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Transavia premiada em França como melhor companhia low cost

Prémio foi atribuído à companhia do Grupo Air France/KLM depois de um inquérito aplicado a mais de 20 mil consumidores.

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A Transavia arrecadou o prémio de ´Melhor Insígnia 2018’ na categoria ‘Transportes – Companhias áreas low-cost’, atribuído pela revista Capital, uma publicação de referência em França no segmento Economia e Negócios.

O prémio atribuído à Transavia reconhece a qualidade de serviços da companhia low cost do Grupo Air France/KLM, com a publicação francesa a destacar a tarifas atractivas e claras, o serviço de excelência ao cliente, a tripulação solícita e atenta, as animações comerciais regulares a bordo e os novos aviões Boeing 737-800 como alguns dos motivos que levaram à atribuição desta distinção à companhia.

“Estamos muitos orgulhosos por conquistar este título, que comprova a eficácia da nossa estratégia global para a Transavia em França. Dez anos mais tarde, o nosso compromisso está centrado na experiência do cliente ao longo de todo o seu percurso de viagem e esta nova distinção encoraja-nos a ir mais além nesse caminho”, congratulou-se Hervé Kozar, Chief Commercial Official da Transavia.

O prémio foi atribuído à Transavia depois de um inquérito online realizado a mais de 20 mil consumidores, entre 8 de Junho e 18 de Julho de 2017, que avaliaram as várias empresas segundo três critérios: atenção prestada aos clientes, nível de expertise das marcas e vontade dos inquiridos em recomendar essas marcas a pessoas próximas. O inquérito avaliou mais de duas mil marcas, cobrindo mais de 18 sectores de actividade.

 

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Turkish Airlines prevê chegar aos 10 voos semanais no Porto no verão

Depois da paragem dos voos para o Porto motivada pela pandemia, a companhia aérea turca já está em franca recuperação e conta voltar a aumentar o número de ligações aéreas na Invicta já no próximo verão, que devem chegar aos 10 voos por semana.

Inês de Matos

Depois da paragem dos voos para o Porto motivada pela pandemia, a companhia aérea turca já está em franca recuperação e conta voltar a aumentar o número de ligações aéreas na Invicta já no próximo verão, que devem chegar aos 10 voos por semana.

Com a COVID-19, os voos da Turkish Airlines entre o Porto e Istambul estiveram suspensos cerca de um ano e só foram retomados a 29 de março de 2021. Numa fase inicial, a operação regressou com quatro voos por semana e com uma procura mais fraca, pois os passageiros estavam “ainda reticentes em viajar”, diz ao Publituris Nuno Sousa Figueiredo, Regional Marketing Representative da Turkish Airlines, à margem de uma viagem de familiarização a Istambul, promovida em parceria com o operador turístico Viagens Tempo, explicando que, além da COVID-19, notava-se também preocupação porque ainda “havia muitos países com fronteiras encerradas e porque existiam também muitos procedimentos novos”.
Mas, aos poucos, a confiança regressou, muito por culpa da vacinação, que permitiu um maior sentimento de segurança e veio simplificar os procedimentos de viagem. “A vacinação foi, sem dúvida, um fator que contribuiu para o aumento da confiança dos passageiros”, garante Nuno Sousa Figueiredo, considerando que, em Portugal, “o sucesso da vacinação fez diferença e isso fez com que as pessoas sentissem uma certa segurança para viajar”. “O facto, também, de terem a vacinação completa fez com que fosse mais fácil viajar porque a maior parte dos países aceitam as nossas vacinas”, acrescenta.
No entanto, não era apenas a situação em Portugal que preocupava os passageiros da Turkish Airline, já que, admite o responsável, também “existia preocupação e receio por parte dos portugueses em relação à Turquia”. Contudo, Nuno Sousa Figueiredo diz que “a Turquia também lidou muito bem com a situação” e adotou de imediato várias medidas para conter a transmissão do vírus, incluindo no aeroporto de Istambul e a bordo dos voos da Turkish Airlines.
E foi também para mostrar a segurança do destino que a Turkish Airlines se associou às Viagens Tempo para levar um grupo de sete agentes de viagens a Istambul, numa viagem de familiarização que, além de dar conhecer o destino, pretendeu também mostrar a situação epidemiológica na Turquia, assim como todas as regras que os passageiros da Turkish Airlines e turistas têm de cumprir na chegada ao destino.
Certo é que as regras adotadas também na Turquia acabaram por tranquilizar os passageiros, não sendo, por isso, de estranhar que a procura pelos voos da companhia aérea turca tenha voltado a disparar à beira do verão. “Começou a haver mais confiança dos passageiros e do mercado e, a partir de junho, começámos a ver a nossa taxa de ocupação a aumentar e aumentámos a nossas frequências para cinco”, explica o responsável da Turkish Airlines para a região Norte, que faz um balanço positivo do período estival. “Tivemos cinco voos por semana durante o verão para Istambul e os meses de julho e agosto foram, na verdade, muito bons”, indica.
A elevada procura levou a Turkish Airlines a alterar também os planos para este inverno, uma vez que, ao contrário do que estava inicialmente previsto, a companhia aérea está a realizar cinco ligações por semana entre o Porto e Istambul, mais uma do que tinha inicialmente preparado, uma vez que a taxa de ocupação dos voos para este inverno chegava aos 85%. “Inicialmente tínhamos planeado fazer quatro voos por semana, mas as reservas começaram a subir e começámos a ver que, mesmo para o inverno, a taxa de ocupação da rota do Porto estava muito elevada e, por isso, decidimos colocar mais um voo no inverno”, explica Nuno Sousa Figueiredo, revelando que a operação da Turkish Airlines no Porto vai contar com cinco voos por semana até 26 de março de 2022, com voos às segundas, terças, quintas, sextas e sábados.

2022
Para a Turkish Airlines, 2022 será um ano de recuperação e 2023 deverá já ser o ano que marca o retorno da companhia aérea aos números pré-pandemia. Nuno Sousa Figueiredo mostra-se confiante quanto ao futuro e diz que, a manter-se o ritmo de reservas, a Turkish Airlines já se deverá, no próximo ano, “aproximar dos números de 2019”. “Se o crescimento ao nível de reservas continuar à velocidade que temos neste momento, rapidamente vamos chegar aos números de 2019”, admite, referindo que a única dúvida é, por enquanto, o número de voos que a Turkish Airlines vai disponibilizar no próximo verão. Nuno Sousa Figueiredo diz que, por enquanto, ainda não sabe o número de voos para o verão de 2022, nomeadamente a partir de abril, mas adianta que a operação será “com certeza diária”, ainda que admita que, se a taxa de reservas continuar a subir, seja possível chegar aos 10 voos por semana. “Estou bastante otimista para 2022 e para o futuro”, acrescenta.
Apesar do otimismo, o responsável da Turkish Airlines no Norte do país admite que, em consequência da pandemia, se tornou cada vez mais difícil prever as taxas de ocupação dos voos, uma vez que as reservas passaram a ser “feitas com uma ou duas semanas de antecedência”. “Antigamente conseguíamos prever a taxa de ocupação com quatro ou cinco meses de antecedência, mas durante a pandemia passou a ser muito difícil conseguirmos fazê-lo. Não é que as reservas sejam last minute, mas são feitas com uma ou duas semanas de antecedência”, lamenta.
Consequência da pandemia foi também a redução do tráfego corporate que, apesar de já estar a recuperar, continua ainda muito abaixo do que seria normal. “O mercado corporate começa a mexer, mas só começámos a ver alguma evolução a partir de outubro. Mesmo assim, ainda está muito em baixo”, confessa, revelando que, no caso da Turkish Airlines, isso também se deve ao facto de muitos países asiáticos continuarem a manter as fronteiras encerradas para estrangeiros e a adotarem procedimentos restritos de viagem, já que muitos dos passageiros corporate da companhia aérea turca “viajavam muito para essa área geográfica, via Istambul”. “Portanto, existe corporate, mas o lazer é o tipo de passageiro que nós mais temos”, acrescenta.

Aeroporto de Istambul
A viagem de familiarização a Istambul incluiu também uma visita ao novo aeroporto de Istambul Arnavutköy, que foi inaugurado em outubro de 2018, tornando-se num dos maiores do mundo. Para a Turkish Airlines, que se mudou para o novo aeroporto em abril de 2019, a nova infraestrutura aeroportuária veio trazer uma “lufada de ar fresco”, como diz Nuno Sousa Figueiredo, uma vez que o Aeroporto de Atatürk, que funcionou até à abertura da nova infraestrutura, “estava ultrapassado, esgotado, estava a arrebentar pelas costuras”. “Era um aeroporto desatualizado e que não tinha mais por onde crescer. Por isso, foi tomada a decisão de construir este novo aeroporto, que é muito moderno e que está ainda na primeira fase”, explicou o responsável, revelando que atualmente o aeroporto de Istambul tem três pistas em funcionamento, mas que, quando entrar na terceira e última fase, o que deverá acontecer em 2030, vai passar a contar com um total de nove pistas.
Além das vantagens em termos operacionais, o novo aeroporto permite também oferecer um “maior conforto” aos passageiros, uma vez que, destaca Nuno Susa Figueiredo, “em todo o aeroporto há diversas áreas para descansar e para relaxar”, a exemplo do lounge Miles&Smiles da Turkish Airlines, que o Publituris visitou. O lounge executivo está, por enquanto, encerrado devido às limitações introduzidas por causa da COVID-19.
Para a companhia, que tem o seu hub em Istambul, o aeroporto de Istambul Arnavutköy tem ainda a vantagem de permitir serviços que a Turkish Airlines não conseguia disponibilizar no anterior aeroporto por falta de espaço, a exemplo dos balcões de check-in dedicados a pessoas com mobilidade reduzida, a passageiros que viajam com animais de companhia ou para quem tem viagens com destino aos EUA ou Canadá. “Este aeroporto também nos permitiu ter outro tipo de atendimento e ter balcões de check-in e atendimento dedicados, que não tínhamos no antigo porque não havia espaço. Houve o cuidado de criar vários espaços dedicados ao destino final, a passageiros com necessidades especiais e espaços pet-friendly para quem viaja com companheiros de quatro patas”, sublinha, considerando que, apesar do “grande investimento que representou para a Turquia”, este era um aeroporto necessário.
O aeroporto de Istambul Arnavutköy motivou um investimento de mais de 12 mil milhões de dólares, ocupa uma área total de oito mil hectares e tem capacidade para receber 90 milhões de passageiros. No futuro, quando estiver na terceira e última fase, deverá receber 200 milhões de passageiros por ano.
Para viajar para a Turquia, é necessário certificado de vacinação ou teste negativo e preencher um formulário online, disponível em https://register.health.gov.tr.

*A jornalista viajou a convite da Turkish Airlines e das Viagens Tempo.

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Associação Comercial do Porto vê reestruturação da TAP como “péssima notícia”

“É dinheiro que os portugueses estão a desperdiçar”, diz o presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho, que critica o investimento numa companhia que presta serviço “a um só aeroporto”.

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O presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho, considera que a aprovação do plano de reestruturação da TAP é uma “péssima notícia para os contribuintes portugueses”, que vão continuar a investir numa companhia aérea que apenas presta “serviço a um só aeroporto”.

“É uma péssima notícia para os contribuintes portugueses, a TAP vai-nos custar no mínimo 3,2 mil milhões de euros para prestar serviço a um só aeroporto”, considerou o responsável em declarações à Lusa, defendendo que a reestruturação da TAP é uma “lamentável” opção política, uma vez que o investimento na companhia aérea não vai ter “retorno”.

“É dinheiro que os portugueses estão a desperdiçar”, acrescentou, considerando que a TAP “não tem solução” e que, com a reestruturação, vai passar a ser uma companhia aérea mais pequena, com menos funcionários e ‘slots’.

Crítico quanto ao “mau serviço” prestado pela transportadora aérea no Porto, o presidente da Associação Comercial afirmou que o mesmo é “cada vez mais uma irrelevância e uma inexistência”, pelo que “mais valia deixar os `slots´ disponíveis nos outros aeroportos para outras companhias”.

Recorde-se que, na terça-feira, 21 de dezembro, a Comissão Europeia aprovou o plano de reestruturação da TAP e a ajuda estatal de 2.550 milhões de euros, impondo, porém, algumas condições, entre elas que a companhia aérea disponibilize até 18 ‘slots’ por dia no aeroporto de Lisboa, a venda de três empresas e redução de frota.

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Ómicron provoca queda de 20% no tráfego aéreo europeu

As restrições adotadas por muitos governos são o motivo apontado pelo ACI Europe para a descida do tráfego aéreo na Europa logo após a identificação da nova variante.

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Desde que a nova variante Ómicron foi identificada na África do Sul, a 24 de novembro, o tráfego aéreo na Europa caiu 20%, estima o Airports Council International Europe (ACI Europe).

De acordo com um comunicado divulgado esta quinta-feira pelo ACI Europe, entre 22 de novembro e 12 de dezembro, o tráfego aéreo de passageiros na Europa diminuiu 20%, numa quebra que revela um impacto “imediato e substancial” da variante Ómicron.

As estimativas preliminares do ACI Europe têm por base os dados de 40 aeroportos de 25 países europeus, incluindo grandes instalações e pequenos aeródromos regionais, e apontam também fortes descidas ao nível do transporte de carga.

Apesar da descida verificada nas três semanas imediatamente após a identificação da nova variante do vírus da COVID-19, os dados do ACI Europe também mostram que na semana seguinte, entre 13 e 19 de dezembro, houve um aumento de 9% no tráfego aéreo de passageiros na Europa em comparação com o período entre 6 e 12 de dezembro.

“Não é surpresa que proibições de voo para a África Austral e restrições de viagem pouco uniformes impostas por muitos Governos noutros mercados, também dentro da Europa, tenham tido um impacto direto nos níveis de tráfego nas últimas semanas”, refere o diretor-geral da ACI Europe, Olivier Jankovec.

De acordo com o responsável, as viagens de negócios foram as primeiras a ser afetadas, seguindo-se as deslocações de lazer, sendo que apenas as viagens para visitar familiares “são de certa forma mantidas por agora”, o que se deve à época festiva do Natal e Ano Novo.

“Além da época festiva, não há dúvida de que a Ómicron irá afetar o tráfego de passageiros no primeiro trimestre de 2022. Mas a medida em que precisamos de rever as nossas expectativas dependerá sobretudo de os governos continuarem ou não com as reações irrefletidas”, acrescenta Olivier Jankovec

 

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Aprovação do plano de reestruturação da TAP atesta “confiança no futuro” da empresa, diz PM

Líder do executivo congratula-se com a aprovação do plano de reestruturação da TAP pela Comissão Europeia e reforça que a companhia aérea é uma “empresa determinante para a economia nacional”.

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O primeiro-ministro, António Costa, considerou esta terça-feira, 21 de dezembro, que a aprovação pela Comissão Europeia do plano de reestruturação da TAP vem atestar a “confiança no futuro” da empresa, que se pretende tornar mais sustentável e competitiva.

“A aprovação do plano de reestruturação pela Comissão Europeia atesta a confiança no futuro da nossa companhia de bandeira. A estratégia de reforço da sustentabilidade e competitividade da empresa já está em marcha e será também determinante para a recuperação da nossa economia”, considerou o líder do executivo, numa publicação no Twitter, segundo a Lusa.

Na declaração publicada na rede social, António Costa advoga que está em construção “um futuro mais sólido para a empresa, para os seus trabalhadores e para o país”, uma vez que a TAP é uma “empresa determinante para a economia nacional”, que assegura “a ligação às comunidades e aos países de língua portuguesa, a continuidade territorial com os Açores e Madeira, e afirmou Lisboa como hub transatlântico”.

Recorde-se que a Comissão Europeia aprovou esta terça-feira, 21 de dezembro, o plano de reestruturação da companhia aérea de bandeira nacional, assim como a ajuda estatal de 2.550 milhões de euros, impondo, porém, algumas condições, como a venda de três empresas e de aviões, além da disponibilização de até 18 ‘slots’ por dia no aeroporto de Lisboa.

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INE: Aeroportos nacionais tiveram a maior aproximação aos números pré-pandemia em outubro

Em outubro, os aeroportos nacionais receberam cerca de quatro milhões de passageiros e 15,8 mil aeronaves em voos comerciais, números que continuam a indicar descidas mas já mais perto dos valores de 2019.

Inês de Matos

No passado mês de outubro, os aeroportos nacionais receberam cerca de quatro milhões de passageiros e 15,8 mil aeronaves em voos comerciais, números que indicam descidas de 27,2% e 21,4% face a igual mês de 2019, respetivamente, naquele que, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), indicam que outubro foi o mês com maior aproximação aos números pré-pandemia.

De acordo com os dados revelados pelo INE esta terça-feira, 21 de dezembro, apesar de continuarem a traduzir uma quebra face a igual período de 2019, antes da chegada da pandemia, os aeroportos nacionais têm vindo a recuperar tráfego e, face a outubro de 2020, existem já crescimentos de 180,6% no número de passageiros e de 63,2% no total de aviões aterrados nos aeroportos nacionais.

Do total de passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em outubro, 80,2%
corresponderam a tráfego internacional, indica o INE, que recorda que, em igual período do ano passado, os passageiros internacionais eram 74,9% do total, e chegaram a território nacional provenientes essencialmente de aeroportos europeus (72,0%).

Já no que respeita aos passageiros embarcados em Portugal, houve também 80,2% de tráfego internacional, quando em igual período do ano passado o tráfego internacional não ia além dos 76,2%, sendo que 72,1% também tiveram como destino aeroportos europeus.

Já no acumulado até outubro, período em que os aeroportos nacionais receberam cerca de 19,8 milhões de passageiros, o INE diz que se verificou uma “inversão da tendência”, uma vez que tanto o número de passageiros como de aeronaves aterradas em território nacional cresceram, numa tendência que se acentuou a partir de maio.

“A partir da segunda quinzena de maio, verificou-se um crescimento mais acentuado, tendo-se mantido uma tendência de crescimento nos meses seguintes. Apesar de no mês de setembro de 2021 se ter verificado uma ligeira redução face ao mês anterior, em outubro assistiu-se a um crescimento, tendo-se registado o desembarque médio diário de 64 mil passageiros no conjunto dos aeroportos nacionais (59 mil em setembro). Este valor representou o triplo do registado no mês homólogo de 2020 e aproximou-se do nível observado em outubro de 2019 (86 mil)”, indica o INE.

De janeiro a outubro, , o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 18,6% face ao período homólogo do ano anterior, quando se tinha verificado uma quebra de 68,0%, ainda que, face ao mesmo período de 2019, este número continue a traduzir uma redução de 62,1%.

Por aeroportos, foi em Lisboa que se registou o maior movimento de passageiros, concentrando, entre janeiro e outubro, 45,2% do total de passageiros (8,9 milhões) e registou um aumento de 6,8%, seguindo-se Faro, onde houve um aumento de 35,5% no movimento de passageiros neste período, atingindo os 2,8 milhões de passageiro, número que, segundo o INE, está ainda “muito distante do registado no mesmo período em 2019 (8,4 milhões de passageiros, -66,4%)”.

Já o principal país de origem e destinos dos passageiros que passaram pelos aeroportos nacionais até outubro foi França, “registando crescimentos de 13,2% no número de passageiros desembarcados e 10,9% no número de passageiros embarcados, relativamente ao mesmo período de 2020”, segundo o INE.

Além de França, também o Reino Unido, Alemanha e Espanha estão entre os principais países de origem e destinos dos passageiros que, entre janeiro e outubro, passaram pelo aeroportos nacionais.

Por outro lado, o maior crescimento ao nível dos passageiros embarcados e desembarcados foi para a Suíça, que registou crescimentos de 25,6% e 20,9%, respetivamente, ocupando a quinta posição deste ranking.

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Qatar Airways processa Airbus por degradação da superficie e pintura dos A350

No início de novembro, a companhia aérea do Qatar já tinha anunciado a paragem de 19 aparelhos A350, devido a problemas de degradação na fuselagem, nomeadamente debaixo da tinta.

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A Qatar Airways processou judicialmente a Airbus devido a uma série de problemas na fuselagem de vários dos aparelhos A350XWB da frota da companhia aérea de bandeira do Qatar, numa ação que deu entrada nos tribunais ingleses, confirmou esta terça-feira, 21 de dezembro, o fabricante aeronáutico europeu.

De acordo com a Airbus, a ação judicial é referente à disputa entre as duas empresas relativamente a problemas na fuselagem dos aparelhos, que segundo a Qatar Airways apresenta uma degradação da superfície e da pintura, o que levou mesmo à paragem de 19 destes aparelhos da Qatar Airways.

“A Airbus recebeu uma ação judicial formal nos tribunais ingleses movida pela Qatar Airways, relacionada com a disputa sobre a degradação da superfície e pintura de algumas aeronaves A350XWB da Qatar Airways”, confirma a Airbus num comunicado enviado à imprensa, onde o fabricante aeronáutico europeu diz também que está a analisar o conteúdo desta ação judicial, garantindo que pretende “defender vigorosamente sua posição”.

Recorde-se que, já no início de outubro, a Qatar Airways tinha anunciado problemas com 19 aparelhos A350, que apresentavam uma degradação da fuselagem, nomeadamente debaixo da tinta, o que tinha mesmo levado à paragem destes aviões e ao regresso do A380, o maior avião comercial do mundo, para permitir que a companhia aérea desse resposta ao crescimento da procura no pico do inverno.

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Azul já inaugurou rota inédita que liga São Paulo a Fernando de Noronha

Operação da Azul entre o aeroporto de São Paulo-Congonhas e a ilha de Fernando de Noronha conta com voos diários, naquela que é a primeira vez que existem voos diretos entre os dois destinos.

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A Azul inaugurou esta segunda-feira, 20 de dezembro, uma nova rota que liga o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, à ilha de Fernando de Noronha, numa operação regular e direta, cujos voos decorrem diariamente.

“A operação é um marco não só para a companhia, mas para todo o setor de aviação pois, pela primeira vez, o arquipélago contará com voos diretos para a capital paulista, operados de forma diária e regular”, destaca a companhia aérea brasileira em comunicado.

Segundo a Azul, a nova rota entre Congonhas e Fernando de Noronha é operada num avião Embraer E2, o maior avião comercial fabricado no Brasil e que, segundo a companhia aérea, é um dos “únicos modelos capazes de realizar essa operação com voos diretos”.

“A ilha de Fernando de Noronha é um dos lugares mais paradisíacos e desejados por viajantes do Brasil e do mundo. Estamos muito animados com o lançamento desse voo, já que tornará a ligação entre a maior metrópole do país e Fernando de Noronha muito mais rápida, confortável e conveniente, atendendo também Clientes com conexões de outras cidades”, refere Vitor Silva, gerente de Planeamento de Malha da Azul.

Os voos partem de São Paulo-Congonhas diariamente pelas 08h35 e chegam a Fernando de Noronha às 13h35, enquanto em sentido contrário a partida está marcada para as 14h35, chegando ao aeroporto da capital paulista às 17h35.

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Cadeia de abastecimento impacta entrega dos novos Airbus

Os constrangimentos da cadeia de abastecimento têm vindo a criar diversas dificuldades nas mais variadas indústrias. Na aviação, a Airbus já admite que as entregas de vários modelos de aviões só acontecerá em 2024 ou mesmo 2025.

Victor Jorge

Segundo a imprensa internacional, existem companhias aéreas que poderão ter de esperar até 2025 para receber as suas encomendas devido a constrangimentos na cadeia de abastecimento.

“Gostava de ter mais aviões para vender. Há constrangimentos na cadeia de abastecimento dos componentes que são mais desejados. Nos aviões de fuselagem estreita isso afeta os A320, A321 e também o A220”, explicou revelou Christian Scherer, diretor comercial da Airbus ao Financial Times.

Apesar das preocupações com a disseminação da nova variante Ómicron, a procura estava a ser impulsionada, fundamentalmente, pela necessidade de aeronaves mais eficientes em termos de combustível, salientou o executivo da companhia franco-germânica.

De referir que, ainda recentemente, a Airbus garantiu dois pedidos significativos, incluindo um acordo com a Air France-KLM para 100 unidades dos A320neo e A321neos, com as primeiras entregas a estarem previstas para o segundo semestre de 2023.

“Geralmente, tem havido uma perceção pela comunidade da aviação, em geral, de que quando as pessoas podem viajar, viajarão e o farão quase como vingança”, descreveu o executivo alemão da Airbus.

De resto, Scherer destaca que “a crise da COVID acelerou a compreensão de que a transição para uma tecnologia de combustível mais eficiente é inevitável”, disse, concluindo que “apenas 13% por cento da frota comercial global de hoje é de última geração”.

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easyJet já voa entre o Porto e Milão

Voos da easyJet entre o Porto e Milão decorrem quatro vezes por semana, aos domingos, segundas, quartas e sextas-feiras, passando a voos diários em finais de fevereiro.

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A easyJet inaugurou esta sexta-feira, 17 de dezembro, uma nova rota entre o Porto e Milão, em Itália, operação que conta com quatro voos por semana e que passa a ligações diárias a partir de final de fevereiro, e que vem reforçar a posição da easyJet no aeroporto portuense.

“Com esta nova rota, a easyJet reforça a sua posição como companhia #2 no aeroporto Francisco Sá Carneiro”, destaca a transportadora, que disponibiliza preços a partir de 15 euros nestas ligações, que decorrem aos domingos, segundas, quartas e sextas-feiras.

Os voos são operados em aviões A320, gozam de flexibilidade com alteração gratuita até duas horas antes da partida e estão disponíveis para reserva através do site da companhia aérea, em www.easyjet.com.

 

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Transavia abre rota entre o Porto e Ponta Delgada na primavera de 2022

Companhia aérea low cost do Grupo Air France-KLM vai realizar até dois voos por semana entre o Porto e Ponta Delgada, Açores, a partir de 27 de março de 2022.

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A Transavia vai abrir uma nova rota entre o Porto e Ponta Delgada a 27 de março de 2022, numa operação sazonal que apresenta preços a partir de 30 euros para voos de ida e que vai contar com até dois voos por semana, segundo comunicado da companhia aérea low cost do grupo Air France-KLM.

No comunicado divulgado, a Transavia realça que esta rota entre o Ponto e Ponta Delgada é a terceira que as companhias aéreas do Grupo Air France -KLM anunciam para a capital açoriana, todas com abertura prevista para o próximo ano.

“Depois de Ponta Delgada – Paris-Orly e Ponta Delgada – Amesterdão-Schiphol, é para nós um grande prazer anunciar a abertura de uma nova rota doméstica no mercado português, desta vez a ligação Porto – Ponta Delgada. Após um período bastante disruptivo, a Transavia tem envidado todos os esforços na reorganização da sua operação, no reforço da sua frota e na retoma da sua atividade de forma gradual – para oferecer cada vez mais opções de viagens a pequenos preços”, explica Nicolas Hénin, Chief Commercial Officer da Transavia France.

De acordo com o responsável, Portugal é um “mercado histórico e estratégico” para a operação global do Grupo Air France-KLM e “um dos melhores exemplos” da recuperação turística, nomeadamente no que diz respeito aos turistas de lazer, que se espera que continue até aos verão de 2022.

A rota entre o Porto e Ponta Delgada vai contar com até dois voos por semana, às quartas-feiras e domingos, e os bilhetes já podem ser reservados através do site da companhia aérea, em www.transavia.com.

Além da nova rota, a Transavia anuncia ainda um reforço da capacidade para o verão nas rotas Porto-Paris Orly e Lisboa-Paris, que passam a contar com até 53 voos/semana (ou até 8 voos diários), no caso do Porto, e até 5 voos diários, em Lisboa.

A Transavia refere, no entanto, que “o programa de voos mantém-se em constante evolução e continua sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa”.

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