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Zoomarine espera regresso a números de 2019

Aberto, ou melhor, reaberto a 12 de abril, as expectativas para o Zoomarine são de um ano próximo do que foi a realidade em 2019. Um novo espaço alarga a oferta disponível numa clara aposta na continuidade de, anualmente, oferecer algo de novo a quem visita o parque algarvio.

Victor Jorge
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Zoomarine espera regresso a números de 2019

Aberto, ou melhor, reaberto a 12 de abril, as expectativas para o Zoomarine são de um ano próximo do que foi a realidade em 2019. Um novo espaço alarga a oferta disponível numa clara aposta na continuidade de, anualmente, oferecer algo de novo a quem visita o parque algarvio.

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Como em todos os espaços abertos ao público, o Zoomarine enfrentou os desafios inerentes à pandemia da COVID-19, embora nunca tenha fechado completamente o parque a quem pretendia visitá-lo de abril a finais de outubro.

Com a grande novidade para a temporada de 2022 a residir num espaço que pouco tem a ver com as restantes atividades oferecidas no parque, o Borboletário combina com o jardim tropical, do qual, salienta Mariana Poupado, diretora de Marketing e Comunicação do Zoomarine, “temos tido um excelente feedback por parte dos nossos visitantes”.

A razão deste novo investimento prende-se com a vontade de “apostar em algo que fosse completamente novo e que ninguém estivesse à espera”, tratando-se do primeiro Borboletário do Algarve numa aposta considerada “certeira”.

Tratando-se de uma aposta pessoal da administração do Zoomarine, o novo espaço tem uma área de mais de 300 m2, no qual é possível encontrar as mais variadas espécies de borboletas, originárias de diferentes pontos do planeta, desde a América Central até à Ásia. Já em termos botânicos, este novo habitat de imersão conta com mais de 70 espécies de plantas.

O investimento é, de resto, algo que faz parte da realidade do Zoomarine, ditando os números para este ano de 2022 um valor próximo dos 1.650.000 de euros, não constituindo o mais elevado já efetuado no parque. “Em 2020, o investimento realizado pelo Zoomarine foi de quase sete milhões de euros quando renovámos a frota para veículos elétricos, melhorámos a área de restauração e abrimos o cinema 4D. Isto em ano de pandemia”, destaca Mariana Poupado.

Voltar a números de 2019
Mas antes de chegar a 2022, foi preciso passar, como se costuma dizer “as passas do Algarve”, com várias restrições que levaram a uma natural redução de visitantes, principalmente, em 2020. “No ano de 2021 já foi possível registar uma franca melhoria face ao ano anterior”, salientando Mariana Poupado que “já era notório um maior à vontade de quem nos visitava e com os números a aumentar”.

 

Quem nos visita, ano após ano, pode contar sempre com alguma novidade por parte do Zoomarine e isso distingue-nos da concorrência”, Mariana Poupado

 

Com a única obrigatoriedade atual a residir no uso da máscara em espaços fechados, o Zoomarine manteve, por opção própria, o check-in prévio ao dia da visita, até porque, segundo a diretora de Marketing e Comunicação do Zoomarine, “trata-se de uma ferramenta excelente para a gestão quer de recursos humanos, quer dos próprios serviços”, evitando que o dia da visita dos clientes seja “confuso e com grandes multidões”. “Ninguém gosta de estar à espera e essa foi uma opção que tomámos e que, possivelmente, vamos manter futuramente, porque nos ajuda bastante na gestão”.

Quanto ao número de visitantes, as expectativas para 2022 são altas. Se os números pré-pandemia indicam mais de 590 mil visitantes, em 2018, e um crescimento para mais de 640 mil, em 2019, no que foi “o melhor ano do Zoomarine”, a pandemia veio alterar o cenário. A quebra foi drástica e não foi além dos 161 mil visitantes, em 2020, para voltar a subir e atingir quase 285 mil visitantes, em 2021.

Tal como em todo o setor do turismo, também o Zoomarine “sobreviveu” os tempos pandémicos com “ajuda” do turista ou visitante nacional. “Se antes da pandemia, os visitantes nacionais representavam cerca de 50%, com a chegada da pandemia, passou a representar 80%”, salientando Mariana Poupado que, “devemos um agradecimento muito especial ao público nacional, que foi, de facto, um elemento fundamental para alavancar a nossa atividade, tal como todo o setor do turismo nacional”. As expectativas é que esta representatividade do público nacional desça ligeiramente, admitindo-se que “o português agora também irá viajar para outros destinos”, realidade que será “compensada” com a chegada de mais público estrangeiro.

Globalmente, o ranking de visitantes internacionais do Zoomarine é liderado pelos turistas britânicos, seguidos pelos franceses, neerlandeses e alemães, com a época alta a residir, claramente, nos meses de junho, julho e, principalmente, agosto, representando estes três meses mais de 50% do número de visitas anuais. O fecho está programado, como em todos os anos, para o dia de Halloween, ou seja, encerramento a 1 de novembro.

Novidades que nunca param
Com um staff permanente de 130 pessoas, a reabertura significa a contratação de cerca de 150 pessoas, para na época alta, que agora se iniciou, o Zoomarine ir ao mercado contratar mais 250 pessoas, totalizando mais de 500 pessoas nos três meses de verão. Tal como em todo o setor do turismo, é nos recursos humanos onde reside a maior dificuldade, com a contratação de pessoal para áreas como a restauração e operações a constituírem os maiores “pesadelos”. “Temos aqui pessoas que trabalham no Zoomarine há mais de 20 anos, mas é na sazonalidade que residem, de facto, as maiores dificuldades, com os picos de procura a constituírem um problema, apesar da nossa grande capacidade de adaptação”.

Além das dificuldades sentidas com a pandemia, a guerra iniciada pela Rússia na Ucrânia também não vieram facilitar o cenário. “Todos os anos fazemos um ajuste nos preços”, diz Mariana Poupado, para logo de seguida destacar que, “em termos de fornecedores, o que verificamos, atualmente, é que os orçamentos são válidos por dois dias”, o que, segundo a mesma, “dificulta a realização de grandes planos”.

“Atualmente, temos de tomar decisões no momento, já que podemos estar a negociar hoje algo a um determinado preço e amanhã estar já com 20 ou 30% em cima. É essa estabilidade que deixou de existir e que é difícil de gerir para quem aprova o orçamento em novembro ou dezembro do ano anterior”, frisa.

Quanto à oferta diferenciada do Zoomarine, Mariana Poupado responde de forma categórica: “temos produto único, não só aqui em Portugal como na Europa. O foco está nos serviços de qualidade e de excelência que prestamos ao nosso visitante e prova disso é que temos clientes que vêm cá desde a nossa abertura há 30 anos”.

“Quem nos visita, ano após ano, pode contar sempre com alguma novidade por parte do Zoomarine e isso distingue-nos da concorrência”.

Como já referido, as expectativas para 2022 estão altas e no dia 1 de novembro, “o que esperamos é conseguir fazer um balanço bastante positivo. Os indicadores, com base no número de reservas até à data, são muito promissores”, admite Mariana Poupado, concluindo que “poderemos ficar perto dos números de 2019”.

Um parque que “nunca” fecha

Apesar de encerrar portas a 1 de novembro, o Zoomarine “nunca fecha e o trabalho nunca acaba”, destacada Mariana Poupado. Durante os meses de fecho, os trabalhados no Zoomarine passam, principalmente, pela manutenção de jardins e espaços comuns. Além disso, Mariana Poupado frisa que “o nosso bem mais preciso [os diversos animais] são treinados para novas apresentações e novas coreografias”.
Já em termos de marketing, a responsável do departamento destaca o planeamento que é realizado para as campanhas que serão lançadas no ano seguinte. “Todos os anos, no final de cada temporada, fazemos uma análise dos inquéritos aos visitantes”. E é dessas análises que nascem novas atrações como, por exemplo, a Ilha da Fantasia, algo que os nossos visitantes pediam, porque faltava diversão para as crianças mais pequenas”. Assim, foi criado um conjunto de escorregas dedicado crianças dos quatro aos oito anos, “numa tentativa de ir sempre ao encontro das necessidades e exigências de quem nos visita”, diz Marian Poupado.
Para 2023, “a nova atração já está a ser trabalhada”, com Mariana Poupado a não querar estragar a surpresa para a próxima temporada.


As visitas

2018 – 591.554
2019 – 640.007
2020 – 160.593
2021 – 284.675


Área desde 1992

1992 – 6 hectares
2002 – 12 hectares
2012 – 15 hectares
2021 – 21 hectares


Investimentos mais relevantes

2019 – Jurassic River, remodelação do habitat dos pinípedes e criação de piscina médica;
2020 – Frota de viaturas elétricas, renovação das áreas de restauração Bamboo e Acqua, cinema 4D e 3 novos equipamentos: Manta, Ferry e Torre Farol
2021 – Ilha da Fantasia
2022 – Butterfly Garden

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Transportes

Ryanair torna viagens mais fáceis para cliente com deficiências

Através desta parceria, pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair passam a estar preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas

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A Ryanair juntou-se à rede de Hidden Disabilities Sunflower, reconhecendo a Sunflower Lanyards – um símbolo globalmente reconhecido de deficiência não visível. Esta nova iniciativa faz parte do contínuo foco na experiência do cliente da companhia aérea, permitindo aos pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair apoiar ainda mais os clientes, tornando as viagens mais fáceis e mais acessíveis para todos.

Com mais de 1,5 milhões de clientes da Ryanair que requerem assistência especial todos os anos, a companhia aérea, com o apoio da Hidden Disabilities Sunflower, desenvolveu e entregou um programa de formação anual, de forma a ajudar as suas equipas a obter uma compreensão mais profunda das deficiências não visíveis.

Assim, a tripulação da Ryanair, baseada em 90 bases, “está pronta a apoiar os utilizadores desta organização com uma oferta de ajuda, compreensão ou simplesmente mais tempo”, refere a companhia aérea, em comunicado.

Tracy Kennedy, diretora de Customer Service da Ryanair, refere que a companhia transporta “mais de 165 milhões de passageiros por ano, com mais de 1,5 milhões a necessitarem de assistência especial”, salientando que através do reconhecimento da Sunflower Lanyards, é possível “às 17.000 pessoas nas nossas 90 bases de tripulação um melhor apoio aos nossos clientes com deficiências não visíveis”.

A responsável frisa ainda que, “após o lançamento da formação abrangente ‘Hidden Disabilities’ este Verão, estamos extremamente orgulhosos de que os nossos pilotos, tripulação e equipas de apoio estejam agora totalmente preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas”.

Já Tristan Casson-Rennie, Diretor Regional, Irlanda & Irlanda do Norte da Hidden Disabilities Sunflower, congratula-se com o facto da Ryanair ter aderido à rede global de ‘Hidden Disabilities Sunflower’. “Passageiros com deficiências não visíveis podem voar para 36 países sabendo que serão apoiados pela tripulação da Ryanair em 228 aeroportos”, diz Casson-Rennie, concluindo ainda que “as viagens estão a tornar-se mais acessíveis para pessoas com deficiência, alargando as oportunidades de exploração, trabalho e diversão”.

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“The Majestic Adventures of Ofélia de Souza” vence Festival de Cinema de Turismo ART&TUR

Entre os 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, o filme da região de Turismo do Porto e Norte de Portugal venceu o prémio mais importante.

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O filme “The Majestic Adventures of Ofélia de Souza”, apresentado pela região de Turismo Porto e Norte de Portugal foi o grande vencedor do festival ART&TUR, que se realizou entre 25 e 28 de outubro, em Ourém.

Esta produção promocional ganhou o Grande Prémio, referente ao melhor filme, nas duas competições que integram o evento, a competição nacional e a internacional.

O Festival ART&TUR é um evento de grande importância no panorama internacional dos festivais de cinema de turismo, atraindo todos os anos os melhores filmes promocionais e documentários sobre turismo, nacionais e internacionais que se produzem no mundo. As últimas cinco edições do festival realizaram-se no Centro de Portugal, nomeadamente em Leiria, Torres Vedras, Viseu, Aveiro e, agora, Ourém. O ART&TUR integra a rede mundial do CIFFT – Comité Internacional dos Festivais de Filmes de Turismo, que elege anualmente o melhor filme de turismo a nível mundial, entre todos os filmes que percorrem o circuito internacional de 14 festivais. Alexander Kammel e Hugo Marcos, respetivamente diretor e secretário-geral do CIFFT, estiveram presentes na gala.

Durante os quatro dias do Festival, foram exibidos os filmes que integraram a shortlist da competição, selecionados entre os 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, que se inscreveram e que foram avaliados pelo júri internacional. No total, foram exibidos 87 filmes.

Destaque, também, para os dois filmes da Turismo Centro de Portugal premiados, em diferentes categorias. Foi o caso do filme “Aqui Entre Nós”, produzido pela “Ideias Com Pernas”, que conquistou o 2.º lugar na categoria “Destinos Turísticos: Regiões” (tanto na competição nacional como na internacional); e o filme “A romance-trip through the Gastronomy and Wines of Centro de Portugal, by Chef Diogo Rocha”, produzido pela “INC FILMS”, segundo classificado na categoria “Gastronomia”.

Francisco Dias, diretor do Festival, salienta que “o 15.º Festival ART&TUR, em Ourém, conseguiu atrair visitantes de países tão remotos como Japão, Filipinas, Taiwan, Indonésia, Nova Zelândia, Maurícia, Irão, Paquistão e África do Sul. A abrangência internacional do ART&TUR é um reconhecimento inequívoco da sua importância a nível global. A comprová-lo estão também as cerca de 200 notícias que já foram publicadas sobre o Festival, a maioria delas em países tão diversos como Croácia, Japão, Chile ou Taiwan”.

Já Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, sublinha que “o ART&TUR é um instrumento poderoso, não só na estruturação da promoção dos destinos, mas também um ativo muito forte no cross selling com outros produtos e outros destinos. Acredito que deste Festival sai um contributo muito válido para o caminho de afirmação e consolidação nacional e internacional dos filmes de turismo”.

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National Geographic elege 25 destinos para 2023 e um deles é português

As nove ilhas dos Açores aparecem em destaque na categoria “Natureza”.

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A National Geographic elegeu os melhores 25 destinos e experiências para o próximo ano de 2023 e um deles fica em Portugal.

Os Açores aparecem em destaque na categoria “Natureza”, revelando a National Geographic tratar-se de uma “terra nascida do fogo, mas agora envolta em verde”, salientando que “os Açores trabalham para garantir o seu futuro”.

“Os Açores são nove ilhas com hábitos e sotaques diferentes que mudam de ilha para ilha”, refere a exploradora da National Geographic Miriam Cuesta Garcia, bióloga marinha que estuda o comportamento noturno das aves marinhas na ilha do Pico. “Mas os Açores têm uma visão unificada para a sustentabilidade”, frisando a bióloga marinha que os Açores “sabem que precisam [proteger] o seu ambiente único, para permanecer o mesmo quando ocorrem mudanças.”

A National Geographic destaca ainda que quatro das nove ilhas são reservas da biosfera da UNESCO – e reconhecidas pelo World Wildlife Fund como um oásis para 28 espécies de baleias e golfinhos –, afirmando que “os Açores levam o turismo sustentável a sério”.

“Tornou-se o primeiro arquipélago do mundo a ser certificado pelo EarthCheck, um conselho consultivo internacional com sede na Austrália e líder de turismo verde que conferiu o prémio em 2019”.

Os restantes destinos e categorias destacadas pela National Geographic foram:

CULTURA
Via Ápia, Itália
Busan, Coreia do Sul
Grutas de Longmen, Província de Henan, China
Egito
Charleston, Carolina do Sul

NATUREZA
Terras Altas Escocesas
Botsuana
Eslovénia
Parque Nacional Big Bend, Texas
Açores

AVENTURA
Nova Zelândia
Choquequirao, Peru
Utah
Alpes austríacos
Parque Nacional Revillagigedo, México

COMUNIDADE
Ilhas do Dodecaneso, Grécia
Milwaukee, Wisconsin
Alberta, Canadá
Laos
Gana

FAMÍLIA
Trindade e Tobago
Crosstown Trail de São Francisco, Califórnia
Colômbia
Manchester, Reino Unido
Suíça

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Aviação

Air France-KLM anunciam acordo de longo prazo para compra de SAF

O grupo Air France-KLM continua na senda da descarbonização. Para atingir o objetivo de incorporação de 10% SAF até 2030, o grupo acaba de assinar um acordo para o fornecimento de 1,6 milhão de toneladas de SAF entre 2023 e 2036.

Victor Jorge

A Air France-KLM anunciaram dois grandes contratos de compra de longo prazo para um total de 1,6 milhão de toneladas de combustível de aviação sustentável (SAF). Os acordos são vinculativos e serão aplicados por vários anos em parceria com os fornecedores de SAF Neste e DG Fuels.

“Esta parceria marca um passo importante para alcançar nossa ambição de misturar 10% de SAF globalmente até 2030”, refere o grupo em nota de imprensa. Os dois acordos cobrirão um terço das necessidades até 2030 e as primeiras entregas estão previstas para 2023.

Os acordos cobrem o fornecimento de um volume total de 1,6 milhão de toneladas de combustível de aviação sustentável entre 2023 e 2036, o que evitará emissões de 4,7 milhões de toneladas de CO2 em todo o ciclo de vida em comparação com os combustíveis fósseis.

A Neste fornecerá, no período de 2023 a 2030 um milhão de toneladas de SAF, enquanto a DG Fuels entregará 600.000 toneladas de SAF de 2027 a 2036.

Recorde-se que a Air-France-KLM anunciou um compromisso para a redução do seu impacto ambiental, pretendendo reduzir as emissões de CO2 por passageiro/km em 30% até 2030 em relação a 2019.

Os contratos agora assinados representam um primeiro passo do grupo para atingir as metas de incorporação de 10% SAF até 2030 e cobrirão aproximadamente 3% dos requisitos de 10% SAF, compromisso que se junta à renovação da frota e a pilotagem ecológica.

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Destinos

Portugal entrou no mapa das grandes produções cinematográficas

As filmagens da série “House of the Dragon” ou do filme “Velocidade Furiosa” são prova de que há um grande potencial de atração turística para os destinos.

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A captação de grandes produções audiovisuais para Portugal, como a série “House of the Dragon” ou o filme “Velocidade Furiosa”, é um sinal evidente de que o nosso país entrou no mapa destas produções e que há um grande potencial de atração turística para os destinos onde são filmadas. Esta foi uma das conclusões do painel “O Cinema Como Motor do Desenvolvimento Regional”, que aconteceu, recentemente, em Ourém, no primeiro dia do ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo.

O painel foi moderado por Adriana Rodrigues, presidente da Centro de Portugal Film Commission, e contou com a presença de Mariana Martinho, da produtora Sagesse Productions, e Sandra Neves, diretora-executiva da Portugal Film Commission.

Para Mariana Martinho, o impacto da vinda destas produções vai muito além do turismo, referindo que, “um exemplo muito recente, a filmagem do ‘House of the Dragon’ em Monsanto, vai sem dúvida atrair o chamado turismo audiovisual, de pessoas com motivações diferentes, que vêm para conhecer o local de filmagens. Isso desperta interesse pela cultura e pelo local. Mas além disso temos o investimento, a injeção de capital no local. Houve um dia em Monsanto em que tivemos 1.000 pessoas a trabalhar. São 1000 pessoas que têm de estar instaladas, há dinheiro que entra na restauração, na hotelaria, em pequenas empresas, em pequenos fornecedores. Ao termos cada vez mais estúdios grandes a filmar em Portugal, isso chama a atenção ainda de mais estúdios. Estamos num excelente caminho e temos de continuar este esforço, para que cada vez mais produções venham para Portugal”, sublinhou.

A opinião foi partilhada por Sandra Neves, salientando que “Portugal está mesmo no mapa destas produções. Costumo dizer muitas vezes que queríamos nadar na piscina dos grandes e agora, com estas grandes produções internacionais, chegámos lá. Agora temos de continuar a ser cada vez mais atrativos. Neste momento, precisamos apenas de afinar algumas coisas, a nível de mecanismos de apoio”, explicou.

O painel “O Cinema Como Motor do Desenvolvimento Regional” foi antecedido pela Sessão de Abertura do Festival ART&TUR, com as boas-vindas a ficarem a cargo de Francisco Dias, diretor do Festival. O responsável destacou o facto de o ART&TUR ser “um grande promotor da qualidade do audiovisual em Portugal”. “O Festival é um player ativo na promoção dos destinos e a qualidade dos filmes a concurso melhoram de ano para o ano. Os prémios comprovam a melhoria contínua da qualidade do turismo”, disse Francisco Dias.

Também presente na Sessão de Abertura, na qualidade de chefe do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas da Turismo Centro de Portugal, Adriana Rodrigues recordou que “edição após edição, temos tido o privilégio de receber no Centro de Portugal realizadores e produtores oriundos de todo o mundo e de lhes mostrar o que de melhor o nosso território tem para oferecer”. “Em todos os palcos onde decorre o festival, fica demonstrado que o Centro de Portugal é um destino de eleição para todo o tipo de produções cinematográficas ou televisivas. Esta região oferece um manancial ilimitado de recursos, que têm motivado um interesse crescente por parte de produtoras internacionais”, acrescentou.

Anabela Freitas, presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, considerou que “o Médio Tejo tem um património vastíssimo” e que este Festival permitirá “um olhar diferente sobre o território, ao aliar a arte dos filmes com a arte do turismo”.

Exibidos 87 filmes em quatro dias de festival
A 15.ª edição do ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo decorre até ao próximo dia 28, em Ourém, numa co-organização entre a Centro Portugal Film Commission e a Turismo Centro de Portugal. As últimas quatro edições do festival realizaram-se no Centro de Portugal, nomeadamente em Leiria, Torres Vedras, Viseu e Aveiro, a que se segue agora Ourém.

Durante os quatro dias do Festival, serão exibidos os filmes que compõem a short list da competição, selecionados entre os 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, que se inscreveram na competição e que foram avaliados pelo júri internacional. No total, serão exibidos 87 filmes, integrados em 13 sessões temáticas. As sessões temáticas serão antecedidas de mesas-redondas, em que especialistas refletirão sobre temas atuais abordados nos filmes exibidos.

Paralelamente, decorrerão outras iniciativas inseridas no Festival. Uma delas é o ART&FACTORY, um concurso de produção audiovisual em que participam realizadores internacionais, que produzem, na semana imediatamente antes do festival, filmes promocionais no território do Médio Tejo. Os filmes serão exibidos no festival.

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Emprego e Formação

ISCTE Executive Education lança nova Pós-Graduação na área do Turismo

No âmbito deste programa foi estabelecido um Protocolo de Colaboração entre o ISCTE Executive Education e a CTP – Confederação do Turismo Português.

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Depois de ter atravessado uma grave crise devido às restrições de mobilidade decorrentes da pandemia, agravada pela guerra na Ucrânia, o panorama do turismo mudou, os desafios do passado migraram para o presente e juntaram-se a um número de condicionantes que agravou a sua performance.

Foi neste contexto, que o ISCTE Executive Education desenhou a Pós-Graduação em Gestão Estratégica do Turismo. Trata-se de um programa diferenciado de toda a oferta formativa existente no mercado, por abordar os conceitos mais relevantes que impactam o negócio turístico como sustentabilidade, a tecnologia e a gestão de talentos. Com uma aprendizagem focada em casos práticos, o programa contempla um fim-de-semana imersivo para desenvolvimento de um projeto em gestão do negócio turístico, onde serão aplicados os conhecimentos adquiridos.

Coordenado por Jorge Catarino e Joaquim Vicente Rodrigues, o Programa Avançado em Gestão Estratégica do Turismo, irá decorrer entre 10 de fevereiro e 3 de junho de 2023, em regime presencial e conta no seu corpo docente com alguns dos mais experientes e reputados profissionais do setor do Turismo.

O ISCTE Executive Education realiza na quinta-feira, 27 de outubro, uma Sessão de Apresentação da Pós-Graduação em Gestão Estratégica do Turismo, onde será assinado um Protocolo de Colaboração entre o ISCTE Executive Education e a Confederação do Turismo Português (CTP).

O evento contará com a presença de José Crespo Carvalho, presidente do ISCTE Executive Education, Francisco Calheiros, presidente da CTP, e dos coordenadores do programa – Jorge Aníbal Catarino e Vicente Rodrigues.

Este evento que terá lugar no ISCTE Executive Education e tem como objetivo, apresentar aos participantes uma visão integrada, bem como estratégias e ferramentas imprescindíveis, para transformar os desafios sentidos na área em oportunidades que permitam alavancar o sucesso.

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Destinos

Capacitação para o turismo, gastronomia e cultura maranhense agradam aos portugueses

O Estado do Maranhão veio mostrar-se aos agentes do turismo portugueses com o Road Show da Cultura Maranhense.

A cidade do Porto, em Portugal, recebeu, recentemente, o Road Show da Cultura Maranhense, trazendo para Portugal o melhor da cultura do estado do Maranhão, exposição que seguiu, posteriormente, para Coimbra e Lisboa.

Hugo Paiva, secretário adjunto da Secretaria de Turismo do Maranhão, presente no evento, que aconteceu no Espaço 5B Gastronomia e Arte, ministrou para os presentes uma capacitação sobre o destino Maranhão, revelando as maravilhas da cultura local. Hugo explicou que “as características históricas e culturais da capital maranhense são muito próximas a Portugal, mas temos também paisagens completamente diferentes como os lençóis maranhenses. O Estado recebe turistas o ano todo, o público português, quando chega ao Maranhão, sente-se em casa”.

O responsável também destacou que o Maranhão “segue em crescente retoma do segmento turístico no Brasil, e um evento como este é uma importante montra para que os convidados façam uma verdadeira imersão na cultura maranhense, repleta de folclore, rico e colorido, onde ocorre a união de herança dos povos portugueses, indígenas, franceses e holandeses numa atmosfera única”.

O ponto alto da noite foi o jantar, executado pelo chef Rafael Bruno, com menu especial que fez questão de destacar a pluralidade da gastronomia da região. O chef, que é Embaixador da Gastronomia do Maranhão e do Nordeste, elaborou um menu para que o público português pudesse sentir os sabores típicos da região.

“Os insumos utilizados vêm de biomas únicos, de algumas áreas da Mata dos Cocais, do cerrado, da Amazônia. Destaque para o icónico arroz de cuxá, acompanhado de peixe pedra aromatizado com coco babaçu. O jantar foi finalizado com mousse de bacuri servido com chocolate Tapuio, uma atração à parte”, destacou o chef, acrescentando que foi servido um café de babaçu, “deixando um gostinho de quero mais para os portugueses, o que com certeza aqueceu seus corações.”

Por fim, o público fez uma viagem ao Maranhão através da apresentação musical comandada por Breno Bghost. O evento fez parte da Lei Estadual de Incentivo à Cultura com o patrocínio do Grupo Mateus.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Transportes

Ryanair quer chegar aos 15 milhões de passageiros em Portugal nos próximos 5 anos e não teme a inflação

Michael O’Leary e a Ryanair voltaram a Lisboa para comemorar os 20 anos da operação da companhia no nosso país. Depois de explicar o quanto a Ryanair contribuiu para a economia e turismo nacional, ficou a promessa de mais investimento. As “alfinetadas” foram para a TAP, easyJet, ‘slots’ e falta de decisão referente ao novo aeroporto.

Victor Jorge

Michael O’Leary, presidente da Ryanair veio a Lisboa para comemorar o 20.º aniversário da operação da companhia em Portugal e veio munido de um estudo, realizado pela PwC, que dá conta da importância da Ryanair para o turismo e para a economia portuguesa.

Em conferência de imprensa, onde se fez acompanhar de Eddie Wilson, CEO da Ryanair, Michael O’Leary destacou o contributo da companhia e dos passageiros que transporta, avaliado em dois mil milhões de euros por ano, para a economia portuguesa. No estudo que apresentou por ocasião dos 20 anos da Ryanair em Portugal, o presidente da companhia referiu que a Ryanair e os passageiros contribuíram com mais de 15 mil milhões de euros, desde o primeiro voo que efetuou, em 2003, a partir de Dublin para Faro.

E se de 2003 a 2020 a companhia transportou cerca de 71 milhões de passageiros, em 2020, a Ryanair atingiu os 11,5 milhões de passageiros, fazendo dela a companhia “aérea com mais passageiros nos aeroportos do Porto e Faro”, perspetivando os responsáveis da Ryanair atingir os 15 milhões de passageiros/ano, até 2027.

O estudo da PwC fez com que Michael O’Leary destacasse a importância da companhia para Portugal ao referir que a Ryanair transportou 67 milhões de passageiros, de 2011 a 2020, o que significa 17 vezes mais do que a terceira companhia aérea no mesmo período, concluindo-se que os passageiros da Ryanair representaram 19,4% dos passageiros internacionais em Portugal em 2019 e 21% em 2020.

De resto, esta oportunidade não foi deixada passar em claro por O’Leary para afirmar que a Ryanair é a única companhia aérea na Europa que está num crescendo, transportando, segundo o mesmo, “mais passageiros do que antes da pandemia”. Segundo o presidente da Ryanair, a companhia está a operou este verão “a 115% da capacidade pré-covid”, aproveitando para dar mais uma “alfinetada” na TAP ao destacar que a companhia portuguesa “está a operar a cerca de 70% da capacidade pré-pandemia” e a easyJet “a cerca de 80%”.

O peso no PIB
Além dos passageiros transportados, Michael O’Leary destacou o peso da atividade da Ryanair no PIB da economia portuguesa, referindo o estudo da PwC que esse valor ascendeu a 244 milhões de euros, em 2019.

No geral e pelas contas apresentadas, o impacto anual total da Ryanair em termos de PIB, em 2019, incluindo empresas e turismo ascende a 2.280 milhões de euros, correspondendo a 1,1% do PIB nacional nesse ano.

Já o impacto total no PIB pela Ryanair em Portugal no período de 2003 a 2020 foi de 15,19 mil milhões de euros, dos quais 1,67 mil milhões dizem respeito ao impacto empresarial da Ryanair e 13,52 mil milhões ao impacto dos turistas que foram transportados pela companhia, deixando 6.840 milhões no setor da hotelaria e restauração, 1.750 milhões no setor das artes e lazer, mais 940 milhões no retalho.

Dos mercados internacionais, destaque natural para o Reino Unido, que só em 2019, foram mais de 2,3 milhões britânicos que voaram para Portugal, seguindo-se França com perto de 1,3 milhões e Alemanha com 1,1 mil milhões.

Já no que diz respeito ao emprego, a Ryanair, com base no estudo da PwC, faz referência à criação de mais de 80.000 empregos ETI, representando 1,7% das pessoas empregadas no nosso país. Contudo, a companhia escalpelizou esse número e frisa que os empregos ETI anuais criados pela companhia aérea durante a presença da Ryanair em Portugal ascendem a mais de 535 mil: 514 mil atribuíveis ao impacto dos turistas e mais de 23 mil ao impacto da empresa.

O passado já foi. E o futuro?
Para o futuro, Eddie Wilson, CEO da companhia, deixou claro que a intenção é “continuar a investir”. Assim, além dos 20 mil milhões de euros que a companhia pretende investir na renovação da frota, até 2026, com a incorporação de novos aviões B737 mais ecológicos, a Ryanair pretende crescer nos “Laboratórios Ryanair” em Portugal para mais de 200 postos de trabalho em TI, até 2027.

O Porto é visto com um potencial de investimento de 50 milhões de euros numa instalação de manutenção e as perspetivas apontam para o tal crescimento para 15 milhões de passageiros, até 2027, bem como a criação de mais 600 novos postos de trabalho para pilotos, tripulação de cabine, engenheiros e profissionais de TI no nosso país, até 2027.

Os recados
Uma vinda de Michael O’Leary a Portugal não podia acontecer sem haver alguns recados e críticas. Depois de referida a discrepância entre a capacidade da Ryanair e as principais concorrentes – TAP e easyJet -, as primeiras críticas tiveram nestas duas companhias o primeiro alvo, quando o líder da Ryanair frisou que “continuam a faltar slots na Portela” e que “estão a bloquear esses slots e a impedir a Ryanair de criar mais postos de trabalho” no Aeroporto de Lisboa.

Relativamente à TAP, O’Leary acredita e frisou-o: “devemos ultrapassar, brevemente, a TAP, já que os números da companhia portuguesa estão a cair”. Já Eddie Wilson sugeriu que “a melhor opção para a TAP seria “um acordo com a IAG” [detentora da Iberia e British Airways].

Por isso, a solução apontada por Michael O’Leary passa, inevitavelmente, por um novo aeroporto, não escondendo a preferência por Montijo, e por mais slots que farão a Ryanair “crescer nos próximos anos.

Além disso, também a taxa de carbono deve ser “eliminada”, já que, segundo O’Leary, “são uma enorme ameaça à competitividade das economias periféricas”, salientando o mesmo que a “a inflação dos preços e as recessões têm sido, historicamente, muito boas para o crescimento da Ryanair”.

Por isso, a conclusão é simples: “As pessoas não deixaram de voar e não vão deixar de voar”. Para O’Leary poderá passar a existir uma maior preocupação e sensibilidade ao fator preço e, por isso, o que poderá acontecer é “as pessoas deixarem de voar nas companhias aéreas mais caras”. Ou seja, mais uma alfinetada à TAP.

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Carlos Moedas anuncia parceria com Ryanair para “Fábrica de Unicórnios”

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou uma parceria com a Ryanair para a “Fábrica de Unicórnios”, afirmando, também, estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da companhia irlandesa.

Victor Jorge

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou esta terça-feira, 25 de outubro, que a cidade quer estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da Ryanair e anunciou uma parceria com a companhia aérea para a “Fábrica de Unicórnios”.

Aproveitando a presença do presidente da Ryanair, MichaelO’ Leary, que veio a Lisboa para celebrar o 20.º aniversário da operação da companhia no nosso país, Carlos Moedas disse que “tudo fazer para que a Ryanair também estabeleça aqui, mais um centro de inovação em Lisboa, acho que isso é importante, portanto vamos tentar estar nesta corrida”.

Perante vários representantes do setor do turismo nacional, entre eles a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal, entre outros, o autarca sublinhou que a concorrência para a localização do novo centro é “entre cidades de toda a Europa” e defendeu que Lisboa “tem de criar essa atratividade”.

Recorde-se que, no início de setembro, o presidente executivo da companhia aérea irlandesa, Michael O’Leary, disse, num encontro com jornalistas, em Dublin, que a Ryanair quer abrir um novo centro de treinos para pilotos e tripulantes de cabine na Península Ibérica e admitiu que o Porto é uma das hipóteses em consideração.

No entanto, hoje, o presidente executivo da companhia de aviação, Eddie Wilson, avançou que a decisão deverá ser tomada nos próximos três meses e que Madrid se apresenta como uma opção com melhores conexões.

O responsável disse ainda que a empresa está a analisar a hipótese de abrir instalações em Lisboa para a equipa de tecnologias de informação, que pretende reforçar.

Carlos Moedas aproveitou também o momento para anunciar que a Câmara de Lisboa e a Ryanair vão ser parceiros no desenvolvimento da Fábrica de Unicórnios, que deverá ser anunciada na próxima semana, na Web Summit.

“Vamos anunciar a Fábrica de Unicórnios, aquele que é o meu grande projeto de inovação, para que Lisboa seja a capital da inovação da Europa e, hoje, tive a boa notícia que a Ryanair vai também participar neste projeto”, frisou Moedas.

Já no que diz respeito ao novo aeroporto, Carlos Moedas afirmou que “o que a Ryanair fez foi mais do que simples números. Foi trazer pessoas para fazerem a nossa economia crescer”.

Além disso, admitiu que “o que a Ryanair fez foi dar a uma geração a possibilidade de viajar”; salientando que “vocês [Ryanair] democratizaram as viagens”.

Para rematar a intervenção, Moeadas afirmou ainda que “precisamos de um novo aeroporto já”, reforçando que “precisamos de um novo aeroporto em Lisboa”.

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Propostas exclusivas da CROISIEUROPA para grupos

A empresa oferece cruzeiros marítimos e fluviais de longa distância

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A CroisiEurope, a maior empresa de cruzeiros fluviais da Europa, oferece cruzeiros fluviais especiais para grupos. Viagens de negócios ou de incentivo, famílias e associações, podem beneficiar de tarifas especiais e uma ampla variedade de roteiros all inclusive a bordo, bebidas, Wi-Fi gratuito, assistência a bordo, excursões com guias locais e informações a bordo em espanhol, entre outros.

O departamento comercial exclusivo para grupos da CroisiEurope oferece assessoria voltada para as necessidades de cada grupo, como serviços complementares, excursões, extensões ou transfers para personalizar a viagem, com a possibilidade de organizar desde a viagem ideal para pequenos grupos até o aluguer de um barco e adaptar aos gostos e necessidades de cada grupo, processando todos os aspectos da viagem de forma ágil e eficiente.

Cruzeiros marítimos pelas Ilhas Canárias, Mediterrâneo e Mar Vermelho a bordo de La Belle des Océans e La Belle de l’Adriatique
Estes navios emblemáticos da frota CroisiEurope oferecem, aos seus passageiros, um ambiente intimista com todo o conforto a bordo, bem como uma atenção aos detalhes por parte da tripulação.

La Belle des Océans oferece vários itinerários pelo Mediterrâneo e Ilhas Canárias em novembro e dezembro.
• Os esplendores da arte mourisca. Das planícies andaluzas às cidades imperiais de Marrocos. Uma exótica viagem de 8 dias com partida em 29 de outubro de Málaga, visitando Tânger, Casablanca, Agadir e Arrecife.

• Cruzeiro no arquipélago das Canárias. Cruzeiro de 8 dias com saídas durante os meses de novembro e dezembro de Lanzarote e Tenerife, para descobrir Arrecife (Lanzarote), Santa Cruz de la Palma (La Palma), San Sebastián (La Gomera), Las Palmas (Gran Canaria), Rosário (Fuerteventura) e Santa Cruz de Tenerife (Tenerife).

Além disso, La Belle de l’Adriatique oferece uma viagem fascinante entre o Egito e a Jordânia, além de travessias especiais de Natal e Ano Novo no Mar Vermelho:

• Cairo e os Tesouros do Mar Vermelho. Entre o Egito e a Jordânia. Um itinerário de 10 dias / 9 noites visitando Cairo – Hurghada – Aqaba – Wadi Rum – Petra -Sharm El Sheikh – Hurghada – Luxor. As partidas para esta viagem são em 17 de novembro e 8 de dezembro de 2022.

• Cairo e os Tesouros do Mar Vermelho. Entre o Egito e a Jordânia. Roteiro de 8 dias visitando Hurghada – Aqaba – Wadi Rum – Petra – Sharm El Sheikh – Hurghada – Luxor, com saídas nos meses de novembro e dezembro de 2022.

• Cruzeiro de Natal no Mar Vermelho: entre Egito, Israel e Jordânia. Viagem de 11 dias com partida em 17 de dezembro de Hurghada com paradas em Luxor – Suez – Cairo – Eilat – Aqaba – Wadi Rum – Petra – Sharm El Sheikh e retorno a Hurghada.

• Cruzeiro de Ano Novo no Mar Vermelho: entre Egito, Israel e Jordânia. Um cruzeiro de 12 dias partindo em 27 de dezembro de Hurghada e visitando Luxor – Suez – El Cariro – Eilat – Aqaba – Wadi Rum – Pegra – Sharm El Sheikh – Hurghada – Dendera em Abydos.

Viagens de longa distância

A CroisiEurope também oferece aos grupos fluviais de longa distância um itinerário exótico no Mekong e um cruzeiro exclusivo de safári na África, de Joanesburgo às Cataratas Vitória.

Mekong – Das ruínas de Angkor à margem e ao Lago Tonlé, à cidade de Hô-Chi-Minh, uma viagem ideal para desfrutar de 11 dias ao ritmo do Rio Mekong a bordo de um barco que combina charme e conforto, inspirado no rico estilo de comércio navios na área. Além disso, a empresa oferece opções de extensão de cruzeiros com estadias de 4 ou 7 dias visitando Hanói e Along Bay ou as cidades imperiais.

África – De Joanesburgo às Cataratas Vitória em uma viagem de 10 dias, a CroisiEurope oferece a oportunidade de conhecer a espetacular fauna africana em uma das mais belas reservas naturais: o Parque Nacional Chobe a bordo do luxuoso barco, ou os segredos do Lago Kariba, e um dos as sete maravilhas do mundo: Cataratas Vitória. Uma viagem exótica que combina alojamento num barco fluvial como o African Dream ou o Zimbabwean Dream e um lodge de cinco estrelas.

Estão incluídos voos domésticos, pensão completa em todo o itinerário e bebidas incluídas em todas as refeições e no bar do Afrian Dream/Zimbabwean Dream, bem como no lodge CroisiEurope; Inclui também as visitas e excursões do programa e a estadia num luxuoso hotel de 4 estrelas nas Cataratas Vitória. Além disso, a empresa oferece a opção de prolongar a duração desta viagem com uma extensão pré-cruzeiro ao Cabo da Boa Esperança.

SOBRE A CROISIEUROPE: A CroisiEurope é a primeira empresa de cruzeiros fluviais da Europa na sua categoria e possui uma frota muito actualizada e moderna de 56 navios, 48 ​​navios próprios (33 fluviais, 6 peniche, 2 marítimo-costeiros, 5 no Mekong e 2 na África Austral) e 8 em operação. Todos eles são projetados, construídos e comercializados pela própria empresa. A sua sede está localizada em Estrasburgo e desde 2005 já tem uma forte presença em Espanha, onde se vai consolidando pouco a pouco. Há mais de 40 anos trabalhamos com a mesma ideia: Descobrir o mundo através de seus rios. Uma ideia na qual a CroisiEurope aplica toda a sua experiência para oferecer aos seus clientes férias inesquecíveis. Uma extensa variedade de destinos, uma frota de navios inovadora e elegante, uma gastronomia e seleção de vinhos cuidadosa e a atenção requintada ao detalhe por parte da tripulação significam que oferecer um cruzeiro CroisiEurope significa ter a certeza de satisfazer os clientes mais exigentes. No ano passado, mais de 220.000 pessoas viajaram com a CroisiEurope.

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