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Passageiros que cujos voos tiveram atrasos ou foram cancelados durante a pandemia devem reclamar compensação

O Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, sentenciou que os passageiros apoiados pela AirHelp, que viram os seus voos atrasados ou cancelados durante a pandemia poderão ter direito à indemnização prevista no Regulamento CE 261/2004. Esta situação abrange mais de 200 mil pessoas.

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Passageiros que cujos voos tiveram atrasos ou foram cancelados durante a pandemia devem reclamar compensação

O Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, sentenciou que os passageiros apoiados pela AirHelp, que viram os seus voos atrasados ou cancelados durante a pandemia poderão ter direito à indemnização prevista no Regulamento CE 261/2004. Esta situação abrange mais de 200 mil pessoas.

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Segundo comunicado divulgado pela AirHelp, organização mundial especializada na defesa dos direitos dos passageiros aéreos, os Tribunais confirmaram que algumas companhias aéreas cancelaram voos por diminuição da procura e usaram o Covid-19 como justificação. Também em casos de voos atrasados, as companhias aéreas usaram o vírus como justificação, mas, as recentes decisões do Tribunal de Lisboa indicam que os passageiros que tenham visto os seus voos cancelados pelas companhias aéreas em consequência da diminuição da procura de viagens por parte dos passageiros, causada pelo receio de viajar ou pelos requisitos de entrada e diversos países (tal como vacinação, apresentação de testes negativos ou cumprimento de quarentena) têm direito a indemnização.

Pedro Miguel Madaleno, advogado especialista em direito dos passageiros e representante da AirHelp em Portugal destaca que “os juízes entendem que tais cancelamentos não conferem direito a indemnização quando exista uma efetiva proibição de autoridade pública para a realização do voo ou para a circulação de pessoas que impedisse de facto a realização do voo por razões de obediência devida às autoridades”, mas em vários processos, as companhias “têm alegado restrições relacionadas com a pandemia Covid-19, sendo que depois fica demonstrado que não existia qualquer limitação ou restrição à atividade aérea na data do voo em causa, sendo a circulação possível.”

Assim, em diversos processos já concluídos, o Tribunal de Lisboa concluiu que a companhia aérea não foi forçada a cancelar o voo por circunstâncias exteriores à sua vontade, mas sim que a sua realização não se demonstrava viável de um ponto de vista económico devido à baixa procura de voos sentida em virtude da pandemia.

Ainda acordo com o Tribunal, segundo nota de imprensa da AirHelp, a diminuição da procura de voos constitui um risco económico-financeiro inerente ao exercício de qualquer atividade comercial com um objetivo lucrativo.

Por outro lado, o Tribunal de Lisboa considera, também, que atrasos em voos devido à realização de procedimentos de verificações e medidas de segurança implementados durante a pandemia de Covid-19, para contenção do vírus, não afastam o direito à indemnização prevista no mencionado Regulamento.

“Os juízes têm entendido que, tratando-se de voos a operar em plena pandemia, cumpria às companhias aéreas a adoção de novos procedimentos adequados à realização de limpezas e desinfeções das aeronaves, nomeadamente aumentando os tempos de rotação, espaçando mais as chegadas de um voo e as partidas do voo seguinte (a operar pela mesma aeronave), o que muitas não fizeram”, finaliza o advogado.

Entretanto, segundo os dados recolhidos pela AirHelp, durante este período da pandemia foram registados 163 mil voos com partida de Portugal, o que representa cerca de 17 milhões de passageiros aéreos.

Neste período registaram-se mais de dois mil cancelamentos de voos e mais de 20 mil voos sofreram atrasos. Assim, mais de dois milhões de passageiros foram diretamente afetados e 213 mil encontram-se elegíveis para compensação.

 

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47% das opiniões sobre companhias aéreas nas redes sociais são negativas

Uma análise da Onclusive mostra que 47% dos posts nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são negativos. Em contrapartida, somente 37% são positivos.

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Quase metade (47%) dos posts publicados nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são críticas ou negativos, enquanto 37% são positivos. Os restantes são neutros, consistindo em imagens e vídeos de aeroportos, voos, aviões e notícias imparciais sobre companhias aéreas, revela uma análise recente da Onclusive.

O tópico mais discutido é a bagagem, com uma quantidade significativa de comentários negativos sobre bagagem perdida ou danificada e as taxas adicionais de bagagem extra impostos por algumas companhias aéreas. A gestão e as respostas do serviço de apoio ao cliente também são objeto de críticas.

Os comentários positivos, embora menos frequentes, destacam iniciativas das companhias aéreas, tais como alterações de políticas que permitem que permite aos passageiros levar um animal de estimação e uma mala de mão de tamanho normal para a cabina.

O segundo tópico mais discutido é o comportamento das tripulações de voo e dos passageiros. Estas conversas incluem comentários negativos sobre a simpatia dos membros da tripulação, comentários positivos sobre a forma como lidam passageiros difíceis e comentários sobre o mau comportamento conduta ou agressividade de outros passageiros.

Os consumidores partilham frequentemente as suas experiências negativas nas redes sociais, especialmente se sentirem que não obtiveram respostas satisfatórias do pessoal ou do serviço de apoio ao cliente.

Independentemente da companhia aérea, a qualidade da comida e o conforto dos assentos são os principais tópicos de discussão, tornando-os os serviços mais comentados nas redes sociais, ultrapassando o entretenimento a bordo.

Os clientes das companhias aéreas também comentam, frequentemente, os serviços adicionais ou opcionais pelos quais pagaram um suplemento. Este tópico é o 10.º mais discutido, aparecendo, igualmente, as salas de espera nos aeroportos. Os clientes discutem vários aspetos, como o conforto, design, limpeza e a frustração de não ter acesso, apesar de terem um cartão de membro.

O segundo serviço mais comentado é o WiFi a bordo. À medida que as companhias aéreas vão instalando gradualmente o WiFi nas suas frotas, as ofertas de acesso gratuito a aplicações de mensagens estão a receber recções muito positivas.

O terceiro serviço mais discutido é a seleção de lugares. Este serviço é particularmente importante para as famílias que pretendem sentar-se juntas e passageiros que desejam adicionar um assento conforto ou duplo.

Muitas mensagens também envolvem pedidos de reembolso ou reclamações sobre o mau funcionamento do website relacionado com a seleção de lugares.

Já do lado das companhias aéreas, nas publicações e entrevistas, são abordados frequentemente temas diretamente relacionados com os principais acontecimentos recentes no setor, com especial destaque para a segurança e proteção.

A reputação das companhias aéreas está intimamente ligada à fiabilidade das suas aeronaves e dos seus fabricantes.

As companhias aéreas e os seus fornecedores estão a centrar-se cada vez mais na sustentabilidade nas suas comunicações, com indicações de medidas para eliminar os plásticos de utilização única e o alumínio de utilização única a bordo até 2025 ou a compra e utilização de combustível de aviação sustentável (SAF).

“A sustentabilidade tornou-se um importante critério de classificação para as companhias aéreas, a par da qualidade do serviço e do conforto”, destaca a análise da Onclusive.

“Há uma diferença notável entre as prioridades dos clientes expressas nas redes sociais e os tópicos que as companhias aéreas discutem nas suas plataformas sociais. Os clientes destacam as suas necessidades e preocupações, procurando respostas atempadas, enquanto as companhias aéreas se concentram nas mensagens de marca e atualizações operacionais”, diz ainda a Onclusive.

Ao alinhar as estratégias de marketing e comunicação com as prioridades dos clientes, as companhias aéreas podem promover ligações mais fortes, dando a consultora como exemplo a abordagem a questões frequentemente discutidas como opções de reserva flexíveis ou perda de bagagem com conteúdo claro e informativo que criam confiança e lealdade. “Colmatar esta lacuna aumenta a satisfação do cliente e proporciona uma vantagem competitiva”.

Do lado da cobertura realizada pelos órgãos de comunicação social, o destaque, nos últimos 12 meses, vai claramente para as questões relacionadas com a proteção e segurança. A informação financeira (lucros, ganhos, preços das ações) é o terceiro tipo de conteúdos mais publicados.

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Air France-KLM e SAS estabelecem acordos de codeshare e interline

Os acordos de codeshare e interline entram em vigor a 1 de setembro, quando a SAS se junta à SkyTeam, a aliança de companhias aéreas a que também pertence a Air France-KLM.

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A Air France-KLM e a SAS assinaram acordos de codeshare e interline que abrangem os voos da Air France, da KLM e da SAS, e que entram em vigor a 1 de setembro, quando a SAS se junta à SkyTeam, a aliança de companhias aéreas a que também pertence a Air France-KLM.

Segundo um comunicado da Air France-KLM, estes acordos também abrangem os benefícios recíprocos dos programas de fidelização, concretamente o Flying Blue e EuroBonus.

O acordo de codeshare abrange vários destinos europeus, com os passageiros da Air France-KLM a passarem a ter acesso a 33 destinos no norte da Europa além dos hubs da SAS em Copenhaga, Oslo e Estocolmo, enquanto os passageiros da companhia aérea escandinava passam a ter acesso a 33 destinos na Europa além dos hubs da Air France e da KLM – respetivamente, nos aeroportos de Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol.

“Além disso, num futuro próximo, serão adicionados ao acordo destinos intercontinentais”, acrescenta a Air France-KLM, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 12 de julho.

Já o acordo interline vai cobrir a rede europeia das companhias Air France, KLM e SAS, “oferecendo aos clientes opções de viagem distendidas”, explica-se ainda no comunicado divulgado.

Os membros do Flying Blue e do EuroBonus, os programas de fidelização da Air France-KLM e SAS, respetivamente, também ganham algumas vantagens, passando a ser possível “acumular e gastar Milhas/Pontos em todos os voos operados a partir de 1 de setembro de 2024”.

“Os membros elegíveis do EuroBonus poderão ainda desfrutar dos serviços e benefícios da SkyTeam, incluindo o SkyPriority e os acessos aos lounges”, refere ainda o comunicado da Air France-KLM.

Segundo Angus Clarke, diretor Comercial (CCO) da Air France-KLM, “estes acordos marcam um passo importante rumo a uma cooperação comercial próxima entre a Air France, a KLM e a SAS”, que vai oferece aos passageiros das três companhias aéreas “uma ampla gama de destinos europeus e serviços de alta qualidade”.

“Estamos desejosos de desenvolver ainda mais este relacionamento e fortalecer a nossa posição na região escandinava”, acrescenta o responsável da Air France-KLM, citado no comunicado divulgado.

Já Paul Verhagen, diretor Comercial (CCO) da SAS, mostra-se satisfeito pelos acordos alcançados com a Air France-KLM, futura parceira da SAS na aliança SkyTeam, uma vez que estes vão aumentar a “conectividade e oferecendo maiores benefícios” aos passageiros da SAS.

A Air France e a KLM operam até 200 voos semanais entre os seus hubs – nos aeroportos de Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol – e os hubs da SAS em Copenhaga, Oslo e Estocolmo, enquanto a SAS opera até 44 voos semanais para Paris-CDG de Copenhaga, Oslo e Estocolmo, e 65 para o aeroporto de Amesterdão-Schiphol.

Os voos no âmbito deste codeshare e interline arrancam a 1 de setembro, mas já podem ser adquiridos nos websites das três companhias aéreas.

 

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Delta Air Lines anuncia parceria com a Riyadh Air e quer abrir voos para a Arábia Saudita

O acordo prevê a abertura de uma rota da Delta Air Lines desde os EUA para a capital saudita, além de outras colaborações, nomeadamente ao nível de interline e codeshare, para aumentar a conectividade no Médio Oriente.

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A Delta Air Lines estabeleceu uma parceria com Riyadh Air, uma nova companhia aérea com sede em Riade, capital da Arábia Saudita, e conta vir a abrir voos para o país, avança a companhia aérea norte-americana, num comunicado publicado no seu website.

De acordo com a informação divulgada, este acordo prevê a abertura de uma rota da Delta Air Lines desde os EUA para a capital saudita, além de outras colaborações, nomeadamente ao nível de interline e codeshare, para aumentar a conectividade no Médio Oriente.

“Esta parceria com a Riyadh Air irá promover a missão da Delta de conectar o mundo e abrir uma gama de novas opções, benefícios e destinos para os nossos clientes que viajam de e para o Reino da Arábia Saudita”, afirma Ed Bastian, presidente-executivo da Delta Air Lines.

O acordo entre as duas companhias aéreas está, contudo, ainda sujeito a aprovações regulatórias, mas poderá evoluir para uma joint venture, o que motivaria colaboração também ao nível do planeamento e crescimento da rede no Médio Oriente.

Recorde-se que a Riyadh Air é uma nova companhia aérea saudita, que deverá iniciar operações em 2025 e que vai contar com uma operação local.

 

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Azul lança concurso fotográfico para assinalar 15.º aniversário

As inscrições para este concurso fotográfico, que inclui cinco diferentes categorias e pretende “celebrar a trajetória da Azul por meio de fotografias que capturem momentos especiais e marcantes”, já se encontram a decorrer.

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A Azul lançou um concurso de fotografia para assinalar o 15.º aniversário da companhia aérea, iniciativa que tem como objetivo “celebrar a trajetória da Azul por meio de fotografias que capturem momentos especiais e marcantes”, informou a transportadora brasileira, em comunicado.

As inscrições para este concurso fotográfico, que inclui cinco diferentes categorias, já se encontram a decorrer e podem ser realizadas aqui, com a Azul a explicar que a iniciativa “oferece uma plataforma para que spotters, clientes, amantes da marca e tripulantes da Azul possam exibir o seu talento e criatividade”.

Aviação regional, fotografias de aeronaves da Azul, operação e tripulantes, experiência do cliente e 15 anos da Azul são as categorias do concurso fotográfico lançado pela companhia aérea brasileira.

As fotografias vencedoras vão ser publicadas num livro comemorativo dos 15 anos da Azul e os seus autores recebem outras recompensas exclusivas, como uma visita ao Hangar de Viracopos, um almoço com executivos da Azul, a participação das fotografias numa exposição e convites para o lançamento do livro.

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Foto: Aeroportos de Moçambique

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Américo Muchanga é o novo presidente da LAM

Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous, que liderava a companhia aérea moçambicana de forma interina desde fevereiro.

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A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique passou a ser liderada por Américo Muchanga, que foi escolhido pelo Conselho de Administração para novo presidente da companhia aérea moçambicana.

Segundo a Lusa, que cita um comunicado da transportadora aérea de Moçambique, Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique, cargo que ocupava desde fevereiro de 2022, e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous.

A Lusa recorda que Theunis Christian de Klerk Crous ocupava as funções de presidente da LAM de forma interina desde fevereiro passado, no seguimento do afastamento de João Carlos Pó Jorge e do processo de reestruturação da empresa, que está a cargo da Fly Modern Ark (FMA), empresa sul-africana contratada para recuperar a LAM.

Com a chegada da FMA à LAM, o que acontece desde abril do ano passado, a transportadora moçambicana tem vindo a passar por um processo de reestruturação, que se segue a vários anos de problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos.

Desde a entrada da FMA na companhia aérea, foram descobertos esquemas de desvio de dinheiro, que estão a ser investigados pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) de Moçambique.

A LAM opera 12 destinos no mercado doméstico, a nível regional voa regularmente para Joanesburgo, Dar-Es-Salaam, Harare, Lusaca, e Cidade do Cabo, sendo Lisboa o único destino intercontinental da companhia aérea moçambicana.

 

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ARAC denuncia “concorrência desleal de operadores não regulamentados” no aluguer de autocaravanas

A ARAC diz que, nos últimos anos, têm surgido plataformas que disponibilizam autocaravanas particulares, “frequentemente sem respeitar a legislação que regulamenta esta atividade”, o que pode prejudicar os consumidores e a imagem do país enquanto destino turístico de excelência.

Inês de Matos

A Associação Nacional dos Locadores de Veículos (ARAC) veio esta terça-feira, 9 de julho, alertar os consumidores e denunciar a existência de “concorrência desleal de operadores não regulamentados” no aluguer de autocaravanas, o que afeta negativamente as empresas que cumprem a lei e pode prejudicar “a reputação de Portugal como um destino turístico de prestígio”.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação que representa o rent-a-car em Portugal, em cuja legislação está inserida a regulação das autocaravanas, lembra existe “um conjunto de obrigações para garantir a legalidade, a proteção dos consumidores e a transparência contratual” no aluguer destes veículos.

“No entanto, nos últimos anos, têm surgido várias plataformas de aluguer que disponibilizam autocaravanas pertencentes a particulares, frequentemente sem respeitar a legislação que regulamenta esta atividade. Estes veículos, muitas vezes com um grande número de anos de uso, não cumprem os requisitos legais necessários e operam num quadro legal e fiscal pouco claro, prejudicando os consumidores que os utilizam”, lamenta a associação.

A ARAC diz que tem vindo a denunciar esta situação às “autoridades competentes”, ainda que, até ao momento, não tenham existido “resultados eficazes”, numa situação que a associação diz que “prejudica os consumidores” e a reputação do país.

“Dado o crescimento turístico em Portugal, é fundamental que as entidades públicas relacionadas com a mobilidade, o turismo e as autoridades policiais e fiscais atuem de forma coordenada para resolver este problema. Esta situação não só prejudica os consumidores, como também afeta negativamente a reputação de Portugal como um destino turístico de prestígio”, defende a ARAC.

A associação concorda que a “atividade de aluguer de autocaravanas em Portugal apresenta um potencial significativo de crescimento e desenvolvimento” mas defende que “é essencial assegurar que este crescimento seja sustentável e regulamentado, de forma a proteger os consumidores e manter a reputação de Portugal como um destino
turístico de excelência”.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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Cantora Meghan Trainor é a madrinha do Utopia of the Seas

Meghan Trainor vai participar num mini-cruzeiro de três noites com a presença de 52 fãs da artista, que decorre ainda antes da inauguração do novo navio da Royal Caribbean International, prevista para 19 de julho.

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A Royal Caribbean International (RCI) escolheu a cantora e compositora Meghan Trainor para madrinha do Utopia of the Seas, novo navio da companhia de cruzeiros, que vai ser inaugurado a 19 de julho, em Port Canaveral, nos EUA.

“É uma honra incrível juntar-me à família Royal Caribbean como madrinha do Utopia of the Seas e dar o tom para as festas que virão”, congratula-se Meghan Trainor, que vai participar num mini-cruzeiro de três noites ainda antes da inauguração do navio e que vai contar com a presença de 52 fãs da artista.

Segundo a RCI, este mini-cruzeiro tem partida a 15 de julho, estando os fãs de Meghan Trainor que vão participar na viagem a ser atualmente selecionados através de um concurso no Instagram da Royal Caribbean, onde é também possível consultar as regras oficiais do sorteio.

“A bordo do cruzeiro de 3 noites, haverá festa atrás de festa, desde uma apresentação ao vivo no Utopia da cantora de “Timeless”, na premiada  ilha privada da Royal Caribbean, Perfect Day em CocoCay nas Bahamas até à festa de batismo acompanhada pela recém-nomeada madrinha. Tudo acontece poucos dias antes da partida inaugural a 19 de julho em Port Canaveral (Orlando), Flórida”, revela a companhia de cruzeiros, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

Neste mini-cruzeiro, está prevista uma atuação de Meghan Trainor no AquaTheater, num espetáculo exclusivo que vai ainda oferecer aos fãs da cantora a possibilidade de a conhecerem pessoalmente.

Segundo Michael Bayley, presidente e CEO da RCI, Meghan Trainor é a madrinha perfeita para o Utopia of the Seas, uma vez que a artista personifica aquilo que o navio pretende oferecer, afirmando-se como um espaço de “celebrações”, para “celebrar com amigos e família” e criar memórias em conjunto.

Depois da inauguração, o Utopia of the Seas vai oferecer mini-cruzeiros de três e quatro noites durante a semana, com partida de Port Canaveral, disponibilizando uma vasta gama de atividades e entretenimento, além de 40 espaços de restauração, dois casinos e várias piscinas.

O navio vai passar a realizar escalas em Nassau e na Perfect Day at CocoCay, a ilha privada da RCI nas Bahamas, que oferece animação variada, contando com 14 aquaslides, a maior piscina de água doce das Caraíbas e das Bahamas, e o recém-inaugurado oásis exclusivo para adultos, o Hideaway Beach, que conta com praia particular, piscinas e locais para bebidas e petiscos, cabanas exclusivas, bem como DJ ao vivo.

 

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Ryanair abre quarta base em Marrocos com rotas para Lisboa e Porto

A nova base da Ryanair em Tanger, Marrocos, começou a operar ainda em maio, conta com duas aeronaves baseadas e um total de 25 rotas, incluindo 13 novas ligações aéreas, uma das quais para Lisboa e outra para o Porto.

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A Ryanair  abriu esta terça-feira, 9 de julho, uma nova base em Marrocos, localizada em Tanger e que é a quarta da companhia aérea low cost naquele país do Norte de África, informou a transportadora, em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, a base de Tanger, que começou a operar ainda em maio, conta com duas aeronaves baseadas e um total de 25 rotas, incluindo 13 novas ligações aéreas, uma das quais para Lisboa e outra para o Porto.

O comunicado divulgado pela Ryanair destaca que a nova base de Tanger motivou um investimento de cerca de 200 milhões de euros e vai disponibilizar voos para oito novas cidades europeias e cinco novos destinos marroquinos, já neste verão de 2024.

A Ryanair sublinha também que a nova base de Tanger vai permitir criar 600 novos empregos locais, incluindo 60 para pilotos e tripulantes de cabine, aumentando ainda em 70% a capacidade na cidade marroquina.

“O investimento da Ryanair em Marrocos ultrapassa agora mais de 1,4 mil milhões de dólares em aeronaves – apoiando mais de 5.000 empregos diretos e indiretos e proporcionando crescimento económico em 12 cidades, incluindo Rabat, Marraquexe, Fez, Agadir, Tetouan, Essaouira e Nador”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea.

Segundo Eddie Wilson, CEO da Ryanair, com a abertura da nova base em Tanger, a Ryanair vai operar mais de 170 rotas em Marrocos, numa oferta que conta com tarifas baixas e que, espera o responsável, deverá contribuir para impulsionar o “turismo e a conectividade” aérea no país.

“Esperamos continuar a apoiar a economia de Marrocos, bem como a conectividade regional e internacional, posicionando Tânger como um destino líder de verão com os seus museus, medina, souq e, claro, as suas belas praias”, acrescenta o responsável.

Baden Baden, Barcelona, Carcassonne, Eindhoven, Lisboa, Manchester, Memmingen e Porto são as novas rotas internacionais que a Ryanair abriu na base de Tanger, às quais se juntam ainda rotas domésticas para Agadir, Essaouira, Marrakesh, Ouarzazate e Oujda.

Para assinalar a abertura da base, a Ryanair lançou uma promoção cujos preços começam nos 159 dirham (cerca de 15 euros) e que é válida para viagens que decorram até outubro de 2024. As vendas decorrem aqui.

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Aeroporto do Porto volta a ser o melhor de Portugal, diz AirHelp

De um total de 239 aeroportos analisados, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro é o primeiro aeroporto português em 117.º lugar. O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, é considerado o pior aeroporto português.

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O Aeroporto Francisco Sá Carneiro volta a ser considerado o melhor aeroporto de Portugal. Segundo a análise realizada pela AirHelp – formada por aproximadamente 240 aeroportos de 70 países distintos de todo o mundo e recolhidos dados sobre chegadas e partidas entre 1 de maio de 2023 e 30 de abril de 2024 – o aeroporto do Porto obteve uma pontuação global de 7,60, alcançado 7,30 na pontualidade; 8,20 na consideração dos clientes e 7,90 na qualidade da sua área de restauração e lojas. De uma forma geral, a pontuação global deste aeroporto melhorou, já que, em 2023, apresentou uma pontuação de 7,52, tal como os parâmetros de pontualidade e consideração dos clientes, tendo piorado somente na qualidade da sua área de restauração e lojas.

Em segundo lugar no ranking nacional, o Aeroporto de Faro obteve uma pontuação global de 7,27, enquanto o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, continua a ser o pior aeroporto de Portugal, com uma pontuação global de 6,59.

A nível global, contudo, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro passou do 91.º lugar, em 2023, para o 117.º lugar, enquanto as infraestruturas aeroportuárias de Faro e Lisboa desceram, respetivamente, da 137.ª para a 185.ª posição, e do 191.º para o 234.º lugar, pela mesma ordem.

É na Ásia, mais precisamente na cidade de Doha (Catar) que se situa o melhor aeroporto do mundo, segundo o ranking da AirHelp. O Doha Hamad International Airport obteve uma pontuação global de 8,52, considerando 8,30 na pontualidade; 8,70 nas avaliações dos passageiros; e 8,90 para a qualidade das instalações comerciais e de restauração. Em 2023, este aeroporto ficou na quinta posição.

Em segundo lugar na classificação está o aeroporto sul-africano da Cidade do Cabo, com uma pontuação de 8,50. Por fim, em terceiro lugar, encontra-se o Aeroporto de Chubu, Nagoya (Japão), com uma pontuação de 8,49. Este aeroporto foi avaliado pela primeira vez pela AirHelp e teve uma entrada direta para o Top 3 do ranking.

De referir que, para determinar a classificação dos aeroportos, a AirHelp considera três áreas: a pontualidade (60%), a consideração dos clientes (20%) e a qualidade das suas áreas de restauração e lojas (20%).

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TAAG aumenta frequências para São Tomé a partir de setembro

A partir de setembro, a TAAG aumenta de dois para três o número de voos semanais para São Tomé, que passa a contar com ligações às terças, quintas e domingos.

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A TAAG vai aumentar o número de voos semanais entre Lisboa e São Tomé, via Luanda, a partir de setembro, passando de duas para três frequências por semana, segundo informação divulgada pela companhia aérea angolana esta terça-feira, 9 de julho.

“A partir de setembro teremos um aumento de frequências na rota de São Tomé a partir de Lisboa: passaremos de 2 para 3 frequências semanais às terças-feiras, quintas-feiras e domingos”, lê-se numa nota divulgada pela companhia aérea.

Segundo a TAAG, o aumento de frequências proporciona “mais conectividade dentro do continente Africano”, com a companhia aérea a destacar ainda que “a duração da escala para estes voos de longa duração será mais curta”.

Os novos voos já  estão disponíveis para compra e as reservas podem ser realizadas aqui, bem como nos outros canais oficiais da TAAG e nas agências de viagens.

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