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Turismo de Portugal dá início à capacitação do tecido empresarial

O Turismo de Portugal, vai iniciar já no próximo dia 20 de abril a sua agenda de ações de capacitação em regime alargado a todo o tecido empresarial do setor.

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Concluídas as ações-piloto com 50 empresas de diferentes dimensões e áreas de operação, que de 21 de fevereiro a 25 de março e em ambiente de laboratório virtual, testaram novas abordagens de partilha de conhecimento, experiências e desafios sobre a gestão ESG, o Turismo de Portugal, dá assim início ao primeiro ciclo de ações inseridas no Programa Empresas Turismo 360°.

Com o tema “Gestão ESG: Alcançar a sustentabilidade ambiental, social e de governação, o primeiro ciclo de ações de capacitação, a decorrer entre abril e junho de 2022, inclui várias edições dirigidas a gestores e técnicos nas áreas de estratégia, inovação ou sustentabilidade de micro e pequenas empresas do turismo, cada uma com a duração total de sete horas e 30 minutos.

O programa de conteúdos, conforme anuncia o Turismo de Portugal no seu site oficial, é composto por 3 módulos: Desafios e oportunidades da sustentabilidade; Relatório de sustentabilidade e indicadores ambientais; e Indicadores Sociais e de Governação Desempenho Económico, oferecendo um conjunto de vantagens aos participantes.

As ações decorrem online e em direto e a frequência é gratuita, mas sujeita a inscrição, na Academia Digital do Turismo de Portugal​ (participação limitada à disponibilidade existente e sujeita a confirmação).​

Refira-se que o Programa Empresas Turismo 360° é uma iniciativa inscrita no Plano de Ação Reativar o Turismo | Construir o Futuro, que visa incentivar as empresas do setor a reportar o seu desempenho em matéria de sustentabilidade, apoiando-as tecnicamente na integração dos fatores ESG – Environmental, Social and Governance na estratégia de negócio e na cultura organizacional e orientando-as no processo de reporte regular de informação não-financeira sobre as suas práticas ambientais, sociais e de governação.

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Açores subsidiam contratação no setor do Turismo

OTURIS.ESTÁVEL, nova medida de apoio do Governo dos Açores às empresas dos setores da restauração, hotelaria e turismo que contratem novos trabalhadores por via de contratos sem termo, arrancou esta terça-feira, 21 de junho, para período de candidatura.

O anúncio foi feito pela secretária Regional da Juventude, Qualificação e Emprego, Maria João Carreiro que adiantou, em conferência de imprensa, em Ponta Delgada, que “o apoio a atribuir à entidade empregadora pode ir até aos 36 mil euros por cada novo trabalhador contratado, dependendo do salário pago pela empresa ao trabalhador”.

A governante regional, citada na página oficial do Governo dos Açores, explicou que “esta é uma medida que incentiva não só a estabilidade laboral num setor marcado pela sazonalidade da atividade turística no arquipélago, mas também a redistribuição do rendimento das empresas pelos trabalhadores, levando a que as ofertas de trabalho existentes ou criar no setor do turismo sejam atrativas para os trabalhadores”, para adiantar que “quanto maior for o salário pago ao trabalhador, maior será o montante do apoio”.

O apoio a atribuir no âmbito do TURIS.ESTÁVEL pressupõe que cada trabalhador apoiado beneficie de 150 horas de formação, que podem e devem ser distribuídas pelos meses de menor atividade turística, de acordo com a disponibilidade e a atividade da empresa, “em linha com o nosso desígnio de reforçar e valorizar a qualificação dos açorianos”.

A titular da pasta da Qualificação Profissional e Emprego sublinha, segundo a mesma fonte, que esta medida, que incide sobre os custos salariais da empresa com o trabalhador por um período de três anos, “promove a estabilidade dos postos de trabalho no turismo, setor onde prevalecem os contratos de trabalho a termo, encorajando, assim, a estabilização dos quadros”.

O TURIS.ESTÁVEL fixa, também, outra modalidade de apoio às empresas, desta feita para a conversão de contratos a termo resolutivo, certo ou incerto, em contratos sem termo, para trabalhadores já integrados nas empresas.

A expectativa é que o novo instrumento, nas suas modalidades de apoio à contratação e à conversão, possa beneficiar 700 trabalhadores, entre os quais desempregados integrados em programas ocupacionais ou estágios, sendo cumulável com o PRO.ATIVO, medida de incentivo à procura ativa de trabalho, destacou Maria João Carreiro.

 

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Lisbon Marriott Hotel tem nova diretora de Operações

Com mais de 12 anos de experiência, Paula Morgado Lino assume a liderança das operações do Lisbon Marriott Hotel.

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Paula Morgado Lino é a nova responsável pela operação do Lisbon Marriott Hotel, que pertence ao grupo Sotéis, localizado na Av. dos Combatentes, em Lisboa.

Licenciada em Gestão Hoteleira e Turismo pela Universidade de Gestão Hoteleira do Estoril (2010-2013) e Pós-Graduação em Gestão Hoteleira e Turismo pela Universidade Cornell, Paula Morgado Lino possui mais de 12 anos de experiência em gestão hoteleira, tendo desenvolvido soluções criativas e eficazes de gestão no negócio através da implementação e desenvolvimento de processos inovadores por várias unidades hoteleiras de renome em diferentes países.

Antes de integrar a equipa do Lisbon Marriott, foi diretora de F&B no PGA Catalunya Golf & Wellness Resort (entre 2017 e 2019), esteve no Sandals Royal Bahamian, na capital das ilhas das Bahamas, onde desempenhou funções de & B Manager( 2016).

Anos antes, passou pelo novo Sandals Resorts International Barbados e no Crowne Plaza Shanghai na China.

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44% do emprego criado em Espanha, em maio, foi no setor do turismo

Só no mês de maio de 2022, o setor do turismo, em Espanha, criou mais 409.615 empregos face a igual período do ano 2021 e mais 32.962 que em igual mês de 2019.

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Segundo as contas efetuadas pela Turespaña, o mês de maio terminou, em Espanha, com 2.608.600 pessoas inscritas na Segurança Social do país vinculadas a atividades turísticas, o que corresponde a mais 409.615 trabalhadores face a igual período do ano 2021 e a mais 32.962 que em igual mês de 2019.

Estes dados revelam que a atividade turística, em Espanha, foi responsável por 44% da criação de emprego no quinto mês de 2022, representando 12,9% do total da força de trabalho inscrita na Segurança Social.

“A recuperação do setor está a gerar um forte aumento na criação de trabalho, que ultrapassou 2,6 milhões de inscritos, em maio, na Segurança Social, o maior número registado em maio”, destacou a ministra da Indústria, Comércio e Turismo espanhola, Maria Reyes Maroto, à imprensa do país vizinho.

A responsável pela pasta do turismo explicou que esta realidade tem sido possível “graças ao “escudo social eficaz implementado pelo Governo durante a pandemia para manter de pé os nossos trabalhadores e empresas do setor do turismo e os elevados níveis de vacinação da população espanhola”, destacando, ainda, que a reforma levada a cabo pelo Governo de Pedro Sanchez permite a criação de emprego de “maior qualidade”.

Reyes Maroto admitiu, também, que Espanha iniciou a temporada de verão com “boas perspectivas”, apesar do contexto complexo derivado da guerra na Ucrânia, concluindo que “o turismo será um dos setores que mais contribuirá para o recuperação económica e criação de empregos neste ano”.

Por atividade, os dados da Turespaña mostram que foi na hotelaria e agências de viagens/operadores turísticos que, de forma conjunta, mais emprego se criou, registando uma subida de 20,7%, comparado com maio de 2021, significando mais de 306 mil empregos na hotelaria (183 mil nos serviços de F&B e 122 mil nos serviços de alojamento), enquanto as agências de viagens conseguiram mais 5.662 novos trabalhadores (+2,3%) e os operadores turísticos aumentaram em mais de 97 mil os empregos.

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Turismo algarvio com falta de trabalhadores apesar de 6.000 inscritos no IEFP

Apesar da “boa remuneração” oferecida, Hélder Martins, presidente da AHETA, considera que não é lógico haver uma “rejeição das pessoas” para trabalhar no turismo.

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Os empresários do setor turístico algarvio queixam-se da falta de trabalhadores para o verão, apesar de haver cerca de 6.000 pessoas do setor inscritas no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), algumas a receber o subsídio de desemprego.

“Havia há pouco tempo 6.000 inscritos na área do turismo no Instituto do Emprego – só cozinheiros eram 500 -, e fizemos uma experiência com o Instituto do Emprego, com a ajuda das associações empresariais, e o Turismo do Algarve a coordenar, para tentar contratar pessoas”, disse o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Em declarações à Lusa, Hélder Martins referiu que o próprio IEFP participou nas entrevistas e “fez um esforço para trazer as pessoas, mas estas não quiseram” aceitar o trabalho que lhes era proposto nas suas áreas e com uma “boa remuneração”.

Para o empresário, não é lógico haver uma “rejeição das pessoas” para trabalhar no turismo e, ao mesmo tempo, poderem continuar a beneficiar do subsídio de desemprego, o que o leva a supor que também farão alguns trabalhos complementares.

“Houve quem só pudesse vir à entrevista depois das 08:00 da noite, mas estavam desempregados e a receber o subsídio de desemprego, e outros diziam que estavam a ajudar um primo”, referiu, ainda, Hélder Martins.

O presidente da maior associação de hoteleiros da região sublinhou que “há um problema grave no Algarve e no resto do país de falta de mão-de-obra”, que não se cinge apenas ao setor do turismo.

O administrador do grupo Pestana para o Algarve, Pedro Lopes, também confirmou à Lusa que “é difícil” encontrar pessoas para trabalhar como se fazia até 2019.

“O Algarve tem 15.000 desempregados, dos quais 6.000 no setor do turismo. Mas quando essas pessoas são chamadas para as entrevistas e não aparecem é porque não querem trabalhar, e algumas devem estar a trabalhar ilegalmente, por isso não aparecem”, refere.

Segundo Pedro Lopes, os poucos que aceitam ir às entrevistas “muitas vezes dizem que só podem aparecer depois das 20:00, o que quer dizer que antes estão a fazer alguma coisa”, considerou.

“O Governo tem de fiscalizar mais estas situações”, porque “se as pessoas não querem trabalhar não é justo estarmos a pagar [o subsídio de desemprego], quando há milhares de posições a serem oferecidas no setor”, afirmou.

Por seu lado, o diretor regional de operações do Grupo Minor, que detém os hotéis Tivoli, Jorge Beldade, afirmou que as unidades hoteleiras que gere precisam neste momento de recrutar 200 pessoas, num total de cerca de 1.500 trabalhadores.

“O Instituto do Emprego e Formação Profissional tem 15.000 pessoas à procura de emprego, mas quando pedimos um grupo de 30, aparecem apenas na entrevista três ou quatro, que fazem tudo para não serem contratados”, assegurou.

Segundo aquele responsável, normalmente, os entrevistados “pretendem manter-se no fundo de desemprego e continuar a fazer biscates” a trabalhar a tempo inteiro no setor.

“Vamos ter o melhor verão de sempre, as reservas já estão a um nível superior ao de 2019, o ano também vai ser excelente, mas não vamos fornecer o nível que deveríamos dar”, devido à falta de trabalhadores, observou.

De acordo com aquele responsável, a preocupação, neste momento, “já não é a receita, mas sim encontrar pessoas que queiram trabalhar”.

O presidente da AHETA também lamentou que “agora que há a oportunidade de faturar, não haja recursos” humanos, frisando que os empresários irão tentar manter a qualidade dos serviços, mesmo que tenham de deixar de disponibilizar a totalidade das mesas, nos restaurantes, ou dos quartos, nos hotéis.

Os empresários do setor turístico são unânimes em referir que a solução para resolver a falta de mão-de-obra no setor é recorrer a imigrantes, sobretudo, originários de países de língua oficial portuguesa.

De acordo com a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), a falta de mão-de-obra no setor, a nível nacional, já deverá ultrapassar os 15.000 trabalhadores estimados em 2021.

Entretanto, na quarta-feira, 15 de junh, o Governo aprovou um regime de facilitação para a emissão de vistos em Portugal para os Cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP).

Em conferência de imprensa, a ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, avançou que vai passar “a haver uma facilitação da emissão” no âmbito da concessão dos vistos de curta duração de estada temporária e vistos de residência para cidadão abrangido pelo acordo da CPLP.

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Vila Galé dá formação às direções dos seus hotéis em Portugal

O grupo Vila Galé promoveu, recentemente, uma ação formativa às direções dos seus 27 hotéis em Portugal, focada nas novas tendências do setor.

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O objetivo da cadeia hoteleira, que tem vindo a reforçar a sua aposta na formação de quadros, é ter equipas cada vez mais preparadas a responder de forma adequada aos desafios da procura.

Melhorar a experiência dos clientes, potenciar a oferta de wellness e bem-estar, compreender as tendências do segmento de luxo, dar atenção ao detalhe ou potenciar as vendas foram algumas das competências abordadas nesta formação, em parceria com a consultora Red Carpet Luxury Lifestyle.

Recorde-se que, em 2009, o grupo lançou a sua própria academia de formação interna com diferentes programas dedicados, por exemplo, à identidade corporativa, atendimento ao cliente, competências técnicas específicas de cada área como HACCP, idiomas ou alimentação e bebidas, mas também idiomas, liderança e coaching.

No ano passado, esta plataforma foi certificada pela Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT) em três áreas, num reconhecimento da sua capacidade para organizar e executar formação especializada de qualidade.

 

 

 

Atualmente, a Vila Galé está a desenvolver a vertente de e-learning da sua academia, proporcionando assim conteúdos específicos complementares às formações presenciais. Outra das novidades é a VG Academy Week, um projeto imersivo em que um grupo de colaboradores recebe formação intensiva específica durante uma semana, através de formadores internos e externos.

 

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ISCE Douro lança 1.ª Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Destinos e Produtos Turísticos

A 1.ª Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Destinos e Produtos Turísticos dinamizada pelo ISCE Douro será 100% online, com início previsto para setembro de 2022.

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O Instituto Superior de Ciências Educativas do Douro (ISCE Douro) lança a 1.ª Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Destinos e Produtos Turísticos, formação 100% online, com início previsto para setembro de 2022.

Com coordenação científica de Ana Silvestre e Rui Brito Fonseca, a nova formação terá uma duração de 810 horas e destina-se a licenciados de qualquer área científica que pretendam adquirir formação complementar.

Conhecer a definição de destino turístico e as suas diversas perspetivas, bem como compreender a importância das tendências e inovação na gestão dos destinos turísticos e reconhecer a relevância dos stakeholders, da cooperação e das redes na gestão dos destinos turísticos são alguns objetivos traçados para esta pós-graduação dinamizada pelo ISCE Douro.

Na apresentação desta formação, que será em regime pós-laboral, o ISCE refere que “a mudança de paradigma no setor do turismo levou a uma regeneração e (re)criação do mesmo. A competitividade entre os destinos turísticos é regida pela capacidade de atrair turistas, satisfazendo as suas necessidades”.

“Tendo em conta os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a Agenda 2030, é necessário definir prioridades e aspirações do desenvolvimento global de modo sustentável sem entrar em desequilíbrio com o estilo de vida dos residentes”, concluindo que “os fatores que levam à eleição de um destino são os pilares da sua gestão e a chave para criar e proporcionar aos turistas uma experiência turística única”.

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Porto e Maia aderem ao Programa “Formação +Próxima”

Os municípios do Porto e da Maia são os mais recentes aderente ao Programa “Formação +Próxima”. Até à data, foram já realizadas 63 ações de formação, formadas 1.640 pessoas e são já 80 os municípios aderentes.

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O Turismo de Portugal formalizou com os municípios do Porto e da Maia a respetiva adesão ao Programa “Formação +Próxima”.

O Programa Formação +Próxima é uma iniciativa inserida no Plano “Reativar o Turismo | Construir o Futuro” (Pilar 4 – P4.2 Conhecimento e Qualificações), que tem por fim capacitar, massivamente e em todo o território nacional, os colaboradores do setor do turismo, através de conteúdos adaptados à diversidade e especificidade das empresas, perspetivando também as suas necessidades futuras. Pretende-se capacitar as empresas na “arte da hospitalidade”, recorrendo a conteúdos formativos nas áreas das soft e hard skills, com as Escolas do Turismo de Portugal, em parceria com as autarquias, enquanto agentes mais próximos das realidades locais, a construírem esta dinâmica mobilizadora da mudança estratégica que se pretende alcançar no território em que se inserem.

De referir que em meados de maio já tinham aderido ao Programa 21 municípios da Região Centro (integrantes da CIM-Região Centro), depois de os municípios de Cascais, Oeiras, Mafra e Sintra já o terem feito

No âmbito do Programa Formação +Próxima, até à data, foram já realizadas 63 ações de formação, formadas 1.640 pessoas e são já 80 os municípios aderentes.

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“Gestão do Turismo e da Hospitalidade” é a nova licenciatura do IPG

O curso alia a gestão e a tecnologia ao turismo e pretende qualificar profissionais capazes de inovar num dos setores cruciais para a economia portuguesa e terá início já no próximo ano letivo 2022/2023 na Escola Superior de Turismo e Hotelaria em Seia.

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O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) acaba de lançar a licenciatura em “Gestão do Turismo e da Hospitalidade” que irá, segundo Joaquim Brigas, presidente da instituição de ensino, “capacitar quadros para responderem às exigências que a evolução tecnológica e a transição verde colocam às empresas e organizações do setor do turismo”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG.

Em comunicado, o IPG salienta que esta nova licenciatura tem como objetivo “responder aos desafios que a aceleração da digitalização coloca aos setores da indústria turística”. O curso alia a gestão e a tecnologia ao turismo e pretende qualificar profissionais capazes de inovar num dos setores cruciais para a economia portuguesa e terá início já no próximo ano letivo 2022/2023 na Escola Superior de Turismo e Hotelaria em Seia.

“A nova licenciatura resulta da nossa estratégia de desenvolvimento do território e de crescimento do Politécnico da Guarda, que passa, naturalmente, pela atualização da oferta curricular e o lançamento de novos cursos”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG. “A formação em ‘Gestão do Turismo e da Hospitalidade’ irá capacitar quadros para responderem às exigências que a evolução tecnológica e a transição verde colocam às empresas e organizações do setor do turismo”.

O curso terá a duração de três anos e dará conhecimentos aos estudantes em áreas como Análise e Tratamento de Dados; Mercados e Internacionalização em Turismo; Marketing Digital; Hotelaria e Restauração; e Economia e Política do Turismo. O objetivo é habilitar os profissionais para o exercício profissional autónomo, científico e tecnicamente rigoroso.

O IPG irá assegurar estágios em organizações turísticas e cadeias hoteleiras nacionais e internacionais, monitorizando o futuro profissional dos estudantes através do Gabinete de Estágios e Saídas Profissionais. A licenciatura em “Gestão do Turismo e da Hospitalidade” foi aprovada pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior – A3ES, a entidade responsável pela aprovação de novos ciclos de estudos.

“O IPG tem estado atento às tendências do setor do turismo e a acompanhar a transição digital. Recentemente foi desenvolvido o projeto “Taste Food Experience” – uma aplicação móvel que promove o turismo gastronómico na região das Beiras e Serra da Estrela – que ganhou o primeiro prémio do concurso de empreendedorismo turístico da Turismo Centro de Portugal”, refere Manuel Salgado, vice-presidente do IPG.

 

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Les Roches lança especialização em desenvolvimento sustentável

A Les Roches Global Hospitality Education acaba de lançar uma especialização em Sustentabilidade, dedicando o último semestre do Bachelor of Business Administration (BBA) in Global Hospitality Management a este tema.

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A Sustentabilidade consta agora de uma das quatro especializações, que os estudantes podem escolher no campus de Crans-Montana, juntamente com Empreendedorismo, Estratégias de Marketing Digital e Gestão de Performance Financeira.

De acordo com a sua filosofia académica de fomentar um espírito de inovação e criatividade, a Les Roches pretende, desta forma, reforçar a capacidade dos futuros líderes para impulsionar a sustentabilidade e a mudança.

A nova especialização de Licenciatura foi concebida para dotar os estudantes de competências de gestão e conhecimentos necessários para transformar a hospitalidade, o turismo e a economia da experiência nesse sentido.

A especialização “Desenvolvimentos e Práticas Sustentáveis” será oferecida no campus de Crans-Montana a partir de setembro próximo. O programa incluirá também master classes ministradas por especialistas externos à instituição de ensino.

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Multipessoal está a recrutar para hotelaria e restauração nos Países Baixos

Empresa portuguesa de recursos humanos tem oportunidades de emprego nos Países Baixos para diversas funções nas áreas da hotelaria e restauração.

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A Multipessoal, empresa portuguesa de recursos humanos, em parceria com a I-Hospitality, agência de trabalho temporário holandesa, está atualmente à procura de mais de cem profissionais portugueses para integrarem o setor hoteleiro e da restauração nos Países Baixos.

Entre as funções mais procuradas estão as de empregado/a de mesa, cozinheiro/a e empregado/a de limpeza, além de várias outras vagas disponíveis em hotéis, restaurantes, parques temáticos e empresas de catering. As colocações serão feitas em diversas regiões do país, como Amsterdão, Utrecht, Eindhoven e Zeeland.

Em termos de perfil, pretendem-se profissionais com disponibilidade imediata, motivação para trabalhar no estrangeiro e experiência prévia na indústria da hotelaria e restauração. O domínio da língua inglesa é também um requisito.

Segundo nota de imprensa da Multipessoal, além do salário competitivo e da oportunidade de viverem uma experiência de trabalho internacional, todos os candidatos terão acesso a seguro de saúde, alojamento e apoio nos processos burocráticos para poderem trabalhar nos Países Baixos.

Para se candidatarem, os profissionais interessados devem aceder à página dedicada da Multipessoal, onde poderão consultar todas as vagas e respetivos requisitos.

 

 

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