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IATA testa ‘Travel Pass’ digital em Heathrow

O IATA Travel Pass, aplicação através da qual o utilizar pode gerir as suas credenciais de saúde em viagens, foi utilizado, pela primeira vez por um passageiro à chegada ao aeroporto de Heathrow.

Victor Jorge
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IATA testa ‘Travel Pass’ digital em Heathrow

O IATA Travel Pass, aplicação através da qual o utilizar pode gerir as suas credenciais de saúde em viagens, foi utilizado, pela primeira vez por um passageiro à chegada ao aeroporto de Heathrow.

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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, em inglês) anunciou a chegada ao aeroporto de Heathrow, em Londres, do primeiro viajante a usar o IATA Travel Pass, aplicação através da qual o utilizar pode gerir as suas credenciais de saúde em viagens.

“A implementação bem-sucedida do IATA Travel Pass neste teste com os passageiros da Singapore Airlines demonstra que a tecnologia pode ajudar os viajantes e os governos de forma segura, conveniente e eficiente a gerir as credenciais de saúde em viagens”, salientou Alexandre de Juniac, diretor-geral e CEO da IATA, admitindo, contudo, que “a importância deste facto para reiniciar a aviação internacional não pode ser exagerada”.

Do lado da Singapore Airlines, JoAnn Tan, vice-presidente sénior para o marketing e planeamento, referiu, citado no comunicado da IATA, que “as credenciais de saúde digital serão essenciais à medida que as fronteiras forem reabertas e as restrições de viagens forem progressivamente suspensas em todo o mundo”.

A importância deste processo foi salientada, igualmente, por Nick Careen, vice-presidente sénior para Aeroportos, Passageiros, Carga e Segurança, no comunicado da associação, ao referir que as companhias aéreas já entenderam que as suas operações terrestres serão “paralisadas se tiverem que gerir os requisitos de viagem da COVID-19 – resultados de testes ou certificações de vacinas – com documentação em papel”. Por isso, Careen admite que este conceito deve dar a todos os governos a “confiança de que a indústria tem uma solução digital viável que irá aliviar a pressão de incorporar verificações de certificados de saúde no processo de viagem, incluindo nas fronteiras”.

De referi que um recente estudo realizado pela IATA destacou, aliás, que 89% dos viajantes inquiridos concordaram com a necessidade de padrões globais e 80% desejam usar uma aplicação móvel para gerir as suas credenciais de viagem.

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Ryanair anuncia maior programação de verão em Portugal, apesar do aumento de taxas e da falta do Montijo

Apesar de abrir 14 novas rotas e esperar crescer 7% em passageiros em Portugal no próximo verão, Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, diz que o crescimento seria muito mais elevado sem o aumento de taxas aeroportuárias e se o aeroporto do Montijo entrasse em funcionamento.

Inês de Matos

A Ryanair apresentou esta quarta-feira, 7 de fevereiro, a maior programação de sempre da companhia aérea para o verão em Portugal, que vai contar com 14 novas rotas e um crescimento de 7% em passageiros, apesar do aumento de taxas aeroportuárias e da falta que o Montijo continua a fazer, anunciou Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, numa conferência de imprensa em Lisboa.

“Temos boas notícias, este ano, em Portugal. Temos algum crescimento, não é aquele que queríamos mas, apesar disso, é algum crescimento, com 14 novas desde os maiores aeroportos, como Faro, Lisboa e Porto”, começou por revelar o responsável.

Apesar das boas notícias, Michael O’Leary admite que o crescimento seria muito mais elevado se a ANA – Aeroportos de Portugal não tivesse decidido aumentar as taxas aeroportuárias acima da inflação e se o aeroporto do Montijo, que para o responsável é a única solução possível para aumentar o tráfego na capital, já estivesse a funcionar.

“O tráfego vai crescer, este ano, 7% mas regressei esta manhã de Malta e vamos crescer 22% em Malta. O crescimento em Portugal seria muito mais forte se a ANA não estivesse a aumentar o seu já elevado monopólio aeroportuário de taxas e se este Governo inútil fizesse alguma coisa e abrisse o Montijo”, atirou, de seguida, o CEO da Ryanair, revelando que as taxas aeroportuárias subiram, este ano, 17% em Lisboa, 12% em Faro, 11% no Porto, 9% em Ponta Delgada e 6% no Funchal.

Michael O’Leary não tem dúvidas de que “Lisboa precisa de um segundo aeroporto” e também não tem dúvidas de que a única solução é o Montijo, não só porque está próximo da capital, mas também porque apenas necessita da construção de um terminal, pelo que espera que o próximo Governo tome a decisão de abrir a infraestrutura logo após as eleições.

“O Montijo é a solução e esperamos que o Governo saído das próximas eleições esteja comprometido em fazer crescer o turismo, criando também concorrência ao monopólio francês da ANA e que trabalhe com a Ryanair para um rápido crescimento”, afirmou.

O CEO da Ryanair teceu ainda críticas à atribuição dos antigos slots da TAP à easyJet, acusando a companhia aérea rival de ter ficado com os slots apenas por ter aviões maiores, mas que, no entanto, apenas são operados alguns meses por ano.

No total, a Ryanair vai operar, no próximo verão, 170 rotas à partida de quatro aeroportos nacionais – Lisboa, Porto, Faro e Funchal -, incluindo 14 novas rotas para Alicante, Estocolmo, Belfast, Budapeste, Cracóvia, Norwich, Marraquexe, Roma, Ibiza, Madrid, Pisa, Poznan e Tânger (2x).

No caso de Lisboa, as novas rotas são para Alicante, Roma, Madrid, Poznan e Tânger, enquanto Faro passa a ter voos para Estocolmo, Budapeste, Cracóvia, Marraquexe e Norwich. Já o Porto, vai passar a contar com ligações a Belfast, Ibiza, Pisa e Tânger.

A companhia aérea, que vai ter 28 aviões baseados em território nacional, conta transportar 13,5 milhões de passageiros em Portugal, em 2024, num aumento de 7% face ao ano passado.

Para assinalar o lançamento da operação de verão, a Ryanair lançou uma nova promoção com preços de 29,99 euros, válida para reservas realizadas até 10 de fevereiro e cujas viagens decorram entre abril e outubro.

 

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Ryanair não reabre base de Ponta Delgada no verão

Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, esteve esta quarta-feira, 7 de fevereiro, em Lisboa e revelou que, devido à subida de 9% nas taxas aeroportuárias, a companhia aérea não vai reabrir, este verão, a base de Ponta Delgada, Açores.

Inês de Matos

A Ryanair não vai reabrir a base de Ponta Delgada, nos Açores, no próximo verão devido ao aumento das taxas aeroportuárias no arquipélago, revelou esta quarta-feira, 7 de fevereiro, Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, numa conferência de imprensa em Lisboa.

“Os custos em Ponta Delgada cresceram 9% porque haveria de reabrir a base se tenho outros aeroportos na Europa com custos mais baixos?”, questionou o responsável, em resposta ao Publituris.

Michael O’Leary revelou também que, durante os quatro anos em que a Ryanair operou em Ponta Delgada, a companhia aérea perdeu dinheiro, uma vez que, durante o inverno, a procura pelos voos da companhia aérea para a capital micaelense descia drasticamente, o que se torna incomportável com o aumento de taxas aplicado pela ANA – Aeroportos de Portugal.

“Perco dinheiro em Ponta Delgada se abrir uma base por apenas sete meses por ano. Já perdi muito dinheiro, porque haveria de querer reabrir a base? Até parece que o aeroporto de Ponta Delgada está cheio, mas não está, está vazio”, acrescentou, considerando que não é viável manter a base aberta apenas no verão, uma vez que a Ryanair teria de contratar pessoal para o verão e despedir no inverno.

O CEO do Grupo Ryanair aproveitou também para aprofundar as criticas à ANA – Aeroportos de Portugal, reafirmando que a empresa que gere os aeroportos nacionais só aumenta as taxas porque não tem concorrência, uma vez que, por toda a Europa, são vários os aeroportos que têm descido as taxas por causa da inflação, mas em Portugal está a suceder o contrário.

“Este é o tipo de estragos que a ANA causa, o monopólio francês aeroportuário está a fazer o contrário do que outros fizeram que foi, em tempos de inflação, descer as taxas, mas a ANA aumenta porque pode, não tem concorrência”, afirmou, defendendo que a empresa gestora dos aeroportos nacionais “matou a base” da Ryanair em Ponta Delgada.

Michel O’Leary explicou que a companhia aérea ainda não tomou uma decisão em relação à base do Funchal, que no inverno já teve apenas um avião baseado, apesar de admitir que, tal como em Ponta Delgada, também na Madeira a Ryanair pode deixar de ter aviões baseados.

“No Funchal, mantemos um avião, mas também pode ir para zero no fim do verão. Ainda não temos a certeza”, acrescentou o responsável, considerando que “este é o tipo de estragos que a ANA causa”, uma vez que, no aeroporto madeirense, as taxas subiram, este ano, 6%.

 

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CTI apresenta relatório final e parecer escrito a remeter ao Governo no dia 22 de março

A Comissão Técnica Independente (CTI) vai apresentar, no próximo dia 22 de março, o relatório final a remeter ao Governo.

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A Comissão de Acompanhamento dos trabalhos da Comissão Técnica Independente (CTI) vai realizar a 4.ª Reunião Ordinária no dia 22 de março, pelas 10h00, no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para apreciação da versão final do “Relatório Ambiental” elaborado pela CTI e emissão do parecer escrito da Comissão de Acompanhamento a remeter ao Governo conjuntamente com o Relatório Final da Comissão Técnica Independente.

Recorde-se que este parecer e relatório final será apresentado já ao novo Governo saído das eleições legislativas do próximo dia 10 de março.

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SATA tem de ser privatizada até final de 2025 para cumprir plano de reestruturação, avisa DBRS

Apesar do aviso, a DBRS reconhece pontos positivos para a privatização da companhia aérea e aponta, desde logo, “o crescimento da atividade de voo decorrente do turismo”, que tem ajudado a empresa a “melhorar o seu desempenho operacional, o que deverá ajudar a manter o interesse dos dois compradores”.

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O novo Governo Regional dos Açores vai ter de lidar com vários desafios orçamentais em 2024 e privatizar a SATA no ano seguinte, avisa a DBRS, que realizou uma análise aos resultados das eleições regionais do último domingo, 4 de fevereiro, nas quais a Aliança Democrática (AD) se sagrou vencedora.

A DBRS começa por avisar que, com o resultado das eleições, que foram ganhas pela AD mas sem maioria absoluta, o mais provável é que tenham de existir negociações e acordos para a formação de governo, sendo o Chega o partido em melhor posição para vir a apoiar um governo de centro-direita nos Açores.

No entanto, a DBRS não se mostra preocupada com o impacto económico do impasse eleitoral nos Açores e diz mesmo que “não espera que os resultados
tenham um efeito material na política fiscal da região nem nas condições de crédito”.

A agência de notação financeira mostra-se, no entanto, mais preocupada com a privatização da SATA e diz que “o desinvestimento na SATA precisa de ser retomado e concluído antes do final de 2025 para cumprir o atual plano de reestruturação assinado com a Comissão Europeia”.

Segundo a DBRS, a privatização da SATA ficou parada com a queda do anterior Governo Regional dos Açores, o que se seguiu à não aprovação do orçamento regional, mas deve ser retomada o quanto antes.

A agência de notação financeira reconhece, no entanto, pontos positivos para a privatização da companhia aérea e aponta, desde logo, “o crescimento da atividade de voo decorrente do turismo”, que tem ajudado a empresa a “melhorar o seu desempenho operacional, o que deverá ajudar a manter o interesse dos dois compradores”.

A DBRS diz que vai continuar a monitorizar a implementação do plano de reestruturação da SATA e a avaliar qualquer “potencial impacto negativo
financeiro no perfil de crédito da região decorrente da SATA”.

Recorde-se que, em julho de 2023, o concurso para a privatização da Azores Airlines, a companhia aérea do Grupo SATA que realiza voos internacionais, recebeu duas propostas, que foram apresentadas pelo Atlantic Consortium e pelo consórcio Newtour/MSAviation.

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Pessoal de terra da Lufthansa agenda greve para quarta-feira

A paralisação, que foi agendada pelo sindicato Ver.di, o maior da Alemanha, vai durar 24 horas e deverá levar a vários constrangimentos na operação aérea, prevendo-se o cancelamento de numerosos voos e que mais de 100.000 passageiros sejam afetados.

Publituris

O pessoal de terra da Lufthansa agendou uma greve para esta quarta-feira, 7 de fevereiro, que poderá levar ao cancelamento de numerosos voos em Frankfurt, Munique, Hamburgo, Berlim e Munique, avança a Lusa.

A paralisação, que foi agendada pelo sindicato Ver.di, o maior da Alemanha, vai durar 24 horas e deverá levar a vários constrangimentos na operação aérea, sendo que, além do sindicato, também a Lufthansa prevê que a greve possa afetar mais de 100.000 passageiros.

A entidade sindical diz que a greve seria desnecessária se a Lufthansa tivesse aprovado, para o pessoal de terra, os aumentos que foram aprovados para outros grupos profissionais, o que não aconteceu e levou ao agendamento da greve.

“Não há vontade de o fazer à mesa das negociações. Esperamos, por isso, a compreensão dos passageiros que, tal como os trabalhadores, querem acabar com a falta de pessoal e prestar um melhor serviço”, disse Marvin Reschinsky, sindicalista do Ver.di, que participa nas negociações laborais.

A greve foi convocada no âmbito das negociações de um novo acordo de trabalho que vai abranger 25 mil trabalhadores da Lufthansa e, no qual, o Ver.di exige um aumento salarial de 12,5% e um acordo de 12 meses, mais um pagamento único de 3.000 euros para compensar a inflação.

O problema é que o grupo Lufthansa propôs um acordo de 36 meses em que não haveria aumento salarial nos primeiros oito meses, enquanto no primeiro ano o aumento salarial não chegaria aos 2%.

 

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APG-IET passa a permitir emissões da Kangala Air Express

A Kangala Air Express foi fundada em 2023, opera voos domésticos no Burkina Faso e tem planos para “expandir as suas rotas para voos regionais em 2024”.

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A APG Portugal anunciou a integração da companhia aérea do Burkina Faso Kangala Air Express no programa APG-IET, passando a oferta desta transportadora a estar disponível para emissões interline com a chapa GP.

A APG Portugal indica que a Kangala Air Express foi fundada em 2023, opera voos domésticos no Burkina Faso e tem planos para “expandir as suas rotas para voos regionais em 2024”.

A Kangala Air Express conta, atualmente, com uma frota composta por dois aparelhos, concretamente dois aviões ATR72-500.

Com a integração da Kangala Air Express, o programa APG-IET passa a contar com 144 companhias aéreas, cuja oferta já está disponível para emissões interline com a chapa GP-275, através dos sistemas Galileo, Sabre, Amadeus e Worldspan.

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easyJet é a primeira companhia aérea parceira do novo serviço de comunicação de tráfego aéreo Iris

Segundo a easyJet, o Iris é um novo serviço que utiliza “a última geração de tecnologia de satélite para ajudar a modernizar o tráfego aéreo (ATM)”.

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A easyJet tornou-se na primeira companhia aérea parceira do Iris, um novo serviço de comunicação de tráfego aéreo, desenvolvido pela Agência Espacial Europeia (ESA) e pela empresa global de comunicações Viasat.

De acordo com um comunicado enviada à imprensa pela easyJet, este novo serviço utiliza “a última geração de tecnologia de satélite para ajudar a modernizar o tráfego aéreo (ATM)”.

“O prestador de serviços Iris certificado pela EASA e ESSP, envolveu 15 principais prestadores de serviços de navegação aérea (ANSPs) no apoio aos primeiros voos comerciais realizados em toda a Europa, este ano – com a participação de até 11 aeronaves easyJet Airbus A320neo. Esta iniciativa é a primeira na Europa a pôr em prática a iniciativa Céus Únicos Europeus”, explica a easyJet, na informação divulgada.

Com a utilização do Iris, a easyJet vai poder passar a “operar as suas aeronaves da forma mais eficiente possível, obtendo melhorias no consumo de combustível e reduções de emissões”.

“Uma utilização mais eficiente do espaço aéreo é crucial para a aviação reduzir as emissões, uma vez que é a fonte mais viável de reduções de carbono neste momento. Isto ocorre porque rotas de voo mais diretas levam a tempos de voo mais curtos e, portanto, consomem menos combustível e geram menos emissões. Alcançar isto será fundamental para alcançar a ambição da Investigação ATM do Céu Único Europeu (SESAR) de proporcionar poupanças de 10% nas emissões de carbono da aviação europeia”, acrescenta a companhia aérea.

Segundo a easyJet, o Iris representa “uma importante evolução tecnológica, proporcionando comunicações via satélite mais rápidas e confiáveis entre a aeronave e o solo”, o que vai ajudar “os controladores de tráfego aéreo e os pilotos a alcançarem maior eficiência operacional, calculando as rotas mais curtas disponíveis, navegando em altitudes ideais e utilizando trajetórias contínuas de subida e descida”.

Recorde-se que a ESA liderou e financiou o programa Iris com o objetivo de apoiar a política europeia sobre os Céus Únicos Europeus, “através de uma solução que tem cobertura europeia total e é baseada em tecnologias móveis de comunicação por satélite de última geração e altamente seguras”.

Este novo sistema é alimentado pela plataforma de conectividade SwiftBroadband-Safety (SB-S) da Viasat e abre “caminho para comunicações de link de dados multilink – uma pedra angular para a implementação de novas funcionalidades ATM”.

O Iris já foi já foi certificado pela Airbus nas aeronaves das séries A320 e A330 e compartilha “a trajetória e informações operacionais baseadas em intenções, permitindo que as companhias aéreas evitem padrões de espera, calculem as rotas mais curtas disponíveis e altitudes ideais e se beneficiem de subidas e descidas contínuas”.

“O uso mais eficiente do espaço aéreo é uma forma crítica de combatermos as emissões da indústria neste momento. A adoção da tecnologia Iris nestas aeronaves permitirá à easyJet voar de forma mais direta e eficiente, reduzindo assim as emissões de carbono, bem como melhorando o nosso desempenho pontual – o que, por sua vez, melhora a experiência dos nossos clientes. Estamos entusiasmados por abrir caminho nesta área enquanto trabalhamos para atingir o nosso objetivo de alcançar as nossas ambições de emissões líquidas zero até 2050, conforme descrito no nosso roteiro”, refere Hugh McConnelogue, diretor de Operações e Navegação da easyJet.

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Companhias aéreas do Grupo SATA crescem 24,8% em passageiros em 2023

No ano passado, a SATA Air Açores transportou cerca de 952 mil passageiros, enquanto a Azores Airlines contabilizou mais de 1,4 milhões de passageiros, num crescimento consistente que, segundo o Grupo SATA, “foi observado ao longo de todos os trimestres do ano”.

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No ano passado, as companhias aéreas do Grupo SATA, a Azores Airlines e a SATA Air Açores, transportaram um total de 2,4 milhões de passageiros, o que representa um crescimento de 24,8% em relação a 2022 e de 40% em comparação com 2019, o último ano antes da pandemia.

“Este crescimento consistente foi observado ao longo de todos os trimestres do ano, tendo a SATA Air Açores transportado cerca de 952 mil passageiros, e a Azores Airlines transportado cerca de 1,4 milhões de passageiros, o que representa, respetivamente, 39,7% e 60,3% dos passageiros transportados”, indica o grupo de aviação açoriano, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 2 de fevereiro.

O Grupo SATA diz também que, no ano passado, o load factor dos voos de ambas as companhias aéreas “apresentou uma evolução positiva”, chegando aos 79,1%, um aumento de 1,3 pontos percentuais em relação a 2019 e de 5,6 pontos se comparado com o ano passado.

O grupo açoriano explica que o load factor atingiu mesmo, no terceiro trimestre do ano, ou seja, entre julho e setembro, “o valor mais alto registado desde 2019”, chegando aos 83,7%.

“Para além deste indicador positivo, o índice de regularidade das companhias aéreas também registou um desempenho positivo, acima dos 95%, com apenas 4,5% dos voos cancelados (a maioria devido a condições atmosféricas adversas à operação), face a um total de 28.437 voos realizados”, refere ainda o comunicado divulgado.

Segundo Teresa Gonçalves, presidente do Grupo SATA, “este aumento significativo no número de passageiros transportados em 2023, reflete não só a confiança renovada nas companhias aéreas do Grupo SATA, mas também destaca a importância fundamental do trabalho coletivo que tem permitido que as interações com os passageiros, desde a reserva ao desembarque, tenham contribuído para uma experiência positiva na SATA Air Açores e na Azores Airlines”.

Azores Airlines cresce em todos os mercados em que opera

O Grupo SATA destaca o desempenho da Azores Airlines, a companhia aérea do grupo que realiza os voos internacionais, uma vez que esta transportadora contabilizou mais de 1,4 milhões de passageiros, o que representou um acréscimo de 362 mil passageiros face ao ano anterior.

“No que toca ao Load factor, a companhia aérea também melhorou o desempenho, atingindo um valor de 82,8% (+3,8 p.p. vs 2019 e 7,9 p.p. vs 2022) mantendo um Load factor a rondar os 80% ao longo de quase todo o ano”, indica o grupo, destacando as rotas da América do Norte.

Naquela região, para onde a Azores Airlines conta com voos para Boston, Toronto, Montreal, Nova Iorque, Oakland, as rotas apresentaram um crescimento de 54,2% quando comparado com o ano de 2022, representando “cerca de 23% do total dos passageiros transportados pela companhia aérea”.

As rotas europeias, excluindo Portugal, também “registaram um aumento significativo no número de passageiros transportados”, num crescimento que chegou aos 87% quando comparado com o ano anterior, mas que, segundo o Grupo SATA, representa “um peso ainda reduzido no total de passageiros transportados pela companhia, cerca de 5%”.

As rotas domésticas da Azores Airlines também continuaram “a crescer e a assumir um peso muito significativo na operação”, registando-se um aumento no número de passageiros transportados de cerca de 29% face a 2022.

Já a taxa de regularidade da Azores Airlines ficou acima dos 97%, “com apenas 2,7% dos voos cancelados, um valor que ficou abaixo do verificado em 2019, ano em que a companhia aérea registou cancelamentos na ordem dos 4,6%”.

SATA Air Açores também cresce em passageiros e voos

Já a SATA Air Açores, que realiza os voos entre as ilhas açorianas, transportou quase um milhão de passageiros (951.565) em 2023, o que representa um aumento de 24,1% do que em 2019 e mais 13,7% do que em 2022, correspondendo a mais 114 mil passageiros transportados face ao ano de 2022.

No total, a SATA Air Açores 18.737 voos, número que indica aumentos de 22,5% face a 2019 e de 8,2% em comparação com 2022, assim como um acréscimo de oferta de mais 1.423 voos.

A companhia aérea regional alcançou ainda um Load Factor de 74,1%, 2,4 pontos percentuais abaixo de 2019, mas 2,3 acima de 2022, tendo este indicador estabilizado nos 70%, consistente ao longo de quase todo o ano.

Apesar do aumento de voos, a SATA Air Açores apresentou uma taxa de regularidade acima dos 94,9%, “o que significa que apenas 5,1% dos voos foram cancelados (na sua maioria devido a condições atmosféricas adversas à operação)”, diz o Grupo SATA.

“O aumento consistente de passageiros transportados representa um marco de sucesso e um testemunho do compromisso das companhias aéreas para com a excelência de serviços que querem continuar a prestar”, lê-se ainda no comunicado.

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Ryanair entra em 2024 com aumento de passageiros mas descida do load factor

Em janeiro, a companhia aérea explica a descida do load factor com a retirada “dos voos da Ryanair da maioria dos sites piratas de agências de viagens online no início de dezembro”.

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No primeiro mês de 2024, a Ryanair transportou 12,2 milhões de passageiros, valor que traduz um aumento de 3% face aos 11,8 milhões transportados em janeiro de 2023, mas que foi acompanhado por uma descida de dois pontos percentuais no load factor, que se situou nos 89%.

Num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, 2 de fevereiro, a Ryanair explica a descida no load factor de janeiro com a retirada “dos voos da Ryanair da maioria dos sites piratas de agências de viagens online no início de dezembro”.

A Ryanair diz ainda que, em janeiro, operou um total de 71.700 voos, numa operação que foi afetada pelo conflitos militares, uma vez que, indica a companhia aérea, “mais de 950 voos foram cancelados devido ao conflito Israel/Gaza”.

No entanto, o ano fiscal da Ryanair só termina em março e, no acumulado do ano, a companhia aérea transportou já 182,1 milhões de passageiros, o que corresponde a um aumento de 10% face a igual período do ano anterior, quando a transportadora low cost tinha transportado 165,3 milhões de passageiros.

Já o load factor dos voos da Ryanair aumentou um ponto percentual no acumulado do ano, tendo-se situado nos 94%.

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APG-IET passa a incluir Fits Air

De acordo com a APG Portugal, a Fits Air é uma companhia aérea do Sri Lanka, que foi fundada em 1997 e que conta com sede no Aeroporto Internacional Bandaranaike (CMB).

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A APG Portugal anunciou a integração da companhia aérea Fits Air (8D) no programa APG-IET, passando a oferta desta transportadora a estar disponível para emissões interline com a chapa GP.

De acordo com a APG Portugal, a Fits Air é uma companhia aérea do Sri Lanka, que foi fundada em 1997 e que conta com sede no Aeroporto Internacional Bandaranaike (CMB).

A Fits Air opera voos para o Dubai (DXB), Malé (MLE) e Chennai (MAA), e tem planos para abrir novas rotas para o Médio Oriente (Kuwait e Arábia Saudita) e para a Ásia (Bangladesh, Indonésia, Singapura e Tailândia), num futuro próximo.

A companhia aérea conta com uma frota de seis aviões, incluindo um Airbus A320-200, um aparelho ATR-72-200, dois Cessna Gran Caravan e outros dois Cessna 152.

Com a integração da Fits Air, o programa APG-IET passa a contar com 142 companhias aéreas, cuja oferta já está disponível para emissões interline com a chapa GP-275, através dos sistemas Galileo, Sabre, Amadeus e Worldspan.

 

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