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Zoomarine espera regresso a números de 2019

Aberto, ou melhor, reaberto a 12 de abril, as expectativas para o Zoomarine são de um ano próximo do que foi a realidade em 2019. Um novo espaço alarga a oferta disponível numa clara aposta na continuidade de, anualmente, oferecer algo de novo a quem visita o parque algarvio.

Victor Jorge
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Zoomarine espera regresso a números de 2019

Aberto, ou melhor, reaberto a 12 de abril, as expectativas para o Zoomarine são de um ano próximo do que foi a realidade em 2019. Um novo espaço alarga a oferta disponível numa clara aposta na continuidade de, anualmente, oferecer algo de novo a quem visita o parque algarvio.

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Como em todos os espaços abertos ao público, o Zoomarine enfrentou os desafios inerentes à pandemia da COVID-19, embora nunca tenha fechado completamente o parque a quem pretendia visitá-lo de abril a finais de outubro.

Com a grande novidade para a temporada de 2022 a residir num espaço que pouco tem a ver com as restantes atividades oferecidas no parque, o Borboletário combina com o jardim tropical, do qual, salienta Mariana Poupado, diretora de Marketing e Comunicação do Zoomarine, “temos tido um excelente feedback por parte dos nossos visitantes”.

A razão deste novo investimento prende-se com a vontade de “apostar em algo que fosse completamente novo e que ninguém estivesse à espera”, tratando-se do primeiro Borboletário do Algarve numa aposta considerada “certeira”.

Tratando-se de uma aposta pessoal da administração do Zoomarine, o novo espaço tem uma área de mais de 300 m2, no qual é possível encontrar as mais variadas espécies de borboletas, originárias de diferentes pontos do planeta, desde a América Central até à Ásia. Já em termos botânicos, este novo habitat de imersão conta com mais de 70 espécies de plantas.

O investimento é, de resto, algo que faz parte da realidade do Zoomarine, ditando os números para este ano de 2022 um valor próximo dos 1.650.000 de euros, não constituindo o mais elevado já efetuado no parque. “Em 2020, o investimento realizado pelo Zoomarine foi de quase sete milhões de euros quando renovámos a frota para veículos elétricos, melhorámos a área de restauração e abrimos o cinema 4D. Isto em ano de pandemia”, destaca Mariana Poupado.

Voltar a números de 2019
Mas antes de chegar a 2022, foi preciso passar, como se costuma dizer “as passas do Algarve”, com várias restrições que levaram a uma natural redução de visitantes, principalmente, em 2020. “No ano de 2021 já foi possível registar uma franca melhoria face ao ano anterior”, salientando Mariana Poupado que “já era notório um maior à vontade de quem nos visitava e com os números a aumentar”.

 

Quem nos visita, ano após ano, pode contar sempre com alguma novidade por parte do Zoomarine e isso distingue-nos da concorrência”, Mariana Poupado

 

Com a única obrigatoriedade atual a residir no uso da máscara em espaços fechados, o Zoomarine manteve, por opção própria, o check-in prévio ao dia da visita, até porque, segundo a diretora de Marketing e Comunicação do Zoomarine, “trata-se de uma ferramenta excelente para a gestão quer de recursos humanos, quer dos próprios serviços”, evitando que o dia da visita dos clientes seja “confuso e com grandes multidões”. “Ninguém gosta de estar à espera e essa foi uma opção que tomámos e que, possivelmente, vamos manter futuramente, porque nos ajuda bastante na gestão”.

Quanto ao número de visitantes, as expectativas para 2022 são altas. Se os números pré-pandemia indicam mais de 590 mil visitantes, em 2018, e um crescimento para mais de 640 mil, em 2019, no que foi “o melhor ano do Zoomarine”, a pandemia veio alterar o cenário. A quebra foi drástica e não foi além dos 161 mil visitantes, em 2020, para voltar a subir e atingir quase 285 mil visitantes, em 2021.

Tal como em todo o setor do turismo, também o Zoomarine “sobreviveu” os tempos pandémicos com “ajuda” do turista ou visitante nacional. “Se antes da pandemia, os visitantes nacionais representavam cerca de 50%, com a chegada da pandemia, passou a representar 80%”, salientando Mariana Poupado que, “devemos um agradecimento muito especial ao público nacional, que foi, de facto, um elemento fundamental para alavancar a nossa atividade, tal como todo o setor do turismo nacional”. As expectativas é que esta representatividade do público nacional desça ligeiramente, admitindo-se que “o português agora também irá viajar para outros destinos”, realidade que será “compensada” com a chegada de mais público estrangeiro.

Globalmente, o ranking de visitantes internacionais do Zoomarine é liderado pelos turistas britânicos, seguidos pelos franceses, neerlandeses e alemães, com a época alta a residir, claramente, nos meses de junho, julho e, principalmente, agosto, representando estes três meses mais de 50% do número de visitas anuais. O fecho está programado, como em todos os anos, para o dia de Halloween, ou seja, encerramento a 1 de novembro.

Novidades que nunca param
Com um staff permanente de 130 pessoas, a reabertura significa a contratação de cerca de 150 pessoas, para na época alta, que agora se iniciou, o Zoomarine ir ao mercado contratar mais 250 pessoas, totalizando mais de 500 pessoas nos três meses de verão. Tal como em todo o setor do turismo, é nos recursos humanos onde reside a maior dificuldade, com a contratação de pessoal para áreas como a restauração e operações a constituírem os maiores “pesadelos”. “Temos aqui pessoas que trabalham no Zoomarine há mais de 20 anos, mas é na sazonalidade que residem, de facto, as maiores dificuldades, com os picos de procura a constituírem um problema, apesar da nossa grande capacidade de adaptação”.

Além das dificuldades sentidas com a pandemia, a guerra iniciada pela Rússia na Ucrânia também não vieram facilitar o cenário. “Todos os anos fazemos um ajuste nos preços”, diz Mariana Poupado, para logo de seguida destacar que, “em termos de fornecedores, o que verificamos, atualmente, é que os orçamentos são válidos por dois dias”, o que, segundo a mesma, “dificulta a realização de grandes planos”.

“Atualmente, temos de tomar decisões no momento, já que podemos estar a negociar hoje algo a um determinado preço e amanhã estar já com 20 ou 30% em cima. É essa estabilidade que deixou de existir e que é difícil de gerir para quem aprova o orçamento em novembro ou dezembro do ano anterior”, frisa.

Quanto à oferta diferenciada do Zoomarine, Mariana Poupado responde de forma categórica: “temos produto único, não só aqui em Portugal como na Europa. O foco está nos serviços de qualidade e de excelência que prestamos ao nosso visitante e prova disso é que temos clientes que vêm cá desde a nossa abertura há 30 anos”.

“Quem nos visita, ano após ano, pode contar sempre com alguma novidade por parte do Zoomarine e isso distingue-nos da concorrência”.

Como já referido, as expectativas para 2022 estão altas e no dia 1 de novembro, “o que esperamos é conseguir fazer um balanço bastante positivo. Os indicadores, com base no número de reservas até à data, são muito promissores”, admite Mariana Poupado, concluindo que “poderemos ficar perto dos números de 2019”.

Um parque que “nunca” fecha

Apesar de encerrar portas a 1 de novembro, o Zoomarine “nunca fecha e o trabalho nunca acaba”, destacada Mariana Poupado. Durante os meses de fecho, os trabalhados no Zoomarine passam, principalmente, pela manutenção de jardins e espaços comuns. Além disso, Mariana Poupado frisa que “o nosso bem mais preciso [os diversos animais] são treinados para novas apresentações e novas coreografias”.
Já em termos de marketing, a responsável do departamento destaca o planeamento que é realizado para as campanhas que serão lançadas no ano seguinte. “Todos os anos, no final de cada temporada, fazemos uma análise dos inquéritos aos visitantes”. E é dessas análises que nascem novas atrações como, por exemplo, a Ilha da Fantasia, algo que os nossos visitantes pediam, porque faltava diversão para as crianças mais pequenas”. Assim, foi criado um conjunto de escorregas dedicado crianças dos quatro aos oito anos, “numa tentativa de ir sempre ao encontro das necessidades e exigências de quem nos visita”, diz Marian Poupado.
Para 2023, “a nova atração já está a ser trabalhada”, com Mariana Poupado a não querar estragar a surpresa para a próxima temporada.


As visitas

2018 – 591.554
2019 – 640.007
2020 – 160.593
2021 – 284.675


Área desde 1992

1992 – 6 hectares
2002 – 12 hectares
2012 – 15 hectares
2021 – 21 hectares


Investimentos mais relevantes

2019 – Jurassic River, remodelação do habitat dos pinípedes e criação de piscina médica;
2020 – Frota de viaturas elétricas, renovação das áreas de restauração Bamboo e Acqua, cinema 4D e 3 novos equipamentos: Manta, Ferry e Torre Farol
2021 – Ilha da Fantasia
2022 – Butterfly Garden

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Transportes

TAP distingue os melhores parceiros de 2023

No evento anual, a TAP Air Portugal premiou os melhores parceiros de vendas de 2023 que promoveram a companhia dentro e fora do país.

Victor Jorge

A TAP Air Portugal homenageou esta quinta-feira, 23 de maio, os agentes de viagens que mais se destacaram na venda de bilhetes para voos da companhia, nos principais mercados onde atua, com a tradicional cerimónia de entrega dos TAP Awards.

O evento, presidido pelo chaiman e CEO da TAP, Luís Rodrigues, contou com representantes do setor de viagens e turismo de Portugal, Brasil, Estados Unidos da América, África e dos principais mercados da Europa.

Os prémios TAP Awards foram entregues aos agentes de viagens que mais se distinguiram no último ano pelo volume de vendas realizado para voos da TAP, reforçando, assim, a companhia o reconhecimento da importância dos seus parceiros privilegiados de negócio para o desenvolvimento da atividade e dinamização da indústria de viagens e turismo e o contributo que dão para a consolidação das vendas e sustentabilidade da transportadora.

Os vencedores dos TAP Awards nas diferentes categorias foram:

LEISURE
Top Seller Global OTA – Etraveli
Top Seller Groups – Pinto Lopes
Top Seller Global Cruises – MSC Cruises

CORPORATE
Top Seller Global TMC – GBT AMEX
Top Seller Business Class Global TMC – BCD

EUROPA
Top Seller Itália – Gattinoni
Top Seller Business class Itália – Welcome Travel Group

Top Seller Reino Unido – Latitude Forty Travel
Top Seller Business Class – Travel Counsellors

Top Seller França – Selectour
Top Seller Business Class – Manor

Top Seller Alemanha – Aerticket
Top Seller Business Classe – Der Business Travel

Top Seller Espanha – AvorisSpain
Top Seller Business Class Espanha – El Corte Inglés

BRASIL
Top Seller Brasil – CVC Corp
Top Seller Business Class Brasil – BEFLY
Top TAP Partner Sales – Pontestur

AMÉRICA do NORTE
Top Growth América do Norte – Voyages à la Carte
Top Seller América do Norte – Expedia
Top Cruise Line América do Norte – Norwegian Cruise Line

ÁFRICA
Top Seller África – Realvitur
Top Seller Bussines Class África – Atlântida WTA Viagens
Top Growth All Cabins África – Travelstore

PORTUGAL
Top Seller Portugal – Wamos
Top Seller Business Class Portugal – Go4Travel
Top Seller South Atlantic Portugal – Abreu
Top Seller Tour Operator Portugal – Solférias

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Transportes

Vamos Portugal chega ao mercado nacional do renting

Criada em Espanha, em 2019, a Vamos Portugal tem como objetivo tornar-se na plataforma líder e de referência em renting online de veículos, apostando em soluções perfeitamente direcionadas aos seus diferentes clientes.

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A Vamos Portugal é a nova plataforma de renting em Portugal, apresentando-se como a solução alternativa à atual vertente de negócios implementada no nosso país. Criada em Espanha, em 2019, por Mario Carranza, empresário espanhol com uma década de experiência no sector da mobilidade e da tecnologia, a plataforma Vamos alarga, agora, a sua área de intervenção à totalidade do espaço ibérico, fruto da criação da Vamos Portugal, entidade que no nosso país estará sob a direção de Anderson Miranda.

Assumindo objetivos ambiciosos, mas perfeitamente definidos, a Vamos Portugal pretende oferecer uma experiência totalmente digital à sua carteira de clientes – 7.100 entidades, entre particulares e estruturas profissionais como PMEs, Frotistas e Rent-a-Car e plataformas TVDE – permitindo-lhes a aquisição de veículos em renting de uma forma rápida e fácil, com soluções à medida, num pacote do tipo tudo incluído, associada a rendas mensais específicas, transparentes e perfeitamente balizadas.

“Apercebemo-nos de que, embora as pessoas adorem automóveis, nem toda a gente pretende, de facto, ter um em seu nome, fruto de todos os custos associados e das demais obrigatoriedades inerentes à posse de uma viatura, seja ela de âmbito particular ou profissional”, refere Anderson Miranda, cofundador e diretor-geral da Vamos Portugal.

Fortemente apostada na digitalização e na implementação de processos simples e imediatos, operados em ambiente online, a Vamos Portugal aposta num portal dedicado – em www.vamos.pt – através do qual apresenta parte significativa da sua oferta de viaturas e de soluções, num processo suportado por uma equipa de profissionais, aptos a ajudar os interessados a encontrarem soluções à medida das suas necessidades.

Sedeada nos arredores de Lisboa, a Vamos Portugal iniciou as suas operações em solo nacional em abril de 2024, contando, à data, com uma equipa de oito colaboradores, sob a direção de Anderson Miranda (diretor-geral) e da respetiva equipa de gestão, composta por Tiago Mendonça (diretor de Operações), Susana Varandas (diretora Comercial) e Brigite Correia (responsável de Pós-Venda).

A Vamos Portugal pretende fazer crescer, no curto prazo, em face dos contratos que têm neste momento em fase de lançamento ou execução, a operação não só em Portugal Continental, como nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

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Governo alivia restrições impostas ao consumo de água no Algarve devido à seca

O Governo decidiu aliviar as restrições impostas aos consumos de água na agricultura e no setor urbano do Algarve, incluindo o turismo, para fazer face à seca na região, anunciou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, em Faro.

Publituris

“O Governo decidiu revogar a resolução 26A de 2024, de 20 de fevereiro, e nas próximas semanas vai ser aprovada e publicada uma outra resolução que visa dar continuidade a uma política de responsabilidade, mas, ainda assim, aliviar as restrições que estão hoje em vigor face à situação de 2023”, afirmou o primeiro-ministro, após uma reunião da comissão de acompanhamento da seca, em Faro.

Luís Montenegro indicou que o Executivo vai aprovar um “alívio de cerca de 20 hectómetros cúbicos na restrição que está hoje em vigor em todas as áreas de atividade”, distribuindo-se este valor por “2,65 hectómetros cúbicos de alívio no consumo urbano, de 13,14 de alívio no consumo da agricultura e de 4,17 no alívio no consumo para o turismo”.

Em fevereiro, o anterior Governo, liderado por António Costa, decretou a situação de alerta no Algarve devido à seca e aplicou medidas de contingência que previam reduções de consumo de 25%, para a agricultura, e de 15%, para o setor urbano.

Agora, Luís Montenegro anunciou um alívio destas restrições, embora frisando que é preciso preservar ao máximo a água, que é “um recurso escasso” na região.

Montenegro disse ainda que os dados representam, “face a 2023, um diminuição de disponibilidade de 10% no consumo urbano e 13% no consumo para agricultura e turismo”.

O primeiro-ministro disse ainda que é necessário “diminuir perdas nas várias utilizações de água” e recorrer a águas residuais em casos onde esta fonte é viável, como nos golfes, assegurando que o objetivo do Governo é também promover investimento que “possa ajudar a esta gestão mais eficiente” da água.

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Porto entre as cidades mais baratas para uma “escapadinha” de fim de semana

Um recente estudo divulgado pela Stasher coloca a cidade do Porto entre as mais baratas para uma “escapadinha” de fim de semana na Europa.

Victor Jorge

A cidade do Porto aparece entre as 10 cidades mais baratas para uma “escapada” de fim de semana. Segundo o estudo divulgado pela Stasher, com base em dados da Hotels.com, Kayak.co.uk, e Numbeo.com, a cidade Invicta coloca-se em 9.º lugar, com um preço de 787 para uma viagem para duas pessoas, incluindo aeroporto, voos, quartos de hotel, refeições e transportes locais.

Em primeiro lugar, aparece Cracóvia (Polónia), com um preço de 617 euros, seguida de Bucareste (Roménia) com 655 euros, fechando Varsóvia (Polónia) o Top 3 com 656 euros.

Antes do Porto aparecem ainda Riga (Letónia, com 676 euros), Praga (Chéquia, com 716 euros), Budapeste (Hungria, com 730 euros), Istambul (Turquia, com 730 euros) e Estocolmo (Suécia, com 782 euros). A finalizar o ranking e no 10.º lugar, surge a cidade espanhola de Valência, com 793 euros.

Já nas cidades mais caras para a mesma escapadela de fim de semana, o 1.º lugar pertence a Zurique (Suíça), com 1.382 euros, seguida de Reiquiavique (Islândia), com 1.349 euros, fechando o Top 3 a cidade de Colónia (Alemanha), com 1.260 euros.

Fazem ainda parte deste ranking das cidades mais caras para um fim de semana: Edimburgo (Escócia), Genebra (Suíça), Florença, Veneza, Milão e Roma (Itália) e Copenhaga (Dinamarca).

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Praia de Verandinha na ilha da Boavista, Cabo Verde

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Governo cabo-verdiano quer receber 1,2 milhões de turistas este ano

Cabo Verde quer antecipar para este ano a meta de receber 1,2 milhões de turistas, antes prevista para 2026, revelou, no parlamento, o ministro do Turismo e Transportes cabo-verdiano, Carlos Santos.

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“Depois da marca de um milhão de turistas em 2023, as perspectivas são de anteciparmos a meta prevista para 2026, ou seja, de atingirmos 1,2 milhões de turistas já este ano”, afirmou, no primeiro dia da sessão parlamentar de maio que decorre até sexta-feira.

Os estabelecimentos hoteleiros de Cabo Verde bateram o recorde de hóspedes em 2023, ultrapassando o total de um milhão: o ano fechou com 1.010.739 hóspedes, segundos o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os números superam também os valores pré-pandémicos: “face ao ano de 2019, registou-se um crescimento de 23,4% no número de hóspedes”.

O Governo e instituições privadas preveem que o setor (que representa um quarto do Produto Interno Bruto de Cabo Verde) continue a crescer, alavancado, em parte, no arranque de voos de companhias de baixo custo, em outubro, para a ilha do Sal – que concentra a larga maioria das atividades turísticas do arquipélago.

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Macau regista mais de 2,6 milhões de visitantes em abril

Macau recebeu mais de 2,6 milhões de visitantes em abril, uma subida de 14,4% em termos anuais, embora longe dos 3,4 milhões registados antes da pandemia de covid-19.

Publituris

Este número (2.600.717) representa ainda assim uma recuperação de entradas de visitantes em relação a abril de 2019, mas uma queda de 4,4%, face a março, referiu a Direção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) em comunicado.

Em abril, “o número de entradas de excursionistas (1.349.927) e o de turistas (1.250.790) subiram 23% e 6,3%, respetivamente, em relação a abril de 2023”, indica-se na mesma nota.

A grande maioria dos visitantes no quarto mês do ano continuou a chegar da China continental (1.737.314).

Depois de três anos de rigorosas restrições devido à pandemia da covid-19, o território reabriu as fronteiras a todos os estrangeiros, incluindo turistas, a partir de 08 de janeiro de 2023.

Nesse ano, Macau recebeu mais de 28,2 milhões de visitantes, cinco vezes mais do que no ano anterior e um valor que representa 71,6% do registado antes do início da pandemia.

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Votação para os Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 tem início a 27 de maio

Arranca no próximo dia 27 de maio a votação para as 22 categorias dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. A votação só estará disponível aos assinantes do jornal Publituris e aos subscritores da newsletter diária. Por isso, registe-se até dia 24 de maio para votar.

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Os nomeados da 19.ª edição dos Publituris “Portugal Travel Awards” serão conhecidos na edição do próximo dia 24 de maio de 2024 do jornal Publituris, ficando o site para votação disponível a partir de segunda-feira, 27 de maio.

Nesta edição de 2024 há 177 nomeados em 22 categorias, existindo ainda o “Prémio Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

As votações decorrerão, exclusivamente, no site dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 e estarão disponíveis somente para os assinantes do jornal Publituris e subscritores da newsletter diária.

O júri, composto por 26 personalidades ligadas ao setor do turismo, em Portugal, também votarão online.

O registo na newsletter diária do Publituris só será permitido até dia 24 de maio de 2024, ficando o mesmo suspenso até ao dia 4 de julho de 2024.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal do Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%) e serão conhecidos no dia 4 de julho de 2024 numa cerimónia a realizar-se no Pestana Douro Riverside, no Porto, a partir das 19h00.

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Turismo internacional atinge 97% dos níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre

As chegadas de turistas internacionais atingiram 97% dos níveis pré-pandémicos no primeiro trimestre de 2024, revelando a UN Tourism que mais de 285 milhões de turistas viajaram globalmente em janeiro-março, cerca de 20% mais do que no primeiro trimestre de 2023.

Victor Jorge

Mais de 285 milhões de turistas realizaram viagens internacionais no primeiro trimestre de 2024, correspondendo a uma subida de 20% face a igual período de 2023 e representando 97% dos níveis pré-pandemia.

Recorde-se que, em 2023, as chegadas de turistas internacionais recuperaram 96% dos níveis de 2019, enquanto as receitas de exportação do turismo permaneceram em 97% e o PIB direto do turismo atingiu os mesmos níveis de 2019.

A projeção da UN Tourism para 2024 aponta para uma recuperação total do turismo internacional, com as chegadas a crescer 2% acima dos níveis de 2019.

Por regiões, a Europa – maior região de destino do mundo – ultrapassou pela primeira vez os níveis pré-pandémicos num trimestre (+1% em relação ao 1.º trimestre de 2019), registando 120 milhões de turistas internacionais nos primeiros três meses do ano, apoiados por uma forte procura intra-regional.

Já o Médio Oriente registou o crescimento mais forte, com as chegadas internacionais a excederem em 36% os níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre de 2024, ou 4% acima do 1.º trimestre de 2023. Esta evolução segue-se a um desempenho “extraordinário” em 2023, quando o Médio Oriente se tornou a primeira região do mundo a recuperar os números anteriores à pandemia (+22%).

Enquanto as Américas praticamente recuperaram os números anteriores à pandemia neste primeiro trimestre, com as chegadas a atingirem 99% dos níveis de 2019, a região de África recebeu mais 5% de turistas internacionais no primeiro trimestre de 2024 do que no primeiro trimestre de 2019 e mais 13% do que no primeiro trimestre de 2023.

Por fim, na Ásia-Pacífico o turismo internacional está a registar uma rápida recuperação, com as chegadas a atingirem 82% dos níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre de 2024, após uma recuperação de 65% no ano de 2023.

Relativamente a estes números, o Secretário-Geral da UN Tourism, Zurab Pololikashvili, refere que “a recuperação do setor é uma notícia muito bem-vinda para as nossas economias e para os meios de subsistência de milhões de pessoas. No entanto, recorda também a necessidade de garantir políticas de turismo e gestão de destinos adequadas, com o objetivo de promover a sustentabilidade e a inclusão, abordando simultaneamente as externalidades e o impacto do sector nos recursos e nas comunidades”.

Por sub-regiões, o Norte de África registou o melhor desempenho no primeiro trimestre de 2024, com mais 23% de chegadas internacionais do que antes da pandemia, seguido da América Central (+15%), das Caraíbas e da Europa Ocidental (ambas +7%). O sul da Europa mediterrânica excedeu em 1% os níveis anteriores à pandemia, enquanto a América do Sul atingiu praticamente os níveis de 2019. O Norte da Europa recuperou 98% dos níveis anteriores à pandemia, enquanto a África Subsariana e a América do Norte recuperaram 95%.

Quanto às receitas do turismo internacional, estas atingiram 1,380 biliões de euros, em 2023, o que significa uma recuperação completa dos níveis pré-pandémicos em termos nominais, mas 97% em termos reais, ajustados pela inflação.

Por regiões, a Europa gerou as receitas mais elevadas em 2023, com os destinos a ganharem 607 mil milhões de euros, excedendo os níveis pré-pandémicos em 7% em termos reais. As receitas no Médio Oriente subiram 33 % acima dos níveis de 2019. As Américas recuperaram 96% das suas receitas pré-pandémicas em 2023 e a África 95%. A Ásia-Pacífico obtiveram 78% das suas receitas pré-crise, um resultado notável quando comparado com a recuperação de 65% das chegadas no ano passado.

O total das receitas de exportação do turismo internacional, incluindo receitas e transporte de passageiros, atingiu 1,560 biliões de euros, em 2023, cerca de 96% dos níveis pré-pandémicos em termos reais. O PIB direto do turismo recuperou os níveis pré-pandémicos, atingindo um valor estimado ligeiramente acima dos 3 biliões de euros, em 2023, equivalente a 3% do PIB mundial.

Segundo a UN Tourism, foram vários os destinos que obtiveram resultados notáveis em termos de receitas no primeiro trimestre de 2024, em comparação com os níveis de 2019, com base nos dados disponíveis, incluindo a Sérvia (+127%), a Turquia (+82%), o Paquistão (+72%), a Tanzânia (+62%), Portugal (+61%), a Roménia (+57%), o Japão (+53%), a Mongólia (+50%), as Maurícias (+46%) e Marrocos (+44%).

De referir que, segundo o mais recente Índice de Confiança do Turismo das Nações Unidas, as perspectivas são positivas para a próxima época de verão, com uma pontuação de 130 para o período de maio-agosto de 2024 (numa escala de 0 a 200), refletindo um sentimento mais otimista do que no início deste ano. Cerca de 62% dos especialistas em turismo que participaram no inquérito de confiança expressaram expectativas melhores (53%) ou muito melhores (9%) para este período de quatro meses, que abrange a época de verão do Hemisfério Norte, enquanto 31% preveem um desempenho semelhante ao de 2023.

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Transportes

easyJet disponibiliza mais de 17.000 voos de e para Portugal no verão 2025

A easyJet colocou esta terça-feira à venda o seu calendário de verão de 2025. Para e de Portugal a companhia inclui mais de 17.000 voos.

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A easyJet colocou esta terça-feira, 21 de maio, à venda o seu calendário de verão de 2025, disponibilizando mais de 29 milhões de lugares em 162.000 voos entre 3 de março de 2025 e 15 de junho de 2025.

Na operação, a companhia aérea inclui mais de 17.000 voos de e para Portugal, que já estão disponíveis para que os clientes possam fazer as suas reservas a preços acessíveis e antecipadamente em easyjet.com ou através da aplicação móvel.

Com voos para mais de 90 destinos à escolha em toda a Europa, Norte de África e Médio Oriente a partir de cinco aeroportos de Portugal continental e ilhas, José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, refere que, deste modo, a companhia “procura continuar a impulsionar o setor do turismo e aviação e a criar momentos únicos junto dos seus clientes”.

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Aviação

Dubai espera bater novo recorde de passageiros no atual aeroporto

Os responsáveis pelo Dubai International Airport (DXB) esperam bater um novo recorde, com a movimentação de mais de 91 milhões de passageiros, em 2024.

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Depois de ter registado, no primeiro trimestre de 2024, mais de 23 milhões de passageiros a passarem pelo Dubai International Airport (DXB), correspondendo a um acréscimo de 8,4% face ao mesmo período de 2023, os responsáveis pela infraestrutura aeroportuária admitem bater novo recorde e chegar a mais de 91 milhões de passageiros neste ano.

Paul Griffiths, CEO dos Aeroportos do Dubai, refere, na apresentação de resultados do DXB), que “a trajetória de crescimento robusto no DXB continuou no primeiro trimestre do ano, com o hub a registar números verdadeiramente impressionantes. Graças, em parte, à proliferação de cidades que estão a ser adicionadas à nossa rede pelas nossas transportadoras Emirates e flydubai, nos últimos meses. À medida que o Dubai emerge como líder global na atração de talentos, empresas e turistas de todo o mundo, a nossa atenção continua a centrar-se na manutenção da dinâmica de crescimento e na melhoria da experiência geral no aeroporto para todos os passageiros que passam pelos nossos terminais. Com um forte início do segundo trimestre e uma perspectiva otimista para o resto do ano, revimos a nossa previsão para o ano para 91 milhões de passageiros, ultrapassando o nosso anterior recorde de tráfego anual de 89,1 milhões em 2018.”

A Índia continua a ser o principal país de destino do DXB, com o tráfego a atingir 3,1 milhões de passageiros, seguida da Arábia Saudita (2 milhões), do Reino Unido (1,5 milhões) e do Paquistão (1,1 milhões). Outros contribuintes significativos incluem os EUA (836.000), a Rússia (725.000) e a Alemanha (728.000). As principais cidades por número de passageiros incluem Londres com 961.000 passageiros, Riade (795.000) e Jeddah (669.000), seguidas de perto por Bombaim com 637.000 visitantes.

De referir que o Emirado anunciou, recentemente, que está a construir um novo terminal de passageiros no Al Maktoum International – o segundo aeroporto do Emirado, também conhecido como Dubai World Central (DWC) – à medida que o DXB se aproxima da sua capacidade total.

O novo DWC, com um investimento total de 128 mil milhões dirhams (mais de 32 mil milhões de euros), terá uma capacidade para 260 milhões de passageiros. Uma vez concluído, o aeroporto terá a maior capacidade do mundo e será cinco vezes maior do que o DXB, que atualmente ocupa o primeiro lugar no ranking mundial do tráfego internacional de passageiros.

O DXB está atualmente ligado a 256 destinos em 102 países através de 90 transportadoras internacionais. No primeiro trimestre deste ano, o aeroporto registou 109.238 movimentos de aeronaves, o que representa um aumento anual de 8,3% segundo a Dubai Airports.

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