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O toque humano na tecnologia

Sempre que se aborda a questão da digitalização de processos, transição ou transformação tecnológica surge o debate entre a “tecnologia e a vertente humana”. No entanto, os profissionais ouvidos pelo Publituris desmitificam esta realidade, admitindo que a “literacia digital é uma ferramenta cada vez mais elementar para as empresas competirem num mercado dinâmico e competitivo como o turismo”.

Victor Jorge
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O toque humano na tecnologia

Sempre que se aborda a questão da digitalização de processos, transição ou transformação tecnológica surge o debate entre a “tecnologia e a vertente humana”. No entanto, os profissionais ouvidos pelo Publituris desmitificam esta realidade, admitindo que a “literacia digital é uma ferramenta cada vez mais elementar para as empresas competirem num mercado dinâmico e competitivo como o turismo”.

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Recentemente, o Publituris deu conta da análise efetuada pelo World Travel & Tourism Council (WTTC) que que salientava uma “falta significativa de mão-de-obra em Portugal, com uma escassez de 85.000 postos de trabalho no setor das viagens e turismo a precisarem de ser preenchidos até ao final deste ano”. Para muitos, a tecnologia e/ou digitalização virá ocupar alguns desses postos de trabalho, mas Renato Leite, managing director da Global Blue, considera que ”a componente humana será sempre essencial para a indústria como um todo”, salientando que a tecnologia “apenas vem tornar processos mecanizados em processos mais eficientes e inteligentes, criando valor de forma transversal para todos os intervenientes e acelerando a criação de novas competências fundamentais para uma economia do conhecimento e da inteligência”.

David Vidal, diretor Comercial da Amadeus Espanha e Portugal, admite, por sua vez, que, “se há uma coisa que aprendemos nos últimos anos, é que precisamos de nos centrar no viajante, compreender as necessidades dos viajantes”, considerando, por isso, que a tecnologia “só existe para nos ajudar a satisfazê-las de forma melhor e mais eficiente”.  É por isso que a tecnologia deve ser considerada como “tecnologia humana”, argumentando que as pessoas “não pedem necessariamente toque humano” (verdadeiro contato cara-a-cara), mas sim e cada vez mais “humanismo” na entrega da experiência do cliente, “e isso é algo que podemos conseguir com a ajuda da tecnologia”.

Tecnologia ao serviço do cliente
Já Felipe Ávila da Costa, CEO da Infraspeak, inverte, por sua vez, a questão e pergunta “se as tecnologias estão preparadas para as pessoas?”. Isto porque “o papel das empresas de desenvolvimento de software/hardware é criarem soluções intuitivas e inteligentes para as suas audiências”, sendo, contudo, “fundamental continuar a apostar na formação das pessoas”, já que a “literacia digital é uma ferramenta cada vez mais elementar para as empresas competirem num mercado dinâmico e competitivo como o turismo”.

Rute Cardoso, Public Sector Seniour Account Executive da Microsoft, considera a utilização crescente de tecnologia no turismo como “inevitável”, pela “melhoria que tem na experiência dos clientes, bem como na eficiência operacional das empresas. Alguns exemplos de utilização tecnológica no serviço ao cliente, mostram-nos que podemos conhecer melhor o cliente/turista, como as suas preferências e, assim, adaptar as ofertas às suas necessidades e ao seu perfil”. E esta perspetiva poderá aplicar-se quer do ponto de vista do serviço individual e empresarial, admitindo que “não estaremos a afastar a componente humana, estaremos a canalizar esta componente para onde acrescenta mais valor, e tirar partido da tecnologia onde esta também faz mais sentido”.

Quem considera que a componente humana “continuará a ser primordial” é Maria Antónia Saldanha, Country Manager da Mastercard em Portugal, referindo ao Publituris que esta “é, particularmente, relevante na reconquista da confiança dos clientes, que se sentiram desincentivados a retomar a marcação de viagens e de estadias turísticas num contexto pandémico”. O complemento do atendimento humano numa experiência de regresso ao turismo pode ser “a chave para a recuperação, para jornadas mais personalizadas, customizadas, com envolvimento entre o cliente e fornecedor”, concluindo que “a tecnologia deve ser encarada como instrumental”.

Para Ana Bicho, CEO da Adclick, “o segredo está no equilíbrio”. E exemplifica: “receber a visita do chef na nossa mesa a explicar como escolheu e preparou os ingredientes da nossa refeição pode ser uma experiência fantástica, mas escolher o prato de um menu interativo que me permita personalizar, visualizar e avaliar as texturas do mesmo pode contribuir para a escolha mais acertada do que se vai consumir e por isso trazer maior satisfação à experiência”.

Promover o papel humano
Esta “luta” entre o humano e o tecnológico leva Nelson Almeida Head of Account Management Portugal&Spain da Travelport a referir que “há processos que foram agilizados pela tecnologia e irão continuar a existir otimizações de recursos e processos, por força da inovação tecnológica no setor. O capital humano irá continuar a ter um papel de muito relevo na relação com o consumidor e terá que existir um equilíbrio entre a inovação tecnológica e a mais-valia indiscutível, que o capital humano aporta ao turismo”.

Também Diogo Llorent, diretor de Operações da SIHOT, admite que a tecnologia “não deve, de todo, comprometer a componente humana, pelo contrário, deve promovê-la e torná-la mais eficaz e intrínseca”. Até porque, “em vez do pessoal despender mais tempo a introduzir os detalhes dos viajantes num computador, pode aplicá-lo melhor na consolidação de relações interpessoais diretas com o viajante”.

É precisamente no aproveitamento do tempo Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, coloca a tónica, ao salientar que o objetivo da tecnologia “não passa por eliminar a componente humana, mas antes por canalizá-la para as atividades que realmente geram mais-valias, libertando o staff de tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado”. Ora, isto não significa “eliminar a componente humana”, até porque, segundo o executivo da HiJiffy “a componente humana vai ser sempre importantíssima”, significa, isso sim, “fazer um uso mais inteligente dos recursos humanos”.

Sérgio Pinto, beamian co-founder, termina a referir que “a transição digital surgiu para que as empresas mantivessem a sua capacidade de operação, continuassem a comunicar eficazmente com as suas audiências e para que as pessoas pudessem continuar a interagir (mesmo que à distância)”. Por isso, coloca a questão: “se tirámos partido dos benefícios até agora, faz sentido parar e regredir o progresso que, em apenas dois anos, nos colocou na vanguarda da comunicação remota?”.

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Ryanair quer chegar aos 15 milhões de passageiros em Portugal nos próximos 5 anos e não teme a inflação

Michael O’Leary e a Ryanair voltaram a Lisboa para comemorar os 20 anos da operação da companhia no nosso país. Depois de explicar o quanto a Ryanair contribuiu para a economia e turismo nacional, ficou a promessa de mais investimento. As “alfinetadas” foram para a TAP, easyJet, ‘slots’ e falta de decisão referente ao novo aeroporto.

Victor Jorge

Michael O’Leary, presidente da Ryanair veio a Lisboa para comemorar o 20.º aniversário da operação da companhia em Portugal e veio munido de um estudo, realizado pela PwC, que dá conta da importância da Ryanair para o turismo e para a economia portuguesa.

Em conferência de imprensa, onde se fez acompanhar de Eddie Wilson, CEO da Ryanair, Michael O’Leary destacou o contributo da companhia e dos passageiros que transporta, avaliado em dois mil milhões de euros por ano, para a economia portuguesa. No estudo que apresentou por ocasião dos 20 anos da Ryanair em Portugal, o presidente da companhia referiu que a Ryanair e os passageiros contribuíram com mais de 15 mil milhões de euros, desde o primeiro voo que efetuou, em 2003, a partir de Dublin para Faro.

E se de 2003 a 2020 a companhia transportou cerca de 71 milhões de passageiros, em 2020, a Ryanair atingiu os 11,5 milhões de passageiros, fazendo dela a companhia “aérea com mais passageiros nos aeroportos do Porto e Faro”, perspetivando os responsáveis da Ryanair atingir os 15 milhões de passageiros/ano, até 2027.

O estudo da PwC fez com que Michael O’Leary destacasse a importância da companhia para Portugal ao referir que a Ryanair transportou 67 milhões de passageiros, de 2011 a 2020, o que significa 17 vezes mais do que a terceira companhia aérea no mesmo período, concluindo-se que os passageiros da Ryanair representaram 19,4% dos passageiros internacionais em Portugal em 2019 e 21% em 2020.

De resto, esta oportunidade não foi deixada passar em claro por O’Leary para afirmar que a Ryanair é a única companhia aérea na Europa que está num crescendo, transportando, segundo o mesmo, “mais passageiros do que antes da pandemia”. Segundo o presidente da Ryanair, a companhia está a operou este verão “a 115% da capacidade pré-covid”, aproveitando para dar mais uma “alfinetada” na TAP ao destacar que a companhia portuguesa “está a operar a cerca de 70% da capacidade pré-pandemia” e a easyJet “a cerca de 80%”.

O peso no PIB
Além dos passageiros transportados, Michael O’Leary destacou o peso da atividade da Ryanair no PIB da economia portuguesa, referindo o estudo da PwC que esse valor ascendeu a 244 milhões de euros, em 2019.

No geral e pelas contas apresentadas, o impacto anual total da Ryanair em termos de PIB, em 2019, incluindo empresas e turismo ascende a 2.280 milhões de euros, correspondendo a 1,1% do PIB nacional nesse ano.

Já o impacto total no PIB pela Ryanair em Portugal no período de 2003 a 2020 foi de 15,19 mil milhões de euros, dos quais 1,67 mil milhões dizem respeito ao impacto empresarial da Ryanair e 13,52 mil milhões ao impacto dos turistas que foram transportados pela companhia, deixando 6.840 milhões no setor da hotelaria e restauração, 1.750 milhões no setor das artes e lazer, mais 940 milhões no retalho.

Dos mercados internacionais, destaque natural para o Reino Unido, que só em 2019, foram mais de 2,3 milhões britânicos que voaram para Portugal, seguindo-se França com perto de 1,3 milhões e Alemanha com 1,1 mil milhões.

Já no que diz respeito ao emprego, a Ryanair, com base no estudo da PwC, faz referência à criação de mais de 80.000 empregos ETI, representando 1,7% das pessoas empregadas no nosso país. Contudo, a companhia escalpelizou esse número e frisa que os empregos ETI anuais criados pela companhia aérea durante a presença da Ryanair em Portugal ascendem a mais de 535 mil: 514 mil atribuíveis ao impacto dos turistas e mais de 23 mil ao impacto da empresa.

O passado já foi. E o futuro?
Para o futuro, Eddie Wilson, CEO da companhia, deixou claro que a intenção é “continuar a investir”. Assim, além dos 20 mil milhões de euros que a companhia pretende investir na renovação da frota, até 2026, com a incorporação de novos aviões B737 mais ecológicos, a Ryanair pretende crescer nos “Laboratórios Ryanair” em Portugal para mais de 200 postos de trabalho em TI, até 2027.

O Porto é visto com um potencial de investimento de 50 milhões de euros numa instalação de manutenção e as perspetivas apontam para o tal crescimento para 15 milhões de passageiros, até 2027, bem como a criação de mais 600 novos postos de trabalho para pilotos, tripulação de cabine, engenheiros e profissionais de TI no nosso país, até 2027.

Os recados
Uma vinda de Michael O’Leary a Portugal não podia acontecer sem haver alguns recados e críticas. Depois de referida a discrepância entre a capacidade da Ryanair e as principais concorrentes – TAP e easyJet -, as primeiras críticas tiveram nestas duas companhias o primeiro alvo, quando o líder da Ryanair frisou que “continuam a faltar slots na Portela” e que “estão a bloquear esses slots e a impedir a Ryanair de criar mais postos de trabalho” no Aeroporto de Lisboa.

Relativamente à TAP, O’Leary acredita e frisou-o: “devemos ultrapassar, brevemente, a TAP, já que os números da companhia portuguesa estão a cair”. Já Eddie Wilson sugeriu que “a melhor opção para a TAP seria “um acordo com a IAG” [detentora da Iberia e British Airways].

Por isso, a solução apontada por Michael O’Leary passa, inevitavelmente, por um novo aeroporto, não escondendo a preferência por Montijo, e por mais slots que farão a Ryanair “crescer nos próximos anos.

Além disso, também a taxa de carbono deve ser “eliminada”, já que, segundo O’Leary, “são uma enorme ameaça à competitividade das economias periféricas”, salientando o mesmo que a “a inflação dos preços e as recessões têm sido, historicamente, muito boas para o crescimento da Ryanair”.

Por isso, a conclusão é simples: “As pessoas não deixaram de voar e não vão deixar de voar”. Para O’Leary poderá passar a existir uma maior preocupação e sensibilidade ao fator preço e, por isso, o que poderá acontecer é “as pessoas deixarem de voar nas companhias aéreas mais caras”. Ou seja, mais uma alfinetada à TAP.

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Carlos Moedas anuncia parceria com Ryanair para “Fábrica de Unicórnios”

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou uma parceria com a Ryanair para a “Fábrica de Unicórnios”, afirmando, também, estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da companhia irlandesa.

Victor Jorge

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou esta terça-feira, 25 de outubro, que a cidade quer estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da Ryanair e anunciou uma parceria com a companhia aérea para a “Fábrica de Unicórnios”.

Aproveitando a presença do presidente da Ryanair, MichaelO’ Leary, que veio a Lisboa para celebrar o 20.º aniversário da operação da companhia no nosso país, Carlos Moedas disse que “tudo fazer para que a Ryanair também estabeleça aqui, mais um centro de inovação em Lisboa, acho que isso é importante, portanto vamos tentar estar nesta corrida”.

Perante vários representantes do setor do turismo nacional, entre eles a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal, entre outros, o autarca sublinhou que a concorrência para a localização do novo centro é “entre cidades de toda a Europa” e defendeu que Lisboa “tem de criar essa atratividade”.

Recorde-se que, no início de setembro, o presidente executivo da companhia aérea irlandesa, Michael O’Leary, disse, num encontro com jornalistas, em Dublin, que a Ryanair quer abrir um novo centro de treinos para pilotos e tripulantes de cabine na Península Ibérica e admitiu que o Porto é uma das hipóteses em consideração.

No entanto, hoje, o presidente executivo da companhia de aviação, Eddie Wilson, avançou que a decisão deverá ser tomada nos próximos três meses e que Madrid se apresenta como uma opção com melhores conexões.

O responsável disse ainda que a empresa está a analisar a hipótese de abrir instalações em Lisboa para a equipa de tecnologias de informação, que pretende reforçar.

Carlos Moedas aproveitou também o momento para anunciar que a Câmara de Lisboa e a Ryanair vão ser parceiros no desenvolvimento da Fábrica de Unicórnios, que deverá ser anunciada na próxima semana, na Web Summit.

“Vamos anunciar a Fábrica de Unicórnios, aquele que é o meu grande projeto de inovação, para que Lisboa seja a capital da inovação da Europa e, hoje, tive a boa notícia que a Ryanair vai também participar neste projeto”, frisou Moedas.

Já no que diz respeito ao novo aeroporto, Carlos Moedas afirmou que “o que a Ryanair fez foi mais do que simples números. Foi trazer pessoas para fazerem a nossa economia crescer”.

Além disso, admitiu que “o que a Ryanair fez foi dar a uma geração a possibilidade de viajar”; salientando que “vocês [Ryanair] democratizaram as viagens”.

Para rematar a intervenção, Moeadas afirmou ainda que “precisamos de um novo aeroporto já”, reforçando que “precisamos de um novo aeroporto em Lisboa”.

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Propostas exclusivas da CROISIEUROPA para grupos

A empresa oferece cruzeiros marítimos e fluviais de longa distância

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A CroisiEurope, a maior empresa de cruzeiros fluviais da Europa, oferece cruzeiros fluviais especiais para grupos. Viagens de negócios ou de incentivo, famílias e associações, podem beneficiar de tarifas especiais e uma ampla variedade de roteiros all inclusive a bordo, bebidas, Wi-Fi gratuito, assistência a bordo, excursões com guias locais e informações a bordo em espanhol, entre outros.

O departamento comercial exclusivo para grupos da CroisiEurope oferece assessoria voltada para as necessidades de cada grupo, como serviços complementares, excursões, extensões ou transfers para personalizar a viagem, com a possibilidade de organizar desde a viagem ideal para pequenos grupos até o aluguer de um barco e adaptar aos gostos e necessidades de cada grupo, processando todos os aspectos da viagem de forma ágil e eficiente.

Cruzeiros marítimos pelas Ilhas Canárias, Mediterrâneo e Mar Vermelho a bordo de La Belle des Océans e La Belle de l’Adriatique
Estes navios emblemáticos da frota CroisiEurope oferecem, aos seus passageiros, um ambiente intimista com todo o conforto a bordo, bem como uma atenção aos detalhes por parte da tripulação.

La Belle des Océans oferece vários itinerários pelo Mediterrâneo e Ilhas Canárias em novembro e dezembro.
• Os esplendores da arte mourisca. Das planícies andaluzas às cidades imperiais de Marrocos. Uma exótica viagem de 8 dias com partida em 29 de outubro de Málaga, visitando Tânger, Casablanca, Agadir e Arrecife.

• Cruzeiro no arquipélago das Canárias. Cruzeiro de 8 dias com saídas durante os meses de novembro e dezembro de Lanzarote e Tenerife, para descobrir Arrecife (Lanzarote), Santa Cruz de la Palma (La Palma), San Sebastián (La Gomera), Las Palmas (Gran Canaria), Rosário (Fuerteventura) e Santa Cruz de Tenerife (Tenerife).

Além disso, La Belle de l’Adriatique oferece uma viagem fascinante entre o Egito e a Jordânia, além de travessias especiais de Natal e Ano Novo no Mar Vermelho:

• Cairo e os Tesouros do Mar Vermelho. Entre o Egito e a Jordânia. Um itinerário de 10 dias / 9 noites visitando Cairo – Hurghada – Aqaba – Wadi Rum – Petra -Sharm El Sheikh – Hurghada – Luxor. As partidas para esta viagem são em 17 de novembro e 8 de dezembro de 2022.

• Cairo e os Tesouros do Mar Vermelho. Entre o Egito e a Jordânia. Roteiro de 8 dias visitando Hurghada – Aqaba – Wadi Rum – Petra – Sharm El Sheikh – Hurghada – Luxor, com saídas nos meses de novembro e dezembro de 2022.

• Cruzeiro de Natal no Mar Vermelho: entre Egito, Israel e Jordânia. Viagem de 11 dias com partida em 17 de dezembro de Hurghada com paradas em Luxor – Suez – Cairo – Eilat – Aqaba – Wadi Rum – Petra – Sharm El Sheikh e retorno a Hurghada.

• Cruzeiro de Ano Novo no Mar Vermelho: entre Egito, Israel e Jordânia. Um cruzeiro de 12 dias partindo em 27 de dezembro de Hurghada e visitando Luxor – Suez – El Cariro – Eilat – Aqaba – Wadi Rum – Pegra – Sharm El Sheikh – Hurghada – Dendera em Abydos.

Viagens de longa distância

A CroisiEurope também oferece aos grupos fluviais de longa distância um itinerário exótico no Mekong e um cruzeiro exclusivo de safári na África, de Joanesburgo às Cataratas Vitória.

Mekong – Das ruínas de Angkor à margem e ao Lago Tonlé, à cidade de Hô-Chi-Minh, uma viagem ideal para desfrutar de 11 dias ao ritmo do Rio Mekong a bordo de um barco que combina charme e conforto, inspirado no rico estilo de comércio navios na área. Além disso, a empresa oferece opções de extensão de cruzeiros com estadias de 4 ou 7 dias visitando Hanói e Along Bay ou as cidades imperiais.

África – De Joanesburgo às Cataratas Vitória em uma viagem de 10 dias, a CroisiEurope oferece a oportunidade de conhecer a espetacular fauna africana em uma das mais belas reservas naturais: o Parque Nacional Chobe a bordo do luxuoso barco, ou os segredos do Lago Kariba, e um dos as sete maravilhas do mundo: Cataratas Vitória. Uma viagem exótica que combina alojamento num barco fluvial como o African Dream ou o Zimbabwean Dream e um lodge de cinco estrelas.

Estão incluídos voos domésticos, pensão completa em todo o itinerário e bebidas incluídas em todas as refeições e no bar do Afrian Dream/Zimbabwean Dream, bem como no lodge CroisiEurope; Inclui também as visitas e excursões do programa e a estadia num luxuoso hotel de 4 estrelas nas Cataratas Vitória. Além disso, a empresa oferece a opção de prolongar a duração desta viagem com uma extensão pré-cruzeiro ao Cabo da Boa Esperança.

SOBRE A CROISIEUROPE: A CroisiEurope é a primeira empresa de cruzeiros fluviais da Europa na sua categoria e possui uma frota muito actualizada e moderna de 56 navios, 48 ​​navios próprios (33 fluviais, 6 peniche, 2 marítimo-costeiros, 5 no Mekong e 2 na África Austral) e 8 em operação. Todos eles são projetados, construídos e comercializados pela própria empresa. A sua sede está localizada em Estrasburgo e desde 2005 já tem uma forte presença em Espanha, onde se vai consolidando pouco a pouco. Há mais de 40 anos trabalhamos com a mesma ideia: Descobrir o mundo através de seus rios. Uma ideia na qual a CroisiEurope aplica toda a sua experiência para oferecer aos seus clientes férias inesquecíveis. Uma extensa variedade de destinos, uma frota de navios inovadora e elegante, uma gastronomia e seleção de vinhos cuidadosa e a atenção requintada ao detalhe por parte da tripulação significam que oferecer um cruzeiro CroisiEurope significa ter a certeza de satisfazer os clientes mais exigentes. No ano passado, mais de 220.000 pessoas viajaram com a CroisiEurope.

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“Desafia o teu caminho” é o tema do RoadShow do Fórum Turismo

A iniciativa do Fórum do Turismo percorrerá 20 localidades de Norte a Sul do país.

Publituris

O “RoadShow: Desafia o teu caminho”, organizado pelo Fórum do Turismo, tem início no dia 25 de outubro e tem duração de, aproximadamente, um mês. A iniciativa pretende que que os estudantes analisem o seu percurso profissional, através de um conjunto de experiências.

Durante um mês, o “RoadShow: Desafia o teu caminho” vai percorrer cerca de 20 escolas de Norte a Sul do país, todas elas com cursos de Turismo e Hotelaria, passando por: Lisboa, Setúbal, Viana do Castelo, Barcelos, Vila do Conde, Porto, Peniche, Coimbra, Santarém, Vila Real de Santo António, Portimão e Faro.

“Para além de desafiar os estudantes a analisarem o seu percurso profissional e/ou pessoal até ao momento, apresentará também um conjunto de experiências possíveis, que ajudarão a desenvolver o percurso até à empregabilidade”, refere a organização em comunicado.

Anualmente, o Fórum Turismo organiza o RoadShow com o objetivo de aproximação da comunidade escolar, para levar aos estudantes temas pertinentes sobre o setor, de forma a conseguir envolvê-los de forma ativa. Este ano, a Travel Generation juntou-se à iniciativa como parceira do Fórum Turismo, sendo a primeira uma agência dedicada às viagens escolares e de grupo.

Projetos como o Tomorrow Tourism Leaders (TTL), uma competição nacional de turismo, o ENETUR, um encontro nacional de estudantes de turismo, a Viagem à FITUR, a Bolsa de Empregabilidade, entre outros, são algumas das experiências a apresentar. Todas estas iniciativas, que os estudantes podem participar, trazem benefícios como a saída da zona de conforto, a coragem de arriscar, o conhecimento de novas culturas e o networking.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla_Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

Sobre o autorCarla_Nunes

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O Grupo Lufthansa conecta o mundo protegendo o seu futuro

No Grupo Lufthansa, estamos convencidos de que viajar torna o mundo um lugar melhor. É por isso que usamos toda a nossa experiência, energia e conhecimento para tornar o voo neutro em CO2 uma realidade

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Já em 2030, queremos reduzir as nossas emissões líquidas de CO2 em 50% em relação a 2019 e, em 2050, queremos atingir a neutralidade de CO2.

Embora nem todas as soluções existam atualmente, os fundamentos científicos e tecnológicos já estão estabelecidos e agora é uma questão de ação conjunta. Como empresa, temos conhecimentos técnicos e operacionais profundamente enraizados no nosso ADN. Estabelecemos padrões elevados para a nossa indústria e temos uma grande paixão de voar.

Estamos convencidos de que essas qualidades nos permitirão abrir novos caminhos em conjunto com os nossos clientes, parceiros e formuladores de políticas, enquanto continuamos a conectar pessoas, culturas e economias no futuro – de maneira sustentável. Juntos, podemos #MakeChangeFly

Website principal da campanha https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-environment.html

Vídeo  https://www.youtube.com/watch?v=jT-OpFjC5-A

Frota Moderna

Até 2030, teremos pelo menos 190 aeronaves com baixo consumo de combustível em serviço. É um grande investimento no futuro que reduzirá o consumo de combustível e, com ele, as emissões de carbono até 30% em cada voo.

Os avanços tecnológicos estão a desempenhar um papel importante para nós também na modernização da frota existente. Por exemplo, AeroSHARK é um filme adesivo biônico que replica a pele de tubarões e otimiza a aerodinâmica do fluxo de ar em locais específicos, reduzindo assim o atrito. A SWISS será a primeira companhia aérea de passageiros do mundo a usar a nova tecnologia AeroSHARK para reduzir ainda mais as emissões de carbono e o consumo de combustível.

https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-environment/modern-fleet.html

Combustível sustentável de aviação

Para nós, o desenvolvimento e o uso de Combustíveis Sustentáveis de Aviação (SAF) são um passo fundamental no caminho para a aviação neutra em carbono. O conceito fundamental por trás do SAF é substituir os combustíveis fósseis a longo prazo usando alternativas sustentáveis.

Durante muitos anos, o Grupo Lufthansa tem sido um dos maiores compradores da SAF. Está constantemente a investir em pesquisa e desenvolvimento industrial de diversas abordagens tecnológicas que tornarão o SAF disponível em maior quantidade e com menor custo o mais rápido possível. O SAF atualmente utilizado pelo Grupo Lufthansa é produzido a partir de materiais residuais biogênicos, como óleos de cozinha usados.

https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-environment/sustainable-aviation-fuel.html

Operação de Voo eficientes

Usando a tecnologia mais recente, estamos focados em criar mais eficiência nas operações de voo do dia-a-dia. Ao otimizar os processos em terra e nas rotas de voo, também reduzimos o CO2 de forma sustentável.

Em 2021, as medidas de otimização nas áreas de desempenho e procedimentos, redução de peso, otimização de rotas e desenvolvimentos tecnológicos já pouparam 30.400 toneladas de emissões de CO2. E isso é apenas o princípio.

Carbono neutro

Através do “Compensaid”, estamos permitindo que os nossos passageiros compensem as suas emissões de carbono usando combustível de aviação sustentável ou projetos de proteção climática a longo prazo, em cooperação com a altamente respeitada fundação “myclimate”, por exemplo.

Seja no momento da reserva ou posteriormente, através do “Compensaid” os passageiros podem optar pessoalmente por Combustíveis de Aviação Sustentáveis (SAF), para apoiar projetos certificados de compensação de carbono, ou simplesmente selecionar uma combinação de ambos.

https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-and-environment/fly-co2-neutral.html

Intermodalidade

Seja viajando de comboio ou de autocarro para o avião, combinar vários modos de transporte de forma inteligente é uma forma importante de oferecer uma alternativa atraente e sustentável em percursos curtos. As companhias aéreas do Grupo Lufthansa estão constantemente a expandir a sua cooperação com fornecedores ferroviários locais. Por exemplo, estamos a oferecer uma alternativa ferroviária para qualquer voo doméstico de e para Frankfurt e agora estamos a trazer passageiros de cinco países europeus de comboio para os nossos “hubs”.

Através do planeamento inteligente e processos otimizados, as viagens de comboio ou autocarro são perfeitamente coordenadas com os voos, para que os passageiros possam desfrutar de uma experiência de viagem perfeita, independentemente dos diferentes modos de transporte.

Redução de resíduos e plásticos

Estamos focados intensamente em todas as formas de reduzir o desperdício, com base nos princípios de “reduzir – reutilizar – reciclar – substituir” à medida que desenvolvemos produtos e serviços de bordo. Estamos minimizando tudo o que é desnecessário e promovendo um design sustentável nos nossos produtos de bordo. Por exemplo, no caso de refeições a bordo, estamos analisando alimentos produzidos de maneira eficiente em termos de recursos com materiais de embalagem ecologicamente corretos. Além disso, ao fabricar produtos frescos de uma forma mais adequada à procura, é necessário deitar fora menos alimentos não utilizados.

Até 2025, pretendemos substituir gradualmente os artigos de plástico de uso único por materiais mais sustentáveis. Além disso, estamos apoiando tecnologias inovadoras, como a start-up “materiais sem rastros” que estão criando alternativas biodegradáveis ao plástico.

https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-environment/waste-and-plastic-reduction.html

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A crise do custo de vida está a mudar a maneira como passamos as férias?

De 7 a 9 de novembro, Londres recebe o World Travel Market. Uma recente pesquisa da WTM mostra que 64% das pessoas já reservaram ou planearam férias para 2023 e apenas 16% das pessoas inquiridas abandonaram completamente os seus planos para viajar para o exterior.

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Após anos de restrições, as pessoas querem compensar o tempo perdido e reagendar viagens que talvez tenham cancelado. De acordo com dados de pesquisa do Google, o número de pessoas que procuram “férias baratas” on-line disparou, especialmente entre aqueles que planeiam viajar em 2023.

Uma nova pesquisa do World Travel Market London (WTM) mostra que 64% das pessoas já reservaram ou planearam férias para 2023 e apenas 16% das pessoas inquiridas abandonaram completamente os seus planos para viajar para o exterior.

Embora as pessoas ainda optem por ir de férias, o tipo de férias que reservam mudou. Agora, trata-se de encontrar o melhor negócio e reduzir os luxos.

A pesquisa recente da WTM mostrou que um em cada cinco inquiridos decidiu “negociar”, optando por ficar em hotéis mais baratos e voar em companhias aéreas de baixo custo. Com as despesas mais altas do que nunca e uma recessão iminente, não surpreende que as pessoas procurem rentabilizar ao máximo o seu dinheiro aquando da reserva de umas férias.

E quais são os luxos que os turistas estão mais dispostos a abrir mão para reduzir custos? Quase 40% das pessoas sacrificariam hotéis 5*, 33% abririam mão de mais espaço para as pernas nos voos e 32% livrar-se-iam da franquia extra de bagagem, de acordo com dados da WTM.

No entanto, há algumas coisas que estamos mais relutantes em sacrificar. Garantia de bom tempo e localização próxima dos principais locais ainda são aspetos que as pessoas desejam manter como parte das suas férias anuais.

Face a um custo de vida cada vez mais alto, parece incomum que as pessoas ainda estejam a dar prioridade às férias, então qual é o ímpeto da procura?

De acordo com a Euronews, a Associação dos Agentes de Viagem Britânica referiu: “Ao longo dos anos, os clientes disseram-nos repetidamente que as férias são uma das últimas coisas que cortariam quando procuram aliviar pressões financeiras em orçamentos já de si esmagados”.

A pesquisa do World Travel Market parece apoiar esta constatação, já que aqueles que já estão a planear umas férias, a maioria referiu que esperava viajar duas vezes em 2023. Os dois principais tipos de viagem indicados foram as férias clássicas na praia e viagens em família.

Por fim, os dados do World Travel Market também mostram que quase metade das pessoas que reservaram um lugar ao sol, fizeram-no porque querem ter algo pelo que esperar.

Descubra mais tendências no World Travel Market London, de 7 a 9 de novembro de 2022

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Transportes

CEO da TAP preocupada com inflação, preço dos combustíveis e incertezas sobre procura

A “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener.

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A presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, alertou esta quarta-feira, 12 de outubro, que a “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a companhia.

“A inflação galopante, o disparar do preço do combustível, bem como as incertezas em relação à procura no próximo ano, são preocupações presentes e de futuro”, afirmou a presidente da comissão executiva da transportadora aérea nacional, em Ponte de Sor (Portalegre).

Na 6.ª edição da cimeira aeronáutica Portugal Air Summit, que se realiza no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, Christine Ourmières-Widener proferiu uma intervenção subordinada ao tema “TAP Air Portugal – O Caminho da Eficiência para o Futuro”.

Na sua intervenção, a responsável da TAP disse também já estar a preparar o verão de 2023 e lembrou que a companhia está limitada a uma frota de 99 aeronaves até 2025 e que teve de ceder alguns dos seus ‘slots’.

“Mas, mesmo assim, vamos conseguir aumentar a nossa capacidade no próximo verão, o que é muito positivo”, realçou.

Com as restrições de ‘slots’ no aeroporto de Lisboa, “o aumento da nossa frota para voar aviões maiores é a forma mais eficiente de lidar com a procura prevista”, defendeu Christine Ourmières-Widener.

“A TAP está concentrada em aumentar a fiabilidade da frota para que possamos evitar que as operações sejam penalizadas pela indisponibilidade de aeronaves e por questões técnicas desnecessárias”.

Segundo a presidente executiva da TAP, “a devolução da maioria dos ATR, aviões de menor capacidade”, vai permitir que a companhia passe “a operar com uma frota estável de 19 E-Jets e aumentar em quatro o número de Airbus” que opera atualmente.

No seu discurso, Christine Ourmières-Widener referiu ainda que “há muitos anos que a TAP não é uma empresa lucrativa” e que, “na verdade, nunca foi, apesar de ter tido resultados positivos em 2017 e de, em 2019, estar em expansão”.

“A pandemia parou o negócio quase totalmente e, com isso, agravou ainda mais as dificuldades da companhia, mas todos reconhecem que a TAP é uma empresa estratégica para Portugal e, por isso mesmo, o Estado português resolveu intervir para a salvar”, aludiu.

A presidente executiva reconheceu que esta intervenção foi “a um preço alto para os contribuintes, é verdade, mas com a certeza de que tudo será feito para tornar a companhia aérea nacional uma empresa sustentável a longo prazo”.

Desde que ‘aterrou’ na TAP, devido à situação “muito difícil” que encontrou, “não só económica e financeiramente, mas também no local humano”, tem sido “doloroso para todos [e] continua a ser”, mas existe hoje “uma oportunidade para criar uma TAP melhor, mais forte”.

“É, na realidade, a última oportunidade. Depois da injeção de capital do Estado este ano, a TAP não poderá receber mais apoios durante 10 anos. Como não recebia há mais de 20. Não podemos falhar”, assumiu.

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Iberia com voos diretos para Luanda em ‘codeshare’ com TAAG

As capitais de Espanha e Angola passam a estar ligadas diretamente com dois voos semanais da Iberia em ‘codeshare’ com a TAAG.

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A Iberia e a TAAG Linhas Aéreas de Angola estabeleceram um acordo de ‘codeshare’ que permite à companhia aérea espanhola oferecer voos diretos entre Madrid e Luanda ao mesmo tempo que reforça a conectividade entre a Europa e África.

Em comunicado, a Iberia informa que os voos serão efetuados duas vezes por semana, com partidas de Madrid às segundas e sextas-feiras, com o voo de regresso, a partir de Luanda, a realizarem-se às terças-feiras e domingos.

Além dos voos diretos entre Madrid e Luanda, os clientes da companhia aérea espanhola poderão fazer ligações da capital angolana com a Cidade do Cabo e Joanesburgo, na África do Sul, Windhoek na Namíbia e Maputo em Moçambique.

Entretanto, a TAAG irá oferecer aos seus clientes ligações para voos da Iberia de Madrid para Barcelona, Porto, Amsterdão, Bruxelas, Genebra, Zurique, Roma e Milão.

Esta parceria, refere a Iberia em comunicado, “insere-se no objetivo comum entre Espanha e Angola de criar novas oportunidades comerciais, económicas, culturais e turísticas internacionais”.

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ACTEP considera este um “bom momento” para agências de viagens de Portugal apostarem no turismo ‘outbound’ chinês

Para Yong Liang, presidente da Associação do Turismo Chinês em Portugal (ACTEP), esta é a “oportunidade certa” para aposta no turismo ‘outbound’ chinês.

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A poucos dias da realização do 20.º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (CPC), a partir do dia 16 deste mês, Yong Liang, presidente da Associação do Turismo Chinês em Portugal (ACTEP), salienta que a China “abre portas à entrada de agências de viagens portuguesas no seu importante mercado turístico de ‘outbound’”. A associação afirma ainda, em comunicado, que “o ajustamento político das agências de viagens estrangeiras na China é um sinal positivo de que a China está disposta a abrir ainda mais o mercado turístico de ‘outbound’ e reforçar as ligações com o resto do mundo, incluindo Europa e Portugal”, destacando a “oportunidade que será para as agências de viagens portuguesas”.

De acordo com o responsável da associação, as agências de viagens com investimento estrangeiro, que estejam já estabelecidas ou venham a estabelecer-se em Pequim, Xangai ou Chongqing, estão agora autorizadas a organizar operações turísticas para chineses viajarem para fora.

Esta decisão advém de uma decisão que o Conselho de Estado da China aprovou no dia 8 de outubro, relativa ao ajuste provisório de certas disposições do regulamento sobre a atividade das agências de viagens, que se manterão em vigor até 8 de abril de 2024.

Embora o turismo ‘outbound’ da China ainda esteja suspenso, Yong Liang considera que esta abertura é um sinal “muito positivo”, indicando que a China irá expandir ainda mais o seu mercado de ‘outbound’ e está disposta a “fortalecer ainda mais as ligações com o resto do mundo, incluindo a Europa e Portugal”, refere o presidente da ACTEP.

As agências de viagens com capital estrangeiro vão poder implementar o sistema de licenciamento para os turistas chineses viajarem para o estrangeiro, embora para obter as necessárias qualificações empresariais precisem de cumprir determinadas condições, designadamente a necessidade de um período prévio de dois anos de operação no país.

Por isso, Yong Liang admite que “este é um bom momento para as agências de viagens de Portugal com forte vontade de se expandir para o enorme mercado turístico chinês”, frisando que a criação de agências de viagens na China “não só pode proporcionar oportunidades para as empresas de turismo portuguesas organizarem turistas chineses para viajarem em Portugal e noutros países da Europa, mas também expandir-se mais na área do recetivo, quando turistas portugueses e de países de língua portuguesa forem à China para turismo”.

Contudo, e uma vez que o turismo de ‘outbound’ da China ainda não está aberto, o impacto direto deste ajustamento “não será imediato”, salienta o presidente da ACTEP. Mas, conclui, “agora é a oportunidade certa, depois, pode ser demasiado tarde para entrar, quando a epidemia diminuir”, manifestando a disponibilidade da ACTEP para ajudar as agências portuguesas nestes processos.

De resto, Yong Liang recorda que a China foi, antes da pandemia, “o maior mercado turístico do mundo e voltará a sê-lo em poucos anos”. “Todo o esforço promocional que a ACTEP agora fez será muito útil para garantir que Portugal está bem posicionado para esta recuperação, razão pela qual queremos envolver as autoridades turísticas portuguesas, nacionais e regionais e as agências de viagens portuguesas neste esforço”, conclui Yong Liang.

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