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Azul lança tarifas promocionais para quando os voos entre Portugal e o Brasil regressarem

Preços começam nos 518 euros por pessoa para emissões até dia 3 de março, cujas viagens decorram até 31 de maio.

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A Azul lançou uma tarifa promocional com preços desde 518 euros por pessoa para voos entre Portugal e o Brasil, válida para emissões até dia 3 de março e cujas viagens decorram até 31 de maio, informou a companhia aérea brasileira.

“Sabemos que o momento atual é complexo, entretanto, eventualmente os voos serão reestabelecidos e o fluxo de viagens será retomado. Pensando nisso, a Azul está com excelentes tarifas promocionais em económica e executiva para São Paulo (Campinas) e diversos outros destinos no Brasil para viagens até 31/05/2021”, refere a companhia aérea, numa nota informativa enviada à imprensa.

Os preços começam nos 518 euros para voos em classe económica, enquanto para executiva há preços desde 698 euros, valores que são válidos para voos com destino a São Paulo, assim como para vários outros destinos no Brasil.

 

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Airbus não atinge objetivo na entrega de 700 aeronaves comerciais em 2022

Devido ao “complexo ambiente operacional”, a Airbus admite que o objetivo de entregar 700 aeronaves no final do ano “está fora de alcance”.

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A Airbus anunciou que não irá cumprir com o objetivo de entrega de 700 aeronaves comerciais no ano de 2022, conforme revela no “guidance” financeiro.

Depois de ter entregado 68 aviões no mês de novembro e devido ao “complexo ambiente operacional”, a companhia admite que “o objetivo está fora de alcance”, fechando o mês de novembro com 565 aeronaves entregues ao mercado.

A Airbus informa, no entanto, que “continua comprometida em entregar a orientação financeira conforme fornecida nos resultados dos nove meses de 2022”, o que significa que a orientação para EBIT ajustado e fluxo de caixa livre antes de fusões e aquisições e financiamento ao cliente permanecem inalterada.

Tendo em consideração o facto que esse ambiente complexo persistirá por mais tempo do que o esperado, a Airbus ajustará a velocidade de entrega da família A320 para 65 unidades para 2023 e 2024. A Airbus mantém, contudo, o objetivo de atingir a entrega de 75 unidades a meio da década.

Em novembro de 2022, a Airbus registou 29 novos pedidos e 14 cancelamentos, elevando a carteira de pedidos para 7.344 aeronaves.

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easyJet anuncia novas rotas Lisboa-Praga, Porto-Glasgow e Funchal-CDG para o verão

As novas rotas da easyJet começam a 31 de março, no caso das operações para Praga e Glasgow, enquanto as ligações entre o Funchal e Paris Charles de Gaulle têm início a 3 de maio do próximo ano.

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A easyJet vai abrir três novas rotas em Portugal no próximo verão, passando a ligar Lisboa a Praga, na República Checa, o Porto a Glasgow, na Escócia, e o Funchal a Paris Charles de Gaulle, em França.

De acordo com uma nota informativa da companhia aérea, as operações começam a 31 de março, no caso das rotas para Praga e Glasgow, enquanto as ligações entre o Funchal e Paris Charles de Gaulle têm início a 3 de maio do próximo ano.

“É com um enorme entusiasmo que revelamos novas ligações easyJet desde três aeroportos distintos de Portugal para a nossa rede europeia. Com a novidade de começarmos a voar para um novo país, a República Checa, com o início da operação entre Lisboa e Praga a 31 de março, do próximo ano”, congratula-se José Lopes, country manager da easyJet para Portugal.

Segundo o responsável, “esta expansão procura dar mais oferta” aos clientes da companhia aérea, “satisfazendo as necessidades de poderem marcar voos para os destinos que desejam, em vários aeroportos portugueses”.

No caso de Praga, a easyJet vai disponibilizar três frequências semanais, às segundas, quartas e sextas-feiras, enquanto a rota do Porto para Glasgow vai contar com voos às segundas e sextas-feiras e, no caso do Funchal para Paris Charles de Gaulle, estão previstas mais duas ligações por semana, às quartas-feiras e sábados.

A easyJet abriu esta quarta-feira, 7 de dezembro, as vendas de bilhetes para as novas rotas, que podem ser adquiridos através do site da companhia aérea, assim como da app da easyJet, e cujos preços começam nos 29,99 euros.

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Tripulantes da TAP confirmam greve e anunciam nova paralisação

Reunido esta terça-feira, 6 de dezembro, em assembleia-geral, o sindicato que representa os tripulantes da TAP confirmou a greve de 8 e 9 de dezembro e decidiu marcar uma nova paralisação com um “mínimo de cinco dias de greve a realizar até dia 31 de janeiro”.

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O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) confirmou esta terça-feira, 6 de dezembro, a greve da tripulação de cabina da TAP para 8 e 9 de dezembro e anunciou, pelo menos, mais cinco dias de paralisação até 31 de janeiro.

Reunido esta terça-feira, 6 de dezembro, em assembleia-geral, o sindicato deliberou pela manutenção da greve para os dias 8 e 9 de dezembro, tendo ainda, segundo disse fonte do SNPVAC à Lusa, decidido marcar uma nova paralisação com um “mínimo de cinco dias de greve a realizar até dia 31 de janeiro”.

Apesar do anuncio de uma nova greve na TAP, as datas para a paragem ainda não são conhecidas e vão ser definidas pela direção do SNPVAC, sendo comunicadas aos associados do sindicato “24 horas antes da entrada do pré-aviso de greve”.

A assembleia-geral do SNPVAC que decorreu esta terça-feira contou com a participação de mais de 600 associados, entre presenças e procurações.

A Lusa recorda que a TAP e os seus tripulantes de cabina estão em negociações para a revisão do Acordo de Empresa (AE), no âmbito do plano de reestruturação da companhia aérea.

As negociações não têm, no entanto, chegado a bom-porto, com a TAP a retirar mesmo a proposta que tinha apresentado, mas que tinha sido considerada insuficiente pelo sindicato.

Entretanto, a companhia aérea anunciou já o cancelamento de cerca de 360 voos de um total de 500 previstos para os dias 8 e 9 de dezembro, dias em que se realiza a paralisação da tripulação de cabina da TAP.

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Azul deixa de aceitar pagamentos de serviços por transferência bancária

A partir de 1 de janeiro de 2023, o pagamento de serviços como bagagem, assentos, menores desacompanhados ou transporte de animais de estimação passa a ser feito por cartão de crédito, débito ou através do site da companhia aérea.

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A Azul vai deixar de aceitar, a partir de 1 de janeiro de 2023, pagamentos de serviços, como bagagem, assentos, menores desacompanhados ou animais de estimação, através de transferência bancária.

De acordo com um comunicado da companhia aérea brasileira, o pagamento destes serviços vai passar a ser realizada exclusivamente por cartão de crédito ou débito, não sendo emitida fatura localmente.

Na informação divulgada, a Azul lembra ainda que o pagamento destes serviços também pode ser realizado através do website da companhia aérea, através da consulta da reserva, no separador “Minhas Reservas”.

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IATA vê companhias aéreas a regressar aos lucros em 2023

A IATA estima que, em 2023, as companhias aéreas atinjam um “pequeno lucro líquido” de 4,7 mil milhões de dólares, com uma margem de 0,6%, na primeira vez que a indústria do transporte aéreo regressa a resultados positivos desde 2019.

Inês de Matos

As companhias aéreas têm vindo a reduzir as perdas decorrentes da pandemia da COVID-19 ao longo de 2022, numa tendência positiva que leva mesmo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) a estimar um regresso aos lucros em 2023.

De acordo com a associação, para 2023, prevê-se que as companhias aéreas atinjam um “pequeno lucro líquido” de 4,7 mil milhões de dólares, com uma margem de 0,6%, naquela que será a primeira vez que a indústria do transporte aéreo regressa a resultados positivos desde 2019.

“É o primeiro lucro desde 2019”, destaca a IATA, notando, contudo, que antes da pandemia a indústria registava um lucro de 26,4 mil milhões de dólares, com uma margem de 3,1%.

Este ano, as companhias aéreas ainda devem apresentar quebras, com a associação a prever perdas liquidas de 6,9 mil milhões de dólares, resultado que, apesar de negativo, traduz uma melhoria face às previsões de junho, quando a IATA estimava um prejuízo de 9,7 mil milhões de dólares.

A associação acrescenta que os resultados de 2022 vão ser “significativamente melhores” do que os registados nos dois últimos anos, quando a pandemia da COVID-19 levou a perdas de 42 e 137,7 mil milhões de dólares, em 2021 e 2022, respetivamente.

“A resiliência tem sido a marca registrada das companhias aéreas na crise da COVID-19. Ao olharmos para 2023, a recuperação financeira ganhará forma com o primeiro lucro da indústria desde 2019. Essa é uma grande conquista”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Apesar do otimismo, o responsável da IATA diz que as receitas estimadas para este ano rondam os 779 mil milhões de dólares, o que prova que a indústria do transporte aéreo tem ainda “caminho a percorrer” para regressar a uma “base financeira sólida”.

Controlo de custos dita resultados positivos

De acordo com a IATA, os resultados esperados para 2022 resultam de um “forte controlo de custos”, que as companhias aéreas também foram obrigadas a realizar devido ao aumento do preço do combustível.

Este ano, o yield dos passageiros deverá crescer 8,4%, ficando acima dos 5,6% de crescimento que tinha sido previsto em junho, o que, segundo a IATA, deverá ditar um crescimento das receitas de passageiros para 438 mil milhões de dólares.

As receitas provenientes da carga aérea também estão a subir, o que deverá contribuir igualmente para um aumento de 43,6% das receitas gerais face a 2021, chegando aos 727 mil milhões de dólares.

Já os restantes indicadores devem “evoluir de forma negativa” depois da revisão em baixa das expetativas de crescimento do PIB e também devido ao atraso na reabertura de vários mercados, como é o caso da China.

Desta forma, a IATA diz que o tráfego de passageiros, que segundo as previsões de junho deveria atingir, este ano, 82,4% dos níveis pré-pandemia, não deverá evoluir da mesma forma, ficando-se por 70,6% dos níveis pré-COVID.

A IATA prevê também que os custos com o combustível devem ficar, este ano, num valor médio de US$ 138,8/barril, valor que fica “consideravelmente acima dos US$ 125,5/barril” previstos em junho.

Já as perspectivas para 2023 são mais animadoras e a IATA estima mesmo um lucro de 4,7 mil milhões de dólares e receitas de 779 mil milhões de dólares, numa melhoria da atividade que, diz a associação, se deverá registar apesar das “crescentes incertezas económicas” e da desaceleração do PIB global.

“Apesar das incertezas económicas, há muitos motivos para estar otimista em relação a 2023. A inflação mais baixa do preço do petróleo e a procura reprimida contínua devem ajudar a manter os custos sob controlo, à medida que a forte tendência de crescimento continua”, considera Willie Walsh, que alerta, no entanto, para o facto das margens estarem reduzidas.

2023 deverá chegar a 85,5% dos níveis de 2019

A IATA está otimista em relação ao próximo ano e considera mesmo que, ao longo de 2023, deverá ser possível atingir 85,5% dos níveis de 2019, com o transporte de passageiros a gerar receitas na ordem dos 522 mil milhões de dólares.

A IATA realça que grande partes destas expetativas está ainda dependente de mercados como o chinês, cujas restrições continuam a refletir-se no fraco desempenho deste mercado no transporte doméstico e internacional.

Apesar da China, a IATA estima que, em 2023, a indústria do transporte aéreo ultrapasse, pela primeira vez, a marca de quatro mil milhões de passageiros, uma vez que se espera que o total de passageiros no próximo ano chegue aos 4,2 mil milhões.

Mesmo com o aumento de passageiros, a IATA espera que o yield de passageiros diminua 1,7%, à medida que as companhias aéreas passem os aumentos dos custos com o combustível para os consumidores. No entanto, a IATA diz que a procura deverá crescer 21,1%, ou seja, acima da capacidade, que deverá subir apenas 18%.

Já os custos gerais devem aumentar 5,3% e chegar aos 776 mil milhões de dólares, ainda assim, cerca de 1,8 pontos percentuais abaixo do crescimento da receita e ditando o regresso das companhias aéreas ao lucro.

O custos unitários sem combustível, por sua vez, devem descer, praticamente igualando os níveis de 2019, enquanto os ganhos de eficiência devem ditar um aumento na ocupação de passageiros, com o load factor a subir para 81%, ficando apenas “um pouco abaixo” dos 82,6% de ocupação alcançados em 2019.

Já o gasto com combustível deverá rondar os 229 mil milhões de dólares, continuando a representar cerca de 30% das despesas das companhias aéreas, uma vez que a IATA espera “uma relativa estabilização do abastecimento de combustível após as perturbações iniciais da guerra na Ucrânia”.

Apesar do otimismo para 2023, a IATA alerta que também existem riscos, que são essencialmente provenientes dos desafios económicos e geopolíticos que se devem manter no próximo ano, a exemplo da subida dos juros para controlar a inflação e da recessão prevista em algumas economias, o que pode afetar a procura.

No entanto, a IATA prevê que, em 2023, se dê uma reabertura gradual da China ao tráfego internacional, com alivio também nas restrições domésticas a partir do segundo semestre do ano, com a IATA a sublinhar mesmo que “um prolongamento das políticas Zero COVID da China afetaria adversamente as perspectivas”.

A reabertura da China leva a IATA a estimar que, em 2023, as companhias aéreas da Ásia-Pacífico registem perdas de 6,6 mil milhões de dólares, abaixo das perdas de 10 mil milhões de dólares previstas para este ano.

Esta região deverá, contudo, apresentar o maior crescimento na procura de passageiros em 2023, chegando a 59,8%, valor que fica acima do aumento previsto na capacidade, que é de 47,8%, com a IATA a estimar que esta região chegue a 70,8% dos níveis de procura pré-crise e a 75,5% da capacidade pré-pandemia.

Na América do Norte, as companhias aéreas devem regressar aos lucros ainda este ano, com a IATA a estimar um resultado positivo de 9,9 mil milhões de dólares em 2022 e de 11,4 mil milhões em 2023.

Na América do Norte, espera-se que, no próximo ano, a procura por viagens aéreas aumente 6,4%, também acima do aumento previsto na capacidade, que é de 5,5%, estimando-se que o transporte aéreo nesta região chegue a 97,2% dos níveis de procura de 2019 e com 98,9% da capacidade.

No caso da Europa, a IATA prevê perdas de 3,1 mil milhões de dólares para este ano e 621 milhões de euros de lucro em 2023, com a procura a subir 8,9%, também acima do aumento da capacidade, que deverá chegar aos 6,1%, sendo possível que, ao longo do ano, a região atinja 88,7% dos níveis de procura de 2019, com 89,1% da capacidade pré-crise.

No Médio Oriente, a IATA estima, este ano, um prejuízo de 1,1 mil milhões de dólares, enquanto o próximo ano já deverá trazer um lucro de 268 milhões de dólares. Nesta região, a procura deverá subir 23,4%, superando o aumento previsto na capacidade, que é de 21,2%, o que leva a IATA a prever que no Médio Oriente se atinjam 97,8% dos níveis de procura de 2019 e 94,5% na capacidade.

Na América Latina, as perdas devem ficar, este ano, pelos dois mil milhões de dólares, caindo para 795 milhões de dólares no próximo ano, sendo, a par de África, as únicas regiões do mundo onde o resultado das companhias aéreas devem continuar a apresentar prejuízo no próximo ano, já que, em África, se espera uma perda de 638 milhões de dólares este ano e de 213 milhões em 2023.

Na América Latina, a IATA prevê ainda um crescimento de 9,3% na procura e de 6,3% na capacidade, estimando que, ao longo de 2023, a região chegue a 95,6% dos níveis de procura pré-crise e a 94,2% da capacidade disponibilizada antes da pandemia.

Já em África, as perspectivas para 2023 indicam um aumento de 27,4% na procura e de 21,9% na capacidade, pelo que, ao longo do ano, se espera que África alcance 86,3% dos níveis de procura pré-crise e 83,9% da capacidade anterior à pandemia.

Apesar de considerar que os lucros previstos para 2023 são “muitos escassos”, o diretor-geral da IATA defende que é “incrivelmente significativo” que a indústria tenha conseguido regressar à lucratividade e considera mesmo que, ainda que existam desafios “complexos” para 2023, a aviação “construiu uma grande capacidade de se ajustar às flutuações”.

 

 

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easyJet oferece presentes de Natal a 12 passageiros

A easyJet está a oferecer presentes aos seus passageiros e, até 12 de dezembro, todas as reservas realizadas através do site da companhia aérea low cost ficam habilitadas a ganhar viagens para 2023, entre outras ofertas.

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A easyJet está a oferecer presentes aos seus passageiros e, até 12 de dezembro, todas as reservas realizadas através do site da companhia aérea low cost ficam habilitadas a ganhar viagens para 2023.

Nesta oferta da easyJet, que vai premiar 12 passageiros ao longo de 12 dias, o primeiro prémio corresponde a quatro voos de ida e volta para o vencedor e um acompanhante à escolha, com a companhia aérea a permitir até quatro mudanças de nome para o acompanhante, de forma a que seja possível partilhar a viagem com mais amigos ou familiares.

Já o segundo prémio corresponde à oferta de lugares, bagagem e do transporte de equipamento desportivo, como skis ou pranchas de snowboard, surf ou outros desportos.

O terceiro prémio, por sua vez, contempla a oferta de um valor de 100 libras (cerca de 115,99 euros) para utilizar na compra dos produtos easyJet vendidos a bordo dos voos da companhia aérea.

“Estamos encantados por lançar hoje esta campanha natalícia de 12 dias, com prémios incríveis para quem reservar a sua próxima viagem”, afirma José Lopes, country manager da easyJet para Portugal.

Segundo a easyJet, os passageiros premiados com viagens para 2023 podem escolher viajar para qualquer um dos destinos da easyJet, numa oferta que abrange 1000 rotas, para mais de 150 aeroportos, em 35 países.

“Entre os dias 1 e 12 de dezembro, todos os clientes que reservarem voos na easyJet vão estar automaticamente habilitados a ganhar, exceto os residentes em Itália. Os vencedores serão escolhidos de forma aleatória e contactados diretamente”, acrescenta a companhia aérea.

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Ryanair lança tarifas a 49,99 euros para acomodar passageiros afetados pela greve da TAP

A tarifa especial de 49,99 euros, a que a Ryanair chama ‘tarifa de resgate’, está disponível a 8 e 9 de dezembro, em sete rotas com saída de Lisboa e noutras três desde o Porto.

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A Ryanair anunciou esta segunda-feira, 5 de dezembro, o lançamento de tarifas de 49,99 euros por pessoa que visam dar resposta aos passageiros afetados pela greve da tripulação de cabina da TAP, que decorre na próxima quinta e sexta-feira, 8 e 9 de dezembro.

A tarifa especial de 49,99 euros, a que a Ryanair chama ‘tarifa de resgate’, está disponível em sete rotas com saída de Lisboa e em outras três desde o Porto, que ligam a capital a Londres Stansted, Bruxelas Charleroi, Dublin, Madeira, Ponta Delgada, Veneza e Marselha, enquanto desde o Porto estão abrangidas as rotas para Londres, Madeira e Luxemburgo.

“A Ryanair volta a salvar o dia com tarifas de resgate de apenas 49,99€ para acomodar os 50.000 portugueses/visitantes retidos pelo cancelamento de 50% dos voos da TAP, nos dias 8 e 9 de dezembro”, refere a companhia aérea low cost, em comunicado.

A Ryanair considera que os “cancelamento em massa” na TAP estão a arruinar os planos de viagem dos clientes da companhia aérea de bandeira nacional, motivo pelo qual os passageiros devem escolher a Ryanair, que “continua a operar uma programação completa, oferecendo tarifas baixas líderes do setor, escolha, confiabilidade e atendimento ao cliente”.

Recorde-se que os tripulantes de cabina da TAP agendaram para esta quinta e sexta-feira, 8 e 9 de dezembro, uma greve que levou a companhia aérea de bandeira nacional a cancelar 360 dos cerca de 500 voos previstos para estes dois dias.

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easyJet já voa entre o Funchal e Milão

A nova rota da easyJet liga o Funchal, na Madeira, à cidade italiana de Milão às quartas-feiras e domingos.

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A easyJet abriu este domingo, 4 de dezembro, a nova rota que liga o Funchal, na Madeira, a Milão, em Itália, numa operação que conta com duas frequências semanais e cujo arranque foi assinalado com uma cerimónia no aeroporto madeirense e com a oferta de chocolates temáticos aos passageiros.

“Este novo trajeto, realizado às quartas-feiras e domingos (duas frequências semanais), marca o início das operações entre a Madeira e Itália e o alargamento crescente da sua rede”, destaca a easyJet, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 5 de dezembro.

Segundo a companhia aérea, o voo inaugural que deu início à ligação entre Funchal e Milão Malpensa foi realizado numa aeronave Airbus A321 Neo, que transportou para a cidade italiana cerca de 130 passageiros.

“Alargar a nossa operação no Funchal, a partir de dezembro, significa uma ligação adicional entre Milão e Portugal. É com grande satisfação e orgulho que garantimos cada vez mais ligações aéreas aos nossos clientes”, congratula-se José Lopes, country manager da easyJet para Portugal.

Com a abertura dos voos desde o Funchal, a easyJet passa a contar com um total de 16 voos semanais para Milão Malpensa desde território nacional.

A nova rota Funchal-Milão Malpensa é uma das quatro novas operações que a companhia aérea tinha anunciado para o aeroporto Cristiano Ronaldo, na Madeira, e que incluem também novos voos para Paris Charles de Gaulle e Lyon.

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Tráfego aéreo volta a recuperar em outubro e chega a 74,2% dos níveis de 2019

O tráfego aéreo global voltou a recuperar em outubro e aumentou 44,6% face a igual mês de 2021, ficando a 74,2% dos níveis registados em outubro de 2019, segundo os mais recentes dados da IATA.

Inês de Matos

O tráfego aéreo global voltou a recuperar em outubro e aumentou 44,6% face a igual mês de 2021, ficando a 74,2% dos níveis registados em outubro de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

De acordo com os dados revelados pela IATA na passada quinta-feira, 1 de dezembro, em outubro, o tráfego doméstico desceu 0,8% face a igual período do ano passado, o que se deveu ao facto da China continuar a adotar fortes restrições à COVID-19, o que levou a que o crescimento de outros mercados tornasse menos expressivos os números globais.

Face a outubro de 2019, o tráfego doméstico chegou, no entanto, a 77,9% dos níveis registados, com a IATA a adiantar que as “reservas domésticas futuras permanecem em cerca de 70% do nível pré-pandémico”.

Já o tráfego internacional subiu 102,4% face a outubro do ano passado, ficando a 72,1% dos níveis registados em mês homólogo de 2019, o que foi impulsionado pelo forte crescimento de todos os mercados, com especial destaque para a região da Ásia-Pacífico.

No caso das viagens internacionais, adianta a IATA, as reservas antecipadas “aumentaram para cerca de 75% dos níveis pré-pandémicos, após a reabertura anunciada por várias economias asiáticas”.

“Tradicionalmente, em outubro, estamos na temporada de viagens mais lenta no Hemisfério Norte, por isso é muito reconfortante ver que a procura e que as reservas antecipadas continuam tão fortes. É um bom presságio para a próxima temporada de inverno e para uma recuperação contínua”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que, em outubro, o tráfego aéreo internacional mais aumentou, num crescimento de 440,4% face a igual mês do ano passado, que foi mesmo o mais elevado registado entre todas as regiões no último ano, ainda que a IATA chame a atenção para o facto deste crescimento ter por base os números muito baixos de 2021. Nesta região, a capacidade cresceu também 165,6%, enquanto o load factor aumentou 39,5 pontos percentuais, para 77,7%.

No Médio Oriente, o crescimento registado em outubro foi também forte e chegou aos 114,7% face a igual mês do ano passado, enquanto a capacidade subiu 55,7% e o load factor cresceu 21,8 pontos percentuais, para 79,5%.

Na América do Norte o crescimento do tráfego de outubro foi de 106,8% face ao mesmo mês do ano passado, enquanto a capacidade registou uma subida de 54,1% e o load factor aumentou 21,4 pontos percentuais, fixando-se nos 83,8%.

Na América Latina, por sua vez, outubro trouxe um crescimento de 85,3% no tráfego aéreo face ao mesmo mês do ano passado, enquanto a capacidade subiu 66,6% e o load factor aumentou 8,7 pontos percentuais, para 86,0%, o mais alto entre todas as regiões.

Em África, o crescimento do tráfego aéreo de outubro chegou aos 84,5% em comparação com outubro do ano passado e a capacidade subiu 46,9%, enquanto o load factor cresceu 14,5 pontos percentuais, para 71,3%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

Já na Europa o crescimento registado em outubro foi o mais baixo entre todas as regiões e chegou apenas aos 60,8% em comparação com outubro de 2021, ainda que, nesta região, o tráfego aéreo internacional já viesse a crescer há mais tempo. Em outubro, capacidade na Europa subiu ainda 34,7% e o load factor aumentou 13,8 pontos percentuais, para 84,8%, afirmando-se como o segundo mais elevado entre todas as regiões do mundo.

“As pessoas estão desfrutando da liberdade de viajar e as empresas reconhecem a importância do transporte aéreo para seu sucesso”, acrescenta Willie Walsh, sublinhando que, a mais recente pesquisa da IATA com líderes empresariais, indica que 84% destes responsáveis não se imaginam a fazer negócios internacionais “sem acesso uma rede de transporte aéreo” e 89% acreditam mesmo que “estar perto de um aeroporto com conexões globais lhes dá uma vantagem competitiva”.

“Os governos precisam prestar atenção à mensagem de que as viagens aéreas são fundamentais para a forma como vivemos e trabalhamos. Essa realidade deve orientar as políticas para permitir que a aviação opere da maneira mais eficiente possível, ao mesmo tempo em que apoia as metas de emissões líquidas zero da indústria para 2050”, conclui o responsável da IATA.

 

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Turkish Airlines lança Gift Card

A Turkish Airlines lançou um novo serviço, o Gift Card, que pode ser carregado com o valor pretendido e oferecido a amigos ou familiares.

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A Turkish Airlines lançou um novo serviço, o Gift Card, que pode ser carregado com o valor pretendido e oferecido a amigos ou familiares, informou a companhia aérea turca em comunicado.

“Com este serviço, a companhia aérea permite que cada pessoa possa oferecer um cartão presente personalizado aos seus familiares e amigos, carregando-o com o valor pretendido”, lê-se no comunicado divulgado pela transportadora turca.

O Gift Card da Turkish Airlines tem uma validade de dois anos, só pode ser adquirido através da app ou do website da companhia aérea e é válido apenas para produtos e serviços determinados pela Turkish Airlines.

Todas as condições do Gift Card podem ser consultadas online aqui.

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