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Ricardo Lo Presti assume vendas da TAP

Em entrevista ao Publituris, o profissional apresentou-se ao trade nacional, revelando que o departamento de vendas da companhia aérea vai ser segmentado por canais, entre o business e o leisure, ao invés da actual cobertura geográfica.

Patricia Afonso

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Ricardo Lo Presti assume vendas da TAP

Em entrevista ao Publituris, o profissional apresentou-se ao trade nacional, revelando que o departamento de vendas da companhia aérea vai ser segmentado por canais, entre o business e o leisure, ao invés da actual cobertura geográfica.

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Com 40 anos de carreira na TAP, Ricardo Lo Presti é no novo director geral comercial da companhia aérea, assumindo, também, o departamento relativo às Vendas em Portugal, de onde sai Gil Trigo para assumir a liderança do controlo operacional.

Em entrevista ao Publituris, Ricardo Lo Presti apresentou-se ao trade nacional, revelando que o departamento de vendas da companhia aérea vai ser segmentado por canais, entre o business e o leisure, ao invés da actual cobertura geográfica.

O profissionai vai, ainda, assumir o departamento de Vendas em Portugal, anteriormente liderado por Gil Trigo.

Ricardo Lo Presti fala, também, na aposta nos EUA e nas perspectivas da companhia aérea.

* Leia a entrevista na íntegra na próxima edição do Jornal Publituris, em distribuição a 16 de Setembro.

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Airbus entrega mais 50 aeronaves comerciais em 2022

A Airbus entregou, em 2022, 661 aeronaves comerciais. Destaque para a família A320 da qual foram entregues 516 unidades. A carteira de encomendas, a 31 de dezembro de 2022, ascendia a 7.239 aeronaves.

A Airbus entregou, em 2022, 661 aeronaves comerciais a 84 clientes, tendo registado 1.078 novos pedidos brutos. A entrega destas 661 aeronaves correspondem a mais 50 unidades que no ano anterior de 2021, significando um aumento de 8% face ao exercício anterior quando a companhia entregou 611 aviões.

Entre as famílias de aeronaves entregues, em 2022, destaque para os A320, com 516 unidades, mais 33 unidades que em 2021. Dos A350, a Airbus entregou 60 unidades, mais cinco que em 2021, e dos A220 e A330 foram entregues 53 e 32 unidades, respetivamente (mais três e 14, em cada um dos casos). Já dos A380, a Airbus revela que não procedeu a qualquer entrega contra as cinco unidades entregues em 2021.

Relativamente à carteira de encomendas da Airbus, a 31 de dezembro de 2022, a companhia refere que esta ascendia a 7.239 aeronaves.

Face ás entregas efetuadas no ano passado, Guillaume Faury, CEO da Airbus, considera que foram “menos do que pretendíamos”, mas, adianta que “a significativa entrada de pedidos abrangendo todas as nossas famílias de aeronaves, incluindo cargueiros, reflete a força e a competitividade da nossa linha de produtos”.

A Airbus informa ainda ter recebido 1.078 novos pedidos (820 líquidos) em todos os programas e segmentos de mercado, incluindo vários compromissos de alto nível de algumas das principais operadoras do mundo. Em número de aeronaves, a Airbus registou um ratio líquido entre pedidos e entregas significativamente superior a um.

Por programas, o A220 obteve 127 novos pedidos brutos firmes. A Família A320neo conquistou 888 novos pedidos brutos. No segmento widebody, a Airbus obteve 63 novos pedidos brutos, incluindo 19 unidades A330 e 44 aeronaves A350, dos quais 24 foram para o recém-lançado A350F.

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American Airlines retoma voos entre Lisboa e Filadélfia a 27 de março

Segundo Victor Cortina, Manager Corporate e Channel Sales para Portugal e Espanha da American Airlines, a operação vai ser realizada num aparelho B787-900 Dreamliner, com capacidade para 285 passageiros, existindo a possibilidade de os voos passarem a ser anuais.

Inês de Matos

A American Airlines vai retomar, a 27 de março, a operação sazonal que liga Lisboa a Filadélfia, nos EUA, e que, este ano, vai ser operada num avião B787-900 Dreamliner, com capacidade para 285 passageiros.

Segundo Victor Cortina, Manager Corporate e Channel Sales para Portugal e Espanha da American Airlines, a operação da companhia aérea norte-americana vai voltar a contar com voos diários, ligando a capital portuguesa a Filadélfia, nos EUA, onde se situa um dos principais hubs da American Airlines.

“Está a começar a haver procura e as agências de viagens estão a começar a fazer reservas, vamos iniciar agora a promoção da rota Lisboa – Filadélfia, este ano, com um renovado avião B787-900 Dreamliner”, avançou o responsável ao Publituris, lembrando que, em 2022, a operação foi realizada com um aparelho B787-800 Dreamliner.

Victor Cortina revela que, em 2022, ano que marcou a retoma da operação depois do interregno devido à COVID-19, a procura pelos voos da American Airlines entre Lisboa e Filadélfia foi “muito satisfatória”, uma vez que o load factor foi elevado e foi acompanhado por “uma boa receita”.

“A maior parte da temporada registou overbooking”, indica Victor Cortina, explicando que a percentagem de passageiros dos EUA nos voos da American Airlines para Lisboa foi superior à de portugueses.

Este ano, Victor Cortina diz ter ainda melhores expetativas relativamente à rota Lisboa-Filadélfia, em grande parte devido à utilização do renovado avião B787-900 Dreamliner, existindo mesmo a esperança de que seja possível “manter ou aumentar” o load factor registado ao longo do ano passado.

Os voos da American Airlines entre Lisboa e Filadélfia vão decorrer até 28 de outubro, data que marca o final do verão IATA, mas Victor Cortina mostra-se confiante de que, caso a operação corra como previsto, os voos possam passar a anuais.

“Mantemos nossa rota sazonal a partir de 27 de março e até 28 de outubro. Talvez exista a possibilidade tornar o voo anual”, refere ainda o responsável da American Airlines.

O aparelho B787-900 Dreamliner que a American Airlines vai utilizar nos voos para Lisboa conta com capacidade para 285 passageiros, incluindo 30 lugares em business class, 21 em Premium Economy e 234 lugares em económica.

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Vueling vai oferecer opção de pagamento de viagens com criptomoedas

Podemos até achar que é apenas uma curiosidade, mas está em linha com as novas tendências: A Vueling explora a capacidade tecnológica dos NFTs para oferecer aos seus passageiros a possibilidade de pagar os seus bilhetes com criptomoedas.

A Vueling, empresa aérea pertencente ao grupo IAG, vai explorar a capacidade tecnológica dos NFT, juntamente com a startup valenciana Criptan, certificada pelo Banco de Espanha, para oferecer aos seus passageiros a possibilidade de pagar os seus bilhetes com criptomoedas . Para garantir esse serviço, a companhia aérea contará com a tecnologia UATP, a rede global de pagamentos para o setor aéreo, segundo notícia publicada no jornal espanhol Hosteltur.

A mesma fonte indica ainda que a Vueling e a Criptan estão atualmente a trabalhar na pesquisa de aplicações estratégicas da tecnologia blockchain e NFTs para oferecer aos seus clientes soluções inovadoras e melhorar a experiência do cliente através de novas digitais.

“Graças a esta aliança, a Vueling reafirma mais uma vez a sua posição como companhia aérea digital e quer transformar-se na primeira companhia aérea de baixo custo na Europa a aceitar criptomoedas como alternativa de pagamento”, apontam os porta-vozes da companhia aérea com sede no aeroporto de Barcelona- The Prat, indicando, ainda segundo o jornal espanhol, que cita o site da Vueling, que esta opção de pagamento estará disponível a partir do segundo semestre de 2023 para particulares.

Jesús Monzó, responsável pela Distribuição e Alianças da Vueling, afirmou já que, este acordo “coloca-nos na vanguarda das novas tecnologias e da inovação, reforçando ainda mais o nosso compromisso com os nossos clientes e oferecendo as melhores e mais avançadas ferramentas e soluções na nossa Web”.

Por sua vez, Jorge Soriano, CEO da Criptan, realça que a Vueling “está a mostrar que é líder em tudo relacionado à inovação, em um movimento claro que mostra o potencial através do ecossistema criptográfico e web3”, e sublinha estar convencido de que “podemos melhorar a experiência do utilizador, não apenas através de pagamentos criptográficos, mas aproximando as vantagens desse ecossistema da maneira mais útil e simples possível”.

Sobre o autorCarolina Morgado

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ACI pede apoio à sustentabilidade económica dos aeroportos em benefício dos viajantes e das comunidades

O ACI World considera ser “vital que os reguladores internacionais e nacionais apoiem a sustentabilidade económica dos aeroportos como atores cruciais na saúde de todo o ecossistema da aviação”.

Victor Jorge

O Airports Council International (ACI) World pediu, recentemente, aos reguladores que apoiem a sustentabilidade económica dos aeroportos como motores sociais e económicos de comunidades em todo o mundo e para o benefício do público que viaja.

A chamada à ação apoia a recente Resolução Mundial da ACI “Restaurar o Equilíbrio Económico”, que insta os governos a reconhecerem a mudança no perfil de risco dos aeroportos nalgumas jurisdições devido à pandemia e a fornecer apoio regulatório para restaurar o equilíbrio económico para custos não recuperados, seja como compensação financeira ou por meio de futuras taxas aeroportuárias.

Este pedido vem, igualmente, na sequência dos recentes resultados da Comissão Económica da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO) que reconheceu a necessidade da revisão contínua das Políticas da ICAO sobre Taxas para Aeroportos e Serviços de Navegação Aérea.

Para Luis Felipe de Oliveira, diretor-geral do ACI, “é vital que os reguladores internacionais e nacionais apoiem a sustentabilidade económica dos aeroportos como atores cruciais na saúde de todo o ecossistema da aviação”. Para este executivo, “restaurar o equilíbrio económico dos aeroportos por meio de compensação financeira ou de futuras taxas aeroportuárias é necessário para investir na infraestrutura necessária para acomodar o crescimento das viagens aéreas e cumprir as metas de descarbonização, bem como maximizar a contribuição dos aeroportos para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e efeitos socioeconómicos mais amplos”.

Impacto duradouro do COVID-19
O impacto da pandemia de COVID-19 no tráfego de passageiros nos aeroportos resultou num declínio global de 61% em 2020 em relação a 2019 (caindo de 9,2 mil milhões de passageiros em 2019 para 3,6 mil milhões de passageiros em 2020). Por isso, “os efeitos duradouros sobre as receitas nos anos seguintes ao colapso resultaram em reduções nas despesas de capital. Além disso, onde o apoio financeiro do governo ou outras medidas de alívio eram insuficientes, muitos aeroportos também tiveram que refinanciar as suas operações, criando uma carga de dívida crescente”, refere o ACI.

Um relatório recente da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) afirma que “aeroportos e companhias aéreas têm o desempenho económico mais fraco entre todos os setores da aviação e todas as principais indústrias globais”, destacando “a necessidade de maior colaboração entre as partes interessadas na criação de valor para o público itinerante e comunidades”.

“Assim como as companhias aéreas e outras partes interessadas da aviação, os aeroportos são negócios que continuam sendo afetados pelo impacto económico da pandemia, custos de energia, escassez de pessoal e outras pressões inflacionárias sentidas por todo o setor”, considera ainda Luis Felipe de Oliveira. No entanto, refere ainda que “o que é exclusivo dos aeroportos é que eles enfrentam altos custos fixos independentemente das condições económicas e não têm o mesmo nível de flexibilidade na gestão da capacidade. Com ventos económicos contrários contínuos e tráfego global de passageiros esperando uma perda de 27% em 2022 em comparação com 2019, deve ser alcançado um equilíbrio para restaurar o equilíbrio econômico dos aeroportos”.

“Num regime regulado de taxas aeroportuárias que não se ajustam às condições reais do mercado e da procura, deve haver plena consciência de que a fórmula regulatória que protege as companhias aéreas em tempos bons exige também proteger os aeroportos em tempos difíceis. Essa assimetria regulatória precisa ser totalmente considerada e conciliada na recuperação pós-pandemia. Isso significa que os custos incorridos com os serviços aeronáuticos durante a pandemia precisam ser recuperados por meio de taxas e encargos, especialmente nos casos em que o apoio financeiro do governo foi insuficiente para cobrir esses custos. Em outras palavras, existe atualmente um descompasso entre os custos incorridos e as receitas que precisam cobrir esses custos”, termina Luis Felipe de Oliveira

Revisão nas taxas aeroportuárias precisa-se
Uma pesquisa do InterVISTAS fornece evidências detalhadas que apoiam a necessidade de uma “mudança para modelos de cobrança aeroportuária mais leves”. Os dados observados mostram que o custo direto das taxas aeroportuárias (cobradas tanto aos passageiros quanto às companhias aéreas) para os consumidores é pequeno em termos do preço final do bilhete, incluindo as taxas acessórias das companhias aéreas. Independentemente do pequeno impacto das tarifas aeroportuárias, os índices setoriais de tarifas aéreas mostram os “significativos aumentos percentuais de proporções de dois dígitos em 2021 e 2022” em relação aos anos anteriores.

A pesquisa da InterVISTAS indica que “os impulsionadores dos aumentos nas tarifas aéreas são em grande parte uma função dos aumentos nos principais itens de custo, como combustível de aviação e custos de pessoal, mas também a capacidade das companhias aéreas de ajustar os preços com base nos padrões de demanda com o objetivo de melhorar o desempenho econômico”.

Assim como as companhias aéreas, a ACI World defende que “novas abordagens de supervisão económica devem ser consideradas para garantir um melhor uso da capacidade aeroportuária por meio de preços flexíveis, promoção do desenvolvimento de infraestrutura para conectividade, alcance de metas de descarbonização, maximização de benefícios socioeconómicos e incentivos de cobrança para atender problemas de congestionamento, ruído e impactos das mudanças climáticas”.

E conclui que, todas essas vantagens incentivam o “crescimento de um ecossistema de aviação sustentável para o benefício de viajantes e comunidades em todas as regiões”.

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easyJet lança promoção “Big Orange” com desconto em 100 mil lugares

A promoção da easyJet, denominada ‘Big Orange’, oferece um desconto de até 20% em 100 mil lugares desde território nacional e é válida para compras até 23 de janeiro.

Publituris

A easyJet lançou esta terça-feira, 10 de janeiro, uma nova promoção em Portugal, denominada ‘Big Orange’ e que oferece um desconto de até 20% em 100 mil lugares desde território nacional.

“A época de Natal pode já ter acabado, mas nem por isso a easyJet reduz nas suas ofertas”, indica a companhia aérea numa nota enviada à imprensa e na qual sublinha que esta campanha abrange “vários voos easyJet para destinos como Funchal, Marselha, Rennes, Valência ou Zurique”.

A promoção da easyJet é válida para compras realizadas até 23 de janeiro e, segundo a companhia aérea, representa a oportunidade perfeita para “planear antecipadamente as ‘escapadinhas’ de 2023″.

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Business man holding airliner aircraft plane on world globe background / worldwide travel concept

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Transporte aéreo manteve recuperação em novembro com subida de 85.2% no tráfego internacional

Segundo a IATA, o transporte aéreo manteve, em novembro, a recuperação que já se vinha a registar nos meses anteriores e cresceu 41.3% face a igual mês do ano passado, atingindo 75.3% dos níveis de 2019, com destaque para a Ásia-Pacífico.

Inês de Matos

O transporte aéreo manteve, em novembro, a recuperação que já se vinha a registar nos meses anteriores e cresceu 41.3% face a igual mês do ano passado, atingindo 75.3% dos níveis de 2019, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

De acordo com os dados revelados esta segunda-feira, 9 de janeiro, pela IATA, em novembro, o crescimento do tráfego internacional destacou-se essencialmente na região de Ásia-Pacífico que, depois da reabertura de vários mercados na sequência da melhoria da pandemia da COVID-19, registou o melhor desempenho entre todas as regiões do mundo neste indicador, chegando mesmo a 73.7% dos níveis de procura de 2019.

Já o tráfego doméstico cresceu 3,4% em novembro face a igual mês de 2021, com a IATA a indicar que as restrições que ainda existem na China “continuam a prejudicar o resultado global”, que ficou em 77,7% do nível de novembro de 2019.

“Os resultados de tráfego de novembro reforçam que os consumidores estão desfrutando plenamente da liberdade de viajar”, congratula-se Willie Walsh, que se mostra, contudo, preocupado com as medidas que vários países têm vindo a tomar face à reabertura do mercado chinês, fazendo regressar os testes à COVID-19 realizados antes do embarque.

Segundo Willie Walsh, a reintrodução dos testes pré-embarque não faz sentido, uma vez que este tipo de testagem não se revelou insuficiente nas primeiras fases da doença, motivo pelo qual o responsável faz um apelo aos governos dos vários países que têm vindo a repor a testagem para que usem apenas “as ferramentas disponíveis para gerir a COVID-19 com eficácia”, como melhores tratamentos e vacinas.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego aéreo internacionais mais cresceu em novembro, numa subida que chegou aos 373.9% face a igual mês de 2022, naquela que foi a mais elevada taxa de crescimento observada entre todas as regiões. Já a capacidade subiu 159.2% e o load factor aumentou 35.9 pontos percentuais, fixando-se nos 79.2%.

No Médio Oriente, o crescimento do tráfego internacional chegou, em novembro, a 84.6% face a mês homólogo de 2021, enquanto a capacidade aumentou 45.4% e o load factor ganhou 16.5 pontos percentuais, fixando-se nos 77,7%.

Em África, a subida do tráfego aéreo internacional foi de 83.5% face a novembro de 2021, enquanto a capacidade registou um aumento de 48.4% e o load factor cresceu 14.2 pontos percentuais, para 74,3%, o mais baixo entre todas as regiões.

Na América do Norte, o aumento do tráfego internacional foi de 69.9% em novembro e a capacidade subiu 45.5%, enquanto o load factor aumentou 11.6 pontos percentuais, para 81.0%.

Já na América Latina houve um aumento de 59.2% no tráfego aéreo internacional de novembro, tendo-se ainda registado uma subida de 55.6% na capacidade e de 1.9 pontos percentuais no load factor, que chegou aos 82.9%.

Na Europa, o tráfego aéreo internacional subiu ainda 45.3% face a novembro de 2021, enquanto a capacidade cresceu 25.1% e o load factor aumentou 11.6 pontos percentuais, para 83.6%, o mais elevado entre todas as regiões.

 

 

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Delta Air Lines passa a oferece Wi-Fi a bordo na maioria dos voos domésticos a partir de fevereiro

Além dos voos domésticos, onde o serviço vai estar disponível em mais de 700 aviões equipados com o Viasat até ao final de 2023, a companhia aérea pretende alargar esta oferta aos voos internacionais e regionais, até final de 2024.

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A Delta Air Lines vai passar a disponibilizar ligação gratuita à internet Wi-Fi a bordo da maioria dos seus voos domésticos a partir de 1 de fevereiro, informou a companhia aérea norte-americana, em comunicado.

Segundo a informação divulgada pela companhia aérea, o acesso à internet Wi-Fi é permitido em parceria com a T-Mobile, tornando a Delta Air Lines na primeira companhia aérea do EUA a “oferecer Wi-Fi gratuito como um elemento central da experiência do cliente”.

Além dos voos domésticos, onde este serviço vai estar disponível em mais de 700 aviões equipados com o Viasat até ao final de 2023, a companhia aérea pretende também alargar esta oferta aos voos internacionais e regionais, até final de 2024.

“No trabalho, em casa e em qualquer lugar, a conectividade é essencial à vida diária, e a sua jornada na Delta não devia ser diferente”, considera Ed Bastian, CEO da Delta Air Lines, explicando que, por isso, a companhia aérea pretende oferece aos seus passageiros “uma experiência a 30.000 pés [9,144 mil metros] idêntica” à que têm em casa.

Para aceder à ligação Wi-Fi a bordo, os clientes da Delta Air Lines devem utilizar a sua conta Delta SkyMiles ou juntando-se ao SkyMiles em terra ou a bordo.

Além desta novidade, a companhia aérea prepara-se também para abrir, na primavera, o hub Delta Sync Exclusives, uma nova plataforma móvel desbloqueada SkyMiles que vai permitir elevar a experiência de conectividade a bordo com ofertas exclusivas.

 

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Multitempo by Jobandtalent volta a promover recrutamento para os aeroportos nacionais

Os ‘Open Air Days’, que se realizam desde 2016, pretendem preencher cerca de duas mil vagas nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, decorrendo entre 9 e 18 de janeiro.

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A Multitempo by Jobandtalent vai voltar a realizar os ‘Open Air Days’, iniciativa que visa o recrutamento de colaboradores para os aeroportos nacionais e que, este ano, inclui também o Aeroporto da Madeira/Cristiano Ronaldo, no Funchal.

Os ‘Open Air Days’, que se realizam desde 2016, pretendem preencher cerca de duas mil vagas nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, decorrendo entre 9 e 18 de janeiro.

“O objetivo da ação é reforçar as equipas atuais dos aeroportos, existindo vagas em regime de Full-time e Part-time, para várias funções de Assistência de Bagagem, Serviço de Check-In, Apoio a Passageiros de Mobilidade Reduzida, Assistência de Informações e Assistência a Passageiros”, revela a Multitempo by Jobandtalent em comunicado.

O primeiro aeroporto a receber a iniciativa será o da Madeira, onde o recrutamento vai ter lugar já na segunda-feira, 9 de janeiro, seguindo-se o aeroporto de Lisboa, no dia 11, bem como o aeroporto do Porto, no dia seguinte. O aeroporto de Faro recebe os ‘Open Air Days’ a 18 de janeiro.

Os candidatos devem ter disponibilidade para trabalhar por turnos rotativos e ser fluentes em português, ainda que, de acordo com a Multitempo by Jobandtalent, também o inglês seja “importante” em algumas funções.

O facto dos candidatos possuírem carta de condução C e D, além da de ligeiros, será também um fator valorizado.

“Os ‘Open Air Days’ são uma aposta estratégica da Multitempo by Jobandtalent. Esta é uma área de negócio em forte crescimento, tendo registado um aumento de quase 75% no terceiro trimestre deste ano face a 2021. É um setor que temos de apostar cada vez mais e os dados do INE refletem isso mesmo. Nos últimos três meses, Portugal registou mais de 18 milhões de passageiros em movimento, os quais precisam de maior assistência enquanto estão dentro dos aeroportos”, considera Sandra Santos, diretora desta unidade de negócio.

A inscrição para os ‘Open Air Days’ pode ser realizada através das redes sociais Instagram e Facebook, selecionando e preenchendo o formulário relativo ao aeroporto pretendido. Depois, os candidatos vão ser contactados e receber indicações para a entrevista presencial.

As inscrições podem também ser realizadas diretamente através dos formulários que estão disponíveis online, concretamente aqui para o aeroporto do Funchal, aqui para a infraestrutura aeroportuária da capital, aqui para o do Porto, e ainda aqui para o de Faro.

 

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Turkish Airlines anuncia codeshare com a MIAT Mongolian Airlines

O acordo de codeshare entre a Turkish Airlines e a MIAT Mongolian Airlines abrange os voos entre Istambul e Ulaanbaatar, assim como 10 outras rotas da companhia aérea turca.

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A Turkish Airlines estabeleceu um acordo de codeshare com a MIAT Mongolian Airlines, companhia aérea da Mongólia, que vai aumentar a conectividade direta entre a Turquia e a Mongólia.

Segundo um comunicado da Turkish Airlines, este acordo de codeshare prevê que a companhia aérea turca passe a disponibilizar aos seus passageiros os voos da MIAT Mongolian Airlines para Ulaanbaatar, capital da Mongólia, enquanto os passageiros da companhia aérea mongol passam a ter acesso aos voos da Turkish Airlines para a Europa e EUA.

Com este acordo, a Turkish Airlines vai passar a colocar o seu código ‘TK’ nos voos operados pela MIAT Mongolian Airlines entre Ulaanbaatar e Istambul, enquanto o código da transportadora da Mongólia passa a estar presente nos voos Istambul-Ulaanbaatar, assim como em 10 outras rotas além de Istambul operadas pela Turkish Airlines.

“Ambas as companhias aéreas intensificaram sua sólida colaboração assinando este acordo de codeshare e aumentando as frequências reciprocamente entre Istambul e Ulaanbaatar. Como resultado, mais passageiros turcos e mongóis poderão visitar esses dois países únicos e belos”, considera Bilal Eksi, CEO da Turkish Airlines.

Já o CEO da MIAT Mongolian Airlines, Munhktamir, sublinha que este acordo representa um “marco importante na cooperação de ambas as empresas”, que vai oferecer aos passageiros de ambas as companhias aéreas “maior escolha e conectividade”

 

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Tráfego de dezembro da Ryanair cresce 21% e chega aos 11,5 milhões de passageiros

A Ryanair transportou um total de 11,5 milhões de passageiros em dezembro de 2022, número de traduz um aumento de dois milhões de passageiros ou de 21% face a mês homólogo de 2021.

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No passado mês de dezembro, a Ryanair transportou um total de 11,5 milhões de passageiros, número de traduz um aumento de dois milhões de passageiros face a igual mês de 2021, quando a companhia aérea low cost tinha transportado 9,5 milhões de passageiros.

Num comunicado enviado à imprensa, a Ryanair indica que este total de passageiros transportados em dezembro corresponde a um aumento de 21% face a mês homólogo de 2021, que tinha sido ainda marcado pela pandemia da COVID-19.

Nos mais de 65 mil voos operados em dezembro, a Ryanair alcançou ainda uma ocupação de 92%, o que traduz um crescimento de 11% face ao load factor de 81% que a transportadora tinha registado em dezembro de 2021.

Nos últimos 12 meses, a Ryanair conta já com um total de 160,4 milhões transportados, número que indica um aumento de 121% face ao acumulado de janeiro a dezembro de 2021, enquanto o load factor chega aos 92%, neste caso, com um aumento de 11% face aos 12 meses do ano anterior.

 

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