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Azores Airlines chega pela primeira vez a um milhão de passageiros num ano

A Azores Airlines alcançou esta terça-feira, 29 de novembro, a marca de um milhão de passageiros, naquela que foi a primeira vez que a transportadora açoriana chegou a este resultado num único ano.

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A Azores Airlines, companhia aérea do Grupo SATA que realiza os voos internacionais, alcançou esta terça-feira, 29 de novembro, a marca de um milhão de passageiros, naquela que foi a primeira vez que a companhia aérea açoriana chegou a este resultado num único ano.

“Trata-se de um dia simbólico para todos os que trabalham para tornar possível o crescimento da operação aérea da Azores Airlines. E nada pareceu fazer mais sentido do que partilhar o nosso entusiasmo e o sucesso alcançado com os
passageiros que escolhem viajar connosco. Afinal, sem a confiança que os nossos passageiros depositam em nós, não teríamos alcançado esta marca histórica na companhia aérea, de mais de 1 milhão de passageiros transportados num só ano”, congratula-se Luís Rodrigues, presidente do Grupo SATA.

Para assinalar a marca, a Azores Airlines promoveu uma cerimónia em que o presidente do Grupo SATA entregou ao passageiro um milhão um “boarding pass” redimensionado em honra da ocasião e um certificado de presença neste voo especial.

Recorde-se que, a 3 de agosto de 2022, o grupo SATA atingiu a marca de 1 milhão de passageiros transportados no cômputo da atividade das duas companhias aéreas, SATA Air Açores e Azores Airlines, num registo que foi alcançado antes
do que se previa, já que as companhias aéreas do Grupo SATA superaram as expectativas no que respeita à recuperação do tráfego no período pós-pandémico.

No verão de 2022, as duas companhias aéreas transportaram mais passageiros do que no ano pré-pandémico de 2019, motivo pelo qual o resultado agora alcançado pela Azores Airlines vem “reforçar a tendência crescente da procura pelos serviços proporcionados pela companhia aérea”.

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Emirates regressa a Portugal para recrutar tripulantes de cabine

A Emirates vai voltar a realizar uma ação de recrutamento em território nacional para encontrar tripulantes de cabine, numa nova edição dos Open Days da companhia aérea do Dubai, que decorre entre 11 e 22 de fevereiro, em quatro cidades portuguesas.

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A Emirates vai voltar a realizar uma ação de recrutamento em território nacional para encontrar tripulantes de cabine, numa nova edição dos Open Days da companhia aérea do Dubai, que decorre entre 11 e 22 de fevereiro, em quatro cidades portuguesas.

Num comunicado enviado à imprensa, a Emirates indica que “está à procura de candidatos portugueses para se juntarem à sua equipa internacional de tripulação de cabina” e, por isso, vai estar em Coimbra, Braga, Lisboa e Porto para recrutar candidatos.

A  iniciativa arranca este domingo, 11 de fevereiro, em Coimbra, onde tem lugar no Tivoli Coimbra Hotel, enquanto no dia 13 segue para Braga, onde a sessão de recrutamento vai ter lugar no Hotel Vila Galé Collection. No dia 20 de fevereiro, é a vez de Lisboa receber o Open Day da Emirates, que vai decorrer DoubleTree by Hilton, enquanto no Porto a sessão está marcada para dia 22 de fevereiro, no Hilton Porto Gaia.

“Os candidatos que pretendam desenvolver a sua carreira com a Emirates podem submeter uma candidatura online, o curriculum vitae (CV) atualizado e em inglês, assim como uma fotografia recente”, explica a companhia aérea, indicando que, no âmbito dos Open Days, os candidatos podem também “apresentar-se nos dias e locais indicados sem terem submetido a candidatura previamente”.

Os candidatos interessados em participar nos Open Days da Emirates devem, segundo a companhia aérea, levar consigo “os documentos necessários e garantir que chegam ao local antes da hora de início”. Todos os requisitos e informação sobre o processo de seleção podem ser consultados aqui.

“A Emirates oferece aos seus candidatos excelentes oportunidades de carreira, com excelentes instalações de formação e uma vasta gama de programas de desenvolvimento para os seus funcionários. Todos os candidatos selecionados que iniciem a sua carreira de tripulante de cabine serão submetidos a uma intensa formação de oito semanas nos mais elevados padrões de hospitalidade, segurança e prestação de serviços, nas modernas instalações da Emirates no Dubai”, refere a Emirates.

Entre os benefícios oferecidos aos trabalhadores, a Emirates destaca o “pacote salarial distinto no mercado que inclui uma variedade de benefícios, tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito fornecido pela empresa, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai”.

Recorde-se que a Emirates voa para Portugal há 11 anos e oferece atualmente 14 voos semanais a partir de Lisboa para o Dubai, a partir de onde os passageiros podem voar ainda para os mais de 140 destinos que compõem a rede global da companhia aérea.

 

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Turkish Airlines lança nova forma de pagamentos e reembolsos digitais

O TK Wallet que permite fazer pagamentos e reembolsos digitais de “forma fácil e rápida” e está disponível através da app e website para os passageiros Miles&Smiles da companhia aérea turca.

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A Turkish Airlines lançou um novo serviço digital, o TK Wallet que permite pagamentos e reembolsos digitais de “forma fácil e rápida”, revela a companhia aérea de bandeira turca, em comunicado.

De acordo com a Turkish Airlines, a nova forma de pagamentos e reembolsos digitais está disponível para os passageiros Miles&Smiles, o programa de fidelização de passageiros da companhia aérea turca.

“Em linha com nossos objetivos de digitalização, continuamos a melhorar para implementar aplicações que facilitam as viagens dos nossos passageiros. Estamos a trabalhar para tornar os nossos serviços mais acessíveis e continuar a introduzir inovações que vão agregar conforto às experiências de viagem dos nossos hóspedes”, afirma Ahmet Olmuştur, diretor comercial da Turkish Airlines.

De acordo com o responsável, o novo serviço TK Wallet está acessível através da aplicação móvel da companhia aérea, assim como pelo website da transportadora, que pode ser consultado aqui.

A Turkish Airlines explica que os passageiros que utilizem o TK Wallet podem ainda ganhar TK Money além do valor do reembolso de passagens aéreas e compras de serviços adicionais feitas através da aplicação móvel e website da companhia aérea.

“O TK Money é ganho através de transações de reembolso via TK Wallet, é oferecido em quatro moedas diferentes (lira turca, euro, dólar americano e libra esterlina) através dos canais online da Turkish Airlines e pode ser usado de forma rápida e segura”, refere ainda a companhia aérea, em comunicado.

 

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Governo italiano prepara-se para procurar alternativa à Lufthansa para a ITA Airways

O Governo italiano está a preparar um plano alternativo para o caso de a aquisição da ITA Airways pela Lufthansa fracassar. Para o efeito, a primeira-ministra Meloni parece querer recorrer a um velho conhecido na corrida à companhia aérea.

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O Governo italiano, liderado pela primeira-ministra Geórgia Meloni, está a preparar um plano B caso a aquisição da ITA Airways pela Lufthansa não seja aprovada. De acordo com o jornal “La Repubblica”, Meloni reuniu-se na semana passada com a companhia de cruzeiros MSC.

Na reunião com Gianluigi Aponte, o armador e fundador da MSC garantiu que reconsideraria a aquisição da ITA Airways se os planos de aquisição por parte do grupo alemão falhassem.

A razão das preocupações de Meloni prendem-se com os organismos de controlo anti-trust da União Europeia (UE) iniciaram uma análise mais aprofundada da oferta da Lufthansa. As medidas de correção propostas pela Lufthansa não foram, por conseguinte, suficientes para dissipar as preocupações em matéria de concorrência. Os observadores da concorrência da UE consideraram que a aquisição poderia restringir a concorrência no mercado dos voos de passageiros em várias rotas de curto e longo curso.

A Itália receia agora que as concessões para a planeada aquisição da Lufthansa possam ser demasiado grandes e pouco atrativas.

A MSC não é alheia à corrida ao concurso para a ITA Airways. Inicialmente, a Lufthansa pretendia adquirir a companhia aérea italiana em dificuldades juntamente com a MSC. Contudo, a empresa de cruzeiros tinha anteriormente retirado a sua proposta de aquisição conjunta da ITA Airways e da Lufthansa.

De referir que a MSC tem vindo a tentar entrar no mercado da aviação comercial há já algum tempo.

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Ryanair anuncia maior programação de verão em Portugal, apesar do aumento de taxas e da falta do Montijo

Apesar de abrir 14 novas rotas e esperar crescer 7% em passageiros em Portugal no próximo verão, Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, diz que o crescimento seria muito mais elevado sem o aumento de taxas aeroportuárias e se o aeroporto do Montijo entrasse em funcionamento.

Inês de Matos

A Ryanair apresentou esta quarta-feira, 7 de fevereiro, a maior programação de sempre da companhia aérea para o verão em Portugal, que vai contar com 14 novas rotas e um crescimento de 7% em passageiros, apesar do aumento de taxas aeroportuárias e da falta que o Montijo continua a fazer, anunciou Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, numa conferência de imprensa em Lisboa.

“Temos boas notícias, este ano, em Portugal. Temos algum crescimento, não é aquele que queríamos mas, apesar disso, é algum crescimento, com 14 novas desde os maiores aeroportos, como Faro, Lisboa e Porto”, começou por revelar o responsável.

Apesar das boas notícias, Michael O’Leary admite que o crescimento seria muito mais elevado se a ANA – Aeroportos de Portugal não tivesse decidido aumentar as taxas aeroportuárias acima da inflação e se o aeroporto do Montijo, que para o responsável é a única solução possível para aumentar o tráfego na capital, já estivesse a funcionar.

“O tráfego vai crescer, este ano, 7% mas regressei esta manhã de Malta e vamos crescer 22% em Malta. O crescimento em Portugal seria muito mais forte se a ANA não estivesse a aumentar o seu já elevado monopólio aeroportuário de taxas e se este Governo inútil fizesse alguma coisa e abrisse o Montijo”, atirou, de seguida, o CEO da Ryanair, revelando que as taxas aeroportuárias subiram, este ano, 17% em Lisboa, 12% em Faro, 11% no Porto, 9% em Ponta Delgada e 6% no Funchal.

Michael O’Leary não tem dúvidas de que “Lisboa precisa de um segundo aeroporto” e também não tem dúvidas de que a única solução é o Montijo, não só porque está próximo da capital, mas também porque apenas necessita da construção de um terminal, pelo que espera que o próximo Governo tome a decisão de abrir a infraestrutura logo após as eleições.

“O Montijo é a solução e esperamos que o Governo saído das próximas eleições esteja comprometido em fazer crescer o turismo, criando também concorrência ao monopólio francês da ANA e que trabalhe com a Ryanair para um rápido crescimento”, afirmou.

O CEO da Ryanair teceu ainda críticas à atribuição dos antigos slots da TAP à easyJet, acusando a companhia aérea rival de ter ficado com os slots apenas por ter aviões maiores, mas que, no entanto, apenas são operados alguns meses por ano.

No total, a Ryanair vai operar, no próximo verão, 170 rotas à partida de quatro aeroportos nacionais – Lisboa, Porto, Faro e Funchal -, incluindo 14 novas rotas para Alicante, Estocolmo, Belfast, Budapeste, Cracóvia, Norwich, Marraquexe, Roma, Ibiza, Madrid, Pisa, Poznan e Tânger (2x).

No caso de Lisboa, as novas rotas são para Alicante, Roma, Madrid, Poznan e Tânger, enquanto Faro passa a ter voos para Estocolmo, Budapeste, Cracóvia, Marraquexe e Norwich. Já o Porto, vai passar a contar com ligações a Belfast, Ibiza, Pisa e Tânger.

A companhia aérea, que vai ter 28 aviões baseados em território nacional, conta transportar 13,5 milhões de passageiros em Portugal, em 2024, num aumento de 7% face ao ano passado.

Para assinalar o lançamento da operação de verão, a Ryanair lançou uma nova promoção com preços de 29,99 euros, válida para reservas realizadas até 10 de fevereiro e cujas viagens decorram entre abril e outubro.

 

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Ryanair não reabre base de Ponta Delgada no verão

Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, esteve esta quarta-feira, 7 de fevereiro, em Lisboa e revelou que, devido à subida de 9% nas taxas aeroportuárias, a companhia aérea não vai reabrir, este verão, a base de Ponta Delgada, Açores.

Inês de Matos

A Ryanair não vai reabrir a base de Ponta Delgada, nos Açores, no próximo verão devido ao aumento das taxas aeroportuárias no arquipélago, revelou esta quarta-feira, 7 de fevereiro, Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, numa conferência de imprensa em Lisboa.

“Os custos em Ponta Delgada cresceram 9% porque haveria de reabrir a base se tenho outros aeroportos na Europa com custos mais baixos?”, questionou o responsável, em resposta ao Publituris.

Michael O’Leary revelou também que, durante os quatro anos em que a Ryanair operou em Ponta Delgada, a companhia aérea perdeu dinheiro, uma vez que, durante o inverno, a procura pelos voos da companhia aérea para a capital micaelense descia drasticamente, o que se torna incomportável com o aumento de taxas aplicado pela ANA – Aeroportos de Portugal.

“Perco dinheiro em Ponta Delgada se abrir uma base por apenas sete meses por ano. Já perdi muito dinheiro, porque haveria de querer reabrir a base? Até parece que o aeroporto de Ponta Delgada está cheio, mas não está, está vazio”, acrescentou, considerando que não é viável manter a base aberta apenas no verão, uma vez que a Ryanair teria de contratar pessoal para o verão e despedir no inverno.

O CEO do Grupo Ryanair aproveitou também para aprofundar as criticas à ANA – Aeroportos de Portugal, reafirmando que a empresa que gere os aeroportos nacionais só aumenta as taxas porque não tem concorrência, uma vez que, por toda a Europa, são vários os aeroportos que têm descido as taxas por causa da inflação, mas em Portugal está a suceder o contrário.

“Este é o tipo de estragos que a ANA causa, o monopólio francês aeroportuário está a fazer o contrário do que outros fizeram que foi, em tempos de inflação, descer as taxas, mas a ANA aumenta porque pode, não tem concorrência”, afirmou, defendendo que a empresa gestora dos aeroportos nacionais “matou a base” da Ryanair em Ponta Delgada.

Michel O’Leary explicou que a companhia aérea ainda não tomou uma decisão em relação à base do Funchal, que no inverno já teve apenas um avião baseado, apesar de admitir que, tal como em Ponta Delgada, também na Madeira a Ryanair pode deixar de ter aviões baseados.

“No Funchal, mantemos um avião, mas também pode ir para zero no fim do verão. Ainda não temos a certeza”, acrescentou o responsável, considerando que “este é o tipo de estragos que a ANA causa”, uma vez que, no aeroporto madeirense, as taxas subiram, este ano, 6%.

 

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CTI apresenta relatório final e parecer escrito a remeter ao Governo no dia 22 de março

A Comissão Técnica Independente (CTI) vai apresentar, no próximo dia 22 de março, o relatório final a remeter ao Governo.

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A Comissão de Acompanhamento dos trabalhos da Comissão Técnica Independente (CTI) vai realizar a 4.ª Reunião Ordinária no dia 22 de março, pelas 10h00, no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para apreciação da versão final do “Relatório Ambiental” elaborado pela CTI e emissão do parecer escrito da Comissão de Acompanhamento a remeter ao Governo conjuntamente com o Relatório Final da Comissão Técnica Independente.

Recorde-se que este parecer e relatório final será apresentado já ao novo Governo saído das eleições legislativas do próximo dia 10 de março.

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SATA tem de ser privatizada até final de 2025 para cumprir plano de reestruturação, avisa DBRS

Apesar do aviso, a DBRS reconhece pontos positivos para a privatização da companhia aérea e aponta, desde logo, “o crescimento da atividade de voo decorrente do turismo”, que tem ajudado a empresa a “melhorar o seu desempenho operacional, o que deverá ajudar a manter o interesse dos dois compradores”.

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O novo Governo Regional dos Açores vai ter de lidar com vários desafios orçamentais em 2024 e privatizar a SATA no ano seguinte, avisa a DBRS, que realizou uma análise aos resultados das eleições regionais do último domingo, 4 de fevereiro, nas quais a Aliança Democrática (AD) se sagrou vencedora.

A DBRS começa por avisar que, com o resultado das eleições, que foram ganhas pela AD mas sem maioria absoluta, o mais provável é que tenham de existir negociações e acordos para a formação de governo, sendo o Chega o partido em melhor posição para vir a apoiar um governo de centro-direita nos Açores.

No entanto, a DBRS não se mostra preocupada com o impacto económico do impasse eleitoral nos Açores e diz mesmo que “não espera que os resultados
tenham um efeito material na política fiscal da região nem nas condições de crédito”.

A agência de notação financeira mostra-se, no entanto, mais preocupada com a privatização da SATA e diz que “o desinvestimento na SATA precisa de ser retomado e concluído antes do final de 2025 para cumprir o atual plano de reestruturação assinado com a Comissão Europeia”.

Segundo a DBRS, a privatização da SATA ficou parada com a queda do anterior Governo Regional dos Açores, o que se seguiu à não aprovação do orçamento regional, mas deve ser retomada o quanto antes.

A agência de notação financeira reconhece, no entanto, pontos positivos para a privatização da companhia aérea e aponta, desde logo, “o crescimento da atividade de voo decorrente do turismo”, que tem ajudado a empresa a “melhorar o seu desempenho operacional, o que deverá ajudar a manter o interesse dos dois compradores”.

A DBRS diz que vai continuar a monitorizar a implementação do plano de reestruturação da SATA e a avaliar qualquer “potencial impacto negativo
financeiro no perfil de crédito da região decorrente da SATA”.

Recorde-se que, em julho de 2023, o concurso para a privatização da Azores Airlines, a companhia aérea do Grupo SATA que realiza voos internacionais, recebeu duas propostas, que foram apresentadas pelo Atlantic Consortium e pelo consórcio Newtour/MSAviation.

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Pessoal de terra da Lufthansa agenda greve para quarta-feira

A paralisação, que foi agendada pelo sindicato Ver.di, o maior da Alemanha, vai durar 24 horas e deverá levar a vários constrangimentos na operação aérea, prevendo-se o cancelamento de numerosos voos e que mais de 100.000 passageiros sejam afetados.

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O pessoal de terra da Lufthansa agendou uma greve para esta quarta-feira, 7 de fevereiro, que poderá levar ao cancelamento de numerosos voos em Frankfurt, Munique, Hamburgo, Berlim e Munique, avança a Lusa.

A paralisação, que foi agendada pelo sindicato Ver.di, o maior da Alemanha, vai durar 24 horas e deverá levar a vários constrangimentos na operação aérea, sendo que, além do sindicato, também a Lufthansa prevê que a greve possa afetar mais de 100.000 passageiros.

A entidade sindical diz que a greve seria desnecessária se a Lufthansa tivesse aprovado, para o pessoal de terra, os aumentos que foram aprovados para outros grupos profissionais, o que não aconteceu e levou ao agendamento da greve.

“Não há vontade de o fazer à mesa das negociações. Esperamos, por isso, a compreensão dos passageiros que, tal como os trabalhadores, querem acabar com a falta de pessoal e prestar um melhor serviço”, disse Marvin Reschinsky, sindicalista do Ver.di, que participa nas negociações laborais.

A greve foi convocada no âmbito das negociações de um novo acordo de trabalho que vai abranger 25 mil trabalhadores da Lufthansa e, no qual, o Ver.di exige um aumento salarial de 12,5% e um acordo de 12 meses, mais um pagamento único de 3.000 euros para compensar a inflação.

O problema é que o grupo Lufthansa propôs um acordo de 36 meses em que não haveria aumento salarial nos primeiros oito meses, enquanto no primeiro ano o aumento salarial não chegaria aos 2%.

 

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APG-IET passa a permitir emissões da Kangala Air Express

A Kangala Air Express foi fundada em 2023, opera voos domésticos no Burkina Faso e tem planos para “expandir as suas rotas para voos regionais em 2024”.

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A APG Portugal anunciou a integração da companhia aérea do Burkina Faso Kangala Air Express no programa APG-IET, passando a oferta desta transportadora a estar disponível para emissões interline com a chapa GP.

A APG Portugal indica que a Kangala Air Express foi fundada em 2023, opera voos domésticos no Burkina Faso e tem planos para “expandir as suas rotas para voos regionais em 2024”.

A Kangala Air Express conta, atualmente, com uma frota composta por dois aparelhos, concretamente dois aviões ATR72-500.

Com a integração da Kangala Air Express, o programa APG-IET passa a contar com 144 companhias aéreas, cuja oferta já está disponível para emissões interline com a chapa GP-275, através dos sistemas Galileo, Sabre, Amadeus e Worldspan.

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easyJet é a primeira companhia aérea parceira do novo serviço de comunicação de tráfego aéreo Iris

Segundo a easyJet, o Iris é um novo serviço que utiliza “a última geração de tecnologia de satélite para ajudar a modernizar o tráfego aéreo (ATM)”.

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A easyJet tornou-se na primeira companhia aérea parceira do Iris, um novo serviço de comunicação de tráfego aéreo, desenvolvido pela Agência Espacial Europeia (ESA) e pela empresa global de comunicações Viasat.

De acordo com um comunicado enviada à imprensa pela easyJet, este novo serviço utiliza “a última geração de tecnologia de satélite para ajudar a modernizar o tráfego aéreo (ATM)”.

“O prestador de serviços Iris certificado pela EASA e ESSP, envolveu 15 principais prestadores de serviços de navegação aérea (ANSPs) no apoio aos primeiros voos comerciais realizados em toda a Europa, este ano – com a participação de até 11 aeronaves easyJet Airbus A320neo. Esta iniciativa é a primeira na Europa a pôr em prática a iniciativa Céus Únicos Europeus”, explica a easyJet, na informação divulgada.

Com a utilização do Iris, a easyJet vai poder passar a “operar as suas aeronaves da forma mais eficiente possível, obtendo melhorias no consumo de combustível e reduções de emissões”.

“Uma utilização mais eficiente do espaço aéreo é crucial para a aviação reduzir as emissões, uma vez que é a fonte mais viável de reduções de carbono neste momento. Isto ocorre porque rotas de voo mais diretas levam a tempos de voo mais curtos e, portanto, consomem menos combustível e geram menos emissões. Alcançar isto será fundamental para alcançar a ambição da Investigação ATM do Céu Único Europeu (SESAR) de proporcionar poupanças de 10% nas emissões de carbono da aviação europeia”, acrescenta a companhia aérea.

Segundo a easyJet, o Iris representa “uma importante evolução tecnológica, proporcionando comunicações via satélite mais rápidas e confiáveis entre a aeronave e o solo”, o que vai ajudar “os controladores de tráfego aéreo e os pilotos a alcançarem maior eficiência operacional, calculando as rotas mais curtas disponíveis, navegando em altitudes ideais e utilizando trajetórias contínuas de subida e descida”.

Recorde-se que a ESA liderou e financiou o programa Iris com o objetivo de apoiar a política europeia sobre os Céus Únicos Europeus, “através de uma solução que tem cobertura europeia total e é baseada em tecnologias móveis de comunicação por satélite de última geração e altamente seguras”.

Este novo sistema é alimentado pela plataforma de conectividade SwiftBroadband-Safety (SB-S) da Viasat e abre “caminho para comunicações de link de dados multilink – uma pedra angular para a implementação de novas funcionalidades ATM”.

O Iris já foi já foi certificado pela Airbus nas aeronaves das séries A320 e A330 e compartilha “a trajetória e informações operacionais baseadas em intenções, permitindo que as companhias aéreas evitem padrões de espera, calculem as rotas mais curtas disponíveis e altitudes ideais e se beneficiem de subidas e descidas contínuas”.

“O uso mais eficiente do espaço aéreo é uma forma crítica de combatermos as emissões da indústria neste momento. A adoção da tecnologia Iris nestas aeronaves permitirá à easyJet voar de forma mais direta e eficiente, reduzindo assim as emissões de carbono, bem como melhorando o nosso desempenho pontual – o que, por sua vez, melhora a experiência dos nossos clientes. Estamos entusiasmados por abrir caminho nesta área enquanto trabalhamos para atingir o nosso objetivo de alcançar as nossas ambições de emissões líquidas zero até 2050, conforme descrito no nosso roteiro”, refere Hugh McConnelogue, diretor de Operações e Navegação da easyJet.

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