Edição digital
Assine já
PUB
Aviação

Star Alliance lança concurso de milhas no 20.º aniversário

Concurso abrange todos os 21 programas de passageiro frequente das 28 companhias-membro da Star Alliance, incluindo o Victoria, da TAP.

Publituris
Aviação

Star Alliance lança concurso de milhas no 20.º aniversário

Concurso abrange todos os 21 programas de passageiro frequente das 28 companhias-membro da Star Alliance, incluindo o Victoria, da TAP.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
Oferta hoteleira de Moçambique aumenta no primeiro trimestre
Destinos
Governo dos Açores cria grupo de trabalho para revisão do Plano Ordenamento Turístico da região
Destinos
Portugal Ventures anuncia call para investir em projetos de base tecnológica nos setores do Turismo e Hotelaria
Agenda
Mais de 82 mil turistas portugueses visitaram o Brasil em quatro meses
Destinos
Centro de Portugal é o Destino Internacional Protagonista da Naturcyl 2024 em Espanha
Destinos
Turismo, Mobilidade e Infraestruturas dos Açores com 321,1 M€ no Plano e Orçamento para 2024
Destinos
Air France revela primeiras novidades para o inverno 2024-2025 com novo destino no Brasil em destaque
Aviação
Grupo Saudia encomenda mais 105 aviões à Airbus
Aviação
Delta Air Lines celebra 5.º aniversário da rota Lisboa-Boston com 14 voos por semana entre Portugal e EUA
Aviação
Eurowings conta com “programa especial” para o Euro 2024
Transportes

A Star Alliance e as suas 28 companhias-membro lançaram um concurso mundial que desafia os passageiros a partilharem a sua experiência cultural preferida com outros viajantes, habilitando-se a ganhar um milhão de milhas.

O concurso, que assinala o 20.º aniversário da Star Alliance e abrange todos os 21 programas de passageiro frequente das 28 companhias-membro da aliança, incluindo o Victoria, da TAP,  arrancou no domingo, 14 de Maio, e decorre até 31 de Julho.

“Para o nosso 20.º Aniversário, estamos a celebrar a força das ligações humanas e culturais. Para continuarmos a construí-las, em conjunto com as nossas companhias-membro, estamos a oferecer aos viajantes um prémio verdadeiramente único”, afirma Jeffrey Goh, CEO da Star Alliance.

Para participar no concurso, os passageiros das companhias aéreas da Star Alliance devem aceder ao site www.staralliance.com/mileagemillionaire, seleccionar o programa de passageiros frequente ao qual pretendem associar o prémio e introduzir o número de cliente.

De seguida, é necessário associar uma imagem de perfil e outra da experiência cultural preferida, sendo as imagens posteriormente juntas com recurso a uma aplicação, oferecendo aos participantes a hipótese de escolherem entre duas silhuetas únicas, uma das quais será usada para entrar na competição.

Num terceiro passo, é pedida uma descrição da experiência cultural, detalhes sobre o que a tornou especial e como se relaciona com a o tema da campanha de aniversário da Star Alliance, de ligar pessoas e culturas. Por fim, são pedidas informações de contacto, para o caso de ser selecionado como vencedor.

O concurso está disponível nas nove línguas do site da Star Alliance, incluindo Chinês simplificado e tradicional, Inglês, Francês, Alemão, Coreano, Japonês, Português e Espanhol, cabendo a decisão final à National Geographic, que é parceira da Star Alliance no 20.º aniversário. Os vencedores são anunciados a 28 de Setembro de 2017.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Oferta hoteleira de Moçambique aumenta no primeiro trimestre
Destinos
Governo dos Açores cria grupo de trabalho para revisão do Plano Ordenamento Turístico da região
Destinos
Portugal Ventures anuncia call para investir em projetos de base tecnológica nos setores do Turismo e Hotelaria
Agenda
Mais de 82 mil turistas portugueses visitaram o Brasil em quatro meses
Destinos
Centro de Portugal é o Destino Internacional Protagonista da Naturcyl 2024 em Espanha
Destinos
Turismo, Mobilidade e Infraestruturas dos Açores com 321,1 M€ no Plano e Orçamento para 2024
Destinos
Air France revela primeiras novidades para o inverno 2024-2025 com novo destino no Brasil em destaque
Aviação
Grupo Saudia encomenda mais 105 aviões à Airbus
Aviação
Delta Air Lines celebra 5.º aniversário da rota Lisboa-Boston com 14 voos por semana entre Portugal e EUA
Aviação
Eurowings conta com “programa especial” para o Euro 2024
Transportes
PUB
Aviação

Air France revela primeiras novidades para o inverno 2024-2025 com novo destino no Brasil em destaque

No inverno 2024-2025, a Air France vai abrir três novas rotas para o Brasil, Suécia e Maldivas, que vão estar acessíveis aos passageiros portugueses através dos voos da Air France desde Lisboa e Porto, via Paris-CDG.

A Air France já começou a revelar algumas das novidades que vão constar do seu calendário de inverno 2024-2025, com destaque para a abertura de três novas rotas para o Brasil, Suécia e Maldivas, que vão estar acessíveis aos passageiros portugueses através dos voos da Air France desde Lisboa e Porto, via Paris-CDG.

“A Air France continua a expandir a sua rede, oferecendo 5 rotas adicionais – incluindo 3 novas – a partir de Paris no inverno de 2024-25 (novembro de 2024 a março de 2025)”, destaca a companhia aérea num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, 24 de maio.

Um dos principais destaques da Air France para o próximo inverno vai ser Salvador da Bahia, no Brasil, que passa a contar com três voos por semana a partir de 28 de outubro, às segundas, quintas e sábados, em aparelhos Airbus A350-900 com 324 lugares.

“A antiga capital brasileira, inscrita no Património Mundial da UNESCO, será o 5º destino da Air France no Brasil, depois do Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza e Belém (este último, servido a partir de Caiena, na Guiana). No inverno de 2024, a Air France vai operar até 30 voos semanais de/para o Brasil”, refere a Air France na informação divulgada, onde se explica ainda que, graças a uma parceria comercial com a brasileira GOL, os clientes podem conectar-se facilmente a 40 destinos domésticos no Brasil.

Além da capital baiana, a Air France vai também começar a voar, este inverno, para Malé, nas Maldivas, disponibilizando até dois voos por semana, às sextas-feiras e domingos, durante o período festivo do fim de ano, ou seja, entre 20 de dezembro de 2024 e 5 de janeiro de 2025, que vão ser operados num avião Airbus A350-900 com 292 assentos.

As novidades da Air France para o inverno 2024-2025 ficam ainda completas com uma nova rota para Kiruna, na Suécia, que, a partir de 21 de dezembro de 2024, vai contar com  um voo por semana, aos sábados, num avião A319.

“Depois de Rovaniemi, Kittilä (Finlândia), Tromsø (Noruega) e Narvik Loften (Noruega, destino servido apenas no verão), Kiruna será o 5º destino da Air France na Lapónia. Localizada 200 quilómetros a norte do Círculo Polar Ártico, Kiruna é um ponto de partida ideal para desfrutar da natureza intocada da região e tentar observar as auroras boreais”, explica a Air France.

Além destas novidades, a Air France também vai continuar a reforçar a sua oferta para os Estados Unidos, alargando o serviço para Denver (Colorado, EUA) e Phoenix (Arizona, EUA) no inverno, com três voos semanais para cada cidade, a partir de Paris-CDG.

“Oferecida apenas no verão até agora, a ligação para Denver, e também a rota para Phoenix, nova no verão de 2024, será inaugurada a 23 de maio”, destaca ainda a companhia aérea.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Grupo Saudia encomenda mais 105 aviões à Airbus

Mais 105 aviões da família A320neo. Esta nova encomenda do Grupo Saudia eleva para 144 as aeronaves encomendadas ao fabricante europeu em detrimento da Boeing.

O Grupo Saudia, representado pela Saudia, transportadora nacional de bandeira do Reino da Arábia Saudita, e pela flyadeal, transportadora lowcost do grupo, assinou uma encomenda de mais 105 aviões da família A320neo. A encomenda inclui 12 aeronaves A320neo e 93 A321neo.

Este novo acordo aumenta a carteira de encomendas de aeronaves Airbus do Grupo Saudia para 144 aeronaves da família A320neo.

A Arábia Saudita está a criar oportunidades sem precedentes para a aviação mundial através da Estratégia Nacional de Turismo da Arábia Saudita, que tem como objetivo mais de 150 milhões de turistas até 2030. Esta encomenda à Airbus desempenhará um papel significativo no reforço da ambição do Reino de se tornar um dos principais destinos turísticos mundiais.

Com um valor de 19 mil milhões de dólares (cerca de 17,5 mil milhões de euros), de acordo com o Fórum da Aviação do Futuro, em Riade, onde Ibrahim Al-Omar, diretor-geral do Grupo Saudia, tornou pública a notícia, ainda não é claro se o negócio é, nas suas palavras, “o maior negócio da história da aviação saudita”, devido ao número de aviões envolvidos ou ao montante despendido.

Segundo os analistas, os recentes problemas de fabrico e de reputação da Boeing podem ter contribuído para a escolha do fornecedor, mas o Grupo Saudita já opera uma frota maioritariamente Airbus, com apenas 51 dos seus 144 aviões fornecidos pela Boeing. 39 outros Airbus já estão encomendados e serão complementados pela última aquisição de 12 aviões A320neo e 93 A321neo, elevando a carteira total de encomendas para 144.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Delta Air Lines celebra 5.º aniversário da rota Lisboa-Boston com 14 voos por semana entre Portugal e EUA

A rota da Delta Air Lines entre Lisboa e Boston conta com voos diários entre março e dezembro, aos quais se juntam voos diários entre a capital portuguesa e Nova Iorque -JFK.

A Delta Air Lines está a celebrar o 5.º aniversário da rota Lisboa-Boston, operação que conta com um voo diário entre março e dezembro e que é complementada pelas ligações que a companhia aérea também opera entre Lisboa e Nova Iorque-JFK, totalizando 14 voos por semana entre Portugal e os EUA.

Num comunicado enviado à imprensa, a Delta Air Lines lembra que a rota Lisboa-Boston começou a ser operada em 2019 e, desde então, foram já transportados mais de 235.000 passageiros nestes voos.

“Com dois voos diários de Lisboa para os Estados Unidos e cerca de 860 lugares disponíveis todos os dias, a companhia oferece ligações convenientes de uma escala para destinos nos EUA e mais além, através dos seus principais hubs em Boston e Nova Iorque-JFK”, acrescenta a Delta Air Lines.

Este verão, os voos da Delta Air Lines são operados em aviões Boeing 767-300ER, aparelhos que representam um aumento de capacidade de 40 lugares face aos Boeing 757-200ER que a companhia aérea utilizava anteriormente.

“Boston é um dos nossos hubs internacionais de crescimento mais rápido e um destino popular para os clientes portugueses”, afirma Paul Hassenstab, diretor de Vendas EMEAI da Delta Air Lines, considerando que a celebração do quinto aniversário é “um grande marco” para esta rota, que “continua a ter um desempenho robusto”.

Satisfeito mostra-se também Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, que defende que o quinto aniversário desta rota atesta o “compromisso de ligar Portugal aos Estados Unidos”, numa parceria que “tem fortalecido os laços entre os dois países e, também, contribuído para a dinamização da economia portuguesa porque facilita o acesso a Portugal e a toda a sua oferta turística”.

Os voos da Delta Air Lines partem de Lisboa diariamente às 12h45 e chegam a Boston às 15h30, enquanto em sentido contrário a partida da cidade norte-americana decorre às 23h15 para chegar a Lisboa às 10h45 do dia seguinte.

Já a rota de Nova Iorque-JFK, que também conta com voos diários e ao longo de todo o ano, parte de Lisboa às 10h00 e chega à cidade dos EUA pelas 13h00, enquanto em sentido contrário a partida de Nova Iorque acontece às 19h55, chegando a Lisboa às 08h00 do dia seguinte.

Os clientes que voam a partir de Lisboa podem escolher entre 55 destinos via Boston e 75 via Nova Iorque-JFK. As principais ligações para os viajantes portugueses incluem Los Angeles, São Francisco e Orlando, nos Estados Unidos, e San Juan, Porto Rico; Cancun, México; São Paulo, Brasil; e Nassau, Bahamas.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

APG-IET integra Volotea

Neste verão, a Volotea vai operar “mais de 450 rotas” entre “mais de 100 cidades por toda a Europa” e passa agora a esta disponível para emissões interline.

Publituris

A APG Portugal anunciou a integração da Volotea no programa APG-IET, passando a companhia aérea low cost, com sede em Barcelona, a estar disponível para emissões interline com a chapa GP.

De acordo com a APG Portugal, a Volotea vai operar, neste verão, “mais de 450 rotas” entre “mais de 100 cidades por toda a Europa”, passando agora a esta disponível para emissões interline.

A Volotea, que no ano passado foi reconhecida como a melhor companhia Low-cost da Europa nos World Airline Awards, conta com uma frota composta por 41 aviões, entre 20 aparelhos Airbus A319 e 21 Airbus A320.

Com a integração da Volotea, o programa APG-IET passa a contar com 145 companhias aéreas, cuja oferta já está disponível para emissões interline com a chapa GP-275, através dos sistemas Galileo, Sabre, Amadeus e Worldspan.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Dubai espera bater novo recorde de passageiros no atual aeroporto

Os responsáveis pelo Dubai International Airport (DXB) esperam bater um novo recorde, com a movimentação de mais de 91 milhões de passageiros, em 2024.

Publituris

Depois de ter registado, no primeiro trimestre de 2024, mais de 23 milhões de passageiros a passarem pelo Dubai International Airport (DXB), correspondendo a um acréscimo de 8,4% face ao mesmo período de 2023, os responsáveis pela infraestrutura aeroportuária admitem bater novo recorde e chegar a mais de 91 milhões de passageiros neste ano.

Paul Griffiths, CEO dos Aeroportos do Dubai, refere, na apresentação de resultados do DXB), que “a trajetória de crescimento robusto no DXB continuou no primeiro trimestre do ano, com o hub a registar números verdadeiramente impressionantes. Graças, em parte, à proliferação de cidades que estão a ser adicionadas à nossa rede pelas nossas transportadoras Emirates e flydubai, nos últimos meses. À medida que o Dubai emerge como líder global na atração de talentos, empresas e turistas de todo o mundo, a nossa atenção continua a centrar-se na manutenção da dinâmica de crescimento e na melhoria da experiência geral no aeroporto para todos os passageiros que passam pelos nossos terminais. Com um forte início do segundo trimestre e uma perspectiva otimista para o resto do ano, revimos a nossa previsão para o ano para 91 milhões de passageiros, ultrapassando o nosso anterior recorde de tráfego anual de 89,1 milhões em 2018.”

A Índia continua a ser o principal país de destino do DXB, com o tráfego a atingir 3,1 milhões de passageiros, seguida da Arábia Saudita (2 milhões), do Reino Unido (1,5 milhões) e do Paquistão (1,1 milhões). Outros contribuintes significativos incluem os EUA (836.000), a Rússia (725.000) e a Alemanha (728.000). As principais cidades por número de passageiros incluem Londres com 961.000 passageiros, Riade (795.000) e Jeddah (669.000), seguidas de perto por Bombaim com 637.000 visitantes.

De referir que o Emirado anunciou, recentemente, que está a construir um novo terminal de passageiros no Al Maktoum International – o segundo aeroporto do Emirado, também conhecido como Dubai World Central (DWC) – à medida que o DXB se aproxima da sua capacidade total.

O novo DWC, com um investimento total de 128 mil milhões dirhams (mais de 32 mil milhões de euros), terá uma capacidade para 260 milhões de passageiros. Uma vez concluído, o aeroporto terá a maior capacidade do mundo e será cinco vezes maior do que o DXB, que atualmente ocupa o primeiro lugar no ranking mundial do tráfego internacional de passageiros.

O DXB está atualmente ligado a 256 destinos em 102 países através de 90 transportadoras internacionais. No primeiro trimestre deste ano, o aeroporto registou 109.238 movimentos de aeronaves, o que representa um aumento anual de 8,3% segundo a Dubai Airports.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Privatizar sim, mas Estado português “deve manter uma posição”, recomenda CEO da TAP

O CEO da TAP, Luís Rodrigues, admitiu ao Financial Times que no processo de privatização da TAP, o Estado deverá “manter uma posição, e que fizesse parte de todo o processo de desenvolvimento”.

Publituris

Com a decisão sobre o novo aeroporto arrumada, está em aberto a privatização da TAP Air Portugal. Ao Financial Times, Luís Rodrigues, CEO da companhia aérea, recomendou ao Governo português para “manter uma posição, e que fizesse parte de todo o processo de desenvolvimento”.

“Penso que um dia estaremos prontos para uma venda a 100%, mas vamos fazer isso passo a passo”, disse Luís Rodrigues à margem de um evento de celebração dos 75 anos do início dos voos da TAP entre Lisboa e Londres.

Dando como exemplo a necessidade de servir as regiões autónomas de Portugal, a Madeira e os Açores, o CEO da TAP admite que esta posição serviria para “para garantir que, se os atores mudarem, ninguém entra com uma agenda diferente”.

Recorde-se que, ainda no último Congresso da APAVT, em dezembro de 2023, Luís Rodrigues afirmaria que “é impensável ter uma empresa de aviação a atuar no mercado competitivo global a ser condicionada por um acionista, neste caso o acionista Estado. A forma mais óbvia e historicamente fácil de fazer isso é privatizá-la”.

Na altura, referia, igualmente, que não discutiria se a privatização deveria ser a “100% ou 80% ou se, dada a importância estratégica que tem para o país, seja o Estado a governar”. Contudo, neste último caso, o CEO da TAP considerou que é fundamental que se “criem regras que permitam que a empresa seja gerida livre dos entraves administrativos a que está sujeita no atual quadro”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Ryanair aumenta lucros para 1,92 MM€ e transporta 184 milhões de passageiros em 2024

O exercício de 2024 da Ryanair, terminado em março de 2024, foi marcado por crescimentos em todas as alíneas, desde as receitas aos lucros, passageiros, custos com combustível, etc.. Para 2025, as previsões apontam para os 200 milhões de passageiros, embora dependente das entregas dos aviões da Boeing.

Victor Jorge

A Ryanair registou, no exercício fiscal de 2024, um crescimento de 34% nos lucros, atingindo os 1,92 mil milhões de euros contra os 1,43 mil milhões de euros do ano anterior. Também as receitas cresceram, face ao exercício de 2023, totalizando, em março de 2024, 13,44 mil milhões de euros quando há um ano totalizavam 10,78 mil milhões de euros (+25%).

Em termos de aumentos, também os custos operacionais da Ryanair registaram um incremento, passando de 9,2 mil milhões de euros para 11,38 mil milhões de euros no ano fiscal que termina a 31 de março de 2024, correspondendo a uma subida de 24%.

Apesar das dificuldades em obter os aviões encomendados à Boeing, a Ryanair viu o número de passageiros passar dos 168,6 milhões, em 2023, para 183,7 milhões o que equivale a uma subida de 9%, indicando ainda a companhia lowcost que as vendas de “ancillaries” aumentaram 12% para atingir 4,3 mil milhões de euros, representando 23,40 euros por passageiros.

Do lado dos custos, destaque para o aumento de 32% no valor atribuído aos combustíveis, que representaram, no exercício de 2024, 5,14 mil milhões de euros, ou seja, mais 1,25 mil milhões que no ano anterior, indicando a Ryanair que mais de 70% das necessidades ao nível do combustível já estarão garantidas, significando isto uma poupança de 450 milhões de euros.

No que diz respeito à frota, a Ryanair refere, em comunicado, que a companhia tinha uma frota de 146 aviões B737 Gamechanger no final do ano, esperando “aumentar esta frota para 158 até ao final de julho, o que corresponde a menos 23 entregas por parte da Boeing face ao que está contratado”.

“Continuamos a trabalhar em estreita colaboração com o CEO da Boeing (Dave Calhoun), o CFO (Brian West) e a nova equipa de gestão de Seattle para melhorar a qualidade e acelerar as entregas de aviões B737”, reconhecendo a Ryanair que “continua a existir o risco de as entregas da Boeing poderem diminuir ainda mais”.

Quanto à operação para este verão de 2024, a Ryanair diz que a “a procura por viagens na Europa é forte e, apesar dos atrasos na entrega dos Boeing, iremos operar o nosso maior programa de verão de sempre com mais de 200 novas rotas (e 5 novas bases)”.

A companhia liderada por Michael O’Leary salienta, igualmente, que “a capacidade para o verão de 2024 para voos de curta distância na UE está condicionada pelo facto de as companhias aéreas concorrentes imobilizarem aviões A320 para reparação de motores P&W (estas interrupções prolongar-se-ão provavelmente até 2026) e de os fabricantes se esforçarem por recuperar as suas carteiras de entregas”.

Quanto à generalidade do mercado, a Ryanair prevê que a “consolidação das companhias aéreas europeias prossiga, com a aquisição da ITA (Itália) e da Air Europa (Espanha) a avançar e a venda da TAP (Portugal) a seguir”.

Para o exercício de 2025, a Ryanair espera aumentar o tráfego em 8%, para entre 198 e 200 milhões de passageiros, “sujeito ao regresso das entregas de Boeing aos níveis contratados antes do final do ano”.

“A nossa vantagem de custos sobre os nossos concorrentes continua a aumentar, apesar de esperarmos que os custos unitários no ano fiscal 2025 aumentem modestamente, uma vez que os custos, exceto combustível, “serão substancialmente compensados pelas nossas poupanças de hedge de combustível e pelo aumento das nossas receitas de juros”.

A companhia admite que, apesar da limitação da capacidade de voos de pequeno curso na UE, “a procura de voos no verão 2024 é positiva, com as reservas a registarem uma tendência superior à do ano passado”.

“Os preços recentes são mais baixos do que esperávamos, com o primeiro trimestre a exigir um maior estímulo dos preços do que no ano passado (em especial porque metade da Páscoa foi transferida para março e não para abril)”.

Assim, embora a estimativa seja limitada e o resultado dependa em grande medida dos preços do pico registados no verão, “continuamos cautelosamente otimistas quanto ao facto de as tarifas do verão se manterem estáveis ou ligeiramente acima do verão passado”.

O resultado final do ano fiscal de 2025 “dependerá em grande medida de se evitarem acontecimentos adversos durante o exercício, tais como guerras na Ucrânia e no Médio Oriente, perturbações extensas no controlo aéreo ou novos atrasos na entrega da Boeing”, conclui a Ryanair.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Aviação

Iberia integra novos Airbus A321XLR à frota no final do verão

Com a introdução destas aeronaves no final deste verão, a Iberia reforçará a sua rede de longo-curso. A primeira rota será operada na temporada de inverno, provavelmente, para os EUA.

Victor Jorge

No final do verão de 2024, a Iberia irá reforçar a sua frota de longo curso com a introdução dos Airbus A321XLR, admitindo que esta aeronave irá fazê-lo de forma “mais sustentável e inovadora, oferecendo a possibilidade de operar as rotas transoceânicas da companhia aérea com um avião narrow-body, ou seja, com um único corredor”.

Esta introdução dos A321XLR reforçará, segundo a Iberia, “a rede de destinos da companhia aérea com especial incidência na América, pois, para além de dispor de mais unidades com autonomia para efetuar viagens transoceânicas, o A321XLR permitirá uma utilização mais eficiente da frota, de acordo com a procura de cada um dos mercados da companhia aérea”.

Apontado como primeiro destino para a viagem de longo-curso, a Iberia indica destinos como “Washington DC e depois Boston”.

Uma das grandes novidades do A321XLR é a capacidade, como avião de um só corredor, para efetuar voos de longo curso, oferecendo ao mesmo tempo um serviço premium ao mesmo nível dos modelos de fuselagem larga como os A330 e A350 da frota da Iberia.

Este modelo terá 182 lugares dispostos em cabina Business e Económica, e incluirá várias melhorias que oferecem maior conforto aos passageiros, tais como compartimentos superiores maiores, que podem armazenar até 60 % mais malas de mão, seis estilos diferentes de iluminação da cabina e um painel inovador à entrada do avião, entre outros.

Na sua cabina Business, o A321XLR terá 14 lugares individuais à janela com acesso direto ao corredor. Além disso, os assentos oferecem o máximo conforto, com um assento “full flat” que se converte em cama, um amplo apoio de cabeça em pele, compartimentos para objetos pessoais e uma estrutura que oferece grande conforto e privacidade.

Todos os assentos Business têm um ecrã 4K individual de 18 polegadas, que oferece imagens mais nítidas e melhores tons no modo escuro. Tudo isso, acompanhado do melhor entretenimento a bordo.

Para maior conforto, cada lugar terá o seu próprio sistema de iluminação, que pode ser ajustado independentemente ao ambiente desejado, e cada lugar terá o seu número iluminado durante o modo noturno, para que possa ser mais facilmente encontrado.

Da mesma forma, o Airbus A321XLR terá 168 lugares na cabine Económica com o último modelo Recaro, o CL3810, que evoluiu a partir dos assentos dos atuais aviões de longo curso, com uma reclinação de quatro polegadas e apoios de cabeça em pele. Os assentos terão dois bolsos adicionais para guardar objetos pessoais.

Todas as cabinas do novo A321XLR oferecerão aos passageiros a possibilidade de trazerem os seus próprios auscultadores e de os ligarem através de Bluetooth. Além disso, dispõem de portas de carregamento USB tipo A e C melhoradas, enquanto os tabuleiros dos assentos permitem que os clientes coloquem os seus próprios dispositivos eletrónicos para poderem utilizá-los de forma mais confortável.

Como referido, o primeiro A321XLR deverá integrar a frota da Iberia após o verão, altura em que, juntamente com os sete aviões adicionais deste modelo que a Iberia receberá nos meses seguintes, permitirá à companhia aérea continuar a expandir a sua rede de destinos de longo curso, bem como aumentar a capacidade nas cidades para onde voa atualmente.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Aviação

Johan Lundgren deixa liderança da easyJet em 2025

Johan Lundgren, CEO da easyJet será substituído por Kenton Jarvis à frente da companhia aérea easyJet a partir de 2025.

Publituris

O Conselho de Administração easyJet anunciou, recentemente, a substituição do atual CEO, Johan Jundgren, por Kenton Jarvis à frente da liderança da companhia aérea, a partir de 2025.

CEO da easyJet desde dezembro de 2017, Johan Lundgren conduziu a companhia, segundo salienta Chester Hester, chairman da easyJet, “através dos imensos desafios do período COVID e estabelecendo uma estratégia clara e um plano de execução sólido, conquistando clientes, acionistas e os nossos colaboradores”.

Já Kenton Jarvis está na companhia desde 2021, ocupando o cargo de CFO, cargo esse que manterá durante o período de transição e até ser encontrado um sucessor.

Lundgren refere que “há ainda coisas importantes a realizar durante o resto do ano, mas quando chegar a altura, deixarei a easyJet com um grande sentido de lealdade e de orgulho pelos progressos realizados e pelo potencial que a empresa tem para o futuro”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

easyJet favorável a novo aeroporto em Lisboa, mas atual precisa de responder a necessidades

A companhia aérea britânica easyJet vê com bons olhos a construção de um novo aeroporto em Lisboa, mas o presidente executivo, Johan Lundgren, defendeu que antes é preciso garantir que o aeroporto atual responde às necessidades.

Publituris

“Somos favoráveis à construção de aeroportos e [aumento de] capacidade. Mesmo que este seja um aeroporto que só vai estar pronto em 2030, segundo os planos, estamos positivos porque estamos muito comprometidos com Portugal, é um mercado muito importante para nós e queremos continuar o nosso crescimento” no país, afirmou à agência Lusa, durante uma conferência telefónica sobre os resultados do primeiro semestre de 2024.

O responsável vincou ser importante, em Portugal ou em qualquer outro país, “que se concentre em primeiro lugar e sobretudo na resiliência, na própria infraestrutura, para garantir que consegue responder à capacidade e à procura”.

Lundgren referiu que o aeroporto na capital portuguesa apresentou “dificuldades nesse aspeto”.

“A nossa mensagem para todos os aeroportos é que se foquem na infraestrutura existente e garantam que essa melhore antes de pensar em crescimento”, vincou.

O presidente executivo da easyJet alargou esta mensagem para além de Portugal, lamentando que “não é garantido que todos os aeroportos europeus atualmente” conseguem responder ao nível de capacidade e de passageiros existente.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.