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Dino Parque Lourinhã espera receber, em breve, o visitante um milhão

O próximo ano vai marcar “mais um grande momento na evolução e expansão do Dino Parque”. Para já e em 2022, além dos eventos, a aposta passa por melhorar os serviços e oferta. 

Carolina Morgado
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Dino Parque Lourinhã espera receber, em breve, o visitante um milhão

O próximo ano vai marcar “mais um grande momento na evolução e expansão do Dino Parque”. Para já e em 2022, além dos eventos, a aposta passa por melhorar os serviços e oferta. 

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Luís Rocha, diretor-geral do Dino Parque Lourinhã diz-nos que se trata do “maior museu ao ar livre de Portugal, conta com uma exposição no exterior do parque com mais de 180 modelos de dinossauros e outros animais em tamanho real e cientificamente comprovados. São cinco trilhos que representam os mais importantes períodos da história da terra e um especialmente dedicado aos grandes monstros marinhos”.

No edifício central, “os visitantes podem encontrar uma exposição museológica intitulada “Dinossauros da Lourinhã” da autoria do GEAL (Grupo Etnográfico e Arqueológico da Lourinhã) para além de uma exposição temporária “Ibero Spinus”, uma descoberta científica deste ano, sendo que faz parte do trabalho científico foi realizado no nosso laboratório”, “outro ponto de interesse para os nossos visitantes onde podem observar os nossos preparadores e paleontólogos a investigar e a preparar fósseis”.

No exterior do parque existem ainda várias áreas de piquenique e diversos parques infantis, além de zonas de apoio de restauração e vending.

Para complementar, podem-se realizar visitas guiadas, atividades diversas e conversas com os paleontólogos no recente inaugurado “Paleo Camp“.

O diretor-geral do espaço assegura que o próximo ano “vai marcar mais um grande momento na evolução e expansão do Dino Parque. Mas, como é obvio a novidade só pode ser apresentada no início de 2023. Para já e em 2022, além dos eventos, a aposta passa por melhorar os nossos serviços e oferta”.

Mas, também, acrescentou, “houve uma aposta forte do parque em projetos que, embora não tenham impacto no visitante, são um contributo para nós considerado essencial – redução do consumo de energia e consequentemente das nossas emissões de carbono, mais um passo na conservação do nosso planeta no geral, mas muito em particular do pinhal onde está implantado o Dino Parque”.

 

2022 irá certamente ver um regresso dos nossos visitantes internacionais a níveis pré-pandemia”, Luis Rocha

 

Desde a sua abertura em fevereiro de 2018, o Dino Parque recebeu 900 mil visitantes, “sendo que esperamos em breve receber o visitante um milhão, mesmo depois de dois anos com um impacto forte da pandemia, mas que confirma a importância e o entusiasmo que desperta aos nossos visitantes”.

O mercado chave continua a ser o nacional, que representa cerca de 85% do total dos visitantes, “tendência que se acentuou nos últimos dois anos em que foi notório o decréscimo acentuado de turistas estrangeiros, devido ao encerramento de fronteiras e todas as restantes restrições aplicadas no âmbito da pandemia”, considerou o responsável, que acredita que “2022 irá certamente ver um regresso dos nossos visitantes internacionais a níveis pré-pandemia”, destacando-se o espanhol, seguido do francês.

Sobre a relação com as agências de viagens, o responsável confirma que “temos alguns parceiros neste segmento com quem trabalhamos ativamente, especialmente através de canais de venda online, em que alguns apostam mesmo em pacotes de fim de semana com entrada no Dino Parque”.

A estratégia do espaço, no que respeita à promoção “passa por desenvolver ações e planos para cada um dos segmentos mais importantes”, mas também com o “trade e parcerias, que representam já hoje cerca de 30% dos nossos visitantes”. Por outro lado, “tem crescido a aposta no marketing digital, sendo que as vendas online tem visto um crescimento anual sempre superior a dois dígitos”, declarou.

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CTP diz que solução para o novo aeroporto “é boa”, mas só acredita “quando vir as máquinas no terreno”

Depois das notícias que dão conta não de um, mas dois aeroportos para a região de Lisboa, a CTP frisa que a decisão “só peca por tardia”.

Depois de conhecida a informação relativamente à construção das novas infraestruturas aeroportuário para Lisboa, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) vê “como muito positiva a solução do Governo sobre o novo aeroporto na região de Lisboa”.

Em comunicado, Francisco Calheiros, presidente da CTP, salienta que “a nossa persistência finalmente vingou”. No mesmo documento frisa que “esta é uma decisão que responde às exigências feitas pela CTP ao longo dos últimos anos e que só peca por tardia. É uma excelente notícia para o país e para os portugueses”.

A CTP pede agora que o processo seja “célere” e que se passe “das palavras aos atos”, pedindo que Portugal “não esteja mais meio século a falar sobre uma solução de um novo aeroporto”.

De acordo com Francisco Calheiros, “a solução anunciada é boa, mas agora esperamos para ver, porque só acredito quando vir as máquinas no terreno. Já andamos nisto há 50 anos e continuamos com o mesmo aeroporto, que como já se viu, e basta olhar para o que se passou em recentes fins de semana, está sem capacidade para fazer face à crescente procura de turistas”.

Recorde-se que a CTP irá revelar, brevemente, os resultados de um estudo que aponta para que o país esteja a perder milhares de milhões de euros pela não construção de um novo aeroporto em Lisboa. “São perdas de milhões de euros por cada dia em que o aeroporto não avança, atingindo toda a economia portuguesa”, conclui a CTP.

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ANA saúda solução “pragmática” para Portela e Montijo e refere Alcochete como “nova etapa”

Para a ANA – Aeroportos de Portugal fala numa “solução pragmática de investimento” para os aeroportos Humberto Delgado e Montijo e diz que irá definir com o “concedente” as condições de “desencadeamento e realização” da nova etapa sem referir Alcochete.

Em comunicado, e depois das várias informações que vieram a público relativamente à decisão tomada pelo Governo para o “novo parque aeroportuário” para Lisboa, a ANA – Aeroportos de Portugal “saúda a decisão do Governo português que permitirá dar, a curto prazo, uma resposta viável e otimizada às necessidades de desenvolvimento aeroportuário da região de Lisboa, através de uma solução pragmática de investimento nos aeroportos Humberto Delgado e do Montijo”.

Segundo o grupo responsável pela gestão dos 10 aeroportos em Portugal, esta solução “permitirá obter a capacidade aeroportuária que o país necessita, da forma mais rápida e economicamente viável, com benefícios para a economia, o turismo, e a continuidade territorial portuguesa”.

Contudo, no comunicado enviado às redações, a ANA não refere uma única vez a localização Alcochete, referindo somente que toma “em consideração a vontade do concedente [Governo] enquadrar uma nova fase de desenvolvimento a longo prazo, e assumindo a saturação do sistema Lisboa-Montijo”.

Por isso, a ANA diz que irá, “no âmbito do seu contrato de concessão”, definir com o concedente as condições de “desencadeamento e realização dessa nova etapa”.

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Turismo

Turismo de Portugal associa-se à proteção do Oceano através do surf

Através destas ações, o Turismo de Portugal pretende abordar a “óbvia necessidade de inovação das indústrias ligadas ao mar, incluindo o turismo”.

O Turismo de Portugal associou-se à Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que decorre em Lisboa entre 27 de junho e 1 de julho, através da organização de dois eventos paralelos que pretendem mostrar ao mundo a estreita relação de Portugal com o mar, elemento central na nossa história e na nossa cultura e, simultaneamente, perspetivar o futuro centrado no Oceano.

Organizada com o apoio dos governos de Portugal e do Quénia e sob o mote “Save Our Ocean, Protect Our Future”, a Conferência pretende ser uma chamada à ação pelos oceanos, um apelo aos líderes de todo o mundo e a todos os setores de relevo a agirem para reverter o declínio da saúde dos oceanos.

O Turismo de Portugal juntou-se a esta iniciativa evidenciando a importância da preservação do Oceano como propósito-base para a construção do turismo do futuro, através da organização de dois eventos, que contam com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

Nesta sessão “Let’s Sea – The Waves for the future”, o Turismo de Portugal, a World Surf League (WSL), o MEO e a EDP juntaram-se para destacarem o papel do surf na proteção dos oceanos e relembrar como todo o ecossistema que envolve empresas, atletas e instituições se deve mobilizar em torno deste desígnio.

Um contributo para a discussão sobre a necessidade de inovação e tecnologia com o objetivo de impulsionar as indústrias para a transição sustentável (económica, ambiental e social).

O surf, desporto ligado ao Oceano, deve liderar a sua proteção, estabelecendo objetivos e criando âncoras de comunicação que permitam mobilizar comunidades e parceiros, contribuindo assim ativamente para as metas 14 e 17 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Foram apresentados os projetos “Unwanted Shapes – Zero Impact, Full Performance”, uma iniciativa promovida pelo MEO, Turismo de Portugal e World Surf League que ambiciona que, até aos Jogos Olímpicos de 2028, toda a indústria do Surf esteja a utilizar pranchas feitas de material sem impacte ambiental. Neste evento foi ainda dado a conhecer o projeto “EDP Surf For Tomorrow”, que tem como objetivo investir na formação da nova geração de surfistas ibéricos e desenvolver o seu talento com um compromisso reforçado com a proteção dos Oceanos, criando uma geração de surfistas mais responsáveis e conscientes da necessidade de implementar uma abordagem regenerativa no ecossistema marinho.

Outra das iniciativas levadas a cabo pelo Turismo de Portugal, a EDP, o MEO e a WSL é o “Let’s Sea – Riding Portuguese Waves”, na Costa da Caparica, evento que proporciona às comitivas internacionais presentes na Conferência uma experiência única no mar português. Para além de uma aula de surf, está prevista a divulgação de informação especifica sobre a proteção das linhas de costa e dos oceanos, apelando ao envolvimento de todos os responsáveis neste propósito maior.

Através destas ações, o Turismo de Portugal pretende abordar a “óbvia necessidade de inovação das indústrias ligadas ao mar, incluindo o turismo”. De resto, a entidade presidida por Luís Araújo refere que “a sustentabilidade é um dos pilares do turismo do futuro, um propósito incontornável para a atividade turística a nível mundial. Criando um turismo mais sustentável, mais responsável e mais consciente, cria-se um melhor amanhã”.

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Transportes

Norwegian finaliza acordo para compra de 50 Boeing 737 MAX 8

Além da compra de 50 aviões Boeing 737 MAX 8, com entrega prevista entre 2025 e 2028, o acordo com a fabricante norte-americano inclui ainda uma opção de compra de mais 30 aeronaves da mesma tipologia.

O acordo tinha sido anunciado em maio deste ano, mas tinha ficado condicionado a condições a alcançar entre a Norwegian e a Boeing. A companhia norueguesa confirma agora a compra de 50 aviões Boeing 737 MAX 8, com opção de compra de mais 30 aeronaves da mesma tipologia.

A entrega dos aviões está prevista acontecer entre 2025 e 2028, coincidindo com o vencimento dos contratos de aluguer existentes, significando um aumento líquido da frota de aviões da companhia.

Em comunicado, a Norwegian estima registar um lucro líquido de 2.000 milhões de coroas norueguesas (cerca de 191 milhões de euros) no segundo trimestre de 2022 como resultado deste acordo.

Além disso, a Norwegian e a Boeing anunciaram um acordo relativamente a todas as disputas legais pendentes.

“O acordo para a compra de 50 aviões novos e de baixo consumo constitui um grande avanço na estratégia para consolidar a nossa posição de mercado nos países nórdicos”, declarou Geir Karlsen, CEO da Norwegian.

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Transportes

Lufthansa reativa operação com A380 a partir do verão de 2023

Detendo ainda oito Airbus A380, depois de ter vendido seis aeronaves, a companhia aérea alemã pretende reativar voos com este “gigante” a partir do verão de 2023, encontrando-se a analisar os destinos para onde voará.

O grupo Lufthansa decidiu reativar a operação com os Airbus A380, respondendo assim à procura por parte dos clientes e ao atraso na entrega das aeronaves entretanto encomendadas.

A companhia espera regressar aos voos de longo curso com o A380 a partir do verão de 2023, encontrando-se, atualmente, a estudar quantas aeronaves irá reativar e quais os destinos para onde voará.

A Lufthansa ainda possui 14 Airbus A380, parqueados em Espanha e França, tendo vendido já seis unidades, restando ainda oito no portefólio.

Os membros do Conselho de Administração da Deutsche Lufthansa AG anunciaram, em carta conjunta aos clientes, que, no verão de 2023, espera ter “um sistema de transporte aéreo muito mais confiável em todo o mundo”, sendo essa uma das razões para “receber de volta” os passageiros a bordo dos Airbus A380 que, segundo a companhia “gozam de grande popularidade”.

Além disso, a companhia está a fortalecer e a modernizar a frota com “cerca de 50 novas aeronaves de longo curso Airbus A350, Boeing 787 e Boeing 777-9 e mais de 60 novos Airbus A320/321 nos próximos três anos”.

De referir que o Airbus é o maior avião de passageiros com 73 metros de comprimento, 24 metros de altura, com capacidade de transportar 509 passageiros.

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Hotelaria

Rede Virtuoso acrescenta Octant Ponta Delgada ao portefólio

Esta é a terceira unidade da Octant Hotels a integrar a rede Virtuoso.

O hotel Octant Ponta Delgada passa a integrar o portefólio de parceiros de viagens de luxo da rede Virtuoso.

Esta é a terceira unidade da Octant Hotels a integrar a rede, seguindo os passos do Octant Vila Monte e Octant Douro – que são preferred partners da Virtuoso desde 2017 e 2021, respetivamente.

A unidade foi admitida na Virtuoso após “critérios de seleção rigorosos e exigentes no que respeita à avaliação dos mais elevados padrões de qualidade e serviço”, de acordo com Vitor Santos, diretor-geral do Octant Ponta Delgada.

A integração nesta rede é vista pela unidade como “uma oportunidade para alargar a oferta e reforçar a notoriedade e prestígio no segmento de luxo”, tal como refere em comunicado, já que “a Virtuoso reúne as melhores agências de viagens e parceiros de luxo do mundo, cujas vendas anuais ultrapassam os 25 mil milhões de dólares americanos”.

“Estamos muito satisfeitos e orgulhosos do caminho que fizemos para chegar até aqui e sentimos que este é um duplo reconhecimento: por um lado, reflete os nossos esforços em garantir um serviço à medida e exclusivo aos nossos clientes e, simultaneamente, testemunha que somos uma referência no segmento de luxo em Ponta Delgada”, declara Vitor Santos.

A coleção Virtuoso reúne atualmente mais de 2.000 hotéis de luxo, resorts, empresas de cruzeiros, companhias aéreas, operadores turísticos e outras entidades de viagens em todo o mundo.

Junta ainda mais de 1.100 agências de viagens espalhadas por 50 países, numa rede que funciona com base em convites a parceiros exclusivos.

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Aviação

Governo neerlandês quer cortar 20% das operações no aeroporto de Schiphol

Os planos do Governo neerlandês em cortar 20% dos voos no aeroporto de Amsterdão (Schiphol) não caíram bem na indústria da aviação.

O Governo neerlandês está a planear cortar em cerca de 20% as operações no aeroporto Schiphol (Amsterdão) com o intuito de reduzir a poluição sonora.

Pelo que é relatado na imprensa do país, este corte limitará a 440 mil os voos no aeroporto da cidade neerlandesa em novembro de 2023, pelo que, se a medida for aprovada, as autoridades neerlandesas não prolongarão mais os esforços com medidas relacionadas com questões sonoras.

A indústria da aviação já veio comentar esta possível aprovação por parte do Governo de Mark Rutte, admitindo tratar-se de um “golpe tremendo” para a aviação, emprego e economia, com os responsáveis da Air France-KLM a frisar que esta decisão poderá “cortar a capacidade de Schiphol funcionar com um ‘hub’”.

A KLM comentou, inclusivamente, que esta decisão fará com que terá de se “livrar” de aviões mais pequenos e concentrar-se em unidade de maior porte. “A rede intrincadamente conectada da KLM – que atualmente serve 170 destinos – não será mais sustentável”, referiu a companhia aérea.

Já Olivier Jankovec, diretor-geral da ACI EUROPE, salienta que “a decisão do Governo reduzirá a capacidade do aeroporto e tornará os Países baixos mais pequenos”.

Do lado da International Air Transport Association (IATA), Willie Walsh, diretor-geral da associação, “o plano do Governo neerlandês limitará drasticamente a conectividade aérea que apoiou grande parte da economia do país”.

De referir ainda o Executivo neerlandês já declarou que não tomará qualquer decisão relativamente á abertura do aeroporto de Lelystad, antes do verão de 2024. Esta segunda infraestrutura aeroportuária na cidade de Amsterdão seria construída para dar à KLM uma oportunidade para se expandir, frisando o Governo que “precisa de resolver questões de rotas e uma licença referente a questões ambientais” antes de abrir o novo aeroporto.

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Tarrafal Alfândega Suites é a nova unidade hoteleira da Oásis Atlântico em Cabo Verde

A inauguração terá lugar na próxima sexta-feira, 1 de julho, no novo empreendimento.

O grupo Oásis Atlântico vai inaugurar esta sexta-feira, 1 de julho, um novo empreendimento, o Tarrafal Alfândega Suites.

Localizado na Baía do Tarrafal, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde, o edifício da antiga alfândega foi agora transformado numa unidade de 20 apartamentos, “todos com vista para o mar”, como indicado pelo grupo em comunicado.

O projeto turístico pretende “valorizar o património cultural, local e nacional, estimulando a economia da região”. Por essa razão, os detalhes arquitetónicos da traça original do edifício histórico foram preservados.

Para além dos apartamentos, o Tarrafal Alfândega Suites dispõe de um espaço de restauração, o “Restaurante Malagueta”, com terraço com vista para o mar e uma ementa que promete “refeições ligeiras e saudáveis”.

O cocktail de inauguração deste empreendimento contará com a presença do primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, bem como de diversas entidades institucionais.

O grupo Oásis Atlântico tem um portefólio de oito hotéis, nomeadamente: Hotel Belorizonte e Hotel Salinas Sea (Ilha do Sal, Cabo Verde); Hotel Praiamar (Santiago, Cabo Verde); Hotel Porto Grande (S.Vicente, Cabo Verde); Hotel Fortaleza e Hotel Imperial, no Brasil, e os hotéis Hotel Saidia Palace & Hotel Blue Pearl, em Marrocos.

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Procura crescente por viagens exigem levantamento de restrições, pede ACI World

Com a forte procura por viagens e apesar das restrições ainda em vigor na Ásia, a ACI World estima que o tráfego de passageiros a nível global atinja 77% dos níveis registados em 2019, representando mais de 7 mil milhões de passageiros a nível mundial.

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No seu relatório trimestral, o Airports Council International (ACI) World salienta um impacto positive e imediato na procura global por viagens, “renovando o otimismo da indústria”. No entanto, frisa a ACI World, esta realidade “expôs ainda mais a recuperação desigual, uma vez que os principais mercados de aviação na Ásia-Pacífico ficam atrás dos seus pares ocidentais, pois continuam parcialmente fechados ao tráfego internacional”.

Os números da ACI World estimam uma melhoria significativa no tráfego de passageiros a nível global, já que, em 2022, deverá atingir 77% dos níveis registados em 2019, prevendo-se um total de 7,1 mil milhões de passageiros a nível mundial.

Relativamente ao ano de 2021, a ACI World refere que a COVID retirou 4,6 mil milhões de passageiros, comparado com os dados de 2019, representando uma perda de 50,3% do tráfego global de passageiros. Para os dois anos de pandemia, o conselho estima que se tenham perdido mais de 10 mil milhões de passageiros nos aeroportos mundiais.

Luís Felipe de Oliveira, diretor-geral do ACI World, refere no relatório que, com base nos dados mais recentes, “não há dúvida de que muitos viajantes estão ansiosos para retomar as viagens e os volumes do início do verão são uma prova disso” Depois da “privação de férias” e um crescente aumento na confiança nas viagens aéreas, proporcionado pelo aumento das taxas de vacinação e medidas de segurança, o responsável do conselho antevê que “o relaxamento das restrições ajudará a aumentar a propensão para as viagens aéreas e impulsionar a recuperação do setor”.

Luís Felipe de Oliveira admite que, “com muitos países a tomarem medidas para o retorno a uma certa normalidade, levantando quase todas as medidas de saúde e restrições de viagens, esperamos um salto na procura por viagens aéreas no segundo semestre de 2022”.

Contudo e mesmo com as tendências atuais relativamente ao tráfego aéreo, o ACI World considera que “ainda há muita incerteza em torno da recuperação do setor de aviação, principalmente no médio e longo prazo”. Embora muitos indicadores apontem para a recuperação, o setor também enfrenta “alguns ventos contrários, incluindo conflitos geopolíticos, inflação, risco de desaceleração económica, interrupções na cadeia de abastecimento, escassez de mão de obra e possíveis novas vagas de COVID”, lê-se no relatório.

No entanto, apesar dos riscos negativos, a indústria continua “confiante de que o potencial de recuperação para níveis de 2019 surja dentro de dois ou três anos”.

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Conselho Europeu prorroga Certificado Digital COVID da EU por mais um ano

O Certificado Digital COVID da UE tem, agora, validade por mais um ano, terminando a 30 de junho de 2023.

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O Conselho Europeu (CE) deu, esta terça-feira, 28 de junho, luz verde à prorrogação do regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE, salientando que o certificado “contribuiu significativamente para facilitar a livre circulação das pessoas durante a pandemia”.

O regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE será prorrogado por um ano, até 30 de junho de 2023. A prorrogação do regulamento assegurará que os viajantes da UE, bem como os provenientes de países terceiros ligados ao sistema, possam continuar a utilizar o seu Certificado Digital COVID da UE para viajar na União nos Estados‑Membros em que esses certificados sejam exigidos.

O Conselho Europeu frisa, contudo, que “se a situação sanitária o permitir, o regulamento pode também ser revogado antes da data estabelecida”.

Esta prorrogação inclui uma obrigação de a Comissão apresentar um relatório pormenorizado até 31 de dezembro de 2022. Esse relatório poderá ser acompanhado de propostas legislativas que permitam reavaliar a necessidade de revogar ou prorrogar a utilização do certificado, consoante a evolução da situação sanitária. Além disso, o CE refere que esta prorrogação compreende uma “clarificação de que os certificados de vacinação deverão refletir todas as doses administradas, independentemente do Estado‑Membro onde as pessoas tenham sido vacinadas”, bem como a possibilidade de emitir um certificado de recuperação na sequência de um teste de antigénio; o alargamento da gama de testes de antigénio autorizados para a obtenção de um certificado COVID; e a possibilidade de autorizar a emissão de certificados de vacinação às pessoas que participam em ensaios clínicos.

 

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