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LATAM Airlines revela primeiro A320neo (COM FOTOGALERIA)

A LATAM Airlines Brasil vai ser a primeira companhia a operar um A320neo na América do Sul.

Patricia Afonso
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LATAM Airlines revela primeiro A320neo (COM FOTOGALERIA)

A LATAM Airlines Brasil vai ser a primeira companhia a operar um A320neo na América do Sul.

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O Grupo LATAM revelou a primeira imagem do seu Airbus 320neo, que deverá ser entregue ao grupo em breve. A nova aeronave já apresenta a nova pintura, em coral e azul índigo.

Em comunicado, o grupo revela que o seu primeiro A320neo saiu da linha final de montagem da Airbus, em Toulouse, após a instalação dos motores Pratt & Whitney Pure Power PW1100-JM e seguirá, agora, para as próximas etapas de produção, que incluem a conclusão de testes em solo e de voo e a instalação do mobiliário da cabine.

A LATAM Airlines Brasil vai ser a primeira companhia a operar um A320neo na América do Sul.

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AirHelp ajudou 1,5 milhões de pessoas a receberem compensação por problemas com voos em 10 anos de atividade

A empresa que se dedica à defesa dos direitos dos passageiros aéreos iniciou a sua atividade a 25 de janeiro de 2013 e, desde então, já ajudou 1,5 milhões de passageiros a receberem compensação por atrasos ou cancelamentos de voos.

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A AirHelp, empresa que se dedica à defesa dos direitos dos passageiros aéreos, está a celebrar uma década de atividade, período ao longo do qual, adianta a empresa em comunicado, foi possível ajudar 1,5 milhões de pessoas a receberem compensação por problemas com voos.

“Em 10 anos, mais de 1,5 milhões de passageiros aéreos reclamaram, com sucesso, uma indemnização em resultado de atrasos e cancelamentos de voos”, destaca a AirHelp, lembrando que iniciou a sua atividade a 25 de janeiro de 2013, enquanto “organização sem fins lucrativos, com o objetivo de ajudar passageiros aéreos a reclamar os seus direitos relativamente a más práticas realizadas por companhias aéreas”.

De acordo com a informação enviada à imprensa pela AirHelp, a ideia para a criação da empresa surgiu “quando o fundador, Henrik Zillmer, passou por uma má experiência com um voo atrasado e se sentiu desprotegido e desinformado sobre os seus direitos”.

“Zillmer sentiu o desconforto e dificuldade que os viajantes experienciavam por terem de lidar diretamente com as companhias aéreas, bem como a necessidade de serem tratados de forma mais próxima e eficiente. Assim, nasceu a AirHelp com o compromisso de colmatar estas necessidades”, explica a AirHelp.

Atualmente com um novo líder, cargo que passou a ser ocupado, em 2022, por Tomasz Pawliszyn, a AirHelp cresceu, contando agora com 350 colaboradores e disponibilizando um serviço em 17 idiomas e através de uma rede de parceiros em 30 países, a AirHelp mantém, no entanto, o foco na defesa dos passageiros aéreos.

“É um orgulho ver a AirHelp como organização pioneira na afirmação dos direitos dos passageiros. Na última década, 1,5 milhões de viajantes confiaram em nós, foram compensados devido a perturbações nos seus voos e foram empoderados enquanto passageiros. Na AirHelp investimos continuamente em informação e tecnologia de ponta para facilitar ao máximo as reclamações dos nossos clientes e lutamos continuamente para alterar as leis que prejudicam todos os passageiros aéreos”, afirma Tomasz Pawliszyn, CEO da AirHelp.

Exemplo desse investimento é o facto da AirHelp contar, atualmente, com “a maior equipa de advogados especializados em direitos dos passageiros aéreos”, bem como com assistentes de inteligência artificial (IA) que “ajudam a processar reclamações e indemnizações de forma rápida, eficiente e em grande escala”.

A AirHelp diz também que, ao longo dos anos, a sua experiência jurídica tem ajudado a “melhorar a lei, ganhando importantes casos de referência que serviram para estabelecer jurisprudência e dos quais todos os passageiros aéreos beneficiam atualmente, incluindo aqueles que não reclamam através da organização”.

“A AirHelp ganhou uma série de casos que ajudaram a remover condições impostas por companhias aéreas consideradas injustas, bem como a remover obstáculos desnecessários exigidos pelas mesmas aquando da reclamação de indemnizações por parte dos passageiros”, acrescenta a empresa.

A AirHelp é ainda co-fundadora da Association of Passenger Rights Advocates (APRA) e tem vindo a arrecadar vários prémios, como o Spark Innovation Award e o Launch People’s Choice Award, publicando ainda, desde 2015, o AirHelp Score, “um ranking global das companhias aéreas líderes mundiais em termos do seu cumprimento da pontualidade, feedback dos clientes e processos de reparação de queixas dos clientes”.

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Air Canada muda-se para o Terminal A do aeroporto de Newark

A companhia aérea canadiana passou a operar no Terminal A do Newark Liberty International Airport (EWR), nos EUA, a partir de 12 de janeiro.

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A Air Canada passou a operar, a partir de 12 de janeiro, no Terminal A do Newark Liberty International Airport (EWR), nos EUA, informou a companhia aérea canadiana em comunicado.

Devido à mudança, a Air Canada está a pedir aos seus passageiros com voos de conexão em Newark que verifiquem o terminal e a porta de embarque a que se devem dirigir.

No novo terminal, os passageiros da Air Canada que viajem em Classe Business ou que tenham acesso aos lounges da Star Alliance, vão poder aceder ao United Club Lounge, que vai ser inaugurado no final da primavera.

Mais informações aqui.

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Azores Airlines passa a ter seis famílias tarifárias distintas

O Grupo SATA ampliou a estrutura tarifárias da Azores Airlines, que passa a contar com seis famílias tarifárias, distribuídas por duas classes.

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O Grupo SATA decidiu ampliar a estrutura tarifárias da Azores Airlines, que passa a contar com seis famílias tarifárias distintas que se distribuem por duas classes de serviço, concretamente Classe Económica e Classe Conforto (também conhecida como Classe Executiva).

Segundo uma nota informativa do grupo de aviação açoriano, a nova estrutura tarifária da Azores Airlines pretende “oferecer mais possibilidade de escolha aos passageiros e conferir melhor visibilidade sobre o portefólio de produtos e serviços que a companhia aérea oferece”.

“As tendências de consumo dos viajantes indicam que, cada vez mais, as necessidades, expetativas e prioridades dos passageiros diferem de acordo com o propósito e o momento em que realizam a viagem”, explica o Grupo SATA na informação divulgada, sublinhando que há diferenças nas necessidades dos passageiros que viajam em trabalho, lazer, em família, em viagens curtas ou mais longas.

Com esta alteração, a Azores Airlines passa a contar com quatro tarifas dentro da Classe Económica, concretamente Economy Simple, Economy Basic, Economy Flex e Economy TOP, assim como com outras duas na Classe Executiva.

Na Classe Económica, a tarifa Economy Simple é adequada para quem viaja apenas com bagagem de mão, enquanto a Economy Basic inclui bagagem de porão ou equipamentos desportivos, sendo ainda possível optar pela Economy Flex, que permite a alteração de datas e a escolha do lugar, bem como pela Economy Top, que, além de permitir alterações, possibilita reembolso, prioridade no check-in e na bagagem, e uma bagagem extra de porão.

Já na Classe Conforto (também conhecida como Executiva), a Azores Airlines disponibiliza a tarifa Comfort Light, que dá acesso ao conforto da cabine de classe executiva com algumas restrições na flexibilidade e com um valor mais económico, enquanto a Confort Plus é adequada para quem deseja usufruir de uma experiência de viagem completa, com mais bagagem de cabine e de porão, entre outros benefícios.

“Cada família tarifária contém atributos e serviços diferentes, que estarão disponíveis até ao último lugar da família existente na respetiva cabine. As classes tarifárias são geridas de forma dinâmica e de acordo com a procura. Esta nova circunstância permite maior dinâmica na oferta e a possibilidade de surgirem boas ocasiões para os passageiros”, explica o Grupo SATA, aconselhando os seus passageiros a estarem atentos “às promoções relâmpago, pois permitirão beneficiar de boas oportunidades”.

Inalterados mantêm-se os benefícios associados às tarifas económicas de Residente e Estudante, assim como as condições para os passageiros que já tenham “passagens aéreas adquiridas no anterior modelo”, uma vez que estas viagens mantêm as “condições adquiridas”.

A nova estrutura tarifária da Azores Airlines já se encontra disponível em todos os canais de venda da companhia aérea, bem como através das agências de viagens.

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CEO da TAP explica saída de Alexandra Reis com “divergências na implementação do plano de reestruturação”

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, foi esta quarta-feira, 18 de janeiro, ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na sequência da saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea.

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A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, explicou esta quarta-feira, 18 de janeiro, em audição parlamentar, que a saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea de bandeira nacional se deveu a “divergências na implementação do plano de reestruturação”.

De acordo com a responsável, estas divergências foram mesmo o único motivo que levou à saída de Alexandra Reis da companhia aérea, com Christine Ourmières-Widener a defender que, num equipa executiva, “é crucial haver um alinhamento relativamente à implementação do plano”.

“Essa foi a única razão para a saída de Alexandra Reis da companhia aérea”, acrescentou a CEO da TAP, em resposta ao deputado André Ventura, do Chega, segundo avança a Lusa.

Christine Ourmières-Widener revelou também que todo o processo de saída de Alexandra Reis da TAP foi acompanhado pelo acionista Estado, que é atualmente o único acionista da TAP, e disse ter provas de cada passo dado.

“Nada fiz sem o conhecimento do acionista. Tenho registos escritos sobre o processo e a aprovação definitiva”, afirmou a responsável, acrescentando que a “saída de um membro do conselho de administração deve ser seguida pelos acionistas”.

De acordo com a CEO da TAP, o processo foi acompanhado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, que terá dado “a sua aprovação” à saída de Alexandra Reis nos termos que são conhecidos.

“Presumi que o acordo feito pelo secretário de Estado das Infraestruturas era do conhecimento das Finanças”, explicou a CEO da TAP, admitindo que julgou que o processo seria já do conhecimento do Ministério das Finanças, com o qual nunca falou sobre este processo.

Christine Ourmières-Widener disse ainda que seguiu “sempre o conselho do consultor externo”, que foi o escritório de advogados SRS, e explicou que a informação que foi transmitida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) estava acordada com Alexandra Reis e o consultor externo.

Recorde-se que a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, esteve esta quarta-feira, 18 de janeiro, a ser ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na Assembleia da República, na sequência de um requerimento potestativo apresentado pelo Chega, devido à indemnização de 500 mil euros que a TAP pagou para a saída da sua ex-administradora.

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Qatar Airways e Air Serbia assinam acordo de codeshare

A Qatar Airways e a Air Serbia estabeleceram um acordo de codeshare que entra em vigor a 1 de fevereiro e que vai permitir que os passageiros de ambas as companhias aéreas tenham acesso a mais de 40 destinos.

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A Qatar Airways e a Air Serbia estabeleceram um acordo de codeshare que entra em vigor a 1 de fevereiro e que vai permitir que os passageiros de ambas as companhias aéreas tenham acesso a mais de 40 destinos operados pelas duas transportadoras.

O acordo abrange os cinco voos semanais que a Qatar Airways opera atualmente entre Doha, no Qatar, e Belgrado, capital da Sérvia, assim como uma série de novos destinos servidos pela Air Serbia, como a Bósnia e Herzegovina, Montenegro ou Eslovénia, entre outros, que passam a estar disponíveis através de uma única reserva.

“Esta parceria vai permitir-nos expandir a nossa presença nos mercados da Europa Central e Oriental, onde esperamos oferecer opções de viagem adicionais aos nossos clientes. Estamos extremamente orgulhosos de anunciar esta parceria com a Air Sérvia, a companhia aérea líder nesta região desde que foi fundada em 1927 e estamos ansiosos para trabalhar juntos sem esforço”, afirma Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

Com este acordo, a Air Serbia passa a colocar o seu código nos voos da Qatar Airways entre Belgrado e Doha, assim como para vários destinos além da capital do Qatar, como Adelaide, Baku, Brisbane, Tbilisi, Ho Chi Minh City, Hong Kong, Melbourne, Mascate, Nairóbi, Perth, Seychelles, Cingapura e Sydney.

Nos planos da Air Serbia está ainda o alargamento da sua operação para destinos como Bangkok, Cidade do Cabo, Joanesburgo, Phuket, Seul, Tóquio, Yerevan e Zanzibar, entre outros destinos.

“É um grande prazer anunciar o acordo de codeshare com a Qatar Airways, conhecida pela sua rede global de destinos e serviço premium. Estamos unindo forças para oferecer aos passageiros novas oportunidades de conexão e acesso a destinos exclusivos de ambas as redes. Através dessa cooperação, acreditamos que seremos capazes de trazer para a Sérvia mais tráfego e oportunidades de comércio e turismo, bem como aumentar o tráfego entre os dois centros”, acrescenta Jiří Marek, CEO da Air Serbia.

Recorde-se que a Qatar Airways e a Air Serbia já mantinham um acordo de interline que entra agora numa nova fase com este acordo de codeshare.

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Airbus entrega mais 50 aeronaves comerciais em 2022

A Airbus entregou, em 2022, 661 aeronaves comerciais. Destaque para a família A320 da qual foram entregues 516 unidades. A carteira de encomendas, a 31 de dezembro de 2022, ascendia a 7.239 aeronaves.

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A Airbus entregou, em 2022, 661 aeronaves comerciais a 84 clientes, tendo registado 1.078 novos pedidos brutos. A entrega destas 661 aeronaves correspondem a mais 50 unidades que no ano anterior de 2021, significando um aumento de 8% face ao exercício anterior quando a companhia entregou 611 aviões.

Entre as famílias de aeronaves entregues, em 2022, destaque para os A320, com 516 unidades, mais 33 unidades que em 2021. Dos A350, a Airbus entregou 60 unidades, mais cinco que em 2021, e dos A220 e A330 foram entregues 53 e 32 unidades, respetivamente (mais três e 14, em cada um dos casos). Já dos A380, a Airbus revela que não procedeu a qualquer entrega contra as cinco unidades entregues em 2021.

Relativamente à carteira de encomendas da Airbus, a 31 de dezembro de 2022, a companhia refere que esta ascendia a 7.239 aeronaves.

Face ás entregas efetuadas no ano passado, Guillaume Faury, CEO da Airbus, considera que foram “menos do que pretendíamos”, mas, adianta que “a significativa entrada de pedidos abrangendo todas as nossas famílias de aeronaves, incluindo cargueiros, reflete a força e a competitividade da nossa linha de produtos”.

A Airbus informa ainda ter recebido 1.078 novos pedidos (820 líquidos) em todos os programas e segmentos de mercado, incluindo vários compromissos de alto nível de algumas das principais operadoras do mundo. Em número de aeronaves, a Airbus registou um ratio líquido entre pedidos e entregas significativamente superior a um.

Por programas, o A220 obteve 127 novos pedidos brutos firmes. A Família A320neo conquistou 888 novos pedidos brutos. No segmento widebody, a Airbus obteve 63 novos pedidos brutos, incluindo 19 unidades A330 e 44 aeronaves A350, dos quais 24 foram para o recém-lançado A350F.

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American Airlines retoma voos entre Lisboa e Filadélfia a 27 de março

Segundo Victor Cortina, Manager Corporate e Channel Sales para Portugal e Espanha da American Airlines, a operação vai ser realizada num aparelho B787-900 Dreamliner, com capacidade para 285 passageiros, existindo a possibilidade de os voos passarem a ser anuais.

Inês de Matos

A American Airlines vai retomar, a 27 de março, a operação sazonal que liga Lisboa a Filadélfia, nos EUA, e que, este ano, vai ser operada num avião B787-900 Dreamliner, com capacidade para 285 passageiros.

Segundo Victor Cortina, Manager Corporate e Channel Sales para Portugal e Espanha da American Airlines, a operação da companhia aérea norte-americana vai voltar a contar com voos diários, ligando a capital portuguesa a Filadélfia, nos EUA, onde se situa um dos principais hubs da American Airlines.

“Está a começar a haver procura e as agências de viagens estão a começar a fazer reservas, vamos iniciar agora a promoção da rota Lisboa – Filadélfia, este ano, com um renovado avião B787-900 Dreamliner”, avançou o responsável ao Publituris, lembrando que, em 2022, a operação foi realizada com um aparelho B787-800 Dreamliner.

Victor Cortina revela que, em 2022, ano que marcou a retoma da operação depois do interregno devido à COVID-19, a procura pelos voos da American Airlines entre Lisboa e Filadélfia foi “muito satisfatória”, uma vez que o load factor foi elevado e foi acompanhado por “uma boa receita”.

“A maior parte da temporada registou overbooking”, indica Victor Cortina, explicando que a percentagem de passageiros dos EUA nos voos da American Airlines para Lisboa foi superior à de portugueses.

Este ano, Victor Cortina diz ter ainda melhores expetativas relativamente à rota Lisboa-Filadélfia, em grande parte devido à utilização do renovado avião B787-900 Dreamliner, existindo mesmo a esperança de que seja possível “manter ou aumentar” o load factor registado ao longo do ano passado.

Os voos da American Airlines entre Lisboa e Filadélfia vão decorrer até 28 de outubro, data que marca o final do verão IATA, mas Victor Cortina mostra-se confiante de que, caso a operação corra como previsto, os voos possam passar a anuais.

“Mantemos nossa rota sazonal a partir de 27 de março e até 28 de outubro. Talvez exista a possibilidade tornar o voo anual”, refere ainda o responsável da American Airlines.

O aparelho B787-900 Dreamliner que a American Airlines vai utilizar nos voos para Lisboa conta com capacidade para 285 passageiros, incluindo 30 lugares em business class, 21 em Premium Economy e 234 lugares em económica.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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Transportes

Vueling vai oferecer opção de pagamento de viagens com criptomoedas

Podemos até achar que é apenas uma curiosidade, mas está em linha com as novas tendências: A Vueling explora a capacidade tecnológica dos NFTs para oferecer aos seus passageiros a possibilidade de pagar os seus bilhetes com criptomoedas.

A Vueling, empresa aérea pertencente ao grupo IAG, vai explorar a capacidade tecnológica dos NFT, juntamente com a startup valenciana Criptan, certificada pelo Banco de Espanha, para oferecer aos seus passageiros a possibilidade de pagar os seus bilhetes com criptomoedas . Para garantir esse serviço, a companhia aérea contará com a tecnologia UATP, a rede global de pagamentos para o setor aéreo, segundo notícia publicada no jornal espanhol Hosteltur.

A mesma fonte indica ainda que a Vueling e a Criptan estão atualmente a trabalhar na pesquisa de aplicações estratégicas da tecnologia blockchain e NFTs para oferecer aos seus clientes soluções inovadoras e melhorar a experiência do cliente através de novas digitais.

“Graças a esta aliança, a Vueling reafirma mais uma vez a sua posição como companhia aérea digital e quer transformar-se na primeira companhia aérea de baixo custo na Europa a aceitar criptomoedas como alternativa de pagamento”, apontam os porta-vozes da companhia aérea com sede no aeroporto de Barcelona- The Prat, indicando, ainda segundo o jornal espanhol, que cita o site da Vueling, que esta opção de pagamento estará disponível a partir do segundo semestre de 2023 para particulares.

Jesús Monzó, responsável pela Distribuição e Alianças da Vueling, afirmou já que, este acordo “coloca-nos na vanguarda das novas tecnologias e da inovação, reforçando ainda mais o nosso compromisso com os nossos clientes e oferecendo as melhores e mais avançadas ferramentas e soluções na nossa Web”.

Por sua vez, Jorge Soriano, CEO da Criptan, realça que a Vueling “está a mostrar que é líder em tudo relacionado à inovação, em um movimento claro que mostra o potencial através do ecossistema criptográfico e web3”, e sublinha estar convencido de que “podemos melhorar a experiência do utilizador, não apenas através de pagamentos criptográficos, mas aproximando as vantagens desse ecossistema da maneira mais útil e simples possível”.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Aviação

ACI pede apoio à sustentabilidade económica dos aeroportos em benefício dos viajantes e das comunidades

O ACI World considera ser “vital que os reguladores internacionais e nacionais apoiem a sustentabilidade económica dos aeroportos como atores cruciais na saúde de todo o ecossistema da aviação”.

Victor Jorge

O Airports Council International (ACI) World pediu, recentemente, aos reguladores que apoiem a sustentabilidade económica dos aeroportos como motores sociais e económicos de comunidades em todo o mundo e para o benefício do público que viaja.

A chamada à ação apoia a recente Resolução Mundial da ACI “Restaurar o Equilíbrio Económico”, que insta os governos a reconhecerem a mudança no perfil de risco dos aeroportos nalgumas jurisdições devido à pandemia e a fornecer apoio regulatório para restaurar o equilíbrio económico para custos não recuperados, seja como compensação financeira ou por meio de futuras taxas aeroportuárias.

Este pedido vem, igualmente, na sequência dos recentes resultados da Comissão Económica da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO) que reconheceu a necessidade da revisão contínua das Políticas da ICAO sobre Taxas para Aeroportos e Serviços de Navegação Aérea.

Para Luis Felipe de Oliveira, diretor-geral do ACI, “é vital que os reguladores internacionais e nacionais apoiem a sustentabilidade económica dos aeroportos como atores cruciais na saúde de todo o ecossistema da aviação”. Para este executivo, “restaurar o equilíbrio económico dos aeroportos por meio de compensação financeira ou de futuras taxas aeroportuárias é necessário para investir na infraestrutura necessária para acomodar o crescimento das viagens aéreas e cumprir as metas de descarbonização, bem como maximizar a contribuição dos aeroportos para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e efeitos socioeconómicos mais amplos”.

Impacto duradouro do COVID-19
O impacto da pandemia de COVID-19 no tráfego de passageiros nos aeroportos resultou num declínio global de 61% em 2020 em relação a 2019 (caindo de 9,2 mil milhões de passageiros em 2019 para 3,6 mil milhões de passageiros em 2020). Por isso, “os efeitos duradouros sobre as receitas nos anos seguintes ao colapso resultaram em reduções nas despesas de capital. Além disso, onde o apoio financeiro do governo ou outras medidas de alívio eram insuficientes, muitos aeroportos também tiveram que refinanciar as suas operações, criando uma carga de dívida crescente”, refere o ACI.

Um relatório recente da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) afirma que “aeroportos e companhias aéreas têm o desempenho económico mais fraco entre todos os setores da aviação e todas as principais indústrias globais”, destacando “a necessidade de maior colaboração entre as partes interessadas na criação de valor para o público itinerante e comunidades”.

“Assim como as companhias aéreas e outras partes interessadas da aviação, os aeroportos são negócios que continuam sendo afetados pelo impacto económico da pandemia, custos de energia, escassez de pessoal e outras pressões inflacionárias sentidas por todo o setor”, considera ainda Luis Felipe de Oliveira. No entanto, refere ainda que “o que é exclusivo dos aeroportos é que eles enfrentam altos custos fixos independentemente das condições económicas e não têm o mesmo nível de flexibilidade na gestão da capacidade. Com ventos económicos contrários contínuos e tráfego global de passageiros esperando uma perda de 27% em 2022 em comparação com 2019, deve ser alcançado um equilíbrio para restaurar o equilíbrio econômico dos aeroportos”.

“Num regime regulado de taxas aeroportuárias que não se ajustam às condições reais do mercado e da procura, deve haver plena consciência de que a fórmula regulatória que protege as companhias aéreas em tempos bons exige também proteger os aeroportos em tempos difíceis. Essa assimetria regulatória precisa ser totalmente considerada e conciliada na recuperação pós-pandemia. Isso significa que os custos incorridos com os serviços aeronáuticos durante a pandemia precisam ser recuperados por meio de taxas e encargos, especialmente nos casos em que o apoio financeiro do governo foi insuficiente para cobrir esses custos. Em outras palavras, existe atualmente um descompasso entre os custos incorridos e as receitas que precisam cobrir esses custos”, termina Luis Felipe de Oliveira

Revisão nas taxas aeroportuárias precisa-se
Uma pesquisa do InterVISTAS fornece evidências detalhadas que apoiam a necessidade de uma “mudança para modelos de cobrança aeroportuária mais leves”. Os dados observados mostram que o custo direto das taxas aeroportuárias (cobradas tanto aos passageiros quanto às companhias aéreas) para os consumidores é pequeno em termos do preço final do bilhete, incluindo as taxas acessórias das companhias aéreas. Independentemente do pequeno impacto das tarifas aeroportuárias, os índices setoriais de tarifas aéreas mostram os “significativos aumentos percentuais de proporções de dois dígitos em 2021 e 2022” em relação aos anos anteriores.

A pesquisa da InterVISTAS indica que “os impulsionadores dos aumentos nas tarifas aéreas são em grande parte uma função dos aumentos nos principais itens de custo, como combustível de aviação e custos de pessoal, mas também a capacidade das companhias aéreas de ajustar os preços com base nos padrões de demanda com o objetivo de melhorar o desempenho econômico”.

Assim como as companhias aéreas, a ACI World defende que “novas abordagens de supervisão económica devem ser consideradas para garantir um melhor uso da capacidade aeroportuária por meio de preços flexíveis, promoção do desenvolvimento de infraestrutura para conectividade, alcance de metas de descarbonização, maximização de benefícios socioeconómicos e incentivos de cobrança para atender problemas de congestionamento, ruído e impactos das mudanças climáticas”.

E conclui que, todas essas vantagens incentivam o “crescimento de um ecossistema de aviação sustentável para o benefício de viajantes e comunidades em todas as regiões”.

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easyJet lança promoção “Big Orange” com desconto em 100 mil lugares

A promoção da easyJet, denominada ‘Big Orange’, oferece um desconto de até 20% em 100 mil lugares desde território nacional e é válida para compras até 23 de janeiro.

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A easyJet lançou esta terça-feira, 10 de janeiro, uma nova promoção em Portugal, denominada ‘Big Orange’ e que oferece um desconto de até 20% em 100 mil lugares desde território nacional.

“A época de Natal pode já ter acabado, mas nem por isso a easyJet reduz nas suas ofertas”, indica a companhia aérea numa nota enviada à imprensa e na qual sublinha que esta campanha abrange “vários voos easyJet para destinos como Funchal, Marselha, Rennes, Valência ou Zurique”.

A promoção da easyJet é válida para compras realizadas até 23 de janeiro e, segundo a companhia aérea, representa a oportunidade perfeita para “planear antecipadamente as ‘escapadinhas’ de 2023″.

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