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Ryanair triplica passageiros transportados no acumulado até setembro

Até setembro, a Ryanair transportou 153 milhões de passageiros, num aumento de 209% face aos 49,5 milhões de passageiros que tinham sido transportados pela companhia aérea de baixo custo em igual período de 2022.

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Ryanair triplica passageiros transportados no acumulado até setembro

Até setembro, a Ryanair transportou 153 milhões de passageiros, num aumento de 209% face aos 49,5 milhões de passageiros que tinham sido transportados pela companhia aérea de baixo custo em igual período de 2022.

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A Ryanair transportou 15,9 milhões de passageiros no passado mês de setembro, número que fica 49% acima do total de passageiros contabilizados em igual mês de 2021 e que, no acumulado até setembro, chega já aos 153 milhões de passageiros, mais de três vezes acima do resultado de igual período do ano passado.

Numa nota enviada à imprensa esta terça-feira, 4 de outubro, a Ryanair revela que, no nono mês do ano, transportou 15,9 milhões de passageiros, quando em setembro do ano passado este número não ultrapassava os 10,6 milhões, o que traduz um aumento de 49,%.

Em setembro, também a ocupação dos voos da transportadora aérea low cost aumentou 13%, passando de um load factor de 83% em setembro de 2021 para 94% nos 88,850 voos realizados pela Ryanair.

No entanto, é no acumulado do ano que se verifica a maior subida no total de passageiros transportados pela Ryanair, uma vez que a companhia aérea contabilizou já 153 milhões de passageiros, quando até setembro do ano passado tinham sido transportados 49,5 milhões, o que traduz um aumento de 209%.

A ocupação dos voos também tem vindo a subir ao longo do ano e, em setembro, chegou aos 90%, 13% acima do registado em igual período de 2021, quando o load factor acumulado dos voos da Ryanair se ficava pelos 77%.

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CML reafirma interesse em cobrar taxa turística a passageiros de cruzeiros ainda no 1º semestre

Tanto o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, como o vice-presidente da autarquia, Filipe Anacoreta Correia, têm manifestado interesse em que passe a ser cobrada uma taxa turística a passageiros que cheguem à capital em navios de cruzeiros.

A cobrança da taxa turística aos passageiros que desembarquem em navios de cruzeiros em Lisboa, é um contributo para “ter uma cidade melhor, com mais inovação e mais obras”, defende a autarquia, que avança que “tem sido uma negociação difícil”, apesar de estar prevista em regulamento, perspetivando que a situação se resolva “em breve”.

“Parece-nos inaceitável e incompreensível que os passageiros dos navios de cruzeiro não paguem a taxa turística, como está prevista, e, portanto, é uma matéria em relação à qual nós não abdicaremos e também esperamos que em breve, no decurso do primeiro semestre deste ano, seja concretizada”, afirmou o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, citado pela Agência Lusa.

Esta intenção que foi proferida na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, segue-se às recentes declarações do presidente da autarquia, Carlos Moedas, de que os turistas de cruzeiros também devem pagar dois euros quando desembarcam na cidade.

Na apresentação da Doca da Marinha, em Lisboa, que foi alvo de um plano de dinamização, Carlos Moedas lembrou a importância da taxa turística para a cidade, e dependeu que a cobrança de dois euros aos passageiros de cruzeiros à chegada a Lisboa é um contributo para “ter uma cidade melhor, com mais inovação e mais obras”.

“A taxa turística é isto: vamos ao Museu do Tesouro Real ou mesmo aqui e os turistas, com o pagamento da taxa, deixaram o contributo para o desenvolvimento da cidade, para a melhoria das condições e da oferta, nomeadamente, a nível cultural”, afirmou  autarca de Lisboa, sublinhando que os turistas que chegam a Lisboa nos cruzeiros também devem pagar taxa. “Para quem chega ao Terminal de Cruzeiros, dois euros não é nada”.

Como presidente em exercício devido à ausência de Carlos Moedas, Filipe Anacoreta Correia respondeu que a Câmara Municipal de Lisboa tem tido “um grande empenho” para que também na atividade dos navios cruzeiros possa ser cobrada a taxa turística, “que está prevista no regulamento, mas que não tem sido cobrada”.

“Tem sido uma negociação difícil, mas posso dizer que a câmara está determinada em relação a essa matéria”, assegurou o autarca, referindo que a justificação dada pelos operadores de cruzeiros para a não cobrança da taxa turística é que a mesma “tem que ser antecipada ao tempo da comercialização dos próprios cruzeiros”.

Na cidade de Lisboa, a taxa turística começou a ser aplicada em janeiro de 2016 sobre as dormidas de turistas nacionais (incluindo lisboetas) e estrangeiros nas unidades hoteleiras ou de alojamento local. Inicialmente era de um euro por noite, mas a partir de janeiro de 2019 aumentou para dois euros.

 

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Air Canada muda-se para o Terminal A do aeroporto de Newark

A companhia aérea canadiana passou a operar no Terminal A do Newark Liberty International Airport (EWR), nos EUA, a partir de 12 de janeiro.

A Air Canada passou a operar, a partir de 12 de janeiro, no Terminal A do Newark Liberty International Airport (EWR), nos EUA, informou a companhia aérea canadiana em comunicado.

Devido à mudança, a Air Canada está a pedir aos seus passageiros com voos de conexão em Newark que verifiquem o terminal e a porta de embarque a que se devem dirigir.

No novo terminal, os passageiros da Air Canada que viajem em Classe Business ou que tenham acesso aos lounges da Star Alliance, vão poder aceder ao United Club Lounge, que vai ser inaugurado no final da primavera.

Mais informações aqui.

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Azores Airlines passa a ter seis famílias tarifárias distintas

O Grupo SATA ampliou a estrutura tarifárias da Azores Airlines, que passa a contar com seis famílias tarifárias, distribuídas por duas classes.

O Grupo SATA decidiu ampliar a estrutura tarifárias da Azores Airlines, que passa a contar com seis famílias tarifárias distintas que se distribuem por duas classes de serviço, concretamente Classe Económica e Classe Conforto (também conhecida como Classe Executiva).

Segundo uma nota informativa do grupo de aviação açoriano, a nova estrutura tarifária da Azores Airlines pretende “oferecer mais possibilidade de escolha aos passageiros e conferir melhor visibilidade sobre o portefólio de produtos e serviços que a companhia aérea oferece”.

“As tendências de consumo dos viajantes indicam que, cada vez mais, as necessidades, expetativas e prioridades dos passageiros diferem de acordo com o propósito e o momento em que realizam a viagem”, explica o Grupo SATA na informação divulgada, sublinhando que há diferenças nas necessidades dos passageiros que viajam em trabalho, lazer, em família, em viagens curtas ou mais longas.

Com esta alteração, a Azores Airlines passa a contar com quatro tarifas dentro da Classe Económica, concretamente Economy Simple, Economy Basic, Economy Flex e Economy TOP, assim como com outras duas na Classe Executiva.

Na Classe Económica, a tarifa Economy Simple é adequada para quem viaja apenas com bagagem de mão, enquanto a Economy Basic inclui bagagem de porão ou equipamentos desportivos, sendo ainda possível optar pela Economy Flex, que permite a alteração de datas e a escolha do lugar, bem como pela Economy Top, que, além de permitir alterações, possibilita reembolso, prioridade no check-in e na bagagem, e uma bagagem extra de porão.

Já na Classe Conforto (também conhecida como Executiva), a Azores Airlines disponibiliza a tarifa Comfort Light, que dá acesso ao conforto da cabine de classe executiva com algumas restrições na flexibilidade e com um valor mais económico, enquanto a Confort Plus é adequada para quem deseja usufruir de uma experiência de viagem completa, com mais bagagem de cabine e de porão, entre outros benefícios.

“Cada família tarifária contém atributos e serviços diferentes, que estarão disponíveis até ao último lugar da família existente na respetiva cabine. As classes tarifárias são geridas de forma dinâmica e de acordo com a procura. Esta nova circunstância permite maior dinâmica na oferta e a possibilidade de surgirem boas ocasiões para os passageiros”, explica o Grupo SATA, aconselhando os seus passageiros a estarem atentos “às promoções relâmpago, pois permitirão beneficiar de boas oportunidades”.

Inalterados mantêm-se os benefícios associados às tarifas económicas de Residente e Estudante, assim como as condições para os passageiros que já tenham “passagens aéreas adquiridas no anterior modelo”, uma vez que estas viagens mantêm as “condições adquiridas”.

A nova estrutura tarifária da Azores Airlines já se encontra disponível em todos os canais de venda da companhia aérea, bem como através das agências de viagens.

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CEO da TAP explica saída de Alexandra Reis com “divergências na implementação do plano de reestruturação”

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, foi esta quarta-feira, 18 de janeiro, ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na sequência da saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea.

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A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, explicou esta quarta-feira, 18 de janeiro, em audição parlamentar, que a saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea de bandeira nacional se deveu a “divergências na implementação do plano de reestruturação”.

De acordo com a responsável, estas divergências foram mesmo o único motivo que levou à saída de Alexandra Reis da companhia aérea, com Christine Ourmières-Widener a defender que, num equipa executiva, “é crucial haver um alinhamento relativamente à implementação do plano”.

“Essa foi a única razão para a saída de Alexandra Reis da companhia aérea”, acrescentou a CEO da TAP, em resposta ao deputado André Ventura, do Chega, segundo avança a Lusa.

Christine Ourmières-Widener revelou também que todo o processo de saída de Alexandra Reis da TAP foi acompanhado pelo acionista Estado, que é atualmente o único acionista da TAP, e disse ter provas de cada passo dado.

“Nada fiz sem o conhecimento do acionista. Tenho registos escritos sobre o processo e a aprovação definitiva”, afirmou a responsável, acrescentando que a “saída de um membro do conselho de administração deve ser seguida pelos acionistas”.

De acordo com a CEO da TAP, o processo foi acompanhado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, que terá dado “a sua aprovação” à saída de Alexandra Reis nos termos que são conhecidos.

“Presumi que o acordo feito pelo secretário de Estado das Infraestruturas era do conhecimento das Finanças”, explicou a CEO da TAP, admitindo que julgou que o processo seria já do conhecimento do Ministério das Finanças, com o qual nunca falou sobre este processo.

Christine Ourmières-Widener disse ainda que seguiu “sempre o conselho do consultor externo”, que foi o escritório de advogados SRS, e explicou que a informação que foi transmitida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) estava acordada com Alexandra Reis e o consultor externo.

Recorde-se que a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, esteve esta quarta-feira, 18 de janeiro, a ser ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na Assembleia da República, na sequência de um requerimento potestativo apresentado pelo Chega, devido à indemnização de 500 mil euros que a TAP pagou para a saída da sua ex-administradora.

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Qatar Airways e Air Serbia assinam acordo de codeshare

A Qatar Airways e a Air Serbia estabeleceram um acordo de codeshare que entra em vigor a 1 de fevereiro e que vai permitir que os passageiros de ambas as companhias aéreas tenham acesso a mais de 40 destinos.

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A Qatar Airways e a Air Serbia estabeleceram um acordo de codeshare que entra em vigor a 1 de fevereiro e que vai permitir que os passageiros de ambas as companhias aéreas tenham acesso a mais de 40 destinos operados pelas duas transportadoras.

O acordo abrange os cinco voos semanais que a Qatar Airways opera atualmente entre Doha, no Qatar, e Belgrado, capital da Sérvia, assim como uma série de novos destinos servidos pela Air Serbia, como a Bósnia e Herzegovina, Montenegro ou Eslovénia, entre outros, que passam a estar disponíveis através de uma única reserva.

“Esta parceria vai permitir-nos expandir a nossa presença nos mercados da Europa Central e Oriental, onde esperamos oferecer opções de viagem adicionais aos nossos clientes. Estamos extremamente orgulhosos de anunciar esta parceria com a Air Sérvia, a companhia aérea líder nesta região desde que foi fundada em 1927 e estamos ansiosos para trabalhar juntos sem esforço”, afirma Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

Com este acordo, a Air Serbia passa a colocar o seu código nos voos da Qatar Airways entre Belgrado e Doha, assim como para vários destinos além da capital do Qatar, como Adelaide, Baku, Brisbane, Tbilisi, Ho Chi Minh City, Hong Kong, Melbourne, Mascate, Nairóbi, Perth, Seychelles, Cingapura e Sydney.

Nos planos da Air Serbia está ainda o alargamento da sua operação para destinos como Bangkok, Cidade do Cabo, Joanesburgo, Phuket, Seul, Tóquio, Yerevan e Zanzibar, entre outros destinos.

“É um grande prazer anunciar o acordo de codeshare com a Qatar Airways, conhecida pela sua rede global de destinos e serviço premium. Estamos unindo forças para oferecer aos passageiros novas oportunidades de conexão e acesso a destinos exclusivos de ambas as redes. Através dessa cooperação, acreditamos que seremos capazes de trazer para a Sérvia mais tráfego e oportunidades de comércio e turismo, bem como aumentar o tráfego entre os dois centros”, acrescenta Jiří Marek, CEO da Air Serbia.

Recorde-se que a Qatar Airways e a Air Serbia já mantinham um acordo de interline que entra agora numa nova fase com este acordo de codeshare.

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Tribunal de Contas avança com auditoria à TAP

O presidente do Tribunal de Contas (TdC), José Tavares, anunciou que a instituição vai avançar com uma auditoria à TAP, após as notícias vindas a público sobre a companhia aérea.

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“Temos também prevista uma auditoria em TAP”, disse hoje José Tavares, numa audição na Comissão de Orçamento e Finanças, no parlamento.

O responsável do Tribunal de Contas (TdC) respondia à pergunta do deputado social-democrata Hugo Carneiro sobre se a instituição previa uma ação de auditoria à TAP.

José Tavares realçou que perante polémicas o Tribunal tende a manter-se à margem, mas “acompanha, vê, ouve e lê”, estando prevista a ação no plano da instituição.

O presidente do TdC revelou ainda que tenciona apresentar dois relatórios este ano sobre a auditoria solicitada à ANA – Aeroportos de Portugal.

Até ao final deste semestre deverá ser entregue o relatório sobre a privatização da gestora aeroportuária e até ao final do ano um segundo relatório sobre a gestão da empresa.

O responsável do TdC indicou ainda que “muito em breve” será apresentada uma auditoria sobre o modelo de controlo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com um “ponto da situação sobre a execução” do plano.

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easyJet soma mais 5 novas rotas às 20 já apresentadas para o verão de 2023

O número de rotas operadas pela easyJet, no verão de 2023, ascenderá a um total de 89, fazendo com que o diretor-geral da companhia no nosso país, José Lopes, antecipe um novo recorde de lugares: 11,2 milhões.

Victor Jorge

A easyJet anunciou esta terça-feira, 17 de janeiro, mais cinco novas rotas para o verão para o verão de 2023 que se juntam, assim, às 20 previamente anunciadas, totalizando 89 rotas a serem operadas em Portugal.

As novas rotas ligarão Lisboa a Glasgow (duas vezes por semana, a partir de 2 de junho), o Porto a Nápoles (2 voos por semana, a partir de 1 de abril) e Palermo (um voo semanal, a partir de 1 de julho), e Faro a Barcelona e Toulouse (ambos com dois voos semanais, com voos a partir de 26 de junho e 28 de junho, respetivamente).

Com este aumento da oferta, a easyJet passará a oferecer um total de 89 rotas, distribuídas pelos aeroportos de Lisboa, que conta agora com um total de 35 rotas (17 novas), o Porto com 26 destinos (3 novas) e Faro com 21 trajetos (2 novas). Já no Funchal, a easyJet conta com o total de 9 rotas (3 novas) e mantém duas rotas no Porto Santo.

Um recorde de 11,2 milhões de passageiros para 2023
Este aumento do número de rotas em Portugal faz crescer também a capacidade de lugares disponíveis, anunciando a companhia que, para 2023, estão previstos 11,2 milhões de lugares, que em comparação com o ano anterior representa um aumento de 36% face aos 8,2 milhões de lugares disponibilizados em 2022.

No encontro com a imprensa, José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, destacou “o forte investimento da companhia no país, antevendo “o verão mais movimentado de sempre”, admitindo que “iremos fulminar o nosso recorde”.

Destacando o investimento “realmente forte” que a easyJet irá fazer em Portugal, José Lopes revelou que a estas cinco novas rotas agora anunciadas poderá ser somada mais uma, sendo que esta está dependente de ‘slot’ no mercado de destino e não em Portugal.

Este aumento de oferta é, de acordo com José Lopes, o último que deverá acontecer, reconhecendo que “no futuro não deverão existir mais ‘slots’ a disponibilizar no mercado nacional”, admitindo mesmo que “Lisboa não terá capacidade para aumentos nos próximos seis a oito anos”, ou seja, até a região de Lisboa conhecer uma nova infraestrutura aeroportuária.

Já no Porto, José Lopes referiu alguns constrangimentos que poderão existir, devido à repavimentação da pista que já deveria estar a decorrer, mas que sofreu atrasos. Esta obra será, segundo informação avançada pelo diretor-geral da easyJet Portugal, por troços, com o horário das obras a decorrer da meia-noite às seis horas da manhã.

Certo é que a operação da easyJet cresceu mais em Lisboa do que as ‘slots’ disponibilizadas pela Comissão Europeia, situação que resultou da transferência de ‘slots’ da TAP para o mercado, bem como por mais seis ‘slots’ que a companhia passou a ter por perda da concorrência.

Com 10 aeronaves baseadas em Portugal, não foi somente o número de aviões que cresceu, revelando José Lopes que, face ao período pré-pandemia, a companhia cresceu para 830 colaboradores, quando em 2019 eram 350 e há uma década esse número não ultrapassava a centena. “Isto tem impacto direto na economia e na vida das pessoas”, frisou José Lopes.

Relativamente à operação, o diretor-geral da companhia no nosso país admitiu que a easyJet “não se vê como companhia com um caráter exclusivamente de lazer, já que tem uma forte operação étnica (emigração)”, fazendo referência, por exemplo, ao grande fluxo de emigrantes que a easyJet transportou aquando da ida de portugueses para o Reino Unido, especialmente, para a região londrina.

“75% dos passageiros que transportamos vêm de fora para Portugal”, considerando que os “city-breaks assumiram um papel essencial na atual conjuntura. Contudo, o objetivo da easyJet “não é só trazer turistas de fora para Portugal, mas também proporcionar aos portugueses a possibilidade de realizarem as suas escapadas”.

Para tal, a o responsável da easyJet revelou que os preços não aumentaram, até porque, “não podemos aumentar preço e querer aumentar a oferta e apresentar preços atrativos para que o mercado seja estimulado”.

E se as rotas e a operação crescem, também o número de aeronaves aumentou, com Lisboa a ter mais um A320 e mais três A321 neo, enquanto no Porto passaram as estar disponíveis seis A320 neo e em Faro 3 aeronaves do mesmo tipo.

Normalização da situação nos aeroportos
Depois de um verão atribulado em grande parte dos aeroportos europeus, José Lopes antecipa que neste verão de 2023 a situação já esteja “regularizada”, considerando que as grandes disrupções aconteceram devido à “falta de pessoal, principalmente no handling, mas que tem vindo a ser colmatada com novas contratações”. Neste aspeto, José Lopes referiu que tem vindo a manter um diálogo não só com a empresa de handling parceira da easyJet (Portway), mas também com a ANA e as entidades oficiais.

“Em 2022, o mercado não teve o número de passageiros que registou em 2019. Por isso, há margem para melhorar, já que o desejo para viajar mantém-se, senão mesmo aumentou”, referiu José Lopes. O que esta instabilidade criou foi, segundo o diretor-geral da easyJet Portugal, “um aumento das reservas ‘last-minute’”, sendo, por isso, necessário “dar confiança para dar estabilidade ao consumidor”, para que “em 2024 já possamos navegar num ano normal”.

Quanto ao tipo de viagens que os turistas farão no futuro próximo, José Lopes admite uma predominância das viagens de curto e médio curso em detrimento das viagens de longo curso.

Assim, José Lopes deixou um pedido ao setor da hotelaria: “em virtude de Portugal ser um destino com muita procura e uma vez que as viagens de curto e médio curso ainda irão prevalecer, seria bom que os hoteleiros não ‘estiquem’ os preços e assim não afastar as pessoas que queiram vir visitar Portugal. Até porque essa realidade impactará a nossa oferta. Se os preços forem demasiados altos, ninguém quererá voar para Portugal”.

A terminar José Lopes conclui: “queremos ser a companhia aérea mais amada em Portugal. Logo temos de investir e estamos a investir de modo a manter-nos um passo à frente”.

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Airbus entrega mais 50 aeronaves comerciais em 2022

A Airbus entregou, em 2022, 661 aeronaves comerciais. Destaque para a família A320 da qual foram entregues 516 unidades. A carteira de encomendas, a 31 de dezembro de 2022, ascendia a 7.239 aeronaves.

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A Airbus entregou, em 2022, 661 aeronaves comerciais a 84 clientes, tendo registado 1.078 novos pedidos brutos. A entrega destas 661 aeronaves correspondem a mais 50 unidades que no ano anterior de 2021, significando um aumento de 8% face ao exercício anterior quando a companhia entregou 611 aviões.

Entre as famílias de aeronaves entregues, em 2022, destaque para os A320, com 516 unidades, mais 33 unidades que em 2021. Dos A350, a Airbus entregou 60 unidades, mais cinco que em 2021, e dos A220 e A330 foram entregues 53 e 32 unidades, respetivamente (mais três e 14, em cada um dos casos). Já dos A380, a Airbus revela que não procedeu a qualquer entrega contra as cinco unidades entregues em 2021.

Relativamente à carteira de encomendas da Airbus, a 31 de dezembro de 2022, a companhia refere que esta ascendia a 7.239 aeronaves.

Face ás entregas efetuadas no ano passado, Guillaume Faury, CEO da Airbus, considera que foram “menos do que pretendíamos”, mas, adianta que “a significativa entrada de pedidos abrangendo todas as nossas famílias de aeronaves, incluindo cargueiros, reflete a força e a competitividade da nossa linha de produtos”.

A Airbus informa ainda ter recebido 1.078 novos pedidos (820 líquidos) em todos os programas e segmentos de mercado, incluindo vários compromissos de alto nível de algumas das principais operadoras do mundo. Em número de aeronaves, a Airbus registou um ratio líquido entre pedidos e entregas significativamente superior a um.

Por programas, o A220 obteve 127 novos pedidos brutos firmes. A Família A320neo conquistou 888 novos pedidos brutos. No segmento widebody, a Airbus obteve 63 novos pedidos brutos, incluindo 19 unidades A330 e 44 aeronaves A350, dos quais 24 foram para o recém-lançado A350F.

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Binter lança promoção para voos entre a Madeira e as Canárias

A nova promoção da Binter aplica-se às passagens adquiridas até 23 de janeiro, para viajar entre o dia 1 de março e 15 de junho de 2023.

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A Binter lançou uma nova promoção que permite aos seus clientes adquirir passagens a preços mais reduzidos para voar entre a Madeira e as Ilhas Canárias. A nova promoção aplica-se às passagens adquiridas até 23 de janeiro, para viajar entre o dia 1 de março e 15 de junho de 2023.

Durante estes dias, os passageiros podem comprar os bilhetes desde 61,30 euros para voar às Ilhas Canárias. Os passageiros que voam do Porto Santo para as Canárias podem fazê-lo a partir de 70 euros. Estes preços são válidos por percurso em caso de adquirir uma passagem entre a Madeira e Tenerife.

Os bilhetes podem ser adquiridos através dos canais de venda habituais da companhia: www.binter.pt, atendimento no telefone 291 290 129 ou através das agências de viagens, onde poderá consultar as condições e os preços.

A Binter melhorou, também, o atendimento aos passageiros dos voos entre o Porto Santo e a Madeira, aos quais já se aplica o desconto automático de residente para os passageiros que estejam inscritos no portal SIMplifica do Governo Regional da Madeira.  Os bilhetes podem ser adquiridos em todos os canais de venda.

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American Airlines retoma voos entre Lisboa e Filadélfia a 27 de março

Segundo Victor Cortina, Manager Corporate e Channel Sales para Portugal e Espanha da American Airlines, a operação vai ser realizada num aparelho B787-900 Dreamliner, com capacidade para 285 passageiros, existindo a possibilidade de os voos passarem a ser anuais.

Inês de Matos

A American Airlines vai retomar, a 27 de março, a operação sazonal que liga Lisboa a Filadélfia, nos EUA, e que, este ano, vai ser operada num avião B787-900 Dreamliner, com capacidade para 285 passageiros.

Segundo Victor Cortina, Manager Corporate e Channel Sales para Portugal e Espanha da American Airlines, a operação da companhia aérea norte-americana vai voltar a contar com voos diários, ligando a capital portuguesa a Filadélfia, nos EUA, onde se situa um dos principais hubs da American Airlines.

“Está a começar a haver procura e as agências de viagens estão a começar a fazer reservas, vamos iniciar agora a promoção da rota Lisboa – Filadélfia, este ano, com um renovado avião B787-900 Dreamliner”, avançou o responsável ao Publituris, lembrando que, em 2022, a operação foi realizada com um aparelho B787-800 Dreamliner.

Victor Cortina revela que, em 2022, ano que marcou a retoma da operação depois do interregno devido à COVID-19, a procura pelos voos da American Airlines entre Lisboa e Filadélfia foi “muito satisfatória”, uma vez que o load factor foi elevado e foi acompanhado por “uma boa receita”.

“A maior parte da temporada registou overbooking”, indica Victor Cortina, explicando que a percentagem de passageiros dos EUA nos voos da American Airlines para Lisboa foi superior à de portugueses.

Este ano, Victor Cortina diz ter ainda melhores expetativas relativamente à rota Lisboa-Filadélfia, em grande parte devido à utilização do renovado avião B787-900 Dreamliner, existindo mesmo a esperança de que seja possível “manter ou aumentar” o load factor registado ao longo do ano passado.

Os voos da American Airlines entre Lisboa e Filadélfia vão decorrer até 28 de outubro, data que marca o final do verão IATA, mas Victor Cortina mostra-se confiante de que, caso a operação corra como previsto, os voos possam passar a anuais.

“Mantemos nossa rota sazonal a partir de 27 de março e até 28 de outubro. Talvez exista a possibilidade tornar o voo anual”, refere ainda o responsável da American Airlines.

O aparelho B787-900 Dreamliner que a American Airlines vai utilizar nos voos para Lisboa conta com capacidade para 285 passageiros, incluindo 30 lugares em business class, 21 em Premium Economy e 234 lugares em económica.

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