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Air France voa para Seattle a partir de 25 de Março

Voos vão ser realizados num avião Boeing 777-200 e contam com cinco frequências semanais.

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A Air France vai passar a voar para Seattle, nos EUA, a partir de 25 de Março de 2018, operando cinco voos semanais à partida do aeroporto de Paris-Charles de Gaulle, num avião Boeing 777-200, com capacidade para 280 a 312 passageiros.

“Este destino suplementar oferecido pela Air France completa a oferta de voos propostos no âmbito da joint-venture com a Delta Air Lines”, destaca a companhia aérea de bandeira francesa em nota à imprensa.

Os voos vão decorrer às terças, quartas, quintas, sextas e domingos, saindo de Paris pelas 13h10 e chegando a Seattle às 14h20, horas locais. Em sentido inverso, os voos da Air France partem de Seattle pelas 16h30, chegando a Paris às 11h10 do dia seguinte.

Além de Seattle, a Air France vai também voar para outros 12 destinos nos EUA no Verão de 2018, contando com partidas de Paris-Charles de Gaulle e de Paris-Orly para Atlanta, Boston, Chicago, Detroit, Houston, Los Angeles, Miami, Mineápolis, Nova Iorque-JFK, San Francisco, Seattle e Washington.

Reservas ou mais informações através do site  www.airfrance.pt , pela Central de Reservas da Air France, através do telefone +351 213 164 027, ou nas agências de viagens.

 

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Bruxelas abre investigação a ajuda estatal alemã de 6 MM€ à Lufthansa na pandemia

A Comissão Europeia anunciou uma investigação à ajuda estatal alemã de seis mil milhões de euros para recapitalizar a Lufthansa no contexto da pandemia de Covid-19, visando averiguar conformidade com as regras da União Europeia (UE).

“A Comissão Europeia deu início a uma investigação aprofundada para avaliar se uma medida de recapitalização alemã de seis mil milhões de euros a favor da Deutsche Lufthansa AG está em conformidade com as regras da UE em matéria de auxílios estatais”, divulga a instituição em comunicado hoje publicado.

Em causa estava um apoio público (dos mais elevados dados a companhias aéreas durante a pandemia) da Alemanha para “restabelecer a posição do balanço e a liquidez da Lufthansa na situação excecional causada pelo coronavírus”, medida que foi aprovada pelo executivo comunitário em 25 de junho de 2020 ao abrigo do quadro temporário relativo aos auxílios estatais.

Porém, esta ajuda estatal foi posteriormente anulada pelo Tribunal Geral da UE em 10 de maio de 2023, por se considerar que “a Comissão cometeu vários erros” aquando da aprovação e que não estava em conformidade com as regras da UE, tendo sido depois interposto um recurso.

Foi aliás devido ao acórdão que Bruxelas decidiu avançar com a investigação aprofundada agora anunciada, que visa “avaliar melhor a medida de recapitalização” no que toca à elegibilidade da Lufthansa para o auxílio, à necessidade de um mecanismo para saída do Estado do capital da empresa, ao preço das ações, à existência de um peso ainda significativo no mercado e ao cumprimento dos compromissos impostos à Lufthansa (em questões como a alienação de faixas horárias e à proibição de distribuição de dividendos).

Em meados de maio, o Tribunal Geral da UE, primeira instância, anulou então a decisão da Comissão Europeia que aprovou uma ajuda estatal de seis mil milhões de euros da Alemanha para recapitalização da Lufthansa durante a pandemia de covid-19.

O tribunal alegou que “a Comissão cometeu vários erros, nomeadamente quando considerou que não era possível à Lufthansa encontrar financiamento nos mercados para cobrir todas as suas necessidades”.

Ao mesmo, o executivo comunitário “não exigiu um mecanismo que incentivasse a Lufthansa a voltar a adquirir a participação da Alemanha o mais rapidamente possível, quando negou que existia um poder de mercado significativo da Lufthansa em certos aeroportos e quando aceitou determinados compromissos que não garantiam a preservação de uma concorrência efetiva no mercado”.

A decisão preliminar do tribunal, entretanto alvo de recurso, surgiu após uma ação interposta pela companhia aérea de baixo custo Ryanair, que contestou várias ajudas estatais dadas ao setor aéreo durante a pandemia, nomeadamente relativa à TAP.

Em junho de 2020, devido às consequências da covid-19 na aviação, a Alemanha pediu autorização a Bruxelas para avançar com um auxílio estatal sob a forma de uma recapitalização no montante de seis mil milhões de euros à Lufthansa AG, empresa mãe do grupo, medida que integrava um conjunto de apoios públicos para restabelecer a liquidez (de um total de nove mil milhões de euros).

Este auxílio consistia numa participação no capital de cerca de 306 milhões de euros, numa participação passiva não convertível em ações de cerca de 4,7 mil milhões de euros e numa participação passiva de mil milhões de euros como obrigação convertível.

Por norma, este tipo de apoios públicos são vedados pelas regras europeias para concorrência equitativa, mas tais normas foram aliviadas durante a pandemia para facilitar a recuperação de importantes empresas da UE, como as companhias aéreas comunitárias, que ficaram paradas durante algum tempo.

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TAP lança promoção para assinalar 60.º aniversário de voos para a Madeira

Com esta oferta da TAP, há bilhetes só de ida para a Madeira com preços a partir de 25 euros, enquanto os voos de ida e volta apresentam preços a partir de 49 euros. A oferta é válida até 16 de julho.

A TAP lançou esta segunda-feira, 8 de julho, uma nova promoção com preços especiais em viagens para a Madeira, oferta que visa assinalar o 60.º aniversário da abertura dos voos da companhia aérea de bandeira nacional entre Lisboa e a Madeira.

“Hoje, a TAP realiza sete voos por dia entre Lisboa e o Aeroporto Cristiano Ronaldo e dois voos por dia que ligam o Porto e a Madeira, reforçando o impulso decisivo que deu desde o início à afirmação e consolidação da Madeira como destino turístico com forte reputação e procura nacional e internacional”, lê-se num comunicado da TAP.

A companhia aérea de bandeira nacional indica que, com esta oferta, há bilhetes só de ida para a Madeira com preços a partir de 25 euros, enquanto os voos de ida e volta apresentam preços a partir de 49 euros.

A promoção da TAP está em vigor até 16 de julho e é válida para partidas de Lisboa e do Funchal, entre 15 de setembro de 2024 e 30 de abril de 2025, com exceção do período de Natal, Ano Novo e Páscoa, e os preços apresentados já incluem todas as taxas aeroportuárias.

“Adicionalmente, o programa TAP Miles&Go oferece ainda 60 por cento de Milhas Bónus em todas as reservas de e para a Madeira”, acrescenta a informação divulgada pela TAP.

Os bilhetes podem ser adquiridos aqui, onde é também possível consultar mais informações sobre a oferta da TAP, assim como nas agências de viagens.

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CEO da Iberia mostra interesse na TAP e espera aprovação da compra da Air Europa

O CEO da Iberia, Luis Gallego, está confiante de que Bruxelas vai aprovar a compra da Air Europa pelo grupo IAG e não descarta o interesse na TAP pelas oportunidades de crescimento em África e no Brasil.

O CEO da Iberia, Luis Gallego, está confiante de que a Comissão Europeia vai aprovar a compra da Air Europa pelo grupo IAG, depois de Bruxelas ter dado luz verde à aquisição da ITA Airways pela Lufthansa, e mostra-se também interessado na TAP, não descartando uma possível oferta pela companhia aérea de bandeira portuguesa.

De acordo com o Hosteltur, Luis Gallego, manifestou a sua satisfação com a aprovação pela Comissão Europeia, ainda que com condições, da aquisição pela Lufthansa de 41% da ITA Airways.

O responsável diz esperar que a luz verde de Bruxelas ao negócio entre a Lufthansa e a ITA Airways seja um “sinal” de que também a compra da Air Europa pelo grupo IAG poderá avançar, uma vez que tem seguido o mesmo caminho e praticamente em simultâneo.

Luis Gallego considera que a aprovação mostra que a Comissão Europeia consegue ver o “valor da consolidação, para ter um setor aéreo mais forte na Europa” e admitiu que o grupo que detém a Iberia tem interesse em expandir-se para a América Latina, o que poderá levar à aquisição de uma companhia aérea sul-americana para aumentar a oferta de voos entre a América Latina e a Europa.

Nesse sentido, o CEO da Iberia não descartou que o grupo IAG possa avançar com uma proposta para aquisição de uma participação na TAP, até porque, explicou, o grupo “tem sempre outras opções no radar”, caso o acordo sobre a Air Europa seja bloqueado em Bruxelas.

O HostelTur recorda que esta não é a primeira vez que o CEO da Iberia demonstra interesse na TAP, o que é justificado pela oportunidades de crescimento no Brasil e África que a transportadora portuguesa oferece, ainda que este negócio esteja sujeito ao que poderá acontecer com a Air Europa.

 

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Air France estima perda de 180M€ devido a Jogos Olímpicos de Paris

A existência de multidões em Paris, assim como um expectável aumento de preços nos hotéis e restaurantes da capital francesa durante os Jogos Olímpicos de 2024, estão a afastar os turistas da cidade e a ditar uma perda de receita para a Air France.

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A Air France estima uma perda de 180 milhões de euros devido aos Jogos Olímpicos de Paris 2024, competição desportiva que arranca a 26 de julho na capital francesa e que está a afastar os turistas da cidade de Paris e do país.

Segundo a EuroNews, a Air France está a assistir a uma diminuição das reservas aéreas para o período dos Jogos Olímpicos de 2024, uma vez que os turistas estão a adiar as suas viagens, já que se espera que, durante o decorrer da competição, além de grandes multidões, também os hotéis e restaurantes da capital francesa aumentem os preços.

A EuroNews diz que as reservas da Air France para Paris estão “significativamente mais baixas do que outras principais cidades europeias”, chegando mesmo a serem “decepcionantes” durante o decorrer dos Jogos Olímpicos.

Por isso, entre junho e agosto, a Air France estima que as vendas do grupo caiam entre 160 e 180 milhões de euros, uma vez que os mercados internacionais, assim como os turistas franceses, estão a evitar as viagens para Paris.

“Os mercados internacionais estão a evitar significativamente Paris. As viagens entre a cidade e outros destinos também estão abaixo da média habitual de junho-agosto, já que os residentes em França parecem estar a adiar as suas férias para depois dos Jogos Olímpicos ou a considerar planos de viagem alternativos”, indica a Air France, num comunicado divulgado pela EuroNews.

A Air France diz, no entanto, esperar que “as viagens de e para França se normalizem após os Jogos Olímpicos, com níveis encorajadores de procura projetados para o final de agosto e o mês de setembro”.

Recorde-se que as previsões da Air France têm vindo a ser alteradas à medida que a data de arranque dos Jogos Olímpicos de Paris se aproxima, uma vez que, no início de junho, a companhia aérea ainda se mostrava otimista quanto ao número de reservas para esse período, esperando mesmo que a procura de verão de 2024 regressasse aos níveis pré-pandemia.

Além dos Jogos Olímpicos de Paris, também as eleições em França parecem estar a ter impacto na procura por viagens aéreas, com a EuroNews a revelar que a turbulência causada pelo ato eleitoral também está a ser apontada como uma das razões pelas quais os visitantes planeiam manter-se afastados de Paris.

Recorde-se que a segunda volta das eleições francesas está marcada para este domingo, 7 de julho, o que poderá voltar a ditar novos protestos e motins após os resultados finais das eleições, o que também tem diminuído as esperanças de um bom desempenho turístico da capital francesa.

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Emirates oferece duas noites em hotel de luxo na compra de viagens em Primeira Classe ou Executiva

A Emirates vai oferecer, entre 1 de julho de 2024 e até 21 de julho de 2024, uma estadia de duas noites no hotel de luxo de 5 estrelas JW Marriott Marquis Hotel Dubai aos passageiros que comprarem uma viagem com a companhia aérea, em Primeira Classe ou Executiva. Em Premium Economy, a oferta inclui apenas uma noite no mesmo hotel.

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A Emirates vai oferecer, entre 1 de julho de 2024 e até 21 de julho de 2024, uma estadia de duas noites no hotel de luxo de 5 estrelas JW Marriott Marquis Hotel Dubai aos passageiros que comprarem um bilhete de viagem com a companhia aérea, em Primeira Classe ou Executiva.

“Esta oferta especial é válida para todos os bilhetes de ida e volta para o Dubai ou com escala no Dubai por mais de 24 horas, para passageiros que viajem entre 4 de julho de 2024 e 15 de setembro de 2024″, indica a Emirares, explicando que os passageiros da Premium Economy ganham uma noite de alojamento no mesmo hotel.

“Os passageiros que chegam ao Dubai são realmente surpreendidos no verão. Com o festival anual de entretenimento e compras da cidade a decorrer, o Dubai Summer Surprises, os turistas poderão experimentar um conjunto interminável de atrações e de atividades. Como incentivo adicional, a Emirates está a oferecer estadias gratuitas em hotéis aos passageiros que viajam para e através do Dubai”, refere Adnan Kazim, vice-presidente e diretor Comercial da Emirates Airline.

A oferta da Emirates está em vigor para aquisições através do website da companhia aérea, na Emirates App, através dos balcões e call centers da Emirates ou ainda dos agentes de viagens participantes, desde que as reservas sejam efetuadas com pelo menos 96 horas de antecedência em relação à chegada dos passageiros.

Composto por duas torres icónicas com 355 metros de altura, o JW Marriott Marquis Hotel Dubai é o hotel de 5 estrelas mais alto do mundo, proporcionando aos visitantes algumas das vistas mais deslumbrantes sobre a cidade.

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Aerolineas Argentinas passa a voar entre Buenos Aires e Porto Seguro

A companhia aérea Aerolineas Argentinas começa este sábado, 6 de julho, a voar entre Buenos Aires e Porto Seguro, disponibilizando um voo por semana, num avião B737.

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A Aerolineas Argentinas vai abrir uma nova rota para o Brasil, passando a ligar a capital argentina à cidade brasileira de Porto Seguro, na Bahia, numa operação que deverá arrancar no sábado, 6 de julho, com um voo por semana.

De acordo com a imprensa brasileira, os voos para Porto Seguro vão ser operados num aparelho B737 e visam responder à crescente procura por viagens aéreas entre a Argentina e o Brasil, seja por motivos de lazer ou negócios.

Os bilhetes para os voos entre Buenos Aires e Porto Seguro já se encontram disponíveis para aquisição através dos canais oficiais da companhia aérea, que dá assim continuidade à sua estratégia de expansão na América do Sul.

Recorde-se que Porto Seguro é um conhecido destino turístico localizado na Bahia, famoso pelas praias, assim como pela animação noturna e importância histórica.

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Foto: Depositphotos.com

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Maio traz aumento de 10,7% na procura por viagens aéreas e maior load factor

A IATA indica que, em maio, a procura internacional por viagens aéreas subiu 10,7% e todas as regiões do mundo registaram um aumento de passageiros internacionais, assim como do load factor, com exceção da América do Norte.

Inês de Matos

Em maio, a procura por viagens aéreas registou um aumento de 10,7%, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que destaca ainda o load factor, que chegou aos 83,4%, valor que representa um recorde para o  quinto mês do ano.

“A forte procura por viagens continua com as companhias aéreas a registarem um aumento anual de 10,7% nas viagens em maio. As companhias aéreas preencheram 83,4% dos seus assentos, um recorde para este mês. Com as vendas de bilhetes em maio para viagens no início da época alta a subirem quase 6%, a tendência de crescimento não mostra sinais de abrandamento”, congratula-se Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Os dados da IATA relativos ao mês de maio mostram que também a capacidade oferecida pelas companhias aéreas aumentou globalmente 8,5% face ao mesmo mês de 2023, enquanto o load factor, que chegou aos 83,4%, aumentou 1,7 pontos percentuais face ao mesmo período do ano passado.

A procura interna cresceu 4,7% comparativamente a maio de 2023 e a capacidade aumentou 0,1%, enquanto a taxa de ocupação dos voos internos chegou aos 84,5%, numa subida de 3,8 pontos percentuais face a maio de 2023.

Em maio, o destaque foi, contudo, para a procura internacional, que aumentou 14,6% em comparação com maio de 2023, enquanto a capacidade subiu 14,1% em relação ao ano anterior e a taxa de ocupação melhorou para 82,8%, depois de um crescimento de 0,3% pontos percentuais.

Passageiros internacionais crescem em todas as regiões

A IATA indica que, em maio, todas as regiões do mundo registaram um aumento de passageiros internacionais, assim como do load factor, com exceção da América do Norte.

No que diz respeito à procura internacional, o destaque vai para a região da Ásia-Pacífico, onde este indicador subiu 27.0% face a maio de 2023. Já a capacidade subiu 26.0% nesta região e o load factor chegou aos 81.6%, depois de um aumento de 0,6 pontos percentuais face a maio do ano passado.

“Este desempenho mantém as transportadoras asiáticas como o maior contribuinte para
crescimento de toda a indústria em maio, respondendo por 42% do aumento anual”, destaca a IATA, no comunicado que acompanha os números relativos ao mês de maio.

Na América Latina, o aumento da procura internacional foi de 15.9% em maio, enquanto a capacidade subiu 14.3% e o load factor chegou aos 85.1%, depois de um aumento de 1,2 pontos percentuais, assumindo-se como a ocupação mais elevada entre todas as regiões do mundo.

Em África, a procura internacional subiu ainda 14.1% e a capacidade cresceu 8.2%, enquanto o load factor aumentou 3,7 pontos percentuais, fixando-se nos 72.3%, com a IATA a sublinhar que este foi “o aumento mais rápido no load factor entre todas as regiões”, ainda que África continue a apresentar o load factor mais baixo a nível global.

Na Europa, a procura internacional cresceu ainda 11,7% face a maio de 2023, enquanto a capacidade cresceu 11.3% e o load factor subiu 0,3 pontos percentuais, fixando-se nos 84.7%.

No Médio Oriente, o aumento da procura internacional por viagens aéreas chegou aos 9.7% e a capacidade registou um acréscimo de 9.0%, enquanto o load factor aumentou 0.5 pontos percentuais, subindo para 80.7%, com a IATA a destacar as rotas asiáticas que têm como destino o Médio Oriente, que estão já 32% acima de 2019.

“Outro desenvolvimento notável é a rota Europa-Médio Oriente, que registou um aumento do RPK entre abril e maio durante dois anos consecutivos, revertendo o histórico anterior. Nos próximos meses, ficará mais claro até que ponto estas tendências poderão estar relacionadas com a guerra Rússia-Ucrânia”, acrescenta a IATA.

Já a região da América do Norte apresentou uma performance mais modesta e cresceu apenas 8.1% na procura internacional, enquanto a capacidade subiu 9.7% e o load factor passou para os 84.0%, caindo 1,2 pontos percentuais face a maio do ano passado.

 

 

 

 

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Lufthansa autorizada a comprar ITA Airways mas com condições

A Comissão Europeia autorizou esta terça-feira, 2 de julho, a compra de 41% da ITA Airways pela Lufthansa, ainda que o negócio esteja sujeito a algumas condições por forma a evitar restrições à concorrência e preços mais altos.

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A Comissão Europeia autorizou esta terça-feira, 2 de julho, a compra de 41% da ITA Airways pela Lufthansa, ainda que o negócio esteja sujeito a algumas condições por forma a evitar restrições à concorrência e preços mais altos.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado divulgado pelo executivo comunitário, Bruxelas aprovou a “aquisição conjunta da ITA Airways pela Lufthansa e pelo Ministério da Economia e das Finanças de Itália”, ao abrigo das regras da União Europeia (UE) para fusões.

A Comissão Europeia diz, no entanto, que “a aprovação está condicionada ao cumprimento integral das medidas corretivas propostas pela Lufthansa e pelo Ministério da Economia e das Finanças”, assentando elas no acesso das companhias concorrentes às rotas de curta e longa distância através de acordos e na cedência de ‘slots’ (faixas horárias para descolagem e aterragem) no aeroporto de Milão Linate.

Recorde-se que, em março passado, o executivo comunitário indicou, a título preliminar, que o negócio poderia restringir a concorrência em determinadas rotas (de curto e longo curso) no mercado dos serviços de transporte aéreo de passageiros com origem e destino em Itália, o que poderia levar a um aumento dos preços ou uma diminuição da qualidade dos serviços.

Foi para evitar este cenário que a Comissão Europeia impôs estes ‘remédios’, argumentando na nota hoje divulgada que “a Lufthansa e a ITA exploram uma vasta rede de rotas a partir dos seus respetivos aeroportos centrais na Áustria, Bélgica, Alemanha, Suíça e Itália”.

A Comissão Europeia argumenta ainda que, “embora a ITA apresente atualmente bons resultados, a sua sustentabilidade a longo prazo enquanto transportadora autónoma continuaria a ser muito incerta na ausência da operação”, motivo pelo qual foi dada ‘luz verde’ à transação.

A Lufthansa pretende adquirir uma participação de 41% na ITA Airways, companhia aérea de bandeira italiana, que sucedeu à Alitalia, por 325 milhões de euros, com o restante a dizer respeito à participação do Estado italiano.

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ANAV aponta falta de clareza da diretiva da Comissão Europeia sobre descarbonização na aviação

A ANAV – Associação Nacional de Agências de Viagens, manifesta preocupação com o facto de as regras propostas pela Comissão Europeia para compensação e redução de emissões de carbono na aviação se apresentarem pouco claras e poderem dificultar, ou mesmo atrasar, a necessidade urgente de descarbonizar a aviação.

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Em comunicado de imprensa, a ANAV confirma que apoia as iniciativas da Comissão Europeia para descarbonizar os transportes, especialmente a aviação, e acolhe favoravelmente o conceito de compensação e regras de redução, no entanto, está preocupada com o facto de as regras propostas se apresentarem pouco claras e poderem dificultar, ou mesmo atrasar, a necessidade urgente de descarbonizar a aviação. A Comissão Europeia pretende fazer o offset das emissões de CO2 para viagens de avião dentro da Europa, mas, à partida, caberá aos governos decidir como aplicarão a diretiva.

A ANAV diz que quer estar na linha da frente desta discussão e pretende reunir com companhias de aviação e com a tutela, com o objetivo de clarificar o impacto negativo que tal decisão poderá trazer para o setor das viagens, em particular nas agências de viagens.

Segundo Miguel Quintas, presidente da ANAV, “a diretiva proposta carece de transparência e deverá ser clarificada”, destacando que, atualmente “muitas empresas já pagam a sua taxa de offsetting de CO2 e, assim sendo, não será justo que desta ambiguidade resulte uma duplicação de custos para com os clientes das agências de viagens, afetando a competitividade do setor”.

Adicionalmente, avança o dirigente, “não está prevista uma normalização do método de cálculo dos custos de compensação, pelo que poderá existir maior ou menor competitividade de preços, dependendo da localização geográfica de cada agência de viagens”.

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Transavia alarga Flying Blue a todos os passageiros

Até agora, este programa de passageiro frequente do Grupo Air France/KLM apenas estava disponível para as tarifas Plus e Max da Transavia.

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A Transavia anunciou que o programa de fidelização Flying Blue passou a estar disponível para todos os passageiros, uma vez que, até agora, este programa de passageiro frequente do Grupo Air France/KLM apenas estava disponível para as tarifas Plus e Max.

“Os membros Flying Blue já podem acumular Milhas em todas as tarifas (Basic, Plus e Max) e ganhar XP (ou Pontos de Experiência) ao reservarem um voo operado pela Transavia. Até agora, apenas as tarifas Plus e Max permitiam essa acumulação”, adianta a companhia aérea low cost do Grupo Air France/KLM, em comunicado.

A Transavia explica que o número de Milhas acumuladas “é progressivo e depende do estatuto”, sendo que, por cada voo de ida e volta reservado, cada cliente da Transavia France acumula 200 Milhas e 4 XP”, que podem ser usados para comprar um bilhete-prime numa das companhias parceiras do Flying Blue ou beneficiar de ofertas de outros parceiros do programa de fidelização.

“Além disso, os clientes da Transavia podem agora pagar todas as tarifas em Milhas Flying Blue. Até agora, apenas a tarifa Basic poderia ser paga em Milhas”, lê-se ainda na informação divulgada pela companhia aérea.

Segundo Nicolas Hénin, Chief Commercial Officer da Transavia France, “a relação com o cliente está no centro da estratégia comercial da Transavia”, pelo que a transportadora low cost do Grupo Air France/KLM pretende “construir uma relação duradoura” com os seus clientes, fidelizando-os aos seus voos.

“É por isso que estamos muito felizes por fazer evoluir o programa Flying Blue. Esta evolução de produtos vem responder às necessidades dos nossos clientes de negócios e lazer, aos quais pretendemos oferecer os melhores serviços”, explica o responsável.

 

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