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SATA espera 128 mil passageiros entre o Canadá e Portugal

SATA está presente no Canadá há 30 anos, para onde opera uma frequência semanal às quintas-feiras.

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A SATA espera transportar 128 mil passageiros nos voos entre o Canadá e Portugal, estimando que a procura neste país norte-americano  possa aumentar 21%, revelou à Lusa Carlos Botelho, administrador da companhia aérea no Canadá.

“Em 2017, a Azores Airlines planeou operar mais 40 voos (20 frequências) entre o Canadá e Portugal. Adicionalmente, introduziu uma aeronave de maior capacidade na rota, o A-330 em vez do A-310, o que se traduz num crescimento significativo da oferta”, afirmou o responsável , em declarações à Lusa.

Recorde-se que a SATA está presente no Canadá há 30 anos e opera uma frequência semanal às quintas-feiras, com partida de Toronto e Montreal para Ponta Delgada e Terceira (Açores) e Porto e Lisboa.

Para atingir os objectivos, o principal desafio passa por “promover o mercado dos Açores e a Azores Airlines dentro e fora da comunidade portuguesa”, referiu o responsável, para quem a concorrência da TAP, que relançou voos para o Canadá, não será um problema.

“O Canadá dá para todos, o mercado é vasto, há um grande desconhecimento do Continente e dos Açores”, disse Carlos Botelho, acrescentando que “não há que ter receio da competição”.

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SATA com recorde de passageiros transportados em dezembro

Dezembro de 2021 acabou por ser o melhor de sempre para as companhias aéreas do Grupo SATA, com 97 mil passageiros transportados.

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As companhias aéreas do Grupo SATA transportaram, em dezembro, um total de 97 mil passageiros, número que representa um recorde e que torna o último mês de 2021 no melhor dezembro de sempre para o grupo de aviação açoriano, segundo comunicado divulgado esta quinta-feira, 6 de janeiro.

De acordo com a informação divulgada, o total de 97 mil passageiros representa “um
acréscimo de 3471 passageiros, quando comparado com 2007, ano em que o mês de dezembro foi destacado como tendo sido, até à data, o melhor de sempre na história do grupo SATA, no que respeita ao número de passageiros transportados”.

“Já em outubro de 2021, as companhias aéreas do grupo SATA – SATA Air Açores e Azores Airlines – haviam alcançado um recorde histórico no número de passageiros transportados. Mas o feito voltou a registar-se em dezembro 2021, visto que as companhias aéreas chegaram ao final do mês com mais de 97 mil passageiros transportados”, acrescenta o grupo de aviação açoriano.

O resultado de dezembro de 2021 fica 92,4% acima de igual mês de 2020, num crescimento que, indica a SATA, “só não foi mais expressivo, uma vez que o final de ano acabou por ser afetado por algumas desistências e pedidos de alteração nas reservas de passageiros, confrontados com o comportamento da pandemia”.

A SATA sublinha ainda que o crescimento já se vinha a verificar desde julho de 2021, o que permitiu “que a retoma total da atividade viesse a ser uma realidade para ambas as companhias aéreas do grupo SATA, o que representou uma exceção a nível global, tendo em conta que as perspetivas para o ano de 2021”, que “não indicavam que viesse a ser possível, já em 2021, igualar aos níveis de procura pré-pandémicos e, menos ainda, ultrapassar a procura de 2019”.

“O resultado alcançado é claramente um motivo de satisfação no grupo SATA, tanto mais que as companhias aéreas mantiveram uma taxa regular de pontualidade, na ordem dos 90%, ao longo dos meses e em dezembro também, apenas pontualmente comprometida pelas condicionantes atmosféricas adversas sentidas nas últimas semanas deste ano, que obrigaram ao cancelamento ou atraso de algumas ligações, em particular, no Arquipélago dos Açores”, congratula-se o grupo de aviação açoriano.

 

 

 

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Emirates faz balanço positivo de 2021 e entra em 2022 com “otimismo”

Companhia aérea do Dubai destaca a recuperação de ligações, lançamento de uma nova rota, utilização de aviões e reabertura de lounges como sinais positivos de 2021.

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A Emirates faz um balanço positivo do ano de 2021, no qual conseguiu “recuperar a sua rede de ligações para 128 cidades” e iniciar uma nova rota para Miami, nos EUA, em julho, e mostra-se confiante para este ano, afirmando que, apesar da Ómicron, entra em 2022 com “otimismo”.

“Apesar do recente aumento de casos da variante Ómicron e da ligeira desaceleração que trouxe para a nossa indústria, entramos em 2022 com otimismo. Criámos uma grande dinâmica em 2021 e esperamos que o crescimento económico acelere neste novo ano. A aviação sempre foi resiliente, e continuaremos a trabalhar com os nossos parceiros no sentido de reconstruir uma indústria melhor”, afirma o sheikh Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e Chefe Executivo da Emirates.

Além da recuperação de ligações e da abertura da nova rota, a companhia aérea destaca também que, no final de 2021, “todos os 133 aviões Boeing 777 da Emirates e cerca de 60 aviões da frota de A380 estavam a operar”, enquanto mais de 120 lounges tinham reaberto.

A companhia aérea aponta ainda sete acontecimentos que, resultantes da sua atividade em 2021, “contribuíram para a recuperação da indústria, apoio a comunidades, e ainda para a melhoria das condições de viagem dos passageiros”.

A “facilidade e confiança nas viagens”, através do alargamento das apólices de reserva, do prazo das Milhas de passageiro frequente e do respetivo tier status, bem como do acesso a cobertura médica para a COVID-19 de forma gratuita a todos os passageiros; o “investimento e inovação”; as “parcerias”, como os acordos de codeshare com companhias aéreas de todo o mundo; ou o “apoio às comunidades globais”, através da disponibilização de vacinas contra a COVID-19 e outros materiais médicos, são alguns dos acontecimentos destacados.

Além disso, também a “sustentabilidade”; o investimento no “futuro da aviação”; e a realização da Expo Dubai 2020, que já recebeu oito milhões de visitas, são acontecimentos de 2021 que, segundo a Emirates, contribuíram para a recuperação e melhoria da indústria.

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Sindicato alerta para “saída massiva de pilotos” se a TAP não rever termos do acordo de emergência

Sindicato que representa os pilotos da companhia aérea de bandeira nacional teme que as “melhores condições laborais oferecidas por outras companhias” levem os pilotos a abandonar a TAP.

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A TAP pode vir a enfrentar uma “saída massiva de pilotos” se os termos do acordo de emergência não forem revistos, com o SPAC – Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil a alertar para as “melhores condições laborais oferecidas por outras companhias”, que podem levar os pilotos a abandonar a companhia aérea nacional.

“A principal preocupação do SPAC, no atual cenário de recuperação do mercado, é a potencial falta de pilotos para assegurar a operação do dia-a-dia no futuro próximo da TAP. Além dos despedimentos e saídas voluntárias, torna-se imperativo rever os termos do acordo de emergência que permitiu encarar o pior período da história recente da Aviação Comercial, mas que também tornou a TAP pouco atrativa face ao panorama internacional. Este cenário pode levar à saída massiva de pilotos, motivada pelas melhores condições laborais oferecidas por outras companhias”, indica o sindicato, em comunicado.

No comunicado divulgado, o SPAC, que esta quarta-feira, 5 de janeiro, participou numa reunião, promovida pelo ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, com representantes dos sindicatos do universo TAP e na qual esteve também presente Christine Ourmières-Widener, CEO da TAP, no âmbito da recente aprovação do plano de reestruturação da TAP em Bruxelas, destaca a atitude dos pilotos no processo de recuperação da companhia, que diz o sindicato, “se pautou e sempre se irá pautar como uma parte da solução para a viabilização da transportadora aérea nacional”.

O SPAC mostra-se também preocupado com o “cancelamento de inúmeros voos da TAP nas últimas semanas, com graves prejuízos para a empresa, para os seus clientes e para a economia e imagem do país”, uma vez que “estes cancelamentos refletem o desajuste do quadro de tripulantes de cabine face à necessidade operacional”.

“Teme o SPAC, a breve trecho, a transposição dessa realidade para o quadro de pilotos pela tendência de retoma verificada no mercado”, refere ainda o sindicato que, além dos pilotos da TAP, representa também pilotos de todas as companhias aéreas com base em Portugal, bem como associados noutros mercados internacionais.

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TAP é a companhia aérea mais segura da Europa e a 5.ª no mundo

O site AirlineRatings avaliou o histórico de mais de 400 companhias aéreas em todo o mundo em matéria de segurança e colocou a TAP no Top10 mundial.

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A TAP foi eleita a companhia aérea mais segura da Europa e a 5.ª em todo o mundo pelo AirlineRatings, que avaliou o histórico de mais de 400 companhias aéreas em todo o mundo e colocou a TAP no Top10 mundial, avança a transportadora aérea nacional em comunicado.

“Esta distinção honra-nos muito. Continuaremos a posicionar implacavelmente a segurança como prioridade máxima”, afirma a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener.

Para esta classificação de janeiro de 2022, o site AirlineRatings teve em consideração o histórico das companhias aéreas em matéria de segurança, nomeadamente os acidentes nos últimos cinco anos; registo de incidente sério ao longo de dois anos; auditorias de órgãos governamentais e da indústria da aviação; auditorias governamentais; iniciativas de segurança líderes da indústria; idade da frota, e Protocolos de segurança COVID-19.

“A TAP Air Portugal tem um excelente histórico de segurança e isso não é surpreendente, pois manteve a sua frota jovem e sempre procurou as melhores aeronaves e foi uma das primeiras a adotar grandes avanços em segurança. O seu registo de incidentes nos últimos dois anos tem sido um dos melhores e a companhia aérea não sofreu uma fatalidade na era moderna”, refere Geoffrey Thomas, Editor-Chefe da AirlineRatings.com.

Para o responsável do site da aviação, a TAP tornou-se numa “referência em segurança aérea”, primando também pelos protocolos adotados na sequência da pandemia da COVID-19, que segundo o responsável da AirlineRatings, “são líderes da indústria”.

Lançado em 2013, o AirlineRatings avalia os padrões de segurança e de produto de mais de 400 companhias aéreas, usando um sistema de estrelas, que atribui de acordo com a idade da frota, o histórico de acidentes e com parâmetros de segurança definidos pela International Air Transport Association (IATA) – no que diz respeito à certificação IOSA –, pela International Civil Aviation Organization (ICAO) e pela norte-americana Federal Aviation Authority.

 

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Ryanair transporta 9,5 milhões de passageiros em dezembro

Em dezembro, a Ryanair realizou mais de 62.200 voos e alcançou um load factor de 81%, números que indicam uma forte recuperação face a mês homólogo de 2020.

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A Ryanair divulgou esta quarta-feira, 5 de janeiro, os dados de tráfego relativos ao mês de dezembro, no qual a companhia aérea low cost transportou 9,5 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 7,6 milhões de passageiros face a igual mês de 2020, apesar do impacto da nova variante Ómicron.

De acordo com um comunicado da companhia, em dezembro, a Ryanair realizou mais de 62.200 voos e alcançou um load factor de 81%, números que indicam uma forte recuperação face aos 1,9 milhões de passageiros que tinham sido transportados em dezembro de 2020, quando o load factor se ficava pelos 73%.

Além da comparação homóloga, os dados divulgados pela Ryanair permitem também uma comparação mensal e mostram que, de novembro para dezembro, a companhia aérea transportou menos 700 mil passageiros, o que poderá estar relacionado com a nova variante Ómicron, já que no penúltimo mês do ano passado, tinham sido transportados 10,2 milhões de passageiros, com um load factor de 86%, o mais elevado do segundo semestre.

Nos meses de verão, a Ryanair transportou, em julho, 9,3 milhões de passageiros com um load factor de 80%, valores que subiram em agosto para 11,1 milhões de passageiros e 82% de load factor, mas que voltaram a descer ligeiramente em setembro, para 10,6 milhões de passageiros e 81% de load factor.

Em outubro, no entanto, o tráfego da Ryanair voltou a aumentar para 11,3 milhões de passageiros, com o load factor a subir também para os 84%, o segundo valor mais elevado do segundo semestre para a companhia aérea.

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Emirates lança campanha com tarifas especiais para viagens em económica e executiva em 2022

Campanha abrange vários destinos populares da rede da Emirates e disponibiliza preços a partir de 499 euros em classe económica ou desde 2.949 euros, em classe executiva.

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A Emirates lançou uma campanha que oferece tarifas especiais para viagens em classe económica e executiva ao longo de todo o ano de 2022, e que é válida para reservas até 24 de janeiro, através do site emirates.com ou das agências de viagens.

De acordo com um comunicado da companhia aérea, a campanha abrange vários destinos populares da rede da Emirates e disponibiliza preços a partir de 499 euros em classe económica, enquanto os voos em classe executiva apresentam valores desde 2.949 euros.

Além das tarifas especiais, a campanha oferece também acesso garantido a opções de bilhetes flexíveis e seguro médico de viagem com cobertura COVID-19, assim como acesso a várias atrações turísticas do Dubai, como um passe gratuito de um dia para a Expo Dubai 2020 ou através do My Emirates Pass Expo Dubai 2020 que oferece descontos em lojas, restaurantes e atrações do Dubai.

Até 31 de março, os passageiros da Emirates podem ainda ganhar uma milha por cada minuto passado no Dubai, através da oferta Mile A Minute, que permite ganhar até 5.000 Milhas no programa Skywards.

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Turkish Airlines prevê chegar aos 10 voos semanais no Porto no verão

Depois da paragem dos voos para o Porto motivada pela pandemia, a companhia aérea turca já está em franca recuperação e conta voltar a aumentar o número de ligações aéreas na Invicta já no próximo verão, que devem chegar aos 10 voos por semana.

Inês de Matos

Depois da paragem dos voos para o Porto motivada pela pandemia, a companhia aérea turca já está em franca recuperação e conta voltar a aumentar o número de ligações aéreas na Invicta já no próximo verão, que devem chegar aos 10 voos por semana.

Com a COVID-19, os voos da Turkish Airlines entre o Porto e Istambul estiveram suspensos cerca de um ano e só foram retomados a 29 de março de 2021. Numa fase inicial, a operação regressou com quatro voos por semana e com uma procura mais fraca, pois os passageiros estavam “ainda reticentes em viajar”, diz ao Publituris Nuno Sousa Figueiredo, Regional Marketing Representative da Turkish Airlines, à margem de uma viagem de familiarização a Istambul, promovida em parceria com o operador turístico Viagens Tempo, explicando que, além da COVID-19, notava-se também preocupação porque ainda “havia muitos países com fronteiras encerradas e porque existiam também muitos procedimentos novos”.
Mas, aos poucos, a confiança regressou, muito por culpa da vacinação, que permitiu um maior sentimento de segurança e veio simplificar os procedimentos de viagem. “A vacinação foi, sem dúvida, um fator que contribuiu para o aumento da confiança dos passageiros”, garante Nuno Sousa Figueiredo, considerando que, em Portugal, “o sucesso da vacinação fez diferença e isso fez com que as pessoas sentissem uma certa segurança para viajar”. “O facto, também, de terem a vacinação completa fez com que fosse mais fácil viajar porque a maior parte dos países aceitam as nossas vacinas”, acrescenta.
No entanto, não era apenas a situação em Portugal que preocupava os passageiros da Turkish Airline, já que, admite o responsável, também “existia preocupação e receio por parte dos portugueses em relação à Turquia”. Contudo, Nuno Sousa Figueiredo diz que “a Turquia também lidou muito bem com a situação” e adotou de imediato várias medidas para conter a transmissão do vírus, incluindo no aeroporto de Istambul e a bordo dos voos da Turkish Airlines.
E foi também para mostrar a segurança do destino que a Turkish Airlines se associou às Viagens Tempo para levar um grupo de sete agentes de viagens a Istambul, numa viagem de familiarização que, além de dar conhecer o destino, pretendeu também mostrar a situação epidemiológica na Turquia, assim como todas as regras que os passageiros da Turkish Airlines e turistas têm de cumprir na chegada ao destino.
Certo é que as regras adotadas também na Turquia acabaram por tranquilizar os passageiros, não sendo, por isso, de estranhar que a procura pelos voos da companhia aérea turca tenha voltado a disparar à beira do verão. “Começou a haver mais confiança dos passageiros e do mercado e, a partir de junho, começámos a ver a nossa taxa de ocupação a aumentar e aumentámos a nossas frequências para cinco”, explica o responsável da Turkish Airlines para a região Norte, que faz um balanço positivo do período estival. “Tivemos cinco voos por semana durante o verão para Istambul e os meses de julho e agosto foram, na verdade, muito bons”, indica.
A elevada procura levou a Turkish Airlines a alterar também os planos para este inverno, uma vez que, ao contrário do que estava inicialmente previsto, a companhia aérea está a realizar cinco ligações por semana entre o Porto e Istambul, mais uma do que tinha inicialmente preparado, uma vez que a taxa de ocupação dos voos para este inverno chegava aos 85%. “Inicialmente tínhamos planeado fazer quatro voos por semana, mas as reservas começaram a subir e começámos a ver que, mesmo para o inverno, a taxa de ocupação da rota do Porto estava muito elevada e, por isso, decidimos colocar mais um voo no inverno”, explica Nuno Sousa Figueiredo, revelando que a operação da Turkish Airlines no Porto vai contar com cinco voos por semana até 26 de março de 2022, com voos às segundas, terças, quintas, sextas e sábados.

2022
Para a Turkish Airlines, 2022 será um ano de recuperação e 2023 deverá já ser o ano que marca o retorno da companhia aérea aos números pré-pandemia. Nuno Sousa Figueiredo mostra-se confiante quanto ao futuro e diz que, a manter-se o ritmo de reservas, a Turkish Airlines já se deverá, no próximo ano, “aproximar dos números de 2019”. “Se o crescimento ao nível de reservas continuar à velocidade que temos neste momento, rapidamente vamos chegar aos números de 2019”, admite, referindo que a única dúvida é, por enquanto, o número de voos que a Turkish Airlines vai disponibilizar no próximo verão. Nuno Sousa Figueiredo diz que, por enquanto, ainda não sabe o número de voos para o verão de 2022, nomeadamente a partir de abril, mas adianta que a operação será “com certeza diária”, ainda que admita que, se a taxa de reservas continuar a subir, seja possível chegar aos 10 voos por semana. “Estou bastante otimista para 2022 e para o futuro”, acrescenta.
Apesar do otimismo, o responsável da Turkish Airlines no Norte do país admite que, em consequência da pandemia, se tornou cada vez mais difícil prever as taxas de ocupação dos voos, uma vez que as reservas passaram a ser “feitas com uma ou duas semanas de antecedência”. “Antigamente conseguíamos prever a taxa de ocupação com quatro ou cinco meses de antecedência, mas durante a pandemia passou a ser muito difícil conseguirmos fazê-lo. Não é que as reservas sejam last minute, mas são feitas com uma ou duas semanas de antecedência”, lamenta.
Consequência da pandemia foi também a redução do tráfego corporate que, apesar de já estar a recuperar, continua ainda muito abaixo do que seria normal. “O mercado corporate começa a mexer, mas só começámos a ver alguma evolução a partir de outubro. Mesmo assim, ainda está muito em baixo”, confessa, revelando que, no caso da Turkish Airlines, isso também se deve ao facto de muitos países asiáticos continuarem a manter as fronteiras encerradas para estrangeiros e a adotarem procedimentos restritos de viagem, já que muitos dos passageiros corporate da companhia aérea turca “viajavam muito para essa área geográfica, via Istambul”. “Portanto, existe corporate, mas o lazer é o tipo de passageiro que nós mais temos”, acrescenta.

Aeroporto de Istambul
A viagem de familiarização a Istambul incluiu também uma visita ao novo aeroporto de Istambul Arnavutköy, que foi inaugurado em outubro de 2018, tornando-se num dos maiores do mundo. Para a Turkish Airlines, que se mudou para o novo aeroporto em abril de 2019, a nova infraestrutura aeroportuária veio trazer uma “lufada de ar fresco”, como diz Nuno Sousa Figueiredo, uma vez que o Aeroporto de Atatürk, que funcionou até à abertura da nova infraestrutura, “estava ultrapassado, esgotado, estava a arrebentar pelas costuras”. “Era um aeroporto desatualizado e que não tinha mais por onde crescer. Por isso, foi tomada a decisão de construir este novo aeroporto, que é muito moderno e que está ainda na primeira fase”, explicou o responsável, revelando que atualmente o aeroporto de Istambul tem três pistas em funcionamento, mas que, quando entrar na terceira e última fase, o que deverá acontecer em 2030, vai passar a contar com um total de nove pistas.
Além das vantagens em termos operacionais, o novo aeroporto permite também oferecer um “maior conforto” aos passageiros, uma vez que, destaca Nuno Susa Figueiredo, “em todo o aeroporto há diversas áreas para descansar e para relaxar”, a exemplo do lounge Miles&Smiles da Turkish Airlines, que o Publituris visitou. O lounge executivo está, por enquanto, encerrado devido às limitações introduzidas por causa da COVID-19.
Para a companhia, que tem o seu hub em Istambul, o aeroporto de Istambul Arnavutköy tem ainda a vantagem de permitir serviços que a Turkish Airlines não conseguia disponibilizar no anterior aeroporto por falta de espaço, a exemplo dos balcões de check-in dedicados a pessoas com mobilidade reduzida, a passageiros que viajam com animais de companhia ou para quem tem viagens com destino aos EUA ou Canadá. “Este aeroporto também nos permitiu ter outro tipo de atendimento e ter balcões de check-in e atendimento dedicados, que não tínhamos no antigo porque não havia espaço. Houve o cuidado de criar vários espaços dedicados ao destino final, a passageiros com necessidades especiais e espaços pet-friendly para quem viaja com companheiros de quatro patas”, sublinha, considerando que, apesar do “grande investimento que representou para a Turquia”, este era um aeroporto necessário.
O aeroporto de Istambul Arnavutköy motivou um investimento de mais de 12 mil milhões de dólares, ocupa uma área total de oito mil hectares e tem capacidade para receber 90 milhões de passageiros. No futuro, quando estiver na terceira e última fase, deverá receber 200 milhões de passageiros por ano.
Para viajar para a Turquia, é necessário certificado de vacinação ou teste negativo e preencher um formulário online, disponível em https://register.health.gov.tr.

*A jornalista viajou a convite da Turkish Airlines e das Viagens Tempo.

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Associação Comercial do Porto vê reestruturação da TAP como “péssima notícia”

“É dinheiro que os portugueses estão a desperdiçar”, diz o presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho, que critica o investimento numa companhia que presta serviço “a um só aeroporto”.

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O presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho, considera que a aprovação do plano de reestruturação da TAP é uma “péssima notícia para os contribuintes portugueses”, que vão continuar a investir numa companhia aérea que apenas presta “serviço a um só aeroporto”.

“É uma péssima notícia para os contribuintes portugueses, a TAP vai-nos custar no mínimo 3,2 mil milhões de euros para prestar serviço a um só aeroporto”, considerou o responsável em declarações à Lusa, defendendo que a reestruturação da TAP é uma “lamentável” opção política, uma vez que o investimento na companhia aérea não vai ter “retorno”.

“É dinheiro que os portugueses estão a desperdiçar”, acrescentou, considerando que a TAP “não tem solução” e que, com a reestruturação, vai passar a ser uma companhia aérea mais pequena, com menos funcionários e ‘slots’.

Crítico quanto ao “mau serviço” prestado pela transportadora aérea no Porto, o presidente da Associação Comercial afirmou que o mesmo é “cada vez mais uma irrelevância e uma inexistência”, pelo que “mais valia deixar os `slots´ disponíveis nos outros aeroportos para outras companhias”.

Recorde-se que, na terça-feira, 21 de dezembro, a Comissão Europeia aprovou o plano de reestruturação da TAP e a ajuda estatal de 2.550 milhões de euros, impondo, porém, algumas condições, entre elas que a companhia aérea disponibilize até 18 ‘slots’ por dia no aeroporto de Lisboa, a venda de três empresas e redução de frota.

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Ómicron provoca queda de 20% no tráfego aéreo europeu

As restrições adotadas por muitos governos são o motivo apontado pelo ACI Europe para a descida do tráfego aéreo na Europa logo após a identificação da nova variante.

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Desde que a nova variante Ómicron foi identificada na África do Sul, a 24 de novembro, o tráfego aéreo na Europa caiu 20%, estima o Airports Council International Europe (ACI Europe).

De acordo com um comunicado divulgado esta quinta-feira pelo ACI Europe, entre 22 de novembro e 12 de dezembro, o tráfego aéreo de passageiros na Europa diminuiu 20%, numa quebra que revela um impacto “imediato e substancial” da variante Ómicron.

As estimativas preliminares do ACI Europe têm por base os dados de 40 aeroportos de 25 países europeus, incluindo grandes instalações e pequenos aeródromos regionais, e apontam também fortes descidas ao nível do transporte de carga.

Apesar da descida verificada nas três semanas imediatamente após a identificação da nova variante do vírus da COVID-19, os dados do ACI Europe também mostram que na semana seguinte, entre 13 e 19 de dezembro, houve um aumento de 9% no tráfego aéreo de passageiros na Europa em comparação com o período entre 6 e 12 de dezembro.

“Não é surpresa que proibições de voo para a África Austral e restrições de viagem pouco uniformes impostas por muitos Governos noutros mercados, também dentro da Europa, tenham tido um impacto direto nos níveis de tráfego nas últimas semanas”, refere o diretor-geral da ACI Europe, Olivier Jankovec.

De acordo com o responsável, as viagens de negócios foram as primeiras a ser afetadas, seguindo-se as deslocações de lazer, sendo que apenas as viagens para visitar familiares “são de certa forma mantidas por agora”, o que se deve à época festiva do Natal e Ano Novo.

“Além da época festiva, não há dúvida de que a Ómicron irá afetar o tráfego de passageiros no primeiro trimestre de 2022. Mas a medida em que precisamos de rever as nossas expectativas dependerá sobretudo de os governos continuarem ou não com as reações irrefletidas”, acrescenta Olivier Jankovec

 

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Aprovação do plano de reestruturação da TAP atesta “confiança no futuro” da empresa, diz PM

Líder do executivo congratula-se com a aprovação do plano de reestruturação da TAP pela Comissão Europeia e reforça que a companhia aérea é uma “empresa determinante para a economia nacional”.

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O primeiro-ministro, António Costa, considerou esta terça-feira, 21 de dezembro, que a aprovação pela Comissão Europeia do plano de reestruturação da TAP vem atestar a “confiança no futuro” da empresa, que se pretende tornar mais sustentável e competitiva.

“A aprovação do plano de reestruturação pela Comissão Europeia atesta a confiança no futuro da nossa companhia de bandeira. A estratégia de reforço da sustentabilidade e competitividade da empresa já está em marcha e será também determinante para a recuperação da nossa economia”, considerou o líder do executivo, numa publicação no Twitter, segundo a Lusa.

Na declaração publicada na rede social, António Costa advoga que está em construção “um futuro mais sólido para a empresa, para os seus trabalhadores e para o país”, uma vez que a TAP é uma “empresa determinante para a economia nacional”, que assegura “a ligação às comunidades e aos países de língua portuguesa, a continuidade territorial com os Açores e Madeira, e afirmou Lisboa como hub transatlântico”.

Recorde-se que a Comissão Europeia aprovou esta terça-feira, 21 de dezembro, o plano de reestruturação da companhia aérea de bandeira nacional, assim como a ajuda estatal de 2.550 milhões de euros, impondo, porém, algumas condições, como a venda de três empresas e de aviões, além da disponibilização de até 18 ‘slots’ por dia no aeroporto de Lisboa.

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