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Air Transat celebra 30.º aniversário e aumenta voos de Portugal para o Canadá

Companhia aumenta voos para o Canadá, à partida de Lisboa, Porto e Faro.

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A Air Transat celebrou na passada segunda-feira, 13 de Novembro, o seu 30.º aniversário, data em que a companhia anunciou um aumento de voos à partida de Portugal para o Canadá, reforço que se vai manter ao longo de todo o ano e que inclui um maior número de voos desde Lisboa, Porto e Faro.

O reforço da Air Transat inclui voos directos e de conexão, por meio de Montreal e Toronto, com a operação de Lisboa a passar a cinco voos por semana para Toronto e quatro voos por semana para Montreal, segundo comunicado da companhia à imprensa.

À partida do Porto, a Air Transat passa a contar com voos para Toronto e Montreal duas vezes por semana, enquanto os passageiros de Faro poderão viajar a Toronto ou Montreal uma vez por semana.

Além das novidades para Portugal, a Air Transat apresentou também, no dia do 30.º aniversário, o novo design das aeronaves, que “reflecte a evolução da companhia ao longo destes 30 anos e permanece fiel à promessa da Air Transat: iluminar o dia a dia com a alegria das férias”, destaca a transportadora aérea canadiana.

 

 

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Azul retoma serviço de bordo em voos domésticos a 22 de maio

A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19.

A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

“A Azul, seguindo liberação da Anvisa, retomará no próximo dia 22 uma das estrelas de sua experiência, o serviço de bordo com snacks e bebidas à vontade e sem custo adicional”, indica a companhia aérea.

De acordo com a companhia aérea, o serviço de bordo vai ser ajustado ao horário dos voos, uma vez que vão estar disponíveis diferentes ementas, consoante o voo decorra de manhã, à tarde ou no período noturno.

Além do serviço de bordo, a Azul também retomou recentemente a oferta de atividades para os mais pequenos no Espaço Kids, assim como a disponibilização de duches no Lounge Azul, ambos localizados na área internacional do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

“A flexibilização das restrições sanitárias determinadas pela Anvisa passa a permitir esses serviços, porém, a obrigatoriedade do uso de máscaras nos voos se mantem”, indica a companhia aérea brasileira.

Para a Azul, este regresso à normalidade no serviço de bordo, assim como nas atividades infantis e duches, é possível graças “à ampla cobertura vacinal e à diminuição dos casos de COVID-19 no Brasil e no mundo”.

“Estávamos ansiosos para poder retomar o nosso tradicional e tão querido serviço de bordo, uma marca inigualável da Experiência Azul, e de que os nossos clientes tanto sentiam falta. Implementaremos as medidas já a partir do dia 22, tornando a jornada de cada cliente única e especial”, destaca Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

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TACV vai reforçar operação de Portugal a partir de 04 de julho

A companhia aérea cabo-verdiana TACV anunciou que vai passar para um total de sete o número de voos semanais que opera do arquipélago para Portugal, a partir de 04 de julho: três da Praia, dois do Sal e dois de S. Vicente.

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Em comunicado, citado pela Lusa, a Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) anuncia que vai aumentar a partir daquela data para três ligações semanais (atualmente são duas) as ligações entre Praia e Lisboa, realizando-se às quartas, sextas e domingos, com regresso à capital cabo-verdiana às segundas, quintas e sábados.

Com este reforço a TACV passa também a voar da ilha do Sal para Lisboa às quartas e sábados (atualmente há uma ligação por semana) e regresso às segundas e sextas, e de São Vicente para a capital portuguesa às segundas e quintas (um voo atualmente por semana) e regresso à ilha cabo-verdiana às quartas e domingos, já com recurso ao Boeing 737-700 fornecido pela angolana TAAG em regime de ‘leasing’.

“A TACV – Cabo Verde Airlines vem, gradualmente, ajustando a operação com base na evolução da pandemia da covid-19 e a recuperação dos mercados emissores”, lê-se no comunicado da companhia, referindo ainda que “já está a operar com tripulação mista, tripulação angolana e cabo-verdiana”, mas o objetivo é “operar com tripulação 100% cabo-verdiana no início do mês de junho”.

Conforme refere notícia da Agência Lusa, a presidente do conselho de administração da TACV, Sara Pires, disse esta segunda-feira, no parlamento, que a companhia está em processo para contratar um avião para retomar as operações ainda este ano para Boston, Brasil e Paris.

Num balanço aos quase cinco meses da retoma das operações, a executiva disse que têm estado a decorrer num bom ritmo, com uma “excelente taxa de ocupação” na rota de e para a Praia, com média de 80%.

Em relação aos voos de e para São Vicente, avançou que têm tido uma taxa de ocupação média à volta de 75%, considerada boa, mas o mesmo já não se pode dizer para o Sal, entre 45% e 50%.

Sara Pires justificou essa baixa taxa com o facto de Sal, que começou em fevereiro, ser um mercado turístico e não da “saudade”, mas garantiu que já há um operador turístico que comprou os voos de verão, como forma de rentabilizar a rota aérea.

Refira-se que Portugal é, atualmente, o único país de destino da TACV desde que retomou a operação, já de novo nas mãos do Estado cabo-verdiano, em dezembro de 2021, apenas com um avião e duas ligações semanais entre a Praia e Lisboa.

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IATA reforça apelo para fim das restrições na Ásia-Pacífico

A IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19, “há uma reação positiva imediata dos viajantes”.

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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) voltou esta terça-feira, 17 de maio, a insistir no apelo para o fim das restrições às viagens na Ásia-Pacífico, de forma a acelerar a recuperação turística na região.

Num comunicado enviado à imprensa, a IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19 “há uma reação positiva imediata dos viajantes”, pelo que, alerta a associação, o levantamento das medidas ainda em vigor deve ser rápido, até porque há “empregos em jogo e as pessoas querem viajar”.

Segundo a IATA, em março, a procura internacional de passageiros na região Ásia-Pacífico atingiu 17% dos níveis pré-COVID, depois de ter ficado abaixo de 10% na maior parte dos últimos dois anos, o que, mesmo assim, continua muito abaixo da média do resto do mundo.

“Isso está muito abaixo da tendência global, onde os mercados recuperaram para 60% dos níveis pré-crise. O atraso é por causa das restrições do governo. Quanto mais cedo elas forem levantadas, mais cedo assistiremos a uma recuperação no setor de viagens e turismo na região, com todos os benefícios económicos que isso trará”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Desta forma, a IATA insiste para que os Governos dos países da Ásia-Pacífico levantem todas as restrições que ainda estão em vigor, a exemplo das limitações para viajantes vacinados, da remoção da obrigação de teste ou quarentena para viajantes não vacinados e que sejam provenientes de zonas onde existem altos níveis de imunidade e da suspensão do uso obrigatório de máscara facial nas viagens aéreas em países onde o seu uso já não seja obrigatório em locais fechados e transportes públicos.

“Apoiar e, mais importante, acelerar a recuperação exigirá toda uma abordagem da indústria e do governo. As companhias aéreas estão a trazer de volta os voos. Os aeroportos precisam de ser capazes de lidar com a procura. E os governos precisam ser capazes de processar as autorizações de segurança e outra documentação com eficiência”, considera Willie Walsh.

Como exemplo de países asiáticos que vivem realidades distintas, Willie Walsh aponta a China e o Japão, o primeiro dos quais continua totalmente fechado ao turismo, enquanto o segundo já voltou a permitir viagens aéreas internacionais, ainda que, segundo a IATA, não tenha um plano claro para a reabertura do país, numa lacuna que deve ser colmatada.

“É preciso fazer mais para facilitar ainda mais as restrições de viagem, começando com o levantamento da quarentena para todos os viajantes vacinados e removendo o teste de chegada no aeroporto e o limite diário de chegada. Exorto o governo do Japão a dar passos mais ousados ​​para a recuperação e abertura das fronteiras do país”, acrescentou Walsh.

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Emirates retoma segundo voo diário para Lisboa em julho

Informação foi divulgada pelo Turismo do Dubai esta terça-feira, 17 de maio, durante uma apresentação em Lisboa, que deu a conhecer as novidades do destino.

Inês de Matos

A Emirates vai retomar em julho o segundo voo diário entre a capital portuguesa e o Dubai, revelou esta terça-feira, 17 de maio, Cibele Moulin, gerente sénior de Operações Internacionais do Turismo do Dubai.

“Estamos com um voo diário da Emirates, é um voo direto de Lisboa para o Dubai, e agora, a partir de julho, a Emirates retoma o segundo voo diário”, revelou a responsável, que esteve em Lisboa para apresentar o destino Dubai aos jornalistas portugueses.

De acordo com Cibele Moulin, com a retoma da segunda frequência diária entre Lisboa e o Dubai, que tinha sido suspensa com a chegada da pandemia, o número de ligações aéreas entre Portugal e o Dubai já está “quase no nível que existia antes da pandemia”, faltando apenas a retoma do voo do Porto.

“Antes, a Emirates voava do Porto também e, talvez, no futuro possamos retomar esse voo. De momento, Lisboa é o principal mercado e temos dois voos a partir de julho”, acrescentou a responsável, mostrando-se convicta que a retoma dos voos é fundamental para que também o número de turistas portugueses que visita o Dubai regresse aos níveis do passado.

O mercado português, revelou também Cibele Moulin, recuperou no primeiro trimestre de 2022 e já superou em 33% os números até março do período pré-pandemia, o que levou a que, neste período, o mercado nacional até tenha reagido “um pouco acima da média global do destino”.

“O mercado português, em especial, recuperou 60% do volume que tínhamos pré-pandemia. Ou seja, o mercado português até reagiu um pouco acima da média global do destino. Isso é muito bom para nós”, considerou a responsável.

Globalmente, o Dubai recebeu, nos primeiros três meses do ano, cerca de quatro milhões de turistas estrangeiros, o que indica uma recuperação de 44% face aos perto de 7,3 milhões de turistas que o destino tinha recebido nos primeiros três meses de 2021.

“Ou seja, recuperámos já do ano passado quase metade do que tínhamos antes da pandemia. É uma recuperação bastante rápida”, congratula-se Cibele Moulin, revelando que a Expo Dubai, que decorreu entre outubro do ano passado e março deste ano, motivou 24 milhões de visitas ao destino.

Além da Expo Dubai, a responsável do Turismo do Dubai considera que importante para a retoma do turismo internacional foi também a reabertura antecipada do destino, que foi um “dos primeiros destinos a abrir na pandemia”, além do facto do Dubai ter mantido sempre uma “constância em relação aos requisitos”, que conferiu maior confiança aos turistas.

Nesta apresentação em Lisboa, Cibele Moulin deu também a conhecer as novas atrações do destino que, mesmo na pandemia, não parou os investimentos que estavam planeados em novas atrações, a exemplo do Museu do Futuro, que nos transporta para o ano de 2071 e que já foi distinguido pela arquitetura; do Deep Dive Dubai; do Sky Views Observatory; da Aura Sky Pool ou do Ain Dubai, que consiste na maior roda gigante do mundo.

Atualmente, o Turismo do Dubai tem em vigor uma campanha especial no mercado português, que foi lançada em abril e que oferece sete noites de alojamento pelo preço de cinco, com Cibele Moulin a revelar que, devido a este tipo de campanhas, a estada média dos turistas portugueses no Dubai está a subir e já 5,4 noites, quando ainda em 2019 estava nas duas ou três noites.

“O Dubai vê Portugal como um mercado com muito potencial e é por isso que estamos a investir tanto na promoção”, concluiu a responsável, indicando que o Turismo do Dubai tem vindo também a investir na proximidade aos operadores turísticos e na formação para agentes de viagens portugueses, ao mesmo tempo que tem vindo a promover famtrips ao destino.

 

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euroAtlantic airways realiza 11.º voo entre Lisboa e Díli no 20.º aniversário da independência de Timor

No voo da EAA para Díli viajaram “várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP”, que se deslocaram até à capital timorense para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste.

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A euroAtlantic airways (EAA) realizou na noite desta terça-feira, 17 de maio, o 11.º voo entre a capital portuguesa e Díli, numa operação que assinala os 20 anos da restauração da independência de Timor-Leste, informou a companhia aérea portuguesa em comunicado.

No voo da EAA para Díli viajaram “várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP”, que se deslocaram até à capital timorense para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste.

“Este décimo primeiro voo da euroAtlantic airways entre Lisboa e Díli é mais um marco na história da empresa, que se afirma como a única companhia portuguesa a realizar a ligação entre a capital portuguesa e a capital timorense, algo que a companhia quer continuar a garantir e até mesmo reforçar, já que esta ligação é vista como de extrema importância para os dois países”, refere a companhia aérea em comunicado, revelando que o voo de regresso a Lisboa decorre a 20 de maio.

Para Eugénio Fernandes, CEO da EAA, esta operação representa “um orgulho” para a companhia aérea, que assim permite que “tantos portugueses e timorenses possam deslocar-se durante o ano entre os dois países, de forma rápida, segura e com grande flexibilidade em termos de reserva de datas dos seus voos”.

“Somos, pois, a garantia de que os dois países irmãos continuam a ter uma ligação aérea através de uma companhia portuguesa. Fazemo-lo com muita honra, sem qualquer tipo de ajudas, sabendo que prestamos um serviço importante aos dois países”, destaca o responsável.

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Israel vai subsidiar companhias aéreas que voem da Europa para Eilat

As companhias aéreas que queiram operar voos da Europa para o Aeroporto Ramon, na estância turística israelita de Eilat, no próximo inverno, vão receber um subsídio do governo de Israel.

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De acordo com a diretriz emitida pelo Ministério do Turismo de Israel, cada companhia aérea que opera um serviço direto para Eilat receberá um subsídio de 60 euros por passageiro.

A companhia aérea terá direito ao subsídio para um máximo de 75 voos semanais a partir do mesmo aeroporto, voando de 1 de setembro de 2022 até ao final de maio de 2023, exceto nos períodos de férias de 9 a 16 de outubro de 2022 e de 5 a abril 13 de setembro de 2023. O prazo para solicitar o auxílio é até 1 setembro deste ano.

Com este convite, Israel pretende promover Eilat como centro turístico, que, como o resto do país, foi afetado pela pandemia.

Refira-se que Eilat e o sul do país são um destino quente, com muitas horas de sol por ano, com atividades culturais para desfrutar na cidade, com o deserto de Negev e todo um conjunto de desportos.

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Emirates reduz perdas em 80% no último ano fiscal

No último ano fiscal, que terminou a 31 de março, a Emirates apresentou um prejuízo de 1.100 milhões de dólares, valor que traduz uma descida de 80% face às perdas de 5.500 milhões de euros do anterior ano fiscal.

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A Emirates apresentou, no último ano fiscal, que terminou a 31 de março, um prejuízo de 1.100 milhões de dólares, valor que traduz uma descida de 80% face às perdas de 5.500 milhões de euros que a companhia aérea do Dubai tinha apresentado no anterior ano fiscal, que tinha ficado marcado pela impacto da COVID-19.

De acordo com um comunicado da companhia aérea divulgado esta segunda-feira, 16 de maio, no último ano fiscal, a Emirates alcançou receitas no total de 16,1 mil milhões de dólares, o que corresponde a um aumento de 91% face ao ano anterior, com a Emirates a indicar que se nota uma “forte procura dos clientes à medida que as restrições de viagens diminuem em todo o mundo”.

Na informação divulgada, a Emirates refere que também aumentou a capacidade e retomou várias ligações aéreas, considerando, por isso, que os resultados do último ano fiscal “mostram uma forte recuperação em todos os negócios”.

“A forte procura dos clientes levou a uma grande melhoria no desempenho financeiro em comparação com as perdas sem precedentes do ano passado”, congratula-se Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e CEO do Grupo Emirates.

Este ano, acrescenta o responsável, a Emirates está focada na recuperação das suas “operações com rapidez e segurança, onde quer que as restrições relacionadas com a pandemia tenham diminuído”.

Recorde-se que, no último ano, a Emirates recebeu um apoio de 956 milhões de euros do Estado do Dubai, que é o seu principal acionista, isto depois de, no ano anterior, ter registado cerca de 6.000 milhões de euros de perdas, naquela que foi a primeira vez em quase 30 anos de história que a Emirates apresentou prejuízo.

 

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Ryanair reduz perdas e estima ultrapassar tráfego pré-pandemia no próximo ano

No último ano fiscal, a Ryanair reduziu o prejuízo em 56,4%, aumentou o volume de negócios em 193% e registou uma “forte recuperação” do tráfego, ainda que só em 2023 conte ultrapassar o valor pré-pandemia.

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A Ryanair revelou esta segunda-feira, 16 de maio, que registou um prejuízo de 355 milhões de euros no último ano fiscal (até 31 de março), valor que fica 56,4% abaixo do registado em igual período do ano passado, quando a transportadora aérea low cost tinha apresentado perdas de 815 milhões de euros.

De acordo com os resultados revelados pela companhia aérea, no último ano fiscal, a Ryanair viu o volume de negócios aumentar 193%, para 1,64 mil milhões de euros, enquanto a tarifa aérea média caiu 27%, para 27 euros, devido à pandemia da COVID-19 e à guerra na Ucrânia.

Já as receitas totais aumentaram 190% para 4,80 mil milhões de euros, com a Ryanair a indicar que “a receita auxiliar apresentou um desempenho sólido, gerando mais de 22 euros por passageiro à medida que o tráfego se recuperava e os hóspedes optavam cada vez mais por embarque prioritário e assentos reservados”.

Apesar do impacto da pandemia e do conflito militar, a Ryanair registou uma “forte recuperação” no tráfego de passageiros, subindo de 27,5 milhões de passageiros em 2021 para 97,1 milhões em 2022, embora este número tenha ficado 35% abaixo dos níveis pré-pandémicos.

A companhia aérea está otimista quanto ao futuro e diz mesmo que as reservas têm vindo a aumentar nas últimas semanas, ainda que não ao nível dos anos anteriores à pandemia, com a Ryanair a indicar que também os preços precisam de ser estimulados.

“Há, no entanto, uma procura reprimida e estamos cautelosamente otimistas de que as tarifas de pico do verão de 2022 ficarão um pouco acima dos níveis de pico do verão de 2019 (pré-Covid)”, indica a Ryanair, na informação divulgada esta segunda-feira, 16 de maio.

Para 2023, a Ryanair estima um aumento de tráfego para 165 milhões de passageiros, valor que deverá ultrapassar os 97 milhões de passageiros previstos para o ano fiscal de 2022 e os 149 milhões de passageiros que a companhia aérea tinha transportado antes da pandemia.

Ainda assim, a Ryanair mantém-se cautelosa nas previsões de lucro, uma vez que, explica a companhia aérea, devido à COVID-19 e ao conflito militar na Ucrânia, assim como ao “risco contínuo de fluxos de notícias adversos em ambos os tópicos, é impraticável (se não impossível) fornecer uma orientação de lucro sensível ou precisa, neste momento”.

 

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Viagens Abreu, Go4Travel e Wamos Portugal vencem TAP Awards

No mercado português, os vencedores foram a Viagens Abreu, Go4Travel e Wamos Portugal, que foram distinguidos nas categorias Best seller South Atlantic Portugal, Best seller Worldwide Portugal e Top seller Executive Class Portugal, respetivamente.

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A TAP voltou esta quinta-feira, 12 de maio, a distinguir os agentes de viagens que maior número de bilhetes da companhia aérea vendem, no regresso dos TAP Awards que, em Portugal, distinguiram a Viagens Abreu, Go4Travel e Wamos Portugal.

O evento, que regressou esta quinta-feira depois de ter estado suspenso durante dois anos devido à pandemia da COVID-19, decorreu na Quinta da Pimenteira, em Lisboa, e contou com a participação de representantes do setor de Viagens e Turismo de Portugal, Brasil, Estados Unidos da América e principais mercados da Europa, assim como Christine Ourmières-Widener, CEO da TAP.

De acordo com a TAP, este prémios reconhecem, anualmente, os agentes de viagens que se distinguiram, no ano anterior, “pelo volume de vendas efetuado, sublinhando-se assim o reconhecimento da companhia aérea pela importância dos seus parceiros privilegiados de negócio para o desenvolvimento da atividade e dinamização da indústria de viagens e turismo e contributo que dão para a consolidação das vendas e sustentabilidade da transportadora”.

No mercado português, os vencedores foram a Viagens Abreu, Go4Travel e Wamos Portugal, que foram distinguidos nas categorias Best seller South Atlantic Portugal, Best seller Worldwide Portugal e Top seller Executive Class Portugal, respetivamente.

No total, a TAP entregou 36 prémios. Confira a lista de premiados abaixo:

BEST SELLERS OF DESTINATION PORTUGAL

Best seller of Destination Portugal USA – Fareportal

Best seller of Destination Portugal Canada – Skylink

Best seller of Destination Portugal Brazil – CVC Corp

Best seller of Destination Portugal Africa – Realvitur (Angola)

Best seller of Destination Portugal UK – Latitude Forty

Best seller of Destination Portugal France – MZ Voyages

Best seller of Destination Portugal Italy – Gattinoni

Best seller of Destination Portugal Spain – Nautalia

Best seller of Destination Portugal Germany – TUI

BEST SELLERS WORLDWIDE

Best seller Worldwide USA – Expedia

Best seller Worldwide Canada – Expedia

Best seller Worldwide Brazil – Confiança

Best seller Worldwide Africa – Alive Travel (Angola)

Best seller Worldwide UK – Brightsun Travel

Best seller Worldwide France – Selectour

Best seller Worldwide Italy – Welcome Travel Group

Best seller Worldwide Spain – Viajes El Corte Ingles

Best seller Worldwide Germany – AERTiCKET

TOP SELLERS EXECUTIVE

Top seller Executive Class USA – Internova Group

Top seller Executive Class Canada – AMEX GBT

Top seller Executive Class Brazil – BeFly

Top seller Executive Class Africa – Cotur (Mozambique)

Top seller Executive Class UK – TripActions

Top seller Executive Class France – Manor

Top seller Executive Class Italy – Uvet

Top seller Executive Class Spain – Avoris

Top seller Executive Class Germany – DER Touristik Deutschland

BEST SELLERS PORTUGUESE MARKET

Best seller South Atlantic Portugal – Viagens Abreu

Best seller Worldwide Portugal – Go4travel

Top seller Executive Class Portugal – Wamos Portugal

BEST SELLERS TMC

Best seller Worldwide – AMEX GBT

Top seller Executive Class – CWT

BEST SELLERS OTA

Best seller Worldwide – Etraveli

Top seller Executive Class – Expedia

BEST SELLERS CORPORATE

Best seller Worldwide – Grupo Mota-Engil

Top Performance – Netjets

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Transavia assinala 15.º aniversário em Portugal com aumento de 23% na oferta

A Transavia assinalou o 15.º aniversário em Portugal com um aumento de oferta de 23% face a 2019, o que representa “1,5 milhões de lugares em Portugal esta época estival”.

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A Transavia assinalou esta quinta-feira, 12 de maio, o 15.º aniversário da sua operação em Portugal, data que, informou a companhia aérea em comunicado, foi assinalada com um aumento de oferta de 23% face a 2019, o que representa “1,5 milhões de lugares em Portugal esta época estival”.

“A história de sucesso da Transavia France começou a 12 de Maio de 2007 com um voo inaugural operado entre Paris-Orly e Porto. Uma década e meia depois, Portugal é e continua a ser um mercado emblemático e histórico para a companhia aérea e, além disso, um símbolo da confiança de todos os nossos clientes de lazer e negócios”, sublinha a companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM.

Neste verão, a Transavia vai operar 24 rotas, incluindo quatro novas ligações, três das quais com destino aos Açores, numa operação que conta também com um forte aumento de frequências.

“Após um período longo e disruptivo, a abertura de quatro novas rotas e o forte aumento de frequências no mercado para um total de 1,5 milhões de lugares propostos este verão, um aumento de 23% face ao período homólogo de 2019, é a melhor prova do nosso compromisso de longo prazo com este mercado histórico, resiliente e estratégico para as nossas operações globais”, afirma Nicolas Hénin, Chief Chief Commercial Officer of Transavia France.

O 15.º aniversário da Transavia em Portugal é também assinalado pela ANA – Aeroportos de Portugal, com Francisco Pita, Chief Commercial Officer da empresa que gere os aeroportos nacionais a destacar que “a Transavia, um importante  parceiro da VINCI Airports na Europa, tem vindo a crescer de forma consistente até se tornar a 4ª maior companhia aérea a operar em Portugal, com de 20 milhões de passageiros transportados”.

“Este verão estará presente pela primeira vez nos 5 principais aeroportos em Portugal: depois de Lisboa, Porto, Faro, Madeira, a Transavia adicionou Ponta Delgada. Estes resultados expressam o elevado nível de envolvimento da ANA|VINCI Airports no desenvolvimento de rotas, num esforço coordenado com as companhias aéreas e parceiros e o forte compromisso que a ANA|VINCI Airports assumem para assegurar o desenvolvimento sustentável das nossas infraestruturas, serviços e comunidades envolventes”, acrescenta o responsável.

A Transavia já iniciou três das quatro novas rotas anunciadas para Portugal este verão, concretamente Porto – Ponta Delgada (doméstico), Paris – Ponta Delgada (via Porto) e Porto – Brest. A 24 de abril, a transportadora começou também a voar entre Amesterdão-Schiphol e Ponta Delgada e, em julho, vai iniciar ainda a operação entre Paris – Ponta Delgada.

Além das novas rotas, a Transavia está também a reforçar o número de frequências, aumentando em 10 ligações os voos entre Paris e Faro, cinco entre Paris e o Funchal, e oito entre Paris e o Porto.

A Transavia diz, no entanto, que o programa de voos se mantém “em constante evolução e continua sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa”.

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