Assine já
Alojamento

Future Labs Hotel é projeto piloto em Setúbal

A Escola de Turismo e Hotelaria de Setúbal e o NEST – Centro de Inovação do Turismo juntam-se no projeto Future Labs Hotel.

Publituris
Alojamento

Future Labs Hotel é projeto piloto em Setúbal

A Escola de Turismo e Hotelaria de Setúbal e o NEST – Centro de Inovação do Turismo juntam-se no projeto Future Labs Hotel.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
RM Academy promove cinco novas formações em setembro
Alojamento
Escolas de Glion e Les Roches procuram “futuros talentos” em Portugal
Alojamento
Portugália recruta para funções de gerente de loja, cozinha e atendimento ao cliente
Alojamento
Pine Cliffs Resort vai recrutar no dia 16 de Janeiro
Alojamento

A Escola de Turismo e Hotelaria de Setúbal e o NEST – Centro de Inovação do Turismo juntam-se no projeto Future Labs Hotel que vai ser implementado no Hotel-Escola de Setúbal para promover a aceleração da inovação aplicável à hotelaria.

O objetivo, segundo o comunicado do Turismo de Portugal, é melhorar a experiência do turista, usando o espaço do Quartel 11 Boutique Hotel como ecossistema de inovação e laboratório de ideias tecnológicas. “O turismo é um produto emocional. O turista pode gostar de tudo numa cidade, mas se for mal atendido num hotel, a experiência pode tornar-se negativa”, exemplificou Roberto Antunes, diretor executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo.

“A premissa deste projeto assenta no conhecimento do hóspede, na identificação e antecipação das suas necessidades e expectativas. O Future Labs Hotel pretende também identificar lacunas tecnológicas, de forma a otimizar serviços e custos e promover a sustentabilidade do negócio”, revela a nota de imprensa.

Uma equipa da escola ficará responsável por recolher informação no terreno (big data) e o NEST identificará eventuais parceiros tecnológicos para desenvolver serviços e aplicações tecnológicas.

As áreas de atuação previstas são o Atendimento, Quartos, Cozinha e Área Envolvente, ligando o espaço do hotel aos pontos de interesse turístico da região, e “constituindo uma alavanca de conhecimento do setor e uma oportunidade de treino de capacidades para quem, no futuro, irá trabalhar e liderar no setor do turismo”.

O Future Labs Hotel é uma iniciativa que parte de um espaço hoteleiro real – para já o Hotel-Escola de Setúbal, mas com perspetivas de expansão para outras unidades -, para desenvolver serviços e aplicações tecnológicas suportadas por dados.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
AL

AL em Portugal regista valores superiores à pré-pandemia, segundo a GuestReady

A GuestReady, empresa que gere propriedades de aluguer de curta e média duração em vários países, indica que registou este verão, no Alojamento Local (AL) em Portugal, 15 vezes mais reservas do que em igual período de 2019.

Publituris

O portefólio da empresa também cresceu e hoje há quatro vezes mais propriedades do que no último ano pré-pandemia.

Este verão, na cidade do Porto, a GuestReady recebeu principalmente hóspedes de Espanha (19%), de França (17%) e ainda portugueses (10%). Já em Lisboa as propriedades abriram portas principalmente a norte-americanos (15%), mas também a franceses (13%) e espanhóis (10%).

Ainda durante o verão, a ocupação foi em média 15% superior ao mesmo período de 2019. Em Portugal a ocupação média foi de 90%, tendo superado a média global da GuestReady.

A nível global, a empresa que está presente em mais de 30 cidades em dois continentes, viu quadruplicar o volume de reservas e o número de unidades registadas cresceu para o dobro, por comparação ao ano de 2019.

Só em agosto, a GuestReady atingiu a marca global das 18 mil reservas efetuadas, das quais mais de um terço tiveram lugar em Portugal, o que representa um crescimento de 12% na taxa de ocupação global face ao mesmo período de 2019.

 

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

Hotéis Heritage Lisboa incluídos nos “Historic Hotels Worldwide”

As cinco unidades históricas pertencentes aos Hotéis Heritage Lisboa passam a fazer parte do programa oficial do National Trust for Historic Preservation, “Historic Hotels Worldwide”.

Publituris

As cinco unidades históricas pertencentes aos Hoteis Heritage Lisboa – As Janelas Verdes, Heritage Avenida Liberdade, Hotel Britania Art Deco, Hotel Lisboa Plaza e Solar do Castelo – foram incluídos no Historic Hotels Worldwide, programa oficial do National Trust for Historic Preservation (Estados Unidos da América) para reconhecer e celebrar os melhores hotéis históricos em todo o mundo.

Historic Hotels Worldwide promove o património e as viagens culturais apresentando uma prestigiosa coleção de tesouros históricos, incluindo hotéis historicamente relevantes e outros hotéis icónicos e lendários que abrangem mais de 10 séculos.

Em comunicado, Lawrence P. Horwitz, vice-presidente executivo da Historic Hotels of America e da Historic Hotels Worldwide, diz estar “muito satisfeito em introduzir os cinco hotéis históricos dos Hoteis Heritage Lisboa nos Historic Hotels Worldwide”.

De referir que a associação Historic Hotels Worldwide é exclusiva para hotéis e resorts historicamente relevantes que estejam em edifícios com pelo menos 75 anos de idade.

Como uma coleção diversificada e de prestígio, cada hotel empossado deve possuir uma ou mais das seguintes qualidades: serviu como antiga casa, ou está localizado no terreno da antiga casa, de pessoas famosas, ou é um importante local para um evento na história; está localizado em ou a uma curta distância de um distrito histórico, marco histórico significativo, local de um evento histórico ou centro histórico da cidade; foi reconhecido por uma organização local de preservação ou por um fundo nacional; e exibe recordações históricas, obras de arte, fotografias ou outros exemplos de seu significado histórico.

Os Hoteis Heritage Lisboa foram criados com a ideia de promover hotéis históricos que reflitam o património, as tradições históricas e a cultura de Portugal e Lisboa.

Instalados em palacetes e pequenos edifícios históricos localizados no centro histórico de Lisboa, estes pequenos hotéis oferecem, segundo refere a cadeia, “um ambiente romântico e acolhedor”, salientando ainda que este equilíbrio especial foi conseguido entre “as tradições locais e o conforto atual, criando assim uma alternativa autêntica aos hotéis de luxo formais. A localização dos hotéis no centro histórico de Lisboa facilita o contacto imediato com os aspetos mais genuínos da cidade, desde os seus monumentos às suas gentes”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

“Avaliação Unidades Hoteleiras” é o novo curso da ASAVAL

A ASAVAL – Associação Profissional das Sociedades de Avaliação vai lançar, em outubro, a 6.ª edição da formação “Avaliação Unidades Hoteleiras”, que visa “preparar os formandos para uma avaliação mais atualizada e coerente”.

Publituris

A ASAVAL – Associação Profissional das Sociedades de Avaliação vai lançar, em outubro, um novo curso sobre “Avaliação Unidades Hoteleiras”, formação que visa “preparar os formandos para uma avaliação mais atualizada e coerente com as melhores práticas desenvolvidas na área”.

De acordo com um comunicado da associação, esta formação, a 6.ª promovida pela ASAVAL sobre “Avaliação Unidades Hoteleiras”, vai ser liderada por Gilberto Manuel R. A. Martins, Economista e Mestre em Turismo e vai contar com duas edições , concretamente entre 7 e 8 de outubro, bem como a 14 e 15 de outubro, ambas a decorrer às sextas-feiras, entre as 14h00 e as 18h00, bem como aos sábados, das 09h00 às 13h00.

A formação está disponível em modelo presencial ou através de “Zoom vídeo” e as inscrições decorrem até 30 de setembro, através do e-mail [email protected], sendo atribuídas por ordem de entrada nos serviços da ASAVAL.

A associação indica ainda que a formação abrange sete áreas, concretamente Indústria Hoteleira em Portugal – Evolução recente e expectativas; Princípios e Conceitos das avaliações de hotéis; Avaliação de hotéis; Desenvolvimento e análise de cash flows; Importância da ciência de dados e tecnologia na indústria hoteleira; Impacto das crises no valor das unidades hoteleiras; Caso Prático (avaliação de hotel).

“A ASAVAL emitirá, no final deste curso, um Certificado de Participação, o qual contará para efeitos de “CPD – Continuing Professional Development””, acrescenta a associação na informação divulgada esta quinta-feira, 22 de setembro.

No comunicado enviado à imprensa, a ASAVAL explica que pretende, com estas formações, contribuir para a “formação contínua dos seus Associados”, tendo decidido lançar a formação “Avaliação Unidades Hoteleiras” depois do sucesso e forte adesão das últimas edições.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Restauração

Carlos Moura: Pacote de medidas é “absolutamente insuficiente” para o Turismo

A menos de um mês do próximo congresso da AHRESP, que se realiza de 14 a 15 de outubro em Coimbra, o presidente desta entidade, Carlos Moura, declara em conferência de imprensa que o evento servirá para “mobilizar e chamar a atenção para quem nos governa da importância e sensibilidade dos tecidos empresariais” representados pela associação.

Carla_Nunes

Sob o mote “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o próximo congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) surge num momento “muito oportuno”.

Quem o afirma é Carlos Moura, presidente da entidade, que espera que a realização do evento a 14 e 15 de outubro, numa altura coincidente como a discussão do Orçamento do Estado, possa servir para “reforçar as propostas” que a associação tem estipuladas para apresentar ao Governo. Ao todo serão 27 medidas, que a AHRESP não quis desvendar para já, mas assegura adiantar ainda no final desta semana.

Das conclusões deste congresso espera-se reforçar o “argumentário” para as propostas previstas pela associação, já que esta considera que, apesar do pacote de medidas anunciado ser “bom” – como Carlos Moura afirmou, “tudo o que é superior a zero é bom e aplaudimos” – as medidas são consideradas “absolutamente insuficientes” para o Turismo.

“Temos a certeza que o Governo não vai deixar de olhar para as propostas que vamos apresentar e para as medidas que vão reconhecer e verificar como absolutamente necessárias. Porque o país precisa de mais economia”, afirma.

Em conferência de imprensa, o presidente da associação sublinha que apesar de se pensar que “as boas receitas que tivemos durante o período de verão correspondem ao que se obtém no bottom line das companhias, a margem não corresponde àquilo que são as boas receitas, o bom encaixe daquilo que se vendeu”.

Para o justificar, Carlos Moura recorre aos dados do INE relativamente ao preço das matérias-primas alimentares, nas quais se verificou 15,4% de inflação em agosto, bem como os custos de energia – que “triplicaram” nas organizações representadas pela AHRESP – e o custo dos combustíveis, que afeta os transportes.

Referindo-se ao tema do próximo congresso, Carlos Moura explica terem escolhido o formato em sessões paralelas “para dar voz e oportunidade de tratar um tema que hoje é moda, mas não para a AHRESP”. Domínios como a sustentabilidade económica, financeira, laboral e digital fazem parte do programa, sem esquecer a questão dos recursos humanos, também debatida em conferência de imprensa.

Carlos Moura frisa que o setor “não tem gente para trabalhar”, algo que não atribui aos “salários baixos”, já que considera que o setor “paga relativamente bem”, dependendo das regiões. De acordo com o profissional, a escassez resulta de dois ou três epifenómenos: a transferência de pessoas para outras atividades económicas e o regresso dos imigrantes aos países de origens.

Para resolver a questão, a associação declara que tem preparado um programa para “a captação de imigração organizada”, no entanto, adianta apenas que esta será anunciada publicamente, sem esclarecer os moldes do mesmo.

“Devíamos cuidar de evitar que se sucedessem casos como os de Odemira. Queremos ter emigração com contratos de trabalho de média a longa duração”, termina.

Região Centro procura ser “cada vez mais competitiva” em MICE

Sobre o congresso, que terá lugar no Convento de São Francisco, Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (TCP), “saúda a escolha” da localização do evento, que afirma preencher um dos grandes objetivos da entidade de ser cada vez mais competitiva “na captação de grandes eventos e congressos”.

Já quanto ao tema do congresso, Pedro Machado assegura que este “não podia estar mais na agenda”, dados os recentes acontecimentos na região centro, “fustigada” por incêndios e enxurradas.

“Hoje percebemos que no nosso caso temos preocupações acrescidas com a sustentabilidade ambiental, seguramente com a sustentabilidade económica, mas há uma outra componente que é a sustentabilidade social”, defende Pedro Machado, que explica que atualmente “já não discutimos o overturing, o grau de saturação dos territórios”, mas sim “o grau de satisfação que as comunidades que recebem turistas podem ter com este setor”.

Nesse sentido, o presidente da TCP afirmou que se encontram a “estruturar novos produtos turísticos que possam ancorar e distribuir a procura, para que possa acontecer em territórios menos prováveis”. Destes enumera produtos na área do Ecoturismo, Enoturismo e Turismo Industrial.

Também na senda de novos produtos turísticos, o presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva, declarou que procuram “fazer uma grande aposta no turismo”, razão pela qual criaram “uma divisão dedicada ao turismo na nova estrutura flexível da câmara”, que será “exclusivamente dedicada a uma estratégia multifacetada turística para Coimbra e a sua região”.

“Temos um imenso potencial turístico em Coimbra, não só em termos da universidade e património mundial da Unesco, mas também das características medievais que se mantêm na Baixa e na Alta de Coimbra. [Temos ainda] um grande potencial religioso: foi em Coimbra que Santo António se fez franciscano, temos a nossa padroeira, a rainha santa, [sem esquecer que] foi em Coimbra, no Carmelo, que faleceu a irmã Lúcia”, argumenta.

AHRESP almeja Guia Michelin Portugal

Numa nota final sobre o congresso, Carlos Moura aponta para um painel que “apesar de parecer desalinhado com o fio condutor” do evento, está relacionado com “a sustentabilidade gastronómica do país”.

Na sessão TASCA – Identidade internacional da restauração portuguesa, a AHRESP propõe colocar na mesa a hipótese de atribuir uma identificação universal em gastronomia a Portugal.

“Os espanhóis têm ‘la bodega’, os italianos ‘la trattoria’, porque não havemos de ter ‘a tasca’?”, questiona o presidente da associação.

Outro dos objetivos da associação, comunicados na mesma conferência de imprensa, passa pela criação do Guia Michelin Portugal, já que, atualmente, o guia é aplicado à Ibéria: “Isso traduz-se sempre numa subalternização da nossa gastronomia a favor de ‘nuestros hermanos’. Provavelmente esta sessão também é um impulso para que o guia Michelin possa ser de Portugal e não da Ibéria”, atira o diretor.

Na próxima conferência da AHRESP são esperados cerca de mil participantes, resultando “no maior evento associativo empresarial que o país regista nos últimos anos”, de acordo com Carlos Moura.

No decurso do atual mandato, a AHRESP “caminha para 15 mil associados”, registando uma média de 130 novos associados por mês e 70 a 80 saídas.

Sobre o autorCarla_Nunes

Carla_Nunes

Mais artigos
Alojamento

Reservas de verão da GuestReady 15 vezes superiores a 2019

Entre os principais mercados da GuestReady neste verão de 2022, destaque para Espanha, França, EUA e Portugal.

Publituris

O Alojamento Local da GuestReady registou, este verão, 15 vezes mais reservas do que em igual período de 2019, com o portefólio da empresa especialista na gestão de alugueres a curto e médio prazo a registar, igualmente, um crescimento detendo, hoje, quatro vezes mais propriedades do que no último ano de pré-pandemia.

De acordo com Rui Silva, Managing Director da GuestReady em Portugal e em Espanha, “este verão foi definitivamente uma consolidação do regresso à normalidade”, destacando os hóspedes franceses, espanhóis e norte-americanos, mas também portugueses, que representaram “12% de todas as reservas feitas em Portugal”.

Este verão, na cidade do Porto, a GuestReady recebeu principalmente hóspedes de Espanha (19%), de França (17%) e ainda portugueses (10%). Já em Lisboa as propriedades abriram portas principalmente a norte-americanos (15%), mas também franceses (13%) e espanhóis (10%).

A empresa revela ainda que durante os meses de verão – junho, julho e agosto – “a ocupação foi em média 15% superior ao verão de 2019”, atingindo, em Portugal, ao longo do verão 90%, tendo a média no nosso país superado a média global da GuestReady.

Presente em mais de 30 cidades em dois continentes, no pico do verão, no mês de agosto, a GuestReady atingiu a marca global das 18 mil reservas efetuadas, das quais mais de um terço tiveram lugar em Portugal, o que representa um crescimento de 12% na taxa de ocupação global por comparação ao mesmo período de 2019.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Vila Marim Country Houses é o novo enoturismo do Alto Douro Vinhateiro

A Vila Marim Country Houses disponibiliza 13 casas de matriz rural totalmente equipadas, bem como piscina exterior, sala de jogos e vistas panorâmicas sobre o Douro e as vinhas.

Publituris

O Grupo Terras & Terroir abriu uma nova unidade de enoturismo no Alto Douro Vinhateiro, a Vila Marim Country Houses, que disponibiliza “13 casas de matriz rural, totalmente equipadas para atender às necessidades do turista moderno”.

A nova unidade de enoturismo, que se estende por uma área de dois hectares, oferece vistas panorâmicas para o jardim e vinhas, assim como piscina exterior, sala de jogos com bilhar, matraquilhos e dardos, internet, TV Led, ar condicionado e lareira de etanol em cada casa.

As 13 casas da Vila Marim Country Houses têm diferentes tipologias, mas todas estão equipadas com sofá-cama, o que permite “albergar famílias com crianças ou grupos de amigos”.

“Acreditamos muito no potencial enoturístico do país, porque é um produto turístico diferenciado, com forte atratividade, muito emocional e com grande capacidade de fidelização”, sustenta a administração do Grupo Terras & Terroir, detido pelos empresários Álvaro Lopes, Maria do Céu Gonçalves e Paulo Pereira.

A nova unidade do Grupo Terras & Terroir fica localizada a cerca de cinco quilómetros da sede do concelho de Mesão Frio, 15 quilómetros da Régua e 100 quilómetros do Porto e conta ainda com várias atrações turísticas nas imediações.

“Esta é uma unidade que nos permite chegar a clientes que procuram uma outra perspetiva do Douro, mais ancestral na ambiência e na localização, mais recolhido, mas muito autêntico. Quase nos faz recuar no tempo e é um verdadeiro paraíso de relaxamento”, sublinha a administração do Grupo Terras & Terroir.

Além da Vila Marim Country Houses, o Grupo Terras & Terroir integra também a Quinta da Pacheca, a Caminhos Cruzados, a Quinta do Ortigão e a Quinta S. José do Barrilário.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
ahresp
Homepage

AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla_Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

Sobre o autorCarla_Nunes

Carla_Nunes

Mais artigos
Hospitality Talks
Homepage

“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

Publituris

A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotel Vila Raia
Alojamento

Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla_Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

Sobre o autorCarla_Nunes

Carla_Nunes

Mais artigos
Homepage

Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

Publituris

A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.