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Mundo Abreu regista volume de reservas “interessante” na edição deste ano

Pedro Quintela, diretor de Vendas e Marketing da Agência Abreu, revela ao Publituris que  a afluência registada neste último fim-de-semana, correspondeu às expetativas.

Raquel Relvas Neto
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Mundo Abreu regista volume de reservas “interessante” na edição deste ano

Pedro Quintela, diretor de Vendas e Marketing da Agência Abreu, revela ao Publituris que  a afluência registada neste último fim-de-semana, correspondeu às expetativas.

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A edição de 2021 do Mundo Abreu realizou-se este fim-de-semana, de 8 e 9 de maio, com um novo formato adaptado à atual realidade presente na rede de lojas de norte a sul do país mas também em 20 novos espaços de promoção e venda em 10 centros comerciais espalhados pelo país.

Pedro Quintela, diretor de Vendas e Marketing da Agência Abreu, revela ao Publituris que  a afluência registada neste último fim-de-semana quer nos centos comerciais, quer nas lojas de rua, “correspondeu às nossas expectativas”.  O responsável refere que foi feito um “forte investimento de comunicação do evento, ao nível de 2019, o que levou a que a informação se propagasse de acordo com o esperado”, mas recorda que a edição do Mundo Abreu estende-se até ao final do mês de maio, pelo que é esperado que a afluência às promoções da Agência Abreu no âmbito do evento  aumente.

Para já, registou-se “um volume de reservas interessante” para o ano em que se vive. “Estamos certos que as mesmas continuarão a surgir ao longos dos próximos dias e semanas, não apenas para nós, mas para todos os atores de mercado”, sustenta.  Para o responsável “é muito importante que nesta fase, em paralelo com a vacinação e o “desconfinamento” dos destinos, que as agências de viagens sejam uma fonte ativa e credível de informação atualizada, e com isso permitam aportar confiança aos clientes”.

Destinos
Quanto aos destinos mais procurados durante este fim-de-semana, Pedro Quintela indica que o Porto Santo foi “o principal destino vendido, seguido de Cabo Verde, Caraíbas, Algarve, Açores, Madeira e Creta”. Nas grandes viagens foram os destinos Maldivas e Dubai onde as vendas se destacaram. “Depois, alguns clientes apostaram em compras de fim-de-semana prolongado (aproveitando os feriados de junho), com vários dos destinos acima mencionados, nomeadamente os destinos portugueses, a estarem presentes nas reservas, mas onde o Centro de País e o Alentejo também se destacaram”, complementa.

Questionado acerca do modelo que se adoptou para levar a cabo a realização do Mundo Abreu este ano, o responsável da Agência Abreu explica que este “funcionou bem” e “leva-nos a sentir que deveremos manter, em paralelo à dinâmica da feira na FIL, muitas das iniciativas no futuro”. “As condicionantes que antecipamos poderiam existir ainda neste mês de maio, levaram-nos a inovar e fazer várias experiências de modelos de atendimento e promoção – muitos dos quais acabaram por ter resultados positivos, outros necessitam de alguns ajustes. Voltaremos a equacionar algumas destas dinâmicas de venda, promocionais e informativas ainda este ano, e até antes do verão, de maneira a continuar a dar o nosso contributo para relançar a atividade junto dos portugueses”, sustenta.

“Todos os atores de mercado têm que, na medida das suas possibilidades e pese embora o cenário atual, promover o regresso à normalidade ainda que de modo algo condicionado”

Pedro Quintela destaca ainda que a Agência Abreu deu o seu contributo com esta iniciativa para “relançar o turismo no imaginário dos portugueses”. Mas adverte para a importância que todos os atores do turismo têm nesta tarefa: “Todos os atores de mercado, agentes de viagens, operadores turísticos, hoteleiros, companhias aéreas, etc – têm que, na medida das suas possibilidades e pese embora o cenário atual, promover o regresso à normalidade ainda que de modo algo condicionado”. O diretor de marketing e vendas adverte para a necessidade de mostrar aos portugueses que “é possível viajar, que há oferta segura e de qualidade no mercado e que têm à sua disposição um conjunto de profissionais com múltiplas competências que trabalham todos os dias para lhes assegurar umas férias descansadas”.

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Riu Karamboa
Hotelaria

Riu Karamboa transforma-se em Adults Only após remodelação completa

A unidade localizada na Boa Vista passa a ter mais quartos e novas valências.

O hotel Riu Karamboa passou para a categoria de Adults Only após uma reforma completa. O hotel de cinco estrelas, que se encontra na ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, passa a apresentar um novo desenho e espaços, mantendo alguns elementos, como as cúpulas originais do edifício.

Após a reforma, o novo Riu Karamboa passa a oferecer aos clientes duas atrações na oferta de animação: as festas Riu Get Together Party, que se celebram no bar e que podem ser frequentadas pelos hóspedes do Riu Palace Boavista, e o Splash Water World, ao qual os clientes de ambos os hotéis também terão acesso.

A renovação contemplou a ampliação do número de quartos, bem como a sua decoração, de “estilo acolhedor e fresco”. Agora, a unidade passa a contar com 921 quartos, dos quais 67 são swim-up.
Dentro da oferta gastronómica, o Riu Karamboa apostou em novos espaços, como o restaurante “Kulinarium” e o italiano “Toscana”. Na zona de bares, o hotel incorporou, juntamente com o seu bar «Lambada», um novo Sports Bar.

Neste capítulo, os clientes também poderão desfrutar de dois bares de piscina, o “Praia” e o “Mindelo”, do lobby-bar “Morabeza”, do bar praça “Brava” e de dois grill “Pepe’s Food”. O restaurante principal “Mogambo” foi mantido na oferta, à semelhança do restaurante-piscina “Las Dunas”, enquanto o restaurante asiático “Kazumi” foi realocado.

Os hóspedes do hotel poderão desfrutar desta oferta gastronómica sem limites, graças ao serviço All Inclusive 24h.

 

Riu Karamboa

A zona exterior também ganhou novas valências com a renovação, nomeadamente um solário e cinco piscinas com vista para o mar, uma das quais destinada às atividades de animação e desporto. Em comunicado, o grupo destaca ainda que esta unidade disponibiliza aos hóspedes uma zona RiuFit, RiuArt e um programa de entretenimento para adultos, tanto diurno como noturno.

Dentro das medidas de sustentabilidade promovidas pela unidade, o grupo destaca a instalação de painéis solares nas coberturas do hotel para a geração de energia fotovoltaica, que asseguram gerar “grande parte da energia necessária para a operação do hotel”.

A RIU soma um total de seis hotéis distribuídos entre a ilha do Sal e da Boa Vista. Na primeira estão o Riu Cabo Verde, o Riu Funana e o Riu Palace Santa Maria. Na segunda encontram-se o Riu Touareg, o Riu Palace Boavista e o recentemente reformado Riu Karamboa.

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César Silva
Figuras do Turismo

César Silva é o novo diretor-geral do Corinthia Lisbon

O profissional desempenhava as funções de Hotel Manager na unidade desde junho de 2021.

O Corinthia Lisbon apostou em César Silva para a posição de diretor-geral da unidade. O profissional desempenhava as funções de Hotel Manager desde junho de 2021, após ter integrado a equipa do Corinthia Lisbon como diretor de alojamentos em março de 2019.

A sua carreira no setor hoteleiro soma mais de 14 anos em cargos de executivo em vários hotéis lisboetas,  além de um cargo de direção  numa cadeia de hotéis & resorts em Moçambique, pertencente ao grupo Visabeira. Ao regressar a Portugal, César Silva assumiu o cargo de diretor-geral no Terceira Mar Hotel, nos Açores.

Desde que voltou a integrar a equipa do Corinthia Lisbon em março de 2019, como diretor de alojamentos, o profissional “tem demonstrado extraordinárias capacidades de liderança e métodos de gestão eficazes e eficientes em todas as áreas operacionais do hotel”, como a unidade afirma em comunicado.

“Ao longo destes anos tive a oportunidade de conhecer e trabalhar em mercados muito distintos e sinto-me muito feliz e orgulhoso por assumir a direção-geral do hotel. Em conjunto com a equipa, irei dar o meu melhor para aumentar os níveis de qualidade e sucesso desta propriedade, proporcionando aos nossos clientes experiências inspiradoras que só o Corinthia Lisbon oferece”, refere César Silva em relação à sua nomeação.

Também sobre esta contratação, Ignace Bauwens, Chief Operating Officer, afirma estar “confiante” de que César Silva “será um excelente diretor-geral para o Corinthia Lisbon”, dada a sua “experiência de 25 anos em hotelaria e um vasto conhecimento em cadeias hoteleiras de luxo”.

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Destinos

Tailândia chega aos 7 milhões de turistas internacionais e aproxima-se do objetivo para 2022

Entre 1 de janeiro e 26 de outubro de 2022, a Tailândia recebeu mais de sete milhões de turistas internacionais, aproximando-se do objetivo estabelecido para este ano de alcançar entre sete e 10 milhões de visitantes.

A Tailândia recebeu, entre 1 de janeiro e 26 de outubro de 2022, mais de sete milhões de turistas internacionais, aproximando-se do objetivo estabelecido para este ano de alcançar entre sete e 10 milhões de visitantes.

“Com os tempos difíceis dos últimos tempos já ultrapassados, a Tailândia está a ver todos os seus esforços, do marketing e promoção do turismo em curso, até às normas de saúde e segurança implementadas da Amazing Thailand SHA, a dar frutos ao alcançar mais de 7 milhões de turistas estrangeiros que regressaram ao nosso país já em 2022”, destaca Yuthasak Supasorn, Governador da Autoridade do Turismo da Tailândia (TAT), em comunicado.

Desde o início do ano, a Tailândia regista um total de chegadas de visitantes de 7,349,843, com a maioria dos turistas internacionais a chegarem da Malásia, Índia, República Democrática Popular do Laos, Camboja e Singapura.

Ao longo deste período, a maioria dos visitantes chegou à Tailândia através do Aeroporto Suvarnabhumi, em Banguecoque, que contabiliza 3.891.196 chegadas, assim como do Aeroporto Internacional de Phuket, onde o número de chegadas é de 958.027, e ainda do Aeroporto Internacional de Don Mueang, que contabiliza 564.008 chegadas.

Já o posto de controlo fronteiriço de Sadao contabilizou a entrada de 451.578 visitantes e o posto de controlo fronteiriço de Nong Khai registou ainda 225.859 chegadas.

Recorde-se que a Tailândia já reabriu totalmente ao turismo, deixando de exigir aos turistas a apresentação de provas de vacinação ou resultados de testes, além de permitir uma estadia mais prolongada, uma vez que, até 31 de março de 2023, o período de permanência no destino é de 45 dias para turistas de países/territórios com direito a isenção de visto, como é o caso de Portugal.

Além do fim das restrições, a Tailândia está também a retomar o calendário de eventos e festivais internacionais, a exemplo do popular festival anual da Loi Krathong, que acontece por todo o país já este mês de novembro, e da Bienal de Arte de Banguecoque (BAB 2022), que se realiza até 23 de fevereiro de 2023, reunindo em Banguecoque obras de 73 artistas locais e internacionais.

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Tour10 vai pela primeira vez ao WTM

No meio de um plano de internacionalização, a participação da Tour10 no WTM de Londres servirá para “reforçar o posicionamento da marca”.

A Tour10, plataforma de distribuição turística independente B2B espanhola, irá participar, pela primeira vez no World Travel Market (WTM) de Londres, salientando tratar-se de um “marco no seu plano de expansão internacional”.

Fran Serón, CEO da Tour10, que liderará a delegação comercial, refere, em comunicado, que o objetivo é “ampliar a contratação”, bem como “estreitar laços com os partners internacionais com os quais a empresa vem trabalhando”.

“Estamos no meio de um plano de internacionalização que reforçará o posicionamento da marca Tour10”, refere o CEO, adiantando ainda que a presença no WTM “é um passo significativo nesse sentido”.

Atualmente, a Tour10 trabalha um portefólio de mais de 200.000 hotéis em mais de 150 países, superando as 11.000 agências de viagens em Espanha e Portugal.

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Destinos

Preferência dos portugueses vai para destinos europeus e viagens de curta duração

Em 2022, os portugueses preferiram viagens curtas, de até quatro dias, com as tendências a destacarem as viagens a solo, a conciliação de lazer e trabalho nas viagens e o aumento dos nómadas digitais, com as reservas a acontecerem com pouca antecedência.

De acordo com o estudo anual realizado pela eDreams ODIGEO – “A Year in Travel 2022” -, os viajantes nacionais continuam a preferir viagens curtas, de até quatro dias, e reservam-nas com pouca antecedência.

O estudo que oferece uma visão geral das preferências e comportamentos dos viajantes em 2022 e prevê já algumas tendências para o próximo ano, revela que, em 2022, Paris voltou a ser o destino de eleição dos viajantes portugueses, sendo a cidade para onde mais viajaram, sendo, de resto, uma preferência comum a nível internacional.

A seguir à capital francesa aparecem destinos como Londres, também a segunda cidade mais visitada nos resultados globais, e depois Madrid. Outros destinos populares foram Barcelona, Funchal, Bruxelas, Ponta Delgada, Luxemburgo, Genebra e Amsterdão, revelando uma clara inclinação para viagens na Europa.

Quantos aos destinos que mais cresceram em 2022 face a 2021 (em termos de reservas efetuadas) aparecem Marraquexe (+327%) e Bilbau (+213%). Globalmente, os destinos que registaram um maior crescimento das reservas em comparação com 2021 foram Denpasar (+1.478%), na Indonésia; Singapura (+1.446%) e Bangkok (+1.188), na Tailândia – o que se deve à reabertura das viagens para a Ásia, após um longo período em que tal não era possível devido às restrições impostas pela pandemia.

Viagens curtas e reservas de última hora
No caso concreto dos hábitos de viagem dos portugueses em 2022, o estudo da eDreams ODIGEO conclui que, tal como já se tinha verificado no ano passado, os portugueses parecem continuar a dar preferência a viagens curtas, de até 4 dias (53%). No entanto, as estadias de duração média, entre 7 a 13 dias, ganharam terreno (20%), verificando-se que apenas uma minoria escolheu realizar viagens entre 5-6 dias (16%), 14-20 dias (5%) ou mais de 21 dias (6%).

No que toca às reservas, quase metade (47%) dos inquiridos portugueses continua a marcar viagens de última hora, até 15 dias antes da data de partida, salientando o estudo tratar-se de “uma tendência que se acentuou na pandemia e que se tem mantido até aos dias de hoje, apesar da diminuição das restrições, e se reflete também a nível internacional (45%)”.

Além disso, o estudo que olhou para os hábitos de viagem dos portugueses em 2022, nomeadamente a duração das suas estadias, a antecedência com que efetuaram reservas e a distância das viagens realizadas, destaca ainda a preferencia dos portugueses por viagens na Europa (78%), viagens dentro do próprio país (14%) ou para fora do continente europeu (8%).

“Em 2022 observou-se um aumento significativo das viagens continentais, a par de uma redução das viagens nacionais – o que demonstra que os portugueses sentem cada vez mais confiança para voltar a viajar e sair do país, agora que o pior da pandemia parece ter passado”, refere o estudo.

A realidade em 2022
No que toca às tendencia verificadas em 2022, o “A Year in Travel 2022” assinala que se tornou “claro que os portugueses estão a optar cada vez mais por viagens a solo – sobretudo porque querem ter controlo total sobre os planos de viagem e viajar de forma mais tranquila, livre e independente”, frisando que este tipo de viagens também lhes permite tornar-se “mais resilientes e autossuficientes e aproveitar a sua própria companhia”.

“Misturar trabalho com prazer” está a tornar-se também cada vez mais comum, à medida que as gerações mais jovens procuram conciliar as suas carreiras com a vontade de conhecer o mundo. Assim, “tiram partido da flexibilidade laboral que a pandemia permitiu descobrir e aproveitam para realizar viagens que combinam dias de trabalho com dias de lazer”.

Finalmente, o crescimento dos chamados “nómadas digitais” é outra tendência com “grande impacto no setor do turismo”, motivado pela mudança dos padrões de trabalho e o aumento de oportunidades de trabalho remoto. Segundo o estudo da eDreams ODIGEO, “a criação de vistos e programas fiscais flexíveis pensados para nómadas digitais por parte dos governos de alguns países” – como é o caso de Portugal – contribuíram para este cenário.

Um primeiro olhar para o futuro
Além de analisar as principais tendencias de 2022, o estudo da eDreams ODIGEO procurou olhar também para o futuro das viagens e traçar o caminho para 2023.

Assim, o estudo conclui que “as reservas dentro do continente europeu parecem manter-se na mira dos viajantes portugueses, sendo Paris, Funchal, Ponta Delgada e Barcelona os destinos mais reservados para 2023”.

Contudo, os destinos que os portugueses mais pesquisam para viajar no próximo ano são Paris, São Paulo, Rio de Janeiro, Londres e Nova Iorque, indicando “alguma vontade de retomar as viagens de longa distancia”.

Assim, o estudo conclui que 2022 ficou marcado por “um regresso gradual à normalidade”, que também se notou no setor das viagens, que permanece em “franca recuperação”.

Dana Dunne, CEO da eDreams ODIGEO, salienta que “os consumidores estão a aproveitar para viajar sempre que podem”, admitindo que os dados das reservas mostram que as viagens curtas ainda são as mais proeminentes, demonstrando que os consumidores tentam encaixar férias em todas as ocasiões possíveis”.

Com quase um terço das viagens a durar apenas 3-4 dias, a CEO frisa que “esta tendência pode também ser representativa dos regimes de trabalho mais flexíveis, que permitem aos viajantes levar o seu computador e trabalhar no estrangeiro, enquanto aproveitam um fim de semana prolongado num destino entusiasmante”.

Finalmente, Dana Dunne destaca que os viajantes têm sido “espontâneos a fazer reservas”, com quase metade destas (45%) a acontecer apenas 15 dias antes da partida, ou mesmo menos”, concluindo que se constata “o desejo dos consumidores de aproveitar cada dia, depois de terem adiado os seus planos de viagem por tanto tempo”.

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Transportes

Turkish Airlines duplamente distinguida nos prémios APEX

A Turkish Airlines foi distinguida como ‘APEX World Class’ e voltou a ser considerada, pelo sexto ano consecutivo, uma ‘Five Star Global Airline’ pelo seu elevado padrão de serviço, no âmbito dos Official Airline Ratings da APEX.

A Turkish Airlines foi distinguida com o prémio ‘APEX World Class’ e voltou a ser considerada, pelo sexto ano consecutivo, uma ‘Five Star Global Airline’ pelo seu elevado padrão de serviço, distinções que foram entregues à companhia aérea turca pela APEX – Airline Passenger Experience Association, uma das mais prestigiadas associações dedicadas à aviação em todo o mundo.

Num comunicado enviado à imprensa, a Turkish Airlines indica que estes prémios, atribuídos no âmbito dos Official Airline Ratings da APEX, são atribuidos com base na votação dos passageiros, que, nesta edição, avaliaram mais de um milhão de voos de 600 companhias aéreas à escala global.

De acordo com a companhia aérea turca, esta foi a segunda consecutiva vez que a Turkish Airlines recebeu o galardão ‘APEX World Class’, depois de reunir avaliações positivas em parâmetros como a segurança, bem-estar, sustentabilidade, serviço e experiência dos passageiros.

Além do prémio de ‘APEX World Class’, a Turkish Airlines foi ainda nomeada, pelo sexto ano consecutivo, como ‘Five Star Global Airline’ nos prémios da APEX.

“Apenas oito companhias aéreas foram consideradas dignas deste prémio em todo o mundo, isso mostra a importância desta conquista. Também temos o prazer de ser nomeados Five Star Global Airline pelo sexto ano consecutivo. Continuaremos a moldar e enriquecer os nossos serviços de acordo com as expectativas e satisfação dos nossos hóspedes no âmbito da segurança e sustentabilidade”, congratula-se Ahmet Bolat, Chairman of the Board and the Executive Committee da Turkish Airlines.

Recorde-se que os prémios da APEX foram atribuídos a 26 de outubro, numa cerimónia que decorreu em Long Beach, California, nos EUA.

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Transportes

Jorge Alves é o novo presidente do SITEMA

Jorge Alves, que era vice-presidente do SITEMA – Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves, já tomou posse como novo presidente, substituindo Paulo Manso na liderança do sindicato.

O Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) tem um novo presidente, cargo que passou a ser ocupado por Jorge Alves, que era vice-presidente do sindicato e que substitui Paulo Manso na liderança.

De acordo com uma nota informativa do SITEMA, Jorge Alves tomou posse esta quarta-feira, 2 de novembro, e vai prosseguir o mandato da atual direção, que decorre até 2026.

“Jorge Alves é membro dos órgãos sociais do SITEMA desde 2011, integrando cargos da direção do sindicato desde 2014”, indica o sindicato na informação divulgada.

Com a passagem de Jorge Alves para a liderança do SITEMA, houve também mudanças na vice-presidência do sindicato, cargo que passou para Ricardo Medina, que era anteriormente secretário do SITEMA, enquanto o novo secretário é Paulo Gomes.

Já Simão Alves, assim como Mário Moreira, Bruno Silvestre e Gonçalo Gonçalves mantém-se como tesoureiro e secretários do sindicato, respetivamente.

“É com grande sentido de responsabilidade que assumo a presidência do SITEMA, continuando a missão de representar os quase 900 TMA de todo o país e assegurando que continuaremos a lutar pelos seus direitos junto das respetivas entidades empregadoras”, referiu Jorge Alves.

A direção do SITEMA acrescenta ainda que vai iniciar, em breve, plenários setoriais de forma a informar e a esclarecer todos os associados sobre as atividades desenvolvidas.

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Turismo

Este não é o momento para se discutir a semana de quatro dias, admitem CCP e CTP

As duas Confederações (CTP e CCP) admitem ser “prematuro” discutir este tema, até porque existem outras prioridades a ter em conta no atual e futuro cenário económico.

A Confederação do Comércio e Serviços (CCP) e a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) consideraram que este não é o momento para se discutir a semana de quatro dias de trabalho, defendendo que há outras prioridades.

As posições dos presidentes das duas confederações patronais foram proferidas à entrada da reunião da Concertação Social, onde o Governo apresentou aos parceiros o projeto-piloto da semana de quatro dias de trabalho.

O presidente da CTP, Francisco Calheiros, disse ser “prematuro” discutir o tema, semanas depois da assinatura do acordo de rendimentos e competitividade e numa altura em que o parlamento acabou de aprovar na generalidade a proposta de Orçamento do Estado para 2023, faltando ainda a discussão na especialidade.

“Acabámos de assinar um acordo de competitividade e de salários no sentido de se poder aumentar os salários e, neste momento, quando vamos analisar um estudo que passa de cinco para quatro dias a semana de trabalho, é uma diminuição de 20% da produtividade. Não estou a ver como conjugar estas duas situações”, considerou Francisco Calheiros.

Já para o presidente da CCP, João Vieira Lopes, “não era um tema prioritário para apresentar na Concertação Social, depois do acordo [sobre rendimentos e competitividade] em que há muitos aspetos a concretizar”.

Sobre o projeto da semana de quatro dias, Vieira Lopes disse não ver “qualquer inconveniente em que se façam experiências”, mas salientou que “não se justificava” uma reunião da Concertação Social “só para isso” havendo questões “tão prioritárias como o problema da energia” ou a concretização do acordo de rendimentos assinado há poucas semanas.

O presidente da CCP considerou que pode haver empresas “com perfil” para a implementação da semana de quatro dias, como é o caso das empresas “na área das tecnologias, da cultura, da criatividade, da publicidade”, mas antevê dificuldades em empresas com atendimento ao público.

“Tudo o que tenha a ver com horários de abertura ao público, isso implicaria contratar mais gente o que, além de ser um aumento de custos, não há pessoas [para contratar]”, afirmou.

O Governo apresentou na Concertação Social o projeto-piloto da semana de quatro dias de trabalho, cuja experiência deverá arrancar em junho de 2023 em empresas do setor privado, podendo mais tarde ser estendido à administração pública.

Segundo o documento do Governo, a experiência-piloto em 2023 será aberta a todas as empresas do setor privado e terá a duração de seis meses, sendo voluntária e reversível e sem contrapartidas financeiras, providenciando o Estado o suporte técnico e administrativo para apoiar a transição.

Segundo o executivo, a experiência “não pode envolver corte salarial e tem de implicar uma redução de horas semanais”.

Uma vez que o Estado não oferece nenhuma contrapartida financeira, não será estipulado um número de horas semanais exatas, que “podem ser 32 horas, 34 horas, 36 horas, definidas por acordo entre a gestão e os trabalhadores”, mas a experiência tem de “envolver a grande maioria dos trabalhadores” da companhia, “exceto para grandes empresas, onde pode ser testado em apenas alguns estabelecimentos ou departamentos”.

A experiência-piloto da semana de quatro dias será coordenada por Pedro Gomes, autor do livro “Sexta-feira é o Novo Sábado”.

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Azul inaugura nova ponte-aérea entre São Paulo e Rio de Janeiro

A nova ponte-aérea da Azul liga Congonhas, em São Paulo, a Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e conta com 14 voos diários, sete em cada sentido.

A Azul inaugurou segunda-feira, 31 de outubro, uma nova ponte-aérea que liga Congonhas, em São Paulo, a Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e que conta com 14 voos diários, sete em cada sentido.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea brasileira indica que, com a inauguração desta nova ponte-aérea, o Rio de Janeiro “passa a ter voos regulares da Azul nos aeroportos de Santos Dumont e Galeão, na capital Fluminense, além das cidades de Cabo Frio, Campos dos Goytacazes e Macaé”.

“Este voo é mais um resultado de um trabalho da Azul, que busca desenvolver a aviação no Rio. Voos como estes trazem mais desenvolvimento económico e social para o estado, além de gerar mais empregos”, comentou Flávio Costa, diretor de Relações Institucionais da Azul. 

De segunda a sábado, a Azul conta com partidas de Congonhas pelas 06h30, 08h40 e 11h10, enquanto de segunda a sexta-feira há partidas pelas 13h20 e 15h50, e, de domingo a sexta, estão ainda disponíveis saídas às 18h00 e 20h30.

Em sentido contrário, as partidas de Jacarepaguá decorrem às 06h15, 08h45 e 10h55, de segunda a sábado, bem como pelas 13h25 e 15h35, entre segunda e sexta-feira, enquanto de domingo a sexta-feira há ainda partidas às 18h05 e 20h15.

Os bilhetes para os novos voos já se encontram à venda e podem ser adquiridos através do site da Azul, bem como pelos canais oficiais da companhia aérea e agências de viagens.

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Nova greve da tripulação “seria um desastre” para a TAP

Segundo a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, a realização de uma nova greve poderia colocar em causa os resultados positivos que a companhia aérea registou no terceiro trimestre do ano.

Inês de Matos

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, afirmou esta quarta-feira, 2 de novembro, que a convocação de uma nova greve da tripulação de cabine da companhia aérea “seria um desastre” para a TAP, uma vez que colocaria em causa todo o trabalho de reestruturação da companhia aérea que tem vindo a ser realizado e que trouxe mesmo um regresso aos lucros no terceiro trimestre do ano.

“Uma greve seria um desastre porque afeta todo o trabalho que tem sido feito por todos, depois de um terceiro trimestre que veio provar que estamos certos e que este é o caminho certo para reconstruir o orgulho nesta companhia”, afirmou a responsável, quando confrontada com a hipótese de greve por parte da tripulação de cabine da TAP, que vai decidir se avança para a paralização esta quinta-feira, 3 de novembro.

Christine Ourmières-Widener diz não compreender a intenção de greve, até porque os cortes salariais chegam a todos os funcionários da TAP e só com diálogo será possível chegar a um consenso.

“Não entendo a greve, percebo que é difícil aceitar que todos os nossos funcionários tenham cortes, mas é esse o plano e o acordo de emergência foi assinado pelos sindicatos em 2021, não foi há muito tempo”, lembrou.

Por isso, a CEO da TAP diz estar disponível para se sentar à mesa com os sindicatos e discutir um novo acordo de empresa, mas sem ações que venham a colocar em causa os resultados e o futuro da empresa.

“Uma greve nunca é boa para qualquer organização e penso que o diálogo que precisamos de ter não deve incluir este tipo de ações, mas não é algo que me caiba a mim decidir. Penso que nos devemos sentar e ver o que é possível fazer”, acrescentou, defendendo que, apesar da greve ser um direito, este “não é o melhor momento” para avançar para uma paralização.

Recorde-se que a TAP apresentou esta quarta-feira, 2 de novembro, os resultados do terceiro trimestre do ano, ao longo do qual a companhia aérea alcançou um lucro de 111 milhões de euros, valor que compara com os 134 milhões de euros de prejuízo registado em igual período do ano passado.

Sobre o autorInês de Matos

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