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Frota mundial de aviões deverá aumentar 33% na próxima década

Segundo o relatório anual ‘Global Fleet & MRO Market Forecast 2023-2033’, a frota mundial de aviões comerciais irá crescer 33% até 2033, para mais de 36 mil aeronaves, o que supõe uma taxa de crescimento anual de 2,9%. A escassez escassez de mão-de-obra em todas as áreas do setor e em todas as geografias continua a ser um dos grandes desafios.

Victor Jorge
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Frota mundial de aviões deverá aumentar 33% na próxima década

Segundo o relatório anual ‘Global Fleet & MRO Market Forecast 2023-2033’, a frota mundial de aviões comerciais irá crescer 33% até 2033, para mais de 36 mil aeronaves, o que supõe uma taxa de crescimento anual de 2,9%. A escassez escassez de mão-de-obra em todas as áreas do setor e em todas as geografias continua a ser um dos grandes desafios.

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A frota mundial de aviões comerciais irá crescer 33% até 2033, para um total de mais de 36 mil aeronaves, o que supõe uma taxa de crescimento anual de 2,9%. É o que antecipa a consultora estratégica Oliver Wyman, na última edição do seu relatório anual ‘Global Fleet & MRO Market Forecast 2023-2033’.

O crescimento da frota mundial de aviões registou uma das maiores recuperações. Em 2022, as companhias aéreas de todo o mundo retiraram aeronaves, substituindo-as por outras novas, de modo a satisfazer a procura crescente. No início de 2023, a frota atingiu 98% da sua dimensão pré-pandémica, tendo em conta o valor de janeiro de 2020.

Atualmente, a frota mundial conta com quase 27.400 aeronaves, um número que já se aproxima do de janeiro de 2020, o último mês antes da pandemia de COVID-19 ter praticamente paralisado o transporte aéreo de passageiros.

De facto, espera-se um número recorde de entregas de aviões às companhias aéreas nos próximos dez anos, apesar das atuais restrições da cadeia de abastecimento. A Oliver Wyman prevê a entrega de 20.600 novas aeronaves durante a próxima década, a maioria das quais de fuselagem estreita, que são aquelas que têm precisamente a procura mais elevada.

“É evidente que o setor da aviação está a registar um crescimento rápido. No entanto, este crescimento não será isento de desafios, especialmente na Europa. Prevê-se que o setor enfrente constrangimentos decorrentes de uma cadeia de abastecimento sobrecarregada, da escassez de mão-de-obra e de novos regulamentos de redução das emissões, o que obrigará a indústria a desenvolver soluções inovadoras ou a reduzir o seu tamanho”, explicam os peritos de Serviços e Transportes da Oliver Wyman Espanha e Portugal.

O relatório conclui que a indústria deverá “continuar resistente, e acreditamos que, apesar das dificuldades, esta tendência de crescimento continuará na Europa e no mundo inteiro, exceto na Rússia, dadas as sanções internacionais que lhe foram impostas, em resultado da invasão da Ucrânia”.

O estudo da Oliver Wyman antecipa ainda que o mercado pós-venda, que fornece serviços de manutenção, reparação e revisão geral (MRO), crescerá mais 22% este ano a nível mundial, ultrapassando os 94 mil milhões de dólares (cerca de 88 mil milhões de euros), prevendo-se que, até 2033, possa atingir os 125 mil milhões de dólares (perto de 117 mil milhões de euros).

A MRO de motores representa a maior parte deste mercado, e o relatório revela que se espera que atinja 63 mil milhões de dólares até 2033, refletindo uma taxa de crescimento anual composta de 4%. A recuperação do mercado global de MRO deverá ocorrer já em 2023 (um ano antes do previsto) devido ao rápido retorno da procura e utilização do transporte aéreo, não só para o transporte de passageiros, mas também para o transporte de mercadorias (o único tipo de transporte aéreo que aumentou em 2020).

Principais desafios: escassez de pessoal e desafios climáticos
A aviação enfrentou uma série de desafios no ano passado, incluindo a escassez de mão-de-obra em todas as áreas do setor e em todas as geografias. Na América do Norte, estima-se que o setor já registe uma escassez de pilotos de aviação comercial e mecânicos de aeronaves de 18% e 14%, respetivamente. Na Europa, a escassez de pessoal de terra foi tão grave em 2022 que alguns aeroportos, como o de Londres (Heathrow) e o de Amesterdão (Schiphol), tiveram de impor limites de capacidade. Na Índia, onde o mercado da aviação está em crescimento mais acentuado, a necessidade maior é de mais controladores de tráfego aéreo.

As alterações climáticas e o imperativo de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa são questões cada vez mais importantes no setor da aviação. Vários países europeus, incluindo a França, estão a elaborar legislação para proibir as viagens aéreas entre distâncias que podem ser percorridas de comboio em duas horas e meia ou menos. Esta nova proibição pode ser um sinal de mais restrições que estão para vir, especialmente na Europa Ocidental.

A insuficiente capacidade de produção de combustível de aviação sustentável (SAF), que emite 50-80% menos emissões do que o combustível de aviação convencional, é outro desafio que a indústria enfrenta. O SAF é atualmente um substituto caro e o melhor cenário de fornecimento de SAF até 2030 é de 5,4 mil milhões de galões, enquanto a indústria precisaria de atingir 16 mil milhões de galões apenas para manter as emissões das companhias aéreas aos níveis de 2019.

Na Europa, estas dificuldades constituirão um desafio importante para a trajetória de crescimento do setor da aviação. No entanto, prevê-se que a procura de transporte aéreo continue a ser elevada e o setor não se pode dar ao luxo de ignorar as limitações de capacidade que enfrenta. Com as inovações certas, o setor da aviação pode continuar a crescer e a prosperar, enfrentando simultaneamente os desafios do futuro.

Foto crédito: Depositphotos.com 
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Etihad Airways reforça ligações para Lisboa a partir de outubro

Entre 27 de outubro de 2024 a 29 de março de 2025, a Etihad Airways vai operar mais dois voos por semana entre Lisboa e Abu Dhabi, passando a um total de seis ligações semanais.

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A Etihad Airways vai passar a contar com seis voos por semana na rota Abu Dhabi – Lisboa, num reforço que, segundo a companhia aérea, vai vigorar entre 27 de outubro de 2024 a 29 de março de 2025.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Etihad Airways adianta que os novos voos vão ser operados às segundas, terças, quartas, quintas, sextas e domingos, num aparelho Boeing 789-9 Dreamliner.

“Temos o prazer de anunciar que iremos aumentar a frequência na rota Abu Dhabi – Lisboa para seis voos semanais”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea.

As novas ligações partem de Lisboa pelas 08h35 e chegam a Abu Dhabi às 19h45, enquanto o regresso à capital portuguesa está previsto para as 02h35, chegando a Lisboa às 07h15.

Os novos voos da Etihad Airways vão estar disponíveis para aquisição nos GDS a partir da próxima quinta-feira, 20 de junho.

 

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Azores Airlines já inaugurou voos entre EUA, Canadá e Porto

Todas as operações contam com um voo por semana em cada sentido, contribuindo para aproximar o Porto dos EUA e do Canadá.

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A Azores Airlines já inaugurou os novos voos diretos entre Nova Iorque, Boston, Toronto e a cidade do Porto, operações que contam com um voo por semana em cada sentido e que, segundo o Grupo SATA, vêm aproximar o Porto dos EUA e do Canadá.

“Esta operação aérea direta vem reforçar a oferta de voos à partida do Porto e da América do Norte, destinos para os quais a Azores Airlines já voa há mais de duas décadas e onde tem crescido consistentemente. Cremos que a cidade do Porto e a toda a Região Norte, têm argumentos singularmente atrativos para o segmento turístico, mas igualmente importantes para o segmento business ou, ainda, o segmento friends&relatives”, salienta Graça Silva, diretora de Vendas, marketing e comunicação do Grupo SATA.

As partidas de Nova Iorque decorrem aos domingos, enquanto o voo de regresso aos EUA acontece às quintas-feiras, sendo que, no caso das partidas de Boston as saídas são às quartas-feiras, com o regresso a decorrer na terça-feira. Já as partidas para Toronto têm lugar aos sábados, com regresso na sexta-feira.

“Com esta operação direta promovida pela Azores Airlines, a Região Norte e, em particular, a cidade do Porto, estão agora mais perto das icónicas cidades de Boston, Nova Iorque e Toronto, importantes centros de negócio e de confluência de tráfego”, considera a companhia aérea do Grupo SATA.

Além destes voos para a América do Norte, a Azores Airlines lembra que oferece também 24 ligações semanais entre o Porto e os Açores (Ponta Delgada e Terceira), que permitem ligação para Boston, Nova Iorque, Cabo Verde (Praia), Toronto e Montreal, via Ponta Delgada.

 

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Azores Stopover eleito um dos melhores para este verão

O Stopover da Azores Airlines, denominado “Azores Stopover”, foi eleito como um dos 10 programas stopover a não perder este verão pela publicação internacional Business Traveler.

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O Stopover da Azores Airlines, denominado “Azores Stopover”, foi eleito como um dos 10 programas stopover a não perder este verão pela publicação internacional Business Traveler, informou o Grupo SATA, em comunicado.

Segundo a companhia aérea do grupo de aviação açoriano que realiza voos internacionais, este programa “oferece a possibilidade de incluir, na ida, na volta ou em ambos os sentidos de uma viagem entre a América do Norte e a Europa ou entre a Europa e a América do Norte, uma paragem intermédia até sete dias no arquipélago dos Açores, antes de prosseguir até ao destino final”.

“O programa “Azores Stopover” é potenciado pela localização estratégica da Azores Airlines entre a América do Norte e o continente Europeu, oferecendo aos nossos passageiros a possibilidade de conhecer este local mágico e absolutamente imperdível, que são os Açores, entre o seu ponto de partida e o seu ponto de chegada”, destaca Graça Silva, diretora de Vendas, Marketing e Comunicação do Grupo SATA.

Além do Stopover da Azores Airlines, a publicação considerou que também os programas semelhantes das companhia aéreas Copa Airlines (Panamá), Icelandair (Islândia), Turkish Airlines (Turquia), Ethiad Airways (Emirados Árabes Unidos), Iberia (Espanha), TAP Air Portugal, Japan Airlines (Japão), Singapore Airlines (Singapura) e Fiji Airways (Fiji) estão entre os melhores para este verão.

Recorde-se que a Business Traveler é uma publicação norte-americana disponibilizada em mais de 90 aeroportos dos EUA e divulgada na ReachTV, a maior estação de televisão aeroportuária a ser emitida em portas de embarque, bares e restaurantes de aeroportos, principais lounges de companhias aéreas, bem como em 400.000 quartos de hotel.

Mais informações sobre o Azores Stopover podem ser consultadas aqui.

 

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Aeroportos nacionais mantiveram máximos históricos no movimento de passageiros em abril

Em abril, os aeroportos nacionais movimentaram 6,0 milhões de passageiros, num aumento de 2,3% que leva o INE a afirmar que, “no início de 2024, continuou a verificar-se máximos históricos nos valores mensais de passageiros nos aeroportos nacionais”.

Inês de Matos

Os aeroportos nacionais movimentaram, em abril, um total de 6,0 milhões de passageiros, valor que corresponde a um aumento de 2,3% face a igual mês de 2023, mantendo os máximos históricos mensais que se vêm a verificar desde o início do ano, segundo os dados divulgados esta sexta-feira, 14 de junho, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

“No início de 2024 continuou a verificar-se máximos históricos nos valores mensais de passageiros nos aeroportos nacionais”, indica o INE, no comunicado que, esta sexta-feira, acompanha as estatísticas rápidas do transporte aéreo.

Os dados do INE mostram que, em abril, os aeroportos nacionais registaram o desembarque médio diário de 101,5 mil passageiros, valor que foi 2,3% superior ao registado em abril de 2023, quando este número se tinha ficado pelos 99,2 mil passageiros por dia.

Em abril, os aeroportos nacionais registaram ainda a aterragem de 20,6 mil aeronaves em voos comerciais, valor que também corresponde a uma subida de 0,7% face a igual mês do ano passado.

No que diz respeito aos passageiros que aterraram em território nacional, acrescenta o INE, 82,4% correspondiam a tráfego internacional, num total de 2,5 milhões de passageiros, o que traduz um aumento de 3,4%.

A maioria dos passageiros que, em abril, desembarcou nos aeroportos nacionais era proveniente do continente europeu, representando 69,3% do total e correspondendo a um aumento de 1,5% face a abril de 2023.

Já o continente americano foi a segunda principal origem dos passageiros desembarcados em Portugal em abril, concentrando 8,9% do total de passageiros desembarcados e com uma subida de 15,1%.

Nos passageiros embarcados em território nacional, 81,8% corresponderam a tráfego internacional, num total de 2,4 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 3,7% face ao mesmo mês do ano passado.

Dos passageiros que embarcaram em território nacional em abril, 70,3% tinham como destino aeroportos europeus, percentagem essa que aumentou 2,6% face a abril de 2023, enquanto os aeroportos no continente americano foram o segundo principal destino dos passageiros embarcados, correspondendo a 7,8% do total e com um aumento de 11,6%.

Perto de 20 milhões de passageiros movimentados em quatro meses

No acumulado desde o início do ano, os dados do INE mostram que os aeroportos nacionais continuam a somar crescimentos e, nos primeiros quatro meses do ano, o total de passageiros movimentados chega já a 19.637 milhões de passageiros, o que corresponde a um aumento de 4,8% face a igual período do ano passado.

Neste período, o destaque foi para o aeroporto de Lisboa, que movimentou 53,4% do total de passageiros, o que corresponde a 10,5 milhões de passageiros e a uma subida de 5,2% comparativamente ao mesmo período de 2023.

Já o aeroporto do Porto concentrou 23,0% do total de passageiros movimentados, correspondendo a 4,5 milhões de passageiros e traduzindo um crescimento de 5,6% face ao acumulado até abril do ano passado. O aeroporto de Faro, por sua vez, registou um crescimento de 2,4% no movimento de passageiros, que correspondeu a 2,1 milhões de passageiros.

França, acrescenta o INE, foi o principal país de origem e de destino dos voos que chegaram e partiram de território nacional até abril, apesar do número de passageiros desembarcados em Portugal e que eram provenientes deste país ter descido 2,4%, a mesma percentagem que também desceu o número de passageiros embarcados em território nacional e que eram provenientes de França.

Por outro lado, lê-se na informação divulgada pelo INE, o Reino Unido e Espanha ocuparam a segunda e terceira posições como principais países de origem
e de destino, enquanto a Alemanha ocupou a quarta posição e registou crescimentos de 8,6% e 9,0% no número de passageiros desembarcados e embarcados, pela mesma ordem, sendo a quinta posição ocupada por Itália.

 

 

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Emirates abre nova rota para Madagascar via Seychelles

A nova rota da Emirates começa a ser operada a 3 de setembro e conta com quatro voos por semana via Seychelles, numa operação que deverá impulsionar as viagens de lazer e de negócios para Madagascar.

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A Emirates vai abrir, a 3 de setembro, uma nova rota para Madagascar que conta com escala nas Seychelles e que vai contar com quatro voos por semana, informou a companhia aérea do Dubai, em comunicado.

De acordo com a Emirates, a nova rota vai oferecer “mais opções de ligação para os viajantes e impulsionando as viagens de lazer e de negócios para o país”, até porque os horários dos voos foram “programados para otimizar as ligações de e para pontos-chave na Europa, no Extremo Oriente, na Ásia Ocidental e no Médio Oriente/GCC”.

“O turismo é um pilar fundamental na economia de Madagáscar, contribuindo para a criação de milhares de oportunidades de emprego e, assim, apoiar o objetivo do país de servir um milhão de turistas até 2028. A nova rota da Emirates irá proporcionar ligação a mais de 140 pontos da sua rede global, contribuindo para a estratégia do Ministério do Turismo em diversificar os mercados-alvo e apresentar aos viajantes internacionais as muitas atrações naturais da ilha”, explica a Emirates, na informação divulgada.

No âmbito da abertura desta rota, acrescenta a companhia aérea, a Emirates está também a negociar com a Air Madagáscar “a oferta de mais ligações globais para promover o turismo e o comércio” no destino.

“Madagáscar tem sido historicamente mal servida, apesar da crescente apetência dos viajantes por experiências autênticas de ecoturismo. A Emirates compreende a importância de oferecer aos seus passageiros ligações eficientes e experiências de viagem de excelência. Estamos confiantes de que este novo serviço terá um impacto positivo no aumento da conetividade de Madagáscar, oferecendo mais oportunidades aos viajantes para descobrirem a joia escondida que é Madagáscar, para além de abrir novas oportunidades de negócio internacionais”, afirma Adnan Kazim, vice-presidente e diretor Comercial da Emirates.

A rota Dubai-Antananarivo vai ser operada às terças, quintas, sábados e domingos, num avião Boeing 777-300ER, com oito suítes de Primeira Classe, 42 lugares em Classe Executiva e 310 lugares em Económica, partindo do Dubai pelas 08h55 para chegar a Male, nas Seychelles, às 13h35, estando a chegada a Madagascar prevista para as 16h50.

Em sentido contrário, os voos partem de Antananarivo, capital de Madagascar, às 18h35, chegando a Male às 22h20, de onde volta a partir às 23h50 com destino ao Dubai, aterrando às 04h20 do dia seguinte.

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PR de Cabo Verde admite que “país perde muito com a situação” do transporte aéreo interilhas

Numa mensagem publicada na rede social Facebook, José Maria Neves fez alusão às “dificuldades de mobilidade entre as ilhas”, admitindo que também é vítima destes problemas e que espera que o Governo encontre uma solução em breve.

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O Presidente da República de Cabo Verde, José Maria Neves, admitiu esta quarta-feira, 12 de junho, que “o país perde muito com a situação dos transportes” aéreos interilhas e espera que, em breve, o Governo consiga pôr termo à “crise que se vive no setor”.

Numa mensagem publicada na rede social Facebook, e que é citada pela Lusa, José Maria Neves fez alusão às “dificuldades de mobilidade entre as ilhas” e relatou as queixas que lhe têm chegado por parte dos empresários, turistas, profissionais liberais, população em geral e alguns estrangeiros.

No entanto, o Presidente da República de Cabo Verde admitiu que também ele é vítima dos problemas vividos no transporte aéreo entre as ilhas do arquipélago, o que tem tido “impactos muito negativos” na agenda de José Maria Neves.

O mais recente caso conhecido e que afetou o Presidente da República de Cabo Verde aconteceu na passada segunda-feira, 10 de junho, quando José Maria Neves deveria ter assistido a um jogo de futebol em que participava a seleção cabo-verdiana, mas ficou retido na Praia.

Na sua mensagem publicada no Facebook, José Maria Neves lembrou que tem demonstrado a sua “preocupação” face a este tema por várias vezes, o que levou a que apresentasse “sempre que possível, ao Governo, as apreensões, assim como propostas”.

“Mesmo publicamente, venho falando do assunto”, acrescentou, admitindo compreender a “complexidade da questão, num país arquipélago e oceânico”, apesar de esperar que as propostas apresentadas pelo Governo entrem em vigor rapidamente.

A Lusa lembra que o primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, anunciou há um mês que o país vai passar a contar com uma nova empresa de transporte aéreo interilhas, que será 100% estatal e vai ter mais aviões para, até final do ano, resolver a crise nos voos domésticos em Cabo Verde.

A nova proposta surgiu depois da TICV, subsidiária da Bestfly, ter passado por vários problemas devido à falta de aviões, o que levou a empresa a abandonar o arquipélago em abril deste ano.

Desde a saída da TICV, as ligações interilhas em Cabo Verde têm vindo a ser asseguradas pela TACV, o  que levou a uma melhoria no serviço mas que ainda não é suficiente, já que as queixas sobre falhas na operação se mantêm.

 

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Qatar Airways e China Southern Airlines anunciam codeshare e MoU para melhorar opções de viagem entre a China e o Qatar

O novo acordo de codeshare e MoU vão aproveitar a nova rota que a China Southern Airlines lançou entre Doha e Guangzhou, prevendo também melhorias na colaboração ao nível da carga e dos programas de passageiro frequente de ambas as companhias aéreas.

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A Qatar Airways e a China Southern Airlines estabeleceram um novo acordo de codeshare e um Memorando de Entendimento (MoU) para melhorar as opções de viagem entre a China e o Qatar.

O novo acordo de codeshare e MoU vão aproveitar a nova rota que a China Southern Airlines lançou entre Doha e Guangzhou, prevendo também melhorias na colaboração ao nível da carga e dos programas de passageiro frequente de ambas as companhias aéreas.

“Como parte de nossa parceria robusta com a China Southern Airlines, a Qatar Airways está aproveitando o sucesso da nova rota de Doha para Guangzhou, que foi lançada em abril deste ano, para oferecer mais opções aos passageiros de ambas as companhias aéreas”, afirma Badr Mohammed Al-Meer, CEO do Grupo Qatar Airways.

Já Han Wensheng, CEO da China Southern Air Holding Company Limited, revela que, no futuro, a transportadora chinesa pretende aprofundar ainda mais a “cooperação com a Qatar Airways”, de forma a oferecer “vantagens complementares” e com vista à realização de um trabalho conjunto com o objetivo de oferecer “experiências de viagem mais confortáveis ​​e convenientes” aos seus passageiros.

No que diz respeito aos programas de passageiro frequente de ambas as companhias aéreas, este alargar da parceria prevê também que os passageiros possam gastar e acumular milhas em voos da Qatar Airways e da China Southern, bem como noutros benefícios, seja o acesso a salas VIP ou outras ofertas de aeroporto.

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Azores Airlines já abriu rotas do Funchal para Toronto e Boston

Num comunicado enviado à imprensa, a Azores Airlines explica que estas operações, ambas com um voo direto por semana, se vêm juntar à que a companhia aérea já realizava desde o ano passado e que liga a Madeira a Nova Iorque.

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A Azores Airlines já inaugurou as operações que passam a ligar o Funchal, capital madeirense, às cidades de Toronto e Boston, no Canadá e EUA, respetivamente, e que contam ambas com um voo direto por semana.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea do grupo SATA que realiza voos internacionais explica que estas novas rotas vêm juntar-se à que a transportadora já operava no ano passado e que liga a Madeira a Nova Iorque.

“Estas duas operações diretas representam o culminar de um trabalho consistente, em sintonia com os nossos parceiros nos Estados Unidos, no Canadá e no Arquipélago da Madeira, que permitiram voltar a ampliar a oferta para este Arquipélago com estes voos diretos, que se adicionam à operação de Nova Iorque e aos voos entre os Açores com destino à Ilha da Madeira, que a Azores Airlines tem assegurado ao longo dos anos”, destaca Graça Silva, diretora de Vendas, Marketing e Comunicação do Grupo SATA.

Ambas as operações contam com um voo por semana, com as partidas para Toronto a acontecerem às sextas-feiras, enquanto o regresso à Madeira tem lugar aos sábado, sendo que, no caso de Boston, as partidas desta cidade dos EUA acontecem às terças-feiras, com regresso às quartas-feiras.

“A estas ligações diretas, juntam-se sete ligações semanais, quer à partida de Boston ou de Toronto, via Ponta Delgada, das quais podem igualmente usufruir os passageiros que pretendam viajar da América do Norte para a Ilha da Madeira e vice-versa”, refere ainda a Azores Airlines, na informação divulgada.

Os bilhetes para estes voos já se encontram disponíveis para aquisição, através do Contact Center, website, balcões e lojas de vendas da SATA, assim como pelas agências de viagens.

 

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Funchal-Amesterdão é uma das novidades da easyJet para o próximo inverno

A nova rota da easyJet entre o Funchal e Amesterdão arranca a 5 de novembro de 2024 e vai contar com dois voos por semana, ao longo de todo o ano.

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A easyJet anunciou que, no próximo inverno, vai abrir 60 novas rotas, incluindo a ligação Funchal-Amesterdão, nova rota que abre a 5 de novembro e que é a principal novidades para o inverno da companhia aérea em Portugal.

“O grande destaque a partir de Portugal vai para a nova rota entre o Funchal e Amesterdão, que levantará voo no dia 5 de novembro de 2024, pela primeira vez”, destaca a companhia aérea, revelando que esta operação vai contar com dois voos por semana e vai manter-se ao longo de todo o ano.

Segundo José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, esta nova rota vai contribuir para “diversificar a oferta de destinos para os madeirenses”, ao mesmo tempo que facilita também “a entrada na ilha a turistas de outros pontos da Europa”.

“A easyJet mantém assim o seu compromisso em continuar a impulsionar e conectar o arquipélago da Madeira com o resto da Europa. É algo que é muito importante para nós e continuaremos a fazer os possíveis para, no futuro, adicionarmos mais rotas às que já estão disponíveis, uma vez que queremos que os nossos clientes tenham acesso a uma oferta cada mais vez diversificada”, acrescenta o responsável.

As reservas para a nova rota Funchal-Amesterdão já se encontram a decorrer, sendo que, além destes voos, a easyJet vai disponibilizar outras 12 rotas internacionais com saída da capital madeirense.

Além desta novidade, a easyJet vai operar outras 59 novas rotas no próximo inverno, naquele que é o maior lote de novas rotas anunciado pela companhia aérea para a temporada de inverno.

Entre as novidades, a companhia aérea destaca ainda o alargamento da sua rede a três novos aeroportos e a um novo país, concretamente Oslo e Tromsø, na Noruega, e Estrasburgo, em França.

 

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Virgin Atlantic regressa ao Canadá em março de 2025

O regresso dos voos para Toronto enquadra-se na expansão que a companhia aérea de origem britânica está a fazer na América do Norte e é uma das novidades que a Virgin Atlantic está a preparar para assinalar o seu 40.º aniversário.

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A Virgin Atlantic vai voltar a operar no Canadá depois de mais de uma década de ausência e, no próximo ano, vai voar entre Heathrow, no Reino Unido, e Toronto, numa operação diária que arranca a 30 de março, avança a publicação britânica Travel Weekly.

Segundo a informação divulgada pela Travel Weekly, o regresso dos voos para Toronto enquadra-se na expansão que a companhia aérea de origem britânica está a fazer na América do Norte.

“A nova rota vai conectar dois grandes centros financeiros e oferecer uma melhor conectividade aos passageiros”, afirma um porta-voz da companhia aérea, citado pela publicação britânica.

Apesar de ainda não se saber exatamente qual será o aparelho usado pela Virgin Atlantic para operar esta rota, a Travel Weekly indica que a solução deverá passar pelo uso de vários aparelhos, incluindo o A330-900neo, que foi a mais recente aquisição da frota da companhia aérea.

Coincidindo com o regresso ao Canadá, a Virgin Atlantic alargou também o acordo de codeshare que mantinha com a WestJet desde outubro e que abrange os voos da transportadora canadiana desde Ottawa e Winnipeg.

Recorde-se que a Virgin Atlantic não voava para o Canadá desde 2014, ano em que a companhia aérea encerrou os voos que tinha para Vancouver, que operaram apenas durante dois anos.

O regresso ao Canadá é uma das novidades que a Virgin Atlantic está a preparar para assinalar o seu 40.º aniversário, que se comemora ainda em 2024.

 

 

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