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Publituris promove encontro entre fornecedores e hoteleiros esta quinta-feira

A edição deste ano tem lugar no espaço Montes Claros -Lisbon Secret Spot, em Lisboa, e conta com a participação de cerca de 60 empresas.

Carina Monteiro
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Publituris promove encontro entre fornecedores e hoteleiros esta quinta-feira

A edição deste ano tem lugar no espaço Montes Claros -Lisbon Secret Spot, em Lisboa, e conta com a participação de cerca de 60 empresas.

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A revista Publituris Hotelaria realiza-se esta quinta-feira, dia 29 de Setembro, a 2ª edição do Hotels & Suppliers Business Meetings, evento que tem como objectivo juntar os responsáveis de compras das principais cadeias hoteleiras e hotéis portugueses, com os fornecedores das várias áreas para a hotelaria.
A edição deste ano tem lugar no espaço Montes Claros -Lisbon Secret Spot, em Lisboa, e conta com a participação de cerca de 60 empresas.
Num formato de fast-meetings, os responsáveis pelas compras nos hotéis terão a oportunidade de num só dia, reunir com cerca de 25 fornecedores para as várias áreas da hotelaria e conhecer os seus serviços, novidades e condições especiais de adesão, num encontro que fomenta o negócio e o networking.
A 2ª edição do Hotels & Suppliers Business Meetings conta ainda com a participação do motivational speaker João Cordeiro, representante nos Países da CPLP do reconhecido autor/coach em Liderança, Robin Sharma.
João Cordeiro é director executivo em Portugal da maior Organização de Networking de Negócios do Mundo, o BNI, e vai trazer a Portugal a formação revolucionária de Liderança de Robin Sharma, nos dias 20, 21 e 22 Outubro. no evento da Publituris Hotelaria fará uma intervenção intitulada “Gerir com a mente, Liderar com o Coração”.

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Retoma do turismo para níveis pré-pandemia, só em 2023, diz SET

Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, admitiu que 2023 será um ano “muito importante”, acreditando que seja o ano em que se dará a recuperação do setor para níveis pré-pandemia.

A secretária de Estado do Turismo de Portugal, Rita Marques, afirmou, em Madrid, que o Governo espera que o setor aos valores que faturou em 2019, antes da pandemia da COVID-19, somente no ano 2023.

“Em minha opinião, 2023 será um ano muito importante, pois acredito que seja o ano em que recuperaremos integralmente da quebra de procura causada por esta pandemia”, disse Rita Marques numa mesa redonda em que participou com o seu homólogo espanhol, Fernando Valdés, para debater a colaboração transfronteiriça em termos de políticas de turismo.

Os dois governantes defenderam que os países ibéricos devem trabalhar em conjunto na atração dos turistas estrangeiros.

“Estamos numa posição privilegiada para mostrar que o mercado turístico ibérico pode ser trabalhado em conjunto”, afirmou Rita Marques, acrescentando que esse trabalho coordenado entre os dois países já era feito antes da pandemia.

A secretária de Estado portuguesa recordou que em 2017 foi definida "uma nova agenda” para o turismo nacional e que depois da pandemia essa estratégia “continua atual”.

O Governo português definiu há quatro anos que era necessário lutar contra a sazonalidade do setor, apostar no turismo em todo o território e diversificar o produto turístico, acrescentando-lhe valor.

Rita Marques considerou que a gastronomia ou os vinhos são ofertas “importantes que distinguem” o país, mas que também é necessário apostar em "novos eventos”, tendo dado exemplos os subsetores de eventos corporativos, desportivos e termais, cuja procura aumentou depois da pandemia.

“Temos vantagem em fazer propostas em conjunto com Espanha. Por exemplo, eventos que se realizam um ano num país e em seguida no outro”, afirmou a governante portuguesa.

Rita Marques afirmou que Portugal e Espanha têm “muitas coisas em comum e também complementares”, tendo acrescentado que um turista pode chegar por Lisboa e sair por Madrid, depois de visitar os dois países.

“Temos que saber aproveitar as sinergias que se podem gerar entre os nossos países para o fluxo de turistas na Península Ibérica”, disse.

A secretária de Estado incentivou a presidência espanhola do Conselho da União Europeia em 2023 a continuar o trabalho da presidência portuguesa do primeiro semestre do corrente ano.

Na presidência portuguesa foram dados passos para preparar uma “Agenda Europeia para o Turismo 2030/2050”, recordou Rita Marques, que agora espera que a estratégia esteja pronta a tempo de a Espanha, em 2023, a possa executar “com o apoio das instituições europeias e dos Estados-membros”.

 

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Rui Alves (Flytour Gapnet): “A experiência negativa dos consumidores com o suporte na venda on-line levou a uma valorização do papel do intermediário”

Para o diretor da consolidadora brasileira Flytour Gapnet, Rui Alves, a previsão passa por “um retorno aos modelos de uso de ‘hubs’ para receção de voos longos e distribuições regionais com mais escalas, tudo em nome de maior produtividade”.

Victor Jorge

Rui Alves, diretor da consolidadora brasileira Flytour Gapnet, não prevê tempos fáceis e admite um “redesenho de oferta de voos e uma busca de melhoria de performance, de modo a alcançar economia de custos”. Certo é que foi dado ao agente de viagens “um papel relevante de consultor e solucionador de problemas não só para os passageiros, como também para as próprias companhias aéreas”.

Conhecido o impacto que a pandemia teve no setor da aviação, que preocupações passaram a ter as companhias aéreas que anteriormente não tinham ou que eram secundárias? Mais segurança, mais proximidade, mais e melhores serviços, mais rotas, aviões mais sustentáveis, etc.?
Entendo que a indústria de aviação ao mesmo tempo que teve de encontrar alternativas de sobrevivência neste duro período da pandemia, teve ainda de olhar para dentro e repensar o negócio no momento em que começou a existir alguma retoma de atividade. A mudança do perfil de comprador com predominância do passageiro de lazer e com advance purchase curto, deixa a indústria com a difícil tarefa de refazer o seu preço que, na maioria dos players, contava com o passageiro corporativo como determinante na sua receita.

O cenário inverte-se e projeta uma diminuição do segmento corporativo em viagens. Alguns falam em quebras de 25 a 30%, mas pouco se sabe ainda de como será o hábito de compra deste segmento. Nalguns mercados existe mesmo a projeção de um cenário de 50% de passageiros de lazer e 50% de passageiros corporativos o que levará a um redesenho de oferta de voos e a uma busca de melhoria de performance, de modo a alcançar economia de custos. Não prevejo mais rotas, mas sim um retorno aos modelos de uso de hubs para receção de voos longos e distribuições regionais com mais escalas, tudo em nome de maior produtividade. Um bom exemplo desta tendência foram os recentes aproveitamentos dos A380 que estavam condenados a serem encostados.

Como vê o futuro da consolidação aérea depois da pandemia?
Vejo espaço na continuidade da consolidação aérea com as companhias norte-americanas como principais players, pois estão a sair em primeiro do momento mais crítico e fortalecendo-se graças a retoma do seu mercado doméstico. Na Europa, parece ser mais difícil esta tendência, agora com a maior presença do Estado como investidor. Já as companhias do Médio Oriente e Ásia encontram-se num momento de redefinição dos seus projetos.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
A experiência negativa dos consumidores com o suporte na venda on-line, seja das OTA´s, seja das próprias companhias aéreas durante o período da pandemia, levou a uma valorização do papel do intermediário, reforçando o Agente de Viagens, dando-lhe um papel relevante de consultor e solucionador de problemas não só para os passageiros, mas para as próprias companhias aéreas que muito e bem viram e compreenderam esta atuação dos agentes.

Talvez isto seja uma tendência daqui para a frente, com mais projetos de distribuição omnichannel e atendimento mais humanizado pelas OTA’s.

 

*Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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Movimento de passageiros dispara nos aeroportos nacionais em agosto mas continua 40% abaixo dos níveis pré-pandemia

Aeroportos nacionais contabilizaram 3,9 milhões de passageiros em agosto, crescimento de 76,3% face a igual mês do ano passado, mas que, face aos níveis pré-pandemia, continua a traduzir uma quebra de 39,9%.

Inês de Matos

No passado mês de agosto, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais cresceu 76,3%, chegando aos 3,9 milhões de passageiros, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE), que realça, no entanto, que este indicador continua 39,9% abaixo dos níveis pré-pandemia.

Segundo o INE, agosto trouxe também um crescimento do número de aeronaves que aterraram nos aeroportos nacionais, num total de 17,4 mil aparelhos, o que indica uma subida de 39,9% face a agosto do ano passado.

"Neste mês atingiram-se os níveis mais elevados de aeronaves aterradas e passageiros movimentados desde o início da crise pandémica COVID-19", indica o INE, no comunicado divulgado esta terça-feira, 19 de outubro.

Ainda assim, face a igual mês de 2019, os números continuam a traduzir descidas, que chegaram aos 25,0% no número de aeronaves aterradas e aos 39,9% nos passageiros movimentados, embora menos expressivas do que tinham sido em julho, quando a quebra no número de aeronaves aterradas e no movimento de passageiros chegava aos 33,2% e 55,8%, respetivamente, face a julho de 2019.

Entre os passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em agosto, 74,4% corresponderam a tráfego internacional, quando em período homólogo essa percentagem era de 76,4%, tendo a maioria sido proveniente de aeroportos europeus (65,0%), enquanto entre os passageiros que embarcaram em território nacional, 75,6% corresponderam a tráfego internacional (77,2% no período homólogo), com os aeroportos europeus a serem também o destino da maioria destes passageiros (67,6%).

Já no acumulado do ano até agosto, os dados do INE indicam que houve uma diminuição de 9,2% no número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais face ao período homólogo do ano anterior, o que traduz uma recuperação significativa depois da quebra de 67,1% que tinha sido apurada no acumulado até agosto do ano passado.

No entanto, o INE indica que, "comparando com o mesmo período de 2019, a redução foi de 70,1%", até porque, no acumulado até agosto de 2019, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais tinha crescido 7,1%.

Até agosto, o aeroporto de Lisboa movimentou 44,9% do total de passageiros, o que corresponde a 5,5  milhões de passageiros, o que traduz um decréscimo de 22,3% face a igual período do ano passado. Já o aeroporto de Faro apresentou uma trajetória diferente e cresceu 3,8% no acumulado do ano, contabilizando 1,5 milhões de passageiros, com o INE a referir, contudo, que o valor está "ainda distante do registado no mesmo período em 2019 (6,3 milhões de passageiros, representando um decréscimo de 76,3%)".

Nos voos internacionais, França a foi o principal país de origem e de destino dos voos, registando, no entanto, decréscimos de -5,3% no número de passageiros desembarcados e de -8,2% no número de passageiros embarcados face ao mesmo período de 2020, seguindo-se o Reino Unido e a Alemanha, ainda que com "um volume significativamente mais reduzido de passageiros desembarcados e embarcados".

 

 

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Distribuição

Decius Valmorbida (Amadeus): “O setor mudará o foco de volume para valor, à medida que procuramos reconstruir as viagens”

Em resposta a três questões colocadas pelo Publituris, em antevisão ao webinar da Airmet, Decius Valmorbida vice-presidente da Amadeus e responsável pela área da distribuição mundial, admite que a pandemia “pode levar a mudanças positivas a longo prazo”.

Victor Jorge

Decius Valmorbida, vice-presidente da Amadeus e responsável pela área da distribuição mundial, foca o impacto que a COVID-19 teve em toda a indústria das viagens. Em resposta a três perguntas do Publituris, o responsável da Amadeus destaca que “a pandemia forçou todos no universo das viagens a voltar à estaca zero e considerar o seu papel na cadeia de valor enquanto reconstruímos o setor”.

Que tipo de soluções e experiências passaram agora e no futuro a ser mais valorizadas pelo cliente/viajante/turista? Que peso têm questões como a sustentabilidade nesta “nova realidade”? Há, efetivamente, um novo tipo de consumidor?
Nos últimos anos, passamos por uma evolução gradual para atender às necessidades em constante mudança dos viajantes experientes e aproveitar as tecnologias e inovações mais recentes que estão a transformar a sociedade como um todo. Personalização, tecnologia móvel e sem fricção, chatbots, inteligência artificial e robótica são apenas algumas das tecnologias relacionadas que estão a alimentar esta evolução das viagens.

Com a COVID-19, vimos algumas dessas tendências acelerarem para que possamos dar aos viajantes a confiança para viajar de uma maneira nova e melhor.

Impulsionado pela necessidade de fazer as coisas de forma diferente como uma resposta à COVID-19, a aceleração de padrões como NDC e OneOrder e uma convergência de tecnologias, incluindo nuvem pública, identidade digital e plataformas abertas, está a tornar-se possível entregar esta visão end-to-end.

Não estamos a falar de uma oferta premium que começa quando embarca no avião e termina quando desembarca. Em vez disso, os operadores de viagens estarão mais interconectados do que nunca e cada vez mais considerarão o seu papel como parte da viagem no seu todo.

Como é que se posicionam, nesta retoma das viagens, em termos de mercado, produtos e operações?
Um dos primeiros passos que estamos a dar para reconstruir as viagens, é reunir os vários negócios focados na viagem. Isso significa os nossos canais de viagens, companhias aéreas, TI em aeroportos e pagamentos estão a tornar-se uma única unidade dedicada a cumprir essa visão end-to-end para as viagens.

Dentro desta unidade de viagens, continuaremos a nossa evolução tecnológica e construiremos uma nova geração de sistemas subjacentes que não são limitados por processos históricos da indústria. Isso faz com atendamos às necessidades dos viajantes por uma experiência totalmente personalizada em toda a sua jornada. Isso dá aos nossos clientes a capacidade de escolher a combinação de soluções mais correta. Além disso, ajuda nos ossos clientes a colaborar, identificar e entregar os serviços de maior valor através da colaboração.

Considere, por exemplo, a identidade biométrica no aeroporto, uma experiência de serviço emergente que envolve cooperação íntima entre companhias aéreas e aeroportos. Num futuro próximo, uma experiência totalmente biométrica pode tornar-se a norma. Ao remover a complexidade com soluções em nuvem que conectam totalmente companhias aéreas e aeroportos, pretendemos desbloquear esse tipo de valor para nossos clientes e viajantes. Este exemplo também pode ser estendido ao aluguer de automóveis, comboios e até mesmo check-in em hotéis, mas somente se realmente pensarmos end-to-end.

Outro exemplo é o conteúdo. Hoje, existe uma grande riqueza de conteúdos de viagens. Com tantas opções, a melhor aposta para qualquer grande retalhista que procura chamar a atenção do consumidor, é estar em qualquer lugar, seja online ou offline. Ao trazer todos os diferentes tipos de conteúdos de viagens para uma única plataforma - seja companhia aérea, hotel, automóvel, comboio, transferências ou destinos – os próprios vendedores de viagens, clientes corporativos e os próprios viajantes serão capazes de personalizar a viagem a seu gosto. Isso é o que estamos a fazer na Amadeus com a nossa plataforma de viagens.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da atividade e negócio?
Seja qual for o local para onde possa estar a olhar, a COVID-19 vai ao encontro da definição do “cisne negro”. Imprevisível, raro e com um impacto significativo, esses eventos causam estragos, mas também podem levar a mudanças positivas a longo prazo.

Naturalmente, todos os envolvidos na indústria de viagens estão a perguntar quando as reservas voltarão a algo próximo do que poderíamos considerar níveis "normais". Não posso responder a esta pergunta com certezas, pois existem muitas variáveis em jogo, mas, em minha opinião, essa não é a única questão que as empresas de viagens devem considerar. Pessoalmente, acho que o setor mudará o foco de volume para valor, à medida que procuramos reconstruir as viagens.

Em comparação com outras indústrias, é notável o quão pouco valor é atribuído ao produto da viagem, apesar da maioria das pessoas concordar que viajar enriquece as suas vidas. As cafeterias são especialistas em merchandising, tanto que agora é aceite que uma chávena de café possa custar cinco dólares. A questão para a indústria das viagens é: como podemos ajudar os viajantes a valorizar mais o nosso produto? Assim, à medida que as viagens recuperem, serão mais sustentáveis a longo prazo.

Neste caso, a indústria precisa analisar atentamente a experiência oferecida. Será que a experiência de viajar, em 2019, foi realmente convincente? E onde podemos criar valor adicional? Os players individuais da indústria trabalharam arduamente nas suas próprias ofertas, com companhias aéreas a adicionar planos premium e aeroportos a introduzir fast track services, mas nunca houve um foco em ‘toda’ a viagem do viajante. Pensar além dos silos individuais e pegar na visão end-to-end é a oportunidade de a viagem melhorar a experiência e desbloquear o equivalente aos cinco dólares pelo tal café.

A pandemia forçou todos no universo das viagens a voltar à estaca zero e considerar o seu papel na cadeia de valor enquanto reconstruímos o setor.

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UE gera mais de 590 milhões de certificados digitais e admite juntar mais 28 países aos atuais 43

Considerado uma das ferramentas essenciais para a recuperação da economia, viagens e turismo, a União Europeia quer juntar mais países à norma. Para já, são 28 os países que podem ligar-se, embora a Comissão ter sido contactada por 60 países terceiros.

Victor Jorge

 

A União Europeia (UE) já gerou mais de 591 milhões de certificados digitais COVID-19, avançando um relatório da Comissão que o certificado europeu tem sido “um elemento crucial da resposta da Europa à pandemia”.

De acordo com Bruxelas, o certificado, que abrange a vacinação, teste e recuperação da COVID-19, “facilita a realização de viagens seguras para os cidadãos, tendo também sido fundamental para apoiar a indústria do turismo, mais duramente atingida na Europa”, salientando que “estabeleceu uma norma mundial, sendo atualmente o único sistema operacional a nível internacional”.

Atualmente, estão integrados 43 países de quatro continentes no sistema e outros se seguirão nas próximas semanas e meses, adianta a Comissão no site institucional.

Tal como afirmou a presidente Ursula von der Leyen no seu discurso de 2021 sobre o estado da União, o Certificado Digital COVID da UE mostra que “quando atuamos em conjunto, conseguimos fazê-lo rapidamente”.

Dos 43 países ligados ao sistema da UE, 27 são Estados-Membros da UE, 3 são países do Espaço Económico Europeu (EEE), além de Suíça e 12 outros países e territórios.

No total, a Comissão foi contactada por 60 países terceiros interessados em aderir ao sistema europeu, avançando que, para além dos países já ligados, “estão em curso negociações de natureza técnica com 28 destes países”.

A importância do Certificado Digital COVID da UE foi, de resto, destacada pelo setor dos transportes aéreos que beneficiou da entrada em funcionamento mesmo a tempo para a época alta das viagens de verão. A Associação do Conselho Internacional dos Aeroportos (ACI Europe) comunicou, em julho de 2021 um volume total de passageiros superior ao dobro de julho de 2020, atribuindo esta mudança à implantação do Certificado Digital COVID da UE, em conjunto com a flexibilização das restrições de viagem.

Segundo um inquérito Eurobarómetro do Parlamento Europeu, cerca de dois terços (65 %) dos inquiridos concordaram que o Certificado Digital COVID da UE é o meio mais seguro para viajar livremente na Europa durante a pandemia de COVID-19.

20 Estados-Membros da UE também utilizam o Certificado Digital COVID da UE a nível interno, nomeadamente para o acesso a grandes eventos, restaurantes, cinemas e museus, dispondo de uma base jurídica nacional suplementar.

Declarações dos membros do Colégio de Comissários:

Para o comissário responsável pela Justiça, Didier Reynders, “o sistema de Certificados Digitais COVID da UE deu aos viajantes a confiança necessária para viajarem em segurança na UE e aumentou as viagens este verão. Num momento de crise, a Europa estabeleceu rapidamente e com êxito uma norma mundial inovadora e respeitadora da privacidade, havendo muitos países em todo o mundo interessados em aderir a este sistema”.

Já o comissário responsável pelo Mercado Interno, Thierry Breton, adianta que a União Europeia criou um sistema “seguro e interoperável em tempo recorde” que tem sido “um motor essencial para a recuperação do ecossistema turístico e das suas muitas pequenas empresas familiares em toda a Europa”.

Além disso, salienta ainda que o sistema da UE foi adotado por países de todo o mundo, demonstrando como a Europa “pode estabelecer normas mundiais através de uma ação decisiva e coordenada”.

Por fim, Stella Kyriakides, comissária responsável pela Saúde, destaca o facto do certificado ser um instrumento europeu “forte, que nos permitiu avançar no sentido da reabertura das nossas economias e sociedades e do exercício da liberdade de circulação de forma segura e coordenada”.

Para o futuro, a Comissão revela que “continuará a acompanhar de perto a validade dos certificados de vacinação e recuperação”, além de prosseguir os esforços para ligar mais países ao sistema da UE e trabalhar com os Estados-Membros a nível técnico para aplicar o regulamento relativo ao Certificado Digital COVID da EU.

Certo é que até 31 de março de 2022, a Comissão apresentará um novo relatório sobre a aplicação do regulamento que poderá ser acompanhado de uma “proposta legislativa destinada a prorrogar o período de aplicação do regulamento, tendo em conta a evolução da situação epidemiológica”, pode ler-se na declaração da Comissão no site.

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VINCI aumenta ligeiramente tráfego de passageiros até setembro

O tráfego de passageiros nos aeroportos em Portugal continua a recuperar no terceiro trimestre, embora continua muito longe dos valores de 2019.

Victor Jorge

O tráfego de passageiros nos aeroportos geridos pela VINCI Aeroportos – Lisboa, Porto, Faro, Madeira e Açores – aumentou 2,3% no acumulado dos nove meses de 2021 face a igual período de 2020, totalizando 15,3 milhões de passageiros.

Este número positivo fico, contudo, aquém dos valores de 2019, indicando a entidade que gere os aeroportos em Portugal que, quando comparado com os três trimestres de 2019, a quebra é de 66,7%.

Por aeroportos, a maior subida no acumulado do ano foi registada nos Açores, onde se verificou uma evolução de 64,9 face a 2020 no que diz respeito ao mesmo período de 2020, mas que equivale a uma quebra de 40,9% face aos nove meses de 2019.

Situação idêntica foi vivida nos aeroportos de Faro e Madeira, onde a evolução foi de 14,5% e 41,2% no acumulado do ano de 2021 face a igual período de 2020, respetivamente. Já face a 2019, nestes dois aeroportos, as quebras foram de 71,8% e 40%, respetivamente.

Os aeroportos de Lisboa e Porto, por sua vez, registaram menos 8,8% e 2,2% de tráfego de passageiros no acumulado do ano 2021 face a 2020, respetivamente. Comparado com os três trimestres de 2019, o registo piora, com Lisboa a descer 70,2% e o Porto a cair 64,2%.

Já na variação do tráfego de passageiros no terceiro trimestre, face ao mesmo período de 2019, a VINCI indica que Lisboa caiu 50,3%, o Porto registou menos 40,1%, Faro decresceu 56%, enquanto as ilhas caíram 12,4% (Madeira) e 18,8% (Açores).

Isto faz com que, segundo os dados fornecidos pela VINCI Aeroportos, o tráfego de passageiros no terceiro trimestre tenha suplantado por pouco os 10 milhões de passageiros, enquanto no acumulado dos três trimestres de 2021, o valor totalizou 15,3 milhões de passageiros.

No que diz respeito ao movimento comercial por aeroporto, todos os aeroportos registaram subidas no acumulado de 2021 quando comparado com o mesmo período de 2020, indicando a VINCI uma subida global de 12,1%. Assim, Lisboa cresceu 3,1%, Porto registou mais 3%, enquanto Faro, Madeira e Açores subiram 29,4%, 35,7% e 41,4%, respetivamente.

Já quando se analisa os nove meses de 2021 com os mesmos meses de 2019, a situação é diferente, verificando-se uma quebra de 51,8%. Nesta análise, as quebras foram as seguintes: Lisboa (-57,2%), Porto (-53,5%), Faro (-52,8%), Madeira (-37,5%) e Açores (-18,6%).

A situação melhorou ligeiramente no terceiro trimestre, quando comparado com os mesmos três meses de 2019, com Lisboa a descer 36,3% no movimento de voos comerciais, enquanto todos os outros aeroportos caíram 31,6% (Porto), 29,3% (Faro), 5,4% (Madeira) e 7% (Açores).

Na globalidade da operação da VINCI, a companhia revela, em comunicado que foram “cerca de 30 milhões os passageiros que viajaram através da rede VINCI Airports no terceiro trimestre de 2021, ou seja, o dobro (98% mais) do que no terceiro trimestre de 2020” Já em comparação com o terceiro trimestre de 2019, o número de passageiros “diminuiu 59%”.

“A recuperação do tráfego no verão de 2021 confirmou que a tendência é o regresso aos níveis pré-crise”, refere a VINCI, acrescentando que “os números subiram acentuadamente em França, Portugal, Sérvia, Irlanda do Norte, Brasil e Chile e voltaram mesmo aos níveis de 2019 na Costa Rica e na República Dominicana”.

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Luís Henriques (Airmet): “Teremos de continuar a valorizar os serviços que prestamos”

A comemorar o 15.º aniversário, a Airmet irá realizar um webinar luso-brasileiro, com o objetivo de debater os desafios pós-COVID para a distribuição e aviação. O Publituris entrevistou os convidados dos painéis.

Victor Jorge

Em antecipação ao webinar que a Airmet irá realizar no próximo dia 20 de outubro, para comemorar o seu 15.º aniversário, o Publituris, media partner do evento, juntamento com o brasileiro Panrotas, irá publicar algumas entrevistas feitas aos convidados deste evento digital.

O primeiro entrevistado é, precisamente, Luís Henriques, diretor-geral da Airmet Brasil e Portugal.

Possuindo operação dos dois lados do Atlântico, que mudanças antevê para operadores e agências de viagens para o futuro próximo? Existe, efetivamente, uma alteração do paradigma operacional e do negócio? Que diferenças antevê na atuação nos dois mercados e que tipo de respostas terão de passar a dar em função da alteração do cliente?
Não creio que haja uma mudança de paradigma, mas há com certeza uma grande necessidade de evolução na forma de comunicar com os nossos clientes. Em ambos os mercados verifica-se uma cada vez maior exigência por parte dos clientes. Será fundamental que as agências se adaptem a estas novas exigências uma vez que a facilidade de acesso à informação que o cliente tem hoje é consideravelmente superior. Sabemos que em muitos setores a intermediação está claramente posta em causa e teremos de continuar a valorizar os serviços que prestamos para que a confiança dos nossos clientes nas agências seja reforçada. Consideramos também importante a especialização e diferenciação das agências.

Este tema, abordado e comentado há anos sem ser concretizado, será fundamental para o crescimento do negócio das agências. O cliente está cada vez mais exigente e nós teremos de ser cada vez mais informados e focados no “acrescentar valor” ao cliente.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
Acreditamos que as principais alterações serão ao nível das necessidades dos clientes. Vamos ter uma grande evolução em programas alternativos, uma maior preocupação com o ambiente e sustentabilidade e a necessidade de os atores terem cada vez mais criatividade, pois os clientes pretendem “algo único” com as suas viagens, pretendem sentir que é algo preparado para eles de forma única e exclusiva.

A pandemia trouxe igualmente uma maior preocupação com a saúde e a segurança em viagem, algo que as agências dão importância há muitos anos e que, antes do COVID, não era totalmente valorizado. Será importante passar essa mensagem e acreditamos que neste ponto estamos claramente bem posicionados para que consigamos inverter a tendência da desintermediação do sector.

Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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Nova edição: Azul, Geoparque Algarvensis e Lisboa

A segunda edição de outubro do Publituris faz capa com a Azul – Linhas Aéreas Brasileiras, que já está a sentir um forte aumento na procura por viagens entre Portugal e o Brasil, na sequência da reabertura das fronteiras entre os dois países. Em resposta, a companhia prepara-se para retomar os voos diários para Lisboa já em dezembro.

Publituris

A nova edição do Publituris, a segunda do mês de outubro, faz capa com a Azul - Linhas Aéreas Brasileiras, que se prepara para retomar os voos diários entre Lisboa e São Paulo-Campinas já em dezembro. Ao Publituris, Giuliano Ponzio, gerente comercial regional da Azul para a Europa, revela que a companhia aérea, que disponibiliza atualmente quatro ligações entre os dois lados do Atlântico, está a sentir um forte aumento da procura na sequência da reabertura de fronteiras entre Portugal e o Brasil, e quer recuperar rapidamente a oferta que tinha antes da pandemia na capital portuguesa.

Nesta edição, publicamos também um dossier sobre Lisboa. Como está a recuperar a atividade turística na capital apesar do impacto da pandemia, qual é o cenário nas diferentes atividades, assim como as perspetivas para o futuro e as novidades que estão a chegar à oferta lisboeta, são alguns dos temas que exploramos e que pode conhecer neste trabalho.

Saiba também quais são as expetativas da distribuição e da aviação para quando a pandemia estiver ultrapassada. Em véspera do seminário luso-brasileiro, organizado pela Airmet, para debater os desafios pós-COVID, o Publituris quis saber, junto de alguns participantes, como olham para o futuro dos setores da distribuição e da aviação dos dois lados do Atlântico.
Este fim-de-semana, termina a 4.ª edição do Portugal Air Summit. Ao longo de cinco dias, este evento reúne a indústria da aviação em Ponte de Sor, o, num certame que tem também vantagens para a promoção económica e turística.

Conheça também o Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira, que é candidato a Geoparque Mundial da UNESCO e que conta 350 milhões de anos de história da região algarvia. Criar maior coesão territorial e contribuir para tornar o Algarve num destino ao longo de todo o ano, são alguns dos objetivos do novo geoparque.

Os artigos de opinião nesta edição são assinados por Pedro Machado (presidente da Turismo Centro de Portugal), Mariana Calaça Baptista (Centro de Portugal Film Comission) e Luiz S. Marques (investigador do Dreams, Universidade Lusófona).

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Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 430

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Edição Digital: Azul, Geoparque Algarvensis e Lisboa

A segunda edição de outubro do Publituris faz capa com a Azul – Linhas Aéreas Brasileiras, que já está a sentir um forte aumento na procura por viagens entre Portugal e o Brasil, na sequência da reabertura das fronteiras entre os dois países. Em resposta, a companhia prepara-se para retomar os voos diários para Lisboa já em dezembro.

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A nova edição do Publituris, a segunda do mês de outubro, faz capa com a Azul - Linhas Aéreas Brasileiras, que se prepara para retomar os voos diários entre Lisboa e São Paulo-Campinas já em dezembro. Ao Publituris, Giuliano Ponzio, gerente comercial regional da Azul para a Europa, revela que a companhia aérea, que disponibiliza atualmente quatro ligações entre os dois lados do Atlântico, está a sentir um forte aumento da procura na sequência da reabertura de fronteiras entre Portugal e o Brasil, e quer recuperar rapidamente a oferta que tinha antes da pandemia na capital portuguesa.

Nesta edição, publicamos também um dossier sobre Lisboa. Como está a recuperar a atividade turística na capital apesar do impacto da pandemia, qual é o cenário nas diferentes atividades, assim como as perspetivas para o futuro e as novidades que estão a chegar à oferta lisboeta, são alguns dos temas que exploramos e que pode conhecer neste trabalho.

Saiba também quais são as expetativas da distribuição e da aviação para quando a pandemia estiver ultrapassada. Em véspera do seminário luso-brasileiro, organizado pela Airmet, para debater os desafios pós-COVID, o Publituris quis saber, junto de alguns participantes, como olham para o futuro dos setores da distribuição e da aviação dos dois lados do Atlântico.

Este fim-de-semana, termina a 4.ª edição do Portugal Air Summit. Ao longo de cinco dias, este evento reúne a indústria da aviação em Ponte de Sor, o, num certame que tem também vantagens para a promoção económica e turística.

Conheça também o Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira, que é candidato a Geoparque Mundial da UNESCO e que conta 350 milhões de anos de história da região algarvia. Criar maior coesão territorial e contribuir para tornar o Algarve num destino ao longo de todo o ano, são alguns dos objetivos do novo geoparque.

Os artigos de opinião nesta edição são assinados por Pedro Machado (presidente da Turismo Centro de Portugal), Mariana Calaça Baptista (Centro de Portugal Film Comission) e Luiz S. Marques (investigador do Dreams, Universidade Lusófona).

Leia a edição aqui.

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United Airlines lança voos diários entre Ponta Delgada e Nova Iorque no verão de 2022

Operação da United Airlines para os Açores vai decorrer entre maio e final de setembro, e arranca com três voos por semana, passando a ligações diárias entre junho e agosto.

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A United Airlines anunciou esta quinta-feira, 14 de outubro, que vai passar a oferecer voos diários entre Ponta Delgada, em São Miguel, Açores, e o aeroporto de Nova Iorque/Newark, nos EUA, no verão do próximo ano, numa operação com voos diários, que arranca a 13 de maio e decorre até final de setembro.

De acordo com um comunicado da companhia aérea norte-americana, a rota para Ponta Delgada é uma das novidades que a United Airlines anunciou esta quinta-feira e que contemplam 10 novas ligações e cinco novos destinos, naquela que é a "maior expansão transatlântica da United na sua história".

Os voos para Ponta Delgada arrancam a 13 de maio de 2022, em aviões Boeing 737 MAX 8, com 16 lugares em classe business, 54 em economy plus e 96 em económica, e a saída de Nova Iorque/Newark decorre pelas 22h55, enquanto a chegada está prevista para as 08h40 (+1). Em sentido contrário o primeiro voo decorre a 14 de maio, com partida da capital micaelense às 10h45 e chegada aos EUA pelas 12h55, sempre em horários locais.

Os voos vão ser operados até final de setembro, com a última ligação desde Nova Iorque/Newark a decorrer no dia 28, enquanto o último voo à partida de Ponta Delgada está previsto para 29 de setembro.

No entanto, os voos não são diários ao longo de toda a temporada, já que, entre 13 de maio e 3 de junho, bem como entre 6 e 28 de setembro, os voos desde Nova Iorque/Newark decorrem três vezes por semana, tal como acontece em sentido contrário, entre 14 de maio e 4 de junho, e de 7 a 29 de setembro.

De acordo com o comunicado da companhia aérea, a nova rota para Ponta Delgada junta-se aos voos que a United Airlines já oferecia para território nacional e que a tornam na companhia aérea com maior número de voos entre os EUA e Portugal, já que a transportadora conta com voos diários entre Lisboa e Nova Iorque/Newark e opera um serviço sazonal entre o Porto e Nova Iorque/Newark, assim como de Lisboa para Washington Dulles, cujos voos vão ser retomados em 2022.

"Sendo a única companhia aérea dos EUA a ligar os Açores à área metropolitana de Nova Iorque, o novo voo reforça a nossa rede de rotas internacionais e oferece aos nossos clientes de Portugal uma maior escolha de viagens e ligações com uma única escala através do nosso hub de Nova Iorque/Newark para outros destinos nas Américas", destaca Marcel Fuchs, diretor executivo internacional de vendas  da United.

Além da nova rota para os Açores, a United Airlines anunciou também novos voos para Amã, Jordânia; Bergen, Noruega; Maiorca, nas Ilhas Baleares; e Tenerife, nas Ilhas Canárias, ambas em Espanha.

"Todas as novas rotas, cujo início está programado para a primavera de 2022, não são realizadas por qualquer outra transportadora da América do Norte", acrescenta a United Airlines, que anunciou ainda o reforço de voos para Berlim, Dublin, Milão, Munique e Roma, assim como o regresso das ligações para Bangalore, Frankfurt, Aeroporto de Haneda em Tóquio, Nice e Zurique, que tinham sido interrompidas devido à pandemia.

Todas as rotas, incluindo os voos entre Ponta Delgada e Nova Iorque/Newark, estão ainda sujeitas a aprovação governamental.

 

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