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Recuperar confiança é objectivo dos TACV

A passar por um processo de reestruturação, que visa a privatização ainda durante o primeiro semestre deste ano, os TACV – Transportes Aéreos de Cabo Verde têm vindo a melhorar a sua oferta, de forma a recuperar a confiança do mercado. O Publituris falou com Mário Chaves, administrador delegado dos TACV, e conta-lhe todas as novidades que a companhia aérea cabo-verdiana está a lançar.

Inês de Matos
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Recuperar confiança é objectivo dos TACV

A passar por um processo de reestruturação, que visa a privatização ainda durante o primeiro semestre deste ano, os TACV – Transportes Aéreos de Cabo Verde têm vindo a melhorar a sua oferta, de forma a recuperar a confiança do mercado. O Publituris falou com Mário Chaves, administrador delegado dos TACV, e conta-lhe todas as novidades que a companhia aérea cabo-verdiana está a lançar.

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A passar por um processo de reestruturação, que visa a privatização ainda durante o primeiro semestre deste ano, os TACV – Transportes Aéreos de Cabo Verde têm vindo a melhorar a sua oferta, de forma a recuperar a confiança do mercado. O Publituris falou com Mário Chaves, administrador delegado dos TACV, e conta-lhe todas as novidades que a companhia aérea cabo-verdiana está a lançar.

No Verão do ano passado, a Icelandair entrou na gestão dos TACV e, desde então, muita coisa mudou na companhia de bandeira cabo-verdiana, que tem um passivo em torno dos 100 milhões de euros e tem vivido tempos agitados. É por isso que Mário Chaves, administrador delegado dos TACV, que chegou à companhia pela mão da Icelandair, elege a recuperação da confiança como um dos principais objectivos nesta fase, em que muita coisa está a mudar. “Os nossos três valores são confiança, eficiência e ser únicos em relação à oferta de mercado. A confiança traduz-se em voos regulares, tendo a pontualidade como objectivo permanente e garantindo os melhores níveis de segurança” destaca o responsável, afirmando que “é isso que podem esperar de nós, uma companhia aérea em que podem confiar”.
Para que seja possível recuperar a confiança, os TACV têm vindo a realizar uma série de alterações e a mudança da base da Praia para a ilha do Sal, que arrancou no início de Novembro de 2017, foi um dos grandes passos para melhorar o produto oferecido. Mário Chaves explica que “o Sal oferece melhores condições em termos de infraestruturas”, permite menores custos operacionais e uma capacidade de expansão imediata, além de ter uma pista mais adequada. “O comprimento da pista é um factor dominante quando fazemos uma operação com o tipo de aeronave que escolhemos, um Boeing757, para destinos onde precisamos de toda a disponibilidade de performance do avião que é conseguida numa pista maior”, explica o responsável.
A mudança de base foi iniciada em Novembro e coincidiu com a inclusão na frota da companhia de dois aviões da Icelandair em regime de wet lease – “que permitiram melhorar de imediato a pontualidade e o serviço ao passageiro” – e continuou já em Fevereiro de 2018, com a mudança da base operacional. Mas Mário Chaves diz que esta será “uma mudança faseada, não há um corte radical com a Praia”, pois a companhia continua a operar um voo para Boston, bem como dois para Lisboa, um dos quais via Sal, à partida da Praia.
As mudanças em curso vão também trazer uma expansão da frota. A companhia conta receber quatro aviões até ao Verão, que, segundo Mário Chaves, vão ser importantes para “diversificar” a oferta e colocar em prática a estratégia de fazer “a ligação aos quatro continentes” – América do Norte, América do Sul, Europa e África. “A ligação da América do Norte com a África Ocidental terá um reforço no número de destinos que temos na América do Norte”, realça o responsável, acrescentando que “esta ligação irá permitir não só o Norte do Brasil, como África Ocidental que é um bom mercado”. Outro dos objectivo que os novos aviões vão permitir é o reforço Milão/Paris/Lisboa com Salvador, no Brasil, para onde a companhia espera começar a voar no Verão.

Portugal e Europa

Apesar dos planos para o desenvolvimento de rotas noutras latitudes, os TACV não vão descurar o mercado português, que tem vindo a apresentar bons resultados. O administrador delegado da companhia avança que, “nos voos da Praia, a ocupação tem vindo a aumentar desde Novembro até Janeiro, com um registo muito bom tanto a nível de ocupação como de receita média e nota-se que o mercado responde positivamente a esses voos”.
A deslocação da base para o Sal obriga, no entanto, a um trabalho redobrado, uma vez que esta mudança foi quase “como alterar o mercado e o tipo de passageiro”. “Neste momento estamos a fazer uma mudança estrutural na rede e é normal ter um impacto até estabilizar, mas a resposta tem sido positiva”, acrescenta. Mário Chaves reafirma a importância do mercado português, que tem “praticamente um voo diário, cinco voos por semana, neste momento, e chegou a ter sete na altura de Dezembro e Janeiro. É um mercado fundamental para o nosso crescimento”, afirma.
A companhia está também a realizar uma nova aposta na Europa, através do reforço da operação para Paris, que ganhou uma segunda frequência semanal, que permite voo directo do Sal, além de ligações ao Brasil, para responder à procura da diáspora cabo-verdiana.
Objectivo é também abrir Milão, o que deverá acontecer em Março, numa rota que visa também proporcionar ligações “para os passageiros que queiram ir para o Sal ou que queiram ir para o Brasil”, explica Mário Chaves. Ao longo do ano, os TACV contam anunciar várias novidades, com o responsável a afirmar mesmo que “2018 vai ser um ano cheio em notícias”. Entre as novidades previstas, estão novas rotas, destinos e aviões, além de mudanças no branding, sem esquecer a privatização da empresa, que deve ocorrer neste primeiro semestre.
Mas Mário Chaves diz que gostava era que saíssem notícias sobre a satisfação dos passageiros e sobre o produto dos TACV. Para isso, a companhia está a trabalhar numa série de acções junto do trade português, para dar a conhecer o produto da companhia e Cabo Verde, e para que seja possível aos TACV posicionarem-se no mercado “de forma competitiva e diferenciadora”.

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Vinci Airports admite ampliação do aeroporto de Beja

Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja, revelou que a abertura da Vinci Airports para ampliar o aeroporto foi demonstrada no último Conselho Consultivo do Aeroporto de Beja, na semana passada.

O presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio, revelou esta semana que, pela primeira vez, a Vinci Airports, que detém a concessão dos aeroportos nacionais, “mostrou-se aberta para poder ampliar” o Aeroporto de Beja e melhorar o taxiway, caso exista o interesse de mais operadores na infraestrutura.

De acordo com o autarca, que prestou declarações à Radio Pax no final do último Conselho Consultivo do Aeroporto de Beja, que decorreu na passada sexta-feira, 19 de novembro, a possibilidade foi admitida “no caso de haver mais operadores interessados” e de os dois lotes que restam do lado ar “serem definitivamente ocupados e afetos à construção de mais hangares”.

“A Vinci, no caso de haver mais operadores interessados e dos dois lotes que restam serem definitivamente ocupados e afetos à construção de mais hangares, pela primeira vez, mostrou-se aberta para poder ampliar o aeroporto e criar, com isso, mais sete lotes do lado ar, proporcionando a mais sete empresas a instalação efetiva no aeroporto de Beja. Isso nunca tinha acontecido nos Conselhos Consultivos anteriores e, agora, a Vinci demonstrou esta disponibilidade”, revelou o responsável.

Segundo o autarca, a Vinci Airports admite ainda a melhoria do taxiway, que é “uma das principais condicionantes que as empresas têm colocado”.

Paulo Arsénio revelou ainda à rádio local que estão também “muito avançadas as possibilidades de instalação de mais uma empresa nova na zona do aeroporto e que possa trabalhar com o aeroporto”, adiantando que se trata de uma empresa “da área da carga e da logística”.

De acordo com o autarca, no ano passado, o aeroporto de Beja terá recebido cerca de 2.500 passageiros, a grande maioria em voos premium com destino à costa alentejana e a unidades de luxo do concelho de Beja, num total de 160 movimentos.

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TAP assinala ‘Cyber Weekend’ com descontos

Para viagens a realizar entre 16 de janeiro e 31 de maio de 2022, a TAP está a promover descontos de 20% nas reservas feitas para os destinos de toda a sua rede.

Para viagens a realizar entre 16 de janeiro e 31 de maio de 2022, a TAP está a promover descontos de 20% nas reservas feitas para os destinos de toda a sua rede, assinalando, assim, a ´Ciber Weekend’. 

Para usufruir destes descontos, a reservas terão de ser efetuadas até a próxima terça.feira, dia 30 de novembro. 

Esta promoção não contempla viagens entre 20 de fevereiro e 12 de março de 2022 e entre 1 e 25 de abril do próximo ano, e não aplicável nas tarifas Discount e Executive

A campanha inclui ofertas exclusivas aos clientes TAP Miles&Go e subscritores da newsletter FlyTAP, que tiveram acesso antecipado aos descontos. Estas reservas beneficiam ainda da flexibilidade de uma alteração gratuita (exceto tarifa Discount). 

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97 companhias aéreas continuam sem poder voar na UE

Depois de atualizada, a “Lista de Segurança Aérea da UE” mantém 97 companhias aéreas com proibições ou restrições de voo em espaço comunitário.

Victor Jorge

A Comissão Europeia (CE) atualizou a “Lista de Segurança Aérea da UE” – “EU Air Safety List”, que enumera as companhias aéreas que estão sujeitas a uma proibição de operação ou restrições operacionais na União Europeia por não cumprirem as normas internacionais de segurança, mantendo 97 companhias na “lista negra”.

“Garantir o mais elevado nível de segurança aérea para os europeus e todos os outros passageiros que viajam para e dentro da União Europeia está no cerne da política de segurança da aviação da Comissão”, refere a CE na nota de imprensa divulgada no site.

Com esta atualização, todas as companhias aéreas certificadas da Moldávia foram removidas da “Lista de Segurança Aérea da UE”, após melhorias na segurança da aviação no país. No entanto, uma transportadora aérea russa foi adicionada à lista, devido a preocupações sobre a sua capacidade de cumprir os padrões internacionais.

Adina Vălean, comissária europeia para os Transportes, refere que, “manter o mais alto nível de segurança para todos os passageiros aéreos e pessoal é a principal prioridade. A Lista de Segurança Aérea da UE continua a ser uma das nossas ferramentas mais eficazes para o conseguir”.

A “Lista de Segurança Aérea da UE” não só ajuda a manter altos níveis de segurança na UE, mas também ajuda as companhias aéreas e os países afetados a melhorar seus respetivos graus de segurança. Além disso, a “Lista de Segurança Aérea da UE” tornou-se uma importante ferramenta preventiva, motivando os países a tomarem medidas precoces antes que uma proibição se torne necessária.

Após a atualização, 90 companhias aéreas certificadas em 15 Estados-Membros continuam proibidas de voar em espaço europeu, devido à supervisão de segurança inadequada por parte das autoridades de aviação desses países. Além disso, mais sete companhias individuais estão impedidas de voar na UE com base em graves deficiências de segurança identificadas: Avior Airlines (Venezuela), Blue Wing Airlines (Suriname), Iran Aseman Airlines (Irão), Iraqi Airways (Iraque), Med-View Airlines (Nigéria), Skol Airline LLC (Rússia) e Air Zimbabwe (Zimbabué).

Duas companhias aéreas adicionais estão sujeitas a restrições operacionais e só podem voar para a UE com tipos específicos de aeronaves: Iran Air (Irão) e Air Koryo (Coreia do Norte).

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Qatar Airways recebe primeiro avião B777-9

A Qatar Airways vai ser a primeira companhia aérea a operar o novo avião B777-9, aparelho de nova geração, que proporciona maior conforto e um menor consumo de combustível.

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A Qatar Airways já apresentou o seu primeiro avião B777-9, aparelho de nova geração e com maior eficiência no consumo de combustível, do que a companhia aérea do Qatar é o cliente de lançamento mundial, e que foi recebido no Aeroporto Internacional de Doha, numa cerimónia que contou com a presença de Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea, e de vários convidados VIP.

De acordo com um comunicado da Qatar Airways, apesar de já ter sido apresentado no aeroporto da capital do Qatar, o novo avião vai ainda regressar ao Boeing Field, em Seattle, EUA, “onde continuará o seu rigoroso programa de testes”, prevendo-se que venha a integrar a frota da transportadora “num futuro próximo”.

“O avião, que se prevê vir a integrar a frota da companhia aérea premiada num futuro próximo, será o maior e mais eficiente jato bimotor do mundo, proporcionando um consumo de combustível e emissões 20% mais baixos do que o da geração anterior de aeronaves. As tecnologias chave que permitem esta eficiência são a sua nova asa composta de fibra de carbono, os novos motores e as nacelas de fluxo laminar natural”, lê-se no comunicado da Qatar Airways.

O avião, que pertence à família de aparelhos 777 e 787 da linha Dreamliner, da Boeing, oferece um maior conforto a bordo, com melhor humidade, contribuindo para proporcionar “uma viagem mais suave”, numa cabine mais larga e com janelas maiores, além de uma arquitetura mais espaçosa.

“Estamos extremamente orgulhosos por sermos um cliente de lançamento mundial deste produto líder na indústria, e por podermos demonstrar o nosso empenho em continuar a apoiar a nossa próspera rede global com uma frota que inclui os aviões bimotores mais jovens, tecnologicamente mais avançados e eficientes do mundo”, considera Akbar Al Baker, recordando que a Qatar Airways avançou para a compra destes aparelhos em 2013.

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Ryanair abre base na Madeira com dois aviões e 10 novas rotas no próximo verão

Companhia aérea low cost abre, no próximo verão, a sua quarta base em Portugal, num investimento de 200 milhões de euros, que vai criar 60 postos de trabalho diretos e 40 indiretos no arquipélago.

Inês de Matos

A Ryanair vai abrir uma base na Madeira, a quarta da companhia em Portugal, depois de Lisboa, Porto e Faro, num investimento de 200 milhões de euros, que prevê a colocação de dois aviões no arquipélago e a abertura de 40 novas frequências semanais e 10 rotas, cinco das quais diretas, informaram a Ryanair e a ANA Aeroportos de Portugal| VINCI Airports.

“Esta nova conectividade irá contribuir para a diversificação de mercados emissores e aumentará a resiliência das variações de mercado, fatores críticos para o turismo na Madeira”, destaca a ANA Aeroportos de Portugal| VINCI Airports, em comunicado divulgado esta terça-feira, 23 de novembro.

Com a nova base, a Madeira vai passar a contar com dois aviões da Ryanair em permanência, que vão ligar o arquipélago a Bruxelas Charleroi, Dublin, Lisboa, Londres Stansted, Manchester, Marselha, Milão Bergamo, Nuremberga, Paris Beauvais e Porto.

O anúncio da abertura da nova base foi feito em conferência de imprensa, que decorreu no aeroporto da Madeira e que contou com a presença de Pedro Siza Vieira, ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital; Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira; Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroportos de Portugal| VINCI Airports; e Eddie Wilson, CEO da Ryanair.

“O anúncio da base da Ryanair na Madeira para o verão de 2022 é uma excelente notícia para a Região Autónoma da Madeira. Esta base é o resultado de um trabalho de parceria com a Ryanair, com a Associação de Promoção Turística da Madeira e com o Turismo de Portugal. Para além de reforçar a parceria global existente entre a VINCI Airports e a Ryanair, esta base permitirá, pela abertura de 5 novos destinos rotas em 2022, um significativo aumento da conectividade aérea da Madeira, potenciando a diversificação de mercados turísticos”, refere Thierry Ligonnière, CEO da ANA|VINCI Airports.

Já Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo e Cultura da Madeira, bem como presidente da Associação de Promoção da Madeira, considera que o reforço de acessibilidade é sempre uma “boa notícia” para a Madeira, que passa, assim, a contar com “mais oferta de lugares para novas ligações internacionais e para reforço de outras existentes”, num “incremento que responde às necessidades da população residente e aos propósitos do próprio destino turístico”.

A nova base vai também criar 60 postos de trabalho diretos e 40 indiretos no arquipélago e, segundo a Ryanair, representa o “compromisso da companhia aérea com Portugal e demonstra o seu impacto no desenvolvimento do turismo português”.

“Temos o prazer de anunciar a abertura da nossa nova base na Madeira, que irá proporcionar a conexão com 10 novos destinos, através de 2 aeronaves e 40 voos semanais, ligando a Madeira a cidades como Londres, Paris, Dublin, Milão e Manchester, durante todo o ano. Este investimento de 200$m não só impulsionará a economia de Portugal, ao contribuir para o crescimento do turismo regional, como também criará mais de 60 postos de trabalho diretos na região e mais de 400 postos de trabalhos indiretos no local na Madeira”, destaca  Eddie Wilson, CEO da Ryanair. 

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal – VINCI Airports lembra que a Ryanair é a segunda maior companhia aérea a operar na rede de aeroportos ANA e a primeira nos aeroportos do Porto e de Faro.

A empresa que gere os aeroportos nacionais considera que a base da Ryanair vai impulsionar ainda mais o tráfego nos aeroportos da Madeira, que têm “apresentado nos últimos meses uma recuperação acima dos valores da rede aeroportos ANA”, de tal forma que, no verão, o número de passageiros no aeroporto da Madeira já alcançou 67% do tráfego no período homólogo de 2019.

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Transavia também vai voar entre Amesterdão e Ponta Delgada a partir de abril de 2022

Voos entre Amesterdão e Ponta Delgada arrancam em abril de 2022, com uma ligação por semana, aos domingos.

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Depois de anunciar o lançamento de uma rota entre Paris e Ponta Delgada, nos Açores, no verão do próximo ano, a Transavia revelou agora que também vai voar entre a capital micaelense e Amesterdão, numa operação que arranca em abril do próximo ano e que vai contar com um voo por semana, aos domingos.

“A Transavia vai abrir uma nova rota entre Ponta Delgada e Amesterdão-Schiphol na próxima Primavera – a ser inaugurada em abril de 2022. Após anunciar, recentemente, uma nova rota de verão a ligar Paris e a ilha de São Miguel, nos Açores, a subsidiária low-cost do grupo Air France-KLM propõe agora uma ligação totalmente nova entre os Países Baixos e o arquipélago dos Açores”, lê-se num comunicado enviado pela companhia aérea à imprensa esta segunda-feira, 22 de novembro.

Na informação divulgada, a Transavia avança preços desde 72 euros para voos de ida e explica que a abertura da nova rota é possível devido à expansão da sua frota, principalmente em França, uma vez que vai passar de 40 aviões 737-800s no início de 2021 para 61 aviões a partir de abril de 2022.

“Globalmente, a filial low-cost do grupo Air France-KLM terá uma frota total de 89 aviões a voar para mais de 100 destinos na Europa”, acrescenta a Transavia, que alerta, no entanto, que o “programa de voos mantém-se em constante evolução e continua sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa”.

Os bilhetes já se encontram à venda e podem ser adquiridos através do site da companhia aérea, em www.transavia.com.

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easyJet aumenta capacidade em Portugal em 31 mil lugares na época festiva

No final de 2021 e primeiros meses do próximo ano, a easyJet vai reforçar a operação de e para Portugal com mais 31 mil lugares nas rotas da Alemanha, França, Suíça, Reino Unido e Luxemburgo.

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A easyJet anunciou um reforço da capacidade nas rotas de e para Portugal, que chega aos 31 mil lugares, durante a época festiva e os primeiros meses de 2022, que abrange as ligações a várias cidades europeias, muitas das quais contam com vastas comunidades portuguesas residentes.

“Sabemos que grande parte dos emigrantes do nosso país apresenta o desejo de regressar às suas origens durante todo o ano, mas que nem sempre possuem disponibilidade. Por isso, tendo como objetivo proporcionar aos nossos clientes os reencontros com familiares e amigos, reforçamos a capacidade de voos de aeroportos portugueses para várias cidades europeias”, refere José Lopes, diretor geral da easyjet para Portugal, citado num comunicado enviado à imprensa.

A easyJet vai reforçar as rotas entre Portugal e a Alemanha, França, Suíça, Reino Unido e Luxemburgo, com a companhia aérea a destacar as ligações a Basileia, na Suíça, nas quais vai disponibilizar mais quatro mil lugares nas ligações entre esta cidade suíça e o Porto, entre 14 de dezembro e 9 de janeiro.

Já entre Lisboa e Basileia, a easyJet vai colocar à disposição dos passageiros mais mil lugares entre 18 de dezembro e 8 janeiro, o mesmo número de lugares em que será também aumentada a rota entre Faro e Basileia, entre 17 de dezembro e 7 de janeiro.

Além deste aumento de capacidade para Basileia, a easyJet vai também reforçar o número de lugares disponibilizados entre janeiro e março para vários outros destinos europeus, num acréscimo que abrange as rotas entre o Funchal e Berlim, o Funchal e Londres-Gatwick, além de várias outras rotas do Porto, nomeadamente para Nantes, Luxemburgo e Zurique.

“Desta forma, durante os primeiros meses do ano disponibilizamos cerca de 31 mil lugares para ligações a países como Alemanha, França, Suíça, Reino Unido e Luxemburgo, onde sabemos que vive grande parte dos portugueses emigrados”, acrescenta José Lopes.

 

 

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Transavia volta a vencer prémio em França pelo serviço ao cliente

Este foi o segundo ano consecutivo em que a Transavia France recebeu o galardão de ‘Serviço ao Cliente do Ano 2022’, na categoria ‘Transporte coletivo de passageiros’.

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A Transavia France voltou a ser distinguida pela qualidade do seu serviço ao cliente e arrecadou, pelo segundo ano consecutivo, o galardão de ‘Serviço ao Cliente do Ano 2022’ na categoria ‘Transporte coletivo de passageiros’, nos prémios Service Client de l’Année 2022, que são entregues em França e avaliam o atendimentos das empresas em vários setores.

De acordo com a companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM, a Transavia France obteve a melhor pontuação na sua categoria, com um classificação de 16,44 pontos em 20 possíveis.

As empresas que participaram nestes prémios foram alvo de 160 testes cliente-mistério realizados pelos consumidores franceses ao longo de seis semanas, entre 31 de maio e 10 de julho, e através de cinco canais, concretamente telefone, email, website, redes sociais e chat.

“Estamos muito felizes por termos sido eleitos ‘Serviço ao Cliente do Ano’ pelo segundo ano consecutivo. Este é um grande reconhecimento e um grande orgulho para as nossas equipas. Agradeço calorosamente o seu trabalho, o empenho diário e a sua mobilização para apoiar os nossos clientes. Este novo prémio, que reflete a nossa promessa “We make low-cost feel good”, prova, uma vez mais, que o serviço ao cliente está no centro da estratégia comercial da Transavia.”, afirmou Nicolas Hénin, Diretor-Geral Adjunto Comercial (CCO) da Transavia France.

A distinção vem juntar-se à atribuída a 28 de outubro passado pela revista Capital, no âmbito do rótulo “Melhor Marca 2022”, na qual a Transavia terminou em primeiro lugar na categoria de companhias aéreas low-cost.

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Azul lança check-in por whatsApp

Novo serviço da Azul permite receber o cartão de embarque pelo WhatsApp e seguir diretamente para a porta de embarque no aeroporto.

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A Azul lançou um novo serviço de check-in automático por WhatsApp que, segundo a companhia aérea brasileira, vai “tornar a experiência digital ainda mais completa” e que se destina aos passageiros que não tenham feito o check-in online até três horas antes do voo.

“No novo serviço, a própria Azul identifica os Clientes que ainda não fizeram check-in e estão com os dados completos e, em seguida, faz a marcação do assento, enviando, por fim, o cartão de embarque pronto por WhatsApp”, explica a companhia aérea em comunicado, sublinhando que este é um serviço inovador, pratico e ágil.

Se os passageiros não tiverem bagagem para despachar, podem seguir diretamente para a porta de embarque, sendo que quem tiver bagagem para despachar deve passar na “bancada digital” para despachar as suas malas, seguindo depois para a porta de embarque.

“A Azul é uma empresa que não para de estudar formas de tornar a experiência dos seus clientes cada vez mais especial. Percebemos que as pessoas estão desejando mais o autosserviço e é por isso que estamos expandindo e aprimorando as nossas tecnologias e serviços digitais, tornado assim a experiência Azul muito mais completa”, afirma Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes da companhia aérea.

Por enquanto, o novo serviço está disponível nos aeroportos brasileiros de Congonhas (em São Paulo), Manaus, Recife, Ribeirão Preto, Campinas, Cascavel, Vitória, Goiânia, Florianópolis, Fernando de Noronha, Campo Grande, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Belém, Cuiabá, Porto Seguro e Maceió, mas a Azul conta alargá-lo a mais de 100 aeroportos onde opera.

Além desta nova opção de check-in, a Azul disponibiliza também check-in através de outros canais, nomeadamente pela app da companhia aérea, onde é possível fazer a marcação de assentos, compra de bagagem e obter informações sobre o voo, assim como sobre o programa de fidelidade da companhia e outros serviços.

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Aviação europeia reclama mais ambição nos objetivos da descarbonização

CEO da easyJet e presidente da associação de companhias aéreas europeias Airlines For Europe, pede a adoção de medidas globais para a descarbonização, que na aviação tem já um caminho definido.

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A aviação europeia quer um maior compromisso e ambição na definição dos objetivos para a descarbonização, que vão ser acordados na próxima assembleia geral da ICAO – Organização Internacional da Aviação Civil, que vai ter lugar em 2022.

“O setor de transporte aéreo da Europa apoia e incentiva uma adoção mais ampla de objetivos ambiciosos para a descarbonização e de ações a longo prazo por todos os países e regiões, incluindo aqueles vão ser acordados a nível global, na próxima assembleia da ICAO em 2022”, afirma Johan Lundgren, CEO da easyJet e presidente da associação de companhias aéreas Airlines For Europe.

Johan Lundgren, que recorda que o setor da aviação já definiu o seu caminho rumo à descarbonização e que passa por reduções significativas de emissões de CO2 até 2030 e 2050, desafiou os outros setores a fazerem o mesmo, ainda que deixe o alerta de que é necessário estabelecer medidas globais para se alcançar o objetivo da descarbonização.

“O nosso setor é, por natureza, global, por isso, encorajamos os outros a fazerem o mesmo. A par de medidas regionais, deve ser estabelecido e colocado em ação um quadro global forte que permitia que, na aviação, a descarbonização aconteça numa escala global e corresponda à nossa ambição na Europa”, desafiou o responsável.

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