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Mário Ferreira investe 8M€ em Museu dos Descobrimentos

O World of Discoveries vai abrir portas em Abril de 2014.

Carina Monteiro
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O World of Discoveries será um museu interactivo resultado de um investimento de cerca de 8 milhões de euros e ficará localizado na Alfândega do Porto.

Fruto da reabilitação de armazéns antigos naquela zona da cidade, o museu terá, segundo explicou Mário Ferreira ao Publituris, à margem da WTM, que acontece em Londres, uma parte museológica onde poderá ser vista desde a evolução das embarcações, com réplicas à escala de barcas, caravelas e naus, até instrumentos de navegação. A par disso, o museu tem uma zona navegável, com 12 barcos com capacidade até nove adultos por embarcação e cujo desafio será partir à descoberta do Mundo.

O Museu compreende a história entre 1400 e 1530, cada sala tem um tema alusivo à chegada de Portugal a locais como a China, Japão, Indonésia, Índia, Norte de África e Brasil.

Dependendo do sucesso do projecto, Mário Ferreira tem intenções de replicar o Museu em Lisboa e no Algarve.

 

*Em Londres.

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Congresso da APAVT: Marcelo pede “clarificação” a quem concorre às eleições sobre aeroporto, TAP e ferrovia

A abrir os trabalhos do 46.º Congresso da APAVT, o Presidente da República deixou vários recados a quem concorre às próximas legislativas e pretende ser Governo.

No dia em que Portugal ultrapassou os 4.500 casos de infeção por COVID-19, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, abriu o 46.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) salientando que “o turismo é abertura”, destacando o “heroísmo das agências de viagem em 2020 e 2021”.

Admitindo que a decisão mais difícil dos últimos tempos foi a declaração do estado de emergência e a sua posterior renovação, Marcelo Rebelo de Sousa disse que “essa decisão foi mil vezes mais difícil que a dissolução da Assembleia da República”.

Respondendo a várias perguntas que foram deixadas no início dos trabalhos por Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, e Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), a primeira foi: “Como vai a pandemia em Portugal?”. A diferença, segundo o Presidente da República, “não está nos números relativamente há um ano. A diferença está no número de internados, cuidados intensivos e mortos”.

Além deste facto, Marcelo Rebelo de Sousa salientou a vacinação, assinalando a posição (número 1) de Portugal na Europa e no mundo, referindo que, “enquanto alguns estão a tentar chegar à nossa posição, nós estamos a avançar já com a terceira dose”.

No que diz respeito à nova variante, o Presidente da República (PR) apelou à “serenidade”, pedindo que se “afaste qualquer alarmismo”, destacando que, “o que precisamos é de prevenção”.

À pergunta sobre o estado da economia, presente e futura, Marcelo Rebelo de Sousa, destacou os números avançados pela OCDE e outras entidades nacionais e internacionais, ou seja, “crescimento de 4,2% para o 3.º trimestre, 4,8% para o ano” e para 2022, um “crescimento de 5,8%”. Ou seja, “iremos crescer 10% nestes três anos”.

Neste capítulo, destacou ainda a “capacidade inventiva e de recriação das nossas empresas e empresários que é excecional”, frisando que se trata de “saber reconstruir e começar a reconstrução”. “No fundo, o turismo é isso”, assinalou Marcelo Rebelo de Sousa.

No que diz respeito ao papel das agências de viagem em todo este cenário, o PR classificou-a de “essencial no ressurgimento do turismo”, abordando ainda a problemática da falta de quadros, com destaque para a falta de pessoas, particularmente, no turismo”, embora reconheça que a mão-de-obra reajustou-se e partiu para outros setores”.

Confiante quanto aos números da inflação, nomeadamente, que se mantenham baixos, Marcelo assinalou que “o investimento externo está a subir, no ‘antigo’ e no ‘novo’ turismo”.

No âmbito político e, mais concretamente, no Orçamento de Estado (OE) para 2022, a convicção do PR é a de que “nunca Portugal possui tanto dinheiro para investir” com o PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) bem como os fundos provenientes programa 20-30 que não dependem do OE.

Marcelo deixou ainda a esperança de que o novo Governo “será rápido” na aprovação de um novo orçamento, convencido de que a “governabilidade e sustentabilidade estarão presentes na viabilização” do futuro documento.

Já quanto ao novo aeroporto, voltou a frisar o que já tinha dito afirmado em eventos anteriores, deixando, contudo, uma esperança: a de que, quem concorre às próximas eleições “clarifique a sua posição sobre o novo aeroporto para não haver mais surpresas”.

Indicando que “o país não suporta mais taticismos”; Marcelo deixou um “pedido”: “que se tome uma decisão e que seja ainda em 2022”.

Quanto à Ferrovia, esta “terá de ser uma aposta, seja no geral, seja na que tem potencial económico”, ou seja, alta velocidade, assinalando que, também aqui, “os concorrentes às eleições têm de tomar uma decisão”.

Outro tema a “precisar de clarificação”, é a TAP. “Sonhar com um ‘hub’ forte em Portugal, implica apostar na reforma da TAP e na viabilização da mesma. Não há alternativa”, frisou.

Deixando claro que “não há ninguém a vir de outra galáxia para salvar a TAP”, o Presidente da República assinalou, contudo, que “há parcerias que se podem fazer e a nível nacional”, mas, mais uma vez, “aqueles que querem governar o país têm de se pronunciar, concluindo que “estas são as virtualidades dos atos eleitorais e a grande ocasião de explicitar as posições”.

Presidente da CTP pede continuação da atual SET
Antes do discurso de Marcelo Rebelo de Sousa, Francisco Calheiros, presidente da CTP, agradeceu ao Presidente da República por ser “o grande aliado do setor do turismo”, pedindo até que a atual secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, continue no cargo, já que “estamos habituados a vê-la anunciar uma medida e a concluir dez, enquanto os políticos anunciam 10 e concluem uma”.

“Vai para dois anos que estamos em pandemia e temos de estar unidos e caminhar juntos”, desejando que “seja debelada o mais rapidamente possível para voltarmos à normalidade”.

Deixando claro que o país “não cresce há 20 anos”, Calheiros espera que, a seguir à saúde, o próximo Governo seja o Governo da “economia e das empresas, que reduza os impostos, que arrisque”, já que “estamos a falar de mais de 50 mil milhões de euros”.

Quanto ao aeroporto, também aqui, o presidente da CTP voltou a repetir o que vem dizendo: “não é aceitável que a principal infraestrutura aeroportuária esteja para decidir há 50 anos”. Até porque, concluiu, “o futuro do nosso país e da nossa economia passa pelo turismo”.

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Congresso APAVT: “Não estamos a pedir apoio. Estamos a exigir” afirmou Pedro Costa Ferreira

Pedro Costa Ferreira, abriu o 46º Congresso da APAVT, que decorre em Aveiro, a afirmar que “não estamos a pedir apoio. Estamos a exigir”, face à situação que o setor do turismo está a atravessar devido à pandemia, realçando que “é urgente que se confirme a continuação do apoio à retoma, pelo menos até à Páscoa”.

Pedro Costa Ferreira, abriu o 46.º Congresso da APAVT, que decorre em Aveiro, a afirmar que “não estamos a pedir apoio. Estamos a exigir”, face à situação que o setor do turismo está a atravessar devido à pandemia, realçando que “é urgente que se confirme a continuação do apoio à retoma, pelo menos até à Páscoa”.

“O setor chega ao dia de hoje com razões para festejar e com motivos para exigir”, disse o presidente da APAVT para adiantar que o setor da distribuição tem razões para festejar tanta capacidade de resistência, tanto sofrimento passado, tanto desafio vencido, nunca abandonando uma característica única que uniu e justificou tudo o resto, a vontade de servir o cliente, princípio e fim de toda a nossa atividade”.

Mas nem tudo foram ou são rosas para a economia e o turismo em geral, e o setor da distribuição em particular. “Desde logo, perdas absolutamente violentas, destruição dos capitais próprios, e endividamento das empresas e dos empresários, factos que representarão pesada herança nos próximos anos”, afirmou ainda Pedro Costa Ferreira no seu discurso de abertura do congresso da APAVT, que conta com a participação de mais de 600 pessoas.

Costa Ferreira fez justiça ao conjunto de apoios que o Governo disponibilizou ao turismo que, em sua opinião foram fundamentais, realçando que “o apoio à manutenção do emprego tem sido fundamental, assim como o apoiar.pt se revelou da maior importância, enquanto durou”. Por outro lado, no caso concreto das agências de viagens, a derrogação temporária da diretiva das viagens organizadas, que permitiu a gestão dos reembolsos, “foi sem dúvida da maior relevância”, num trabalho liderado pela secretária de Estado do Turismo, Rita Marques junto da Comissão Europeia, que permitiu que os reembolsos aos clientes se processassem, temporariamente, através de vales.

Mas também afirmou que esses apoios foram insuficientes, “frequentemente tardio o momento em que ocorreram, bem como, demasiadas vezes, foram difíceis os processos administrativos de acesso aos mesmos” disse o presidente da APAVT que apelou a que não acabem “sob pena de inutilizarmos os esforços já desenvolvidos, transformando então fundo pedido em saco roto. Por outras palavras, é imprescindível que não permitamos que o sector, e com ele a capacidade de recuperação do país, morram na praia, por interrupção dos apoios necessários”, frisou o dirigente associativo.

Em relação à retoma do turismo, Pedro Costa Ferreira lembrou que “será lenta, desigual e assimétrica. Por outro lado, será precisamente no momento do regresso, que as necessidades de tesouraria serão mais óbvias”, ou seja, “o momento de maior risco para o setor e para a recuperação económica do país”.

Daí que, ”esperamos preocupados, no momento mais crítico das nossas empresas, que os políticos se organizem e construam um diálogo urgente, um orçamento credível, e um quadro de apoios capaz de manter vivas, as oportunidades de crescimento do nosso país. O tempo está a fugir”, considerou ainda o presidente da APAVT, indicando ainda ser crítico que se reative o programa apoiar.pt

Na sua intervenção, Costa Ferreira enumerou as prioridades do turismo, colocando o problema da solução aeroportuária. “Todos sabemos que queremos chegar ao ano de 2027 com a performance turística prevista para esse ano, antes da eclosão da crise, mas também, todos sabemos, que, sem uma solução aeroportuária, é bem mais provável que cheguemos a 2027 com números turísticos inferiores aos de 2019”, evidenciou.

O dirigente considerou também decisivas as questões relacionadas com a sustentabilidade e, consequentemente o problema da ligação ferroviária de alta velocidade, bem como a flexibilidade e a união ao longo de toda a cadeia de valor e sentido de estratégia.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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easyJet mantém resultados no negativo, mas aponta recuperação total para final de 2022

Com resultados ainda no vermelho no ano fiscal de 2021, terminado em setembro, a easyJet aponta para estar a níveis pré-pandémicos no 4.º trimestre de 2022.

Publituris

A easyJet obteve, no exercício fiscal de 2021, terminado em setembro, receitas de 1.458 milhões de libras (cerca de 1.725 milhões de euros), comparando com os 3.000 mil milhões de libras (cerca de 3.540 mil milhões de euros) do exercício transato de 2020, correspondendo a um decréscimo de 52%.

No que toca aos lucros, a companhia aérea anuncia, no comunicado ao mercado, que obteve prejuízos de 858 milhões de libras (ligeiramente acima de mil milhões de euros), após contabilizar perdas de 1.079 milhões de libras (1.270 milhões de euros) no ano anterior.

Ao comentar os resultados, Johan Lundgren, CEO da easyJet, admite que a companhia está a passar pela pandemia com “força renovada”, tendo “transformado o negócio ao otimizar a rede e flexibilidade, proporcionando uma economia significativa de custos”.

Depois de apresentados os números referentes ao ano fiscal de 2021, pode ler-se no comunicado que a companhia vê “um início encorajador para este ano [2022]”, destacando a “forte procura para os períodos de pico de férias de inverno, juntamente com o aumento da procura de verão”, admitindo que a capacidade no último trimestre de 2022, ou seja, de julho a setembro do próximo ano, “esteja perto dos níveis do ano fiscal de 2019”.

“Com planos ambiciosos de crescimento, estamos a expandir as nossas posições de liderança em bases importantes como Gatwick e Milão com ‘slots’ e aeronaves adicionais este ano e com 118 aeronaves encomendadas com uma compra adicional de 59 opções e direitos confirmados para continuar a desenvolver nos próximos anos”, diz Lundgren, vendo uma “oportunidade para a easyJet conquistar clientes e quota no mercado” aos rivais neste período.

Quanto à nova variante da COVID-19, Ómicron, a companhia refere no comunicado que, “é muito cedo para dizer que impacto a variante terá nas viagens na Europa e as consequências que quaisquer restrições de curto prazo possam ter”.

“Continuamos a ver os bons níveis das novas reservas para a segunda metade do ano e continuamos a esperar que o quarto trimestre de 2021-2022 mostre um regresso aos níveis próximos da pré-pandemia em termos de capacidade, já que as pessoas optam por fazer as suas esperadas férias de verão”, refere a companhia no comunicado.

 

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Mudanças na Lufthansa Portugal: sai Patrick, entra Thomas

Aós cinco anos a liderar o departamento de vendas em Portugal, Patrick Borg Hedley dá o lugar a Thomas Ahlers.

Victor Jorge

A Lufthansa renovou a sua estrutura diretiva de vendas em Portugal, com a saída de Patrick Borg Hedley, há cinco anos à frente do departamento de vendas no nosso país e que “viaja” para a Finlândia para ficar à frente dos destinos da companhia no país escandinavo, mas também com a supervisão do mercado belga.

Para substituir Patrick Borg Hedley, a Lufthansa nomeou Thomas Ahlers como general manager of sales depois de ter passado por Nova Iorque, Xangai ou Frankfurt, entre outros mercados.

Na apresentação do novo executivo do grupo Lufthansa em Portugal, Julia Hillenbrand, diretora-geral do grupo para a Europa Ocidental, teve a oportunidade de agradecer o trabalho realizado por Patrick Borg Hedley, destacando os desafios que foram colocados à companhia ao longo deste período, admitindo que “a indústria da aviação foi a primeira a entrar na crise e, provavelmente, será última a sair”. Contudo, a executiva, baseada em Madrid (Espanha) mostrou-se “otimista quanto ao futuro”, revelando que 55% da frota “está no ar” e a voar para 80% dos destinos comparativamente a 2019.

Patrick Borg Hedley referiu, por sua vez, que os cinco anos que passou em Portugal foram “gratificantes”, destacando o aumento do número de passageiros transportados, tendo passado de 1,6 milhões, em 2016, para 2,4 milhões, em 2021.

Salientando que a companhia está no nosso país há 66 anos, o anterior diretor de vendas no nosso país fez ainda referência às novas rotas introduzidas pela Lufthansa, admitindo que, para tal, “é preciso conhecer a procura”. Assim, depois de várias rotas que passaram a ligar a Madeira a cidades alemãs, nomeadamente, Munique e Frankfurt, Borg Hedley destacou as rotas abertas recentemente com os Açores, a partir de Ponta Delgada e que passaram a ligar a ilha a Genebra, Frankfurt.

Embora os tempos sejam de alguma incerteza, Julia Hillenbrand fez ainda referência aos 80.000 lugares adicionais e 440 voos extra para a época de Natal e Ano Novo que o grupo alemão anunciou no início de novembro.

Do lado de quem acaba de chegar, ou seja, Thomas Ahlers, a promessa é a de “continuar” o trabalho feito pelo seu antecessor, destacando a “flexibilidade e adaptabilidade” como “pilares de atuação para os tempos desafiantes que vivemos”, destacando o processo de vacinação desenvolvido em Portugal que contribui para um “clima de confiança”.

De resto, o novo diretor-geral de Vendas em Portugal do Lufthansa Group, responsável pela atividade comercial e vendas de todas as transportadoras aéreas do grupo (Lufthansa, Austrian Airlines, Brussels Airlines, Eurowings e SWISS) que operam no mercado português, admitiu que, nestes tempos, “as pessoas passaram a procurar mais destinos de proximidade e de lazer”, evidenciando a importância de Lisboa e Porto (responsável por 80% da operação da companhia no nosso país). “Creio que os destinos que envolvam voos de longa distância vão demorar mais a recuperar” e, por isso, “a operação em Portugal será muito importante”, estimando Ahlers um crescimento de “duplo dígito para este inverno”.

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ASGAVT considera “inadmissível” o atraso nos apoios ao turismo

A ASGAVT– Associação de Sócios Gerentes das Agências de Viagens e Turismo, considera “inadmissível” o atraso nos apoios ao turismo, atividade económica mais afetada por esta pandemia.

Publituris

A ASGAVT– Associação de Sócios Gerentes das Agências de Viagens e Turismo, considera “inadmissível” o atraso nos apoios ao turismo, atividade económica mais afetada por esta pandemia, “situação que esta a causar graves constrangimentos em todo o setor”.

Em comunicado de imprensa, a associação refere que “os fundos de apoio à tesouraria do Turismo de Portugal, que anteriormente eram de rápida aprovação e liquidação neste momento estão pendentes a meses as suas validações e posteriores liquidações”, enquanto “o IAPMEI, esta a demorar cerca de um mês a analisar os processos, que pela sua simplicidade deveriam ser analisados em dias”.

Diz ainda o mesmo comunicado que “a inoperância desta entidade (IAPMEI), faz com que tenhamos empresas com projetos aprovados e contratos assinados a aguardar há mais de 15 dias pela validação e libertação dos fundos”.

A ASGAVT lembra que “este ano o pico de época do inverno acabou por se tornar numa angústia para nos e para os nossos clientes. O Carnaval despareceu tal como metade das férias da Páscoa. Para o Natal já foram decretadas mais restrições. O aperto no controlo fronteiriço aliado as restantes restrições, que apesar de serem consideradas essenciais para a nossa proteção, acabaram com as já poucas reservas que íamos tendo. O receio de não poder concretizar as reservas já efetuadas, fez com que esta manhã se iniciasse um pedido massivo de cancelamentos”.

Assim, “resta-nos mais uma vez solicitar ao nosso governo que olhe para nosso sector com responsabilidade e de uma forma assertiva e rápida, correndo o risco, de caso não faça, criar uma onda de falências e desemprego nunca antes visto neste setor. Mais uma vez não seremos encerrados por decreto mas o decreto vai ditar a nossa impossibilidade de trabalhar, destaca a ASGAVT na sua nota.

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‘Guia Algarve’ de dezembro repleto de propostas

O ‘Guia Algarve’ de dezembro apresenta um conjunto de propostas para quem visita ou reside na região, que passa por mercados, feiras, música, exposições e muitas outras atividades.

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O ‘Guia Algarve’ de dezembro apresenta um conjunto de propostas para quem visita ou reside na região, que passa por mercados, feiras, música, exposições e muitas outras atividades, para todos os gostos e idades.

Estes e outros eventos estão reunidos no guia mensal de eventos editado pela Região de Turismo do Algarve, uma publicação bilingue (português e inglês), com uma tiragem de 35 mil exemplares e distribuição gratuita nos hotéis, agências de viagens, postos de turismo, aeroporto de Faro, rent-a-cars e campos de golfe da região.

Para quem já está à procura de presentes de Natal, pode escolher o comércio tradicional, optando pelas dezenas de feiras e mercados que vão percorrer os vários concelhos do Algarve.

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Presidente do Governo Regional defende reforço de mecanismos de informação junto de turistas que visitam os Açores

Na sessão de encerramento do primeiro VisitAzores Tourism Forum, o presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, valorizou o facto da região ser “uma referência cada vez mais relevante no contexto planetário”.

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O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu esta segunda-feira, 29 de novembro, o reforço pela Região de mecanismos de informação, nomeadamente digital, junto dos turistas que visitam as nove ilhas, garantindo-se dessa forma momentos “não apenas de lazer, mas também de elevação cultural”.

“Temos, efetivamente, tanto para oferecer em termos de informação em todas as áreas: natureza, património edificado, património identitário, condições inatas da nossa existência e surgimento planetário, a nossa posição geoestratégica, a relação com as novas economias como o mar, o espaço”, enumerou José Manuel Bolieiro, na sessão de encerramento do primeiro VisitAzores Tourism Forum, evento que cruzou as tendências do ‘marketing’ territorial com os novos caminhos do setor do turismo.

“Enquanto destino, somos uma referência cada vez mais relevante no contexto planetário, fruto da especial sensibilidade que o turismo, pela sustentabilidade, cala fundo nas opções de tantos dos nossos visitantes”, valorizou José Manuel Bolieiro.

O governante falava no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, reafirmando “a confiança que o Governo tem neste potencial da capacidade instalada e daqueles que podem alargar essa capacidade com novos investimentos”.

Para contrariar uma eventual “contemplação ignorante” do que as nove ilhas têm para oferecer, o presidente do Governo defende um reforço da informação, nomeadamente de base científica, junto dos turistas.

“Precisamos urgentemente de encontrar soluções multilingue para encontrar apoio científico”, sublinhou, antes de valorizar o trabalho dos diferentes centros de interpretação neste campo.

A “experiência” do visitante deve ser prosseguida pela Região de modo a “elevar a experiência turística” de quem se desloca em lazer aos Açores, concretizou José Manuel Bolieiro, que se mostrou confiante nos indicadores económicos da Região neste campo e a preparação desenvolvida para o período pós-pandemia.

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Número de hóspedes e dormidas crescem a três dígitos em outubro no alojamento turístico

O mês de outubro foi bastante positivo para o alojamento local, com os dados a mostram crescimentos de 115,5% nos hóspedes e 139% nas dormidas. Comparado com o mesmo mês de 2019, as quebras mantêm-se.

Victor Jorge

O setor do alojamento turístico registou 2,1 milhões de hóspedes e 5,5 milhões de dormidas em outubro de 2021, correspondendo a aumentos de 115,5% e 139%, respetivamente, depois de, em setembro, ter registado evoluções de 52,3% e 58,5%, pela mesma ordem), revela o Instituto Nacional de Estatística (INE) esta terça-feira, 30 de novembro.

Quando comparados os números de outubro de 2021 com os do mesmo mês de 2019, a análise mostra que os níveis atingidos foram inferiores aos observados em igual período pré-pandémico, indicando o INE quebras no número de hóspedes e de dormida de 14,6% e 13,5%, respetivamente.

Em outubro, o mercado interno contribuiu com 2 milhões de dormidas e aumentou 65,4%, continuando a superar os níveis do período homólogo de 2019 (+28,2%). As dormidas de não residentes, por sua vez, totalizaram 3,5 milhões, o valor mais elevado desde outubro de 2019, tendo triplicado face a outubro de 2020 (+216,6%), mas decresceram 26,7% face a outubro de 2019.

Os dados do INE destacam um aumento das dormidas em todas as regiões, comparando outubro de 2021 com o mesmo mês de 2020. Já numa comparação com o mês de outubro, mas de 2019, os dados evidenciam crescimentos no Alentejo (+14,9%) e Madeira (+3,9%), enquanto as restantes regiões registaram decréscimos.

No acumulado do ano, ou seja, nos primeiros dez meses de 2021 face a igual período de 2020, as dormidas aumentaram 31% (+31,9% nos residentes e +30% nos não residentes), mas decresceram 49,9% (-11% nos residentes e -66,3% nos não residentes) quando comparado com o mesmo período de 2019.

Finalmente, o INE revela, também, que neste mês de outubro, 24,2% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes, contra os 20,5% de setembro.

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Belas Clube de Campo lança soluções Golden Visa Ready

O Belas Clube de Campo lançou um conjunto de soluções Golden Visa Ready com possibilidade de escritura imediata, na sequência das alterações à atribuição dos Vistos Gold em Portugal, anunciadas para 2022.

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O Belas Clube de Campo lançou um conjunto de soluções Golden Visa Ready – apartamentos e lotes para construção de moradias, com possibilidade de escritura imediata.

A decisão do Belas Clube de Campo vem na sequência das alterações à atribuição dos Vistos Gold em Portugal, anunciadas para 2022, que têm originado uma elevada procura para compra de imóveis, por parte de investidores nacionais e internacionais.

De acordo com Gilberto Jordan, presidente Conselho de Administração da Planbelas “queremos continuar a contribuir para a captação de investimento internacional em Portugal e, para isso, desenvolvemos esta estratégia, que visa assegurar as melhores condições aos compradores que queiram investir em imobiliário até ao final deste ano”.

Em nota de imprensa, o empreendimento imobiliário-turístico destaca que dos cerca de seis mil milhões de euros investidos para obter uma autorização de residência, 90,4% foram para a compra de imóveis. No Belas Clube de Campo, 60% das vendas no Lisbon Green Valley são feitas junto do mercado estrangeiro, dos quais 30% com recurso ao Golden Visa. As nacionalidades que mais têm procurado esta modalidade são o Brasil e o Reino Unido, contando já com mais de 30 nacionalidades residentes.

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Hotel Eurostars Aliados inaugurado

O Hotel Eurostars Aliados, unidade de 5 estrelas na cidade do Porto, que abriu portas no passado mês de maio, acaba de ser inaugurado oficialmente.

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A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, e o presidente do Grupo Hotusa, Amancio López Seijas acabam de inaugurar oficialmente o Hotel Eurostars Aliados, unidade de 5 estrelas na Invicta, que abriu portas no passado mês de maio.

Situado na Avenida dos Aliados, o hotel oferece 149 quartos em instalações tematizadas em torno de quatro dos principais atrativos da cidade: a arquitetura, as suas pontes, o rio e o vinho.

Trata-se do primeiro hotel de 5 estrelas da Eurostars Hotel Company, área hoteleira do Grupo Hotusa, na cidade do Porto. História e vanguarda estão juntos neste luxuoso estabelecimento construído num edifício modernista que brilha em perfeita consonância com o estilo que caracteriza o centro da cidade.

A unidade hoteleira dispõe ainda de uma ampla oferta de serviços, entre os quais se destaca o seu restaurante, com uma seleção de pratos tanto da tradição local como da culinária de vanguarda, um ginásio totalmente equipado, moderna e completa zona de Spa dotada de sauna, banho turco, fonte de gelo, duche de sensações, sala de massagens e vitality Pool, bem como quatro salões concebidos para a organização de eventos e celebrações tanto de índole profissional como pessoal.

Na ocasião, o presidente do Grupo Hotusa reforçou a importância de Portugal, que é, depois de Espanha, o mercado com maior implantação da Eurostars Hotel Company. A companhia administra atualmente um total de 21 estabelecimentos e aproximadamente 2000 quartos.

Além do Eurostars Aliados, de 5 estrelas, a área hoteleira do Grupo Hotusa já explora na cidade do Porto um total de sete estabelecimentos: o Eurostars Das Artes, o Eurostars Porto, o Eurostars Heroismo, o Eurostars Porto Douro, o Eurostars Porto Centro, o Exe Almada Portoe e o Eurostars Matosinhos, todos de 4 estrelas.

 

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