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Aviação

“Estamos confiantes que conseguiremos tornar a aviação em Portugal mais sustentável”

A renovação do acordo com a Travelstore, que foi o primeiro player do setor das viagens em Portugal a aderir ao programa Air France-KLM SAF Corporate, serviu de mote para uma conversa com Miguel Mota, diretor comercial da Air France-KLM em Portugal, sobre a política de sustentabilidade do grupo de aviação, que tem vindo a dar vários passos para reduzir as suas emissões poluentes.

Inês de Matos
Aviação

“Estamos confiantes que conseguiremos tornar a aviação em Portugal mais sustentável”

A renovação do acordo com a Travelstore, que foi o primeiro player do setor das viagens em Portugal a aderir ao programa Air France-KLM SAF Corporate, serviu de mote para uma conversa com Miguel Mota, diretor comercial da Air France-KLM em Portugal, sobre a política de sustentabilidade do grupo de aviação, que tem vindo a dar vários passos para reduzir as suas emissões poluentes.

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Com metas ambiciosas para a descarbonização, a Air France-KLM trouxe para Portugal o programa SAF Corporate, um dos trunfos do grupo para estimular a produção de SAF – Combustível Sustentável para a Aviação, que é menos poluente e mais amigo do ambiente, e que conta já com a participação da Travelstore, o primeiro e, por enquanto, único parceiro deste programa, que o grupo de aviação pretende continuar a desenvolver e aumentar. O acordo com a Travelstore, que foi renovado em dezembro, foi a desculpa perfeita para o Publituris conversar com Miguel Mota, diretor comercial da Air France-KLM em Portugal, sobre os passos que a Air FranceKLM tem vindo a dar, também em Portugal, com vista a uma aviação mais sustentável e que permita alcançar a meta de chegar a 2050 com zero emissões de CO2.

A Air France-KLM e a Travelstore renovaram o acordo que tornou a Travelstore no primeiro player do setor das viagens em Portugal a aderir ao programa de combustível sustentável do grupo de aviação. Qual é a importância da renovação deste acordo, que foi originalmente estabelecido em maio de 2023?

A renovação deste acordo – assinado a 3 de maio de 2023 e renovado a 14 de dezembro passado – reveste-se da maior importância, já que demonstra um forte compromisso da Travelstore com a sustentabilidade e representa a participação, pela primeira vez em Portugal, de um grande player da indústria de viagens no ambicioso programa SAF Corporativo – Combustível Sustentável para a Aviação da Air France-KLM. Como afirmámos em maio, não poderíamos estar mais orgulhosos por contar, como primeiro parceiro do nosso programa, com um ator tão importante na indústria de viagens e turismo em Portugal.

Em que consiste o programa de combustível sustentável da Air France-KLM e porque devem as empresas do setor das viagens em Portugal aderir?

O combustível sustentável para a aviação é, hoje, juntamente com a renovação da frota, uma das medidas mais eficazes para reduzir as emissões de CO2 das viagens aéreas e o nosso objetivo é aumentar a proporção de SAF que utilizamos. A Air France-KLM pretende liderar o caminho na incorporação de SAF e apoiar o desenvolvimento de capacidades de produção em todo o mundo com iniciativas tangíveis e vinculativas, tais como acordos de compra plurianuais, o investimento num produtor de SAF ou o apoio à I&D em projetos de descarbonização. Desde janeiro de 2022, foi integrada uma contribuição SAF em cada bilhete nas partidas de França e dos Países Baixos, em simultâneo com a incorporação de 1% de SAF nos voos com partida de ambos os países. O grupo estabeleceu ainda metas ambiciosas que excedem os requisitos regulamentares, nomeadamente a redução das emissões de CO2 por passageiro/ km em 30% e a incorporação de um mínimo de 10% de SAF até 2030 face a 2019. Mas isto não é suficiente, uma vez que o preço do SAF é atualmente 3 a 6 vezes mais elevado do que o jet fuel de combustíveis fósseis e precisamos urgentemente de uma maior produção de SAF. Neste contexto, o programa Air France-KLM SAF Corporate propõe às empresas um papel ativo no futuro das viagens, envolvendo uma contribuição anual das empresas participantes que é investida pelo grupo no fornecimento e na utilização de combustível sustentável para a aviação. Através do programa de SAF, os clientes empresariais da Air France e da KLM, após uma estimativa das emissões de CO2 associadas às suas viagens, podem determinar a contribuição anual que desejam fazer para o programa de SAF. Esperamos que outros players e parceiros do Grupo em Portugal se sintam impulsionados e encorajados por este incentivo e adiram a esta iniciativa, uma vez que, em termos de sustentabilidade, somos todos parte da solução.

Desde o estabelecimento do acordo com a Travelstore, a Air France-KLM já conseguiu atrair mais parceiros para este programa? Se sim, que parceiros são esses e que mais-valias vão aportar a este programa?

Até agora, apenas a Travelstore aderiu ao nosso programa de SAF em Portugal. Mas estamos em contacto com outros parceiros locais e partes interessadas da indústria e esperamos contar com novas adesões em 2024. Estas parcerias estratégicas representam um valor acrescentado relevante para o compromisso da Air France-KLM de apoio à criação de uma rede escalável de capacidades de produção de SAF na Europa e em todo o mundo.

Como espera a Air France-KLM que este programa evolua em Portugal? Há alguma meta para 2024?

Em Portugal, o principal objetivo é poder acompanhar cada vez mais os nossos parceiros e clientes locais na internalização e na aplicação dos critérios de sustentabilidade nas estratégias de negócio das suas empresas, bem como nos seus hábitos de viagem. Este ano, esperamos atrair mais empresas para o programa.

Papel dos passageiros e desafios do SAF

Além das empresas, também os clientes da Air France-KLM podem aderir a este programa. Como está a adesão dos passageiros, é mais fácil do que a das empresas?

Além do programa SAF Corporativo, a Air FranceKLM pretende oferecer a todos os seus clientes opções para contribuir para a descarbonização da aviação. O grupo desenvolveu vários programas e iniciativas líderes do setor, que se somam à contribuição de SAF já integrada em cada bilhete vendido desde janeiro de 2022. No caso dos clientes particulares, refira-se que estes podem facilmente optar pela “opção ambiental” no momento da reserva, o que permite adquirir quantidades de SAF com base no consumo de combustível durante a viagem. Além disso, desde 2022, todos os membros Flying Blue, programa de passageiro frequente da Air France-KLM, têm a opção de adquirir SAF usando milhas. Estas contribuições contam para conquistar ou manter o status Elite do Flying Blue, que foi o primeiro programa de passageiro frequente da indústria de a introduzir estruturalmente essa opção para ganhar status.

O programa prevê que os parceiros e clientes possam fazer uma contribuição anual para compensar as suas emissões. Quanto já foi arrecadado e em que são aplicadas essas verbas?

Devemos sublinhar, em primeiro lugar, que o nosso programa SAF Corporativo não trata da compensação, mas antes de evitar as emissões de carbono. Dito isto, estamos muito satisfeitos em constatar que as contribuições através do nosso programa têm aumentado de forma bastante expressiva. Em 2023, foram assinados 116 contratos de SAF Corporativo em todo o mundo, que resultaram na compra de 11 mil toneladas de SAF. 188 pequenas e médias empresas e indústrias membros do programa BlueBiz da Air France-KLM também aderiram à iniciativa. A Air France KLM Martinair Cargo, a divisão de carga do grupo, conduz um programa semelhante, ao qual já se juntaram 29 transitários e clientes em 2023.

O SAF continua, no entanto, a ser caro e escasso, mas a Air FranceKLM estabeleceu recentemente um acordo com a DG Fuels para fornecimento deste combustível. Que diferença vai fazer este acordo para que a Air FranceKLM atinja os seus objetivos?

Em outubro de 2022, anunciámos um acordo de compra de 600 mil toneladas de SAF à DG Fuels, a serem entregues entre 2027 e 2036. Em novembro passado, fomos um pouco mais longe nessa cooperação, investindo 4,7 milhões de dólares para a DG Fuels poder concluir a sua primeira fábrica sustentável de combustível de aviação, localizada no Louisiana (EUA). Além desse investimento, adquirimos uma nova opção de compra de até 75 mil toneladas de SAF por ano à DG Fuels. Acreditamos fortemente que este tipo de ações são exemplos do que pode ser feito para aumentar a produção de SAF e reduzir os preços. Em números, a produção mundial de SAF atingiu mais de 0,5 milhões de toneladas (Mt) em 2023, o dobro das 0,25 Mt produzidas em 2022 e um terço do que se espera (1,5 Mt) que seja produzido em 2024.

A operação das companhias aéreas do grupo em Portugal também já usa SAF? Como tem sido a evolução do uso deste combustível nas operações em Portugal?

Conforme mencionado, tanto a Air France como a KLM estão a incorporar, desde 2022, até 1% de SAF por ano nos voos com partida de França e dos Países Baixos, o que vai além dos requisitos obrigatórios da UE. A utilização de SAF requer uma infraestrutura local e uma disponibilidade deste combustível em cada país. O que posso dizer é que, para Portugal, importa sublinhar a escolha de Lisboa (Air France) e Porto (KLM) para a operação dos voos de médio curso mais sustentáveis de cada uma das companhias aéreas no âmbito do ‘Skyteam Sustainable Flight Challenge’ em maio de 2022. Esta iniciativa revela a atenção que o Grupo dedica a todos os mercados onde está presente a nível mundial e como desenvolve diferentes ações para continuar a explorar soluções que vão reduzir a pegada ambiental das suas operações.

Política de sustentabilidade

 A nível nacional, como avalia a Air France-KLM o caminho que a aviação e todo o setor do turismo está a fazer com vista à redução das emissões poluentes?

A nível europeu, penso que há uma grande sensibilização a este respeito e os diferentes stakeholders estão ativamente envolvidos na redução das emissões e da pegada de carbono das suas empresas. Porém, para que tenha um impacto real, especialmente em Portugal, é necessária uma determinação ainda mais forte de todas as partes interessadas.

Além deste programa, a Air France-KLM tem vindo a apostar na sustentabilidade. Como está a evoluir a política de sustentabilidade do grupo, nomeadamente em Portugal?

Ao longo de 2023, continuamos a trabalhar para descarbonizar todas as nossas atividades, visando atingir o Net Zero em 2050. Para cumprir essa trajetória, além das nossas iniciativas no âmbito do SAF, atuamos em diferentes frentes: acelerando a renovação da nossa frota com aviões de nova geração, facilitando e desenvolvendo a intermodalidade com a digitalização da jornada do cliente, etc. Estamos também comprometidos com as nossas responsabilidades sociais, o segundo pilar da nossa ambição. A diversidade e a igualdade de género são uma das principais prioridades do nosso grupo. A Air France-KLM está empenhada em ter 40% da Comissão Executiva e dos cargos de gestão do Grupo ocupados por mulheres até 2030. Naturalmente, estes objetivos aplicam-se tanto aos mercados nacionais como a todos os países onde operamos, incluindo Portugal.

A aposta na sustentabilidade é, contudo, cara. Quanto estima a Air France-KLM investir em sustentabilidade em Portugal, no próximo ano?

Não divulgamos esses números. Mas, certamente, este compromisso representa um forte investimento, indispensável para um desenvolvimento da nossa atividade coerente com os nossos objetivos e estratégia.

Outras estratégias e futuro

Outro dos pilares da política de sustentabilidade da Air FranceKLM é a renovação da frota, com aparelhos mais amigos do ambiente. Que aparelhos estão as companhias do grupo a utilizar nas suas operações em Portugal e qual é a previsão para o futuro?

A renovação da frota com aviões de nova geração, juntamente com a introdução de SAF e medidas operacionais (operações terrestres, ecopilotagem e outras iniciativas), é decisiva para conseguir voos mais sustentáveis. Por isso, pretendemos substituir os nossos Airbus A320, A330 e 777-200ER por modelos mais recentes e com baixo consumo de combustível, os nossos novos Airbus A220, A320/A321neo e A350 ou Boeing 787 são mais eficientes em termos de consumo de combustível, reduzindo até 25% as emissões de CO2 e o nível de ruído numa média de 33%. Até 2028, estes aviões representarão 64% da frota do Grupo Air France-KLM, graças a um investimento anual de dois mil milhões de euros. Portugal foi um dos países escolhidos para iniciar as operações do nosso novo A220 em dezembro de 2021 com a Air France. Para a KLM, utilizamos cada vez mais o Embraer 190, especialmente de/ para o Porto.

Que outras estratégias de redução das emissões está a Air France-KLM a usar em Portugal?

A estratégia global do Grupo é implementada em cada um dos mercados onde está implantado. Nesse aspeto, Portugal segue esta regra.

A nível governamental, uma das estratégias que têm vindo a ser usadas reside na colocação de taxas ambientais. Como olha a Air France-KLM para estas taxas, cumprem o objetivo para que foram criadas?

Embora os impostos não reduzam diretamente as emissões de CO2, a introdução de impostos, como o imposto sobre o combustível, só pode fazer sentido se forem implementados a nível global, para manter condições de concorrência equitativas a nível internacional. Os parâmetros principais devem ter em conta a quantidade de produção de SAF disponível globalmente e a acessibilidade a todos os intervenientes. Para disponibilizar os investimentos necessários para a descarbonização da aviação, é uma condição prévia que todas as receitas do imposto global sobre o combustível sejam utilizadas para tornar o setor mais sustentável – por exemplo, tornando os SAF mais acessíveis ou para promover as novas tecnologias.

Como vê a Air France-KLM o futuro da aviação em Portugal, vamos conseguir tornar a nossa aviação mais sustentável e chegar a 2050 com zero emissões de CO2?

Vemos vários stakeholders a tomar medidas em Portugal, isto é muito bem-vindo e vai ter um efeito positivo no futuro da aviação em Portugal. Estamos confiantes que, todos juntos, conseguiremos tornar a aviação em Portugal mais sustentável, contribuindo assim para atingir os nossos objetivos para 2050. Alcançar as metas será um trabalho coletivo. Temos um longo caminho pela frente, mas, na Air France-KLM, estamos a tomar medidas para que isso aconteça e também contamos com a ação de todas as partes interessadas relevantes.

*Entrevista publicada originalmente na edição 1502 do jornal Publituris.

Sobre o autorInês de Matos

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Dom Pedro Golf Vilamoura renova Old Course

O campo de golfe surge mais exclusivo e mais sustentável.

O Dom Pedro Golf Vilamoura está a realizar uma extensa renovação do Old Course para consolidar o seu lugar entre os melhores campos de Golfe da Europa.

Como resultado das renovações, o Old Course será transformado num clube de golfe Premium, com um serviço personalizado, concierge VIP e condições de jogo de classe mundial. Dentro do campo, as melhorias centraram-se na sustentabilidade, como parte de uma nova estratégia a longo prazo para torná-lo um dos campos mais ecológicos da Europa. De realçar os novos sistemas de aspersão e as variedades de relva resistentes à água para reduzir os consumos, as estações de hidropressores para reduzir o consumo de energia e a nova frota de máquinas 100% elétricas.

As mudanças estão a ser implementadas sem o campo encerrar, minimizando o impacto e colocando em primeiro lugar a experiência do cliente, prevendo-se que estas melhorias estejam concluídas até ao final de agosto.

Nuno Sepúlveda, Co-CEO da DETAILS – Hospitality, Sports, Leisure, a plataforma de gestão dos ativos de golfe em Vilamoura, explica que “as renovações do Old Course alinham-se com a visão de longo prazo de melhorar a qualidade, a sofisticação e a experiência do cliente. Estas melhorias têm como objetivo específico manter altos padrões nas instalações e serviços de golfe, e reforçar a imagem de Vilamoura como um destino de golfe de primeira classe”.

Após a conclusão das melhorias no campo, está prevista, para novembro, a abertura de um novo Clubhouse, que incluirá melhorias em todas as instalações, como a loja de golfe, a sala de estar, o restaurante, o bar e a área do terraço, conferindo-lhe um visual clássico e elegante, que realça o legado do campo.

“Todas renovações são meticulosamente planeadas para respeitar o design clássico e o legado do campo, enquanto introduzem melhorias que aprimoram a experiência geral de golfe. Ao equilibrar cuidadosamente o antigo com o novo, a renovação garante que o campo continue a ser um destino querido para os golfistas”, acrescenta Nuno Sepúlveda.

Os greens e fairways receberão manutenção cuidadosa, os bunkers serão aperfeiçoados com nova areia e as tee box terão um novo tipo de relva plantada, a relva Bermuda, o que vai permitir nivelar as raízes e tornar as tee box ambientalmente sustentáveis e de qualidade premium. Houve, também, uma transformação completa dos caminhos dos buggies, agora construídos em betão wall-to-wall. Um aspecto notável desta ação é a abordagem sustentável adotada: o betão retirado dos antigos caminhos foi triturado e reutilizado como base para os novos percursos, e a terra removida do solo durante esta intervenção foi armazenada, crivada e reutilizada no acabamento final.

A aparência geral do campo de golfe terá mais definição entre as áreas de jogo e a paisagem icónica entre os pinheiros. Esta definição terá um impacto significativo, tanto na aparência como na qualidade, sendo que com isto os fairways receberão mais luz solar.

Haverá ainda a requalificação do campo de prática e a introdução de tecnologia de última geração, possibilitando várias sessões de treino e experiências que atendem as expetativas mais elevadas de todos os golfistas.

Sobre o autorPublituris

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Comboio histórico do Vouga associa-se ao AgitÁgueda – Art Festival

A edição de verão do Comboio Histórico do Vouga, vai estar associada ao AgitÁgueda – Art Festival. A primeira viagem desta série única será já no próximo sábado, dia 13 de julho.

São oito viagens agendadas para todos os sábados, de 13 de julho a 31 de agosto. Esta iniciativa resulta de uma parceria estabelecida entre a CP, o Município de Águeda e a Junta de Freguesia de Macinhata do Vouga.

O itinerário da viagem começa na estação de Aveiro, às 13h45, com destino a Macinhata do Vouga, onde os passageiros terão a oportunidade de fazer uma visita guiada ao Museu Ferroviário. O percurso prossegue então para Águeda, onde os visitantes serão recebidos por um guia que os levará num passeio pela cidade para apreciar as obras de arte urbana que compõem o AgitÁgueda. A chegada a Aveiro está prevista para as 20h07.

Até ao dia 27 de julho, as viagens contarão com animação do AgitÁgueda, proporcionando uma experiência cultural e artística durante o percurso. A partir dessa data, os passageiros terão a oportunidade de visitar e admirar as obras de arte urbana resultantes do festival.

Refira-se que o comboio histórico do Vouga é tracionado pela locomotiva diesel CP 9004, uma peça histórica construída no final da década de 50 do século passado, que marcou o fim da era dos comboios de via estreita na Linha de Guimarães. O comboio é composto por cinco carruagens que são verdadeiras joias da história dos caminhos de ferro: Carruagem de varandim belga de 1908, oferecendo uma viagem nostálgica aos tempos áureos do transporte ferroviário; Carruagem alemã de 1925, que exemplifica a engenharia e design ferroviários do início do século XX; Carruagem construída pelos Caminhos de Ferro do Estado nas oficinas do Porto em 1913, representando o legado industrial português; Carruagem portuguesa do Barreiro, de 1908, que outrora percorria a pitoresca Linha do Corgo, entre Régua e Chaves; e ainda carruagem mista italiana, mostrando a diversidade e riqueza do património ferroviário europeu.

Os bilhetes para esta experiência são de 37 euros para adulto e 22 euros para crianças dos 4 aos 12 anos, e já se encontram disponíveis para venda nos canais habituais da CP.

 

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Produto “Solo Hotel” da Soltour cresce 25% em reservas no início do verão

O produto “Solo Hotel”, do operador turístico Soltour, com ofertas no mundo inteiro, registou um aumento de 25% nas reservas para o mês de julho, em comparação com 2023. Da mesma forma, as vendas cresceram 20,2%, refletindo um aumento de 30,4% nas despesas por passageiro.

A Soltour registou um aumento de 25% nas reservas de hotéis para o mês de julho, em comparação com 2023. Da mesma forma, as vendas cresceram 20,2%, refletindo um aumento de 30,4% nas despesas por passageiro.

O operador turístico continua a reforçar a sua oferta de pacotes de férias, como evidencia a disponibilidade do seu produto exclusivo “Solo Hotel”, com alojamento em hotéis de três e quatro estrelas a preços especiais, num total de 186 mil unidades distribuídas por todo o mundo, em 3.697 destinos.

“Este produto é mais um passo nos nossos esforços para alargar a oferta de viagens às agências, proporcionando uma opção exclusiva de ‘Solo Hotel’ a preços imbatíveis e condições únicas, adaptando-nos às necessidades dos clientes”, explica Luís Santos, diretor Comercial da Soltour para Espanha e Portugal.

Esta nova abordagem sublinha o empenho da Soltour em fornecer soluções flexíveis e personalizadas a todos os viajantes, assegurando que cada cliente encontra a opção perfeita para as suas férias.

Entre os destinos disponíveis, o operador turístico amplia as suas opções para os Estados Unidos e para a Ásia, bem como para as capitais europeias de Roma, Londres, Paris e Berlim. Além disso, o operador oferece preços competitivos para a Grécia e para o Chipre.

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Ano turístico vai ser melhor do que em 2023, mesmo com menor procura interna

O Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, prevê que o atual ano turístico vai ser melhor do que o de 2023, apesar de uma pequena baixa na procura por parte dos portugueses.

Victor Jorge

“Há aqui um conjunto de fatores que se conjugam e que vão garantir a perspetiva que temos de este ano ser um ano turístico melhor ainda que o ano de 2023”, disse Pedro Machado à agência Lusa, à margem de uma visita à Marina de Portimão.

Mesmo assim, o governante deu conta da “preocupação” manifestada pelos empresários do setor turístico algarvio quanto a “algum abaixamento da procura, sobretudo do mercado interno, do mercado nacional”.

Apesar desta “relativa baixa de procura” que se está a sentir neste momento, o governante acredita que “os mercados internacionais estão a reagir muito positivamente” e referiu dados sobre a evolução do turismo em junho obtidos na segunda-feira, que indicam o forte crescimento no setor.

Segundo Pedro Machado, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos da América são, neste momento, os países mais importantes para o turismo português, tendo ultrapassado a Espanha e a França e outros países mais próximos.

“Significa que há hoje uma apetência maior para estes mercados de longa distância”, concluiu o secretário de Estado do Turismo, acrescentando que Portugal está a “reforçar” as ligações aéreas com países como o México, a Coreia do Sul e o Egito.

Por outro lado, o responsável governamental congratulou-se por os consumos de água terem “vindo a baixar 12 a 13%, o que considera ser “a meta que tinha sido estabelecida” pelo Governo

Referindo-se a dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pedro Machado defendeu que o consumo de água tem estado a ser “ajustado”, tanto na agricultura como no setor urbano, que considera ser prioritário, e onde está incluído o setor turístico.

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ANAV considera positivo o Programa ‘Acelerar a Economia’, mas diz que não agiliza apoios às PME

A propósito do Programa “Acelerar a Economia – Crescimento, Competitividade, Internacionalização, Inovação e Sustentabilidade”, aprovado em Conselho de Ministros e apresentado pelo Primeiro Ministro no passado dia 4 de julho, a ANAV considera positivas as medidas, mas diz que é preciso ir um pouco mais longe nos apoios às PME.

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“Acelerar a Economia” contém medidas fundamentais para o desenvolvimento do setor do Turismo, mas segundo a ANAV – Associação Nacional de Agências de Viagens, não agiliza apoios essenciais às Micro, Pequenas e Médias Empresas.

Em nota de imprensa, a  ANAV congratula-se com o esforço e com o resultado final deste trabalho do Governo, em prol do desenvolvimento e aceleração da Economia nacional, e considera “muito positivas as medidas elencadas no programa “Acelerar a Economia” para o desenvolvimento do setor do Turismo, mas alerta para a existência de várias lacunas nas medidas que visam o apoio às Micro e PME, que são a esmagadora maioria das agências de viagens portuguesas, em especial no que se refere ao acesso aos fundos comunitários e a questões fundamentais de fiscalidade, que impactam pesadamente a tesouraria das empresas mais pequenas”.

Miguel Quintas, presidente da ANAV, salienta que “gostaríamos de ver maior facilidade e simplicidade no acesso aos fundos comunitários, que parecem estar, na sua maioria, direcionados para as grandes organizações, preterindo os pequenos negócios e pequenos empresários, os quais se debatem com grandes barreiras de acesso, nomeadamente em função da dimensão do investimento obrigatório e da complexidade burocrática das candidaturas”.

Por outro lado, refere que “acredito que podemos fazer um pouco mais em quatro áreas distintas, absolutamente necessárias para as agências de viagens: apoio nos Fundos de Tesouraria; apoio nas Linhas de Crédito; ajustamento na Segurança Social e redução dos Custos de Contexto e Tributações Autónomas”.

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Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra toma posse

Promover a participação e o envolvimento dos agentes turísticos no desenvolvimento integrado e sustentável do concelho e contribuir para a valorização da oferta turística e a consequente promoção do destino Sesimbra são alguns dos objetivos do Conselho Municipal do Turismo, que acaba de tomar posse.

Publituris

Com funções exclusivamente consultivas, o Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra, que acaba de tomar posse e realizou a sua primeira reunião, envolve 26 entidades, que têm como caminho comum a evolução da situação turística do município.

“O importante é que possamos ter um espaço onde possamos apontar os caminhos para as soluções de um turismo que se quer cada vez melhor, mais sustentável e de qualidade para o concelho de Sesimbra”, adiantou o presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Francisco Jesus, citado em notícia publicada na página oficial da autarquia.

A criação do Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra é, segundo Argentina Marques, vereadora do Turismo, “um pontapé de saída para termos uma estratégia comum com todas as entidades que estão neste território de Sesimbra e nesta Área Metropolitana de Lisboa”.

A Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa considera que a valorização e promoção da oferta turística de Sesimbra é fundamental para a região. A presidente da ERT-Região de Lisboa, Carla Salsinha, defende ainda que o Conselho Municipal do Turismo “vai ser seguramente um dos motores de qualificação do turismo de Sesimbra”, na medida em que pode ajudar a definir a estratégia “de como é que Sesimbra se quer afirmar no contexto dos 18 municípios da região de Lisboa”.

O Conselho Municipal de Turismo de Sesimbra volta a reunir a 4 de setembro para o início dos trabalhos e estudo das diversas matérias relacionadas com as estratégias para o desenvolvimento do turismo do concelho.

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Turismo europeu com novos máximos, com Portugal em destaque

Segundo a análise mais recente da European Travel Commission (ETC), as chegadas e dormidas ultrapassaram os números de 2019 no primeiro semestre de 2019. Portugal aparece destacado, indicando ainda a ETC que os turistas deverão gastar mais 800 mil milhões de euros, em 2024 à medida que os planos dos viajantes estão cada vez mais diversificados.

Victor Jorge

O setor do turismo na Europa continua no trilho da recuperação no segundo trimestre de 2024, com as chegadas internacionais a crescerem 6% face a igual período de 2019, enquanto as dormidas registam uma evolução de 7% face a igual período do ano pré-pandemia, sendo que relativamente ao período homólogo de 2023 os incrementos são ainda mais assinaláveis: +12% 1 10%, respetivamente.

Na última edição do relatório trimestral da ETC, os dados indicam que tanto os destinos tradicionais como os não tradicionais do Sul da Europa e do Mediterrâneo continuam a ser as escolhas mais populares para os turistas na Europa. Registaram-se aumentos notáveis nas chegadas, em comparação com os níveis de 2019, em destinos menos conhecidos, como Sérvia (+40%) e Bulgária (+29%), bem como em destinos favoritos de longa data incluindo Malta (+37%), Portugal (+26%) e Turquia (+22%), considerando a comissão que “o sucesso contínuo destes destinos deve-se, em parte, à sua oferta comum de experiências e a condições climatéricas geralmente favoráveis”.

Os países nórdicos também revelam uma atração crescente, com as dormidas de estrangeiros a aumentarem na Dinamarca (+38%), Noruega (+18%) e Suécia (+9%), revelando “um sucesso crescente fora do Sul da Europa e em destinos relativamente mais caros”.

Em contrapartida, a região do Báltico continua a debater-se com dificuldades, com a Letónia (-24%), a Estónia (-16%) e a Lituânia (-15%) a registarem ainda chegadas internacionais muito abaixo de 2019.

Miguel Sanz, Ppesidente do ETC, considera ser “encorajador ver a crescente diversificação do panorama do turismo europeu neste trimestre”. O responsável pela ETC, cargo que já foi ocupado pelo português Luís Araújo, refere ainda que “este facto beneficia tanto os destinos emergentes como os pontos de interesse estabelecidos que podem potencialmente enfrentar uma sobrelotação. Além disso, o aumento do número de turistas em zonas menos conhecidas ajudará as pequenas empresas que ainda estão a recuperar da pandemia ou que se debatem com o aumento dos custos operacionais devido ao atual contexto económico”.

Custos e pessoal dificultam recuperação
Contudo, nem tudo são boas notícias, já que são vários os desafios que o setor das viagens enfrenta. Os profissionais do turismo ouvidos pela ETC referem como principais problemas o aumento dos custos de alojamento, das operações comerciais e dos voos, bem como a escassez de pessoal. Apesar do seu impacto contínuo, estes desafios diminuíram em comparação com o trimestre anterior.

Com os aumentos dos custos das empresas a conduzirem a um aumento geral das despesas de viagem, a ETC prevê que os visitantes gastem 800,5 mil milhões de euros na Europa este ano, mais 13,7% do que no ano passado. Esta evolução resulta do aumento dos preços de exploração, do regresso de turistas com despesas elevadas da região da Ásia-Pacífico e da forte procura de eventos e de viagens combinadas de negócios e lazer. O setor do alojamento, por sua vez, beneficiou especialmente no primeiro semestre do ano, com uma subida de 5,4% nas receitas por quarto disponível e de 1,8% nas taxas de ocupação.

Os aumentos mais significativos nos gastos dos viajantes, no acumulado do ano, registam-se em Espanha (25%), Grécia (25%), Itália (20%) e França (16%). Outros países, como a Croácia, a Bulgária e a Roménia, esperam ver estadias médias mais longas em 2024 do que no ano anterior, o que também resultará num aumento das receitas do turismo.

Diversificação como impulsionadora do turismo europeu
O relatório identifica uma diversificação crescente do turismo europeu, com os destinos emergentes e os mercados emissores a aumentarem a sua quota de mercado. Entre os fatores que contribuem para esta tendência contam-se “a procura de destinos não tradicionais com uma boa relação qualidade/preço, o regresso dos viajantes da região Ásia-Pacífico e a crescente disponibilidade de viagens de comboio”, refere a ETC.

Embora os EUA continuem a ser o mercado emissor de longo curso com melhor desempenho, regista-se um aumento notável dos mercados da Ásia Oriental, especialmente da China. “As cidades europeias estão a revelar-se particularmente atraentes para os visitantes chineses, uma vez que se espera que a China se torne o mercado emissor de destinos urbanos com crescimento mais rápido em 2025, ultrapassando os EUA”.

Verifica-se também um aumento do número de viajantes que optam por viagens fora de época e por destinos menos conhecidos, impulsionados pela procura de uma boa relação qualidade/preço e de experiências únicas e autênticas. Em particular, a Albânia e o Montenegro registaram um aumento notável da quota de mercado, com um aumento de 86% e 31%, respetivamente, desde 2019.

O crescente interesse em viajar fora dos circuitos habituais também se reflete nas pesquisas online para viagens na Europa, que destacaram o apelo dos cenários naturais das ilhas, como a Madeira, em Portugal, e Magerøya, na Noruega, com ambos os destinos a registarem um aumento correspondente nas chegadas e nas dormidas.

A sustentabilidade foi um dos principais fatores de reputação positiva para os destinos neste trimestre, enquanto o discurso mais negativo se centrou nos impactos sociais e ambientais da sobrelotação nos locais de turismo tradicionais.

Ao mesmo tempo, o aumento da capacidade ferroviária está a abrir a porta aos viajantes para explorarem novas experiências e destinos. A empresa ferroviária nacional da Alemanha – Deutsche Bahn -, por exemplo, registou um aumento de 21% nas rotas internacionais entre 2019 e 2023, beneficiando principalmente os países vizinhos. Os serviços do Eurostar regressaram aos níveis de passageiros anteriores à pandemia e o operador ferroviário espanhol Renfe informou ter vendido 500 mil bilhetes nos seis meses seguintes ao lançamento da sua linha internacional para França.

De referir que estes três operadores têm planos para aumentar a capacidade nos próximos anos, o que realça a importância crescente dos caminhos-de-ferro no turismo europeu.

Foto: Depositphotos.com
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Enoturismo

Candidaturas aos “Best of Wine Tourism 2025” decorrem até 17 de julho

Os “Best of Wine Tourism” distinguem serviços de enoturismo que se diferenciem pela excelência das instalações, qualidade do acolhimento, originalidade e inovação da oferta.

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Decorre até ao dia 17 de julho, mais uma edição do concurso para atribuição dos prémios Best Of Wine Tourism Awards, uma iniciativa desenvolvida desde 2003 pela Great Wine Capitals Global Network – Rede Internacional de Capitais de Grandes Vinhedos, na qual o Município representa o Porto e as regiões vinícolas do Douro e Vinhos Verdes.

As entidades que promovam atividades de enoturismo na região do Porto, Douro e Vinhos Verdes podem concorrer a estes prémios em sete categorias distintas: Alojamento, Arquitetura e Paisagem, Arte e Cultura, Experiências Inovadoras, Práticas Sustentáveis, Experiências Gastronómicas e Serviços de Enoturismo.

Serão premiados os serviços de enoturismo que se diferenciem pela excelência das instalações, qualidade do acolhimento, originalidade e inovação da oferta, em cada uma das referidas categorias.

Numa segunda fase, o vencedor de cada categoria entra na competição internacional, sendo candidato a um prémio global, atribuído por um júri composto por representantes das cidades/regiões membro desta rede: Adelaide-South Australia (Austrália), Bilbao-Rioja (Espanha), Bordeaux (França), Cape Town-Cape Winelands (África do Sul), Hawke’s Bay (Nova Zelândia), Lausanne (Suíça), Mainz-Rheinhessen (Alemanha), Mendoza (Argentina), Porto (Portugal), S. Francisco-Napa Valley (EUA), Valparaíso-Casablanca Valley (Chile) e Verona (Itália).

O vencedor internacional será divulgado no jantar de encerramento da Assembleia Geral Anual das Great Wine Capitals, que este ano se realiza de 20 a 24 de outubro, em Verona (Itália).

Irá ainda decorrer o People’s Choice Award, para que o público, através de plataforma online, possa também votar no preferido.

A cerimónia oficial de entrega destes prémios vai ocorrer no Porto, em fevereiro de 2025.

De referir que este concurso constitui uma oportunidade para as entidades promoverem e comunicarem a sua marca nos setores do turismo e do vinho, pela atenção mediática dada à competição e aos seus premiados. Os vencedores do concurso beneficiam, ainda, da possibilidade de integrar esta rede de enoturismo de âmbito mundial e usufruir da partilha de experiências e de boas práticas.

“O enoturismo é um segmento privilegiado na nossa estratégia para o desenvolvimento e sustentabilidade do destino, pela relevância que tem para a promoção dos nossos vinhos e paisagens, mas também para o desenvolvimento económico e cultural de toda a região”, refere a vereadora do Pelouro do Turismo e da Internacionalização.

Catarina Santos Cunha considera, por isso, que “que estes prémios são uma oportunidade ímpar para reconhecer e celebrar a excelência e a inovação da nossa oferta de enoturismo, e de posicionar o Porto e a região como destino enoturístico de referência a nível mundial”.

O formulário de candidatura e as regras do concurso podem ser consultados aqui.

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Distribuição

Solférias reforça oferta para o Sal com dois voos charter de réveillon

O operador turístico Solférias, em colaboração com os seus parceiros habituais (Soltrópico e Abreu) anuncia o reforço da sua programação para a ilha do Sal (Cabo Verde) com dois voos especiais charter de réveillon, com saídas de Lisboa e do Porto.

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Para a Solférias, que desde a primeira hora apostou em Cabo Verde e se tornou no grande especialista na programação para este destino, reforça a sua aposta e prepara uma completa oferta para o réveillon 2024/2025, neste caso, na ilha do Sal.

Além da sua programação de inverno 24/25 em voos regulares TAP e Cabo Verde Airlines, o operador turístico lançou esta quinta-feira no mercado, e em colaboração com os seus parceiros habituais (Soltrópico e Abreu) dois voos especiais charter de réveillon, à saída de Lisboa e do Porto.

O voo charter do Porto parte a 26 de dezembro e tem regresso marcado para o dia 2 de janeiro, enquanto o de Lisboa sai a 27 de dezembro, com regresso previsto a 3 de janeiro de 2025. Ambas as operações serão realizadas com a companhia aérea Privilege Style em A321 com 214 lugares em classe económica. Todos os programas já se encontram disponíveis para reserva.

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Meeting Industry

“A BTL 2025 será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição”, revela organização da feira

Conhecida a posição da APAVT relativamente à não participação na BTL 2025, Pedro Braga, diretor-geral dos Eventos Próprios do CCL – FIL, considera que “a participação nas mesmas condições em termos do espaço anteriormente ocupado se tornou inviável pelos compromissos entretanto assumidos com outros expositores”. Contudo, esperando que “no futuro voltem a estar reunidas as condições para um entendimento que permita o regresso da APAVT à BTL”, a organização diz estar a registar “um aumento muito acentuado da procura de espaço por parte das empresas do setor da distribuição”.

Victor Jorge

Depois de conhecida a decisão da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) de não participar na Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL 2025, Pedro Braga, diretor-geral dos Eventos Próprios do CCL – FIL, “lamenta” a posição da associação, tendo em conta que “a APAVT sempre foi um parceiro estratégico da BTL, que em muito contribui para o sucesso e crescimento do maior e melhor evento do setor do turismo em Portugal”, esperando, contudo, que “no futuro voltem a estar reunidas as condições para um entendimento que permita o regresso da APAVT à BTL”.

Sabendo-se que o espaço ocupado pela APAVT era o maior stand privado da feira, Pedro Braga refere que “serão encontradas soluções que permitirão mitigar e até superar, em termos da área da distribuição presente, a oferta habitualmente disponível”.

“Estamos sempre disponíveis para o diálogo, mas, neste momento, e atenta a posição que nos foi comunicada pela APAVT, consideramos que a participação nas mesmas condições em termos do espaço anteriormente ocupado se tornou inviável pelos compromissos entretanto assumidos com outros expositores”, assinala o responsável pelo Eventos Próprios do CCL – FIL.

Apesar desta posição da APAVT, Pedro Braga indica que, até ao momento, “registamos um crescimento muito acentuado por parte das empresas de distribuição para a edição de 2025 da BTL”.

“Para além da muito valiosa e importante presença da APAVT, a BTL sempre contou com muitos outros expositores na área da distribuição que habitualmente ocupam uma área de 5.000m2 de oferta no B2C”, frisa Pedro Braga.

A mais de sete meses do arranque da feira, que se realiza de 12 a 16 de março na FIL, o responsável pelo evento destaca que, para 2025, “estamos a registar um aumento muito acentuado da procura de espaço por parte das empresas do setor da distribuição”, referindo que “alguns destes expositores são associados da APAVT, que já tinham espaço próprio fora do stand da APAVT, e que, neste contexto, nos têm contactado para aumentar o seu espaço para a BTL 2025. Outros, são expositores que habitualmente marcavam presença através da APAVT e que agora manifestam interesse em assegurar diretamente a sua presença na BTL”. Além disso, diz Pedro Braga, “registamos ainda uma significativa procura por parte de novas empresas do setor que reconhecem na BTL uma plataforma fundamental para as suas vendas e crescimento”.

Por isso, afirma que a BTL 2025 “será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição, o que permitirá aos visitantes, que já reconhecem na BTL o seu momento anual de compra de férias, encontrar as melhores ofertas e os melhores destinos”.

“Não obstante, e porque reconhecemos e valorizamos o trabalho desenvolvido pela APAVT, reiteramos a nossa total disponibilidade e interesse para viabilizar uma presença institucional, enquanto representante dos seus associados, na maior montra do setor do turismo em Portugal”, conclui Pedro Braga.

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