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Brussels Airlines reforça voos para Portugal

Este Verão, a Brussels Airlines conta com 14 voos semanais para Lisboa e para o Porto, sete voos para Faro e uma ligação por semana ao Funchal.

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Este Verão, a Brussels Airlines conta com 14 voos semanais para Lisboa e para o Porto, sete voos para Faro e uma ligação por semana ao Funchal.

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A companhia aérea Brussels Airlines vai reforçar em 23% os voos entre Bruxelas e Lisboa, Porto e Faro, contando ainda com um voo semanal para o Funchal durante o período de Verão, informou a companhia aérea belga.

Para Lisboa e para o Porto, a Brussels Airlines conta com 14 voos semanais para cada cidade, enquanto para Faro estão previstos sete voos por semana, além do voo semanal para o Funchal no Verão, segundo comunicado da transportadora aérea.

“Portugal foi sempre um mercado importante para a Brussels Airlines, mas este Verão a companhia aérea aumenta ainda mais os seus voos de Portugal para a Bélgica”, refere a companhia, explicando que, no total, vão ser operados “mais 23% de voos entre Portugal e Bélgica em comparação com o ano passado”.

Nos seus voos, a Brussels Airlines disponibiliza quatro tipos de tarifas, cujos preços começam nos 69 euros para a tarifa Check&Go, que inclui apenas bagagem de mão, enquanto a tarifa Light&Relax inclui bagagem de porão e alguns serviços como a possibilidade de o passageiro escolher o lugar.

Já a tarifa Flex&Fast oferece check-in prioritário, passagem rápida pela segurança, lugares nas primeiras filas do avião, refeição e bebidas servidas durante o voo, enquanto a Bizz&Class, que inclui bilhete para classe executiva, num serviço premium que inclui acesso ao lounge no aeroporto, uma experiência gastronómica a bordo, maior franquia de bagagem entre outras vantagens.

A Brussels Airlines lembra ainda que, em Abril, lançou o “Hi Belgium Pass”, um novo pacote de viagem especialmente vocacionado para os turistas europeus que desejam visitar a Bélgica e que inclui voo de ida e volta para Bruxelas, viagens de comboio ilimitadas e acesso gratuito a uma grande variedade de actividades nas diferentes cidades belgas.

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Tráfego aéreo nacional recupera pelo 19.º mês consecutivo, diz NAV Portugal

Apesar de ainda ter quebras face a 2019, que foi um ano de referência para a aviação, o tráfego aéreo nacional continua a recuperar e, em setembro, voltou a aproximar-se dos níveis pré-pandemia, avança a NAV Portugal.

Apesar de ainda apresentar quebras face a 2019, que tinha sido um ano de referência para a aviação, o tráfego aéreo nacional continua a recuperar e, em setembro, voltou a aproximar-se dos níveis pré-pandemia, de acordo com a NAV Portugal, que assinala a trajetória de crescimento que se mantém desde março de 2021.

“Se excetuarmos os meses de junho e julho deste ano, onde a quebra verificada foi
respetivamente de 5,4 e de 6,2% face aos mesmos meses de 2019, ano de referência para a aviação, a trajetória de crescimento ocorre desde março de 2021”, indica a NAV Portugal, num comunicado divulgo esta terça-feira, 11 de outubro.

Na região de informação de voo de Lisboa, a NAV Portugal diz que, em setembro, foram registados 54.554 movimentos, o que representa uma diminuição de 4,6% face aos 57.210 voos registados no mês de setembro de 2019.

“Em termos médios, neste mês foram controlados 1.818 voos IFR (Instruments Flight Rules) diários, registando-se uma perda de 88 voos diários face a setembro de 2019”, acrescenta a empresa que gere o tráfego aéreo nacional.

Já na zona de voo de Santa Maria, houve 13.918 movimentos em setembro, traduzindo-se num decréscimo de 6,6% face aos 14.894 voos controlados no mesmo mês de 2019.

“Em termos médios foram controlados este mês 464 voos IFR por dia, tendo-se registado uma perda de 33 voos diários face a setembro de 2019”, refere ainda a NAV na informação divulgada.

No acumulado desde janeiro até setembro, a NAV Portugal diz que foram registados 450.494 voos em Lisboa, o que corresponde a uma quebra de 42.605 voos face a igual período de 2019. Já na região de voos de Santa Maria, foram controlados 121.620 voos até setembro, menos 4.847 voos que em período homólogo de 2019.

 

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O mundo está finalmente de acordo com a meta de zero emissões até 2050 na aviação

O mundo finalmente concordou com um plano de longo prazo para reduzir as emissões de carbono dos voos, acordo que encerrou a 41ª Assembleia da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), reunida em Montreal.

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Os 193 países membros da ICAO adotaram uma meta de zero emissões líquidas até 2050, apesar das reclamações da China e da Rússia.

A notícia foi muito bem recebida pelos aeroportos e companhias aéreas, apesar de grupos ambientalistas afirmarem que é um acordo fraco e não juridicamente vinculativo.

Refira-se que, quando o mundo se reuniu em Paris em 2015 para concordar com um plano de longo prazo para combater as mudanças climáticas, faltavam dois setores principais: aviação e transporte. e sistema de compensação.

No entanto, acaba de ser dado o primeiro passo, já que a ICAO concordou que as companhias aéreas usarão o Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation (CORSIA).

Após discussões em Montreal, o limite foi estabelecido em 85% das emissões de carbono de 2019, permitindo um nível mais alto de poluição por dióxido de carbono antes que as companhias aéreas precisem comprar compensações.

“Agora que os governos e a indústria estão focados em zero líquido até 2050, esperamos iniciativas políticas muito mais fortes nas principais áreas de descarbonização, como incentivar a capacidade de produção de combustível de aviação sustentável (SAF). E a determinação global de descarbonizar a aviação que sustenta este acordo deve seguir os delegados e levar a uma ação política prática que permita que todos os Estados apoiem a indústria no rápido progresso que está determinado a fazer”, disse Willie Walsh, CEO da IATA.

Por sua vez, Luís Felipe de Oliveira, diretor geral do Conselho Geral de Aeroportos (ACI World), afirmou que o acordo é o ponto de partida para acelerar a colaboração entre a indústria e os governos. “Agora precisamos de reguladores para apoiar o trabalho dos aeroportos para desenvolver e implementar os seus planos de ação de descarbonização, bem como apoiar uma maior colaboração entre todas as partes interessadas para aumentar a disponibilidade de energia renovável, financiamento, novas tecnologias, apoiar as capacidades de desenvolvimento e abordar as questões operacionais. problemas e adaptações das infraestruturas”.

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Aumento das taxas proposto pela ANA “prejudicará a recuperação do turismo em Portugal”, diz Ryanair

Tal como a TAP já o tinha feito, também a Ryanair vem agora criticar o aumento das taxas proposto pela ANA, considerando que irá “prejudicar irreparavelmente a competitividade de Portugal” e dá como exemplo o caso espanhol.

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A Ryanair condenou esta sexta-feira, 7 de outubro, a proposta da ANA de aumentar as taxas aeroportuárias em até 15%, a partir de 2023, admitindo que tal medida “prejudicará a recuperação do turismo em Portugal”.

“Não há justificação para um aumento de 15% nas já elevadas taxas aeroportuárias da ANA, especialmente quando o tráfego aéreo e turístico português ainda está a recuperar após a pandemia e deve ser apoiado com taxas aeroportuárias mais baixas”, considera a companhia aérea low-cost irlandesa, em comunicado.

Recorde-se que no dia 4 de outubro, a ANA, que pertence à francesa VINCI, confirmou que a apresentação de uma “proposta de atualização das taxas aeroportuárias reguladas com data de entrada em vigar a 1 de fevereiro de 2023, seguindo o novo modelo previsto no contrato de concessão para o período 2023 até ao final da concessão”.

De acordo com a Ryanair, este aumento proposto “irá prejudicar irreparavelmente a competitividade de Portugal, uma vez que os países vizinhos continuam a oferecer incentivos para estimular a recuperação do tráfego e do turismo” fazendo referência a Espanha onde a AENA “estende o seu esquema de recuperação do tráfego de Verão para o Inverno”.

Elena Cabrera, a Country Manager da Ryanair para Portugal, frisa que “não há justificação para o aumento excessivo das taxas aeroportuárias pela ANA, especialmente quando Portugal ainda está a recuperar da pandemia”.

A responsável pela operação d Ryanair no nosso país conclui ainda que “a ANA está a prejudicar irreparavelmente a competitividade de Portugal com este aumento excessivo e injustificado até 15% das taxas, o que não fará mais do que aumentar as tarifas aéreas e o tão necessário turismo em Portugal”.

Já anteriormente, a TAP tinha-se mostrado “bastante preocupada” com a intenção da empresa que gere os aeroportos nacionais de aumentar as taxas aeroportuárias, considerando que se trata de uma medida “desproporcionada” e que vai acabar por ter “impacto nos preços das viagens para os residentes em Portugal” e na competitividade do país enquanto destino turístico.

Na altura, a companhia aérea nacional considerara também que o impacto do aumento das taxas, somado à forte subida no preço dos combustíveis, vai levar a “um aumento dos custos das companhias aéreas”, que terá “impacto nos preços das viagens para os residentes em Portugal” e que pode também afetar “a competitividade de Portugal como destino turístico”.

 

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Turkish Airlines transportou 7,3 milhões de passageiros em setembro

Companhia aérea turca transportou um total de 7,3 milhões de passageiros e registou um load factor de 85,4% nos voos operados em setembro.

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A Turkish Airlines transportou, em setembro, um total de 7,3 milhões de passageiros e registou um load factor de 85,4% nos voos operados, depois de ter aumentado a capacidade disponibilizada em 15,9% face a igual mês de 2019.

Num comunicado divulgado esta sexta-feira, 7 de outubro, a Turkish Airlines revela que, em setembro, alcançou um load factor de 90,2% nos voos domésticos e de 84,9% nos voos internacionais.

No acumulado até setembro, os resultados também são positivos, uma vez que a Turkish Airlines transportou já 53.9 milhões de passageiros, registando um load factor global de 79.7%.

A companhia aérea turca revela que, entre janeiro e setembro, o load factor dos seus voos domésticos foi de 86,6%, enquanto a ocupação dos voos internacionais chegou aos 79%.

No acumulado dos primeiros nove meses do ano, a Turkish Airlines disponibilizou uma capacidade de 150,9 mil milhões de ASK (lugares por quilómetro), indicador que apresentou uma forte subida face aos 140,6 mil milhões de ASK que tinham sido disponibilizados em igual período de 2019.

Em setembro, a Turkish Airlines operou ainda um frota composta por 390 aeronaves

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easyJet antecipa vendas para o verão de 2023

A easyJet já abriu as vendas para viagens que decorram entre 9 de maio e 30 de setembro de 2023, cujos preços começam nos 29,99 euros.

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A easyJet decidiu antecipar as vendas de viagens para o verão do próximo ano e iniciou esta quinta-feira, 6 de outubro, a comercialização de toda a sua programação de voos para o período entre 9 de maio e 30 de setembro.

“Estamos muito satisfeitos por colocar à venda a nossa programação para o verão de 2023, para que os clientes tenham ainda mais possibilidades de reservar as suas viagens atempadamente. A easyJet oferece uma vasta rede de destinos de praia e de cidade por toda a Europa, agora a partir de 29,99 euros”, congratula-se José Lopes, diretor da easyJet Portugal. 

Em Portugal, a easyJet cobre mais de 80 destinos, num total de 8,2 milhões de lugares disponíveis, que incluem rotas como Porto-Ibiza, Porto-Palma de Maiorca, Lisboa-Nice ou Lisboa-Genebra.

“A easyJet está a fazer uma forte aposta no mercado português, com novas rotas e mais frequências, e oferece oportunidades imperdíveis para os destinos preferidos dos portugueses”, acrescenta José Lopes, citado num comunicado enviado à imprensa.

Recorde-se que a easyJet serve cinco aeroportos em Portugal, oferecendo voos diários para mais de 80 destinos na Europa.

As reservas devem ser realizadas online, através do site da easyJet.

 

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Ryanair abre quatro novas rotas em Faro no inverno

A Ryanair vai disponibilizar um total de 30 rotas em Faro este inverno, incluindo quatro novas ligações que vão ligar a capital algarvia a Frankfurt, Luxemburgo, Madrid e Nuremberga.

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A Ryanair vai disponibilizar a maior programação de inverno de sempre em Faro, passando a oferecer 30 rotas entre a capital algarvia e destinos de  sol e city break, entre as quais se encontram quatro novas rotas, que vão ligar Faro a Frankfurt, Luxemburgo, Madrid e Nuremberga.

“A Ryanair tem o prazer de proporcionar a Faro e à região do Algarve mais escolha de rotas e conectividade, ao mesmo tempo que transporta mais turistas, contribuindo assim para o crescimento e economia da região durante a época de inverno”, destaca a companhia aérea.

As novas rotas estão já disponíveis para reserva através do site da Ryanair e apresentam preços desde 24,99 euros, valores promocionais válidos para viagens entre 22 de outubro e 23 de março de 2023, cujas reservas estão disponíveis até 8 de outubro.

“Temos o prazer de anunciar a nossa maior programação de inverno de sempre para o Algarve, que inclui quatro novas rotas para Frankfurt, Luxemburgo, Madrid e Nuremberga. Este Inverno, a Ryanair oferece aos seus clientes/visitantes do Algarve tarifas mais baixas e fiabilidade com os seus planos de viagem de inverno, uma vez que opera 3.000 voos diários”, indica Elena Cabrera, a Country Manager da Ryanair para Portugal e Espanha.

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IATA: Transporte aéreo encerra temporada alta com pico de procura em agosto

Em agosto, o tráfego aéreo global aumentou 67,7% face ao mesmo mês do ano passado e ficou a 73,7% dos níveis pré-crise, muito por culpa da reabertura de vários países na Ásia, segundo a IATA.

Inês de Matos

Em agosto, o tráfego aéreo global aumentou 67,7% face ao mesmo mês do ano passado e ficou a 73,7% dos níveis pré-crise, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que atribui a subida ao aumento da procura internacional, principalmente na Ásia.

“A temporada de viagens de verão no Hemisfério Norte terminou em alta. Considerando as incertezas económicas predominantes, a procura por viagens está a progredir bem. E a remoção ou flexibilização das restrições de viagem em alguns dos principais destinos asiáticos, incluindo o Japão, certamente acelerará a recuperação na Ásia”, congratula-se Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Em agosto, tráfego internacional aumentou 115,6% em relação a agosto de 2021, com a procura a chegar a 67,4% dos níveis de agosto de 2019, com a IATA a indicar que “as maiores taxas de crescimento” foram registadas na Ásia.

Recuperação significativa no mês de agosto registou também o tráfego doméstico, com a IATA a apontar uma subida de 26,5% face ao oitavo mês de 2021, ficando a 85,4% do nível de agosto de 2019.

Por regiões, foi na Ásia Pacífico que o tráfego internacional de passageiros mais cresceu, num aumento que chegou aos 449.2%, enquanto a capacidade aumentou 167.0% e o load factor cresceu 40,1 pontos percentuais, fixando-se nos 78%.

“Embora a região tenha experimentado o crescimento mais forte ano a ano, as restrições de viagens que ainda existem na China continuam a dificultar a recuperação geral da região”, aponta a IATA, em relação à recuperação registada na região Ásia Pacífico.

No Médio Oriente, a recuperação também foi animadora, com a IATA a indicar um crescimento de 144.9% no tráfego internacional de agosto, enquanto a capacidade subiu 72.2% e o load factor aumentou 23,7 pontos percentuais, para 79,8%.

Na América do Norte, a subida do tráfego internacional chegou aos 110.4% e a capacidade de agosto subiu 69.7%, enquanto o load factor aumentou 16.9 pontos percentuais, para 87.2%, “o mais alto entre todas as regiões”, indica a IATA.

Na América Latina, houve ainda uma subida de 102.5% no tráfego aéreo internacional e de 80.8% na capacidade, enquanto o load factor cresceu 8.9 pontos percentuais, fixando-se nos 83.5%.

Na Europa, houve ainda um aumento de tráfego internacional de 78.8% e a capacidade subiu 48.0%, tendo-se registado ainda um crescimento de 14.7 pontos percentuais no load factor, que passou para 85,5%, o “segundo load factor mais alto, depois da América do Norte”.

Já em África os resultados de agosto foram mais modestos e o tráfego internacional cresceu 69.5%, enquanto a capacidade aumentou 45.3% e o load factor subiu 10,8 pontos percentuais, para 75,9%, “o mais baixo entre todas as regiões”, ainda que a IATA assinale que “o tráfego internacional entre África e as regiões vizinhas está próximo dos níveis pré-pandemia”.

 

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TAP está contra o aumento de taxas aeroportuárias e diz que medida é “desproporcionada”

A TAP considera que o aumento das taxas aeroportuárias vai ter “impacto nos preços das viagens para os residentes em Portugal” e na competitividade do país enquanto destino turístico.

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A TAP veio terça-feira, 4 de outubro, manifestar-se “bastante preocupada” com a intenção da empresa que gere os aeroportos nacionais de aumentar as taxas aeroportuárias, considerando que se trata de uma medida “desproporcionada” e que vai acabar por ter “impacto nos preços das viagens para os residentes em Portugal” e na competitividade do país enquanto destino turístico.

A preocupação da TAP prende-se com a intenção da ANA – Aeroportos de Portugal de aumentar, a partir de 1 de janeiro de 2023, as taxas aeroportuárias em 35 cêntimos por passageiro nos Açores, 79 cêntimos na Madeira, 80 cêntimos em Faro, 81 cêntimos no Porto e 1,53 euros em Lisboa.

“A TAP Air Portugal está bastante preocupada com a anunciada intenção de aumentar as taxas aeroportuárias revelada pelo concessionário dos principais aeroportos portugueses”, indica a TAP em comunicado, considerando que se trata de uma medida “desproporcionada” porque não têm existido investimentos significativos nos aeroportos e porque há uma série de “ineficiências e constrangimentos recorrentes” que afetam “o nível de serviço prestado” no aeroporto de Lisboa.

A TAP considera também que o impacto do aumento das taxas, somado à forte subida no preço dos combustíveis, vai levar a “um aumento dos custos das companhias aéreas”, que terá “impacto nos preços das viagens para os residentes em Portugal” e que pode também afetar “a competitividade de Portugal como destino turístico”.

“Estes aumentos contribuiriam também para agravar a situação económica da TAP Air Portugal, principal cliente dos aeroportos nacionais, dos passageiros aéreos em geral e dos passageiros portugueses em particular, especialmente os que vivem nas regiões autónomas”, admite ainda a companhia aérea.

A TAP queixa-se que os valores cobrados aos passageiros dos voos domésticos entre aeroportos portugueses ou com escala no hub de Lisboa “são já significativamente mais elevadas do que as cobradas nos aeroportos e hubs das principais companhias aéreas europeias que concorrem com a TAP”, assim como acontece também nos valores cobrados aos passageiros que viajam da Europa para o Brasil, Estados Unidos ou África.

A companhia aérea de bandeira nacional garante ainda que “será parte ativa no processo de consulta lançado pela ANA Aeroportos” e que “informará a ANAC e outras autoridades competentes da sua oposição determinada a estes aumentos das taxas aeroportuárias em Portugal”, bem como da necessidade de “encontrar uma abordagem diferente em relação às taxas aeroportuárias que possa funcionar como fator competitivo para a economia portuguesa”.

 

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Delta e LATAM avançam na joint-venture depois de aprovação norte-americana

Em comunicado, as duas companhias aéreas explicam que, com a aprovação do Departamento de Transportes dos EUA, vai ser possível melhorar a conectividade entre a América do Sul, os EUA e o Canadá.

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A Delta Air Lines e o Grupo LATAM Airlines vão dar continuidade ao acordo de joint-venture, que deu os primeiros passos em 2019 e que foi agora aprovado pelo Departamento de Transportes (DOT) dos EUA.

Num comunicado enviado à imprensa, as duas companhias aéreas explicam que, com esta aprovação, vai ser possível dar continuidade ao acordo e melhorar a conectividade entre a América do Sul, os EUA e o Canadá.

“Assim que a JV for implementada, as companhias aéreas irão trabalhar para criar um acordo comercial líder entre os EUA/Canadá e a América do Sul (Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai). Mais detalhes sobre os benefícios deste acordo serão partilhados nos próximos meses”, lê-se no comunicado enviado à imprensa, que frisa que vai ser possível oferecer “melhor serviço e mais rotas”, além do code-share que já existe.

Segundo Ed Bastian, CEO da Delta Air Lines, que aplaude a aprovação, esta joint-venture vai ajudar ao “crescimento do mercado entre a América do Norte e a América do Sul, proporcionando benefícios significativos e necessários para os clientes”.

Já Roberto Alvo, CEO do Grupo LATAM Airlines, destaca as “ligações mais rápidas” e o “cúmulo conjunto de milhas em programas de passageiro frequente” como alguns dos benefícios mais imediatos para os clientes da companhias aéreas e diz ter a certeza que, com o tempo, será possível “oferecer as melhores ligações incorporando uma visão sustentável de futuro”.

Recorde-se que o primeiro acordo entre a Delta Air Lines e o Grupo LATAM Airlines data de 2019, quando as companhias aéreas decidiram “expandir significativamente as opções de viagem na América do Norte e do Sul e oferecer uma experiência líder do setor”.

Desde essa data, foram dados vários passos e passou, nomeadamente, a ser possível fazer o resgate mútuo de milhas, ter benefícios recíprocos, partilhar os terminais em aeroportos como Nova York (JFK), São Paulo/Guarulhos (GRU) e Santiago (SCL), ter acesso mútuo a 53 salas VIP Delta Sky Club nos Estados Unidos e cinco salas LATAM na América do Sul, incluindo o novo Delta Sky Club em Los Angeles (LAX) e o novo LATAM Lounge Santiago, no Chile.

Em 2020, a Delta e a LATAM introduziram os primeiros serviços de code-share na América do Sul e, em 2021, expandiram o acordo para mais de 20 rotas entre os EUA e a América do Sul, além de ligações para uma ampla rede de destinos nacionais e regionais a partir de centros de conexão em Atlanta, Nova York e Los Angeles, bem como em Santiago, Lima, Bogotá e São Paulo.

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Ryanair triplica passageiros transportados no acumulado até setembro

Até setembro, a Ryanair transportou 153 milhões de passageiros, num aumento de 209% face aos 49,5 milhões de passageiros que tinham sido transportados pela companhia aérea de baixo custo em igual período de 2022.

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A Ryanair transportou 15,9 milhões de passageiros no passado mês de setembro, número que fica 49% acima do total de passageiros contabilizados em igual mês de 2021 e que, no acumulado até setembro, chega já aos 153 milhões de passageiros, mais de três vezes acima do resultado de igual período do ano passado.

Numa nota enviada à imprensa esta terça-feira, 4 de outubro, a Ryanair revela que, no nono mês do ano, transportou 15,9 milhões de passageiros, quando em setembro do ano passado este número não ultrapassava os 10,6 milhões, o que traduz um aumento de 49,%.

Em setembro, também a ocupação dos voos da transportadora aérea low cost aumentou 13%, passando de um load factor de 83% em setembro de 2021 para 94% nos 88,850 voos realizados pela Ryanair.

No entanto, é no acumulado do ano que se verifica a maior subida no total de passageiros transportados pela Ryanair, uma vez que a companhia aérea contabilizou já 153 milhões de passageiros, quando até setembro do ano passado tinham sido transportados 49,5 milhões, o que traduz um aumento de 209%.

A ocupação dos voos também tem vindo a subir ao longo do ano e, em setembro, chegou aos 90%, 13% acima do registado em igual período de 2021, quando o load factor acumulado dos voos da Ryanair se ficava pelos 77%.

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