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Air Transat celebra 30.º aniversário e aumenta voos de Portugal para o Canadá

Companhia aumenta voos para o Canadá, à partida de Lisboa, Porto e Faro.

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Air Transat celebra 30.º aniversário e aumenta voos de Portugal para o Canadá

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A Air Transat celebrou na passada segunda-feira, 13 de Novembro, o seu 30.º aniversário, data em que a companhia anunciou um aumento de voos à partida de Portugal para o Canadá, reforço que se vai manter ao longo de todo o ano e que inclui um maior número de voos desde Lisboa, Porto e Faro.

O reforço da Air Transat inclui voos directos e de conexão, por meio de Montreal e Toronto, com a operação de Lisboa a passar a cinco voos por semana para Toronto e quatro voos por semana para Montreal, segundo comunicado da companhia à imprensa.

À partida do Porto, a Air Transat passa a contar com voos para Toronto e Montreal duas vezes por semana, enquanto os passageiros de Faro poderão viajar a Toronto ou Montreal uma vez por semana.

Além das novidades para Portugal, a Air Transat apresentou também, no dia do 30.º aniversário, o novo design das aeronaves, que “reflecte a evolução da companhia ao longo destes 30 anos e permanece fiel à promessa da Air Transat: iluminar o dia a dia com a alegria das férias”, destaca a transportadora aérea canadiana.

 

 

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easyJet passa a operar no Terminal 1 do aeroporto de Lisboa

A ANA – Aeroportos de Portugal diz que a mudança, que inclui também a passagem da Eurowings e Vueling para o Terminal 2, visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

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A easyJet vai passar a operar no Terminal 1 do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, a partir de 30 de outubro, numa alteração que, segundo a ANA – Aeroportos de Portugal, visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

De acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais, esta mudança acontece depois de se terem registado “alterações das quotas de mercado das companhias aéreas” que operam na infraestrutura aeroportuária da capital portuguesa.

Para a easyJet, esta mudança não poderia ser vista com maior entusiasmo, uma vez que, indica a transportadora aérea low cost em comunicado, esta solução vem reforçar a posição da easyJet enquanto “companhia aérea número dois na capital portuguesa” e “oferece a todos os passageiros um maior conforto e torna a experiência de viagem mais fácil e melhor”.

“Estamos bastante satisfeitos e orgulhosos com a passagem da easyJet para o Terminal 1 no Aeroporto de Lisboa, o que significa mais um grande passo para o nosso crescimento sustentado em Portugal, nomeadamente em Lisboa. Esta oportunidade, aliada à nossa recente expansão de operações na capital portuguesa, proporciona uma melhor experiência de viagem, sobretudo para os passageiros que viajam em trabalho e que, por isso, se deslocam com uma maior frequência entre as cidades europeias”, afirma José Lopes, country manager da easyJet Portugal.

Mas, além da passagem da easyJet para o Terminal 1, há mais mudanças previstas no aeroporto de Lisboa a partir de 30 de outubro, uma vez que também a Eurowings e a Vueling mudam de terminal de partida, passando a operar no Terminal 2 do aeroporto lisboeta.

Para mais informações, a ANA – Aeroportos de Portugal pede aos passageiros que contactem a companhia aérea ou consultem o website do aeroporto de Lisboa.

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Grupo SATA melhora resultados comerciais e operacionais no trimestre do verão

As companhias aéreas do Grupo SATA, a Azores Airlines e a SATA Air Açores, apresentaram uma melhoria nos resultados comerciais e operacionais no trimestre do verão, que permitiu uma aproximação aos resultados de 2019.

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As companhias aéreas do Grupo SATA, a Azores Airlines e a SATA Air Açores, apresentaram uma melhoria nos resultados comerciais e operacionais no trimestre do verão, que permitiu uma aproximação aos resultados de 2019.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 19 de outubro, o grupo de aviação açoriano revela que a Azores Airlines obteve um EBITDA (Resultados Antes de Juros, Impostos, Depreciações e Amortizações) de 18,1 milhões de euros entre julho e setembro, enquanto as receitas chegaram aos 90,2 milhões de euros.

“Estes valores comparam muito favoravelmente com o trimestre equivalente de 2019, ano anterior à pandemia, em que a companhia registou EUR 7,3 milhões de EBITDA com Receitas totais de EUR 64,6 milhões”, indica o Grupo SATA.

Tal como os resultados comerciais, também os resultados operacionais apresentaram uma melhoria, com a companhia aérea do Grupo SATA que realiza voos internacionais a transportar, entre julho e setembro, um total de 421 mil passageiros, o que traduz uma subida de 25,7% face a igual período de 2019, quando a companhia tinha transportado 335 mil passageiros.

“Determinante para o desempenho neste Verão de 2022 foram o desenvolver de uma estratégia comercial de forte proximidade com passageiros e agentes de mercado e um desempenho operacional robusto que possibilitou à Azores Airlines ultrapassar os graves problemas operacionais que marcaram o Verão nos vários aeroportos europeus e americanos”, acrescenta o grupo, revelando que, apesar do contexto difícil, a companhia “conseguiu concretizar a generalidade da sua operação”, apesar da pressão adicional sobre a pontualidade.

O grupo de aviação açoriano diz ainda que os “resultados continuaram a ser fortemente impactados pela conjugação do aumento de preço dos combustíveis com a desvalorização do euro face ao dólar”, uma vez que, até setembro, o preço do combustível subiu 91,4%, para praticamente o dobro face a 2019.

“Nos primeiros nove meses do ano, o custo de combustível representa 36,5% dos custos versus 18,8% em 2019”, refere ainda o Grupo SATA, revelando que, apesar disso, no trimestre do verão, a Azores Airlines registou um resultado liquido de 3,3 milhões de euros.

Tal como a Azores Airlines, também a SATA Air Açores “teve um excelente desempenho neste período”, que foi marcado pelo aumento da mobilidade inter-ilhas, o que “exigiu a introdução de uma nova aeronave Dash Q400 para
responder ao aumento da procura”.

A companhia do Grupo SATA que realiza os voos entre as ilhas do arquipélago registou, no trimestre do verão, um EBITDA de 5,8 milhões de euros, valor que compara com os 2,9 milhões de euros apurados em igual período de 2019.

Já as receitas da SATA Air Açores chegaram aos 31,2 milhões de euros, valor que traduz uma forte melhoria face aos 22,5 milhões de euros apurados no mesmo período de 2019.

A nível operacional, também se registaram melhorias na SATA Air Açores, que transportou 336 mil passageiros no trimestre do verão, mais 19,0% do que os 283 mil transportados em período homólogo de 2019.

Apesar de menos exposta à questão do preço do combustível, também na SATA Air Açores o custo desta rubrica subiu e chegou aos 8,2 milhões de euros entre julho e setembro, o que representa “o dobro dos 4,1 milhões de euros em 2019”. Já o resultado liquido do trimestre de verão foi contabilizado em 3,9 milhões de euros.

Na informação divulgada, o Grupo SATA diz ainda que, este ano, o principal desafio prende-se “com a tesouraria da operação”, uma vez que o elevado preço do combustível, aliado ao enfraquecimento do euro, à ausência de compensação nas Obrigações de Serviço Público para o Continente e aos elevados encargos da divida histórica, “condicionam continuamente a atividade, absorvendo uma parte desproporcional dos recursos libertos”.

Ainda assim, o grupo de aviação açoriano considera que, a concretizarem-se as reservas de tráfego, e consequente receita no último trimestre do ano, “ambas as companhias aéreas devem registar o melhor ano de sempre nestas rubricas, bem como uma melhoria de Resultados Operacionais face a 2019”.

“No global, apesar dos fatores adversos, a recuperação da SATA está em linha
com o traçado no Plano de Restruturação aprovado pela Comissão Europeia”, acrescenta o grupo.

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NAV Portugal garante que novo sistema de gestão de tráfego aéreo vai permitir operação “mais eficiente e sustentável”

Segundo a empresa que gere o tráfego aéreo nacional, este sistema permite melhorar a “capacidade para otimizar rotas e a prazo recuperar atrasos, e assim contribuir para poupar combustível e reduzir a pegada de carbono”.

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A NAV Portugal está a mudar para o TOPSKY, novo sistema de gestão de tráfego aéreo que, segundo a empresa, vai permitir “uma operação mais eficiente e sustentável”.

“Hoje migrámos para um novo sistema de gestão de tráfego aéreo: o inovador TOPSKY vai reforçar ainda mais o nosso impacto para um mundo mais eficiente e sustentável. Permite-nos reforçar a segurança da nossa atividade, com mais tecnologia que suporta a nossa equipa para melhores e mais rápidas decisões”, indica a NAV Portugal.

De acordo com a empresa que gere o tráfego aéreo nacional, este sistema vai também permitir melhorar a “capacidade para otimizar rotas e a prazo recuperar atrasos, e assim contribuir para poupar combustível e reduzir a pegada de carbono”.

A NAV Portugal diz que a migração para o TOPSKY foi “árdua e trabalhosa”, tendo sido preparada ao longo de dois anos, num trabalho que nem o contexto pandémico parou.

Apesar do trabalho árduo, a NAV Portugal diz estar agora melhor preparada e disponível para “o crescimento incessante do tráfego aéreo, os desafios tecnológicos do Céu Único Europeu e o mundo em constante mudança”.

A empresa que gere o tráfego aéreo nacional garante ainda que tudo vai fazer para “minimizar qualquer perturbação que esta necessária transição possa causar”, ainda que esteja previsto um alargamento temporário do horário noturno nos aeroportos do continente e da Madeira, até às 02h00 e a partir das 05h00, de forma a “garantir todos os requisitos de segurança”.

 

 

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Créditos: Pascal Pigeyre

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Virgin Atlantic já voa com A330neo

Virgin Atlantic encomendou 13 aviões A330neo com a intenção de eventualmente expandir a frota para 16 aeronaves.

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A Virgin Atlantic recebeu o seu primeiro Airbus A330neo aircraft, em leasing com a Air Lease Corporation (ALC), aeronave que irá, segundo a companhia, “desempenhar um papel fundamental na transformação da frota, sendo o 50.º aparelho Airbus da companhia aérea sedeada no Reino Unido.

A Virgin Atlantic torna-se, assim, no primeiro operador deste modelo no Reino Unido, tendo encomendado 13 aviões A330neo (seis em locação da ALC) com a intenção de eventualmente expandir a frota para 16.

A família A330 é considerada a aeronave widebody mais popular de sempre em termos de clientes e rotas, enquanto a flexibilidade do A330neo no mercado de médio a longo alcance é “inigualável”, salienta a Airbus em comunicado.

“O A330neo, equipado com motores Rolls-Royce Trent 7000, traz custos operacionais por assento dois dígitos mais baixos e tem menos 25% de queima de combustível e emissões de carbono em comparação com a geração anterior de aeronaves concorrentes”, refere a Airbus.

Esta aquisição por parte da Virgin proporciona aos pilotos uma “uniformização da frota” do Virgin Atlantic A330-A350 e uma experiência aos passageiros sem descontinuidades, uma vez que o Virgin Atlantic já opera nove aviões A350-1000 de última geração.

Beneficiando da maior taxa de bypass dos motores Trent, o Trent 7000 oferece uma melhoria significativa da queima de combustível por assento em comparação com o seu antecessor e reduzirá significativamente o ruído dos aviões. Está certificado para operar com uma mistura de 50% de Combustíveis de Aviação Sustentáveis (SAF); o voo de entrega da aeronave de Toulouse para Londres Heathrow voou com uma mistura de 35% de SAF.

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Transporte aéreo de passageiros cresce 63,1% em agosto mas continua abaixo de 2019

Os aeroportos nacionais movimentaram, em agosto, 6,3 milhões de passageiros, valor que traduz um crescimento de 63,1% face a agosto do ano passado, mas que ainda fica 1,9% abaixo do registado em 2019, segundo o INE.

Inês de Matos

Os aeroportos nacionais movimentaram, em agosto, 6,3 milhões de passageiros, número que representa um crescimento de 63,1% face a agosto do ano passado, mas que ainda fica 1,9% abaixo do registado no mesmo mês de 2019, antes da pandemia, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados divulgados pelo INE esta segunda-feira, 17 de outubro, mostram que, “em agosto de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 99,4 mil passageiros nos aeroportos nacionais (104,3 mil no mês anterior), aproximando-se do valor observado em agosto de 2019 (101,3 mil)”.

“O ano 2022 tem revelado uma tendência de aproximação aos níveis registados no período pré-pandémico”, destaca o INE, no comunicado que acompanha as estatísticas rápidas do transporte aéreo de agosto.

Do total de passageiros desembarcados em território nacional, 79,0% corresponderam a tráfego internacional, quando em igual mês do ano passado este valor era de 74,4%, e foram essencialmente provenientes do continente europeu, representando 65,2% do total.

Já nos passageiros embarcados, 80,0% corresponderam a tráfego internacional, quando em agosto do ano passado eram 75,6% do total, e tiveram como principal destino aeroportos no continente europeu, que representaram 67,5% do total.

No oitavo mês do ano, os aeroportos nacionais receberam ainda 22,9 mil aeronaves em voos comerciais, o que corresponde a uma descida de 1,4% no número de aeronaves aterradas face a 2019.

Porto com maior aproximação a 2019 no acumulado

No acumulado de janeiro a agosto, o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 203,3% face a igual período do ano passado, ainda que, numa comparação com o acumulado de 2019, se continua a registar uma descida de 9,3%.

Por aeroportos, Lisboa representou quase metade dos passageiros recebidos pelos aeroportos nacionais entre janeiro e agosto, com 48,8% do total de passageiros, o que representa 18,0 milhões. O aeroporto lisboeta registou mesmo um crescimento de 229,7% face a igual período de 2021, ainda que, em comparação com o mesmo período de 2019, se mantenha uma descida de 13,6%.

Apesar disso, o INE diz que, entre os três aeroportos nacionais com maior tráfego de passageiros, foi em Faro que se registou o maior crescimento face a 2021 (+272,9%), enquanto o Porto apresentou a maior aproximação aos níveis de 2019 (-6,8%).

Por mercados, o Reino Unido foi o principal país de origem e de destino dos voos e, entre janeiro e agosto, registou um crescimentos de 416,4% no número de passageiros desembarcados e 450,8% no número de passageiros embarcados face a 2021, o que, diz o INE, se fica a dever ao “encerramento do corredor aéreo entre Portugal e o Reino Unido em grande parte do período em análise em 2021”.

A segunda posição foi para a França, que registou subidas de 143,6% nos passageiros desembarcados e 150,9% nos passageiros embarcados, enquanto Espanha  ocupou a terceira posição como principal país de origem e de destino.

 

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Governo quer voos diretos entre o Funchal e a Venezuela

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, acredita que a euroAtlantic airways está em boas condições para vir a abrir, no futuro, voos diretos entre o Funchal e a Venezuela.

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O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, aplaudiu este sábado, 15 de outubro, a retoma dos voos da TAP para a Venezuela, mas defendeu que ainda falta abrir voos diretos entre a Venezuela e o Funchal, na Madeira, de onde são originários muitos dos emigrantes portugueses no país.

De acordo com Paulo Cafôfo, as ligações aéreas são fundamentais para que os portugueses na Venezuela possam visitar a sua “terra natal”, motivo pelo qual o governante pede voos diretos entre o Funchal e a Venezuela, assim como a entrada de mais empresas nas operações entre os dois países.

“Queremos mais, queremos mais voos, queremos que possam esses voos responder às necessidades”, afirmou, dando conta de que o avião em que viajou para a Venezuela estava completamente cheio, motivo pelo qual considerou que “são bem-vindas” novas operações de outras companhias aéreas, a exemplo da auroAtlantic airways que, segundo o governante, “tem já aprovados os ‘slots’ e as viagens possíveis para o Funchal”.

“Cabe agora à euroAtlantic, obviamente, desencadear um processo comercial”, acrescentou, salientando que “todo o trabalho feito com muita dedicação e muita vontade de diversas pessoas, tornou possível essa autorização por parte do Instituto Nacional de Aviação Civil, por parte das autoridades venezuelanas”, de modo a que a “operação possa ser bem-sucedida”.

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Governo autoriza aumento de voos noturnos em Lisboa

O regime excecional à operação de aeronaves na infraestrutura aeroportuária lisboeta vai vigorar entre 18 de outubro e 28 de novembro, e destina-se a permitir a mudança de sistema de gestão de tráfego aéreo.

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O Governo autorizou o aeroporto de Lisboa a receber um maior número de voos noturnos, num regime excecional que vai vigorar a partir desta terça-feira, 18 de outubro, até 28 de novembro.

De acordo com a Lusa, que cita uma portaria publicada esta segunda-feira em Diário da República, este regime excecional à operação de aeronaves na infraestrutura aeroportuária lisboeta destina-se a permitir a mudança de sistema de gestão de tráfego aéreo.

A portaria diz que este é o período temporal “estritamente necessário para assegurar o processo de mudança de sistema de gestão de tráfego aéreo, tendo início no dia 18 de outubro e não se prolongando para além” do dia 28 de novembro de 2022.

Com este diploma, o limite de voos noturnos é derrogado e passa a ser permitida a operação entre as 00h00 e as 02h00, bem como entre as 05h00 e as 06h00, não sendo este movimentos aéreos contabilizados.

Apesar do regime excecional, os movimentos vão estar limitados a 168 na semana entre 18 e 23 de outubro, enquanto na semana seguinte podem ser realizados 86 voos. Na terceira semana, o número autorizado é de 75 voos, seguindo-se 45 movimentos na quarta semana, 30 na quinta semana e mais de 20 voos na última semana de regime excecional.

A portaria do Governo prevê ainda que a situação de urgência e excecionalidade do processo seja comunicada à população, incluindo a duração temporal máxima da derrogação e a identificação das zonas sobrevoadas, através de relatórios semanais com indicação do número de voos abrangidos pela derrogação e as medidas de mitigação adotadas conducentes ao controlo das operações e desempenho das aeronaves.

À população deve ainda ser dado conhecimento do relatório final de implementação e acompanhamento do processo de migração do sistema de gestão de tráfego aéreo.

A portaria, que entra em vigor esta terça-feira, foi publicada apesar dos protestos de associações ambientalistas, como a Zero que considera “ilegítimo” que em nome da atualização de um sistema de controlo de tráfego aéreo “os cidadãos de Lisboa e Loures sejam chamados a ser sacrificados com níveis de ruído noturno intoleráveis”.

Em julho, a associação ambientalista Zero denunciou que os níveis de ruído no aeroporto de Lisboa ultrapassam os limites legais e alertou que o regime de restrição de voos noturnos também não é cumprido, citando medições feitas na semana iniciada a 11 de julho e que apontavam para um total de 140 movimentos entre as 00h00 e as 06h00.

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Volotea começa a voar entre Lisboa e Oviedo a 31 de março de 2023

A nova rota da Volotea entre Lisboa e Oviedo, nas Astúrias, arranca a 31 de março de 2023 e vai contar com três voos por semana, às quartas, sextas e domingos.

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A Volotea anunciou a abertura de novas rotas para o próximo verão, com destaque para o lançamento de uma nova ligação entre Oviedo, nas Astúrias, e a capital portuguesa, que vai contar com três ligações aéreas por semana e que arranca a 31 de março de 2023.

No total, a operação da Volotea entre Oviedo e Lisboa vai disponibilizar 34 mil lugares e mais de 200 voos por ano, contando com ligações às quartas, sextas e domingos.

Além da nova rota para Lisboa, que se junta às rotas que a transportadora já opera para Porto e Faro, a Volotea vai também abrir uma nova rota entre Oviedo e Milão, que arranca a 30 de março, também com três frequências semanais, às quartas, sextas e domingos, num total de 34.300 lugares e 220 voos por ano.

Paralelamente, a Volotea vai ainda lançar, para o próximo verão, uma rota entre Bilbao e Roma Fiumicino, que arranca em abril e vai disponibilizar cerca de 160 voos por ano, num total de 25 mil lugares.

Entre Bilbao e Roma, a Volotea vai realizar dois voos por semana, que se somam às rotas internacionais que a companhia aérea já opera desde Bilbao para Cagliari, Nápoles, Veneza, Porto e Atenas.

Em abril do próximo ano, a Volotea lança ainda uma nova rota entre Madrid e Lyon, em França, que vai contar com dois voos por semana, num total de 120 voos por ano e cerca de 22 mil lugares.

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Sevenair quer voar em Portugal com aviões elétricos a partir de 2030

A Sevenair conta adquirir três aviões elétricos, com opção de mais três, da startup sueca Heart Aerospace, aparelhos que podem voar até 200 quilómetros com carga elétrica e têm capacidade para 30 pessoas.

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A Sevenair quer ser a primeira companhia aérea a nível mundial a voar com aeronaves totalmente elétricas, num objetivo apontado para 2030, avança a Lusa, que cita o administrados da companhia aérea regional portuguesa.

“Esperamos que, de acordo com a expectativa, em 2027 ou 2028, a aeronave esteja certificada e em 2030 sejamos a primeira companhia aérea mundial a voar 100% elétrica”, indicou Alexandre Alves à Lusa, explicando que o objetivo é usar o avião ES-30, que é totalmente elétrico e tem capacidade para 30 pessoas.

O aparelho vai ter capacidade para voar até 200 quilómetros com carga elétrica e conta ainda com uma pequena turbina alimentada por combustível sustentável que abastece essas baterias e permite “duplicar a autonomia até 400 quilómetros”.

Segundo Alexandre Alves, trata-se de um projeto “com muita sustentabilidade” e a Sevenair conta adquirir três destes aparelhos projetados pela startup sueca Heart Aerospace, com “opção de mais três”, estimando-se que cada avião possa custar cerca de 10 milhões de euros.

A aeronave ainda está em fase de projeto, de testes, mas o ‘target’ é andar à volta de pouco acima de uma dezena de milhões de euros [cada aeronave]”, revelou o responsável à Lusa, à margem da Portugal Air Summit, em Ponte de Sor.

Alexandre Alves revelou ainda que já existem no mundo outras empresas interessadas na aquisição da aeronave, existindo nesta altura cerca de “400 encomendas”.

“Sendo Portugal um país pequeno e sendo nós operadores de voos muito curtos, a nossa operação e o nosso país são perfeitos para este tipo de aeronave e, por isso, estamos a tentar ser o país lançador e a companhia lançadora”, acrescentou.

Alexandre Alves acredita ainda que esta aeronave “vai mudar o paradigma” do mercado, uma vez que os custos vão “baixar brutalmente”, o que vai permitir reduzir também as tarifas aos passageiros.

“Com uma aeronave que hoje operamos, com 19 lugares e combustível tradicional, estamos a falar de um voo de ida e volta (Lisboa/Évora) que pode custar quatro mil euros e com esta aeronave talvez metade”, exemplificou.

A Sevenair opera em linha aérea regional com voos diários ´charter` para vários destinos em Portugal, como Bragança, Vila Real, Viseu, Cascais ou Portimão.

 

 

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Autarquias de localizações em estudo integram Comissão de Acompanhamento do aeroporto

Segundo uma resolução do Conselho de Ministros, a comissão vai integrar os autarcas de Alcochete, Benavente, Lisboa, Loures, Montijo e Santarém, assim como de localizações que venham a ser propostas.

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A Comissão de Acompanhamento da Comissão Técnica Independente que vai estudar as soluções para o novo aeroporto, presidida por Carlos Mineiro Aires, vai integrar também os presidentes das Câmaras Municipais de localizações em estudo, segundo uma resolução do Conselho de Ministros, publicada esta sexta-feira, 14 de outubro, em Diário da República.

De acordo com a Lusa, esta resolução, que tinha sido aprovada em Conselho de Ministro no final de setembro, estabelece que, além do respetivo presidente, a comissão integra também “os presidentes das câmaras municipais de Alcochete, Benavente, Lisboa, Loures, Montijo e Santarém, bem como os presidentes de câmara de localizações que venham a ser propostas pela comissão técnica, se tal acontecer”.

Recorde-se que, no final de setembro, o Governo aprovou uma proposta de lei para alterar o poder dos municípios de vetar obras de interesse nacional, como aconteceu com o projeto para o Montijo, que não obteve parecer favorável de todas as autarquias envolvidas e, por isso, foi ‘chumbado’ pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

Além dos autarcas, a comissão vai integrar ainda o Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS), o presidente da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, a presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e um magistrado judicial jubilado designado pelo presidente do Supremo Tribunal Administrativo.

O bastonário da Ordem dos Economistas e o bastonário da Ordem dos Engenheiros também participam nesta comissão, que integra ainda sete personalidades indicadas pela Academia das Ciências de Lisboa, uma personalidade indicada pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente, uma personalidade indicada pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e o presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa.

Já a Comissão Técnica será dirigida por um coordenador-geral, designado pelo primeiro-ministro, sob proposta conjunta do presidente do CSOP, do CNADS e do CRUP, “no prazo de 30 dias contados da data de publicação da presente resolução”.

A Comissão Técnica terá ainda de integrar seis coordenadores de projeto para as equipas de “estudos de procura aeroportuários e de acessibilidades de infraestruturas e transportes”, “planificação aeroportuária, incluindo análise de capacidade e planos de desenvolvimento aeroportuário compatíveis com a evolução de um hub intercontinental”, “acessibilidades rodoviárias e ferroviárias”, “ambiente e AAE [Avaliação Ambiental Estratégica]”, “análise e modelagem económico-financeira” e “jurídica”.

A partir desta publicação em Diário da República, a Comissão Técnica tem agora 60 dias para definir o cronograma dos trabalhos.

Esta comissão vai estudar cinco soluções para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, podendo ainda propor mais, caso entenda, adiantou o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, no final do Conselho de Ministros de 29 de setembro.

Em causa, está a solução em que o aeroporto Humberto Delgado fica como aeroporto principal e Montijo como complementar, uma segunda em que o Montijo adquire progressivamente o estatuto de principal e Humberto Delgado de complementar, uma terceira em que Alcochete substitui integralmente o aeroporto Humberto Delgado, uma quarta em que será este aeroporto o principal e Santarém o complementar, e ainda uma quinta hipótese em que Santarém substitui integralmente o aeroporto Humberto Delgado.

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