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“Em breve não irei sair”, diz Fernando Pinto

Responsável está na TAP desde Outubro de 2000.

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Responsável está na TAP desde Outubro de 2000.

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O presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, nega que a sua saída da companhia aérea de bandeira nacional esteja para breve, ao contrário do que a comunicação social tem vindo a avançar desde o Verão passado.

“A empresa vai continuar a crescer, não tenho dúvida nenhuma disso, e em breve iremos ter novidades, como também posso dizer que em breve não irei sair”, declarou Fernando Pinto em resposta à Lusa, que questionou o responsável sobre se o anunciado crescimento da TAP no Porto ainda seria consigo ao leme.

Fernando Pinto falou aos jornalistas à margem da apresentação do programa “Taste Porto”, que agrega uma série de iniciativas dedicadas ao Porto, tendo o responsável afirmado que “todo o trabalho feito é para divulgar a cidade, a região, criar cada vez mais atractividade, sendo que o Porto acabou de ser considerada a cidade mais atractiva da Europa”.

“Nós queremos acompanhar isso, nós temos acompanhado isso. Isso aumenta a necessidade, o volume de voos e a TAP vai acompanhar isso. Não há dúvida nenhuma. Está previsto crescer”, garantiu.

Fernando Pinto recusou-se a avançar novidades quanto a novos destinos para a TAP, referindo apenas que “nenhuma empresa aérea o diz até ser oficial”, mas garantiu que “Lisboa não vai ressentir-se”.

O presidente executivo da TAP disse ainda que, no primeiro semestre, a companhia “cresceu em movimento de passageiros mais de 20%” e acrescentou que no mercado brasileiro “houve um crescimento de 60% e no norte-americano de 120%”, salientando ainda os aumentos verificados no “mercado africano e na Europa”.

O programa “Taste Porto” irá concretizar-se através da criação de parcerias com os principais ‘ícones’ da região e do desenvolvimento de acções que consolidem a percepção do Porto como diferenciadora pela sua arte, cultura, arquitectura e tradições, tendo Fernando Pinto anunciado a antiga campeã olímpica da maratona Rosa Mota como embaixadora da TAP no Porto.

Recorde-se que Fernando Pinto chegou à TAP em Outubro de 2000, na altura com a missão de preparar a empresa para a privatização. Nos últimos tempos, várias notícias têm dado como certa e para breve a saída do responsável da companhia, o que ganhou força com a entrada na companhia de Antonoaldo Neves, ex-CEO da Azul, em Julho.

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Boeing prevê procura por mais 44.000 novos aviões até 2043

De acordo com a Boeing, a procura por novas aeronaves deverá duplicar nos próximos 20 anos. 76% dos aviões a serem entregues devem ser de corredor único, e metade substituirá aviões mais antigos por modelos mais eficientes em termos de combustível.

Com as viagens aéreas em fase de total recuperação, a Boeing prevê um aumento de 3% nas entregas de aviões nos próximos 20 anos, com as transportadoras a necessitarem de quase 44.000 novos aviões comerciais até 2043, indicando ainda no “Commercial Market Outlook (CMO)” para 2024, que os mercados emergentes e a procura global de aviões de corredor único continuarão a ser os principais motores de crescimento do setor.

“A procura de viagens aéreas continua a ultrapassar o crescimento económico num mundo cada vez mais conectado”, refere o documento da Boeing, considerando ainda que, em comparação com 2023, “o tráfego aéreo de passageiros aumentará em média 4,7% ao ano nas próximas duas décadas”.

“Esta é uma era desafiadora e inspiradora para a aviação. O regresso a um crescimento de tráfego mais típico mostra a resiliência da nossa indústria, mesmo quando todos nós trabalhamos com a cadeia de abastecimento e restrições de produção em curso, entre outros desafios globais”, refere Brad McMullen, vice-presidente sénior de Vendas Comerciais e Marketing da Boeing.

Assim, o CMO da Boeing destaca que a frota comercial global deva crescer 3,2% ao ano, mais lentamente do que o tráfego aéreo, “uma vez que as companhias aéreas continuam a aumentar a produtividade através do aumento dos fatores de carga e da utilização de aviões mais horas por dia”.

No que diz respeito aos principais fatores de crescimento, o fabricante norte-americano estima que “o tráfego de passageiros no Sul da Ásia aumentará 7,4%, seguido do Sudeste Asiático (7,2%) e de África (6,4%), à medida que os mercados emergentes regressam às tendências históricas de crescimento durante o período de previsão”.

Prevê-se que a Eurásia lidere todos os mercados com o maior número de entregas de aviões (22% do total), seguida de perto pela América do Norte (20%) e pela China (20%).

Os aviões de corredor único constituirão 71% da frota de 2043, após 33.380 novas entregas, servindo rotas de curto e médio curso com maior versatilidade.

A frota global de aviões de fuselagem larga mais do que duplicará, com os aviões de dois corredores a representarem 44% da frota do Médio Oriente.

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ACI World e Airbus firmam parceria para reduzir impacto ambiental da aviação

O Airports Council International (ACI) World e a Airbus assinaram um acordo de cooperação para apoiar os esforços do sector no sentido de reduzir o impacto ambiental da aviação.

Esta parceria entre a Airports Council International (ACI) World e a Airbus aproveita os pontos fortes do principal fabricante de aeronaves do mundo e da maior e mais importante associação internacional de aeroportos para fazer progressos significativos tanto na descarbonização da aviação como na redução do impacto do ruído das aeronaves.

Esta aliança abordará áreas fundamentais, incluindo os combustíveis sustentáveis para a aviação (SAF), as tecnologias de hidrogénio, a mobilidade aérea avançada, a eficiência das operações e as práticas de gestão do ruído das aeronaves. Promoverá o intercâmbio de informações e perspectivas sobre operações com baixas emissões de carbono, comunicará os progressos da indústria, desenvolverá conjuntamente materiais de orientação e, potencialmente, formulará posições unificadas sobre políticas e normas para atingir os objetivos da indústria.

O diretor-geral e CEO da ACI World, Luis Felipe de Oliveira, considera que o acordo de cooperação inovador entre a ACI World e a Airbus marca “um passo fundamental na nossa jornada rumo a um setor da aviação com emissões líquidas nulas de carbono. Esta aliança estratégica sublinha o compromisso inabalável dos aeroportos de todo o mundo para com a aviação sustentável, assegurando que não só reduzimos o nosso impacto ambiental como também maximizamos os benefícios socioeconómicos das viagens aéreas. Ao centrarmo-nos em áreas-chave como os combustíveis sustentáveis para a aviação, as tecnologias de hidrogénio, a mobilidade aérea avançada, a eficiência operacional e a gestão do ruído das aeronaves, estamos a estabelecer novos padrões de referência para a sustentabilidade na aviação e a preparar o caminho para um futuro mais verde.”

Do lado da Airbus, Julie Kitcher, diretora de Sustentabilidade do grupo, refere, por sua vez, que “combinando os nossos conhecimentos tecnológicos com a vasta rede e conhecimentos operacionais da ACI World, pretendemos influenciar políticas e normas que apoiem a aviação sustentável e impulsionem a inovação em todo o setor. Juntos, podemos criar uma abordagem coesa e alinhada para alcançar os nossos objetivos de descarbonização e melhorar a sustentabilidade do sector da aviação global.”

Esta colaboração baseia-se na parceria de sucesso entre a Airbus e a ACI EUROPE, que teve início há dois anos e que reforçou significativamente a relação, trabalhando em conjunto na implantação de energias alternativas, incluindo hidrogénio e SAF, no âmbito das alianças europeias, partilhando dados técnicos com os aeroportos europeus e comunicando os progressos realizados em eventos-chave do sector. A expansão desta colaboração a uma escala global sublinha a importância de esforços integrados entre os fabricantes de aeronaves e os operadores aeroportuários a uma escala global.

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TACV espera receber mais um avião na próxima semana

A TACV espera receber, no início da próxima semana, um aparelho ATR 72-600, que pode transportar até 70 passageiros e que, segundo a companhia aérea, vai ser usado para dar resposta ao aumento da procura que se regista este verão, incluindo nos voos interilhas.

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A Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), companhia aérea de bandeira de Cabo Verde, espera receber um novo avião no início da próxima semana, aparelho que vai aumentar para três o número de aviões operados pela companhia aérea cabo-verdiana.

De acordo com informação avançada pela Lusa, este novo avião é um aparelhos ATR 72-600, que pode transportar até 70 passageiros e que, segundo a companhia aérea, vai ser usado para dar resposta ao aumento da procura que se regista este verão.

“Na próxima semana, a companhia contará com mais uma aeronave – um ATR 72-600 com capacidade para 70 passageiros”, lê-se num comunicado da TACV que é citado pela Lusa.

Para a companhia aérea, a receção deste novo avião representa um passo importante para melhorar a conectividade e aumentar de viagens no arquipélago, que sente maior procura durante a época alta, entre julho e setembro.

Atualmente, a TACV está a operar dois aparelhos nos voos domésticos, concretamente um ATR 72- 500 e um Dash 8-300, sendo ambos os aparelhos alugados pela companhia aérea cabo-verdiana.

A Lusa recorda que a TACV tinha anunciado a chegada do novo avião a 4 de julho, sendo a vinda deste aparelho justificada com a necessidade de aumentar o número de voos entre as ilhas do arquipélago, que sofrem atrasos e cancelamentos frequentes e cujos voos são agora operados pela TACV, depois da saída da Bestfly dos voos domésticos em Cabo Verde.

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SATA concentra serviços de atendimento ao cliente nos balcões de aeroporto e Contact Center

O Grupo SATA explica que esta medida “insere-se num plano mais abrangente e compreensivo que tem como objetivo assegurar a sustentabilidade da empresa a médio e longo prazo”.

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Nos Açores, a SATA Air Açores e Azores Airlines vão passar a concentrar, a partir de 1 de agosto, os seus serviços de atendimento ao cliente nos balcões de aeroportos e através do Contact Center, medida que, segundo o Grupo SATA, se insere “num plano mais abrangente e compreensivo que tem como objetivo assegurar a sustentabilidade da empresa a médio e longo prazo”.

“A iniciativa insere-se num plano mais abrangente e compreensivo que tem como objetivo assegurar a sustentabilidade da empresa a médio e longo prazo, composto por acções que visam incrementar a sua eficiência, aumentar a receita e incrementar a produtividade e a rentabilidade dos recursos humanos e materiais, mantendo o foco no serviço prestado ao cliente”, lê-se num  comunicado divulgado pelo grupo de aviação açoriano.

O Grupo SATA acrescenta que esta medida visa também “melhorar o serviço de atendimento aos clientes, reforçando os canais que se encontram mais próximos dos passageiros, bem como aumentar a capacidade no atendimento através do Contact Center”.

“Estes dois canais enfrentam relevantes desafios de resposta aos clientes que necessitam urgentemente de ser colmatados”, refere ainda o grupo de aviação açoriano, na informação divulgada esta sexta-feira, 19 de julho.

A reorganização do modelo de atendimento vai implicar “a transferência dos serviços e dos recursos humanos das atuais lojas em centro urbano, para concentrar, sempre que possível, os meios físicos e humanos nos balcões de atendimento nas estruturas aeroportuárias da companhia nos Açores”, o que deverá permitir “canalizar esforços para oferecer um serviço de atendimento presencial ou remoto, cada vez mais eficiente aos clientes das transportadoras”.

O Grupo SATA diz ainda que vai também continuar a apostar nos “canais de contacto digitais”, a exemplo do site comercial das transportadoras, disponível aqui, e através do qual é ainda possível realizar “um conjunto de operações comerciais, como efetuar reservas e compra de bilhete, aquisição de serviços adicionais, ou consultar informação sobre os serviços disponibilizados”.

O grupo de aviação açoriano lembra também que as suas companhias aéreas contam com “uma rede de balcões de atendimento nas nove estruturas aeroportuárias do Arquipélago dos Açores, bem como nos aeroportos de Lisboa e Porto”.

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Emirates volta a recrutar em Portugal

Entre 24 e 28 de julho, a Emirates volta a realizar mais uma edição dos seus Open Days em Portugal, numa nova sessão de recrutamento que vai passar por Lisboa, Porto e Braga.

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A Emirates vai voltar a realizar mais uma edição dos seus Open Days em Portugal, numa nova ação de recrutamento que, segundo a companhia aérea do Dubai, vai passar por Lisboa, Porto e Braga, entre 24 e 28 de julho.

No total, esta edição dos Open Days da Emirates vai passar por três cidades nacionais, arrancando em Lisboa, a 24 de  julho, no hotel Ramada by Wyndham Lisbon, enquanto no dia 26 de julho a sessão de recrutamento tem lugar no Porto, no Porto Palácio Hotel, terminando em Braga, no dia 28 de julho, no Hotel Vila Galé Collection Braga. Todas as sessões começam pelas 09h00.

Segundo um comunicado da companhia aérea, “os três Open Days são eventos de entrada livre e não é necessário registo prévio”, ainda que seja recomendável que os candidatos consultem os requisitos necessários, que estão disponíveis aqui.

“Todos os candidatos selecionados que iniciem a sua carreira de tripulante de cabine serão submetidos a uma intensa formação de oito semanas nos mais elevados padrões de hospitalidade, segurança e prestação de serviços, nas modernas instalações da Emirates no Dubai”, indica a Emirates, destacando que a sua tripulação beneficia de um “pacote salarial distinto” e com uma ampla “variedade de benefícios”.

Entre os benefícios oferecidos pela Emirates, o destaque vai para “um salário isento de impostos, alojamento gratuito fornecido pela empresa, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai”.

Recorde-se que a Emirates voa para Portugal há 12 anos e oferece atualmente 14 voos semanais a partir de Lisboa, sendo também conhecida por ser o maior operador mundial de aviões Boeing 777 e Airbus A380.

Mais informações aqui.

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Azul estabelece parceria para aumentar segurança dos pagamentos digitais

A parceria entre a Azul, a Visa e a Cybersource prevê a adoção de “medidas robustas de segurança, protegendo as transações dos clientes contra fraudes e possibilitando um processo de compra mais seguro e confiável”.

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A Azul estabeleceu uma parceria com a Visa e com a Cybersource para aumentar a segurança dos pagamentos digitais, numa colaboração que prevê a adoção de “medidas robustas de segurança, protegendo as transações dos clientes contra fraudes e possibilitando um processo de compra mais seguro e confiável”.

“O nosso principal desafio é proporcionar a melhor experiência de voo para os nossos clientes e garantir altos níveis de segurança tanto na autenticação de contas quanto nas transações. A implementação de tecnologias avançadas de prevenção a fraudes, como o Decision Manager da Cybersource, tem sido fundamental para atingirmos esse objetivo”, afirma Gisele Cristina Marquesim, Gerente de Prevenção de Fraudes da Azul.

Segundo Fernando Pantaleão, vice-presidente de Vendas e Soluções para Comércios da Visa no Brasil, as “ferramentas inovadoras” que a Visa disponibiliza “utilizam inteligência artificial e machine learning para facilitar o processo de compra de passagens aéreas da Azul”.

“Por trás dos bastidores, estamos analisando milhares de variáveis de dados, permitindo que a Azul se foque no bem-estar dos seus passageiros”, acrescenta o responsável, citado num comunicado divulgado esta quarta-feira, 17 de julho.

A companhia aérea explica que a “Visa e a Cybersource continuam a ser parceiros estratégicos na missão da Azul para oferecer uma experiência de compra segura e sem complicações, reforçando o compromisso da companhia aérea com a inovação e a segurança no comércio eletrónico”.

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Turkish Airlines aumenta frequências para as Seicheles

A partir de 28 de outubro, a Turkish Airlines passa de três para quatro voos por semana entre Istambul e as Seicheles, numa operação que passa a contar com ligações às segundas, quartas, sextas e sábados.

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A Turkish Airlines anunciou um aumento de frequências para as Seicheles a partir de 28 de outubro, passando a companhia aérea turca a disponibilizar quatro voos por semana para o destino, em vez das atuais três frequências semanais.

Numa nota enviada à imprensa, a Turkish Airlines indica que, com o aumento anunciado, passa a contar com voos para as Seicheles às segundas, quartas, sextas e sábados, partindo de Istambul pelas 02h15 para chegar ao destino às 11h10.

Em sentido contrário, os voos da Turkish Airlines partem das Seicheles às 23hoo, chegando à maior cidade da Turquia pelas 06h15, também às segundas, quartas, sextas e sábados, sendo os horários referidos locais.

 

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easyJet vai abrir voos para Luxor e Sharm El Sheikh no inverno

Luxor e Sharm El Sheikh, no Egito, assim como Oslo, capital da Noruega, são os novos destinos que a easyJet lançou para o próximo inverno, em voos à partida do Reino Unido.

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A easyJet vai abrir duas novas rotas entre o Reino Unido e o Egito, passando a ligar Gatwick a Luxor a partir de 11 de novembro, assim como Liverpool e a estância turística de Sharm El Sheikh, a partir de 14 de fevereiro.

De acordo com a publicação britânica Travel Weekly, ambas as rotas vão contar com dois voos por semana, decorrendo a ligações a Luxor às segundas e quintas-feiras, enquanto os voos desde Liverpool para Sharm El Sheikh são às segundas e sextas-feiras.

Além dos dois novos destinos no Egito, a easyJet anunciou também a abertura de voos entre Manchester e Oslo, capital da Noruega, que arrancam a 15 de novembro, bem como desde Liverpool para Oslo, com início a 29 de novembro.

As novas rotas da easyJet para a capital da Noruega também vão contar com dois voos por semana, com as ligações a decorrerem, em ambos os casos, às segundas e sextas-feiras.

“Estamos muito satisfeitos por lançar ainda mais novas rotas desde aeroportos em todo o Reino Unido para uma fantástica variedade de destinos de lazer, o que significa que estamos agora a oferecer mais de 41 novas rotas, incluindo três novos destinos na nossa rede a partir deste inverno”, afirma Ali Gayward, country manager da easyJet no Reino Unido.

Os novos voos para o inverno estão já a ser comercializados pela easyJet Holidays, o operador turístico que pertence à companhia aérea low cost, que está a oferecer pacotes para Luxor, alguns dos quais com cruzeiro no Nilo incluído, assim como para oferta de city-break em Oslo.

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Ucrânia pede ajuda para reabrir aeroportos e voltar a receber voos comerciais

Alexandrer Kava, vice-ministro das Finanças da Ucrânia, estima que a reconstrução das principais infraestruturas aeroportuárias do país custe 1.680 milhões de dólares e espera que seja possível retomar os voos comerciais “no final deste ano ou no início do próximo”.

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A Ucrânia está a pedir ajuda financeira à União Europeia (UE) para recuperar e reabrir os seus aeroportos, segundo o vice-ministro das Finanças da Ucrânia, Alexandrer Kava, que estima que a reconstrução das principais infraestruturas aeroportuárias do país venha a custar 1.680 milhões de dólares.

De acordo com o governante ucraniano, que participou no recente Congresso Anual do ACI Europe, que teve lugar em Istambul, Turquia, a Ucrânia espera que seja possível voltar a receber voos comerciais “no final deste ano ou no início do próximo”, num cenário que o próprio considerou “otimista”.

“Agradeceríamos muito se a União Europeia e outros parceiros apoiassem financeiramente os aeroportos ucranianos para mantê-los prontos para retomar as operações, porque esperamos que, após o fim da guerra, a procura de voos para a Ucrânia cresça significativamente”, afirmou o responsável, citado pelo jornal espanhol Hosteltur.

Alexandrer Kava explicou que a Ucrânia tem vindo a realizar avaliações sobre o risco de retoma dos voos comerciais e fez mesmo um estudo sobre a segurança operacional, que espera agora a aprovação por parte de autoridades como a Agência Europeia de Segurança Aérea (AESA), o Eurocontrol, a Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) e a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Além da reconstrução dos aeroportos, uma vez que várias destas infraestruturas ucranianas foram completamente destruídas na sequência da invasão russa ao país, o vice-ministro das Finanças da Ucrânia diz que também as defesas aéreas de Kyiv-Boryspil e Lviv, que seriam os aeroportos mais utilizados do país, precisam de ser reforçadas para que a retoma dos voos comerciais possa acontecer.

Alexandrer Kava revelou ainda que a Ucrânia está também a iniciar conversações com companhias aéreas e seguradoras para que seja possível retomar os voos comerciais no país.

 

 

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Euroconsumers pede a companhias aéreas que reembolsem taxas de bagagem de mão indevidamente cobradas

A Euroconsumers lançou a campanha #NotWithoutMyHandLuggage, no âmbito da qual está a pedir às companhias aéreas Ryanair, easyJet, Wizzair, Vueling e Volotea que reembolsem as taxas de bagagem de mão indevidamente cobradas aos passageiros.

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A Euroconsumers lançou a campanha #NotWithoutMyHandLuggage, no âmbito da qual está a pedir às companhias aéreas Ryanair, easyJet, Wizzair, Vueling e Volotea que reembolsem as taxas de bagagem de mão indevidamente cobradas aos passageiros.

Num comunicado enviado à imprensa, a Euroconsumers, organização europeia de defesa do consumidor que congrega organizações de vários países, incluindo a portuguesa DECO PROteste, explica que está a pedir a devolução de valores cobrados indevidamente pela bagagem de mão na sequência da “decisão da autoridade espanhola para a defesa do consumidor de aplicar coimas a várias companhias aéreas por imporem aos passageiros taxas adicionais indevidas relativas a bagagem de mão”.

Segundo a organização, “o tempo em que se podia entrar facilmente com um trolley no avião parece ter acabado”, o que se deve ao facto de, nos últimos anos, cada vez mais companhias aéreas terem introduzido “taxas adicionais pela bagagem de mão, mesmo que de tamanho razoável”.

“Esta situação é problemática, antes de mais, porque impede os consumidores de compararem facilmente os preços reais. A legislação europeia é clara nesta matéria: o preço final a pagar pelos serviços aéreos deve incluir todas as taxas aplicáveis desde a primeira apresentação”, explica a Euroconsumers.

A organização europeia de defesa do consumidor diz ainda que o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias esclareceu que a bagagem de mão deve ser considerada “um elemento necessário do transporte de passageiros e não deve ser objeto de taxas adicionais se respeitar os requisitos razoáveis de peso e dimensões”.

Apesar dos esclarecimentos e da prática já ter sido considerada ilegal pelas autoridades espanholas, denuncia a Euroconsumers, “várias companhias aéreas continuaram a impor taxas variáveis sobre a bagagem de mão com base na procura, na rota e nas datas da viagem, com custos que variam entre seis e 75 euros”.

Por isso, a Euroconsumers resolveu pedir às companhias aéreas Ryanair, easyJet, Wizzair, Vueling e Volotea a devolução do dinheiro para todos os consumidores afetados, assim como a possibilidade dos passageiros viajarem com bagagem de mão de tamanho razoável sem custos adicionais.

“Em caso de incumprimento, a Euroconsumers não terá outra alternativa senão intentar uma ação judicial para proteger os direitos e interesses dos consumidores. Nesse sentido, as organizações do Grupo estão a pedir aos consumidores que guardem os recibos das suas bagagens de mão”, refere ainda a organização europeia.

Para Els Bruggeman, Head of Policy and Enforcement da Euroconsumers, a estratégia das companhias aéreas “em relação aos consumidores é claramente injusta e ilegal”, com o responsável a considerar que já é “mais do que tempo de os consumidores recuperarem todas as taxas cobradas indevidamente pela bagagem de mão e a Euroconsumers estará presente para garantir que assim seja”.

 

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