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Espaço Algarve na BTL 2013 vai ser renovado

A zona vai juntar o Turismo do Algarve e os municípios algarvios, surgindo renovada e com um conceito “criativo e mais apelativo”.

Tiago da Cunha Esteves
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Espaço Algarve na BTL 2013 vai ser renovado

A zona vai juntar o Turismo do Algarve e os municípios algarvios, surgindo renovada e com um conceito “criativo e mais apelativo”.

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Assim, na próxima edição desta feira, na FIL, em Lisboa, o “Espaço Algarve” juntará na mesma zona “o Turismo do Algarve e municípios algarvios, surgirá renovado e com um conceito criativo mais apelativo”. O evento, lembre-se, vai decorrer de 27 de Fevereiro a 3 de Março.

“A cooperação entre o Turismo do Algarve e as autarquias será mantida em reuniões periódicas”, disse Desidério Silva, no final do encontro com os autarcas, apelando ainda à realização de iniciativas conjuntas de promoção turística do destino.

Por outro lado, foi assegurada a continuidade do programa de animação turística regional “Algarve com Eventos”, que abarca os eventos das Câmaras Municipais e de outras entidades algarvias.

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Six Senses Douro Valley

Património Mundial pela UNESCO

LOCALIZAÇÃO

Six Senses Douro Valley está situado no Vale do Douro, numa zona classificada como património mundial pela UNESCO. Esta quinta posteriormente transformada em hotel possui 71 alojamentos entre quartos, suites e villas. A casa da quinta datada do Séc. XIX tem um design de interiores contemporâneo onde se combinam elementos da arquitetura tradicional portuguesa e do inimitável estilo Six Senses.

O hotel está situado a 125 quilómetros do aeroporto internacional do Porto (OPO) e a viagem por estrada até ao hotel é feita por uma das mais bonitas estradas de Portugal, passando por bonitos exemplos da arquitetura tradicional portuguesa.

Hotel & Resort Photographer

DESCRIÇÃO

Six Senses Douro Valley é constituído por 71 quartos para hóspedes, um espaçoso Spa constituído por uma piscina interior e 10 salas de tratamentos. A Wine Library, localizada no centro do resort, tem uma carta de vinhos com mais de 700 opções, onde os vinhos do Douro e de Portugal têm destaque. Uma sala de degustação e um dispensador de vinhos a copo permitem que os hóspedes saboreiem famosos vinhos da região com iguarias locais.

Todos os dias às 18h30 ocorre uma prova de vinhos onde poderá provar  vinhos produzidos nas cerca de 350 quintas da região. Este espaço dispõe de uma grande biblioteca de referência e de ecrãs tácteis com ligação aos vastos recursos enológicos do Museu do Douro. Neste espaço, enólogos convidados e especialistas internacionais em enologia realizam palestras, partilhando, com os convidados, conhecimentos fascinantes sobre as técnicas de vinificação de Portugal e partilhando dicas de degustação.

O Restaurante vale de Abraão tem uma zona com uma cozinha aberta,  a Open Kitchen, onde se encontra instalado um forno de lenha e um Josper grill, bem como uma lareira de grandes dimensões.

Todos estes espaços são locais descontraídos onde se podem provar especialidades regionais às quais demos um toque saudável. Uma variedade de atividades que incluem passeios no rio com refeições e provas de vinhos a bordo, visitas a quintas e adegas, subida ás árvores, passeios de kayak, de bicicleta e pintura de azulejos são algumas das possibilidades.

RESTAURANTES

Nos restaurantes vive-se um ambiente informal com menus que encorajam a partilha e que são  servidos em loiça portuguesa. Os menus utilizam os produtos sazonais produzidos nas nossas hortas bem como adquiridos a produtores locais.

O Chef criou menus que são sugeridos aos clientes com diversas sugestões de harmonização de vinho.

Tendo por base o compromisso da Six Senses em proporcionar aos hóspedes um tipo de cozinha mais saudável e o conceito Eat With Six Senses, outro pilar fundamental da filosofia de bem-estar integrado da Six Senses, o menu é totalmente focado em produtos locais, que passaram pelo menor processamento possível e que têm como origem uma produção sustentável.

É, assim, fundamentado em produtos naturais, locais e sustentáveis, visando mostrar aos clientes que menos é mais, e que a comida que estão a consumir é boa para eles e para o ambiente.

SIX SENSES SPA

O Spa, de amplas dimensões, com 2.200 metros quadrados, dispõe de 10 salas de tratamentos, de uma piscina interior aquecida com terapia de som subaquática e jatos de massagem, cromoterapia e crioterapia, uma Vitality suite, um fitness center com os mais modernos equipamentos e complementado pela orientação de profissionais.

No menu de Spa são apresentados tratamentos de inspiração local, alguns dos quais com base em uvas e outros frutos e ervas locais em conjunto com uma lista extensa de tratamentos de assinatura Six Senses.

Terapeutas treinadas por especialistas criam jornadas sensoriais com uma panóplia de tratamentos holísticos que mimam os nossos hóspedes. Temos opções pensadas para todos, desde programas de Spa de vários dias, a programas com terapias de rejuvenescimento, assim como uma oferta de atividades tais como ioga, ioga suspenso, pilates e circuitos de treino na floresta.

Materiais amigos do ambiente transmitem uma sensação de serenidade; um encontro entre a natureza, as tradições Portuguesas, espaço, pedra, madeira e água. Um ambiente acolhedor que convida os hóspedes a relaxarem e a renascer.

Desde o momento da chegada e segundo a tradição da Six Senses, o espaço tem um tom divertido e que começa logo na zona da receção: de um lado está o Nail Bar onde lhe podem ser servidas bebidas, tapas e queijos enquanto se desenrolam os tratamentos de manicure ou pedicure.  Adjacente a este espaço encontra-se um gabinete para consultas e o acesso ás salas de tratamentos. Logo em frente da entrada dos vestiários está o Alchemy Bar onde se preparam poções individuais de ervas, de sais, de frutos da região bem como uma variedade de ingredientes locais e exóticos que são utilizados na feitoria de exfoliantes e máscaras.

 

 

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Distribuição

Malta volta a fazer parte da programação da Egotravel

Com o regresso da Air Malta a Portugal, o operador turístico Egotravel anuncia ao mercado que Malta e Gozo voltam a fazer parte da sua programação. Retoma-se, assim, um destino com forte tradição no portefólio do operador turístico.

Com a programação baseada nos voos da Air Malta, à saída de Lisboa, o pacote turístico de sete noites para Malta tem o preço desde 751 euros em regime de só alojamento no quatro estrelas Paradise Bay Resort, para partidas de 26 de junho a 19 de outubro.

O operador turístico tem outras propostas de alojamento tais como o hotel Labranda Riviera Resort & Spa em regime de pequeno-almoço desde 823 euros ou o Ramla Bay Resort também em regime de pequeno-almoço desde 835 euros, ambos de categoria quatro estrelas.

No que diz respeito à Ilha de Gozo, o pacote turístico de sete noites tem o valor desde 840 euros em regime de pequeno-almoço no quatro estrelas Calypso, para partidas de 26 de junho a 19 de outubro.

Para além da passagem aérea em classe económica com direito a bagagem de porão, o programa inclui ainda estadia de sete noites no hotel e regime escolhidos, transferes, seguro de viagem, taxas hoteleiras, serviço, IVA, taxas de aeroporto segurança e combustível (57€ -sujeito a alterações nos termos previstos da lei).

Sendo Malta um destino com forte histórico na Egotravel, e tendo em conta o relançamento dos voos diretos da Air Malta, Daniel Graça, diretor de Vendas do operador turístico acredita que “temos um excelente produto para as agências de viagens recomendarem Malta aos seus clientes como destino de férias”.

 

 

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Destinos

Hotelaria do Rio de Janeiro espera ocupação de 95% para o Carnaval

Segundo Gustavo Tutuca, secretário de Estado do Turismo do Rio de Janeiro, a hotelaria de luxo está já “praticamente lotada para o Carnaval deste ano”.

A hotelaria do estado Rio de Janeiro, no Brasil, deverá registar uma ocupação de cerca de 95% para o Carnaval de 2023, avançou sexta-feira, 3 de fevereiro, Gustavo Tutuca, secretário de Estado do Turismo do Rio de Janeiro.

De acordo com o responsável, que falava numa conferência de imprensa de promoção turística do Rio de Janeiro em Lisboa, este será o “primeiro Carnaval pleno” do Rio de Janeiro depois da pandemia, pelo que se espera o regresso em força dos turistas à cidade, que é também a principal porta de entrada do turismo no Brasil.

“Para o Carnaval de 2023, que é o primeiro Carnaval pleno depois da pandemia, em que vamos ter blocos de rua, a Sapucaí e o Carnaval no interior funcionando, já temos a previsão de 95% de ocupação hoteleira no estado durante o Carnaval”, afirmou o secretário de Estado do Turismo do Rio de Janeiro.

Gustavo Tutuca revelou ainda que a ocupação tem vindo a subir fortemente principalmente na hotelaria de luxo, que está já “praticamente lotada para o Carnaval deste ano”.

 

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Destinos

SCORING abre candidaturas para encontrar as 10 melhores PME por setor e região

A SCORING, empresa de serviços nas áreas de gestão estratégica e financeira, de estudos de mercado e de formação, acaba de lançar a 4.ª edição das certificações Top 10 Melhores PME do Setor e Top 10 Melhores PME da Região.

As candidaturas a estas certificações, às quais as PME do setor do turismo também estão incluídas, devem ser submetidas até dia 28 de fevereiro de 2023, através do site da SCORING, em scoring.pt, preenchendo o formulário, ou através do número, 210 162 502. A apresentação da candidatura é gratuita. Basta indicar o NIF, a categoria ou categorias a que se candidata e a informação de contacto, para que a SCORING possa dar seguimento ao processo.

O objetivo é destacar as empresas que são referência nos seus setores e regiões, aliando um volume de negócios ou um balanço relevante (mínimo de um milhão de euros) aos melhores índices de desempenho e de solidez financeira: apenas as 10 empresas que apresentarem os melhores indicadores podem ser certificadas em cada categoria.

“As certificações Top 10 Melhores PME do Setor e da Região conferem reconhecimento e confiança junto dos clientes, dos colaboradores e da opinião pública, tendo em conta que se trata das certificações económico-financeiras mais seletivas em Portugal, acessíveis a menos de 0,5 % das PME”, refere Carlos Gouveia, CEO da SCORING.

As empresas podem candidatar-se à distinção Top 10 Melhores PME do Setor, Top 10 Melhores PME da Região ou a ambas. Para candidatura à Certificação Top 10 Melhores PME do Setor a empresa deve apresentar pelo menos 50% do volume de negócios anual, no setor de atividade ao qual se candidata. No caso da Top 10 Melhores PME da Região, deve estar sediada na região de candidatura.

Uma vez aceite a candidatura, as empresas passam por várias fases de um processo de análise e validação, onde é assegurada a garantia de isenção e o rigor de todas as candidaturas, por parte de uma comissão científica e sujeita a uma classificação financeira, baseada num método auditado pela Bureau Veritas. Em março, a SCORING faz a seleção das empresas por categoria (Setor e Região) e divulga os resultados.

 

Para todas as empresas distinguidas, figurando entre as 10 primeiras numa das categorias, existe um programa de comunicação, que lhes permite divulgar, junto dos seus públicos e mercados: a apresentação de um selo digital personalizado com o número de identificação fiscal e a região ou o setor ao qual pertencem; e a entrega de uma imagem personalizada relativa à certificação, para partilha na assinatura de e-mail, no website, nas redes sociais e no estacionário da empresa.

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Alojamento

Onyria Marinha Boutique Hotel já abriu

Anteriormente conhecido como Hotel Martinhal Cascais, o Onyria Marinha Boutique Hotel, unidade de cinco estrelas, que volta ao portefólio do Grupo Onyria depois de compra concluída no final de 2022, abriu portas no passado fim de semana.

O Onyria Marinha Boutique Hotel, situado no coração da Quinta da Marinha, em Cascais, conta com 68 quartos deluxe, quatro suites e 12 villas, várias piscinas – interiores e exteriores – um Spa e um kids club que funcionará o ano inteiro.

Foi no final de 2022 que o Grupo Onyria concluiu a compra do Hotel Martinhal Cascais, que agora abre portas como Onyria Marinha Boutique Hotel. A unidade hoteleira é um espaço familiar ao Onyria que era o anterior proprietário. Desta forma, o grupo que é detentor do campo de golfe desde 1985 e do Onyria Quinta da Marinha Hotel desde 1999, volta a integrar também este hotel de cinco estrelas.

“Estamos muito entusiasmados por iniciar esta nova etapa”, explica José Carlos Pinto Coelho, Chairman do Grupo Onyria. “O espaço é amplo, mas acolhedor e o ambiente moderno, mas descontraído, num ótimo compromisso entre a elegância e informalidade. Já a localização é absolutamente única, estando a poucos passos do Onyria Quinta da Marinha Hotel, renovado em 2020, das Onyria Quinta da Marinha Villas, renovadas em 2021 e do campo de golfe de Trent Jones com o seu novo Clubhouse”, destacou.

Os últimos meses foram de adaptação para o hotel que sofreu algumas mudanças essencialmente de organização e decoração, para um ambiente mais minimalista. Em termos estruturais mantêm-se todas as características do espaço amplo, das duas piscinas interiores e duas exteriores, duas delas localizadas no spa com mais 700 m2 que conta com salas de tratamentos além de banho escocês e turco. O hotel tem ainda ginásio, restaurantes e bares e um kids club aberto o ano inteiro, que agora contará com diferentes atividades para os mais pequenos dos três aos 12 anos.

Quanto aos quartos: são amplos e luminosos, da tipologia standard, com mais de 40 m2 às suites com mais de 60 m2 e finalmente as villas oferecem mais de 100 m2 – sendo que todos têm acesso à envolvência natural, através da varanda.

A unidade conta também com um total de 10 salas de conferência– sete delas com luz natural – estando, para tal, preparado para grandes grupos e eventos. Refira-se que uma das salas disponíveis tem uma arquitetura particular que remete para a antiga história deste espaço: o pavilhão de caça do Rei D. Carlos.

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Agenda

Algarve analisa impactos do turismo nos residentes com apresentação do RESTUR e TurExperience

Os resultados do RESTUR e do projeto TurExperience, sobre os impactos das experiências turísticas na imagem do destino Algarve, vão ser apresentados dia 15 de fevereiro, às 14h30, no auditório da RTA, em Faro.

Os algarvios têm uma opinião positiva sobre a sua interação com os turistas da região e são favoráveis ao crescimento do número de visitantes no concelho em que moram, conclui o projeto RESTUR, que analisa atitudes e comportamentos dos residentes quanto à atividade turística no Algarve.

Os dois projetos, desenvolvidos ao longo de três anos pela Universidade do Algarve, com financiamento do FEDER/Portugal 2020/Programa Operacional do Algarve CRESC Algarve 2020, terminam agora com a sua apresentação pública aos agentes de turismo da região, que assim ficarão a saber quais os impactos do turismo nos residentes do Algarve e quais as imagens que os turistas associam ao sul do país.

A sessão será conduzida pelas coordenadoras dos projetos, Patrícia Pinto e Manuela Guerreiro, também investigadoras do CinTurs e docentes da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve.

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Transportes

Air Malta volta a operar rota de Lisboa a partir de 26 de junho

A operação da Air Malta arranca a 26 de junho e vai decorrer até 26 de outubro, contando com dois voos por semana, às segundas e quintas-feiras, informou a Discover the World, GSA da companhia aérea maltesa em Portugal.

A Air Malta vai voltar a voar entre Lisboa e Malta, numa operação que arranca a 26 de junho e vai decorrer até 26 de outubro e que conta com dois voos por semana, informou a Discover the World, GSA da companhia aérea maltesa em Portugal.

Segundo a informação divulgada, a operação da Air Malta para Lisboa vai contar com voos às segundas e quintas-feiras, estando os voos já disponíveis através dos GDS.

“Com este regresso a Portugal, o quinto destino no programa de expansão da Air Malta para o Verão de 2023 e que acontecerá em aeronaves Airbus A320, disponibilizando duas classes – Económica e Business, passa a ser possível conectar com 23 outras cidades da Europa e do Médio Oriente, incluindo Nápoles, Nice, Palermo e Telavive, os destinos que se juntam a Lisboa nesta expansão”, indica a Discover the World em comunicado.

Com a mudança de GSA, a Air Malta passa também a ter novos contactos em território nacional, passando a estar disponível o número de telefone +351 21 358 44 50 e o e-mail [email protected] para apoio a agências de viagens e operadores turísticos, enquanto para questões relacionadas com reservas e cotações de grupos está disponível o e-mail  [email protected].

 

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Hotelaria

Quinta do Paral entra no setor hoteleiro com a abertura do The Wine Hotel

Prevê-se que o Boutique Wine hotel abra portas no segundo trimestre deste ano, disponibilizando 22 quartos e um conjunto de experiências à volta do vinho. A unidade já integra a chancela da Leading Hotels of the World.

Publituris

Em 2023 a marca Quinta do Paral aposta no setor do turismo e hospitalidade com a abertura de um novo empreendimento hoteleiro, o Quinta do Paral – The Wine Hotel.

Em comunicado de imprensa, a empresa aponta a abertura da unidade para a “primavera deste ano”, contando já com a chancela da Leading Hotels of the World, que reúne um portfólio de mais de 400 hotéis independentes em mais de 80 países.

O Boutique Wine hotel de cinco estrelas será composto por 22 quartos, num projeto de arquitetura e design de interiores assinado pelo gabinete Saraiva & Associados.

Com abertura prevista para o segundo trimestre de 2023, a unidade vai ter disponíveis um restaurante com consultoria do chef José Júlio Vintém, proprietário do restaurante Tombalobos, em Portalegre; um rooftop bar; ginásio e múltiplas áreas verdes e cursos de água. Para complementar a oferta estão previstas várias atividades e experiências locais, como provas de vinho e  degustação nas vinhas da propriedade.

Leia também: Empresário alemão investe 8 milhões de euros em boutique hotel na Vidigueira

Antecipando esta nova abertura, já está em curso um processo de seleção de colaboradores para a unidade, que conta com vagas abertas “para praticamente todas as áreas de produção, desde alojamentos (receção, portaria, serviço de quartos), restauração (cozinha, copa, serviço de restaurante e bar), manutenção, jardinagem, economato, marketing e vendas”, como indicado em comunicado.

Na mesma nota é referido que o processo de contratação pretende dar continuidade à “estratégia e posicionamento do Paral enquanto empresa familiar que privilegia a preservação da cultura vitivinícola e o respeito pelas tradições alentejanas”, pelo que “a aposta nos recursos humanos locais serão um fator chave no sucesso deste projeto”.

“Faremos um forte investimento na formação dos nossos colaboradores, mas a autenticidade, o saber e o estar alentejano não o podemos ensinar, são uma atitude e uma filosofia de vida”, refere a empresa em comunicado.

Os interessados em integrar o projeto devem enviar o CV para o endereço [email protected].

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Independente Comporta

Hotelaria

Independente Collective lança-se na hotelaria e aposta em rebranding da marca

O grupo passará a ser designado apenas como “Independente” e antevê a abertura de duas unidades hoteleiras em Lisboa e na Comporta ainda este ano, num investimento conjunto que ronda os 4 milhões de euros.

Carla Nunes

O Independente Collective, grupo fundado pelos irmãos Duarte, Bernardo e Martim d’Eça Leal e Afonso Queiroz, lança-se na hotelaria com a abertura de duas novas unidades em Lisboa e na Comporta, cuja abertura está prevista para este ano, entre abril e junho.

A garantia foi dada à Publituris Hotelaria por Duarte d’Eça, à margem da festa de apresentação de rebranding do grupo que decorreu esta quinta-feira, 2 de fevereiro.

O grupo passará a ser designado apenas como “Independente”, num rebranding que se faz acompanhar de uma nova imagem visual – o símbolo C, de Collective, é abandonado para dar lugar ao I no logótipo da empresa, com o objetivo de criar “uma marca única que seja um chapéu para todas as unidades e uma chancela de qualidade para o público português”, tal como explicou Duarte d’Eça.

Desta forma, as unidades do grupo vão passar a adotar o nome “Independente”, seguido pela localização e bairro onde se encontram – à exceção do House of Sandeman, o branded hostel do grupo no Porto que surgiu de uma parceria com a Sogrape.

É neste contexto que vão nascer os hotéis Independente Lisboa Bica e Independente Comporta, a estreia do grupo na hotelaria após a construção de um portefólio de hostels que inclui o Independente Lisboa Príncipe Real e o House of Sandeman, bem como os restaurantes Decadente e Insólito, ambos em Lisboa.

O hotel Independente Lisboa Bica, situado na Rua de São Paulo, será composto por uma penthouse e 41 quartos, entre twin, superior e family room, com destaque para a categoria “friends room”, uma interpretação do grupo “do que seria uma camarata dentro da hotelaria – com a venda de camas avulso em quartos para seis pessoas que podem ser [partilhados] por famílias ou grupos de amigos”, como explica Duarte d’Eça, naquilo que será uma forma de “levar um bocadinho do nosso ADN para dentro da hotelaria”.

Mas não só nos quartos estará presente este “ADN” de que Duarte d’Eça fala. O grupo decidiu classificar o Independente Lisboa Bica com uma estrela, naquilo que explica ser um “cross-over da hostelaria para a hotelaria, quase uma pequena provocação”.

“Quando se entrar no edifício vai-se ver rapidamente, sem qualquer desprimor para os hotéis de uma estrela, que a qualidade, o design construtivo e oferta, inovação e serviço não têm nada a ver com uma estrela. É um hotel muito mais próximo com um quatro estrelas superior”, explica o fundador.

Independente Lisboa Bica

Já o Independente Comporta, um hotel rural de quatro estrelas localizado num terreno com 12 hectares, será composto por 40 quartos e 34 villas, sendo que a exploração será feita com base num projeto de parceria com a Authentic Bicas.

Por forma a colocar o preço médio “mais em linha com o destino”, no caso do Independente Comporta este estará “mais perto dos 250 euros em época baixa”, podendo chegar “aos 450 a 500 euros por quarto, dependendo da tipologia, em época alta”, adianta Duarte d’Eça.

Já no caso do Independente Lisboa Bica, o fundador aponta que o preço médio ficará situado entre os 150 euros para a época baixa e os 200 euros na época alta.

Independente Comporta

Os dois hotéis representam um investimento total de cerca de 4,2 milhões de euros, sendo que com esta expansão é antecipada uma faturação total no grupo de 13,5 milhões de euros para este ano – um valor bastante distante dos 5 a 5,5 milhões de euros faturados o ano passado.

“Estamos a dobrar o número de camas, temos atualmente dois restaurantes em operação e estamos a fazer obras no [restaurante] The Geroge. Estamos a triplicar a exposição de F&B, em termos de camas estamos mais que a dobrar, portanto, estamos a falar de uma dimensão um bocadinho diferente em relação ao que tivemos o ano passado e é normal que a faturação acompanhe”, justifica Duarte d’Eça.

Opções de expansão mantém-se em aberto

Para poder dar seguimento à operação nestes dois hotéis, o grupo tem a decorrer desde dezembro do ano passado um processo de recrutamento em que incentiva os interessados a submeterem o seu “Curriculum Vacation”. Em causa está a contratação de 120 colaboradores para 15 posições diferentes, em todas as áreas. Até ao momento, Duarte d’Eça garante que o grupo já recebeu “mais de 300 respostas”.

“A ideia é as pessoas submeterem o seu currículo de viagens, para nos ajudar também a compor um quadro do que a pessoa é e do que gosta de fazer antes de olharmos para o próprio currículo vitae”, afirma.

Neste momento, Duarte d’Eça afirma estarem “no processo de recrutamento de um dos diretores”, para o Independente Lisboa Bica, sabendo-se já que será Paulo Matos a assumir a direção do Independente Comporta, tal como o próprio publicou na sua página de LinkedIn há cerca de um ano.

Imagem de rebranding Independente

Quanto aos planos de expansão, Duarte d’Eça garante que “o grupo vai crescer”. No entanto, não adianta “onde, quando e como”, levantando apenas uma ponta do véu de quais serão os próximos passos.

Por enquanto, o fundador afirma apenas que o grupo tem olhado “ativamente para o Algarve, ilhas, Alentejo, Interior e Serra da Estrela”, por acreditarem não só no potencial destas regiões como na atração do destino Portugal, que “já não é um destino da moda, é um destino, por si, com muita força”.

“Há potencial em destinos que, talvez há uns anos, seriam muito difíceis de promover pela sua sazonalidade e dificuldade de construção, de preço, e que hoje em dia são bastante interessantes e por isso, sim, estamos muito ativamente à procura de fazer crescer a marca para outros destinos”, garante.

Recorde-se que, em 2019, o grupo apontava para 2021 a abertura de unidades em Évora e Tavira. No entanto, e por agora, o grupo não se compromete em definitivo com estas regiões.

“Continuamos a pensar em Tavira, [mas] entretanto o imobiliário mudou muito. O preço de construção e o preço de compra dispararam, portanto, as razões que podiam tornar esse destino estratégico para nós, apesar de não ter deixado de o ser, [fazem como que tenhamos] de fazer uma análise um pouco diferente”, explica Duarte d’Eça.

No entanto, o cenário não deixa de ser visto com otimismo, já que, “felizmente, as ADR’s dispararam e as cidades estão muito caras, [o que faz com que certas regiões] atraiam talento e recursos humanos diferenciados e qualificados que nos permitem ter confiança em abrir noutros destinos”.

Já a expansão internacional do grupo parece que só chegará após as novas unidades “atingirem a velocidade cruzeiro”, com a “consolidação da faturação e de recursos humanos”. A previsão é a de “um horizonte temporal a dez anos – a menos que surja algo completamente inesperado”, termina o fundador.

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Transportes

Autocaravanismo continua a “acelerar” em Portugal

Depois de ter sido um dos segmentos turísticos com maior aumento de procura durante a pandemia, o autocaravanismo continua em alta e revela expetativas positivas para o futuro, ainda que Maria Liquito, country manager da Yescapa para Portugal, preveja que, em 2023, o maior aumento seja nas viagens mais curtas, assim como nas escapadelas de fim-de-semana.

Inês de Matos

A pandemia da COVID-19 veio definitivamente colocar o autocaravanismo nos planos de férias dos portugueses e dos estrangeiros que visitam Portugal e, este último verão, provou que, mesmo com a pandemia a perder força, este tipo de turismo continua em alta. Como diz ao Publituris Maria Liquito, country manager da Yescapa para Portugal, empresa que funciona como o Airbnb das autocaravanas e que disponibiliza um portal que intermedeia a oferta e procura, o último verão veio provar isso mesmo, uma vez que voltou a superar as expetativas da Yescapa. “Verificamos uma maior procura do que oferta, o que fez com que tivéssemos uma taxa de ocupação a rondar os 87% no verão. Durante este período tivemos mais de 3950 viagens realizadas em Portugal, o que demonstra o incremento da prática e a aceleração do negócio em Portugal”, revela a responsável.

Maria Liquito diz mesmo que a Yescapa observou “um crescimento ainda mais acentuado após a pandemia”, o que leva a responsável a considerar que a tendência de procura se mantém, uma vez que este também é um tipo de férias com um menor impacto ambiental. “A COVID-19, para além de ter aumentado o interesse por experimentar este tipo de viagem, fez igualmente com que as pessoas refletissem no impacto que as viagens podem representar no meio ambiente. Tal fez com que surgissem mais viajantes em busca de roteiros locais, impulsionando a economia local, e diminuindo a pegada ecológica nas suas viagens. Nesta medida, o autocaravanismo saiu beneficiado”, explica, indicando que a maior parte das autocaravanas disponibilizadas através da Yescapa está equipada com painéis solares.

Com um público cada vez mais jovem, por norma entre os 30-45 anos de idade, o autocaravanismo tem também atraído muitos estrangeiros, com a country manager da Yescapa a revelar que, além dos alemães, franceses e espanhóis, que já estavam no “topo da procura por Portugal como destino para viajar em autocaravana”, também no mercado italiano se tem registado um “aumento” da procura por autocaravanismo em Portugal. E nem no inverno as expectativas da Yescapa esmorecem, uma vez que, explica a responsável, “Portugal é um país com um clima ameno, com sol até durante o inverno e onde as temperaturas se mantêm positivas em praticamente todo o país”.

Por isso, Maria Liquito acredita que a procura se vai manter em alta também na época baixa, até porque muitos estrangeiros, “principalmente os alemães e franceses, escolhem Portugal para viajar durante o inverno dado que o clima é bastante atrativo”. Por outro lado, acrescenta, “o autocaravanismo permite viajar em todas as estações do ano, dado que os veículos possuem ar condicionado e aquecimento, possibilitando descobrir diferentes destinos propícios a cada uma das estações”.

Confiança em alta para 2023

As expectativas positivas da Yescapa abrangem também este ano, apesar do aumento do custo de vida e da incerteza provocada pela inflação e também pela guerra na Ucrânia, com Maria Liquito a afirmar que “cada vez mais as pessoas procuram escapadelas para fugir à rotina diária, para recarregar energias, conhecer um novo destino, viajar mais por Portugal e conhecer o próprio país”, motivo pelo qual a empresa acredita que “a procura pelo autocaravanismo continuará a aumentar”.

De acordo com a responsável, entre as principais vantagens do autocaravanismo, está também a possibilidade de “realizar férias de uma forma mais económica e adaptada a cada orçamento”, uma vez que oferece “total liberdade ao juntar o meio de transporte com dormida e refeições no veículo”. Ainda assim, Maria Liquito acredita que se possam notar algumas tendências, como um “aumento de viagens mais curtas, de três a quatro dias, escapadelas de fim-de-semana e fins-de-semana prolongados”, tendências que, acrescenta a responsável, já tinham “vindo a aumentar significativamente nos últimos anos”.

Mas a country manager da Yescapa também acredita que o autocaravanismo deverá enfrentar alguns desafios no próximo ano, desde logo ao nível da oferta de veículos, uma vez que, com a pandemia, aumentou a procura por autocaravanas mas a sua produção sofreu atrasos significativos, o que leva a que, em alguns modelos, exista “mais de um ano de espera (alguns podem mesmo ir até mesmo aos dois anos de espera)”. Desafio deverá também ser o aumento do combustível e do custo de vida que, segundo a responsável, poderão afetar “a tomada a de decisão das pessoas na hora de viajar”.

Já quanto aos preços do aluguer das viaturas, a responsável da Yescapa explica que “as taxas de serviço e seguro poderão vir a sofrer alterações em função dos custos do serviço e da evolução do contexto atual”, ainda que, na Yescapa, o maior custo seja relativo ao aluguer da autocaravana, o que é definido pelo proprietário que está a alugar a autocaravana. Segundo Maria Liquito, esse valor é definido pelo próprio proprietário, que “tem total liberdade” para definir o valor a cobrar, ainda que a equipa da Yescapa tenha a missão de aconselhar e acompanhar a decisão. No entanto, a responsável não tem dúvidas em afirmar que, “face ao incremento da procura por esta forma de viajar, aumentaram, consequentemente, os valores aplicados pelos proprietários”.

Além destes desafios, Maria Liquito aponta ainda o artigo 50-A do Código da Estrada, que entrou em vigor em 2021, limitando a atividade do autocaravanismo em território nacional e levando a pedidos diversos para a sua alteração, algo que ainda não aconteceu. “O artigo 50-A do Código da Estrada permanece inalterado, infelizmente”, lamenta a responsável.

Tem uma autocaravana e quer rentabilizá-la? Inscreva-se na Yescapa

A Yescapa funciona como uma plataforma que aproxima quem tem autocaravanas para alugar e quem procura este tipo de veículos para férias. No entanto, indica Maria Liquito, no que diz respeito a veículos de lazer, a procura é sempre superior à oferta, principalmente durante o período do verão, uma vez que “Portugal é um país com um clima atrativo”. Por isso, a Yescapa está a encorajar todos os proprietários de autocaravanas a alugarem o seu veículo enquanto não o utilizam, até porque esta é uma forma de “rentabilizar o custo de manutenção” da autocaravana e que permite, ao mesmo tempo, que “mais viajantes descubram o autocaravanismo ou possam experimentar um veículo antes de adquirirem a própria autocaravana”, até porque, na Yescapa, cerca de 15% das reservas são feitas como teste, antes do cliente adquirir o seu próprio veículo. E o processo para alugar autocaravanas através da Yescapa é rápido e intuitivo, bastando que os proprietários se inscrevam na plataforma, em yescapa.pt, e criem o seu próprio anúncio. Em contrapartida, a equipa da Yescapa fornece acompanhamento aos proprietários “em todos os momentos, desde a criação do anúncio até à gestão dos alugueres”, conclui Maria Liquito.

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