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Mega promoção turística em Portugal pela primeira vez pós-pandemia abre em meados de Abril

No âmbito da visita oficial do Governo da Região Administrativa Especial de Macau à Europa, realiza-se, entre 15 e 22 de Abril, em Lisboa, a actividade promocional “Sentir Macau Sem Limites – Promoção de Macau em Lisboa”.

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Mega promoção turística em Portugal pela primeira vez pós-pandemia abre em meados de Abril

No âmbito da visita oficial do Governo da Região Administrativa Especial de Macau à Europa, realiza-se, entre 15 e 22 de Abril, em Lisboa, a actividade promocional “Sentir Macau Sem Limites – Promoção de Macau em Lisboa”.

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Esta é a primeira actividade de promoção turística na Europa após a pandemia para mostrar os novos elementos turísticos de Macau, procurando atrair visitantes portugueses e europeus a Macau, como parte dos esforços para expandir ainda mais os mercados de visitantes internacionais e promover a recuperação do turismo e da economia.

Organizada pela Direcção dos Serviços de Turismo (DST), “Sentir Macau Sem Limites – Promoção de Macau em Lisboa” conta com vários destaques, nomeadamente “Sentir Macau Sem Limites – Exposição de Macau em Lisboa”, para que os visitantes possam conhecer a situação mais recente do turismo, cultura, economia, comércio, entre outros elementos de Macau. No mesmo local da exposição, será realizado um espectáculo de vídeo mapping, com o objectivo de mostrar a diversidade da oferta de Macau. Durante a promoção, a DST irá organizar uma visita de familiarização para uma delegação de operadores turísticos de Macau a projectos turísticos em Portugal. Em conjunto com o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), a DST realizará uma Sessão de Promoção Económica, Comercial e Turística em Lisboa. Por outro lado, participará ainda na Conferência de Imprensa sobre o Anúncio de Colaboração Elevada entre a Organização Mundial do Turismo e o Fórum de Economia de Turismo Global.

A DST, em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa e a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural irão realizar “Sentir Macau Sem Limites – Exposição de Macau em Lisboa” e o espectáculo de vídeo mapping, que serão oficialmente inaugurados no dia 19 de Abril (hora de Lisboa), na Praça do Comércio, em Lisboa, mas com pré-lançamento no dia 15 de Abril, para permitir à população local experienciar em antemão.

Transformação de contentores em expositores de exposição como atracção

Centrada nos elementos turísticos de Macau, para a promoção serão instaladas várias zonas de exposição e instalações temáticas para mostrar a imagem turística de Macau na Praça do Comércio, tendo também sido convidados o IPIM e o Instituto Cultural, a par com as seis grandes empresas integradas de turismo e lazer de Macau para instalarem os expositores. A promoção adopta contentores remodelados como expositores, tendo sido introduzidos diferentes elementos coloridos. Através de um design de luz translúcida e refractária, os expositores criam um efeito de luz de várias cores, para mostrar a atmosfera vibrante de Macau.

Elementos de “turismo +” no espectáculo de vídeo mapping

Entre os dias 15 e 22 de Abril (hora de Lisboa), os espectáculos de vídeo mapping serão exibidos quatro vezes por noite, na Praça do Comércio, em Lisboa. O conceito de design do espectáculo de vídeo mapping divide-se em quatro capítulos, com o objectivo de mostrar aos residentes de Lisboa os elementos de “Encontro das culturas chinesa e portuguesa”, “Património e Gastronomia”, “Aprofundamento da integração intersectorial do ‘Turismo+’”, “Implementação da estratégia «1+4» para o desenvolvimento da diversificação adequada”, convidando o público a participar numa experiência de projecção de luz deslumbrante.

Relançamento do intercâmbio entre operadores de Macau e Portugal

Aproveitando a oportunidade da realização da mega promoção turística em Lisboa, a DST irá organizar uma visita de familiarização a projectos turísticos em Portugal para uma delegação de operadores turísticos de Macau, e participar na conferência de imprensa sobre o Fórum de Economia de Turismo Global (Global Tourism Economy Forum – GTEF). Durante a visita a Portugal, a DST e a delegação de operadores turísticos participarão, no dia 19 de Abril, na Sessão de Promoção Económica, Comercial e Turística em Lisboa, organizada pelo IPIM, para apresentar as vantagens do turismo de Macau às autoridades de turismo, representantes da indústria turística e comunicação social portuguesa, para que os empresários das duas partes comuniquem e negociem, alargando as oportunidades de negócios da cooperação turística entre Macau e Portugal. Por outro lado, o Secretariado do GTEF e a Organização Mundial do Turismo (OMT) realizarão, no dia 21 de Abril, em Lisboa, uma conferência de imprensa, na qual irão anunciar a elevação da qualidade da cooperação entre a OMT e o GTEF. Na ocasião haverá a assinatura de um memorando de cooperação entre a OMT e o Centro de Pesquisa de Economia de Turismo Global, entidade organizadora do GTEF.

A DST irá ainda disseminar informações para divulgar “Sentir Macau Sem Limites – Promoção de Macau em Lisboa” nas redes sociais, como parte dos esforços para expandir o mercado internacional de visitantes de Macau.

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A cidade do Porto aparece entre as 10 cidades mais baratas para uma “escapada” de fim de semana. Segundo o estudo divulgado pela Stasher, com base em dados da Hotels.com, Kayak.co.uk, e Numbeo.com, a cidade Invicta coloca-se em 9.º lugar, com um preço de 787 para uma viagem para duas pessoas, incluindo aeroporto, voos, quartos de hotel, refeições e transportes locais.

Em primeiro lugar, aparece Cracóvia (Polónia), com um preço de 617 euros, seguida de Bucareste (Roménia) com 655 euros, fechando Varsóvia (Polónia) o Top 3 com 656 euros.

Antes do Porto aparecem ainda Riga (Letónia, com 676 euros), Praga (Chéquia, com 716 euros), Budapeste (Hungria, com 730 euros), Istambul (Turquia, com 730 euros) e Estocolmo (Suécia, com 782 euros). A finalizar o ranking e no 10.º lugar, surge a cidade espanhola de Valência, com 793 euros.

Já nas cidades mais caras para a mesma escapadela de fim de semana, o 1.º lugar pertence a Zurique (Suíça), com 1.382 euros, seguida de Reiquiavique (Islândia), com 1.349 euros, fechando o Top 3 a cidade de Colónia (Alemanha), com 1.260 euros.

Fazem ainda parte deste ranking das cidades mais caras para um fim de semana: Edimburgo (Escócia), Genebra (Suíça), Florença, Veneza, Milão e Roma (Itália) e Copenhaga (Dinamarca).

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Praia de Verandinha na ilha da Boavista, Cabo Verde

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Governo cabo-verdiano quer receber 1,2 milhões de turistas este ano

Cabo Verde quer antecipar para este ano a meta de receber 1,2 milhões de turistas, antes prevista para 2026, revelou, no parlamento, o ministro do Turismo e Transportes cabo-verdiano, Carlos Santos.

“Depois da marca de um milhão de turistas em 2023, as perspectivas são de anteciparmos a meta prevista para 2026, ou seja, de atingirmos 1,2 milhões de turistas já este ano”, afirmou, no primeiro dia da sessão parlamentar de maio que decorre até sexta-feira.

Os estabelecimentos hoteleiros de Cabo Verde bateram o recorde de hóspedes em 2023, ultrapassando o total de um milhão: o ano fechou com 1.010.739 hóspedes, segundos o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os números superam também os valores pré-pandémicos: “face ao ano de 2019, registou-se um crescimento de 23,4% no número de hóspedes”.

O Governo e instituições privadas preveem que o setor (que representa um quarto do Produto Interno Bruto de Cabo Verde) continue a crescer, alavancado, em parte, no arranque de voos de companhias de baixo custo, em outubro, para a ilha do Sal – que concentra a larga maioria das atividades turísticas do arquipélago.

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Macau regista mais de 2,6 milhões de visitantes em abril

Macau recebeu mais de 2,6 milhões de visitantes em abril, uma subida de 14,4% em termos anuais, embora longe dos 3,4 milhões registados antes da pandemia de covid-19.

Este número (2.600.717) representa ainda assim uma recuperação de entradas de visitantes em relação a abril de 2019, mas uma queda de 4,4%, face a março, referiu a Direção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) em comunicado.

Em abril, “o número de entradas de excursionistas (1.349.927) e o de turistas (1.250.790) subiram 23% e 6,3%, respetivamente, em relação a abril de 2023”, indica-se na mesma nota.

A grande maioria dos visitantes no quarto mês do ano continuou a chegar da China continental (1.737.314).

Depois de três anos de rigorosas restrições devido à pandemia da covid-19, o território reabriu as fronteiras a todos os estrangeiros, incluindo turistas, a partir de 08 de janeiro de 2023.

Nesse ano, Macau recebeu mais de 28,2 milhões de visitantes, cinco vezes mais do que no ano anterior e um valor que representa 71,6% do registado antes do início da pandemia.

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Votação para os Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 tem início a 27 de maio

Arranca no próximo dia 27 de maio a votação para as 22 categorias dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. A votação só estará disponível aos assinantes do jornal Publituris e aos subscritores da newsletter diária. Por isso, registe-se até dia 24 de maio para votar.

Publituris

Os nomeados da 19.ª edição dos Publituris “Portugal Travel Awards” serão conhecidos na edição do próximo dia 24 de maio de 2024 do jornal Publituris, ficando o site para votação disponível a partir de segunda-feira, 27 de maio.

Nesta edição de 2024 há 177 nomeados em 22 categorias, existindo ainda o “Prémio Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

As votações decorrerão, exclusivamente, no site dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 e estarão disponíveis somente para os assinantes do jornal Publituris e subscritores da newsletter diária.

O júri, composto por 26 personalidades ligadas ao setor do turismo, em Portugal, também votarão online.

O registo na newsletter diária do Publituris só será permitido até dia 24 de maio de 2024, ficando o mesmo suspenso até ao dia 4 de julho de 2024.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal do Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%) e serão conhecidos no dia 4 de julho de 2024 numa cerimónia a realizar-se no Pestana Douro Riverside, no Porto, a partir das 19h00.

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Turismo internacional atinge 97% dos níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre

As chegadas de turistas internacionais atingiram 97% dos níveis pré-pandémicos no primeiro trimestre de 2024, revelando a UN Tourism que mais de 285 milhões de turistas viajaram globalmente em janeiro-março, cerca de 20% mais do que no primeiro trimestre de 2023.

Victor Jorge

Mais de 285 milhões de turistas realizaram viagens internacionais no primeiro trimestre de 2024, correspondendo a uma subida de 20% face a igual período de 2023 e representando 97% dos níveis pré-pandemia.

Recorde-se que, em 2023, as chegadas de turistas internacionais recuperaram 96% dos níveis de 2019, enquanto as receitas de exportação do turismo permaneceram em 97% e o PIB direto do turismo atingiu os mesmos níveis de 2019.

A projeção da UN Tourism para 2024 aponta para uma recuperação total do turismo internacional, com as chegadas a crescer 2% acima dos níveis de 2019.

Por regiões, a Europa – maior região de destino do mundo – ultrapassou pela primeira vez os níveis pré-pandémicos num trimestre (+1% em relação ao 1.º trimestre de 2019), registando 120 milhões de turistas internacionais nos primeiros três meses do ano, apoiados por uma forte procura intra-regional.

Já o Médio Oriente registou o crescimento mais forte, com as chegadas internacionais a excederem em 36% os níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre de 2024, ou 4% acima do 1.º trimestre de 2023. Esta evolução segue-se a um desempenho “extraordinário” em 2023, quando o Médio Oriente se tornou a primeira região do mundo a recuperar os números anteriores à pandemia (+22%).

Enquanto as Américas praticamente recuperaram os números anteriores à pandemia neste primeiro trimestre, com as chegadas a atingirem 99% dos níveis de 2019, a região de África recebeu mais 5% de turistas internacionais no primeiro trimestre de 2024 do que no primeiro trimestre de 2019 e mais 13% do que no primeiro trimestre de 2023.

Por fim, na Ásia-Pacífico o turismo internacional está a registar uma rápida recuperação, com as chegadas a atingirem 82% dos níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre de 2024, após uma recuperação de 65% no ano de 2023.

Relativamente a estes números, o Secretário-Geral da UN Tourism, Zurab Pololikashvili, refere que “a recuperação do setor é uma notícia muito bem-vinda para as nossas economias e para os meios de subsistência de milhões de pessoas. No entanto, recorda também a necessidade de garantir políticas de turismo e gestão de destinos adequadas, com o objetivo de promover a sustentabilidade e a inclusão, abordando simultaneamente as externalidades e o impacto do sector nos recursos e nas comunidades”.

Por sub-regiões, o Norte de África registou o melhor desempenho no primeiro trimestre de 2024, com mais 23% de chegadas internacionais do que antes da pandemia, seguido da América Central (+15%), das Caraíbas e da Europa Ocidental (ambas +7%). O sul da Europa mediterrânica excedeu em 1% os níveis anteriores à pandemia, enquanto a América do Sul atingiu praticamente os níveis de 2019. O Norte da Europa recuperou 98% dos níveis anteriores à pandemia, enquanto a África Subsariana e a América do Norte recuperaram 95%.

Quanto às receitas do turismo internacional, estas atingiram 1,380 biliões de euros, em 2023, o que significa uma recuperação completa dos níveis pré-pandémicos em termos nominais, mas 97% em termos reais, ajustados pela inflação.

Por regiões, a Europa gerou as receitas mais elevadas em 2023, com os destinos a ganharem 607 mil milhões de euros, excedendo os níveis pré-pandémicos em 7% em termos reais. As receitas no Médio Oriente subiram 33 % acima dos níveis de 2019. As Américas recuperaram 96% das suas receitas pré-pandémicas em 2023 e a África 95%. A Ásia-Pacífico obtiveram 78% das suas receitas pré-crise, um resultado notável quando comparado com a recuperação de 65% das chegadas no ano passado.

O total das receitas de exportação do turismo internacional, incluindo receitas e transporte de passageiros, atingiu 1,560 biliões de euros, em 2023, cerca de 96% dos níveis pré-pandémicos em termos reais. O PIB direto do turismo recuperou os níveis pré-pandémicos, atingindo um valor estimado ligeiramente acima dos 3 biliões de euros, em 2023, equivalente a 3% do PIB mundial.

Segundo a UN Tourism, foram vários os destinos que obtiveram resultados notáveis em termos de receitas no primeiro trimestre de 2024, em comparação com os níveis de 2019, com base nos dados disponíveis, incluindo a Sérvia (+127%), a Turquia (+82%), o Paquistão (+72%), a Tanzânia (+62%), Portugal (+61%), a Roménia (+57%), o Japão (+53%), a Mongólia (+50%), as Maurícias (+46%) e Marrocos (+44%).

De referir que, segundo o mais recente Índice de Confiança do Turismo das Nações Unidas, as perspectivas são positivas para a próxima época de verão, com uma pontuação de 130 para o período de maio-agosto de 2024 (numa escala de 0 a 200), refletindo um sentimento mais otimista do que no início deste ano. Cerca de 62% dos especialistas em turismo que participaram no inquérito de confiança expressaram expectativas melhores (53%) ou muito melhores (9%) para este período de quatro meses, que abrange a época de verão do Hemisfério Norte, enquanto 31% preveem um desempenho semelhante ao de 2023.

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Transportes

easyJet disponibiliza mais de 17.000 voos de e para Portugal no verão 2025

A easyJet colocou esta terça-feira à venda o seu calendário de verão de 2025. Para e de Portugal a companhia inclui mais de 17.000 voos.

Publituris

A easyJet colocou esta terça-feira, 21 de maio, à venda o seu calendário de verão de 2025, disponibilizando mais de 29 milhões de lugares em 162.000 voos entre 3 de março de 2025 e 15 de junho de 2025.

Na operação, a companhia aérea inclui mais de 17.000 voos de e para Portugal, que já estão disponíveis para que os clientes possam fazer as suas reservas a preços acessíveis e antecipadamente em easyjet.com ou através da aplicação móvel.

Com voos para mais de 90 destinos à escolha em toda a Europa, Norte de África e Médio Oriente a partir de cinco aeroportos de Portugal continental e ilhas, José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, refere que, deste modo, a companhia “procura continuar a impulsionar o setor do turismo e aviação e a criar momentos únicos junto dos seus clientes”.

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Aviação

Dubai espera bater novo recorde de passageiros no atual aeroporto

Os responsáveis pelo Dubai International Airport (DXB) esperam bater um novo recorde, com a movimentação de mais de 91 milhões de passageiros, em 2024.

Publituris

Depois de ter registado, no primeiro trimestre de 2024, mais de 23 milhões de passageiros a passarem pelo Dubai International Airport (DXB), correspondendo a um acréscimo de 8,4% face ao mesmo período de 2023, os responsáveis pela infraestrutura aeroportuária admitem bater novo recorde e chegar a mais de 91 milhões de passageiros neste ano.

Paul Griffiths, CEO dos Aeroportos do Dubai, refere, na apresentação de resultados do DXB), que “a trajetória de crescimento robusto no DXB continuou no primeiro trimestre do ano, com o hub a registar números verdadeiramente impressionantes. Graças, em parte, à proliferação de cidades que estão a ser adicionadas à nossa rede pelas nossas transportadoras Emirates e flydubai, nos últimos meses. À medida que o Dubai emerge como líder global na atração de talentos, empresas e turistas de todo o mundo, a nossa atenção continua a centrar-se na manutenção da dinâmica de crescimento e na melhoria da experiência geral no aeroporto para todos os passageiros que passam pelos nossos terminais. Com um forte início do segundo trimestre e uma perspectiva otimista para o resto do ano, revimos a nossa previsão para o ano para 91 milhões de passageiros, ultrapassando o nosso anterior recorde de tráfego anual de 89,1 milhões em 2018.”

A Índia continua a ser o principal país de destino do DXB, com o tráfego a atingir 3,1 milhões de passageiros, seguida da Arábia Saudita (2 milhões), do Reino Unido (1,5 milhões) e do Paquistão (1,1 milhões). Outros contribuintes significativos incluem os EUA (836.000), a Rússia (725.000) e a Alemanha (728.000). As principais cidades por número de passageiros incluem Londres com 961.000 passageiros, Riade (795.000) e Jeddah (669.000), seguidas de perto por Bombaim com 637.000 visitantes.

De referir que o Emirado anunciou, recentemente, que está a construir um novo terminal de passageiros no Al Maktoum International – o segundo aeroporto do Emirado, também conhecido como Dubai World Central (DWC) – à medida que o DXB se aproxima da sua capacidade total.

O novo DWC, com um investimento total de 128 mil milhões dirhams (mais de 32 mil milhões de euros), terá uma capacidade para 260 milhões de passageiros. Uma vez concluído, o aeroporto terá a maior capacidade do mundo e será cinco vezes maior do que o DXB, que atualmente ocupa o primeiro lugar no ranking mundial do tráfego internacional de passageiros.

O DXB está atualmente ligado a 256 destinos em 102 países através de 90 transportadoras internacionais. No primeiro trimestre deste ano, o aeroporto registou 109.238 movimentos de aeronaves, o que representa um aumento anual de 8,3% segundo a Dubai Airports.

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Aviação

Privatizar sim, mas Estado português “deve manter uma posição”, recomenda CEO da TAP

O CEO da TAP, Luís Rodrigues, admitiu ao Financial Times que no processo de privatização da TAP, o Estado deverá “manter uma posição, e que fizesse parte de todo o processo de desenvolvimento”.

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Com a decisão sobre o novo aeroporto arrumada, está em aberto a privatização da TAP Air Portugal. Ao Financial Times, Luís Rodrigues, CEO da companhia aérea, recomendou ao Governo português para “manter uma posição, e que fizesse parte de todo o processo de desenvolvimento”.

“Penso que um dia estaremos prontos para uma venda a 100%, mas vamos fazer isso passo a passo”, disse Luís Rodrigues à margem de um evento de celebração dos 75 anos do início dos voos da TAP entre Lisboa e Londres.

Dando como exemplo a necessidade de servir as regiões autónomas de Portugal, a Madeira e os Açores, o CEO da TAP admite que esta posição serviria para “para garantir que, se os atores mudarem, ninguém entra com uma agenda diferente”.

Recorde-se que, ainda no último Congresso da APAVT, em dezembro de 2023, Luís Rodrigues afirmaria que “é impensável ter uma empresa de aviação a atuar no mercado competitivo global a ser condicionada por um acionista, neste caso o acionista Estado. A forma mais óbvia e historicamente fácil de fazer isso é privatizá-la”.

Na altura, referia, igualmente, que não discutiria se a privatização deveria ser a “100% ou 80% ou se, dada a importância estratégica que tem para o país, seja o Estado a governar”. Contudo, neste último caso, o CEO da TAP considerou que é fundamental que se “criem regras que permitam que a empresa seja gerida livre dos entraves administrativos a que está sujeita no atual quadro”.

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Destinos

IPDT torna-se embaixador do “EarthCheck” em Portugal

Com esta associação, IPDT e “EarthCheck” querem potenciar um turismo português mais sustentável.

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O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT) associou-se ao Grupo EarthCheck no desenvolvimento de um novo conjunto de produtos e serviços de sustentabilidade para apoiar o setor do turismo português. Este catálogo de formação, gestão de destinos e normas de certificação, que será disponibilizado pelo IPDT e pela Green Growth, inclui a plataforma “EarthCheck ClimateGuardian”, que permitirá aos promotores turísticos ter uma visão do desempenho ao nível da sustentabilidade ao longo do tempo.

Esta associação ao grupo que atua na área do benchmarking científico, certificação e consultoria para viagens e turismo dará, igualmente, acesso a versões dos Guias de Storytelling sobre Sustentabilidade para Operadores e Destinos de Turismo e Hotelaria adaptadas para o mercado português, cujo objetivo é ajudar os operadores e destinos turísticos a partilhar histórias autênticas e transparentes e a criar narrativas genuínas e com impacto sobre as suas iniciativas de sustentabilidade.

António Jorge Costa, presidente do IPDT, acredita que “a parceria com o “EarthCheck” e as ferramentas partilhadas vão ajudar as diversas organizações turísticas a avaliar o impacto dos seus elementos de sustentabilidade e comunicar as suas ações e objetivos de forma autêntica, criando uma cultura de storytelling nas suas empresas”. Sublinha ainda que “as narrativas, os formatos de conteúdo e as táticas de amplificação destes guias ajudarão os operadores e destinos portugueses a fazer com que as suas histórias sejam conhecidas pelos visitantes e clientes e, também, a obter a adesão e o envolvimento dos seus colaboradores e acionistas”.

Já Stewart Moore, fundador e CEO do EarthCheck, refere que “a plataforma ClimateGuardian e os Guias de Storytelling de Sustentabilidade ajudarão os operadores turísticos e destinos em Portugal a apresentar e comunicar autenticamente as suas ações e ambições sustentáveis, sem cair na armadilha do ‘greenwashing’”.

Para além de colaborar na adaptação dos guias, o IPDT irá juntar-se à consultora Green Growth como embaixador do “EarthCheck”, com o objetivo de dar a conhecer e promover a adoção dos programas “EarthCheck Certified & EarthCheck Sustainable Destinations” na indústria de turismo nacional.

De referir que a parceria com o IPDT expande assim a presença do “EarthCheck” na Europa, possuindo já escritórios dedicados e pessoal de apoio em Itália, Espanha e Irlanda.

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Aviação

Ryanair aumenta lucros para 1,92 MM€ e transporta 184 milhões de passageiros em 2024

O exercício de 2024 da Ryanair, terminado em março de 2024, foi marcado por crescimentos em todas as alíneas, desde as receitas aos lucros, passageiros, custos com combustível, etc.. Para 2025, as previsões apontam para os 200 milhões de passageiros, embora dependente das entregas dos aviões da Boeing.

Victor Jorge

A Ryanair registou, no exercício fiscal de 2024, um crescimento de 34% nos lucros, atingindo os 1,92 mil milhões de euros contra os 1,43 mil milhões de euros do ano anterior. Também as receitas cresceram, face ao exercício de 2023, totalizando, em março de 2024, 13,44 mil milhões de euros quando há um ano totalizavam 10,78 mil milhões de euros (+25%).

Em termos de aumentos, também os custos operacionais da Ryanair registaram um incremento, passando de 9,2 mil milhões de euros para 11,38 mil milhões de euros no ano fiscal que termina a 31 de março de 2024, correspondendo a uma subida de 24%.

Apesar das dificuldades em obter os aviões encomendados à Boeing, a Ryanair viu o número de passageiros passar dos 168,6 milhões, em 2023, para 183,7 milhões o que equivale a uma subida de 9%, indicando ainda a companhia lowcost que as vendas de “ancillaries” aumentaram 12% para atingir 4,3 mil milhões de euros, representando 23,40 euros por passageiros.

Do lado dos custos, destaque para o aumento de 32% no valor atribuído aos combustíveis, que representaram, no exercício de 2024, 5,14 mil milhões de euros, ou seja, mais 1,25 mil milhões que no ano anterior, indicando a Ryanair que mais de 70% das necessidades ao nível do combustível já estarão garantidas, significando isto uma poupança de 450 milhões de euros.

No que diz respeito à frota, a Ryanair refere, em comunicado, que a companhia tinha uma frota de 146 aviões B737 Gamechanger no final do ano, esperando “aumentar esta frota para 158 até ao final de julho, o que corresponde a menos 23 entregas por parte da Boeing face ao que está contratado”.

“Continuamos a trabalhar em estreita colaboração com o CEO da Boeing (Dave Calhoun), o CFO (Brian West) e a nova equipa de gestão de Seattle para melhorar a qualidade e acelerar as entregas de aviões B737”, reconhecendo a Ryanair que “continua a existir o risco de as entregas da Boeing poderem diminuir ainda mais”.

Quanto à operação para este verão de 2024, a Ryanair diz que a “a procura por viagens na Europa é forte e, apesar dos atrasos na entrega dos Boeing, iremos operar o nosso maior programa de verão de sempre com mais de 200 novas rotas (e 5 novas bases)”.

A companhia liderada por Michael O’Leary salienta, igualmente, que “a capacidade para o verão de 2024 para voos de curta distância na UE está condicionada pelo facto de as companhias aéreas concorrentes imobilizarem aviões A320 para reparação de motores P&W (estas interrupções prolongar-se-ão provavelmente até 2026) e de os fabricantes se esforçarem por recuperar as suas carteiras de entregas”.

Quanto à generalidade do mercado, a Ryanair prevê que a “consolidação das companhias aéreas europeias prossiga, com a aquisição da ITA (Itália) e da Air Europa (Espanha) a avançar e a venda da TAP (Portugal) a seguir”.

Para o exercício de 2025, a Ryanair espera aumentar o tráfego em 8%, para entre 198 e 200 milhões de passageiros, “sujeito ao regresso das entregas de Boeing aos níveis contratados antes do final do ano”.

“A nossa vantagem de custos sobre os nossos concorrentes continua a aumentar, apesar de esperarmos que os custos unitários no ano fiscal 2025 aumentem modestamente, uma vez que os custos, exceto combustível, “serão substancialmente compensados pelas nossas poupanças de hedge de combustível e pelo aumento das nossas receitas de juros”.

A companhia admite que, apesar da limitação da capacidade de voos de pequeno curso na UE, “a procura de voos no verão 2024 é positiva, com as reservas a registarem uma tendência superior à do ano passado”.

“Os preços recentes são mais baixos do que esperávamos, com o primeiro trimestre a exigir um maior estímulo dos preços do que no ano passado (em especial porque metade da Páscoa foi transferida para março e não para abril)”.

Assim, embora a estimativa seja limitada e o resultado dependa em grande medida dos preços do pico registados no verão, “continuamos cautelosamente otimistas quanto ao facto de as tarifas do verão se manterem estáveis ou ligeiramente acima do verão passado”.

O resultado final do ano fiscal de 2025 “dependerá em grande medida de se evitarem acontecimentos adversos durante o exercício, tais como guerras na Ucrânia e no Médio Oriente, perturbações extensas no controlo aéreo ou novos atrasos na entrega da Boeing”, conclui a Ryanair.

Sobre o autorVictor Jorge

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