Assine já
Edição Digital

Edição Digital: Turismo de Compras, Vê Portugal e Costa Cruzeiros

A nova edição do Publituris, a última dos mês de junho, faz capa com um dossier sobre Turismo de Compras, um tipo de turismo que, apesar dos poucos dados disponíveis, tem despertado o interesse das entidades que tutelam o turismo em Portugal.

Publituris
Edição Digital

Edição Digital: Turismo de Compras, Vê Portugal e Costa Cruzeiros

A nova edição do Publituris, a última dos mês de junho, faz capa com um dossier sobre Turismo de Compras, um tipo de turismo que, apesar dos poucos dados disponíveis, tem despertado o interesse das entidades que tutelam o turismo em Portugal.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
Nova Edição: Turismo de Compras, Vê Portugal e Costa Cruzeiros
Edição Digital: Turismo médico, WTM London 2021 e dossier cruzeiros
Edição Digital
Edição Digital: Pedro Costa Ferreira, Mercados de Natal e Turkish Airlines
Edição Digital
Lisboa com mais cruzeiros em Junho
Homepage
Lisboa

A nova edição do Publituris, a última dos mês de junho, faz capa com um dossier sobre Turismo de Compras, um tipo de turismo que, apesar dos poucos dados disponíveis, tem despertado o interesse das entidades que tutelam o turismo em Portugal.

Identificado pela Organização Mundial do Turismo (OMT) como um segmento estratégico e com forte potencial de crescimento nos próximos anos, o Turismo de Compras tem vindo a crescer, ainda que seja necessário posicionar o país neste segmento e promover o destino junto do público que procura este tipo de turismo.

Nesta edição, publicamos também a reportagem do Vê Portugal: Fórum de Turismo Interno, que voltou a ser promovido pela Turismo Centro de Portugal, entre 6 e 9 de junho. Tomar foi a cidade que recebeu o evento, onde se debateu o futuro do turismo, com foco no futuro, na inovação e digitalização, mas sem esquecer as pessoas.

Depois da 8.ª edição do Vê Portugal, a Turismo Centro de Portugal admite que, devido ao sucesso da iniciativa, este debate pode vir a extravasar as fronteiras da região e tornar-se um evento de âmbito nacional.

Conheça também como está o orçamento dos portugueses para as férias de verão. O mais recente Barómetro Anual de Férias de verão da Europ Assistance apurou que os portugueses estão entre os turistas que mais pretendem aumentar o orçamento para as férias deste verão e que, apesar do país se manter como o destino preferido dos turistas nacionais, há cada vez mais procura por férias no estrangeiro.

Na secção ‘Transportes’, saiba como está a TAAG – Linhas Aéreas de Angola a preparar a privatização parcial, que deverá acontecer nos próximos anos. Depois da COVID-19, que afetou profundamente a companhia aérea de bandeira angolana, a TAAG já retomou a sua operação para vários destinos e está agora focada na reestruturação da empresa, com vista à sua privatização parcial.

Nos ‘Transportes’ o destaque vai, no entanto, para a reportagem sobre o cruzeiro da Costa que o Publituris foi fazer entre 29 de maio e 5 de junho, num dos dois itinerários que a companhia de cruzeiros disponibiliza entre a ‘Turquia e Grécia’.

Além de oferecerem praia e cultura, estes novos itinerários da Costa Cruzeiros contam com a vantagem de permitirem voo direto até Istambul, porto de partida do Costa Venezia – navio que realiza os itinerários -, graças às ligações diárias e diretas da Turkish Airlines, desde Lisboa e Porto. A facilidade dos voos tem atraído muitos cruzeiristas lusos, até porque, a bordo, já tudo voltou praticamente ao normal, depois da COVID-19.

Leia a edição aqui.

Boas leituras!

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Destinos

1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa com 20 expositores e 250 agentes

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente.

Publituris

O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, que vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, conta já com a confirmação de cerca de duas dezenas de produtores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada, e 250 agentes de viagem.

Organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é dirigido a agentes de viagens e contará com a presença de produtores com a Adega Cooperativa da Lourinhã, Adega Mãe, Manzwine, Quinta do Gradil, Quinta do Sanguinhal, Quinta das Carrafouchas, Quinta de Almiara, Quinta da Boa Esperança, Quinta dos Capuchos, Quinta do Monte d’Oiro, Caves Velhas, Caves São João, Caves Do Solar de São Domingos, Luís Pato, Quinta das Bageiras, Prior Lucas, Caves Messias, Regateiro e António Marinha.

Presentes no evento estarão também a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa (a confirmar), a secretária de Estado Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques (a confirmar), Turismo de Portugal, Turismo do Centro de Portugal, CCDR Centro, Comissões Vitivinícolas da Bairrada e Lisboa, Rota da Bairrada, Comunidade Intermunicipal do Oeste, Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, Comunidade Intermunicipal de Aveiro, Escolas de Hotelaria e Turismo de Coimbra e do Oeste, IPL-ESTM, Entidade Regional do Turismo de Lisboa, entre outras.

O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa decorre no dia 23 de novembro no Altis Grand Hotel, a partir das 18h00, enquanto no Porto tem lugar, no dia 24 de novembro, no Hotel HF Ipanema Park, também com início pelas 18h00. Nas duas iniciativas, está ainda incluído o jantar.

Ao longo do evento os agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer novos projetos de enoturismo, seja para momentos em família, casais, grupos em ‘stopover’ ou para eventos corporate, nos quais a cultura vinhateira se assume como uma mais‐valia na diferenciação da oferta turística comercializada.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa podem ser realizadas aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 913256261.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

Solférias, Sonhando e Viajar Tours lançam charters para a Tunísia na Páscoa e verão de 2023

Operação charter para a Páscoa e verão de 2023 conta com voos para Djerba e Monastir, desde Lisboa e Porto, que já estão disponíveis para reserva.

Publituris

Os operadores turísticos Solférias, Sonhando e Viajar Tours voltaram a unir-se para lançar novas operações charter para a Tunísia na Páscoa e verão de 2023, que vão contar com voos para Djerba e Monastir.

Num comunicado enviado à imprensa, os operadores turísticos explicam o regresso destas operações conjuntas com o “crescente apelo da Tunísia junto dos viajantes portugueses”, o que justifica também a antecipação no lançamento dos voos e na abertura das reservas.

A operação para a Tunísia arranca com duas partidas de Lisboa para a ilha de Djerba durante o período festivo da Páscoa, que acontecem a 1 e a 8 de abril de 2023.

O grosso da operação acontece, no entanto, no verão, que vai contar com um voo de Lisboa e outro do Porto para Djerba, ambos com saída aos sábados, cuja primeira partida decorre a 3 junho 2023 e a última a 9 de setembro de 2023.

A estes voos, junta-se ainda uma ligação extra do Porto para Djerba, com saídas às segundas-feiras, cuja primeira partida está marcada para 17 julho 2023 e a última para 4 setembro 2023.

No caso de Monastir, vai ainda ser disponibilizado um voo desde o Porto às segundas-feiras, com a primeira saída a decorrer a 12 junho 2023 e a última a 4 setembro 2023.

“A Solférias, Sonhando e Viajar Tours, e todos os seus parceiros no destino, mantêm a convicção que a antecipação da oferta vai aumentar ainda mais a capacidade dos agentes de viagem em responder à crescente procura dos viajantes nacionais que preferem reservar as suas férias atempadamente”, concluem os operadores.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

APG aposta na ferrovia com plataforma ‘Railclick’

Com os serviços ferroviários a estabelecerem-se como uma alternativa ao transporte aéreo, a APG Portugal disponibiliza, através da plataforma “Railclick”, uma vasta oferta de soluções na Europa.

Victor Jorge

A APG Portugal passa a disponibilizar a plataforma “Railclick numa associação com a espanhola GRT, através da qual oferecerá os serviços de diversas companhias ferroviárias europeias numa aposta de diversificação de transportes disponíveis para o mercado B2B e B2C.

Na apresentação, realizada esta terça-feira, 15 de novembro, LLuis Martinez, presidente da GRT, criadora da plataforma “Railclick”, teve oportunidade de mostrar a mais-valia desta oferta, salientando a “poupança de tempo e dinheiro que poderá significar para quem utiliza os diversos serviços ferroviários à disposição”.

Com a atual plataforma ficam disponíveis os serviços de diversas companhias europeias – Trenitalia, Renfe, DB, SNCF, OBB, Eurostars, entre outras – numa clara aposta na mobilidade.

Com foco na oferta disponibilizada pela Trenitalia, LLuis Martinez começou por destacar a “grande liberdade de movimentação” que a ferrovia proporciona ao viajante, referindo os vários acordos existentes entre as várias companhias do centro da Europa e que “rapidamente colocam o viajante em qualquer parte da Europa central”.

“Os comboios, hoje, são uma clara vantagem comparativamente ao transporte aéreo, já que nos colocam no centro das cidades, sem a necessidade de diversos custos em dinheiro e tempo que o avião representa”.

Na realidade, a proposta agora disponibilizada pela plataforma “Railclick”, o viajante tem a possibilidade de viajar por todo o centro da Europa de forma cómoda e rápida. Fazendo referência aos serviços disponibilizados, por exemplo, pela Trenitalia, LLuis Martinez destacou os mais de 7.000 comboios/dia oferecidos aos viajantes, apresentando estes serviços aos diversos agentes de viagem que marcaram presença na apresentação da APG Portugal.

Através do hub de Milão, por exemplo, “é possível chegar em duas ou três horas às capitais europeias mais importantes”, existindo ainda a possibilidade de serviços intermodais com autocarros exclusivos e barcos.

Mas não é somente em Itália que estes serviços passam a estar disponíveis. Em Espanha, através da Renfe, também é possível chegar a vários pontos na Europa de forma “menos onerosa e rápida”, referiu LLuis Martinez, salientando, contudo, que “a partir de Portugal essa ligação ainda não será possível”, já que o nosso país ainda não se encontro devidamente interligado à restante rede ferroviária europeia.

Apesar de ainda não estar disponível uma compra única para os agentes e, consequentemente, clientes/viajantes, são, no entanto, diversas as possibilidades “fáceis” que a plataforma “Railclick” disponibiliza, com o acesso oferecido às agências a estar à mão de uma simples solicitação de password para validar a venda que resultar sempre num bilhete eletrónico.

Com a mercado-alvo a dividir-se entre o lazer e o negócio, LLuis Martinez referiu que o comboio é, atualmente, um meio de transporte muito valorizado pelos clientes provenientes de mercados como a Ásia ou América Latina.

“Na realidade, hoje, a não obrigatoriedade da burocracia relacionada com um check-in, as restrições inexistentes referentes à bagagem e, fundamentalmente, o tempo que se pouco, são uma mais-valia para quem utiliza o comboio”.

Mas também as questões relacionadas com a sustentabilidade são apreciadas, embora o presidente da GRT admite que, “neste momento, sabemos que ainda é uma vantagem, já que as companhias aéreas estão a caminhar cada vez mais para soluções com uma menor pegada carbónica”. Contudo, concluiu Martinez, “atualmente, a poupança de tempo, o conforto e o facto de no transporte ferroviário conseguirmos ‘desembarcar’ nos centros das cidades é muito bem recebido por quem viaja”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Destinos

Estadias flexíveis “desviam” turistas para destinos menos saturados

No caso de Lisboa, a análise da Airbnb revela que os hóspedes flexíveis são mais propensos a permanecer fora do centro da cidade do que os hóspedes tradicionaism e que os viajantes estão também a virar-se para Lisboa para estadias mais longas.

Publituris

Uma análise realizada pela Airbnb revela uma mudança nas reservas de vários destinos de topo para destinos menos populares – tanto nas cidades, como nos bairros mais populares dentro das cidades. A pesquisa flexível está também a ajudar a redirecionar os hóspedes para aproximadamente cinco milhas (cerca de oito quilómetros) mais longe da sua localização inicial pretendida dentro das cidades, em comparação com os hóspedes tradicionais na Airbnb.

O relatório mostra uma mudança consistente nas reservas, passando dos bairros mais populares para a periferia das cidades ou outras áreas. Em Lisboa, os hóspedes flexíveis são mais propensos a permanecer fora do centro da cidade do que os hóspedes tradicionais (+42,6%) e menos propensos a permanecer nos bairros mais turísticos de Santa Maria Maior (-20,1%) e Misericórdia (15,8%).

Estes dados vão, de resto, ao encontro das tendências de viagens mais sustentáveis, de acordo com um relatório da empresa divulgado na Web Summit por Nathan Blecharczyk, co-fundador e diretor de Estratégia da Airbnb.

Flexibilidade acima de tudo
Milhões de pessoas são agora mais flexíveis sobre o local onde vivem e trabalham. Mesmo com mais empresas a exigir aos colaboradores que regressem ao escritório, as noites reservadas para estadias de longa duração mantiveram-se estáveis desde há um ano, representando 20% do total de noites brutas reservadas.

Em julho, a Airbnb anunciou que Lisboa integra os 20 destinos com mais destaque para os trabalhadores remotos a nível mundial. A plataforma está agora a lançar um hub exclusivo que funcionará como um balcão único para os aspirantes a trabalhadores remotos em Lisboa.

A Airbnb já tinha lançado as suas ferramentas de pesquisa flexíveis ‘Categorias’ (maio 2022), ‘Sou flexível’ (maio 2021) e ‘Sou’’ (ainda mais) flexível’ (novembro 2021) para criar uma nova forma de pesquisa de viagens e fornecer uma solução com base tecnológica para o turismo de massas, ajudando os hóspedes a descobrir casas e comunidades para além dos hotspots turísticos saturados e em diferentes alturas do ano. Cerca de 1 em cada 20 estadias na Airbnb são atualmente reservadas com recurso às características de pesquisa flexível.

A Airbnb trabalhou em estreita colaboração com Lisboa para criar este hub personalizado que mostra o melhor dos anúncios de estadias locais de longa duração em todos os bairros, bem como informações importantes relacionadas com os requisitos de entrada no país e políticas fiscais. Como parte da colaboração com Lisboa, a Airbnb também desenvolveu campanhas informativas para promover o acolhimento e viagens responsáveis como trabalhador remoto.

Nómadas mais permanentes
De resto, estudos conduzidos pela Harvard Business School mostram que, “embora seja evidente que os nómadas digitais, e os trabalhadores remotos em geral, possam ser uma bênção para qualquer economia, também podem desempenhar um papel fundamental na promoção do empreendedorismo nas comunidades onde permanecem, criando ‘pólos tecnológicos’ em todo o mundo”.

Com isto em mente, a Airbnb publicou em setembro um guia para governos e destinos que apresenta recomendações sobre como as comunidades podem beneficiar economicamente do aumento dos trabalhadores remotos. O “Guia da Airbnb para viver e trabalhar a partir de qualquer lugar: como as comunidades podem beneficiar dos trabalhadores remotos” é baseado nos conhecimentos, dados e experiências da Airbnb em parceria com 20 destinos que estão a abraçar o potencial do trabalho remoto, bem como um balanço dos programas de trabalhadores remotos em todo o mundo.

“Ser anfitrião proporciona um rendimento vital a muitas famílias em Portugal, uma vez que o custo de vida continua a aumentar. O interesse que os viajantes estão a demonstrar por toda a área de Lisboa, incluindo trabalhadores remotos que estão dispostos a permanecer por períodos mais longos, é uma boa notícia para todos e ajudará mais famílias a partilhar as suas casas para aumentar os seus rendimentos, ao mesmo tempo que torna as comunidades mais fortes e o turismo melhor”, refere Monica Casañas, diretora-geral da Airbnb Marketing Services SL.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Em setembro, proveitos no turismo sobem a duplo dígito face 2019

A atividade turística em Portugal continua a recuperar. Prova disso, são os números avançados pelo INE relativamente ao mês de setembro, colocando-o acima de 2021 e, mais importante, de 2019. Mas não é somente na comparação mensal que Portugal apresenta bons números. No trimestre e no acumulado dos nove meses de 2022, os proveitos também estão acima do melhor ano na atividade turística no nosso país.

Victor Jorge

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira, 14 de novembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os proveitos totais da atividade turística aumentaram, em setembro, 70,3% face a igual período de 2021, atingindo 608,2 milhões de euros, enquanto os proveitos de aposento atingiram 469,2 milhões de euros, refletindo um crescimento de 74,5% face a período homólogo do ano passado.

Comparando com setembro de 2019, o INE aponta aumentos de 21,3% e 22,5%, nos proveitos totais e de aposento, respetivamente.

O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 78 euros, em setembro, e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 115,6 euros (+62,6% e +26,5% face a setembro de 2021, respetivamente). Em relação a setembro de 2019, o RevPAR aumentou 17,7% e o ADR cresceu 18,9%.

Estes valores vêm na sequência de no nono mês de 2022, o setor do alojamento turístico ter registado 2,9 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, correspondendo a variações, face ao mesmo mês de 2021, de +41,3% e +37,4%, respetivamente (+33,2% e +32,3% em agosto, pela mesma ordem).

Já comparando com setembro de 2019, o INE indica crescimentos de 0,2% e 0,7%, respetivamente.

Trimestre (também) acima de 2019
Na análise trimestral, o INE refere que no 3.º trimestre deste ano as dormidas aumentaram 48,8% face a igual trimestre de 2021. Já comparado com o 3.º trimestre de 2019, o crescimento foi de 2,9%.

As dormidas de residentes diminuíram 3,6% em comparação com igual período de 2021, para, face ao 3.º trimestre de 2019, a evolução apontada ser de 10,8%. As dormidas de não residentes, por sua vez, cresceram 108,3% face a igual período de 2021, mas desceram 0,8% quando comparadas com o 3.º trimestre de 2019.

Neste trimestre, os proveitos totais aumentaram 78,1% (+24,4% em relação ao 3.º trimestre de 2019) e os relativos a aposento cresceram 81,2% (+25,2% comparando com o 3.º trimestre de 2019).

Já no acumulado dos primeiros nove meses de 2022, considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), o INE contabiliza 22,6 milhões de hóspedes e 61,3 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 105,1% e 103,7%, respetivamente, face a igual período de 2021.

Quando comparado com os primeiros nove meses de 2019, os números de 2022 mostram que as dormidas diminuíram 2,6% (+4,6% nos residentes e -6,3% nos não residentes).

Mercado externo regressa em força, mas fica abaixo de 2019
Em setembro, o mercado interno contribuiu com 2,4 milhões de dormidas, tendo diminuído 3,1% face a igual período de 2021, enquanto os mercados externos predominaram (peso de 68,2%) e totalizaram 5,2 milhões de dormidas, correspondendo a uma subida de 70,7% face a período homólogo de 2021.

Comparando com setembro de 2019, as dormidas de residentes aumentaram 10% enquanto as de não residentes diminuíram 3,2%.

Já no 3.º trimestre de 2022, as dormidas de residentes diminuíram 3,6% face ao mesmo trimestre de 2021, mas subiram 10,8% em relação ao 3.º trimestre de 2019), enquanto as de não residentes cresceram 108,3% face ao terceiro trimestre 2021, ficando, contudo, 0,8% abaixo das do 3.º trimestre de 2019.

No conjunto dos primeiros nove meses de 2022, as dormidas em alojamento turístico aumentaram 113face a 2021% (+27,3% nos residentes e +222,3% nos não residentes). Já comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 2,4%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-7%), dado que as de residentes cresceram 8%.

Não residentes penalizam dormidas no Algarve, Alentejo e Centro face a 2019
Em setembro, o Algarve concentrou 30,4% das dormidas, seguindo-se Lisboa (24,5%) e o Norte (16,2%).

Registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões, mais expressivos em Lisboa (+77,6%), no Norte (+48,8%) e no Centro (+28,6%).

Contudo, quando comparado com setembro de 2019, apenas o Algarve e o Centro registaram decréscimos (-9,2% e -3,3%, respetivamente). Os maiores aumentos ocorreram na Madeira (+17,0%), seguindo-se o Norte (+8,7%) e os Açores (+8,2%). Relativamente às dormidas de residentes, observaram-se aumentos em todas as regiões, destacando-se a Madeira (+64,3%), Lisboa (+13%) e Alentejo (+11%).

As dormidas de não residentes aumentaram nos Açores (+12,5%), Madeira (+8,8%), Norte (+8,6%) e Lisboa (+0,8%), tendo-se observado diminuições no Centro (-15,4%), Algarve (-13,2%) e Alentejo (-5,9%).

Por municípios, em setembro de 2022, Lisboa atingiu 1,4 milhões de dormidas (quota de 18% do total). Comparando com setembro de 2019, as dormidas aumentaram 3,6% (+11,4% nos residentes e +2,4% nos não residentes).

Em Albufeira, registaram-se 886,6 mil dormidas (peso de 11,6% do total), o que representa uma redução de 13,8% face a setembro de 2019 (-5,8% nos residentes e -16,4% nos não residentes).

O Funchal representou 7% do total de dormidas (540,7 mil), um acréscimo de 16,5% (+77,5% nos residentes e +8,9% nos não residentes) em comparação com setembro de 2019.

No Porto (6,8% do total), registaram-se 518,3 mil dormidas em setembro, que se traduziram num crescimento de 9,7% face ao mesmo mês de 2019 (+7,5% nos residentes e +10,1% nos não residentes).

No conjunto dos primeiros nove meses de 2022, face a igual período de 2019, o município de Lisboa registou uma diminuição de 7% (-0,6% nos residentes e -8,1% nos não residentes). No município de Albufeira, as dormidas decresceram 16,5% (-10,2% nos residentes e -18,4% nos não residentes), enquanto no Funchal verificou-se um aumento de 9,5% (+77% nos residentes e +1,3% nos não residentes) e no Porto uma evolução de 2,9% (+6,4% nos residentes e +2,2% nos não residentes).

Acumulado do ano em alta
Nos proveitos totais, o terceiro trimestre de 2022 dita um aumento de 78,1% face a mesmo trimestre de 2021, registando-se uma subida de 24,4% em relação ao 3.º trimestre de 2019). Relativamente aos aposentos, os proveitos aumentaram 81,2% em comparação com igual período de 2021, e +25,2% face ao 3.º trimestre de 2019).

No conjunto dos primeiros nove meses de 2022, o INE revela que os proveitos totais cresceram 143% e os relativos a aposento aumentaram 144,1% face aos mesmos nove meses de 2021.

Comparando com igual período de 2019, verificaram-se aumentos de 14,3% e 15,4%,

respetivamente.

Nos primeiros nove meses de 2022, a evolução dos proveitos foi positiva nos três segmentos de alojamento.

Comparando com o mesmo período de 2019, os proveitos totais na hotelaria aumentaram 13% e os de aposento cresceram 14,2% (pela mesma ordem, pesos de 87,2% e 85,5% no total do alojamento turístico).

Nos estabelecimentos de alojamento local (quotas de 8,7% e 10,3%), registaram-se subidas de 11,6% e 12,6%, e no turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 4% e 4,2%, respetivamente) os aumentos atingiram 62,8% e 60,5%, pela mesma ordem.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Transportes

Heathrow prepara plano de contingência para o pico do Natal

Depois de ter imposto limitações ao número de passageiros, entretanto levantadas, o aeroporto de Heathrow recrutou e formou mais de 16.000 novos colaboradores nos últimos 12 meses. Tudo para evitar disrupções no período do Natal.

Victor Jorge

O aeroporto de Heathrow, em Londres (Reino Unido), está a preparar-se para o pico do período de festivo com diversos planos de contingência, de modo a evitar disrupções depois de retirar as limitações diárias de passageiros no final de outubro.

O principal aeroporto britânico já recrutou e formou mais de 16.000 novos colaboradores nos últimos 12 meses, admitindo que “a capacidade e procura está equilibrada”.

Com as taxas atuais de recrutamento, o aeroporto afirma que está a caminho de regressar aos níveis de emprego pré-pandemia antes da alta temporada de verão de 2023.

Recorde-se que o aeroporto de Heathrow impôs um limite diário de 100.000 passageiros, a partir de meados de julho devido à falta de funcionários. Este limite foi levantado a 30 de outubro, com o aeroporto agora a prometer aos viajantes que não será reintroduzido nenhuma limitação durante os dias de pico de viagens durante as férias de Natal.

“Estamos a trabalhar com as companhias aéreas e agentes em terra para nos preparar para o pico do Natal e temos um bom plano, que não exigirá nenhum limite de capacidade”, referem os responsáveis do aeroporto em comunicado.

Os mesmos responsáveis afirmam-se “conscientes” de uma possível ação de greve dos trabalhadores de fronteiras depois de membros do Sindicato de Serviços Públicos e Comerciais terem votado por uma greve por melhores salários e condições, com datas previstas para serem anunciadas em meados de novembro.

“Estamos a apoiar as organizações em planos de contingência para minimizar qualquer impacto e incentivamos todas as partes a colocar os interesses dos passageiros em primeiro lugar”, refere o comunicado.

Heathrow atendeu 50 milhões de passageiros durante os primeiros dez meses de 2022, o que representa 74% dos níveis pré-pandemia de 2019, após um mercado de lazer “flutuante” e o “retorno gradual” dos viajantes de negócios. O aeroporto diz ainda que a forte recuperação no Médio Oriente e Ásia Central registada em outubro deve continuar em novembro.

Outros planos para ajudar na recuperação incluem mudanças propostas nas taxas do aeroporto para 2023 e um investimento de quatro mil milhões de libras (mais de 4,5 mil milhões de euros) em instalação de novas faixas de segurança que permitirão que os passageiros deixem laptops e líquidos nas suas malas e um novo sistema de bagagem para o Terminal 2, sujeito a um acordo regulatório.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Tecnologia

merytu responde ao novo paradigma da empregabilidade no turismo

Pensada em 2020 e lançada em 2021, a plataforma merytu pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os recursos humanos. Facilitadora de contactos entre quem emprega e quem procura emprego liberal e flexível, a plataforma nasceu com incidência na hospitalidade. Contudo, o objetivo é abranger todo o turismo a nível nacional, possuindo já outros setores de atividade em vista.

Victor Jorge

De acordo com os dados do World Travel & Tourism Council (WTTC), Portugal regista uma escassez de mão-de-obra, estimando a entidade internacional que faltam preencher cerca de 50.000 empregos no setor do turismo. Num setor que funciona 24 horas, sete dias por semana, 365 dias por ano, o problema dos recursos humanos nunca foi tão premente como agora, com a pandemia a “agudizar uma questão que, contudo, já existia há muito tempo”, admite João Silva Santos, COO da empresa portuguesa merytu, solução tecnológica que une profissionais independentes e empresas da área da hospitalidade de forma inovadora, simples e eficaz, e um dos quatro sócios fundadores, a quem se junta a Portugal Ventures.

Conhecidas as dificuldades em recrutar colaboradores para funções essencialmente operacionais, principalmente na hotelaria e restauração, é neste universo que a merytu se posiciona, neste momento, oferecendo, através da plataforma tecnológica, o melhor “match” entre quem necessita de preencher uma vaga e quem procura, de forma flexível, ter uma ocupação, sem colocar “em risco” o “novo” modo de vida que a pandemia trouxe.

Centrado no turismo, mas não só
A atuar no mercado há pouco mais de um ano, a merytu possui 260 empresas a confiar no modelo apresentado pela plataforma de emprego e mais de 1.300 perfis de profissionais independentes inscritos e uma média de 60 registos diários, oferecendo, neste momento, 18 funções, abrangendo perto de 80% das funções na hotelaria e restauração. “O objetivo é ampliar a oferta e possuímos um roadmap de desenvolvimento muito rápido, de modo a chegar ao turismo na sua plenitude”, salienta o responsável pela empresa. Segundo João Silva Santos, “a ideia é estarmos em todas as frentes do turismo”, admitindo que “existem outros setores que já demonstraram o interesse pela plataforma”, como, por exemplo, a construção ou saúde.

“Compreendemos que o nosso time to market seria muito mais veloz, já que a nossa rede está muito bem estabelecida e vai ao encontro das atuais necessidades do mercado. Compreendemos, também, que seria necessário adaptar as necessidades das empresas à ‘nova’ realidade de quem procura emprego e vice-versa e onde a flexibilidade e disponibilidade são fatores chave”, considera o COO da merytu.

A pandemia trouxe novos desafios, nomeadamente, no equilíbrio que estas gerações mais novas pretendem dar à sua vida pessoal e profissional”

“A pandemia trouxe novos desafios, nomeadamente, no equilíbrio que estas gerações mais novas pretendem dar à sua vida pessoal e profissional”. Daí não é de estranhar que é, sobretudo, na “Geração Z” que a plataforma tem a sua incidência mais concreta, evidenciando João Silva Santos as novas tendências da empregabilidade com que se aceita um compromisso profissional em qualquer parte do país. Contudo, frisa que a merytu “não exclui ninguém”, revelando que existem pessoas na faixa dos 50 e poucos que, de repente, ao perderem um vínculo de longa duração, se registam na plataforma para dar seguimento à experiência que adquiriram e onde “têm realmente uma oportunidade de estar em pé de igualdade com os outros”, admitindo que a idade “não é um fator, mas antes a performance. Hoje pode estar-se a trabalhar durante três ou quatro semanas no Porto, depois duas ou três semanas no Algarve. Atualmente, as pessoas já não querem horários das nove às cinco. Esse agora é o novo paradigma dos recursos humanos no setor do turismo”.

Eventualmente, a classificação mais correta para a merytu é vê-la como um “marketplace” para o emprego flexível e onde as urgências de última hora encontram resposta. “Não vimos substituir os contratos de trabalho, estamos cá para complementá-los”, frisando João Silva Santos que “os gestores de recursos humanos estão cada vez a utilizar-nos mais como uma ferramenta para suprir necessidades que de outra forma talvez não conseguiriam, já que o tempo de aferir, num processo de seleção, um profissional ou de ter o work assembly, é demorado”. Ou seja, “somos uma ferramenta, não somos uma agência, nem nos substituímos à expertise do profissional de recursos humanos. Complementamos com tecnologia uma necessidade do mercado de trabalho na área do turismo”.

João Silva Santos refere que a fundação da merytu “foi realmente algo circunstancial que veio trazer uma oportunidade e uma pertinência superior”. Se antes da pandemia já havia, por parte de muitos decisores, alguma necessidade de pensar diferente, com a pandemia “houve uma aceleração”. Certo é que para o COO da empresa, “as pessoas não desapareceram”, o que acontece agora é que as pessoas “necessitam de ser valorizadas de uma forma muito diferente”.

Ajustar procura e oferta
É aqui que entram os três pilares fundamentais pelas quais a merytu se rege: rendimentos, tempo e flexibilidade. “Pagando mal ou bem, há comparativos com outros setores”, destacando João Silva Santos a taxa de licenciados (cerca de 40%) que abandonam o setor do turismo e, especialmente, o da hospitalidade. “Isto dá-nos pistas de que alguma coisa tem de mudar”, admite, colocando, igualmente, enfâse no desenvolvimento de carreiras. Ou seja, “se invisto o meu tempo a tirar uma licenciatura e em conhecimentos académicos também procuro um plano de carreira concreto e não teórico”.

A empresa, através da aplicação, indica uma referência remuneratória “20% acima da média do que as funções ganhariam em contexto tradicional”, salientando que “não controlamos nem queremos controlar as remunerações”.

Os pilares do tempo e da flexibilidade estão interligados, frisando João Silva Santos que “valorizamos o tempo das pessoas, trazendo uma oportunidade de equilibrar o fator pessoal e profissional de uma forma inédita. E dá um exemplo: “Se um profissional de sala quiser manter a prática do surf todos os dias de manhã e conseguir na aplicação aceitar convites numa unidade que regularmente o convoca a partir do turno da tarde, naturalmente que quererá o melhor de dois mundos”. Ou seja, consegue encaixar o trabalho na vida pessoal e vice-versa.

Do lado das empresas, o “segredo” passa por suprimir uma necessidade urgente e temporária, sem existir um vínculo laboral que traria custos à empresa, podendo contar com um profissional à medida, num modelo aberto, no que João Silva Santos diz ser um “abrir de porta”. “Não somos intermediários, somos facilitadores e é realmente este matching que acontece e é uma mais-valia para todos. A rapidez de identificação, podendo existir um compromisso em dez minutos, traz uma agilidade inédita para um setor que anda sempre à velocidade da luz”.

De acordo com João Silva Santos, é o “contexto realtime que muda as regras do jogo”, não se tratando somente de uma plataforma onde se “despeja” o CV. “A nossa forma de estar no mercado responde efetivamente aos atuais desafios do setor do turismo, pelo facto de ser verdadeiramente atrativo para os profissionais e empresas”, refere o responsável da empresa, admitindo que a proposta de valor baseia-se no “equilíbrio e na cooperação e é totalmente ajustada às expetativas de ambas as partes. Por um lado, as empresas encontram na merytu uma solução ágil de reforçarem as suas equipas, com profissionais qualificados e motivados, à medida das suas necessidades. Por outro, os profissionais deste ramo conseguem finalmente encontrar a liberdade e flexibilidade de horários, que tanto necessitam para equilibrar a vida pessoal e profissional”.

Complementamos com tecnologia uma necessidade do mercado de trabalho na área do turismo”

Expansão nacional
A atuar em todo o território nacional, o trabalho do departamento comercial da merytu desenvolve-se não junto de quem procura colocação, mas sim junto das empresas que colocam essas vagas, ou melhor, “gigs”, na plataforma. João Silva Santos destaca, de resto, o fator humano que “não é muito comum em tecnologia”. Cada empresa que se regista recebe um follow-up através do customer service que funciona sete dias por semana, referindo o responsável que “muitas empresas ficaram surpreendidas por serem contactadas por profissionais de uma aplicação que instalaram num telefone, situação que nunca tinha acontecido antes”. Contudo, refere, “isto é fundamental para que as pessoas tenham confiança, já que se surgir algum problema, sabem que existe alguém para ajudar”.

“A tecnologia não vai substituir o fator humano”, considera João Silva Santos, frisando que “o trabalho que temos com os nossos clientes é de compromisso total”.

Presente nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, a merytu ambiciona crescer a curto prazo para outros pontos do país, nomeadamente Algarve e lha da Madeira. A expectativa é chegar até ao final do ano de 2022 com mais de 2.000 perfis profissionais inscritos na plataforma, assim como contar com 300 empresas ativas.

Como funciona a merytu?

A ligação entre empresas e profissionais acontece da seguinte forma: as empresas submetem os seus convites de compromissos profissionais, de acordo com as respetivas necessidades, indicando as funções e níveis de experiência pretendidos, datas, horários, duração dos serviços e ainda, outras competências necessárias para o desempenho das funções pretendidas.
De forma automática, a merytu faz o match entre as empresas e os profissionais com o perfil desejado, disponíveis para aceitar os convites. Após a prestação do serviço, as empresas avaliam o desempenho do profissional de acordo com vários parâmetros definidos, garantindo desta forma a transparência e, em simultâneo, os profissionais avaliam as respetivas experiências nessas empresas. Esta avaliação permite aos profissionais evoluírem de acordo com o seu mérito, podendo aumentar o seu valor por hora e, por outro lado, permite às empresas encontrar profissionais com as qualificações que desejam, bem como diferenciarem-se em termos de Employer Branding, através da classificação que recebem.
Trata-se de uma solução win-win, que responde às tendências do setor, através da qual os profissionais poderão encontrar oportunidades de trabalho flexíveis e construir as suas carreiras autonomamente, com possibilidades de evolução baseadas no desempenho. Para as empresas as mais valias também são notórias. Através da plataforma o processo de identificação de profissionais é contínuo – 24/7 – não havendo trabalho administrativo envolvido, nem dependência de intermediários. O acesso ao perfil dos profissionais é feito de forma imediata e em minutos é efetuada a correspondência entre profissional e empresa. A seleção é feita pelo nível de experiência pretendido, assim como pelo feedback de performance detalhado e, por essa razão, o match é, em regra, eficaz. Por sua vez, este método é também uma mais-valia para profissionais juniores, experientes ou até mesmo pessoas que desejem mudar radicalmente de área, ajudando-as a perceber o seu verdadeiro potencial, promovendo o seu desenvolvimento pessoal e profissional, adquirindo conhecimentos e competências técnicas on-the-job.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Distribuição

Nova Edição: Nadim Habib, Mercados de Natal e Senegal

A última edição do Publituris, a primeira do mês de novembro, faz capa com uma entrevista a Nadim Habib, economista e professor da Nova SBE, que é um dos keynote speakers do 47.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Publituris

A última edição do Publituris, a primeira do mês de novembro, faz capa com uma entrevista a Nadim Habib, economista e professor da Nova SBE, que é um dos keynote speakers do 47.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), que vai decorrer entre 8 e 11 de dezembro, em Ponta Delgada, Açores.

Em entrevista ao Publituris, Nadim Habib fala sobre o crescimento do turismo nacional, cuja qualidade, diz, subiu “brutalmente” nos últimos anos, apesar de alertar que “é preciso construir mais ‘certezas’ e não navegar constantemente na incerteza”.

Para o economista e professor da Nova SBE, o setor deve aposta na “produtividade” e remunerar melhor os funcionários, defendendo que o facto de Portugal ter uma indústria de turismo forte não significa dependência, “desde que não dependa de baixos salários”.

Nesta edição, publicamos também um dossier especial sobre os Mercados de Natal que estão de volta um pouco por toda a Europa e apresentamos as propostas que os operadores turísticos e agências de viagens lançaram no mercado, com destaque ainda para os principais Mercados de Natal da Suíça e da Alemanha.

Na secção Destinos, publicamos uma reportagem sobre o país da “Teranga”. O Senegal, que foi um dos destinos em destaque na programação da Solférias para o verão de 2022, volta às propostas do operador turístico no próximo ano e o Publituris foi conhecer a oferta deste país, cuja oferta é vasta e mistura cultura, história, sol e praia e natureza.

Já em Transportes, saiba como estão as contas da TAP Air Portugal, que regressou aos lucros no terceiro trimestre do ano e cuja recuperação leva a CEO, Christine Ourmières-Widener, a elogiar o plano de reestruturação da companhia aérea e a acreditar que seja possível chegar ao fim de 2022 com um “bom resultado”.

Ainda sobre a aviação, publicamos também os mais recentes resultados de uma pesquisa da consultora Bain, que apurou que o transporte aéreo tem vindo a recuperar com o fim das restrições relacionadas com a COVID-19, ainda que existam outras ameaças que podem atrasar a tão esperada recuperação.

Além do Pulse Report, as opiniões desta edição são de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), António Paquete (economista) e Amaro F. Correia (docente da Atlântico Business School).

Boas leituras!

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 43

Nota: Se já é subscritor do Publituris entre no site com o seu Login de assinante, dirija-se à secção Premium – Edição Digital e escolha a edição que deseja ler, abra o epaper com os dados de acesso indicados no final do resumo de cada edição.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: Nadim Habib, Mercados de Natal e Senegal

A última edição do Publituris, a primeira do mês de novembro, faz capa com uma entrevista a Nadim Habib, economista e professor da Nova SBE, que é um dos keynote speakers do 47.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Publituris

A última edição do Publituris, a primeira do mês de novembro, faz capa com uma entrevista a Nadim Habib, economista e professor da Nova SBE, que é um dos keynote speakers do 47.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), que vai decorrer entre 8 e 11 de dezembro, em Ponta Delgada, Açores.

Em entrevista ao Publituris, Nadim Habib fala sobre o crescimento do turismo nacional, cuja qualidade, diz, subiu “brutalmente” nos últimos anos, apesar de alertar que “é preciso construir mais ‘certezas’ e não navegar constantemente na incerteza”.

Para o economista e professor da Nova SBE, o setor deve aposta na “produtividade” e remunerar melhor os funcionários, defendendo que o facto de Portugal ter uma indústria de turismo forte não significa dependência, “desde que não dependa de baixos salários”.

Nesta edição, publicamos também um dossier especial sobre os Mercados de Natal que estão de volta um pouco por toda a Europa e apresentamos as propostas que os operadores turísticos e agências de viagens lançaram no mercado, com destaque ainda para os principais Mercados de Natal da Suíça e da Alemanha.

Na secção Destinos, publicamos uma reportagem sobre o país da “Teranga”. O Senegal, que foi um dos destinos em destaque na programação da Solférias para o verão de 2022, volta às propostas do operador turístico no próximo ano e o Publituris foi conhecer a oferta deste país, cuja oferta é vasta e mistura cultura, história, sol e praia e natureza.

Já em Transportes, saiba como estão as contas da TAP Air Portugal, que regressou aos lucros no terceiro trimestre do ano e cuja recuperação leva a CEO, Christine Ourmières-Widener, a elogiar o plano de reestruturação da companhia aérea e a acreditar que seja possível chegar ao fim de 2022 com um “bom resultado”.

Ainda sobre a aviação, publicamos também os mais recentes resultados de uma pesquisa da consultora Bain, que apurou que o transporte aéreo tem vindo a recuperar com o fim das restrições relacionadas com a COVID-19, ainda que existam outras ameaças que podem atrasar a tão esperada recuperação.

Além do Pulse Report, as opiniões desta edição são de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), António Paquete (economista) e Amaro F. Correia (docente da Atlântico Business School).

Leia a edição aqui.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Turismo europeu permanece resiliente apesar da menor confiança

O mais recente relatório da European Travel Commission revela que o turismo na Europa enfrentou com “sucesso” o verão de 2022. O problema está na incerteza para 2023 que deverá favorecer as viagens de curta distância, apesar de se esperar uma evolução por parte do turismo americano.

Victor Jorge

De acordo com o último relatório trimestral da European Travel Commission (ETC), o setor do turismo na Europa enfrentou com sucesso outro verão desafiador, com o agravamento da inflação e a escassez de pessoal a ameaçar a recuperação. As companhias aéreas europeias resistiram bem, com volumes de voos de agosto a cair apenas 11% em relação a 2019.

Face a estes números, a ETC admite que se tratam de “dados encorajadores” e que sugerem uma perspectiva “positiva para 2022”, com a região a recuperar cerca de 75% dos volumes de viagens de 2019 no presente ano.

No entanto, o inverno continua ameaçado, pois uma recessão iminente e uma inflação mais alta em toda a Europa “pesarão nos gastos do consumidor e na procura do turismo”, salientando, no entanto, a ETC que esta realidade poderá “atrasar, mas não atrapalhar a recuperação”. A guerra prolongada na Ucrânia e restrições adicionais de viagem para turistas russos em toda a Europa também atrasarão a recuperação na Europa Oriental, refere a ETC.

Luís Araújo, presidente da ETC, refere que “o turismo europeu está a mostrar-se excecionalmente resistente à inflação. Embora a crise do custo de vida esteja a fazer com que muitos mudem a sua abordagem relativamente às viagens, isso não está a diminuir o seu desejo de explorar a Europa”. Luís Araújo salienta ainda que “as viagens de curta distância serão uma tábua de salvação para o setor nos próximos meses, à medida que mais viajantes optarem por viagens mais curtas e próximas. À medida que continuamos a enfrentar os desafios trazidos pela incerteza global, é crucial reconstruir um setor que mantenha a sustentabilidade em mente”, termina.

Menor confiança impulsiona viagens de curta distância
Face à incerteza económica e do aumento da inflação, a ETC prevê que os viajantes preferirão viagens de curta distância, que tendem a ser mais económicas. Em setembro deste ano, a confiança do consumidor na França atingiu uma baixa de nove anos. Tendências semelhantes também foram observadas em outros grandes mercados de origem, como o Reino Unido e a Alemanha.

No geral, o preço das férias será um fator decisivo para as famílias, que se vêm confrontadas com menos rendimento disponível, acreditando a ETC que isso pode ser “benéfico para a Europa”, pois as férias intra-europeias, bem como as viagens domésticas, tendem a ser mais baratas do que as alternativas de longa distância. Atualmente, as viagens de curta distância representam cerca de 72% do total de visitas na Europa e devem crescer em popularidade no restante do ano.

O impacto de um dólar forte
As viagens de longa distância para a Europa ainda estão significativamente deprimidas, prejudicadas por restrições e sentimentos negativos persistentes da Ásia e do Pacífico. O mercado chinês, em particular, mostrou progressos mínimos em direção à recuperação devido ao levantamento mais lento das restrições de viagens.

Contudo, a ETC acredita que “nem tudo está perdido” para viagens de longa distância, já que o turismo transatlântico recebe um impulso dos turistas americanos que beneficiam da força do dólar americano – que valorizou cerca de 20% em relação ao euro no ano passado.

Um dólar forte já provou ser uma “tábua de salvação” para muitos destinos europeus, com os dados mais recentes a mostrarem que três em cada cinco países recuperaram pelo menos 70% dos volumes de viagens dos EUA de 2019 até ao presente ano.

A ETC destaca, de resto, vários destinos que superaram a procura de viagens em 2019, aparecendo a Turquia (+61%) como o destino com maior recuperação, seguida por Portugal (+17%), Lituânia (+7%), Montenegro (+6%) e Polónia (+6%).

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.