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Air France retoma voos entre Faro e Paris a 6 de maio

Além da aposta em destinos de lazer, com destaque para a operação entre Faro e Paris, a Air France vai também contar com voos de Lisboa e Porto para Paris, este verão.

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Além da aposta em destinos de lazer, com destaque para a operação entre Faro e Paris, a Air France vai também contar com voos de Lisboa e Porto para Paris, este verão.

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A Air France vai retomar, a 6 de maio, a rota entre Faro e Paris, França, informou a companhia aérea francesa esta sexta-feira, 9 de abril, num comunicado em que anuncia um reforço da aposta em destinos sazonais e de lazer para este verão.

No comunicado enviado à imprensa, a Air France explica que a rota, que foi iniciada a 4 de julho de 2020, vai regressar também este verão e será um dos destaques da companhia aérea, que está a fazer uma forte aposta em destinos de lazer, prevendo operar um total de 80 ligações sazonais, incluindo 22 novas em França, Europa e Norte da África.

“Para apoiar a retoma gradual das viagens prevista para o período de verão, a Air France está a alargar a sua oferta para destinos de lazer, retomando, entre outras, a ligação Faro – Paris-Charles de Gaulle (CDG)”, destaca a Air France na informação divulgada.

Apesar do destaque concedido à rota de Faro, a Air France vai também retomar, este verão, as rotas entre Lisboa-Paris-CDG e Porto-Paris-CDG, ainda que advirta que plano de rotas “está sujeito à evolução da situação sanitária”.

“No período estival, a companhia francesa vai, assim, oferecer voos de/para três aeroportos portugueses”, reforça a Air France, lembrando que a sua  oferta “é complementada em Portugal com a da sua parceira dos Países Baixos, KLM, que vai continuar a propor voos para Amesterdão-Schiphol a partir de Lisboa e do Porto”.

No total, a Air France vai operar, este verão, “80 ligações sazonais – incluindo 22 novas – de/para França, Europa e Norte da África a partir de Paris-Charles de Gaulle, Paris-Orly e as regiões francesas”, operações que vão ser “adicionadas ao programa existente da Air France”.

Na Europa e Norte de África, a Air France vai operar 39 rotas sazonais, incluindo 14 novas operações à partida de Paris-CDG para Tânger e Agadir (Marrocos), Monastir (Tunísia), Valetta (Malta), Las Palmas (Ilhas Canárias, Espanha), Corfu e Rodes (Grécia), com início a 5 de julho de 2021; Paris-Orly de/para Bari (Itália) de 31 de maio de 2021, Ibiza (Espanha) e Argel (Argélia) a 28 de junho de 2021; Marselha-Provença de/para Catânia (Itália) a partir de 26 de junho de 2021 e Corfu (Grécia) de 19 de julho de 2021; e Nice-Côte d´Azur de/para Londres (Reino Unido) e Tunes (Tunísia) a partir de 28 de junho de 2021.

A companhia vai ainda operar 41 ligações sazonais em França, incluindo oito novas, nomeadamente Paris-CDG de/para Ajaccio, Bastia, Calvi e Figari a partir de 5 de junho de 2021; Perpignan de/para Brest, Estrasburgo e Nantes a partir de 25 de junho de 2021 e Biarritz de/para Caen a partir de 25 de junho de 2021.

Os dias e horários das operações de verão estão já disponíveis online, através do website airfrance.pt, com a companhia a revelar ainda que espera, em breve, divulgar também “o seu programa de longo curso para a época de verão de 2021”.

“Este programa de voos está sujeito a alterações em função das restrições de viagem. Desde o início da crise da COVID-19, a Air France tem vindo a ajustar a sua oferta em tempo real, tendo em consideração a evolução da situação sanitária”, acrescenta a companhia aérea francesa.

A Air France lembra ainda que, até 31 de dezembro de 2021, os bilhetes são 100% reembolsáveis, no âmbito da sua política comercial, pelo que “os clientes podem, assim, modificar a sua reserva gratuitamente ou obter um crédito reembolsável, caso não desejem viajar”.

“Se o voo for cancelado pela companhia, o cliente tem a opção de adiar a viagem, solicitar o reembolso total ou receber uma nota de crédito, também reembolsável se não for utilizada”, explica ainda a Air France.

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NORTRAVEL – “CABO VERDE”

Com Voos especiais TAP Air Portugal todo o ano de Lisboa e Porto aproveite para visitar as praias da ilha do Sal e da Boa Vista, dois ex-líbris das férias de praia.

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Cabo Verde é um destino de excelência. As suas ilhas fazem as delícias aqueles que visitam as maravilhas cabo-verdianas.

Com Voos especiais TAP Air Portugal todo o ano de Lisboa e Porto aproveite para visitar as praias da ilha do Sal e da Boa Vista, dois ex-líbris das férias de praia. Sal tem uma beleza singular, com as suas praias de areia dourada, águas límpidas e cristalinas, e recifes de coral multicoloridos e Boa Vista é – considerada a ilha da tranquilidade – é um paraíso tropical de rara beleza natural, onde os extensos areais de areia branca e fina contrastam com o mar azul-turquesa, de águas tépidas durante todo o ano.

A Nortravel tem também disponível o circuito “À Descoberta de Cabo Verde” com partidas TAP Air Portugal semanais, até abril de 2023 de Lisboa e Porto. Trata-se de um programa de 8 dias, visitando as ilhas de Santiago, São Vicente e Santo Antão, incluindo 7 visitas, 13 refeições (bebidas não incluídas), alojamento em hotéis de 4 estrelas, ou similares, e 7 pequenos-almoços buffet.

O operador informa ainda que a oferta está disponível em www.nortravel.pt para reservar online com confirmação imediata.

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Turismo

WTTC diz que faltam preencher perto de 50.000 empregos no setor do turismo em Portugal

Entre os países agora analisados, Portugal nem é dos que regista pior cenário. França (70 mil), Reino Unido (130 mil), Itália (250 mil) e EUA (mais 412 mil) mostram números mais elevados.

Victor Jorge

De acordo com as contas do World Travel & Tourism Council (WTTC), divulgado esta terça-feira, 2 de agosto, Portugal regista uma escassez de mão-de-obra, estimando a entidade internacional que faltam preencher cerca de 50.000 empregos no setor do turismo.

O estudo feito pelo WTTC, que analisou a escassez de mão-de-obra em Portugal, e outros destinos turísticos como França, Espanha, Reino Unido, Itália e EUA, revela que, no terceiro trimestre de 2022, o nosso país deverá precisar de 49.000 trabalhares para o setor do turismo, frisando que uma em cada 10 vagas deverão ficar por preencher este ano. No entanto, os números do WTTC salientam que Portugal deverá ser o país menos afetado com este problema entre os países analisados, já que em França faltam 70 mil trabalhadores, no Reino Unido 130 mil, em Itália 250 mil e nos Estados Unidos mais 412 mil.

Antes da pandemia (2019), indica o WTTC, Portugal empregava mais de 485.000 pessoas no setor do turismo, para, em 2020, perder mais de 80.000 empregos.

A entidade internacional do turismo refere que, no início de 2021, o nosso país registou uma recuperação, com os 32,6% de crescimento do setor a contribuir para a economia nacional. Contudo, aponta que a falta de pessoal prevalece, com milhares de vagas por preencher, “colocando pressão no sector”.

Segundo o WTTC, a indústria hoteleira é a mais afetada, com 13% das vagas (uma em oito) por preencher, enquanto o segmento de Food&Beverage terá 12% de pessoal a menos (também um em oito).

Para Julia Simpson, president e CEO do WTTC President & CEO, “o Governo português colocou sempre o setor do turismo na vanguarda da sua agenda”, salientando mesmo que “já está a “abordar esta questão com medidas estratégicas”, frisando que o Ministério responsável pelo turismo “é muito proativo e introduziu uma política flexível para atrair talento”.

“O futuro do turismo em Portugal parece brilhante e, para garantir uma recuperação total da economia e do setor, é preciso preencher essas vagas para garantir que Portugal possa responder à procura dos viajantes há muito esperada”, diz Julia Simpson.

De referir que, recentemente, o mesmo WTTC revelou que, em toda a União Europeia, existiam 1,2 milhões de empregos por preencher no setor do turismo, aviação, hotelaria, com as agências de viagens a serem as mais impactadas.

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Transportes

Iberia regressa aos níveis de capacidade pré-pandemia

A companhia aérea espanhola estima atingir os mesmos níveis de capacidade na operação de inverno face a 2019. Portugal, mais concretamente, Lisboa terá 40 voos semanais, enquanto o Funchal manterá a três frequências semanais.

Victor Jorge

A Iberia anunciou que está a finalizar o programa de inverno, que vai de 30 de outubro de 2022 a 25 de maço de 2023, revelando que continua a “consolidar a recuperação toda a rede de voos e destinos” e que no próximo inverno registará os mesmos níveis de capacidade do período pré-pandemia, apontando o relançamento das rotas para a América Latina e Estados Unidos da América (EUA), bem como um maior desenvolvimento dos voos de curta e média distância.

A aposta da Iberia na América Latina consiste na recuperação dos voos diretos para o Rio de Janeiro e Caracas, os últimos dois destinos que ainda se encontravam em aberto depois da pandemia, disponibilizando a companhia três voos semanais para cada destino.

Além disso, a companhia aérea espanhola destaca a relevância dos desenvolvimentos em destinos como Havana, de três para cinco voos semanais, além de Guatemala e El Salvador para onde passará a voar sete vezes por semana em vez das cinco frequências de voo, mantendo-se os seis voos semanais para Quito e os três para Guayaquil.

O México continuará a ser o destino com mais disponibilidade de voos, para além de Bogotá e Buenos Aires, onde a Iberia consolidará o período de inverno com dois voos diários. Já em Santiago do Chile, Lima e São Paulo, a companhia manterá o voo diário, destinos aos quais se juntam San José e Costa Rica que passam a ter, em vez dos seis voos por semana, sete voos semanais. Montevideo e Panamá passarão a contar com seis voos por semana e Porto Rico com quatro ao longo de toda a temporada de inverno.

Aposta norte-americana
Já mais a Norte, nos EUA, a principal novidade da Iberia é a inclusão de Dallas na operação de inverno, cidade para a qual foram lançados voos para este verão, até 29 de outubro. De acordo com a informação prestada pela Iberia, “Dallas é o principal ‘hub’ para a American Airlines -sócia da Iberia, British Airways, Finnair e Aer Lingus no acordo de exploração para as rotas entre a Europa e a Atlântico Norte -, contribuindo para gerar tráfego suficiente para manter esta rota também no inverno, com três frequências semanais até fevereiro e quatro para o mês de março”.

Além disso, a Iberia revela estar a crescer em diversos destinos nos EUA, em comparação com o inverno transato, embora as restrições das viagens a partir da Europa só tenham sido levantadas no mês de novembro de 2021. Assim, em Miami, a Iberia passará de 10 para 14 voos por semana, ou seja, duas voos diários, enquanto para Nova Iorque aumenta mais três frequências, passando de 10 para 13, sendo que em março atingirá as 14 frequências semanais.

Aumento de capacidade nos voos na Europa
Também na rede de voos de curta e média distância, a Iberia anuncia uma maior aposta, com a capacidade a aumentar face ao inverno de 2019, assumindo esse compromisso tanto no corporate como lazer.

Na Europa a Iberia foca-se em Itália, acrescentando sete frequências extra para Milão, passando de 28 para 35 voos semanais, e mais quatro para Roma, totalizando 37 voos por semana. Assim, em ambos os destinos, a companhia aérea oferecerá, no próximo inverno, uma média de cinco voos diários em cada direção.

Para Portugal, a Iberia revela que oferecerá até 40 voos semanais para Lisboa (até seis voos diários), mantendo a aposta no Funchal em todo o inverno, com três frequência por semana.

Outros destinos europeus a serem considerados nesta aposta de aumento de capacidade são Genebra, Bruxelas e Bordéus, para onde a Iberia passará a voar até cinco, três (em ambos os casos), respetivamente.

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Eurostars Santa Luzia 4* integra portefólio da Eurostars Hotel Company

O hotel localizado em Guimarães funciona em regime de aluguer e conta com 99 quartos, bem como uma área de bem-estar com spa e piscina.

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A Eurostars Hotel Company integrou um novo hotel no portefólio, o Eurostars Santa Luzia 4*, em Guimarães.

O antigo Santa Luzia Art Hotel, que agora pertence à carteira da Eurostars Hotel Company, funciona em regime de aluguer e contabiliza 99 quartos, totalmente equipados e decorados “em tons quentes”, como indicado em comunicado.

As instalações, que prometem “satisfazer as necessidades dos mais diversos tipos de turistas”, incluem uma cafetaria, um restaurante de cozinha portuguesa e internacional, ginásio e uma área de bem-estar, com spa, sauna, banhos turcos, piscina e zona de massagens e tratamentos. Inclui ainda uma piscina exterior no telhado, localizada no terceiro andar, bem como quatro salas de diferentes capacidades para a realização de eventos.

“Temos orgulho em continuar a avançar na expansão internacional da Eurostars Hotel Company e, ao mesmo tempo, consolidar a nossa posição num mercado como o português, tão estratégico para nós e com grandes expectativas de crescimento”, afirma o presidente do Grupo Hotusa, Amancio López Seijas.

Com a integração desta unidade, a cadeia hoteleira do Grupo Hotusa passa a gerir 23 estabelecimentos e mais de 1800 quartos em Portugal.

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UGANDA – Para chegar ao paraíso consulte os especialistas Quadrante Operador Turístico

País da África Oriental, atravessado pelo Equador.

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Localização

País da África Oriental, atravessado pelo Equador. Tem fronteiras a sul com a Tanzânia e o Ruanda, a Oeste com a República Democrática do Congo, a norte com o Sudão do Sul, e leste com o Quénia. As principais cidades são Kampala, actual capital, e Entebbe, antiga capital. Grande parte do país está situado no Planalto Central de África, caracterizado pela existência de numerosos vales muito profundos e alongados, de alguns cones vulcânicos e muitos lagos. Todo o relevo do país está relacionado com as características tectónicas da região dos Grandes Lagos africanos, uma área do globo atravessada por um enorme rift, que atinge o Médio Oriente.

Melhor Época

A melhor altura para visitar o Uganda é entre os meses de Junho e Setembro, altura em que as chuvas são mínimas e não está demasiado quente.

Lugares Imperdíveis

Parque Nacional da Floresta impenetrável de Bwindi

Decerto a principal atracção deste destino por oferecer a possibilidade de realizar um safari aos famosos Gorilas da Montanha. Mas esta floresta também oferecerá aos seus visitantes paisagens deslumbrantes.

Parque Nacional de Murchison Falls

Localizado a norte do Uganda, estende-se por terras entre o famoso lago Albert e o Rio Nilo Branco. A sua fauna encontra-se em franca recuperação, após ter sofrido um massacre que quase dizimou os famosos Big 5. A beleza paisagística, com os seus lagos e as ‘velozes’ quedas de água Murchison realizam as delícias de quem os visita.

Garganta de Kyambura

Talvez a maior maravilha natural de todo o Parque Queen Elizabeth. Esta enorme fenda, que atravessa quase metade do parque, é um excelente refúgio para os seus habitantes e um lugar idílico para os turistas. O rio que a atravessa é fonte de vida para elefantes, hipopótamos e um sem número de outros animais. O convívio com os chimpanzés é a atracção favorita de quem o visita.

Parque Nacional de Kibale

Aqui situa-se a Estação do campo biológico da Universidade de Makerere. Os fãs do ecoturismo, enquanto realizam um safari pela densa floresta, têm a oportunidade de conviver com um dos seus mais simpáticos habitantes, os chimpanzés, assim como outras espécies de primatas.

PARA CHEGAR AO PARAISO CONSULTE OS ESPECIALISTAS

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Análise

Empresas do turismo apontam ESG, geopolítica e COVID como fatores de maior pressão em 2022

Mais do que a geopolítica e a pandemia, as questões relacionadas com a ESG estão entre as maiores preocupações das empresas do setor do turismo, indica a GlobalData.

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geopolíticaAs questões relacionadas com o Ambiente, Social e Governança Empresarial (Environmental, Social and Corporate Governance – ESG, em inglês), geopolítica e COVID-19 são os três temas destacados pelas empresas do turismo na Europa e que mais pressão exercem sobre a indústria turística europeia em 2022, segundo avança uma análise da GlobalData.

Para Hannah Free, analista de viagens e turismo da GlobalData, “a lei da UE exige que muitas empresas de grande porte divulguem informações sobre a maneira como operam e gerem os desafios sociais e ambientais. Muitos viajantes agora também exigem maior transparência das empresas e estão cada vez mais cautelosos com as tentativas de ‘greenwashing’”, salientando que “este escrutínio por parte de legisladores e consumidores forçou as empresas de viagens de todos os tamanhos a colocar as questões ESG no centro das suas operações.”

A análise da GlobalData mostra que as questões relacionadas com a geopolítica atingiram o pico em março de 2022, um aumento de 338% face ao mês anterior de fevereiro a admitindo o relatório que tal aconteceu à medida que “inúmeras empresas reagiram ao conflito na Ucrânia”.

Contudo, a análise frisa que o conflito teve um impacto “limitado” nas empresas de viagens e procura turística dentro da Europa, fazendo referência ao inquérito realizado pela European Travel Commission (ETC) que indicara que perto de 44% dos europeus inquiridos referira que “o conflito não tinha afetado os planos para as férias”, e somente 4% tinha cancelado completamente quaisquer férias.

Hannah Free refere ainda que o inquérito realizado pela GlobalData mostra que 66% dos europeus estão “extremamente” ou “algo” preocupados com “o impacto da inflação nos seus rendimentos”, admitindo mesmo que “as perspectivas do turismo podem ser ameaçadas pelas repercussões, pois a consequência final é a erosão dos rendimentos disponíveis”.

Segundo Free, “resta saber como as famílias em toda a Europa (especialmente as de baixo rendimento) farão uma compensação em termos de gastos com viagens”. Assim, enumera várias possibilidades: “os turistas podem optar por não viajar, podem viajar no país em vez de irem para fora, viajar para um destino que consideram mais acessível ou negociar, por exemplo, ficar num hotel económico em vez de preço médio”.

Naturalmente que a pandemia de COVID-19 manteve-se como tema principal ao longo deste ano de 2022, embora de janeiro a junho deste ano, as menções à pandemia tenham decrescido em 54%, sugerindo que “deixa de estar nas preocupações dos europeus”.

Os dados resultantes do estudo da GlobaData mostram que 53% dos inquiridos “não estão preocupados” ou “estão menos preocupados” com o alastramento da COVID-19 à medida que “se flexibilizam as restrições nas viagens e aumentam as taxas de vacinação”.

Por isso, Free conclui que, “embora a COVID-19 provavelmente continue a ser um item nos registos da empresa no futuro próximo, há motivos para ser cautelosamente otimista”, prevendo que “as partidas internacionais de países europeus aumentarão 125% de 2021 a 2022”. Assim, “as empresas do setor do turismo que sejam capazes de orientar com sucesso esses temas com recursos a investimento, gestão e estratégia permanecerão ou emergirão como líderes do setor”.

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Destinos

76% dos consumidores diz preferir passar as férias “cá dentro”

A escolha dos portugueses parece inclinar-se para umas férias “cá dentro”, com a maioria a preferir a praia como destino. Quanto ao orçamento, somente 11% dos consumidores irã gastar mais de 1.000 euros nestas férias de verão.

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Segundo um estudo realizado pela Escolha do Consumidor, 76% dos consumidores vai passar as férias em território nacional e apenas 24% irá para fora do país.

O estudo realizado online, que teve como base a opinião dos consumidores para perceber as suas preferências relativamente às suas férias de verão, indica ainda que 79% dos consumidores passa férias com a família, 16% com os amigos e apenas 5% dos inquiridos respondeu que gosta de passar férias sozinho.

Para a marcação das férias, o estudo concluiu que 48% pede ajuda à família e amigos, 46% gosta de ser o próprio a marcar e 7% respondeu que procura uma agência de viagens para facilitar este processo.

Questionados sobre qual o tipo de destino de férias de eleição 51% dos portugueses prefere a praia, 44% prefere tanto praia, como campo ou cidade, a restante percentagem dos inquiridos gosta de fazer viagens mais turísticas permitindo conhecer outras cidades.

Quanto aos fatores que pesam para a preferência pelas férias “cá dentro, são vários, desde a simples preferência por passar o verão em Portugal, por ainda existir algum receio do risco de contágio do vírus da COVID-19 ou simplesmente porque preferem não gastar tanto dinheiro numa viagem.

No que diz respeito aos gastos para as férias deste verão, 41% dos inquiridos diz disponibilizar entre 500 a 1.000 euros, 41% apenas até 500 euros, e cerca de 11% dos inquiridos gasta entre 1.000 a 2.000 euros.

O estudo inquiriu ainda se o cenário fosse diferente e os portugueses tivessem possibilidade de não terem qualquer limite de tempo ou orçamento, as preferências iriam para dar a volta ao mundo ou ir às Maldivas, Tailândia, Indonésia ou Grécia.

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Algarve anima-se com eventos em agosto

São vários os eventos que irão animar o Algarve durante o mês de agosto.

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O regresso dos Dias Medievais, do Festival da Sardinha e da FATACIL são os grandes destaques relativamente aos eventos que decorrerão no Algarve durante o mês de agosto.

Os Dias Medievais animarão, de 24 a 28 de agosto, a vila algarvia com a exibição de artes e ofícios, trocas comerciais, espetáculos teatrais e musicais e banquetes.

A Feira Medieval de Silves regressa de 10 a 20 de agosto, com 11 dias de recriação histórica do período medieval da antiga capital do Reino do Algarve. Uma viagem no tempo que convida a experienciar “Um dia na História”, com torneios e espetáculos no castelo, animação fixa e itinerante, tascas medievais, um acampamento berbere com mercadores de produtos exóticos, entre outras atrações.

O Festival da Sardinha, maior evento gastronómico de verão do Algarve, volta para animar a zona ribeirinha de Portimão de 3 a 7 de agosto. Durante os cinco dias do festival, a sardinha assada a pingar no pão volta a ser rainha, mas não faltam outros motivos de interesse. Do artesanato à doçaria, da animação de rua à música, também merecem destaque os artistas e bandas nacionais.

Também a FATACIL, feira que junta exposições de comércio, artesanato ao vivo, agricultura, espetáculos equestres, gastronomia regional, animação de rua e concertos, de 19 a 28 de agosto, está de regresso a Lagoa.

Outra iniciativa marcante da época estival é o Verão em Tavira. Regressa revigorado e renovado, mantendo a qualidade das propostas culturais que fazem deste programa uma referência na região e no país. O Parque do Palácio da Galeria é um dos principais palcos do evento, onde será possível assistir a concertos.

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Em junho, dormidas e hóspedes ficam perto de valores de 2019

No mês de junho, destaque para o Norte de Portugal, para as ilhas (Madeira e Açores) e Lisboa, regiões que já ultrapassaram os números de 2019 no que diz respeito às dormidas.

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Em junho de 2022, o setor do alojamento turístico registou 2,7 milhões de hóspedes e 7,2 milhões de dormidas, correspondendo a aumentos de 97,3% e 110,2%, respetivamente (+162,3% e +221,7% em maio, pela mesma ordem) ao mesmo mês de 2021, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE), concluindo que os valores ficaram perto dos níveis de 2019, registando-se diminuições de 2,6% e 0,4%, respetivamente.

No caso das dormidas, no sexto mês de 2022, o mercado interno contribuiu com 2,3 milhões de dormidas (+16,5%) e os mercados externos totalizaram 4,8 milhões (+241,8%), verificando-se que, face a junho de 2019, o mercado interno já apresenta valores acima dos níveis pré-pandemia, com um crescimento de 7%, embora os mercados externos apresentam uma diminuição de 3,5%.

Ainda nas dormidas, estas aumentaram 115,2% (-0,5% face a junho de 2019) na hotelaria (82,4% do total), 112% (-5,1%, comparando com junho de 2019) nos estabelecimentos de alojamento local (13,8% do total) e 37,4% (+26,4% face a junho de 2019) no turismo no espaço rural e de habitação (quota de 3,8%).

No primeiro semestre de 2022, segundo o INE, as dormidas aumentaram 252,4% (+84,1% nos residentes e +529,5% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 7%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-11,9%), e uma evolução positiva de 5,2% nas dos residentes.

Já no segundo trimestre de 2022, o total das dormidas aumentou 209,9% (-0,2% face ao mesmo período de 2019), com as dormidas de residentes a aumentarem 55,6% (+9,9% em relação ao 2.ºT 2019) e as de não residentes cresceram 450,1% (-4,1% comparando com o 2.ºT 2019).

De referir ainda que em junho, 15,7% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (28,4% em junho de 2021).

EUA em alta
Os dados do INE indicam que a totalidade dos dezassete principais mercados emissores registou aumentos expressivos em junho, tendo representado 88,1% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês.

O mercado britânico (22,4% do total das dormidas de não residentes em junho) diminuiu 0,6% relativamente a junho de 2019, enquanto as dormidas de hóspedes alemães (12% do total) caíram 4,7%.

Já o mercado norte americano (quota de 8,5%) destacou-se com um crescimento de 27,3% em junho, quando comparado com o mesmo mês de 2019.

Comparando com junho de 2019, evidenciaram-se também os crescimentos registados pelos mercados checo (+61,6%), dinamarquês (+50,8%) e romeno (+30,9%), enquanto nas quebras, os destaques vão para os mercados brasileiro (-20,8%) e francês (-13,1%).

Norte, ilhas e Lisboa acima de 2019
Analisando as dormidas por regiões, o INE revela aumentos em todas elas, com o Algarve a concentrar 31,2% das mesmas, seguindo-se Lisboa (24,5%), o Norte (15,5%) e a Madeira (11,7%).

Comparando com junho de 2019, registaram-se aumentos na Madeira (+16,8%), Norte (+6,2%), Açores (+6,1%) e Lisboa (+0,1%), com o maior decréscimo a fica a Sul, no Algarve (-8,1%).

Relativamente às dormidas de residentes, registaram-se aumentos em todas as regiões, com exceção do Algarve (-5,3%), destacando-se a Madeira (+63,5%), Norte (+13,1), Açores (+12,6%) e Centro (+10%).

Nas dormidas de não residentes, registaram-se aumentos na Madeira (+8,4%), Norte (+2,1%) e Açores (+1,9%), enquanto o Centro e Algarve tiveram as maiores descidas (-19,8% e -9%, respetivamente).

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Colômbia multa 19 companhias aéreas

A multa diz respeito a “cláusulas abusivas” que prejudicam os viajantes, revela a Autoridade de Transportes da Colômbia.

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A Autoridade de Transporte da Colômbia multou 19 companhias aéreas por irregularidades no conteúdo dos contratos de transporte, revelando que encontrou nos mesmos “cláusulas abusivas” que prejudicam os viajantes.

As companhias sujeitas a uma sanção total de 1.478.099.196 pesos colombianos (cerca de 330 mil euros) são: Aeroméxico, Wingo, LATAM, Air Europa, Air France, American Airlines, Avianca, Avior Airlines, Copa Airlines, Easyfly, Viva Air, GCA Airlines, Iberia, Jetblue, KLM, Satena, Spirit Airlines, Turkish Airlines e United Airlines.

Contudo, não foi especificado quanto é que cada companhia terá de pagar, frisando Wilmer Arley Salazar Arias, responsável pela autoridade, que, entre fevereiro e março de 2022, foi realizada uma inspeção das webpages das companhias para verificar a disponibilidade e conteúdo dos contratos de transporte para os passageiros.

“Realizámos uma análise a 69 cláusulas, encontrando que 56 das mesmas continham irregularidades abusivas, entre elas, a limitação da responsabilidade das companhias e a renúncia dos direitos dos utilizadores, o que geraria um desequilíbrio injustificado em prejuízo dos viajantes, afetando o tempo, modo e lugar em que poderiam exercer os seus direitos, restringindo o direito a obter compensações nos casos previstos pela lei”, esclareceu, Salazar Arias.

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