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Turismo

Nova edição: Sustentabilidade, Go4Travel, Visit Valencia e SAP Concur

A nova edição do Publituris faz capa com um tema que não é novidade: sustentabilidade. Além das novidades das várias áreas do setor do turismo, trazemos, também, uma entrevista a Naut Kusters, diretor da ECEAT, e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, sobre o mesmo tema. Além disso, a estratégia da Go4Travel conhecida no “Summit4Travel”, Visit Valencia e a nova solução SAP Concur para o segmento das viagens.

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A nova edição do Publituris faz capa com um tema que não é novidade: sustentabilidade. Além das novidades das várias áreas do setor do turismo, trazemos, também, uma entrevista a Naut Kusters, diretor da ECEAT, e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, sobre o mesmo tema. Além disso, a estratégia da Go4Travel conhecida no “Summit4Travel”, Visit Valencia e a nova solução SAP Concur para o segmento das viagens.

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Edição Digital: Sustentabilidade, Go4Travel, Visit Valencia e SAP Concur
Edição Digital
“Teremos e vamos promover a Ucrânia enquanto destino turístico”
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Meeting Forums do Publituris terá a 7.ª edição de 21 a 23 de junho
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Nova Edição: Turismo do Luxemburgo, “ACT” da Air France, MICE, Air Transat e DouroAzul
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A nova edição do Publituris faz capa com um tema que não é propriamente novidade, mas que, com a pandemia da COVID-19 e as novas tendências passou a ouvir falar-se cada vez mais de sustentabilidade no setor do turismo.

Além de ficar a saber o que várias áreas do setor estão a fazer para se tornarem mais sustentáveis, o Publituris entrevistou Naut Kusters, diretor da ECEAT, a propósito do projeto SUSTOUR, que admitiu que “a tendência é muito clara no sentido da sustentabilidade.

Também Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), salienta que “as agências e os operadores turísticos têm um papel preponderante na promoção da sustentabilidade no setor do turismo”.

O Publituris viajou até à Madeira para marcar presença na Convenção da Go4Travel. Na sessão de abertura da “Summit4Travel 2022”, João Matias, presidente do Conselho de Administração da Go4Travel, apontou que o agrupamento de agências de viagens está com uma agenda “bem carregada”.

Capital Mundial do Design e Capital Europeia do Turismo Inteligente, em 2022, Valência acredita no potencial do mercado português, motivos pela qual o Visit Valência tem prevista uma série de atividades de promoção em Portugal.

Admitindo que o mercado português “não é muito relevante”, Ángel Pérez, Brand & Markets Director do Visit Valencia, disse ao Publituris “acreditar que existe um grande potencial com a excelente conectividade aérea que existe no momento”.

Na “Tecnologia”, João Carvalho dá a conhecer as mais-valias da nova solução SAP Concur. O responsável revela que “as empresas estão cada vez mais interessadas em soluções que ajudem os gestores de viagens e os responsáveis de recursos humanos a avaliar e gerir o risco das viagens”, sendo essencial “desburocratizar cada vez mais os processos empresariais, tendo em conta o impacto ambiental das deslocações”.

Além do “Check-in”, as opiniões são de Carlos Torres (ESHTE), Sílvia Dias (Savoy Signature), Pedro Castro (SkyExpert), António Abrantes (ISCE) e Amaro Correia (Atlântico Business School).

Boas leituras”!

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Transportes

Nova plataforma cidadã defende Aeroporto de Beja como “complemento” ao de Lisboa

Uma nova plataforma cidadã constituída em prol do Aeroporto de Beja vai entregar um documento à comissão técnica independente sobre o novo aeroporto de Lisboa que defende a infraestrutura alentejana como “solução sustentável” para o país.

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“Nenhum alentejano diz que o Aeroporto de Beja é para substituir o de Lisboa”, mas que “tem condições para ser o complemento do Aeroporto de Lisboa, através da ferrovia”, salientou Manuel Valadas, da comissão dinamizadora da plataforma cidadã Sim ao Aeroporto Internacional de Beja.

A nova plataforma é apresentada publicamente esta sexta-feira, 27 de janeiro, na Casa do Alentejo, em Lisboa, às 11:30, e junta representantes de vários movimentos em defesa do Alentejo, tendo o apoio técnico de diversos especialistas.

Em comunicado, os promotores da iniciativa revelaram que vão elaborar um memorando estratégico para entregar à Comissão Técnica Independente que é responsável pela análise estratégica e multidisciplinar do novo aeroporto de Lisboa.

Este memorando, que vai ser entregue à comissão até final deste mês, será “sobre a necessidade de incluir a utilização do Aeroporto Internacional de Beja como a solução sustentável e resiliente” para “responder às necessidades aeroportuárias do país”.

Segundo Manuel Valadas, o objetivo da iniciativa “é criar condições para que o Aeroporto de Beja funcione”.

“E, neste documento que vamos entregar, dizemos como isso vai ser feito e o que é que pretendemos que isto represente para a região do Alentejo e para o país”, acrescentou.

Este responsável disse ainda que o Aeroporto de Beja deve ser “um elo de desenvolvimento estratégico para a região”, nomeadamente como “plataforma para os negócios, para as exportações, para as pessoas e para as empresas da região”.

Para tal, Manuel Valadas pediu também o “apoio das câmaras municipais da região, do tecido empresarial e, fundamentalmente, das pessoas”.

“Porque a cidadania tem de fazer o seu trabalho e o Alentejo tem de ser capaz de trabalhar em conjunto”, defendeu.

No comunicado, a plataforma deixou alguns dos argumentos em prol da utilização do aeroporto da cidade alentejana, nomeadamente o facto de se tratar de um equipamento já construído e “sem restrições de expansão”.

A infraestrutura está “preparada para tráfegos aéreos de passageiros e mercadorias, de médio e longo curso”, disse, acrescentando que está oficialmente reconhecida como um dos quatro aeroportos situados em Portugal continental e “tem a vantagem de reunir as condições de exploração imediata”.

O Aeroporto de Beja “possui condições geográficas e capacidade para servir diretamente uma ampla região do Alentejo e Espanha, como complementarmente os Aeroportos de Faro e Lisboa, face à sua eminente saturação”, elencou também a plataforma de cidadãos, entre outras vantagens enumeradas.

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Gastos com cartões estrangeiros em Portugal aumentam 69% face a 2019. No alojamento crescem 30%

Os números avançados pela SIBS relativamente aos gastos com cartões de pagamento estrangeiros em Portugal, em 2022, indicam uma clara subida em valor e volume. A subida no alojamento foi superior a 30% e na restauração de 74%.

Victor Jorge

De acordo com a SIBS, o número de transações anuais com cartões estrangeiros em Portugal mais do que duplicou, em 2022, em comparação com 2021, totalizando quase 126 milhões de transações, correspondendo a +106,5% face a 2021 e mais 68,9% em comparação com 2019.

Já quanto ao volume total de compras que se cifrou nos 5.598 milhões de euros, a SIBS indica que ficou 92,9% acima do registado em 2021 e mais 36,1% face ao ano de 2019.

Contudo, valor médio de transação baixou relativamente aos outros dois anos em análise, com a comparação com 2021 a indicar uma quebra de 6,6%, enquanto face a 2019 essa descida foi de 8,8%.

As transações em compras com cartões bancários estrangeiros, em 2022, ficaram marcadas por dois aspetos, já que, com exceção de janeiro, em todos os outros meses foram registados máximos absolutos. Em comparação com os meses homólogos de 2019, janeiro foi o que registou menores ganhos. Um segundo aspeto apontado pela SIBS refere que, a partir do 2.º trimestre a utilização de cartões bancários para compras aumentou mais de 70% relativamente ao meses homólogos de 2019.

No global, a distribuição regional das transações não foi equitativa, indicando a SIBS que a Área Metropolitana de Lisboa concentrou mais de 40% do total de transações; o Algarve e a Região Norte ficaram numa posição intermédia, cada uma com cerca de 20% do valor total; e os Açores e o Alentejo foram as regiões com menor número de transações, ambas abaixo dos 3%.

Globalmente, a distribuição das transações por mercado de origem assume uma evidente hierarquização, com a liderança a ser partilhada pelo Reino Unido e pela França com quotas próximas dos 15%. Espanha ocupa a posição seguinte, com uma quota de 11%; os EUA ultrapassaram, ainda que muito ligeiramente, a Alemanha, ocupando respetivamente o 4.º e 5.º lugares entre os principais mercados emissores.

Tal como nas transações, a distribuição regional dos consumos não foi equitativa, tendo a Área Metropolitana de Lisboa concentrado perto de 40% dos gastos totais; o Algarve, com 24%, e a Região Norte, com 19%, ficaram em posições intermédias. Já os Açores e o Alentejo foram as regiões com menores valores gastos, ficando ambas as regiões entre os 2,5% e os 3,5%.

A distribuição dos consumos, por mercado de origem, também evidencia uma clara hierarquização com o Reino Unido e a França ocupam as posições cimeiras, com quotas a rondar os 15%; os EUA posicionaram-se em 3.º lugar, como líderes destacados entre os mercados intercontinentais, com 11%. Alemanha e Espanha, apesar de aumentarem as suas quotas face a anos anteriores, são ultrapassadas pelos EUA.

O gasto médio em compras com cartões bancários estrangeiros em 2022 reforçou a tendência de “diminuição já verificada em anos anteriores”, sendo o valor mais reduzido desde 2019. “Na origem desta tendência e do crescimento significativo do número de operações está a generalização do uso do cartão bancário como meio de pagamento mais utilizado, mesmo para despesas mais correntes e de baixo valor”, refere a SIBS.

A distribuição regional dos gastos médios, tal como os outros indicadores, também mostrou diferenças. Os Açores e o Algarve apresentam o valor médio por compra mais elevado, superior a 50€; o Alentejo, a Região Centro e a Madeira ficaram em posições intermédias, com montantes entre 45 e 50€; a Área Metropolitana de Lisboa registou o valor médio por compra mais baixo, pouco acima dos 40€.

A distribuição dos gastos médios, por mercado de origem, ao contrário dos outros indicadores, mostra um relativo equilíbrio, com os EUA a posicionaram-se como líderes absolutos, com um gasto médio próximo dos 60€; seguem-se França, Reino Unido e Alemanha, com valores pouco acima de 40€.

Gastos em alojamento a crescer a partir do 2.º trimestre
Em 2022, os gastos em compras com cartões bancários estrangeiros no alojamento foram sempre crescentes até agosto, mês em que foi atingido o valor máximo.

Os dados da SIBS mostram um valor acumulado, em 2022, de 1,526 milhões de euros, comparando com os 1.166 milhões de 2019, representando, assim, uma evolução de mais de 30%, enquanto com o ano de 2022 (580 milhões de euros), esse crescimento cifra-se acima dos 160%.

Comparando com os meses homólogos de 2019, registaram-se ganhos relativos a partir do início do 2.º trimestre. Os meses de julho e agosto apresentaram ganhos relativos quase 50% superiores face aos meses homólogos de 2019.

A distribuição relativa dos gastos em alojamento, por região, evidencia, mais uma vez, uma marcada hierarquia entre regiões, com a Área Metropolitana de Lisboa a representar quase 40% dos gastos; o Algarve conquistou a 2.ª posição, com uma quota de 27%; os Açores (4%) e o Alentejo (2%) foram as regiões com menores gastos relativos em serviços de alojamento.

A distribuição dos consumos em alojamento, por mercado emissor, evidencia uma liderança partilhada pelos EUA e Reino Unido que superam claramente os maiores mercados europeus.

Neste ponto, tal como na globalidade da análise da SIBS, o valor médio gasto desce face a 2019, passando de 172,8 euros para 153,6 euros.

Já na restauração, os gastos em compras com cartões bancários estrangeiros foram, em 2022, sempre crescentes até ao mês de agosto, altura em que foi atingido o valor máximo.

No acumulado do ano 2022, a SIBS indica um valor de 1.685 milhões de euros, o que compara com os 688,5 milhões de 2021 e com os 965,5 milhões de 2019.

Comparando com os meses homólogos de 2019, registaram-se ganhos relativos logo desde o início do ano. Em todos os meses do 2.º semestre, os ganhos relativos tiveram aumentos pelo menos 75% superiores face aos meses homólogos de 2019.

Quanto ao valor médio por compra, esta cifrou-se nos 30,3 euros, enquanto em 2021 estava nos 32,3 euros e, em 2019, nos 36,6 euros.

A distribuição relativa dos gastos em restauração, por região, evidencia uma forte hierarquia entre regiões, com a Área Metropolitana de Lisboa representou cerca de 44% dos gastos; o Algarve ocupou a 2.ª posição, com 26%; os Açores (2,5%) e o Alentejo (2%) foram as regiões com menores gastos relativos em serviços de restauração.

Quanto à distribuição dos consumos por mercado emissor evidencia uma liderança destacada do Reino Unido, secundado pela França e pelos Estados Unidos da América que superam Espanha e Alemanha.

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Alojamento

Investimento em programas de gestão ambiental em unidades de alojamento traz benefícios económicos e de satisfação do cliente

77,9% dos gestores consideram que um alojamento ambientalmente sustentável é importante ou muito importante, no âmbito do desenvolvimento da sua atividade.

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Um estudo realizado pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH) em parceria com a Divisão de Consultoria Estratégica em Turismo da Portugal Green Travel e com o apoio do Serviço de Saúde Ocupacional do Instituto Politécnico de Coimbra, revelou que o investimento em programas de gestão ambiental por parte de gestores de Unidades de Alojamento tem benefícios económicos e aumenta a satisfação global do cliente.

Este estudo sugere também que o investimento “é rentável a vários níveis, como na melhoria da imagem e reputação do alojamento, melhoria da experiência do cliente e aumento da procura”.

Para a realização deste estudo, foi considera uma amostra de 109 gestores de Unidades de Alojamento, através de um questionário online. Variáveis como a perceção sobre programas ambientais e práticas de gestão ambiental aplicadas a Unidades de Alojamento, intenção comportamental dos colaboradores e comportamento ecológico foram consideradas para o desenvolvimento desta pesquisa.

Os resultados deste estudo indicam que os gestores valorizam e reconhecem a importância da adoção de práticas ambientalmente sustentáveis para a sustentabilidade financeira. 77,9% dos gestores consideram que um alojamento ambientalmente sustentável é importante ou muito importante, no âmbito do desenvolvimento da sua atividade.

Segundo Ana Beatriz Sousa, aluna da ESTGOH e uma das autoras do estudo, “este estudo confirma o que já sabíamos: que o investimento em programas de gestão ambiental é rentável a vários níveis e que é importante que as Unidades de Alojamento continuem a investir nestas práticas para garantir um futuro mais sustentável.”

Hugo Teixeira Francisco, co-fundador e Chief Marketing Officer da Portugal Green Travel afirma que “há ainda falta de análise de mercado no que toca ao resultado operacional da aplicação de estratégia de sustentabilidade nas unidades de alojamento em Portugal. A recente parceria com a ESTGOH permite criar intelligence no sector, criando métricas e KPI´s fácies de interpretar pelos empresários, que em complemento com o Travel BI do Turismo de Portugal e o Observatório do Turismo Sustentável do Centro de Portugal permitem uma análise mais profunda do resultado do setor.”

Os resultados deste estudo são uma chamada de atenção para as Unidades de Alojamento a investir em práticas ambientalmente sustentáveis e a sensibilizar os clientes para esta questão. A indústria deve liderar o caminho e lançar tendências na luta contra as mudanças climáticas e preservação do meio ambiente, devendo abraçar o investimento em programas de gestão ambiental.

A Portugal Green Travel enquanto agente de operação turística que prioriza a sustentabilidade ambiental no desenvolvimento das suas atividades, tem vindo a apostar na estreita relação com a academia e, em particular, com o Instituto Politécnico de Coimbra e com a ESTGOH. Estas três entidades acreditam que esta é uma parceria win-win que potencia a troca e desenvolvimento de conhecimentos imperativos para o desenvolvimento do setor turístico.

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Transportes

Voos internos em Cabo Verde com aumento homólogo superior a 33% em dezembro

Os voos domésticos em Cabo Verde movimentaram quase 24.100 passageiros em dezembro, um aumento homólogo superior a 33%, segundo dados da Agência de Aviação Civil (AAC).

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De acordo com informação da agência que regula o setor em Cabo Verde, em dezembro registou-se um movimento global de 48.188 passageiros em voos domésticos, em embarques e desembarques, nos quatro aeroportos internacionais e três aeródromos do país. Como cada passageiro é contado no embarque e no desembarque (aeroportos diferentes), trata-se de um movimento equivalente a 24.094 passageiros em voos domésticos num mês.

Este movimento compara com os 36.073 passageiros em dezembro de 2021 (+33,6%), período ainda afetado pelas restrições impostas face à covid-19, e com o recorde (desde o início da pandemia) de quase 30.000 em agosto de 2022.

Em dezembro de 2019, antes da pandemia de covid-19, 71.425 passageiros foram transportados nos voos domésticos no arquipélago.

No mês passado foram contabilizados ainda 902 voos domésticos em Cabo Verde, contra os 707 em dezembro de 2021.

Os voos domésticos eram operados desde 17 de maio de 2021 apenas pela angolana BestFly, em regime de concessão emergencial de seis meses atribuída pelo Governo cabo-verdiano. A partir de 24 de outubro, a BestFly passou a operar apenas com a Transportes Interilhas de Cabo Verde (TICV, companhia que adquiriu em julho de 2021), terminando o regime de concessão emergencial.

O grupo angolano BestFly comprou há mais de um ano 70% do capital social da TICV aos espanhóis da Binter, ficando os restantes 30% com o Estado cabo-verdiano, e concentrou as ligações aéreas domésticas apenas na TICV, que não operava voos comerciais desde 16 de maio de 2021.

Em 2020, os voos domésticos em Cabo Verde, operados então apenas pela TICV, movimentaram cerca de 125 mil passageiros, menos 286 mil (-230%) face ao ano anterior, face às restrições impostas pela pandemia de covid-19, e em 2021 subiu para 143.876 passageiros.

Os passageiros das ligações aéreas domésticas em Cabo Verde atingiram em 2017 o recorde de quase 465 mil (movimento total de 929.595 embarques e desembarques), com mais de 10.200 voos.

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Aviação

Prejuízos da Boeing aumentam 17,44 % em 2022

Com prejuízos há quatro anos, a subida de 7% na faturação, para mais de 66 mil milhões de dólares (cerca de 60 mil milhões de euros) não foi suficiente para a Boeing sair da zona vermelha nos que diz respeito aos prejuízos.

Victor Jorge

A Boeing anunciou que no exercício de 2022 aumentou os prejuízos em 17,44% para 4.935 milhões de dólares (cerca de 4.531 milhões de euros).

O construtor aeronáutico norte-americano mantém os prejuízos há quatro anos, primeiro com os problemas nos aviões 737 MAX, depois com a crise económica causada pela pandemia de covid-19, que ainda afeta a empresa, já que hesitou em aumentar a produção à espera que a cadeia de fornecimento estivesse estabilizada.

Em comunicado, a empresa revela que teve uma faturação anual acumulada de 66.608 milhões de dólares, mais 7% em relação a 2021.

O presidente executivo da Boeing, Dave Calhoun, considerou que 2022 foi um “ano importante” na recuperação da empresa.

“A procura em toda a nossa carteira é sólida e seguimos focados em impulsionar a estabilidade nas nossas operações e na cadeia de fornecimento para cumprir os nossos compromissos em 2023 e nos anos seguintes”, acrescentou.

A companhia está a produzir 31 aparelhos do modelo 737 por mês e conta aumentar essa produção para 50 unidades mensais em 2025 e 2026.

No quarto trimestre, o mais seguido pelos analistas de Wall Street, a companhia teve perdas de 634 milhões de dólares (581 milhões de euros), o que representa uma redução de 84,69% em relação ao mesmo período de 2021.

As receitas entre outubro e dezembro alcançaram 19.980 milhões de dólares, mais 35,06% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados não foram bem recebidos na bolsa e as ações da Boeing recuavam 2,35% nas operações eletrónicas antes da abertura de Wall Street.

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Aviação

Iberia assina contrato de manutenção exclusivo com a RwandAir

O contrato exclusivo plurianual destina-se à manutenção dos motores CFM56-7B e 7BE que equipam a frota Boeing 737 da companhia aérea ruandesa.

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A Iberia Maintenance e a RwandAir assinaram um contrato exclusivo plurianual para a manutenção dos motores CFM56-7B e 7BE que equipam a frota Boeing 737 da companhia aérea ruandesa.

Ambas as companhias compartilham “os mesmos valores fundamentais em áreas essenciais, como o compromisso com a segurança e a excelência operacional”, refere a Iberia, em comunicado.

A Iberia Mantenimiento foi selecionada pela RwandAir após um rigoroso processo, com uma proposta considerada a mais competitiva, que incluía o leasing de motores, logística e planeamento de trabalho personalizado graças à experiência de engenharia da companhia espanhola.

A oficina de motores da Iberia Mantenimiento, localizada em Madrid, é especializada em motores CFM56, V2500 e RB211 e atende a uma base global de clientes de companhias aéreas, Original Equipment Manufacturer (OEM, sigla em inglês) e indústria em geral.

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Distribuição

eDreams ODIGEO expande rede de ‘Tech Hubs’

Depois das aberturas recentes no Porto, Palma de Maiorca e Alicante, a eDreams ODIGEO amplia a sua rede de centros de inovação na Europa com um novo laboratório tecnológico em Milão

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A eDreams ODIGEO, irá expandir a sua rede de Tech Hubs com a abertura de um novo centro de inovação em Milão.

A empresa continua, assim, a ampliar os seus centros de desenvolvimento pan-europeus, mais especificamente no Porto, Barcelona, Madrid, Palma de Maiorca, Alicante e Budapeste. Nomeada como uma das ‘Melhores Empresas para Trabalhar em 2022’ pela revista Forbes, só em 2022 adicionou 250 novos membros à sua equipa global de tecnologia, para apoiar o crescimento do Prime, o seu serviço de subscrição, que está no caminho certo para atingir os 7,25 milhões de membros até 2025.

A rentabilidade da eDreams ODIGEO continua a aumentar e continua também a reforçar a sua posição enquanto inovadora no setor das viagens através deste seu programa de subscrição, tal como a Netflix, o Spotify ou a CostCo fizeram nas suas respetivas indústrias.

Os resultados trimestrais mais recentes da empresa demonstram o progresso neste sentido, com o EBITDA Cash a crescer 78% em comparação com o mesmo período do ano passado. Está também no caminho certo para atingir a sua meta de 180 milhões de euros em EBITDA Cash e 7,25 milhões de membros Prime até ao ano fiscal de 2025. Desde o início da pandemia, a empresa superou de forma constante o setor no geral, e a sua atividade comercial superou os níveis pré-COVID em +48% na primeira metade do ano fiscal de 2022.

Dana Dunne, Chief Executive Officer da eDreams ODIGEO, refere que, “como a procura por viagens de lazer e serviços de subscrição continua a crescer, estamos perfeitamente posicionados para embarcar na próxima etapa da nossa jornada. Garantir que oferecemos aos nossos clientes uma experiência incomparável é a chave do nosso sucesso, e para isso estamos a investir na expansão da nossa rede de Tech Hubs em toda a Europa e no recrutamento dos melhores talentos para se juntarem à nossa equipa e nos ajudarem a continuar a revolucionar a indústria das viagens. Os nossos Tech Hubs desempenham um papel crucial no suporte ao nosso crescimento contínuo enquanto empresa baseada em subscrições, e as suas contribuições terão um impacto significativo em milhões de viajantes em todo o mundo. Estamos ansiosos por ver o futuro brilhante que a eDreams ODIGEO tem pela frente.”

A eDreams ODIGEO emprega, atualmente, pessoas de 46 nacionalidades e opera num sistema de trabalho híbrido e flexível, o primeiro do seu setor, que tem como objetivo impulsionar a flexibilidade e a criatividade dos colaboradores no ambiente do pós-pandemia.

Os candidatos interessados podem procurar vagas de emprego e candidatar-se online em www.edreamsodigeocareers.com.

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Transportes

TAP lança promoção para a Madeira

Os voos de ida-e-volta para a Madeira têm um preço a partir de 49 euros, com a promoção da TAP a contemplar, igualmente, voos para os Açores, com preços a partir de 59 euros.

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A TAP lançou uma campanha promocional com voos de ida-e-volta para a Madeira a partir de 49 euros, em reservas realizadas até ao dia 1 de fevereiro e viagens até 31 de março.

Com a mesma validade e períodos de viagem, esta promoção da TAP contempla também os Açores, com viagens de ida-e-volta para Ponta Delgada e Terceira disponíveis a partir de 59 euros.

Esta promoção aplica-se tanto à partida de Portugal continental como das ilhas.

Em comunicado, a TAP refere que “estimula assim os seus clientes a explorarem as regiões autónomas e a usufruírem de alguns dos locais mais belos de Portugal”.

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Odemira recebe “Encontro Anual de Técnicos de Turismo do Alentejo e Ribatejo”

Os cerca de 120 técnicos e responsáveis autárquicos, terão a oportunidade de conhecer um pouco melhor a gastronomia e o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito da promoção turística no concelho de Odemira.

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O concelho de Odemira vai receber o “Encontro Anual de Técnicos de Turismo do Alentejo e Ribatejo”, entre os dias 27 e 29 de janeiro, numa iniciativa da Entidade Regional de Turismo e do Município.

Esta iniciativa tem por objetivo dar a conhecer o território de Odemira, promover o contacto e partilha de experiências e boas práticas entre os cerca de 120 participantes.

Os trabalhos iniciam no dia 28 de janeiro, no auditório da Biblioteca Municipal José Saramago, em Odemira, com a apresentação da Associação Rota Vicentina, por Marta Cabral e da Associação das Casas Brancas – Associação de Turismo de Qualidade do Litoral Alentejano e Costa Vicentina, por Mónica McGill. A sessão de abertura conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro e do Vereador, Ricardo Cardoso.

Após este primeiro momento, segue-se uma vista ao Espaço CRIAR e a Loja da CACO- Associação de Artesãos do Concelho de Odemira. A manhã encerra com uma mostra e prova de produtos regionais no Mercado Municipal de Odemira.

Durante a tarde os participantes terão a oportunidade de conhecer o empreendimento turístico “Craveiral Farmhouse by Belong Staying & Feeling”, na freguesia de São Teotónio e um dos pontos de turísticos emblemáticos do concelho, o Cabo Sardão, situado na localidade do Cavaleiro.

O último dia do Encontro Anual de Técnicos de Turismo do Alentejo e Ribatejo fica marcado por uma visita ao centro histórico de Vila Nova de Milfontes guiada pelo historiador Professor António Quaresma, que partirá do Forte de São Clemente.

Durante este fim de semana, os cerca de 120 técnicos e responsáveis autárquicos, terão a oportunidade de conhecer um pouco melhor a gastronomia e o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito da promoção turística no concelho de Odemira.

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Sustentabilidade como elemento-chave na agenda de viagens dos turistas

Um recente relatório do WTTC, em conjunto com o Grupo Trip.com e Deloitte, revela que 69% dos viajantes procuram ativamente opções de viagens sustentáveis. Além disso, três quartos dos viajantes de luxo estão dispostos a pagar mais para tornar as suas viagens mais sustentáveis.

Victor Jorge

Um novo e importante relatório do World Travel & Tourism Council (WTTC) e do Grupo Trip.com, juntamente com a Deloitte, revela um interesse elevado por turismo sustentável entre os consumidores, com 69% dos viajantes a procurarem ativamente opções de viagens sustentáveis.

O relatório “A world in motion: shifting consumer travel trends in 2022 and beyond”, mostra que a sustentabilidade é um elemento-chave da agenda de viagens, com viajantes interessados em reduzir a sua pegada de carbono e apoiar o turismo sustentável.

De acordo com uma pesquisa incluída no relatório, três quartos dos viajantes estão a considerar viajar de forma mais sustentável no futuro e quase 60% escolheram opções de viagem mais sustentáveis nos últimos dois anos. Outra pesquisa também descobriu que cerca de três quartos dos viajantes de luxo estão dispostos a pagar mais para tornar as suas viagens mais sustentáveis.

No ano passado, após mais de dois anos de interrupções nas viagens, os viajantes deixaram claro que o seu desejo de viajar está muito vivo, com um aumento de 109% nas chegadas internacionais durante a noite, em relação a 2021.

De acordo com o relatório, no ano passado, os consumidores estavam dispostos a esticar o seu orçamento para os planos de férias, com 86% dos viajantes a planear gastar a mesma quantia ou mais em viagens internacionais do que em 2019, com os turistas dos EUA a liderarem a lista como grandes gastadores.

Mas 2023 parece ainda melhor em termos de gastos dos viajantes. Apesar das preocupações com a inflação e a crise do custo de vida em todo o mundo, o relatório do WTTC revela que “quase um terço (31%) dos viajantes pretende gastar mais em viagens internacionais este ano do que em 2022”.

Além disso, de acordo com o ‘Global State of the Consumer Tracker’ da Deloitte, no ano passado, mais da metade (53%) dos consumidores globais entrevistados durante o verão afirmaram que planeiam ficar num hotel nos três meses seguintes.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, frisa que a “procura por viagens está mais forte do que nunca e este relatório mostra que este ano veremos uma recuperação significativa. 2023 está definido para ser um ano muito forte para as viagens e turismo”.

A responsável pelo WTTC destaca ainda que “a sustentabilidade está no topo da agenda dos viajantes, e os consumidores destacam o valor que atribuem à proteção da natureza e ao viajar com responsabilidade.”

Jane Sun, CEO do Trip.com Group, refere, por sua vez, que “as viagens e turismo são uma força poderosa para impulsionar a economia global, criar empregos, estimular o crescimento económico e tirar as comunidades da pobreza”.

Além disso, salienta que “a região da Ásia-Pacífico, com suas economias dinâmicas e de classe média em rápido crescimento, está bem posicionada para capitalizar o crescimento da indústria e ocupar o seu lugar como líder na economia global do turismo”, admitindo-se “otimista com o momento positivo para a retomada global e o crescimento das viagens em 2023, impulsionado principalmente pelos consumidores da China continental, o que ajudará a acelerar a recuperação e o desenvolvimento mundial”.

Já Scott Rosenberger, líder do setor de transporte global, hospitalidade e serviços da frisa que “as viagens estão a recuperar da pandemia, inovando e atendendo às procuras de tipos de viagens alternativas mais modernas, viagens sustentáveis, viagens de luxo e muito mais”.

Mesmo o aumento das preocupações financeiras causadas pela inflação “não está a diminuir o ritmo”, salientando o responsável da Deloitte que “incrivelmente, as viagens estão no topo das prioridades e os acordos de trabalho remoto/flexível estão a criar novas oportunidades”.

Outras descobertas reveladas no relatório revelam que as vendas de pacotes de férias de sol e mar para 2022 aumentem 75% em comparação com o ano anterior; que no ano passado, durante o verão, as chegadas internacionais a destinos europeus de sol e praia ficaram apenas 15% abaixo dos níveis de 2019; que, em 2022, se espera que as visitas às principais cidades tenham um aumento de 58% em relação ao ano anterior, menos de 14% abaixo dos níveis de 2019; que as férias de luxo serão particularmente populares, com vendas de hotéis de luxo estimadas em 92 mil milhões de dólares (cerca de 85 mil milhões de euros) até 2025, em comparação com 76 mil milhões de dólares (cerca de 70 mil milhões de euros) em 2019); e que quase 60% dos viajantes admitiram já estarem a pagar para compensar as suas emissões de carbono ou a considerar esse aspeto se o preço for justo.

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