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Azul lança tarifas promocionais para quando os voos entre Portugal e o Brasil regressarem

Preços começam nos 518 euros por pessoa para emissões até dia 3 de março, cujas viagens decorram até 31 de maio.

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A Azul lançou uma tarifa promocional com preços desde 518 euros por pessoa para voos entre Portugal e o Brasil, válida para emissões até dia 3 de março e cujas viagens decorram até 31 de maio, informou a companhia aérea brasileira.

“Sabemos que o momento atual é complexo, entretanto, eventualmente os voos serão reestabelecidos e o fluxo de viagens será retomado. Pensando nisso, a Azul está com excelentes tarifas promocionais em económica e executiva para São Paulo (Campinas) e diversos outros destinos no Brasil para viagens até 31/05/2021”, refere a companhia aérea, numa nota informativa enviada à imprensa.

Os preços começam nos 518 euros para voos em classe económica, enquanto para executiva há preços desde 698 euros, valores que são válidos para voos com destino a São Paulo, assim como para vários outros destinos no Brasil.

 

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Comissão Executiva da TAP pede responsabilidade aos sindicatos

A Comissão Executiva da TAP “lamenta e repudia a constante tentativa de ataques à sua credibilidade e competência, os julgamentos de intenções e a cada vez mais frequente apresentação de “factoides” avulso, propositadamente descontextualizados, distorcidos e até, nalguns casos, completamente falsos, com que alguns sindicatos bombardeiam constantemente a comunicação social”.

É desta forma que a Comissão Executiva da companhia aérea, em comunicado, reage aos protestos de sindicatos representativos dos trabalhadores, lembrando que “está bem consciente do esforço que é pedido a todos os trabalhadores da companhia, nomeadamente com o corte de 25% no valor dos salários acima dos 1410 euros”.

Indica que “sem esse esforço, não teria sido possível obter a autorização da Comissão Europeia para o plano de restruturação que permitiu a sobrevivência da TAP”, mas até 2025, ano a partir do qual, será cumprido o plano de restruturação, “não pode ser feita tábua rasa dos acordos firmados, nem a sobrevivência da companhia poderia resistir se isso acontecesse”.

A Comissão Executiva da TAP, que alega ter o compromisso de cumprir o plano de restruturação e de apresentar os resultados que este define, diz que “para que seja possível apresentar esses resultados, que permitirão garantir a viabilidade e sobrevivência futuras da TAP, o esforço não começa, nem se esgota, nos cortes salariais de 25% sobre o valor que exceda os 1410 euros mensais.

E lembra que a transportadora aérea “tem reduzido custos em todas as áreas onde é possível, renegociando contratos com fornecedores e prestadores e criando maiores eficiências e continua a trabalhar diligentemente para reduzir todos os custos”, para adiantar que “outro esforço que está a ser prosseguido com sucesso é o de aumento das receitas e do yield, determinantes para a rentabilidade da TAP”.

No comunicado, a Comissão Executiva da TAP sublinha que está, “desde sempre, disponível, para o diálogo com todos os sindicatos e nas múltiplas reuniões que tem mantido com os responsáveis sindicais, presta toda a informação que é solicitada e procura, de boa fé, esclarecer todas as questões e dúvidas que são suscitadas”.

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Trabalhadores da TAP queixam-se sobre situação que se vive na companhia

Três sindicatos representativos dos trabalhadores da TAP (Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil, Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves, queixam-se, em carta entregue ao ministro Pedro Nuno Santos, da situação que se vive na companhia aérea, após uma marcha silenciosa e concentração de protesto que decorreu esta terça-feira em frente ao edifício do Ministério das Infraestruturas e Habitação.

“Os trabalhadores que representamos estão preocupados com a rota de colisão em que a atual gestão colocou a empresa para a qual trabalhamos, com o afinco e profissionalismo que a tem mantido operacional e reconhecida internacionalmente, ainda que num ambiente de despesismo aparentemente pouco ou nada auditado”, refere o texto da carta enviada também à Comunicação Social.

Em concreto, indicam que “preocupa-nos a despesa com contratações externas, que tem transferido a força de trabalho, dos nossos representados, para entidades estrangeiras, com acentuado prejuízo de todos os envolvidos exceto, claro, para os sortudos signatários desses negócios”.

Os sindicados dizem ainda que “esses contratos significam também a perda de arrecadação fiscal e diminuição de proveitos para a nossa segurança social sendo, assim, um custo acrescido e desnecessário para os contribuintes portugueses, já suficientemente martirizados por uma das maiores cargas fiscais da Europa”.

Outro assunto que merece especial atenção dos representantes dos trabalhadores da TAP “é a situação dos aviões de longo curso transformados em aviões de carga, mas que nunca saíram do chão, dadas as opções de gestão em contratar empresas não certificadas para a operação”, custos que, segundo argumentam “ascendem a mais de 1 milhão de euros por mês, sem gerarem qualquer proveito”.

Além da mudança da sede, que “trará mais custos à empresa”, os trabalhadores querem saber qual “o destino do Reduto TAP”, criticando a atual gestão da companhia aérea, que “tem mostrado várias vezes incapacidade para motivar e cativar os trabalhadores mantendo uma postura distante e pouco consensual”.

A extensa carta indica ainda que “coagiram-se trabalhadores a assinar rescisões por mútuo acordo, que não passaram de ações violentas de grande assédio laboral, onde ao abrigo de um algoritmo cego, injusto e provadamente ineficaz, vários colegas tiveram a opção de o assinarem ou ficarem numa prateleira sem voar ou sem exercerem as valiosas qualificações que detinham”.

“Este processo de despedimento coletivo, veio revelar-se ineficiente porquanto foi já necessário recorrer a recontratação de vários profissionais, alguns com custos indemnizatórios escusados”, consideram, para ainda manifestarem preocupação com a questão da infraestrutura aeronáutica.

 

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Subida dos preços das low cost vai reduzir acessibilidade das viagens internacionais, prevê GlobalData

Segundo a GlobalData, o aumento dos preços dos bilhetes nas companhias aéreas low cost já está a ameaçar a recuperação turística do Reino Unido, que estava prevista até 2024.

Inês de Matos

O aumento dos preços dos bilhetes nas companhias aéreas low cost, a exemplo da Ryanair, cujo presidente executivo, Michael O’Leary, admitiu recentemente que a época dos preços baixos na aviação terminou, vai reduzir a acessibilidade das viagens internacionais, prevê a GlobalData.

“As companhias aéreas de baixo custo, como a Ryanair, permitiram que mais e mais pessoas viajassem para o exterior. No entanto, o aumento dos preços dos bilhetes só agravará a atual crise do custo de vida, e aqueles que já estão a ter dificuldade podem ser excluídos do mercado das viagens”, afirma Benedict Bradley, analista temático da GlobalData.

De acordo com o responsável, esta crise dos preços já está a pressionar o mercado das viagens internacionais, arrastando no tempo a crise que a pandemia já tinha vindo provocar, pelo que não é de estranhar que se venha a assistir a um crescimento das viagens domésticas, enquanto as viagens internacionais vão ser pressionadas pelos cancelamentos.

A GlobalData alerta que o aumento de preços pode ser insignificante para muitos viajantes, mas ter um efeito dissuasor para muitos outros, podendo mesmo levar a que os planos de férias nos próximos anos sejam reconsiderados, a exemplo do mercado britânico, cuja recuperação estava prevista para 2024 mas em relação ao qual a GlobalData vem agora dizer que o aumento dos preços pode colocar essa perspetiva “em risco”.

“Quando questionados na pesquisa de consumidores do segundo trimestre de 2022 da GlobalData, 66% dos entrevistados do Reino Unido disseram estar extremamente ou ligeiramente preocupados com o impacto da inflação no orçamento doméstico. Viajar pode ser a primeira coisa a deixar cair para aliviar esses problemas de custo de vida”, lê-se na informação divulgada pela empresa de análise de dados.

“O aumento nas tarifas está a ser impulsionado por um aumento dramático nos custos do combustível. Desde o início de 2022, o preço do combustível de aviação aumentou 90%. A Ryanair é a primeira companhia aérea de baixo custo a declarar publicamente o fim dos voos super low-cost. No entanto, a inflação do preço do combustível não é exclusiva da Ryanair e aumentará os custos gerais em todo o setor, impactando negativamente não apenas a Ryanair, mas concorrentes como easyJet e Wizz Air. Esta não é uma boa notícia para os turistas”, conclui Keir Maclean, analista da GlobalData.

Recorde-se que o presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, deu recentemente uma entrevista à BBC Radio 4, na qual admitiu que os preços da aviação vão subir, incluindo nas companhias aéreas low cost, e que o tempo dos bilhetes a 10 euros acabou, devido ao aumento dos preços provocado pela guerra na Ucrânia, principalmente do combustível da aviação.

(Leia a notícia sobre as declarações de Michael O’Leary aqui)

 

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Recurso a empresas externas é visto como “traição” pelos técnicos de manutenção da TAP

O Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) denuncia também que o recurso a empresas externas para realização da manutenção dos aviões tem custos muitos mais elevados do que se a manutenção fosse feita na TAP.

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O Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) considera que o recurso a empresas externas para realização de trabalho de manutenção é “uma traição” aos técnicos de manutenção da TAP, que recentemente aceitaram a proposta da companhia aérea para regressarem ao regime de horário full time, pondo fim à greve às horas extraordinárias que estava em curso.

Num comunicado enviado à imprensa, o SITEMA, que representa 666 técnicos de manutenção de aeronaves (TMA) da TAP, diz estar preocupado com o “rumo que a TAP está a levar”, até porque a contratação de empresas externas para a realização da manutenção dos aparelhos da companhia aérea de bandeira nacional tem um custo muito superior do que se a manutenção fosse realizada pelos trabalhadores da companhia aérea.

“Os TMA veem, por isso, como uma traição o recurso a empresas externas para realizarem o trabalho de manutenção que podia estar a ser prestado dentro da companhia, poupando centenas de milhares de euros à TAP, ao Estado e aos contribuintes”, considera o sindicato, num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, 12 de agosto.

Para o sindicato, além de prejudicar a imagem da TAP, esta situação leva também a companhia aérea a perder “receita importante com a recusa de trabalhos para terceiros”, assim como a perder “com o pagamento que faz às empresas onde contrata trabalho que antes realizava na TAP”.

A situação é ainda pior, acusa o SITEMA, porque a TAP “continua a deixar sair para a concorrência técnicos qualificados e a manter TMA em processo de despedimento coletivo, quando está urgentemente a precisar deles”.

“O SITEMA não compreende a razão de decisões contraditórias que só prejudicam a imagem da companhia e os seus trabalhadores, que nos últimos dois anos têm feito esforços enormes para tentarem ajudar a companhia a retomar o seu lugar de direito na aviação internacional”, acrescenta o sindicato, que se mostra, contudo, “disponível para fazer parte da solução para que a TAP continue a ser considerada uma companhia de excelência”, mas sem deixar que “o bom nome dos TMA seja posto em causa”.

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Azul retoma voos entre Belém e a Flórida a 15 de dezembro

Companhia aérea brasileira vai disponibilizar quatro ligações aéreas por semana entre a capital do estado brasileiro do Pará e Fort Lauderdale, na Flórida, EUA.

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A Azul vai retomar, a 15 de dezembro, as ligações aéreas entre Belém, capital do Pará, Brasil, e Fort Lauderdale, na Flórida, EUA, disponibilizando quatro voos por semana entre os dois destinos, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

De acordo com a Azul, a informação sobre o regresso dos voos foi avançada durante uma conferência de imprensa de Cesar Grandolfo, responsável de Relações Institucionais da Azul, que considerou que esta operação vem contribuir para a descentralização das operações aéreas no Brasil.

“A programação de voos partindo de Belém vai ao encontro da premissa da Azul, que é descentralizar as nossas operações e fomentar o turismo nas mais diferentes regiões do país e do mundo. Estamos bastante felizes com a retomada dessa conexão partindo de uma cidade tão importante do país e agradecidos pela parceria do governo para chegarmos a esse dia”, explicou o responsável. 

Os voos entre Belém e Fort Lauderdale são diretos e não têm escalas, e vão ser operados num avião A321neo, com capacidade para transportar 174 passageiros.

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Qatar Airways põe autocarro alusivo ao Mundial de Futebol a circular pela Europa

A ‘The Journey Tour’ consiste num autocarro interativo que vai chamar a atenção para o Mundial de Futebol de 2022 e que arranca em Londres, a 13 de agosto, passando por mais 12 cidades europeias.

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A Qatar Airways anunciou esta quinta-feira, 11 de agosto, que nos próximos meses vai levar a ação ‘The Journey Tour’ a várias capitais europeias para assinalar a chegada do Mundial de Futebol de 2022, que decorre no Qatar e para o início do qual faltam apenas 100 dias.

Esta iniciativa, que pretende chamar a atenção para o arranque da competição desportiva e dar a conhecer o destino do Qatar aos europeus, começa este sábado, 13 de agosto, em Londres e vai passar também por Manchester, Bruxelas, Amesterdão, Berlim, Munique, Frankfurt, Düsseldorf, Copenhaga, Zurique, Paris, Madrid e Barcelona.

De acordo com a companhia, a iniciativa consiste num autocarro interativo que vai disponibilizar várias experiências, incluindo a possibilidade de testar as habilidades futebolísticas contra o conhecido jogador brasileiro Neymar Jr., sendo também possível aprender mais sobre a história do Qatar e desta competição de futebol, além de ser possível conhecer a Sarma, a primeira tripulante de cabine Meta-humana.

Além do autocarro interativo, a ação ‘The Journey Tour’ estende-se também às redes sociais, uma vez que a companhia aérea está a promover um passatempo através da utilização da hashtag #FlytoQatar2022 que vai sortear bilhetes para os jogos do Mundial de Futebol de 2022 e pacotes de viagens com tudo incluído para assistir à prova desportiva.

“Na Qatar Airways, estamos orgulhosos por apoiar este torneio incrível como Companhia Aérea Parceira Oficial da FIFA. Com apenas 100 dias para o final, temos o prazer de ajudar a aumentar a emoção e a paixão por este evento através do ‘The Journey Tour’ – e estamos ansiosos para receber os fãs no Qatar para o pontapé inicial em novembro”, afirma Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea.

 

 

 

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Voos a 10€? “Não vamos ver esses preços nos próximos anos”, diz Michael O’Leary

O presidente executivo da Ryanair culpa a invasão da Rússia à Ucrânia pela subida do preço do combustível, que está a levar a um aumento dos preços dos bilhetes aéreos, inclusive nas companhias aéreas de baixo custo.

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O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, afirmou esta quinta-feira, 11 de agosto, que o tempo dos preços baixos na aviação está a terminar devido ao aumento do combustível, considerando mesmo que a época dos voos a 10 euros acabou e não deverá regressar tão cedo.

“Acho que não haverá voos a 10 euros, porque os preços do petróleo estão muito mais altos, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia. Acho que não vamos ver esses preços nos próximos anos”, afirmou o responsável, em entrevista à BBC Radio 4.

Michael O’Leary acrescentou que as tarifas médias dos bilhetes na Ryanair deverão aumentar cerca de 10 euros, para 50 euros por trajeto, ao longo dos próximos cinco anos, num aumento que não deverá, no entanto, ser um problema para as companhias aéreas de baixo custo.

Para Michael O’Leary, mesmo com as atuais restrições orçamentais, muito por culpa da inflação, a procura por viagens aéreas deverá continuar, o que o leva a acredita que, mesmo com um aumento de preços, as companhias aéreas low cost vão “sair-se bem”.

Na mesma entrevista, o presidente executivo da Ryanair criticou ainda os efeitos do ‘Brexit’, que levou a uma redução do número de trabalhadores europeus no Reino Unido, correspondendo a centenas de milhares de empregos.

 

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AirHelp lança ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos”

Novo guia contém toda a informação necessária para a obtenção de reembolsos ou compensações, bem como outros cuidados a que os passageiros têm direito em caso de atraso ou cancelamento do voo.

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A AirHelp, empresa de defesa dos passageiros do transporte aéreo, lançou o ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos”, ferramenta que contém toda a informação necessária para a obtenção de reembolsos ou compensações, bem como outros cuidados a que os passageiros têm direito em caso de atraso ou cancelamento do voo.

“Criámos o ‘Guia dos Direitos dos Passageiros Aéreos’ porque a maioria dos viajantes não está consciente e não conhece os seus direitos. O nosso objetivo é informar as pessoas dos seus direitos e ajudar a reivindicá-los”, afirma Pedro Miguel Madaleno, Advogado da AirHelp, citado num comunicado enviado à imprensa.

O guia lançado pela AirHelp explica como o Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho Europeu se aplica na defesa dos direitos dos passageiros, já se trata de uma das legislações mais completas a nível mundial.

O guia aborda também os direitos dos passageiros em caso de bagagem danificada, atrasada ou perdida; explica as diferenças entre reembolso e compensação, “ajudando a perceber qual se aplica e em que condições”; e apresenta ainda um separador sobre os direitos dos passageiros aéreos em caso de Covid-19.

O ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos’ já está disponível para consulta online ou para download e pode ser acedido aqui.

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Iberia aumenta oferta para Lisboa e mantém aposta no Funchal no próximo inverno

A Iberia revela que, na Europa, “vai expandir os seus serviços em várias cidades como Milão, Roma, Lisboa, Bruxelas, Bordéus e Genebra, e vai continuar a aposta no Funchal e na Madeira”. Apesar disso, é no México que reside a grande aposta da companhia.

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A Iberia já divulgou o seu plano de voos para o inverno, que prevê igualar a capacidade oferecida pré-pandemia, ainda que na Europa esteja previsto um reforço para várias cidades, a exemplo de Lisboa e do Funchal, na Madeira, onde a companhia aérea garante que vai manter a sua aposta. Apesar disso, é no México que reside o grande destaque da transportadora para a próxima temporada.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 10 de agosto, a Iberia revela que, na Europa, “vai expandir os seus serviços em várias cidades como Milão, Roma, Lisboa, Bruxelas, Bordéus e Genebra, e vai continuar a aposta no Funchal e na Madeira, destinos perfeitos durante todo o ano”.

A companhia aérea espanhola, que integra o IAG Group, grupo de aviação que inclui também a British Airways, revela que vai aumentar as “rotas em Espanha e na Europa, o que permitirá também aos passageiros a ligação a mais de uma centena de cidades europeias”.

Em Espanha, a companhia aérea tem previsto “um programa de voos focado no tráfego de negócios e nas Ilhas Baleares e Canárias”, através da Iberia, Iberia Express e Iberia Regional/Air Nostrum, estando também previsto o regresso dos voos Madrid-Barcelona Air Shuttle, com 87 frequências semanais e até 15 voos diários em cada sentido.

No entanto, a grande novidade da Iberia para o próximo inverno é a aposta no México, para onde a companhia aérea vai passar a disponibilizar cerca de 300 mil lugares e mais quatro frequências semanais, num total de 21 voos por semana.

A Cidade do México, capital mexicana, será mesmo a metrópole na rede da Iberia com maior número de ligações aéreas, já que vai contar com três voos diários desde Madrid, uma vez que, explica a transportadora, o México é um “mercado estratégico” para a companhia aérea, pelo que o aumento de oferta para a capital mexicana pretende reforçar a sua “liderança na América Latina”.

A Iberia lembra ainda o acordo de codeshare que estabeleceu recentemente com a Viva Aerobus no México e que oferece voos para 19 outras cidades no México, permitindo um aumento de operação que, segundo a transportadora espanhola, “favorecerá o fluxo de viajantes e melhorará a conectividade entre os dois lados do Atlântico”.

Guadalajara, Cancún, Monterrey, Veracruz, Mérida, Tampico, Puerto Vallarta, Los Cabos, Tuxtla Gutiérrez , Tijuana, Hermosillo, Oaxaca, Huatulco, Torreón, Puerto Escondido, Ciudad Juárez, La Paz, Chetumal e Mazatlán são algumas das cidades mexicanas que passaram a estar disponíveis para os passageiros da Iberia através deste acordo de codeshare.

Para a Cidade do México, os voos são operados em aviões Airbus A-350/900, que são 35% mais eficientes no consumo de combustível e têm capacidade para 348 passageiros, partindo de Madrid pelas 13h05 para chegar à capital mexicana às 18h30. O segundo voo diário parte da capital espanhola às 16h40 e chega à Cidade do México às 22h15, enquanto o terceiro e último voos diário parte de Madrid pelas 23h55 e chega à capital do México às 05h15.

Em sentido contrário, os voos partem da capital mexicana pelas 00h05 e chegam a Madrid às 17h45, enquanto o segundo voo tem partida às 13h00 e chega a Madrid às 06h20, e o terceiro voo diário parte da Cidade do México às 20h15 e chega à capital espanhola pelas 13h55, sempre em horários locais.

A nível internacional, a Iberia diz que também está a planear disponibilizar a mesma capacidade que oferecia antes da pandemia da COVID-19, até porque já retomou as duas últimas rotas que ainda estavam paradas na América Latina, concretamente para o Rio de Janeiro, no Brasil, e Caracas, na Venezuela.

 

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Sindicatos desconvocam greve depois de acordo com a ANA

Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

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Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

“Após várias horas de negociações, numa reunião que teve ontem [terça-feira] início nas instalações da DGERT e culminou hoje, 10 de agosto, o SINTAC [Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil] e SQAC [Sindicato dos Quadros da Aviação Comercial] chegaram a acordo com a ANA/VINCI”, lê-se num comunicado do SINTAC, que é citado pela Lusa.

De acordo com o sindicato, o acordo permitiu desconvocar a greve, depois de ter sido “possível encontrar uma posição de consenso entre as partes”, que concordaram quanto à necessidade de haver um reforço dos recursos humanos nas áreas operacionais das infraestruturas  aeroportuárias.

“Do acordo resultou uma clara abertura para fazer face à escassez de RH nas áreas operacionais, um aumento salarial intercalar e a negociação de um AE (acordo de empresa), os dois últimos a concretizar através de mediação da DGERT”, explica o sindicato, que revela que, nesse sentido, vão decorrer, a 14 de setembro, reuniões para fazer um levantamento dos trabalhadores necessários e iniciar o processo de recrutamento.

Apesar do entendimento, os sindicatos dizem que este foi o “acordo possível”, até porque, acrescenta o comunicado enviado à Lusa, vêm aí “tempos difíceis”, pelo que a “empresa – ANA/VINCI – terá de que fazer repercutir nos salários dos trabalhadores a inflação galopante e os seus próprios resultados, que se adivinham muito bons”.

Entretanto, o SINTAC lançou um novo pré-aviso de greve, desta vez abrangendo os trabalhadores da Portway (detida pela ANA) dos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, para 26, 27 e 28 de agosto.

“Em causa está a política de RH [recursos humanos] assumida ao longo dos últimos anos pela Portway, empresa detida pelo Grupo VINCI, de confronto e desvalorização dos trabalhadores por via de consecutivos incumprimentos do Acordo de Empresa, confrontação disciplinar, ausência de atualizações salariais, deturpação das avaliações de desempenho que evitam as progressões salariais e má-fé nas negociações”, indicou o sindicato, em comunicado.

 

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