimento de hidrogénio aos aeroportos espanhóis, a fim de estabelecer um roteiro para enfrentar os principais desafios apresentados pela introdução deste novo vetor energético em ambiente aeroportuário”.

María José Sanz, diretora de Qualidade e Ambiente da Air Nostrum, explica, por sua vez, que o compromisso é de “estar ao lado dos criadores de novas tecnologias destinadas a descarbonizar o transporte aéreo. Como companhia aérea regional, podemos ser relevantes no projeto porque temos as condições necessárias para nos tornarmos os primeiros implementadores da tecnologia do hidrogénio, graças à dimensão dos nossos aviões e à distância média que voamos”.

Teresa Parejo, diretora de Sustentabilidade da Iberia, destaca que “a colaboração entre os diferentes atores é necessária para avançar na descarbonização do setor”, admitindo que “o hidrogénio fará previsivelmente parte do futuro da aviação, que virá mais tarde e complementará o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis; para alcançar esse futuro, temos de começar a dar os primeiros passos agora”.

Andrés Suárez, Global Strategy & Innovation Lead da Exolum, refere que a empresa está “comprometida com o desenvolvimento e operação de infraestruturas que contribuam para impulsionar a transição energética e a descarbonização da mobilidade aérea em todas as suas áreas e, especialmente, com a implantação do hidrogénio como uma solução energética futura para o sector”.

Luis de Oyarzabal, diretor sénior de Novos Negócios da Repsol, termina assinalando que o hidrogénio renovável é “fundamental na nossa estratégia de descarbonização. Não só o utilizaremos nas nossas aplicações industriais, como também prevemos o seu potencial no domínio da mobilidade. Para promover este mercado, consideramos essencial colaborar com os melhores parceiros, reunidos neste centro, para tirar o máximo partido da oportunidade que temos”.

Refira-se que a Airbus lançou o programa “Hydrogen Hub at Airports” para promover a expansão da infraestrutura de hidrogénio na aviação. Até à data, foram assinados acordos com parceiros e aeroportos em 13 países, incluindo Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Nova Zelândia, Noruega, Singapura, Espanha, Coreia do Sul, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Ryanair abre quarta base em Marrocos com rotas para Lisboa e Porto

A nova base da Ryanair em Tanger, Marrocos, começou a operar ainda em maio, conta com duas aeronaves baseadas e um total de 25 rotas, incluindo 13 novas ligações aéreas, uma das quais para Lisboa e outra para o Porto.

Publituris

A Ryanair  abriu esta terça-feira, 9 de julho, uma nova base em Marrocos, localizada em Tanger e que é a quarta da companhia aérea low cost naquele país do Norte de África, informou a transportadora, em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, a base de Tanger, que começou a operar ainda em maio, conta com duas aeronaves baseadas e um total de 25 rotas, incluindo 13 novas ligações aéreas, uma das quais para Lisboa e outra para o Porto.

O comunicado divulgado pela Ryanair destaca que a nova base de Tanger motivou um investimento de cerca de 200 milhões de euros e vai disponibilizar voos para oito novas cidades europeias e cinco novos destinos marroquinos, já neste verão de 2024.

A Ryanair sublinha também que a nova base de Tanger vai permitir criar 600 novos empregos locais, incluindo 60 para pilotos e tripulantes de cabine, aumentando ainda em 70% a capacidade na cidade marroquina.

“O investimento da Ryanair em Marrocos ultrapassa agora mais de 1,4 mil milhões de dólares em aeronaves – apoiando mais de 5.000 empregos diretos e indiretos e proporcionando crescimento económico em 12 cidades, incluindo Rabat, Marraquexe, Fez, Agadir, Tetouan, Essaouira e Nador”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea.

Segundo Eddie Wilson, CEO da Ryanair, com a abertura da nova base em Tanger, a Ryanair vai operar mais de 170 rotas em Marrocos, numa oferta que conta com tarifas baixas e que, espera o responsável, deverá contribuir para impulsionar o “turismo e a conectividade” aérea no país.

“Esperamos continuar a apoiar a economia de Marrocos, bem como a conectividade regional e internacional, posicionando Tânger como um destino líder de verão com os seus museus, medina, souq e, claro, as suas belas praias”, acrescenta o responsável.

Baden Baden, Barcelona, Carcassonne, Eindhoven, Lisboa, Manchester, Memmingen e Porto são as novas rotas internacionais que a Ryanair abriu na base de Tanger, às quais se juntam ainda rotas domésticas para Agadir, Essaouira, Marrakesh, Ouarzazate e Oujda.

Para assinalar a abertura da base, a Ryanair lançou uma promoção cujos preços começam nos 159 dirham (cerca de 15 euros) e que é válida para viagens que decorram até outubro de 2024. As vendas decorrem aqui.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

TAAG aumenta frequências para São Tomé a partir de setembro

A partir de setembro, a TAAG aumenta de dois para três o número de voos semanais para São Tomé, que passa a contar com ligações às terças, quintas e domingos.

Publituris

A TAAG vai aumentar o número de voos semanais entre Lisboa e São Tomé, via Luanda, a partir de setembro, passando de duas para três frequências por semana, segundo informação divulgada pela companhia aérea angolana esta terça-feira, 9 de julho.

“A partir de setembro teremos um aumento de frequências na rota de São Tomé a partir de Lisboa: passaremos de 2 para 3 frequências semanais às terças-feiras, quintas-feiras e domingos”, lê-se numa nota divulgada pela companhia aérea.

Segundo a TAAG, o aumento de frequências proporciona “mais conectividade dentro do continente Africano”, com a companhia aérea a destacar ainda que “a duração da escala para estes voos de longa duração será mais curta”.

Os novos voos já  estão disponíveis para compra e as reservas podem ser realizadas aqui, bem como nos outros canais oficiais da TAAG e nas agências de viagens.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Bruxelas abre investigação a ajuda estatal alemã de 6 MM€ à Lufthansa na pandemia

A Comissão Europeia anunciou uma investigação à ajuda estatal alemã de seis mil milhões de euros para recapitalizar a Lufthansa no contexto da pandemia de Covid-19, visando averiguar conformidade com as regras da União Europeia (UE).

Victor Jorge

“A Comissão Europeia deu início a uma investigação aprofundada para avaliar se uma medida de recapitalização alemã de seis mil milhões de euros a favor da Deutsche Lufthansa AG está em conformidade com as regras da UE em matéria de auxílios estatais”, divulga a instituição em comunicado hoje publicado.

Em causa estava um apoio público (dos mais elevados dados a companhias aéreas durante a pandemia) da Alemanha para “restabelecer a posição do balanço e a liquidez da Lufthansa na situação excecional causada pelo coronavírus”, medida que foi aprovada pelo executivo comunitário em 25 de junho de 2020 ao abrigo do quadro temporário relativo aos auxílios estatais.

Porém, esta ajuda estatal foi posteriormente anulada pelo Tribunal Geral da UE em 10 de maio de 2023, por se considerar que “a Comissão cometeu vários erros” aquando da aprovação e que não estava em conformidade com as regras da UE, tendo sido depois interposto um recurso.

Foi aliás devido ao acórdão que Bruxelas decidiu avançar com a investigação aprofundada agora anunciada, que visa “avaliar melhor a medida de recapitalização” no que toca à elegibilidade da Lufthansa para o auxílio, à necessidade de um mecanismo para saída do Estado do capital da empresa, ao preço das ações, à existência de um peso ainda significativo no mercado e ao cumprimento dos compromissos impostos à Lufthansa (em questões como a alienação de faixas horárias e à proibição de distribuição de dividendos).

Em meados de maio, o Tribunal Geral da UE, primeira instância, anulou então a decisão da Comissão Europeia que aprovou uma ajuda estatal de seis mil milhões de euros da Alemanha para recapitalização da Lufthansa durante a pandemia de covid-19.

O tribunal alegou que “a Comissão cometeu vários erros, nomeadamente quando considerou que não era possível à Lufthansa encontrar financiamento nos mercados para cobrir todas as suas necessidades”.

Ao mesmo, o executivo comunitário “não exigiu um mecanismo que incentivasse a Lufthansa a voltar a adquirir a participação da Alemanha o mais rapidamente possível, quando negou que existia um poder de mercado significativo da Lufthansa em certos aeroportos e quando aceitou determinados compromissos que não garantiam a preservação de uma concorrência efetiva no mercado”.

A decisão preliminar do tribunal, entretanto alvo de recurso, surgiu após uma ação interposta pela companhia aérea de baixo custo Ryanair, que contestou várias ajudas estatais dadas ao setor aéreo durante a pandemia, nomeadamente relativa à TAP.

Em junho de 2020, devido às consequências da covid-19 na aviação, a Alemanha pediu autorização a Bruxelas para avançar com um auxílio estatal sob a forma de uma recapitalização no montante de seis mil milhões de euros à Lufthansa AG, empresa mãe do grupo, medida que integrava um conjunto de apoios públicos para restabelecer a liquidez (de um total de nove mil milhões de euros).

Este auxílio consistia numa participação no capital de cerca de 306 milhões de euros, numa participação passiva não convertível em ações de cerca de 4,7 mil milhões de euros e numa participação passiva de mil milhões de euros como obrigação convertível.

Por norma, este tipo de apoios públicos são vedados pelas regras europeias para concorrência equitativa, mas tais normas foram aliviadas durante a pandemia para facilitar a recuperação de importantes empresas da UE, como as companhias aéreas comunitárias, que ficaram paradas durante algum tempo.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Aviação

TAP lança promoção para assinalar 60.º aniversário de voos para a Madeira

Com esta oferta da TAP, há bilhetes só de ida para a Madeira com preços a partir de 25 euros, enquanto os voos de ida e volta apresentam preços a partir de 49 euros. A oferta é válida até 16 de julho.

Publituris

A TAP lançou esta segunda-feira, 8 de julho, uma nova promoção com preços especiais em viagens para a Madeira, oferta que visa assinalar o 60.º aniversário da abertura dos voos da companhia aérea de bandeira nacional entre Lisboa e a Madeira.

“Hoje, a TAP realiza sete voos por dia entre Lisboa e o Aeroporto Cristiano Ronaldo e dois voos por dia que ligam o Porto e a Madeira, reforçando o impulso decisivo que deu desde o início à afirmação e consolidação da Madeira como destino turístico com forte reputação e procura nacional e internacional”, lê-se num comunicado da TAP.

A companhia aérea de bandeira nacional indica que, com esta oferta, há bilhetes só de ida para a Madeira com preços a partir de 25 euros, enquanto os voos de ida e volta apresentam preços a partir de 49 euros.

A promoção da TAP está em vigor até 16 de julho e é válida para partidas de Lisboa e do Funchal, entre 15 de setembro de 2024 e 30 de abril de 2025, com exceção do período de Natal, Ano Novo e Páscoa, e os preços apresentados já incluem todas as taxas aeroportuárias.

“Adicionalmente, o programa TAP Miles&Go oferece ainda 60 por cento de Milhas Bónus em todas as reservas de e para a Madeira”, acrescenta a informação divulgada pela TAP.

Os bilhetes podem ser adquiridos aqui, onde é também possível consultar mais informações sobre a oferta da TAP, assim como nas agências de viagens.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

CEO da Iberia mostra interesse na TAP e espera aprovação da compra da Air Europa

O CEO da Iberia, Luis Gallego, está confiante de que Bruxelas vai aprovar a compra da Air Europa pelo grupo IAG e não descarta o interesse na TAP pelas oportunidades de crescimento em África e no Brasil.

Publituris

O CEO da Iberia, Luis Gallego, está confiante de que a Comissão Europeia vai aprovar a compra da Air Europa pelo grupo IAG, depois de Bruxelas ter dado luz verde à aquisição da ITA Airways pela Lufthansa, e mostra-se também interessado na TAP, não descartando uma possível oferta pela companhia aérea de bandeira portuguesa.

De acordo com o Hosteltur, Luis Gallego, manifestou a sua satisfação com a aprovação pela Comissão Europeia, ainda que com condições, da aquisição pela Lufthansa de 41% da ITA Airways.

O responsável diz esperar que a luz verde de Bruxelas ao negócio entre a Lufthansa e a ITA Airways seja um “sinal” de que também a compra da Air Europa pelo grupo IAG poderá avançar, uma vez que tem seguido o mesmo caminho e praticamente em simultâneo.

Luis Gallego considera que a aprovação mostra que a Comissão Europeia consegue ver o “valor da consolidação, para ter um setor aéreo mais forte na Europa” e admitiu que o grupo que detém a Iberia tem interesse em expandir-se para a América Latina, o que poderá levar à aquisição de uma companhia aérea sul-americana para aumentar a oferta de voos entre a América Latina e a Europa.

Nesse sentido, o CEO da Iberia não descartou que o grupo IAG possa avançar com uma proposta para aquisição de uma participação na TAP, até porque, explicou, o grupo “tem sempre outras opções no radar”, caso o acordo sobre a Air Europa seja bloqueado em Bruxelas.

O HostelTur recorda que esta não é a primeira vez que o CEO da Iberia demonstra interesse na TAP, o que é justificado pela oportunidades de crescimento no Brasil e África que a transportadora portuguesa oferece, ainda que este negócio esteja sujeito ao que poderá acontecer com a Air Europa.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2024 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.