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Casa 1923 volta a ganhar vida no coração de Faro

A Casa 1923, no coração de Faro (Algarve) volta a abrir portas, 100 anos depois da sua construção, agora renovada, com novas valências, mas fiel ao desenho original, aos materiais e aos elementos decorativos da época.

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A Casa 1923, no coração de Faro (Algarve) volta a abrir portas, 100 anos depois da sua construção, agora renovada, com novas valências, mas fiel ao desenho original, aos materiais e aos elementos decorativos da época.

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Vânia Brito Fernandes, algarvia, arquiteta, quis fazer desta a sua morada, consciente do desafio que seria a recuperação do edifício raro na cidade de Faro, de estilo Arte Nova, com elementos decorativos Art Déco. Assim, a PAr – Plataforma de Arquitectura, a qual a proprietária integra, assinou o projeto de renovação e ampliação do edifício sem comprometer a sua identidade e com recurso aos materiais tradicionais da região.

Manteve-se a volumetria do edifício e a distribuição, a partir de um corredor central, a espinha dorsal da casa, tal como na planta original. No piso térreo, surge a casa nuclear, constituída por cozinha equipada, salas de estar e de jantar e dois estúdios (T0 e T1). No pátio, preservou-se o poço e plantou-se uma horta. No piso superior, contam-se mais dois quartos e uma assoalhada comum, transformada numa cozinha e sala polivalente (T2). É aí que está instalada a piscina, no mesmo local onde, outrora, foi o tanque da Horta do Colégio dos Jesuítas.

A paleta de cores respeitou as tonalidades originais dos interiores, em rosa velho, branco e com apontamentos preto e bordeaux. A decoração é minimalista e acolhedora e sobressai o mobiliário desenhado pela PAr, assim como a iluminação, que contrastam com os elementos de época reconstituídos, como as portas e janelas, as serralharias trabalhadas com desenhos orgânicos, os vitrais, os frisos e florões em gesso, a escaiola nas paredes, os azulejos com motivos geométricos ou florais, os ladrilhos hidráulicos, o mármore com veios rosados, as ferragens de latão. No isolamento, recorreu-se à cortiça. Não faltam comodidades, como o ar condicionado, televisão e wifi.

A Casa 1923 ganhou versatilidade, os ambientes adaptam-se às necessidades da vida quotidiana ou do trabalho. O aproveitamento dos materiais – azulejos, pedras, madeiras – e o recurso aos fornecedores e artesão locais são determinantes para a sustentabilidade do projeto.

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Emprego e Formação

AHETA mantém aposta na formação de ativos

A AHETA continua a apostar na formação profissional dos seus ativos para 2024/2027, tendo, para esse efeito, apresentado uma candidatura ao Programa de Financiamento do Fundo Social Europeu “Ações de Formação Modulares Certificadas”.

Tendo estabelecido um protocolo de colaboração com a Competir, empresa especializada e certificada na área de formação profissional, a AHETA apresentou uma candidatura ao Programa de Financiamento do Fundo Social Europeu “Ações de Formação Modulares Certificadas”.

Esta candidatura prevê que os funcionários e colaboradores das empresas associadas da AHETA possam beneficiar de formação no sentido de melhorar as suas competências e desempenho, nas áreas de turismo e lazer, imagem pessoal e comunicação com o cliente, atendimento-técnicas de comunicação, primeiros socorros, ambiente, segurança, higiene e saúde no trabalho, HCCP, língua portuguesa e estrangeiras, tecnologias de informação e comunicação, entre outras, bem como formação à medida enquadrada no levantamento de necessidades dos nossos associados.

Em paralelo, a Associação irá disponibilizar “Formação Emprego + Digital” em meios de comunicação digital, cibersegurança, folha de cálculo, gestão informatizada de documentos, escritório eletrónico, atendimento não presencial ao cliente, literacia digital-iniciação, técnicas de marketing digital e gestão das redes sociais, entre outras, que visa especialmente a melhoria nas competências digitais dos colaboradores de todos os nossos associados.

Ao desenvolver todos estes programas de formação, em colaboração com a Competir, empresa com 31 anos de experiência a atuar no mercado, “estaremos a dar passos significativos para a melhoria dos serviços a prestar aos nossos turistas e visitantes, contribuindo igualmente para o reforço de competências das nossas equipas”, refere a AHETA em nota de imprensa.

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Consórcio estuda criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha

Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol uniram esforços para estudar a criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha.

Seis empresas – Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol – uniram forças para enfrentar os principais desafios da implantação da aviação movida a hidrogénio em Espanha.

Esta é a primeira vez que uma colaboração reúne toda a cadeia de valor, desde a produção de energia primária até às operações em terra com hidrogénio, com duas companhias aéreas a bordo e numa rede completa de aeroportos ao mesmo tempo.

Esta colaboração proporcionará aos parceiros uma visão holística da aeronave movida a hidrogénio e da forma como esta pode ser integrada no ecossistema aeroportuário.

Em comunicado, o consórcio informa que “não se centrará apenas no abastecimento e nas infraestruturas de hidrogénio, mas também nos requisitos específicos das operações em terra nos aeroportos”. O objetivo final é promover e apoiar o crescimento do ecossistema da aviação a hidrogénio em Espanha.

“Na Airbus, a descarbonização da aviação é um dos nossos objetivos mais importantes e a implantação de aeronaves comerciais movidas a hidrogénio com o seu ecossistema é uma dessas alavancas fundamentais. Dado o grande potencial da Espanha em termos de energias renováveis e produção de hidrogénio com baixo teor de carbono, é essencial que a indústria da aviação como um todo colabore para garantir uma futura cadeia de abastecimento de hidrogénio de ponta a ponta até aos aeroportos”, afirma Karine Guenan, vice-presidente do Ecossistema ZEROe da Airbus.

Do lado da Aena, a diretora de Sustentabilidade, Ana Salazar, acrescenta que “a descarbonização do setor do transporte aéreo é uma prioridade para a Aena”, considerando ainda que esta colaboração “permitir-nos-á compreender melhor como se poderá materializar no futuro o processo de fornecimento de hidrogénio aos aeroportos espanhóis, a fim de estabelecer um roteiro para enfrentar os principais desafios apresentados pela introdução deste novo vetor energético em ambiente aeroportuário”.

María José Sanz, diretora de Qualidade e Ambiente da Air Nostrum, explica, por sua vez, que o compromisso é de “estar ao lado dos criadores de novas tecnologias destinadas a descarbonizar o transporte aéreo. Como companhia aérea regional, podemos ser relevantes no projeto porque temos as condições necessárias para nos tornarmos os primeiros implementadores da tecnologia do hidrogénio, graças à dimensão dos nossos aviões e à distância média que voamos”.

Teresa Parejo, diretora de Sustentabilidade da Iberia, destaca que “a colaboração entre os diferentes atores é necessária para avançar na descarbonização do setor”, admitindo que “o hidrogénio fará previsivelmente parte do futuro da aviação, que virá mais tarde e complementará o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis; para alcançar esse futuro, temos de começar a dar os primeiros passos agora”.

Andrés Suárez, Global Strategy & Innovation Lead da Exolum, refere que a empresa está “comprometida com o desenvolvimento e operação de infraestruturas que contribuam para impulsionar a transição energética e a descarbonização da mobilidade aérea em todas as suas áreas e, especialmente, com a implantação do hidrogénio como uma solução energética futura para o sector”.

Luis de Oyarzabal, diretor sénior de Novos Negócios da Repsol, termina assinalando que o hidrogénio renovável é “fundamental na nossa estratégia de descarbonização. Não só o utilizaremos nas nossas aplicações industriais, como também prevemos o seu potencial no domínio da mobilidade. Para promover este mercado, consideramos essencial colaborar com os melhores parceiros, reunidos neste centro, para tirar o máximo partido da oportunidade que temos”.

Refira-se que a Airbus lançou o programa “Hydrogen Hub at Airports” para promover a expansão da infraestrutura de hidrogénio na aviação. Até à data, foram assinados acordos com parceiros e aeroportos em 13 países, incluindo Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Nova Zelândia, Noruega, Singapura, Espanha, Coreia do Sul, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

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Parque Aquático de Amarante investe 2M€ em novas atrações ao celebrar 30 anos

O Monster Lotus e o Vertigem são os dois novos escorregas de assinatura que fazem agora parte do leque de atrações do Parque Aquático de Amarante, que atrai ao município mais de 220 mil pessoas por ano, número que deverá crescer, significativamente, esta temporada, depois do investimento realizado, orçado em cerca de dois milhões de euros, no ano em que celebra o seu 30º aniversário.

Helder Silva, diretor geral do Parque Aquático revela que “um projeto desta dimensão, que celebra este ano 30 anos, tem, obrigatoriamente, que se ir renovando anualmente”, para acrescentar que “isso implica estar atento às novidades do setor e ter recursos humanos e financeiros que nos permitam investir naquilo que sentimos que são as necessidades dos nossos visitantes”, projetando uma época balnear fervorosa. As reservas já estão disponíveis, online, com preços dinâmicos, que incluem descontos que podem ir até aos 40% face ao preço de tabela.

Com 130 metros de comprimento, o Monster Lotus, um escorrega com boias triplas, ideal para partilhar aventuras com amigos e familiares, torna-se, a partir deste verão, no maior escorrega do Parque Aquático de Amarante, prometendo descidas hilariantes repletas de diversão. Já os mais destemidos poderão optar por uma experiência em queda livre, feita em velocidade foguete, no Vertigem, com 15 metros de altura. A estas novidades, juntam-se, ainda, aumentos significativos de áreas verdes, mais espaços de restauração e uma nova zona de solário bem como uma aposta rigorosa na animação diária do parque nortenho, num investimento próximo dos dois milhões de euros.

No ano em que celebra 30 anos de vida, o Parque Aquático de Amarante, atualmente com mais de 20 atrações, incluindo sete piscinas, estima receber um número diário de visitantes próximo dos três mil. O balanço destas décadas, segundo o diretor-geral, é “francamente positivo”, destacando a trilogia – inovação, social e económico – como os principais aliados do sucesso alcançado.

“Desde o início que mostramos ser inovadores, primeiro pelo conceito e, depois, pelo espírito audacioso que sempre tivemos, com a aposta em novidades distintivas, que fazem deste parque uma referência além-fronteiras”, defende o responsável que avança que “somos um elemento criador de emprego e formação, sobretudo junto das camadas mais jovens, e um dos principais impulsionadores da sustentabilidade na região, adotando medidas que vão ao encontro das preocupações ambientais e que promovam a inclusão social”, afirma Helder Silva.

No que respeita ao impacto económico, os efeitos são, também, visíveis, com um crescimento significativo do número de visitantes por temporada. “Há meros seis anos, teríamos cerca de 140 mil visitantes, enquanto atualmente temos mais de 220 mil por temporada”, que se estende até 15 de setembro, continua o responsável, que destaca a construção da piscina de ondas e o alargamento realizado, em 2019, como os investimentos principais para a reputação atual do Parque Aquático de Amarante, que o colocam ao lado de outros parques de renome na Europa.

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Vhils inaugura novo mural em Bruxelas com apoio do Turismo de Portugal

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, contou com o apoio do Turismo de Portugal e é o mais recente exemplo de como a arte urbana por ser um atrativo turístico

O artista e pintor português Vhils inaugurou um novo mural em Bruxelas, que contou com o apoio do Turismo de Portugal, naquele que é o mais recente exemplo do apoio que o instituto tem vindo a dar à arte e à arte urbana nacionais, como “forma de reforçar a visibilidade e a diferenciação do país”.

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, retrata um rosto feminino que, nas palavras do artista, contempla o futuro da Europa e a sua diversidade, fruto de várias revoluções democráticas, incluindo a portuguesa revolução dos cravos.

“Este projeto em particular eleva aspetos relevantes da identidade nacional, pelo que é um projeto que nos orgulha duplamente ter apoiado”, afirma Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal.

Segundo o Turismo de Portugal, o facto de Portugal ser um país com uma “enorme diversidade histórica, cultural e artisticamente influente” permite que o turismo desempenhe um “importante papel na afirmação e divulgação internacional da arte e dos artistas portugueses em estreita ligação com a oferta turística associada ao destino Portugal”.

“O trabalho do Vhils é um excelente exemplo da arte que a todos toca, expressando nas suas obras uma reflexão particular e irreverente sobre os lugares, as memórias, a história, ou a humanização, deixando uma marca indelével na cultura urbana em Portugal e a nível mundial”, acrescenta o Turismo de Portugal, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

O turismo cultural é uma das tendências que cada vez mais atrai viajantes de todo o mundo, em busca de experiências genuínas, locais, enriquecedoras e inspiradoras, motivo pelo qual o Turismo de Portugal tem vindo a apoiar diversas iniciativas artísticas, a exemplo dos “Murais da Liberdade”, “Muro dos Oceanos”, “Portugal Manual – Curated Cultural Experiences”, ”SketchTour Portugal”, Tours Literários Portugueses e “Viagem a Portugal Revisited”, entre outras.

O Turismo de Portugal considera que “a arte urbana em Portugal tem-se destacado nos últimos anos enquanto expressão cultural vibrante e um poderoso motivo de atração turística”, uma vez que esta é uma “forma de arte que combina audácia e criatividade e que tem estado a revitalizar a cena cultural em várias cidades portuguesas, tornando-as mais atrativas para os viajantes”.

 

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APAVT está fora da BTL 2025

A Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo (APAVT) não participará na próxima BTL, feira que se realiza de 12 a 16 de março de 2025.

A Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo (APAVT) está, nesta altura, fora da Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL 2025.

O Publituris confirmou esta decisão junto do presidente da associação, Pedro Costa Ferreira, que confirmou que “as condições financeiras que a BTL nos exigiu não permitem a continuidade da nossa presença”.

Questionado se esta posição poderá ser revertida, o presidente da APAVT afirma que “face ao histórico do processo, e aos argumentos da BTL, não vejo como poderemos regressar”, admitindo que, no que diz respeito à não participação de operadores e agentes de viagem, “parece-me óbvio que perderemos todos, incluindo a feira e os consumidores”.

Com a BTL a dividir-se entre três dias dedicados ao mercado B2B e dois (fim de semana) ao consumidor final (B2C), e face à possibilidade de os associados da APAVT perderem um ponto importante de venda, Pedro Costa Ferreira considera que “cada associado saberá reagir, de acordo com os seus objetivos e estratégia comercial. Todos eles, como nós, estão habituados a transformar eventuais problemas em soluções”.

Questionado se a APAVT poderá mudar a sua posição, o presidente da associação respondeu: “A APAVT não tomou uma posição, apenas não conseguiu satisfazer as exigências financeiras da BTL”.

Recorde-se que na BTL 2024, o stand da APAVT foi o maior espaço privado, com uma área de 1.200 metros quadrados, contando com a presença de 80 expositores, incluindo nove operadores turísticos, 60 agências de viagens, duas empresas de rent-a-car, companhias aéreas e DMC.

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Objetivo da limehome é chegar às 500 unidades no Porto e expandir no resto do país

A limehome, operadora de apartamentos turísticos na Europa, anuncia a sua atividade em Portugal com cinco novas propriedades no Porto e em Évora, com um total de 48 apartamentos. O objetivo é alcançar rapidamente as 500 unidades na Invicta e expandir no resto do país. A carteira europeia cresce em 800 unidades no primeiro trimestre de 2024.

“Continuamos em busca de parceiros, tal como de novas propriedades em Portugal e, especificamente, na área metropolitana do Porto”, refere Xulio Rey, responsável pela expansão da limehome no nosso país e Espanha”, para avançar que “prosseguimos o ambicioso objetivo de alcançar rapidamente as 500 unidades aqui e queremos crescer no país”. O responsável reconhece que, com a maior popularidade de alojamentos alternativos à oferta hoteleira tradicional, há um aumento da procura por este tipo de estadia, especialmente por quem prefere uma experiência mais autêntica e local.

Uma majestosa casa tipicamente portuguesa, no nº 204 da Rua de Dom Manuel II, na cidade do Porto, integra 8 unidades numa localização estratégica, a poucos minutos a pé do centro histórico da cidade. A proximidade com o Palácio de Cristal, e seus jardins, faz dela o local ideal para quem quer assistir aos diversos eventos que ali se organizam. A renovação do edifício foi coordenada para manter elementos arquitetónicos distintivos, como tetos e janelas, preservando a sua essência, ao mesmo tempo que oferece todo o conforto de um apartamento contemporâneo.

A limehome está, também, na Rua Conceição 55, no coração da cidade e a poucos minutos a pé das grandes atrações turísticas. Rodeada por ruas cheias de restaurantes, bares, lojas e encantadores becos, esta localização conta com um total de 17 apartamentos de design moderno e cuidado.

Em Évora, estão contratadas três novas propriedades, num total de 23 unidades. Dois destes projetos têm lugar na Rua de Machede, e o terceiro é no Largo dos Penedos. Estrategicamente localizados, os apartamentos oferecem um bom acesso aos pontos mais emblemáticos da cidade e proporcionam aos hóspedes a oportunidade de explorar Évora a pé, mergulhando no seu encanto histórico e cultural. Todas as propriedades têm piscina, tornando-se perfeitas para descansar em dias quentes.

A nível internacional, a limehome aumentou a sua carteira em quase 14% no primeiro trimestre de 2024. No final de março, a empresa tinha assinado contratos relativos a um total de 800 novos apartamentos, elevando assim a sua carteira europeia a ultrapassar os 6.800 apartamentos. Além de Portugal, a maioria dos novos contratos de arrendamento estão em Espanha, Áustria e Itália.

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‘Sorraia Fest’ reúne o melhor da Cultura Equestre

O ‘Sorraia Fest’ está de regresso, de 12 a 14 de julho, e promete levar à Reserva Natural do Cavalo Sorraia, em Alpiarça, a beleza da Arte Equestre, num dos cenários mais bonitos do Ribatejo, e que se dedica à preservação desta espécie única no nosso país.

Este evento anual, que tem vindo a ganhar cada vez mais reconhecimento pela sua atmosfera festiva e ligação à Cultura Equestre, promete três dias de diversão e entretenimento, com provas de equitação, atividades ligadas à tradição, assim como, atividades e animações especiais para as crianças, garantindo diversão para toda a família.

Organizado e promovido pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia de Alpiarça, o ‘Sorraia Fest’ conta com um programa diversificado, desde espetáculos de folclore a atuações de DJ’s e música ao vivo. Com foco principal na Arte Equestre, uma imagem de marca da cultura ribatejana, este evento terá provas equestres, picarias e demonstração de forcados, sem nunca esquecer a gastronomia local, que estará representada com degustação de vinhos, e nas tasquinhas com os pratos da cozinha e doçaria tradicionais de Alpiarça.

Nos últimos anos, o ‘Sorraia Fest’ tem crescido em popularidade, atraindo um público significativo de toda a região, tornando-se numa tradição já bem enraizada no concelho. Nesse sentido, Sónia Sanfona, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, não tem dúvidas de que “o ‘Sorraia Fest’ é a festa que celebra as tradições ribatejanas e a singularidade das nossas gentes. Traz-nos o melhor da Cultura Equestre, e ao mesmo tempo, possibilita a quem nos visita saber mais acerca desta espécie primitiva e única que é o Cavalo Sorraia, e o que tem sido feito ao longo dos anos para a mantermos e preservarmos.”

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Espanhola Paradores vai contar com plataforma de gestão hoteleira da Minsait

A empresa tecnológica Minsait vai ajudar a Paradores espanhola a enfrentar de forma eficaz os desafios colocados pela digitalização no setor do turismo. A sua plataforma de gestão hoteleira vai facilitar a adaptação rápida e eficiente da empresa pública de turismo às inovações tecnológicas.

A Minsait, empresa de transformação digital da Indra, e a Paradores, cadeia hoteleira com cerca de uma centena de estabelecimentos hoteleiros em Espanha, anunciam a assinatura de um acordo para a implementação da plataforma tecnológica de gestão hoteleira PMS e PoS na empresa pública de turismo. O objetivo é melhorar a gestão das suas operações, agilizar o sistema de reservas e facilitar a sua adaptação às inovações tecnológicas do setor de forma mais rápida e eficiente.

O projeto, que tem uma duração prevista de 24 meses e inclui mais 60 meses de serviço, irá dotar a Paradores com a capacidade para enfrentar de forma eficaz os desafios colocados pela digitalização e melhorar a experiência dos seus clientes.

A solução da Minsait, presente em cadeias hoteleiras de todo o mundo, ajudará a Paradores na gestão de reservas com um sistema integrado para todas as operações, agilizando os processos de check-in e check-out, a tomada de decisões e a simplificação dos serviços.

Além disso, o sistema permite incorporar alterações e funcionalidades adicionais à medida que novos desenvolvimentos tecnológicos surgem de forma mais ágil e sem custos acrescidos.

Outra das vantagens da plataforma implica diretamente os clientes: através dos canais disponíveis, como email, mobile, web e redes sociais, os programas de fidelização e as ofertas serão melhorados e personalizados, o que permitirá responder às expectativas dos utilizadores da rede Paradores.

A plataforma que a Minsait está a implementar para a cadeia hoteleira utilizará uma única base de dados centralizada para gerar previsões e facilitar a tomada de decisões com base nas preferências dos clientes.

 

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Ryanair abre quarta base em Marrocos com rotas para Lisboa e Porto

A nova base da Ryanair em Tanger, Marrocos, começou a operar ainda em maio, conta com duas aeronaves baseadas e um total de 25 rotas, incluindo 13 novas ligações aéreas, uma das quais para Lisboa e outra para o Porto.

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A Ryanair  abriu esta terça-feira, 9 de julho, uma nova base em Marrocos, localizada em Tanger e que é a quarta da companhia aérea low cost naquele país do Norte de África, informou a transportadora, em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, a base de Tanger, que começou a operar ainda em maio, conta com duas aeronaves baseadas e um total de 25 rotas, incluindo 13 novas ligações aéreas, uma das quais para Lisboa e outra para o Porto.

O comunicado divulgado pela Ryanair destaca que a nova base de Tanger motivou um investimento de cerca de 200 milhões de euros e vai disponibilizar voos para oito novas cidades europeias e cinco novos destinos marroquinos, já neste verão de 2024.

A Ryanair sublinha também que a nova base de Tanger vai permitir criar 600 novos empregos locais, incluindo 60 para pilotos e tripulantes de cabine, aumentando ainda em 70% a capacidade na cidade marroquina.

“O investimento da Ryanair em Marrocos ultrapassa agora mais de 1,4 mil milhões de dólares em aeronaves – apoiando mais de 5.000 empregos diretos e indiretos e proporcionando crescimento económico em 12 cidades, incluindo Rabat, Marraquexe, Fez, Agadir, Tetouan, Essaouira e Nador”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea.

Segundo Eddie Wilson, CEO da Ryanair, com a abertura da nova base em Tanger, a Ryanair vai operar mais de 170 rotas em Marrocos, numa oferta que conta com tarifas baixas e que, espera o responsável, deverá contribuir para impulsionar o “turismo e a conectividade” aérea no país.

“Esperamos continuar a apoiar a economia de Marrocos, bem como a conectividade regional e internacional, posicionando Tânger como um destino líder de verão com os seus museus, medina, souq e, claro, as suas belas praias”, acrescenta o responsável.

Baden Baden, Barcelona, Carcassonne, Eindhoven, Lisboa, Manchester, Memmingen e Porto são as novas rotas internacionais que a Ryanair abriu na base de Tanger, às quais se juntam ainda rotas domésticas para Agadir, Essaouira, Marrakesh, Ouarzazate e Oujda.

Para assinalar a abertura da base, a Ryanair lançou uma promoção cujos preços começam nos 159 dirham (cerca de 15 euros) e que é válida para viagens que decorram até outubro de 2024. As vendas decorrem aqui.

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Abreu regressa com os Travel Talks em streaming

As Abreu Travel Talks estão de volta com as conversas descontraídas sobre viagens em que várias figuras públicas nacionais contam as suas experiências.

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As Abreu Travel Talks estão de regresso às plataformas de streaming e o primeiro episódio conta com a participação de Bruno Nogueira. O humorista e ator aceitou o desafio e juntou-se à Agência Abreu para a gravação, ao vivo, do primeiro episódio desta segunda temporada. A melhor altura para viajar, os destinos preferidos e peripécias vividas são contadas na primeira pessoa por Bruno Nogueira, que recorda experiências em países como o Japão, Argentina, Marrocos, entre outros.

Rodrigo Gomes, Roberta Medina, Ljubomir Stanisic e Mónica Franco, Luís Castro, chef Kiko, Isabela Valadeiro, Pedro Ribeiro, Mariana Monteiro e Joana Marques completam o leque de convidados das restantes Abreu Travel Talks, gravadas em estúdio.

Dirigido a todos os apaixonados por viagens – mas também a quem não o seja e pretenda apenas saber mais sobre a sua figura pública favorita -, estas conversas apresentam-se como um espaço de partilha e primam pelo ambiente descontraído, sem qualquer guião definido ou convenções, onde cada um revela o que mais aprecia quando viaja.

Tal como na primeira temporada, as 10 Abreu Travel Talks desta nova edição, serão disponibilizadas, semanalmente, nas plataformas do Spotify, Apple e Youtube.

“O que move estas pessoas quando viajam? Será a cultura e a história? A gastronomia? A atração pela novidade? Voltamos com esta 2.ª temporada das Abreu Travel Talks para conhecer as experiências únicas que os nossos convidados têm para partilhar”, refere Pedro Quintela, diretor-geral de Vendas e Marketing da Abreu.

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